Labyrinth Lost

Labyrinth Lost Zoraida Córdova




Resenhas - Labyrinth Lost


4 encontrados | exibindo 1 a 4


Fernanda.Granzotto 03/09/2020

Áudio-livro! 2,5 estrelas
Achei que gostaria deste livro muito mais do que gostei, mas como não odiei o livro e o final aberto me deixou muito curioso, irei continuar com a série.
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Queria Estar Lendo 17/07/2020

Resenha: Labyrinth Lost
Labyrinth Lost é o primeiro livro da trilogia Brooklyn Brujas, de Zoraida Córdova. Ainda sem publicação no Brasil, a série gira em torno de uma família de brujas, as Moritz, e sua relação com a magia e o legado ancestral da família.

Alex nunca gostou da magia. Ela sempre achou que tudo de errado que aconteceu na sua família foi por causa da magia. Por isso, esconde um segredo de sua mãe e irmãs: seu poder já desabrochou, mas ela não quer ter nada a ver com isso.

Assim, Alex decide que em seu Deathday - um ritual de passagem para brujas, onde elas recebem a benção de seus ancestrais - em vez de aceitar seu poder, ela irá bani-lo.

Mas Alex não contava que seu canto saísse errado e, em vez de banir seus poderes, acaba banindo toda sua família - a viva e a morta - para Los Lagos, uma dimensão que serve como limbo para as bruxas e que tem se tornado cada vez mais perigosa.

Agora, tudo que Alex tem é um mapa no livro de cantos da sua família e a ajuda relutante de um brujo misterioso que ela não sabe se pode confiar. Tomada pela culpa e responsabilidade pelo que aconteceu a seus entes queridos, Alex se joga através de um portal direto para Los Lagos, onde vai precisar enfrentar a terra traiçoeira e uma poderosa entidade que quer se tornar uma deusa, para salvar sua família.

Quando peguei Labyrinth Lost pela primeira vez, eu estava esperando uma fantasia urbana pelas rua do Brooklyn. Mas 85% do livro se passa em Los Lagos, esse limbo da magia que vem sendo drenado há anos por uma poderosa e cruel entidade.

E a ambientação me lembrou um pouco de Feita de Fumaça e Osso, com a terra das quimeras. Não no sentido de parecer uma cópia, mas na nostalgia e na jornada por essa terra perigosa e maravilhosa ao mesmo tempo.

Já falei no meu li até a página 100 que Alex era a típica protagonista de YA, as vezes meio burrinha, sempre teimosa e em grande parte contando com o Nova para impedir que ela faça algo extremamente estúpido, já que o desinteresse dela por magia faz com que ela seja bem leiga no assunto.

O que não é exatamente ruim, já que nos ajuda bastante a situar tudo que está acontecendo e o que cada coisa quer dizer. A mitologia criada pela Zoraiva para Labyrinth Lost é bastante rica, cheia de detalhes e incrível. O panteão com os deuses, o preço da magia, as dimensões, as criaturas. Tudo se encaixa muito bem.

Também gostei bastante dos companheiros de viagem dela: Nova, todo misterioso, sombrio e cheio de dor. Desesperado em busca de algo que Alex não consegue entender direito. E Rishi, sua melhor amiga, leal e teimosa. Os três formam um triângulo amoroso que nem de perto lembra as melações de fantasias urbanas dos anos 2005.

Gostei de como o romance foi dosado com a fantasia. Fico em segundo plano, já que tinha muita coisa para entendermos: desde o que aconteceu com a tia Rosalia, cuja morte descobrimos já no primeiro capítulo, até a forma como Alex será capaz de salvar sua família antes que o eclipse mate a todos.

Outro ponto que achei bem positivo foi como o problema central do livro não teve uma solução simples. Alex teve de lidar com as consequências de usar a magia sem a benção de seus antepassados, de fazer escolhas erradas. Ela também precisou de muita ajuda para acabar com todo aquele mal de Los Lagos. E tudo isso teve um preço.

No geral, Labyrinth Lost foi uma leitura muito positiva e rápida. Foi fácil de ler, de me conectar com as personagens e entender o mundo que Zoraida Córdova criou. E os ganchos que ela deixou para os futuros livros também são bem interessantes. Já estou prontíssima para Bruja Born - me ajuda aí, dólar!

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2020/07/resenha-labyrinth-lost.html
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Bibs | @queriaestarlendo 27/06/2020

Diferente do que eu esperava
Quando li a sinopse, achei que seria uma história pelas ruas do Brooklyn, então acabou sendo diferente do que eu esperava. Mas curti bastante.
Me deu algumas vibes de Zuze e Karou em Feita de Fumaça e Osso, cheio de aventuras e perigos.
O romance também surpreendeu e embora eu gostaria de ter visto mais, acho que foi muito bem dosado na história.
Minha parte preferida é a criação do mundo e a mitologia das brujas. Adorei, já quero Bruja Born.

Resenha mais completa no perfil do Queria Estar Lendo. ???
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Giovana | Blog Dei um Jeito 22/06/2017

Bruxas e cultura latina, a fórmula da crushada
Alex é a irmã do meio e os seus poderes ainda não despertaram, Lula é a irmã mais velha e é aquela que chama a atenção aonde passa, parece que o seu poder de cura dá um ar de empoderamento nela, Rose é a caçula prodígio, é muito boa na escola e seus poderes telepáticos já se manifestaram, mas antes que pareça que Alex é a marmota do trio: seu histórico escolar também é dos bons.

A sociedade não sabe da existência das brujas, são raros aqueles que contam o seu segredo a alguém, portanto Rishi - A melhor amiga de Alex - não faz ideia do que ela seja, mas os poderes da garota se despertam na presença dela e depois de ver uma cobra sair do ~nada~ e depois virar fumaça só quer dizer que coisas bizarras acontecem e talvez seja culpa da magia.


Alex é a bruja mais poderosa de sua geração, há tempos que não nasce uma encantrix. Quando o poder de um brujo desperta, a família se junta para fazer o Deathday,com tradições bem Día de Los Muertos + MAGIA! Porém a nossa protagonista quer tentar se livrar disso e coisas ruins acontecem que devem ser arrumadas (não há outra opção).

Sabe quando o Percy Jackson se meteu no labirinto e a Clary em outra dimensão e você ficou todo feliz com os treco e criatura que tem por ali, a ambientação e a provação que o povo passava? Aqui tem muito disso e consegue ser tão fantástico quanto, até mais brilhoso diga-se de passagem.

Todos os nomes de coisas relacionadas a bruxaria tem o nome da sua tradução em Espanhol, por conta das linhagens de brujos e brujas serem de países latinos que falam Espanhol: Peru, Equador, Cuba e por aí vai, por isso a comparação do ritual com o Día de Los Muertos, aliás todos os personagens são POC, inclusive a Rishi que tem origem indiana.

Eu gostei bastante da presença da família do livro, não basta os encontros com a família toda, eles tentam invocar antepassados para se guiar, e na casa o povo não tem luxos, mas tem uma harmonia das boas e muito amor envolvido.

Alex é aquela personagem que é nada demais e se vê em uma situação que precisa ser a maioral, mas ela nunca se rebaixa, ela é feliz por ter uma amiga só, mas que seja da qualidade de Rishi, ela ama a família demais e não vai desistir da sua missão de forma alguma, a única coisa que não entendia era o seu poder, que ela enxergava de uma forma bem negativa, mas foi necessária essa viagem ao labirinto para entendê-lo completamente.

O livro tem um triângulo amoroso com uma pessoa hétero, uma bi e uma lésbica, que foi desenvolvido de uma forma bem gostosa: nada de foco no romance, todo mundo se defende, se apoia e fica com as bochechas rosadas.

Para os navegantes que estão começando a ler em inglês: a linguagem é bem ok, sem muitos termos/adjetivos saídos de não sei de onde, os termos da criação do mundo das Brooklyn Brujas é bem baseado em termos de uma língua parecida com a nossa, então nesse ponto é difícil de se perder. O e-book está bem baratinho na Amazon, então não custa tanto tentar!

Por mais livros que mostrem a cultura latina, por mais personagens adoráveis (você nem tanto @Nova) e que venha a jornada da Lula! E acho que dá pra dizer que o livro é uma pedida para quem gosta de Garotos Corvos e Feita de Fumaça e Osso ou de se enfiar na toca do coelho.

site: http://deiumjeito.blogspot.com.br/2017/06/review-labyrinth-lost-zoraida-cordova.html
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