Arena 13

Arena 13 Joseph Delaney




Resenhas - Arena 13


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Mathias.Weirich 08/02/2020

Arena 13
Recomendo este livro a todos (as) que buscar uma leitura fluida, em um mundo distópico e fantástico.

Joseph Delaney é, certamente, um dos autores que mais gosto e ele não decepcionou novamente, trazendo ao público infanto juvenil, novamente, uma história sombria, porém com elementos mais leves que permitem até mesmo darmos boas risadas!

Recomendo também a Série "as aventuras do caça feitiços", escrita pelo mesmo autor e que tem a mesma "pegada" sombria e ao mesmo tempo mais "leve"
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Gaby Schunk 12/08/2020

O livro é perfeito, muito bem escrito e representa uma realidade pouco vista nas distopias, uma história onde revelações fortes são feitas e os sentimentos do personagens bem expressados fazendo com que você se entrose cada vez mais na história.
Uma leitura que eu aconselho todo mundo fazer pois vale a pena !
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Bea 01/07/2020

Nem bom nem ruim
A história é contada por Leif que vive em um mundo que é dominado pelo Hob, um dijnin. O sonho de Leif é lutar na Arena 13 e assim um dia poder derrotar o Hob.
O narrativa é leve, mas a falta de detalhes o torna "leve demais", o autor por vezes opta por pular acontecimentos que seriam melhores se fossem explicitos.
O universo é meio confuso e sem muito sentido.
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Hsc_Aju 03/06/2016

Uma Distopia diferente.
Joseph tem vários anos no mercado editorial escrevendo diversos livros juvenis, onde é bastante conhecido por escrever as aventuras do Caça Feitiços, mas isso não deixa ele por menos e continua a escrever outras obras, alguns que já viraram filmes, (por mais ruim que seja o filme) e outras que tendem e alcançar níveis de literatura para agrandar a todos. E esse é por esse motivo que vem a Trilogia Arena 13. Gostei bastante, mas tenho pontos a serem consideráveis.

Restante da resenha no link.

site: http://www.papeletas.com.br/2016/06/resenha-arena-13-joseph-delaney.html
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AndyinhA 06/07/2017

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Acho que 2016 não tem sido o meu ano, ou melhor, acho que 2016 tem sido o ano que muita coisa anda sendo publicada, alguma repetidas e talvez esteja cansada de ver mais do mesmo em minhas leituras. Eu prefiro pensar nesta segunda opção.

Quando vi ‘Arena 13’, imaginei uma coisa completamente diferente, algo meio a la ‘Jogos Vorazes’ com espadas ideias romanas, mas onde as pessoas iriam por vontade própria e uma pitadinha de sobrenatural para deixar tudo mais intenso. Mas simplesmente não rolou.

A leitura não conseguiu me agradar, até a página 100 foram descrições e mais descrições e uma mistura de primeira com terceira pessoa na narrativa que estava me deixando doida. A paixão e desejo pelas lutas quase não vinha do personagem principal, teve muito mimimi de garotinhos brigando e muito ciuminhos. Sério, li diversos livros enquanto lia este. A história não me convidava a voltar.

Da página 101 até a 200 tivemos menos descrições, um pouco mais de empolgação e confesso que muitas vezes fiz uma leitura ‘em passant’, não queria desistir do livro, mas do jeito que as coisas iam, estava vendo que poderia ser obrigada a abandonar. Tem um tempo que já desisti de ficar agarrada a leituras que não me agradam, só para dizer ‘eu terminei’.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2016/07/Arena13.html
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Dryh 01/07/2016

Diferente e original
1. O objetivo dos combates na Arena 13 é cortar carne humana e derramar sangue. Combatentes humanos são os alvos.

Vindo do Sul, Leif andou por semanas até chegar em Gindeen, cidade em que ficam as arenas onde os combates acontecem. Onde fica a Arena 13, que é seu maior objetivo. Com um bilhete azul em mãos, Leif tem o ingresso para ser treinado por um dos melhores treinadores da tal luta que o mundo já conhecera: Tyron. Mas o homem é osso duro de roer, e, antes de aceitar Leif entre seus discípulos, o menino precisará passar por treinamentos que dirão se vale a pena mantê-lo, ou se ele deve voltar para sua cidade natal.

Leif perdera ambos os pais quando mais novo, e, desde então, vinha morando numa fazenda onde trabalhava e quando podia, treinava luta de bastões com seus amigos. Ele tornou-se o melhor na luta, e foi por conta disso que recebeu o tal bilhete azul. Mas as coisas na cidade grande são um pouco diferentes, a concorrência é maior, assim como o nível dos outros competidores, e, para complicar ainda mais, um ser maligno chamado Hob aterroriza a todos.

Conhecido por capturar pessoas (principalmente mulheres) e agir como um vampiro, sugando o sangue de suas vítimas e, às vezes, suas almas, Hob possui um grande exército de monstros a seu favor, que fazem todo o trabalho sujo. Ele é um djinni, ser que consegue criar diversos tipos de eus (ou seja, diversos Hobs), criado primeiramente pelos militares para servir ao Exército Humano, mas as coisas não deram muito certo, e Hob meio que se rebelou.

Na Arena 13, vence quem derramar primeiro o sangue do adversário, mas os humanos não lutam diretamente entre si. Cada um possui um número de lacs (podem ser um ou três, sendo que uma pessoa com um lac luta com outra com três), seres que servem para proteger os alvos (os combatentes) e que seguem as ordens de seus chefes, que fazem movimentos únicos e particulares com os pés, batendo-os no chão em um ritmo que somente seus lacs entendam.

Como Leif ainda é um calouro nessa coisa de combate, ele não começa o livro já combatendo na Arena, e sim lutando com bastões em apostas para conseguir dinheiro, assim que chega na cidade. Mas, primeiro, somos apresentados a Hob e seus poderes perante os humanos, que não passam de meros fantoches em suas mãos. Hob é um ser abominável, e eu torcia muito para que alguém desse um fim nele, e para que Leif (personagem do qual eu gostei muito) conseguisse o que queria: vingança para seus pais. Mas, como sempre, nada é tão fácil.

Primeiro, Leif precisa aprender a controlar os lacs, e, somente depois, quando seu treinamento estiver avançado e ele tiver acesso à Arena 13, terá a chance de lutar com quem deseja, e de fazer o que precisava fazer. Para lutar contra Hob, Leif precisaria ser o melhor dos melhores, e ainda assim, poderia não ser bom o suficiente.

Devo confessar que a complexidade deste livro me impressionou, assim como as reviravoltas do mesmo. Nada é previsível, o autor conseguiu me surpreender em várias partes da história, principalmente quando mostrava o passado e os talentos de Leif. Leif é um garoto extraordinário, mesmo que aja de maneira boba às vezes (algo a ver com uma garota, mas não vou falar mais que isso). Ele é um lutador muito bom, e acho que isso se deve ao fato de que Leif precisa ser bom para alcançar o que quer, do contrário, não poderá vingar sua família.

Era preciso deter o Hob de alguma forma... Alguém precisava fazer isso. Era preciso detê-lo. – página 127

Os personagens secundários também são um show à parte, por mais que alguns não tenham conquistado minha afeição (voltamos à garota interesseira e oportunista de antes), todos foram muito bem desenvolvidos e tiveram papel importantíssimo para a trama, principalmente os que conviviam com Leif. O final do livro deixou um pouco a desejar, imaginei que, por ser o primeiro livro de uma trilogia, o autor soltaria uma bomba nas últimas páginas, mas ele não fez isso. Não sei de fico feliz com isso (não vou sofrer tanto pela continuação) ou triste (o final não foi bom o bastante para o resto do livro).

Além disto, o livro não tem tantas cenas de ação e tensão quanto eu imaginava, apesar de que, as cenas e luta tão um pouquinho desesperadoras, principalmente quando é Leif quem está lutando. Encontrei alguns erros de revisão na obra, mas não é nada que atrapalhe a leitura, mas, ainda assim, achei que deveria mencionar.

Nunca tinha lido nada do autor antes, mas gostei da escrita dele, é leve e rápida, e, como a história é narrada em primeira pessoa, me senti mais próxima de Leif e seus sentimentos. Estou torcendo para que o segundo livro seja lançado logo, o que eu acho um pouco improvável, já que este acabou de ser lançado.

Enfim, acho que Arena 13 será uma ótima leitura para os fãs de distopia e de livros de ação, principalmente para quem gosta de um derramamento de sangue, mas não espere um livro 100% tenso e massacrante ou um romance forte no meio.

Com qualquer nome, ele é uma abominação. Uma criatura como essa merece ser cortada em pedacinhos e espalhada ao vento. Mas os homens estão fracos e amedrontados, e aqui Hob governa. Porque esta é Midgard, a terra de um povo derrotado e morto. Esse é o Lugar Onde Homens Habitam. – página 16



site: http://shakedepalavras.blogspot.com.br
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@patriciamfagundes 07/07/2020

Deixou a desejar
Tá ok, eu comprei esse livro somente porque ele estava custando R$ 10,00 reais. Sim, eu só li esse livro porque pedi para meu namorado escolher minha próxima leitura e ele escolheu esse livro. Mas poxa, achei uma história sem pé nem cabeça.

A história não é ruim. O mundo que o escritor criou é fantástico, apesar das poucas explicações, percebemos vários elementos, criaturas, linguagem própria, enfim. Criatividade 10.

Porém, a história acontece entre altos e baixos. Muito rasa. O propósito do Leif é se tornar um lutador na Arena 13, e aí o primeiro torneio que ele participa nos novatos é mal contado no livro.

Aí vem a Kwin e força o menino a fazer todo o tipo de coisa pra livrar ela dos próprios problemas em que se meteu.

Aí o Leif fica indo em uma aventura após a outra, e mesmo ele sendo um menino com nem 15 anos de idade, o Tyron resolve contar pra ele os planos para combater o Hob no futuro.

Não sei, essa mistura não mãe cativou.. parece uma versão de Harry Potter um pouco mais sangrenta.. sem falar que eu tentei procurar a continuação desse livro e não achei.. será que não continuação?

Resumindo, não recomendo esse livro.
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@Estante_do_lu 06/04/2020

O tanto que eu amei esse livro não tá explicado, o jovem Leif é um dos melhores protagonistas que eu já li até agora , desde a primeira página do livro vemos que ele não vai aceitar perder e que lutou pra conseguir chegar onde chegou e conseguir aquilo que ele sempre sonhou lutar na arena 13, o vilão dessa saga é o Hob logo no primeiro ela mostra que não é qualquer um e que ninguém pode com ele , a história é fantástica , os personagens são carismáticos, e bem desenvolvidos , mesmo sendo primeiro livro da nova saga do Joseph , ele não peca em nenhum momento , a escrita dele é fantástica e sempre que você acaba um capítulo , vai querer ler outro pra saber o que vai acontecer , pq a cada página algo novo acontece e nem sempre é algo bom ...
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Aline 20/02/2020

Gostei
Um livro jovem cheio de aventuras, recomendo
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Tamirez | @resenhandosonhos 12/08/2016

Arena 13 - Joseph Delaney
Leif saiu do Sul onde morava e caminhou até a cidade de Gindeen com apenas um sonho: se tornar um vencedor na Arena 13. Depois da morte da mãe e do pai o garoto viu sua vida ser despedaçada aos poucos e encontrou nesse objetivo as forças para seguir em frente. Com um bilhete azul em mãos, o que lhe garante a oportunidade de ser treinado pelos melhores em Gindeen, Leif se dirige a Tyron, aquele que detém o maior renome na área. Ele comanda e treina um poderoso grupo de discípulos, mas não é um homem fácil.

Nesse universo meio distópico meio fantástico existe A Roda, onde ficam as 13 arenas. Cada uma delas representa um nível para os lutadores e a ascensão depende do seu desenvolvimento e, claro, de vencer as batalhas que participam. Aqui, somente os homens podem lutar e o treinamento começa cedo. Dentro da arena, de um lado fica um homem com três autômatos – os lacs – e, do outro um homem e um lac, esses seres mecânicos, feitos também de carne, respondem somente ao seu mestre e são sincronizados com ele para que entendam seus comandos através de batidas no chão, além de palavras magnas. Pode parece que aquele às costas dos três lacs tem sempre a vantagem, porém o uoutro também possui skills bem características e pode sim vencer o duelo.

“Ele está nos vendo direitinho. E é capaz de pensar. Mas são os modelos que realizam o ato de pensar. Os lacs não tem raciocínio próprio como nós temos.”

Conforme os players vão ganhando há ascensão e eles sobem pelas arenas. Nessas batalhas não é a morte o objetivo, e sim a estratégia. Vence a batalha aquele que derramar o primeiro fio de sangue, deixando seu adversário completamente incólume para seguir seu caminho, salvo raras modalidades onde a luta pode ser conduzida aos extremos.

Porém, toda essa região é assombrada por um poderoso ser. Hob aterroriza a todos, com suas criaturas bizarras aparecendo ao anoitecer e, de tempos em tempos, requisitando batalhas até a morte nas arenas. Leif, junto com com o desejo de se tornar um grande lutador da Arena 13, também traz a vontade de derrubar essa criatura voraz. Agora, em meio a todos os desafio do treinamento, o jovem também terá que confrontar o passado e o futuro.

MINHA OPINIÃO

Essa é a primeira vez que leio um livro do Joseph Delaney e fiquei bem surpresa com a proposta do livro. Em um universo de arenas, onde jovens lutam atrás de seres feitos de carne e pedaços de máquina, no melhor estilo gladiador e com um mix de distopia e fantasia o autor propõe uma trama ousada. Porém, no fim do dia acabei saindo um pouco decepcionada.

A assinatura sendo da editora Bertrand elevava ainda mais a expectativa de que se tratava de um livro mais adulto, bem como toda a história que se constrói. Entretanto, conforme logo adentramos na narrativa, descobrimos que as posturas mais adolescentes com algumas cenas de birra, mini romances, burradas épicas e rixas juvenis vão estar presentes, quebrando um pouco o ar mais sério que pairava sobre o livro. E pra mim, foi exatamente o desenvolvimento desses núcleos que estragou.

Enquanto começava a descobrir como a lógica do livro funciona, e sim, ela é bem complexa, ficava fascinada pelo mundo e na grandiosidade do qua aquilo poderia vir a ser. Há toda uma explicação sobre como as coisas funcionam nesse universo e sobre a regras das arenas e de cada conflito. Recebemos explicação e acompanhamos também todas as descobertas do protagonista que apenas entende por cima como essas competições funcionam.

“Os monstros sonham sim.”

Leif num primeiro momento parece um jovem esperto e que sabe o que quer, ele passou por maus bocados para chegar até a cidade com seu ticket azul e tem uma história familiar bem complicada. Ele também quer vingança e isso como fator motivacional é sempre um problema, pois posiciona o personagem a fazer besteiras. Porém, quando ele se encontra na presença da jovem filha do treinador ele fica completamente suscetível, aceitando as ideias e aventuras dela mesmo sabendo que isso poderia prejudicar o seu treinamento e a sua posição.

A garota é super superficial e tem bastante raiva porque não pode lutar por ser uma mulher. Apesar de ela ser esperta e lutar bem, também é bastante inconsequente, e inventa uns conflitos do nada, enfraquecendo a trama mais do que beneficiando. O possível rival de Leif também é fraco, deixando como único alívio o outro garoto com quem ele faz amizade e que parece ser o “mais fraco” entre eles.

Apesar de ter umas reviravoltas, realmente não sei o que esperar do segundo livro, já que terminei esse um pouco desanimada. Apesar da leitura fluída e do universo bacana, parece que algumas coisas abafaram a história principal, tornando algo que poderia ser muito foda em somente “ok”.

Temos algumas descrições interessantes, mas o livro não é tão forte quanto poderia ser. No lugar da carnificina de uma arena dos formatos antigos, temos uma proposta onde somente uma gota de sangue é suficiente para encerrar um conflito, trazendo um outro tom. Confesso que tive um pouco de dificuldade de visualizar os conflitos acontecendo, bem como toda a dança entre os jovens e seus lacs, mas imagino que esse livro em tela ficaria super interessante. Sou fã de Gladiador, 300 e Spartacus, filmes e séries que trazem esse norte do mundo antigo e sempre fico fascinada.

Enfim, Arena 13 traz uma ótimo mundo de background, mas peca na execução da história, baixando o nível de apreensão ou até violência utilizando o drama adolescente. Pra mim parece que há um pouco de balanço de pesos. Ou os personagens são maduros pra viver nesse mundo ou o mundo não funciona. Para minha primeira experiência digo que achei a escrita bem fluída e me surpreendi em alguns momentos, mas no conjunto geral da obra não foi dessa vez que Joseph Delaney me conquistou.

site: http://resenhandosonhos.com/arena-13-joseph-delaney/
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Yas 08/04/2020

Sensacional. Primeiro livro do autor e foi uma leitura muito boa, quando você começa a ler não consegue mais parar, já quero ler os próximos da série.
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Leitora Viciada 27/08/2016

Resenha para o blog Leitora Viciada www.leitoraviciada.com
Arena 13, publicado no Brasil em 2016 pela Bertrand Brasil (Grupo Editorial Record), é o primeiro volume da trilogia homônima escrita por Joseph Delaney, autor best-seller de As Aventuras do Caça-Feitiço. Arena 13 é uma boa alternativa para quem deseja conhecer o trabalho do autor sem iniciar uma série longa.
A obra é muito criativa, porém não me agradou, pois tive problemas em me apegar às personagens e me sentir à vontade com a mitologia. Na verdade, o autor parece ter se inspirado em vários mitos diferentes e transformado este conjunto em um universo próprio que poderia ter saído diretamente de um game. A premissa mostra potencial, infelizmente não alcançado em plenitude e parte da culpa é o peso causado pelo excesso de informação e a forma como ela é passada. Isso atrapalhou a construção do enredo e pode deixar algumas pessoas confusas ou decepcionadas.
É ficção juvenil violenta, com um pouco de terror e ação. Pode ser classificada tanto como história de fantasia sem nenhuma ligação com o nosso mundo como versão distópica ou pós-apocalíptica onde os humanos vivem acuados por criaturas estranhas. Cada pessoa certamente terá uma visão diferente.

Arena 13 é fortemente influenciado pelo estilo encontrado nas sagas que sustentam games em geral, principalmente os de fantasia e RPG. O alicerce é também baseado em programação de computadores. O autor foi muito original ao unir linguagens de computação a fantasia, formando um universo que paira sobre magia e tecnologia excêntrica e parcialmente desconhecida pelos humanos. O princípio da programação é adaptado para a criação de seres humanoides que servem aos lutadores das Treze Arenas. Os humanos programam monstros para serem armas em batalhas travadas por homens em competições importantes. Nessas competições cheias de regras, grandes somas de dinheiro sustentam as apostas. Mas honra e vidas também estão em jogo.

site: http://www.leitoraviciada.com/2016/08/arena13.html
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Marina Garcia ( 03/02/2017

Arena 13 por Joseph Delaney (Publicado pelo blog Um Reino Muito Distante)
Lançado no mês de junho através da Editora Bertrand Brasil, Joseph Delaney, mesmo autor de As Aventuras do Caça-Feitiço, agora nos apresenta a história do jovem órfão Leif, que deixou a cidade pequena e as lutas de bastões para que pudesse chegar a Mypocine com seu bilhete azul e ser treinado pelo melhor artífice da cidade, para assim demonstrar sua força e valor como guerreiro dentro do complexo de arenas e enfim chegar até a famosa Arena 13. Contudo, fama e reconhecimento estão em segundo plano para Leif, uma vez que ele está a procura de vingança contra Hob, um ser que por anos vem aterrorizando as cidades e que por diversas vezes visita a Arena em busca de um combatente para que lute com ele até a morte.

" - Siga os ponteiros do relógio - aconselhou Tyron. - À medida que você dá a volta, cada arena representa um nível de habilidade superior. Os novatos nesse jogo começam introduzindo lacs nos níveis mais baixos. Então, gradualmente eles vão galgando degraus. Alguns nunca conseguem - ou querem conseguir -, mas os melhores chegam à Arena 13, onde o método de combate Trigladius tem vigor. - Sua voz agora era um sussurro. - Trigladius é uma antiga palavra que significa "três espadas". Exceto em ocasiões normais, todo o mundo simplesmente diz Trig."

Mas, espera um pouco aí, você não acha que isso resume toda a história, não é mesmo? Para falar a verdade, não é nem metade do que foi criado por Joseph Delaney. Arena 13 tem uma um jogo complexo de lutas e regras que por si só já são interessantes, poderia facilmente uma história ser contada somente dentro das arenas. Eu teria amado esse livro, mas infelizmente não foi bem isso que aconteceu.

O que me atraiu para a leitura, sem dúvidas, foi o fato da narrativa se passar em um futuro distópico bastante curioso, pois algo em meio a todo avanço tecnológico provocou uma ruptura em nossos padrões de vida, fazendo com que parte de nossa cultura regredisse até algo semelhante a Roma Antiga, misturada com uma tecnologia rudimentar - mas avançada ao mesmo tempo, entende? - e o gosto por lutas de gladiadores, que nesse caso não são escravos, mas garotos em busca de fortuna e fama.

" O aroma doce do perfume das mulheres, pairava no ar imóvel, misturado com o cheiro de madeira e couros velhos. E havia outra coisa agora. Um odor subjacente de suor, mas algo metálico e azedo também.Com espanto, me dei conta de que era o fedor de sangue."

Mas, vai com um pouco mais de calma se você como eu espera por lutas épicas, nesse primeiro livro da série o autor focou muito no treinamento de Leif e seu relacionamento com os outros garotos, ah, é claro, a garota também. Então, digamos que isso deixou o livro um pouco morno até certo ponto. Contudo, eu não posso descartar a chance que Arena 13 tem para ser uma promissora série de livros, podemos perceber isso pela quantidade de possibilidades que o autor pode explorar, algumas pontas soltas e outras que ainda não nos foram reveladas.

No final, o que me manteve firme para continuar lendo foi a curiosidade em tentar descobrir os elementos do nosso presente que ainda fazem parte desse novo mundo criado, eles estão ali entre uma cena e outra, até mesmo em um diálogo ou personagem misterioso. Por isso, eu diria que você precisa ler o livro para saber o que estou falando rsrs...

Bom, por fim recomendo esse livro mais para o público a quem é destinado, no caso, o infanto juvenil. Quem for da minha faixa etária talvez não se agrade, principalmente se curtir algo mais 300 e Spartacus nesse tipo de enredo e cenário. Enquanto isso, eu fico por aqui aguardando pela sequência e torcendo para que o segundo livro possa nos trazer muito mais ação.

site: http://umreinomuitodistante.blogspot.com.br/2016/08/arena-13-por-joseph-delaney.html
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Vanessa Sueroz 04/10/2016

Neste livro vamos conhecer Leif, um jovem humilde que sonha em participar dos combates realizados na Arena 13. Ele cresceu ouvindo história sobre a arena do seu pai que lutou em vários combates lá, em lutas até a morte. Ele ganha um bilhete de loteria onde pode ser treinado para participar dos combates, e escolhe Tyron como treinador, um dos melhores da cidade.

A cidade é aterrorizada por Hob, uma criatura maligna que assombra a população, de tempos em tempos ele rouba almas e escolhe alguém para lutar até a morte e até hoje somente uma pessoa sobreviveu a esta luta, e ele é exatamente o que Leif esta procurando.

Resenha completa:

site: http://blog.vanessasueroz.com.br/arena-13/
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Gabriela 22/11/2016

Pois é, isso é tudo que tenho a dizer: Freaking cool!!
Helloo, pessoas...
Hoje venho trazer para vocês a resenha de um livro que mexeu bastante comigo e que me deixou embasbacada e ainda assim tocada mesmo sendo uma fantasia/distopia juvenil. A sinopse já sumariza a estória e como estou com preguiça alheia de fazer uma ambientação floreando a sinopse, vou trazer logo as minhas impressões como tenho me acostumado a fazer.
"Naquela cidadela de treze pináculos habita o Hob.
Ele está sedento por sangue.
Nós lhe daremos sangue até que ele se afogue."
Eu já tinha lido outra obra do Joseph antes, O Caça Feitiço e tinha gostado bastante da escrita, linguagem e o cenário abordado, mas até hoje não prossegui com a série porque tem treze freaking livros e eu não sou muito de ler séries enormes, depende muito do meu humor. Mas enfim... Quando vi este livro – e essa capa arrasadora, eu toquei tanto nos relevos da frente, lindeza ever – e quando conferi a sinopse pensei: what the hell? Preciso ler. Essa estória tem um teor mais sangrento, e traz uma pegada de horror num contexto fantástico distópico diferente e interessante. Acredito que o autor utilizou desse artifício, mesclar os gêneros de uma forma que totalmente deu certo, para não se limitar e poder criar o que precisava para fluir perfeitamente na sua estória.

É difícil não retomar a Roma Antiga, os gladiadores e as arenas quando se lê essa estória. O contexto é bastante interessante, a mitologia é bem construída e os cenários são chamativos e nos remontam muito a cidades quase medievais, com um teor obscuro e diferente. É viciante, rápida e fluída a estória. Num dado momento da leitura, quando Kwin explicava algumas coisas sobre a arena para Leif, eu me lembrei de alguns aspectos que tinha estudado sobre as arenas naquela época – porque eu gosto de ficar lendo sobre tudo quanto é História. E eu gostei disso porque retomou a um tipo de conhecimento específico que eu já tinha. Na Roma antiga os gladiadores lutavam em uma superfície coberta de areia que absorvia o sangue devido aos combates sangrentos em demasia.

"Bastões e pedras podem quebrar os meus ossos.
Mas verbatis são muito fatais."

Acho que um livro escrito em primeira pessoa acaba entregando algumas coisas da estória do que em terceira. E acabamos sabendo de cara que o Leif inevitavelmente precisa vencer as barreiras para chegar a tão sonhada Arena 13. O grande ponto da questão é o desenvolvimento dele durante as adversidades e para mim o ponto alto. Há clichês sim, é verdade, mas não deixa de ser uma obra autêntica e primorosa.

Quero ressaltar alguns personagens além de Leif – arrasador, divertido, cheio de falhas, corajoso e humano - que me chamaram a atenção por diversas características. Na obra nos deparamos com Kwin – uma garota legal, destemida, rápida com o bastão e a espada que gostei de cara. O lac de Leif que me conquistou com o tempo. Tyron, um dos melhores modeladores da cidade e Kern o cunhado.
Muitos vão achar que é meio manjado a questão do filho – Leif – sair em busca de vingança para tentar se reerguer depois de uma tragédia familiar, – morte de mãe e pai – e na verdade é. A grande sacada é saber ser original dentro desse mesmo contexto. E foi algo que o Delaney soube bem como fazer. Num determinado ponto da leitura em que eu fiquei chocada com uma revelação, me veio à mente: bem pensado e conduzido para não levantar suspeitas. Fiquei tão empolgada com os rumos da estória. Foram abertas tantas possibilidades.
"Ajustes de contas geralmente terminam com a decapitação do perdedor. Às vezes, apenas corta-se a garganta. Esses são os métodos preferidos. Uma morte desordenada resulta de múltiplos cortes pelo corpo.
Manual de Combate Trigladius "
O livro é meio sangrento e traz um teor de horror – não terror, gente – que eu na verdade não esperava, mas que se torna mais que plausível na estória devido ao ambiente que estão vivendo e o terrível Hob. Em certo ponto da leitura eu me perguntei, e qual é o sentido de tudo isso? Porque tantos garotos se submetiam a isso, arriscar a própria vida para entrarem nas arenas e obter glória e foi então que me lembrei dos gladiadores e das guerras. Por exemplo, na primeira guerra mundial, como já vimos retratado em séries ou filmes, os rapazes se alistam com orgulho para as guerras porque queriam e isso muitas vezes me deixava confusa e angustiada pelo que viria e os traços da guerra que seriam deixados, pois não fazia sentido algum para mim.
"A morte muda tudo."
Foi legal enxergar as coisas pelos olhos de um garoto. Através disso nós conseguimos ver as ambições, o que se passa na cabeça e como o Leif se sentia em relação a Kwin, as mudanças de humor, o sofrimento e as conquistas, a maneira que ele regia a cada situação foi divertido e prazeroso de ver.

Esse livro me surpreendeu e me trouxe um monte de sentimentos, eu simplesmente amei essa obra e recomendo. A leitura é rápida e fluída apesar dos nomes estranhos e das regras dos combates, nós acabamos nos afeiçoando a estória e acostumando.

site: http://piecesofalanagabriela.blogspot.com.br/2016/07/resenha-arena-13-joseph-delaney.html
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