A Ira dos Dragões

A Ira dos Dragões Estus Daheri




Resenhas - A Ira dos Dragões


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Gabes 14/02/2021

Orgulho
Esse é um livro de contos saiu de um casamento de ilustrações de um cara foda e um contador de histórias fodas.
Eu sinto muito orgulho de ler algo nesse nível e saber que foi um brasileiro que escreveu. Cada conto e cada parte de universo de Breasal é interessante e intrigante, dá para perceber a clara influência de senhor dos anéis na leitura e o fato de saber que cada uma dessas histórias se passa na mesma terra, só acrescenta na minha admiração!
Estou ansioso por encontrar mais histórias nesse mundo tão magnífico.
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Franz 11/10/2013

Livro incrível
Thiago Tizzot é um dos melhores autores de fantasia nacional.
O acabamento do livro é exemplar e seu preço, acessível.
O nível dos contos é incrível.
Um ou outro não estão no mesmo nível, mas o livro é pura qualidade.
Só não fica com todas as estrelas porque eu (gosto pessoal) não gosto muito dos elementos tradicionais (elfos, anões, gnomos e blá blá blá), mas os contos são tão bons que me deram uma outra dimensão de possibilidades de recriar o que já existe.
Fica meu especial apreço pelo segundo, o que dá título ao livro (o sexto) e o último (8º).

Parabéns ao autor.
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Fimbrethil Call 17/02/2013

entretenimento ótimo!
Contos cheios de aventuras e seres fantásticos, me senti quase que jogando uma partida de RPG, e me diverti muito nesse mundo fantástico cheio de seres fantásticos. Para uma resenha melhor, ver o perfil de Celly Borges, que fez uma resenha ótima.
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Priscilla 23/04/2012

Escrito por Estus Daheri, A Ira dos Dragões reúne oito contos de fantasia e é recheado com desenhos de John Howe – se você não sabe quem é Howe, logo explico, mas primeiro, vamos aos contos!

Ereduin
Morted é um elfo guerreiro, acabou de fazer algo surpreendente, algo que nenhuma outra criatura conseguiu: derrubar a fortaleza de Ereduin. Porém, ele não está feliz. O motivo da luta, como ele conquistou a fortaleza não é nada orgulhoso em sua opinião. Agora Lorac, o traidor dos Tark Vadum, estava próximo de conseguir os Artefatos de Raça, relíquias poderosas que Lorac deveria ser protetor.
Enquanto isso, Tienan, um simples cavalariço de Ereduin conseguiu escapar da prisão imposta a todos e carrega a missão de avisar ás tropas de Ludlyn. No caminho ele encontra um velho que pode mudar o destino de todos.
Já nesse primeiro conto fica explícito a capacidade de criação e a imaginação do autor. Vemos a imagem enquanto lemos e nos surpreendemos da forma na qual ele pôde dar um nome ao elfo, uma história, um inimigo. Criar, além de um mundo, mas raças e personagens que nele habitam não é nada fácil, porém Estus conseguiu fazê-lo muito bem.

Viagem a Peneme
O gnomo Dunk é capitão de uma galadrin: embarcações que flutuam pelo céu, suspensas por um enorme balão. Ele recebe, a pedido do humano Vostak, o serviço de viajar até a ilha Peneme, local de lendas perigosas. Dunk aceita o pedido e junto com sua irmã Suni, partem para uma viagem que promete não ser tão seguro quanto ás outras.
Temos nesse conto mais um vislumbre do mundo criado pelo autor. Temos embarcações flutuantes, pássaros que carregam elfos e um grande monstro. A criatividade no conto é fascinante. Estus não se prende a detalhes, porém o que ele nos mostra é o suficiente para que nossa imaginação voe acompanhando as galadrins.

Leia o restante em: http://policialdabiblioteca.blogspot.com/2012/03/resenha-ira-dos-dragoes-e-outros-contos.html
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Heidi Gisele Borges 04/08/2011

"Grendir é uma praga – continuou Defth. – Algo que tem um único propósito. Destruir. Pergunto-me o que será dele quando o inverno passar?”

É interessante começar explicando as belíssimas ilustrações, ou como se deu o surgimento dos oito contos que compõem o livro A Ira dos Dragões e outros contos. Thiago Tizzot, admirador de Tolkien, é autor e editor da Arte e Letra e escreve sob o pseudônimo Estus Daheri, se encantou pelos desenhos de John Howe e lhe escreveu a fim de elogiar e propor que seu trabalho fosse publicado no Brasil, depois de algumas trocas de e-mails, acabaram por acordar que Thiago, autor de Fantasia, se baseasse em algumas ilustrações e criasse os contos, e assim se deu. Para quem ainda não ligou o nome à pessoa, Howe é um dos mais importantes ilustradores da obra de J. R. R. Tolkien, autor de, entre outros livros, a trilogia O Senhor dos Anéis. Também transportou para as telas os personagens que compõem esta e outras obras como As Crônicas de Nárnia. Assim se deu um livro não apenas visualmente belo.

Todas as histórias de A Ira dos Dragões se passam no mundo criado por Thiago, Breasal – podemos acompanhar as viagens dos personagens através do mapa na última página do livro. Alguns contos e suas imagens (clique nelas para aumentá-las) que compõem a obra:

Em Viagem a Peneme o leitor acompanha a história do gnomo Dunk ao encontrar o humano Vostak que lhe pede ajuda com seus galadrins, embarcação sustentada por um enorme balão, nele viajariam para Peneme, a ilha misteriosa com suas estranhas histórias, não há relatos sobre a geografia do local, por isso é ainda mais difícil se aventurar por seus caminhos. Precisam ir até o Mosteiro de Nafgun.

“Intocáveis relatos falavam de viajantes que rumaram para lá e desapareceram, nunca mais foram vistos. Sua mente foi tomada pelos perigos que aquele nome desencadeava e o orgulho que seu pai tinha em dizer que fora e votara daquela ilha maldita com as galadrins intactas”.

Em Bestas de Wyen o leitor encontra o autor, Estus aparece com seu cachimbo numa conversa com Raw, que lhe conta a história dos seres que dão título ao conto, quando piratas assassinos atacavam os moradores do local,

“Há muito os piratas estavam conscientes de que naquela região não encontravam resistência”.

mas não contavam com o surgimento das bestas. Uma história com desenrolar incrível.

“Ele acreditava que matando o pirata, ele mataria a dor. O que Vortha não sabia é que a dor é algo que não se pode matar”.

Por motivos distintos, em O Ladrão e o Menestrel, Ligen, um gnomo, e Petar, um lumpa, estão na mesma cela escura e úmida. O gnomo por ter sido pego roubando uma pintura, o lumpa por ter feito mau uso das palavras. Na verdade não foi um simples quadro, ele possui um mapa oculto na pintura, que segundo a lenda conduz a um grande tesouro.

Ligen era um “colecionador de objetos alheios, como gostava de chamar sua ocupação”.

No conto Viagem a Peneme, Raw descreve vagamente sobre os riscos que cercam a ilha. Em Qenari o leitor é trasportado novamente à ilha e descobre, enfim, um pouco de sua geografia, encontra seres perigosos, descobre também quem realmente deve temer.

“Porém não existem dúvidas de que os mais vis e terríveis seres são os próprios monges. Mercenários do saber, vendem seu conhecimento em troca de ouro, artefatos, pedras preciosas e até pessoas”.

No Mosteiro de Nafgul há dois portões um onde o visitante coloca sua pergunta, sem esquecer-se da habilidade dos monges em aproveitar de algum deslize, uma falha contida neste pedido – a carta deve ser assinada com o próprio sangue. Há uma cobrança pela tão aguardada resposta; devolvem o papel escrito com o que desejam.

“Pode ser um artefato, uma página de um antigo livro, um animal, qualquer coisa que eles julguem ser interessante para eles. O problema é que de alguma forma você passa a ser vigiado, se percebem que você desistiu da busca, uma bela manhã sua garganta pode ‘surgir’ cortada”.

O grupo Pena Prateada precisa de respostas, são seres sábios, então conhecendo a fama dos monges, desta vez seriam eles a estar no comando.

No conto que dá título ao livro, Stenig segue com um segredo até o deserto de Tatekoplan, se infiltra entre os prisioneiros no acampamento. Antes de colocar seus planos em ação, Stenig estudou o local, porém se permanecesse mais tempo naquela vida, a alimentação, o cansaço, o teriam debilitado.

“Sobre as areias brancas do deserto de Tatekoplan os prisioneiros trabalham pesado com as pás. Os guardas vigiando atentamente e um movimento em falso era o suficiente para usarem seus chicotes”.

Acompanhar os contos com as imagens e o mapa deixa tudo ainda mais rico, acrescenta e muito! Apenas senti falta de algumas explicações tanto sobre os personagens quanto o desenrolar das histórias que bem poderiam ser novelas (narrativas um pouco mais longas que contos e mais curtas que romances) para maior desenvolvimento das ideias. Mas para aquele que como eu sentir esta necessidade de permanecer em Breasal, pode acompanhar outras aventuras no romance O Segredo da Guerra, em que há mapa e glossário sobre os personagens e termos importantes.

A Ira dos Dragões e outros contos é um livro encantador, daqueles que a capa, a diagramação, são convites ainda mais tentadores – afinal, essa é praticamente a forma de primeiro contato com a obra. Indicado para leitores de fantasia.

*****
Mundo de Fantas no mundo dos livros
http://mundodefantas.blogspot.com/
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CooltureNews 12/07/2011

Por: Jhonatan Carreiro
Publicada no CooltureNews

A Ira dos Dragões e outros contos é um livro surpreendente. Tal fato pode ser constatado em todos os seus aspectos: literaridade, ilustração, edição, capa. Em suma, um livro fascinante.

Ele é composto por oito histórias: “Ereduin”, “Viagem a Peneme”, “Bestas de Wyen”, “O Ladrão e o Menestrel”, “Qenari”, “A Ira dos Dragões”, “A Maldição de Krauns” e “O Herói Esquecido”. Cada uma dessas histórias, por sua vez, é baseada em uma ilustração de John Howe.

“Ereduin”, conto que abre o livro, nos mostra a queda da grandiosa cidade de Ereduin, e os feitos do indefeso Tienan durante tal ocorrido. É um conto que fecha de maneira fantástica e inesperada, conseguindo descrever vários aspectos do mundo único que é Breasal.

“Chamou por Garuak e imediatamente um sujeito franzino de pele arroxeada e olhos amarelos entrou na sala” – página 16

Durante a “Viagem a Peneme” somos levados a conhecer diversas outras facetas de Breasal, inclusive os assustadores zarabatus e o misteriosos monges do Templo de Harnika. É uma história bastante fluida, que deixa o leitor com uma vontade enorme de um dia poder viajar em uma galandrin.

“Sentou-se na amurada e contemplou a grande distância que teria que cobrir. Não era nada encorajador. Passou a espada pela corda e segurou firme. Deixou seu corpo cair.” – página 51

Na sequência, somos levados a imaginar o que são as “Bestas de Wyen”. Uma história deveras emocionante nos conta os acontecimentos em uma pacífica cidade costeira, comumente assolada pela fúria de piratas.

“Raw bebeu todo o vinho, ajeitou-se na cadeira e começou a narrar os tristes acontecimentos que estão por trás das magníficas Bestas de Wyen” – página 59

“O Ladrão e o Menestrel” é um conto permeado por um forte sentimento de amizade. Cheio de reviravoltas e fatos engraçados, é, na minha opnião, um dos melhores contos do livro.

“Lentamente o menestrel se sentou ao lado do gnomo, para surpresa deste que esperava que o outro fosse desmoronar em pranto”. – página 81

O conto “Qenari”, baseado na imagem que ilustra a capa, de forma alguma poderia ser ruim. Mais uma vez trazendo os habitantes da ilha de Peneme, esse é outro conto fantástico, também fortemente embasado no companheirismo e amizade. Ainda mais, nos mostra diversos fatores da mitologia de Breasal.

“Um enorme humanóide caiu entre os Penas Prateadas. Seu rosto era de osso descarnado e dois enormes cornos despontavam de sua testa”. – página 113

O conto que intitula o livro, “A Ira dos Dragões”, nos narra aventuras passadas no deserto de Tatekoplan, terras dominadas pelo Bruxo, aparentemente o Sauron de Breasa. Acontecimentos esses que ecoarão numa declaração de guerra, que recuperará os resquícios de esperança dos inimigos do Bruxo.

“Sobre as areias brancas do deserto de Tatekoplan, os prisioneiros travalhavam pesado com as pás. Os guardas vigiando atentamente e um movimento em falso era o suficiente para usarem seus chicotes.” – página 129

“A Maldição de Krauns” foi outro conto que me deixou extremamente instigado. Repleto de batalhas com os mais diversos monstros, possui uma trama intricadamente bem feita, onde nos é narrada as tristezas pelas quais o renegado guerreiro Krauns é obrigado a passar enquanto busca desesperadamente por sua amada.

“Saiu do pântano, repousou sua espada no chão e lentamente começou a puxar o monstro para fora da água.” – página 155

Fechando o livro, “O Herói Esquecido” é um maravilhoso conto que possui uma atmosféra nórdica. Mostrando batalhas entre mercenários, esse conto é sustentado por um forte desejo de vingança e justiça.

“A maioria levava uma espada de lâmina larga junto de si, usavam armaduras lisas e escudos, diferente das armaduras dos batedores.” – página 198

Enfim, “A Ira dos Dragões e outros contos” é um livro imperdível, que nos conquista de diversas formas, seja pela sua arte, seja pela sua literaridade. Breasal é um universo imperdível para os amantes do gênero fantástico.
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Jhonatan 11/07/2011

Por: Jhonatan Carneiro (Coolturenews)
Acesse www.coolturenews.com.br para mais resenhas e muitas promoções

A Ira dos Dragões e outros contos é um livro surpreendente. Tal fato pode ser constatado em todos os seus aspectos: literaridade, ilustração, edição, capa. Em suma, um livro fascinante.

Ele é composto por oito histórias: “Ereduin”, “Viagem a Peneme”, “Bestas de Wyen”, “O Ladrão e o Menestrel”, “Qenari”, “A Ira dos Dragões”, “A Maldição de Krauns” e “O Herói Esquecido”. Cada uma dessas histórias, por sua vez, é baseada em uma ilustração de John Howe.

“Ereduin”, conto que abre o livro, nos mostra a queda da grandiosa cidade de Ereduin, e os feitos do indefeso Tienan durante tal ocorrido. É um conto que fecha de maneira fantástica e inesperada, conseguindo descrever vários aspectos do mundo único que é Breasal.

“Chamou por Garuak e imediatamente um sujeito franzino de pele arroxeada e olhos amarelos entrou na sala” – página 16

Durante a “Viagem a Peneme” somos levados a conhecer diversas outras facetas de Breasal, inclusive os assustadores zarabatus e o misteriosos monges do Templo de Harnika. É uma história bastante fluida, que deixa o leitor com uma vontade enorme de um dia poder viajar em uma galandrin.

“Sentou-se na amurada e contemplou a grande distância que teria que cobrir. Não era nada encorajador. Passou a espada pela corda e segurou firme. Deixou seu corpo cair.” – página 51

Na sequência, somos levados a imaginar o que são as “Bestas de Wyen”. Uma história deveras emocionante nos conta os acontecimentos em uma pacífica cidade costeira, comumente assolada pela fúria de piratas.

“Raw bebeu todo o vinho, ajeitou-se na cadeira e começou a narrar os tristes acontecimentos que estão por trás das magníficas Bestas de Wyen” – página 59

“O Ladrão e o Menestrel” é um conto permeado por um forte sentimento de amizade. Cheio de reviravoltas e fatos engraçados, é, na minha opnião, um dos melhores contos do livro.

“Lentamente o menestrel se sentou ao lado do gnomo, para surpresa deste que esperava que o outro fosse desmoronar em pranto”. – página 81

O conto “Qenari”, baseado na imagem que ilustra a capa, de forma alguma poderia ser ruim. Mais uma vez trazendo os habitantes da ilha de Peneme, esse é outro conto fantástico, também fortemente embasado no companheirismo e amizade. Ainda mais, nos mostra diversos fatores da mitologia de Breasal.

“Um enorme humanóide caiu entre os Penas Prateadas. Seu rosto era de osso descarnado e dois enormes cornos despontavam de sua testa”. – página 113

O conto que intitula o livro, “A Ira dos Dragões”, nos narra aventuras passadas no deserto de Tatekoplan, terras dominadas pelo Bruxo, aparentemente o Sauron de Breasa. Acontecimentos esses que ecoarão numa declaração de guerra, que recuperará os resquícios de esperança dos inimigos do Bruxo.

“Sobre as areias brancas do deserto de Tatekoplan, os prisioneiros travalhavam pesado com as pás. Os guardas vigiando atentamente e um movimento em falso era o suficiente para usarem seus chicotes.” – página 129

“A Maldição de Krauns” foi outro conto que me deixou extremamente instigado. Repleto de batalhas com os mais diversos monstros, possui uma trama intricadamente bem feita, onde nos é narrada as tristezas pelas quais o renegado guerreiro Krauns é obrigado a passar enquanto busca desesperadamente por sua amada.

“Saiu do pântano, repousou sua espada no chão e lentamente começou a puxar o monstro para fora da água.” – página 155

Fechando o livro, “O Herói Esquecido” é um maravilhoso conto que possui uma atmosféra nórdica. Mostrando batalhas entre mercenários, esse conto é sustentado por um forte desejo de vingança e justiça.

“A maioria levava uma espada de lâmina larga junto de si, usavam armaduras lisas e escudos, diferente das armaduras dos batedores.” – página 198

Enfim, “A Ira dos Dragões e outros contos” é um livro imperdível, que nos conquista de diversas formas, seja pela sua arte, seja pela sua literaridade. Breasal é um universo imperdível para os amantes do gênero fantástico.
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Psychobooks 10/04/2011

Antes de qualquer coisa gostaria de comentar sobre a diagramação do livro. Fiquei muito impressionada com o capricho, as imagens, enfim, tudo.
O livro é dividido em oito contos e cada um tem uma imagem própria, logo no começo do capítulo.
O primeiro conto, Ereduin, achei que faltou um final, pois a história mostra que Morted só estava na ‘guerra’ pela sua família e, o conto termina sem sabermos que fim levou Morted e sua família.
O segundo e o sexto, Viagem a Peneme e A Ira dos Dragões, poderiam ter tido um final melhor, ambos tiveram histórias de tirar o fôlego, repleto de ação e aventura, mas acabaram de uma forma um tanto sem-graça.
O terceiro e quarto, Bestas de Wyen e O Ladrão e o Menestrel foram sem sombra de dúvida os que mais gostei. Apesar de não haver nenhuma ligação entre os dois, ambos tiveram um começo meio e fim, cheio de reviravoltas e surpresas, e uma coisa que eles tiveram em comum foi que ,mesmo retrando de forma diferente, os dois tiveram como ponto forte a amizade entre os personagens.
Os outros 3 contos restantes, o quinto, sétimo e oitavo, Qenari, A Maldição de Krauns e O Herói Esquecido, foram bons mas não me charam tanta a atenção, de certa forma não tenho o que comentar sobre esses.
Como disse acima, todos os contos contam com uma imagem baseada na história, e a imagem que mais gostei e que me chamou a atenção foi a Viagem a Peneme, que por motivos de copyright não posso mostrar pra vocês.


Acesse:
http://www.psychobooks.com.br/2011/04/resenhasorteio-ira-dos-dragoes-e-outros.html
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G. Norris 02/01/2011

Fenomenal
“A Ira dos Dragões e outros contos” consiste em oito histórias que narram aventuras no mundo de Breasal. Todos os textos foram baseados em ilustrações do John Howe, conhecido ilustrador de O Senhor dos Aneis, e são originais e com personagens bem definidos.

As ilustraçoes que dão vida a escrita são fantásticas. O acabamento do livro também merece destaque.

Todas as histórias são ótimas de se ler. Para quem, como eu, gosta de ficção fantástica, este livro é uma excelente escolha.

Livro Fenomenal. Vale cada página.

Até.

G.Norris
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F. G. CARD 26/10/2011minha estante
Pô Norris, tu é chato pra cacete, heim... hahaha... fala que o livro é fenomenal e dá só 4 estrelas?

hahahahahaha...

Abraço!




Luciano Tolkien 03/11/2009

Boa obra de Fantasia
Os contos deste fantástico livro são bem escritos e sua narrativa ágil e divertida entretém os fans de fantasia, dos gamers de jogos de computador aos fanáticos leitores dos jogos de RPG as histórias de Estus são como classicos modernos da fantasia, seus textos dão vida aos desenhos de Howe e estes por sua vez dão cor a aos personagens das histórias.
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