A Geografia de Nós Dois

A Geografia de Nós Dois Jennifer E. Smith




Resenhas - A Geografia de Nós Dois


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Queria Estar Lendo 23/06/2016

Resenha: A Geografia de Nós Dois
Sabe aquele livro amorzinho, com uma sinopse simples e despretensiosa? Uma história de amor inusitada, sobre dois corações jovens que encontram esse sentimento no momento mais surpreendente? A Geografia de Nós Dois mostra que, independente de onde esteja, seu coração pode querer estar em outro lugar.

Owen e Lucy não esperavam por um blecaute em plena Nova York. Não um blecaute que fosse apagar a cidade inteira; mas aconteceu, e eles ficaram presos no elevador. Aquela é uma noite abafada e simples, e ela muda suas vidas completamente. De um encontro pouco usual para uma madrugada regada a conversas no terraço, os dois jovens se tornam amigos sem saber muito da vida um do outro. Quando é anunciado a eles que Lucy está para se mudar para a Escócia e Owen vai viajar com o pai pelos Estados Unidos, eis que bate aquela dúvida: eles vão voltar a se ver algum dia? Talvez. Mas, até lá, podem mostrar um pouco do mundo um para o outro através de cartões-postais.

"Porque é isso que acontece quando se está com alguém assim: o mundo se encolhe e toma a proporção correta. Moldando-se para comportar apenas as duas pessoas, e nada mais."

Jennifer E. Smith tem uma escrita leve, doce e incrivelmente chamativa por esses dois motivos. A história é bastante comum; uma garota e um garoto que se conhecem por acaso e acabam gostando um do outro. Com interferências geográficas, eles tentam fazer esse sentimento continuar vivo - ainda que ambos não saibam exatamente que sentimento é esse.

Owen e Lucy são umas gracinhas. Sonhadores, amedrontados pela vida e pelos caminhos inesperados que residem nela. A partir do momento em que os dois deixam Nova York para trás, toda uma história de superação e encorajamento guia suas tramas paralelas.

"E a geografia da situação - a geografia dos dois - estava completa e irremediavelmente errada."

De um lado, Lucy e sua solidão amigável. Ela nunca se importou em ficar sozinha. Os pais viajam muito, os irmãos estão na faculdade, e para Lucy está tudo bem assim. Ela ama a família, ama sua cidade e ama seus sonhos mais inalcançáveis. Quando NY se torna um borrão no seu passado, Lucy é forçada a conviver com realidades muito diferentes da sua, e obriga-se a deixar a zona de conforto de lado para, de fato, viver. Ela tem muito a descobrir pelo mundo, e eu adorei a maneira singela com que a Jennifer desenvolveu a bravura da Lucy. Ela ainda é uma menina tímida, mas disposta a conquistar as novidades que coisas desconhecidas têm a oferecer. Afinal de contas, Owen é tão desconhecido quanto as cidades que ela nunca visitou, e nem por isso Lucy tem medo de pensar nele.

Owen, por outro lado, passou por uma perda drástica em sua vida, e está tentando redescobrir como seguir em frente com a assombração dela. Seu pai é seu maior companheiro e melhor amigo, e a relação entre os dois é meiga e forte e cresce de acordo com o desenvolvimento da trama, com suas viagens pelos EUA em busca de um novo lar. Sem a mãe, Owen não sabe se pode encontrar uma nova casa, mas está disposto a tentar.

"Eram como dois asteroides que tinham colidido, ela e Owen, soltando faíscas breves antes de ricochetear cada um para um lado outra vez, um pouco lascados, um pouco machucados e marcados, talvez, mas ainda com quilômetros e quilômetros a percorrer."

O incrível deste livro é como o romance é importante, mas está em segundo pano. A história é muito sobre o crescimento dos protagonistas e da relação que eles têm com as pessoas mais próximas deles - no caso do Owen, o pai, e da Lucy, sua família. Isso influencia a trama e deixa tudo mais rico e emocionante, assim como as trocas singelas de cartões postais que acontecem entre os dois. Com um oceano entre eles, Owen e Lucy fazem o possível para manter um ao outro atualizado sobre suas aventuras, sempre "desejando que o outro estivesse ali". É lindo, é fofo e não promete muito, mas entrega o bastante.

"Também era verdade que algumas coisas permanecem como são, e aquela era um exemplo: nove meses antes, ele conheceu uma garota em um elevador, e ela permaneceu em seus pensamentos desde então."

A Geografia de Nós Dois se desenvolve lindamente. Desde o elevador enguiçado até os encontros inesperados que eles conseguem orquestrar no desenrolar da história. Owen e Lucy são dois jovens aprendendo sobre o amor e sobre o mundo, e sobre como a geografia de todo um planeta pode ajudar dois corações a se encontrarem de novo.
E. R. Henker 23/06/2016minha estante
Quero!


isabela 25/06/2016minha estante
foi o melhor da autora até agora na sua opinião ou só leu esse?


Queria Estar Lendo 25/06/2016minha estante
Foi o primeiro que eu li da Jenn, mas tô louca pra conferir A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista. Falam que é o melhor dela!


Andréa 10/07/2016minha estante
A probabilidade é lindo! Super recomendo!


Ana Claudia Car 10/01/2017minha estante
Todo o meu amor por esse livro.




Érica 19/08/2016

Dane-se, contém SPOILER! Tô chateada...Me deixa!
Vamos lá, primeiro quero dizer que eu acabei de ler A probabilidade do amor à primeira vista e amei tanto que fui ler este em seguida, então fica impossível não comparar os dois!
No começo, o romance é bem parecido com o primeiro livro. Dois adolescentes se conhecem presos num elevador por causa de um blackout na cidade e logo surge aquele romance fofinho e leve. Eles são resgatados do elevador, mas passam aquela noite juntos, conversando sobre suas vidas, seus dramas.
Lucy é moradora daquele prédio de riquinhos, tem uma vida abastada financeiramente, mas carente de amor e atenção, uma vez que os pais vivem viajando e parece que não fazem muita questão de sua companhia, substituindo suas presenças com cartões postais de cada lugar que visitam sem ela. Owen é filho do novo administrador do prédio, mora lá no subsolo sozinho com seu pai, pois sua mãe acaba de falecer em um acidente de carro, mas apesar de todo o sofrimento da perda e de uma vida financeira complicada, os dois são muito unidos e amor de pai é o que não falta. Igual ao livro anterior, chega um momento em que os dois vão se afastar. Ela, porque seu pai conseguiu um emprego na Inglaterra...Não, espera! É na Escócia agora! Não sei por qual motivo a autora resolveu trocar de país, mas foi assim. Ele, porque seu pai foi demitido (Que ódio daquele maldito!) e resolve pular de Cidade em Cidade de carro com o filho. E foi aqui no desenrolar, que tudo se enrolou.

A escrita da autora está mais detalhista, com muitas descrições que acabam cansando. Ao contrário do que vi em A probabilidade(...), em que a história foi simples e objetiva, aqui tem muita enrolação em torno de um simples romance adolescente. A ideia era que, por eles se afastarem, manteriam um tipo de relacionamento à distância, porém quando a menina sugere trocarem e-mail, Owen, um garoto de 17 anos, em 2016 e nos ESTADOS UNIDOS, informa que não tem um smartphone ou um computador e que não usa nenhuma rede social ou aplicativo de comunicação...Isso é surreal!
Toda a dificuldade para se falarem e estreitarem seu pseudo relacionamento, foi devido ao garoto que se limitava a enviar cartões postais!!!! Na primeira vez, achei fofo porque ele fez um trocadilho com a história dos pais dela mandarem cartões postais com frases falsas como "Queria que você estivesse aqui", mas isso virou rotina e o cara não queria saber de responder os e-mail dela porque primeiro: teria que achar uma lanhouse!!! E segundo: Achava muito sinistro escrever uma mensagem e assim que desse um clique, ela chegar para pessoa tão rápido! Sério, não to zoando!
Uma coisa que achei bem legal é que dessa vez, a autora intercala a narração entre a visão de Owen e a visão de Lucy, então a gente vai acompanhando a vida deles longe um do outro. Ela choramingando porque o Owen só manda postais com pequenas frases, ele procurando o próximo postal que ia mandar. Até que, como se não bastasse a dificuldade da distância e da má comunicação, a autora tem uma brilhante ideia! Cá estava eu lendo e pensando "Meu filho, deixa de ser retardado e escreve logo esse e-mail!" quando de repente, eu vejo que a autora acrescentou uma personagem nova na vida de Owen, alguém que ele diz ser a garota mais bonita que já beijou (Oi??) e então, eles estão lá numa vibe super deprê porque ele está contando para ela que vai se mudar de cidade já que o pai não arrumou emprego e, enquanto eu pensava que merda estava acontecendo, ele diz:
Owen: -"Vou sentir falta de muita coisa nesse lugar"
Biscate: -"Do Lago?"
Owen: -"De você"
Mas que porra está acontecendo aqui?? E não para por aí não! Coisas como: "Eles entrelaçaram seus dedos enluvados e caminharam de volta" e o safadinho do Owen beija ela de novo e DE VERDADE, a autora fez questão de frisar isso!
Então chega a visão de Lucy e a menina também tem um crush, mas está limitada, (Pobre fragilidade feminina!) não teve nem 1% do romance que o Owen tá curtindo lá com a coisinha. O carinha que ela tá pegando, leva ela em casa e faz menção de entrar, mas ela mente que os pais estão em casa e enquanto estão se beijando, ela está pensando no que há de errado com ela. A essa altura eu já não tava nem ligando, já virou bagunça mesmo, que se foda! Eu tava tipo "Pega o cara mesmo, leva ele pra casa e mostra pro imbecil do Owen que você tá cagando para os postais dele!" Mas a menina tem a auto estima tão baixa que ela diz estar esperando aquele relacionamento ruir, pois ele é perfeito e ela, uma imbecil.
A coitada fica vendo o Owen em tudo quanto é canto, esperando ansiosamente pelo seu cartão postal que há 2 meses parou de chegar! Sinceramente, imbecil é pouco!

A coisa toda piorou quando, em determinada situação, Owen está prestes a reencontrar Lucy, mas em quem ele está pensando? Na outra! Ali ele lembra de como foi a despedida deles, na expectativa da coisinha em manter o relacionamento à distância e de ele falar para ela que ligaria da estrada, mandaria uma mensagem de texto assim que entrasse no carro!!!! Wtf?????? Agora ele lembra que pode mandar mensagens pelo celular? Ok!
Assim que Lucy aparece, ele já esquece da coisinha (Que menino inconstante!) e, depois de quebrarem o gelo, os dois passeam à vontade, matando a saudade e curtindo a companhia um do outro, até que Lucy tenta beija-lo e ele recua, então informa que ele tem uma namorada que deixou na antiga cidade, ela por sua vez, também informa do gostosão da Escócia e os dois têm sua DR com direito a:
-"O nome da sua namorada é feio"
-"Ah é? E você já contou para o seu namorado que veio me ver?"
Aff! Alguém enfia um garfo nos meus olhos! Essas crianças em vez de ir assistir Chaves, ficam brincando de ser gente grande, aí dá nisso!

Enfim, a autora colocou tantos empecilhos numa fraca história de paixonite teen que eu já nem lembrava mais do tal romance, fiquei me perguntando por que eles ainda queriam se ver. Foi muito frustrante essa leitura, fui com tanta expectativa de mais um romance fofo que eu leria em algumas horas e acabei levando 5 dias, terminando com aquela sensação de puro ódio mesmo!

Não vou recomendar não, coleguinha! =/
Silvana Barbosa 19/08/2016minha estante
kkk ai , que decepção , heim ?


Zana 19/08/2016minha estante
Adoro spoiler Érica, ando sempre em busca deles quando quero referencia de algum livro. Grata pelo seu, mas um livro riscado da minha lista \o


Patricia 19/08/2016minha estante
Nossa amiga achei que esse livro era bom, vou tirar da lista kkkkk obrigada pelo aviso... que decepção :(


Lu 19/08/2016minha estante
Caracaaa


Bruuh 19/08/2016minha estante
kkkkkkkk Não sei se rio ou se me estresso com essa história! Amei a sua resenha, já irei tirar esse livro da lista de desejados, quero distância! kkkk


Hadassa Batista 19/08/2016minha estante
Que bad, tirei da lista


Kennia Santos | @LendoDePijamas 19/08/2016minha estante
Adooooooooro essas resenhas da Érica, como diria a Bia, quero escrever igual a você quando crescer hahahaha


Érica 20/08/2016minha estante
Pois é gente, foi decepcionante mesmo! Uma pena porque o outro livro dela, foi muito fofo!!!! *_*
Eu não aconselho ninguém a ler essa potroca não, maaaasss teve gente que deu 5 estrelas, então é aquilo né? Gosto é gosto! Quem sabe vocês não gostam?


Kennia Santos | @LendoDePijamas 20/08/2016minha estante
Potroca KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK


Anne 26/08/2016minha estante
Vc me prestou um serviço enorme com essa resenha. Esse livro estava em minha meta de leitura de 2016 e, inclusive já o tenho comigo, mas depois dessa resenha, eu vou esperar bastante para ler pq estou com pouco tempo pra ler esse ano. Eu amei APEAPV, mas já tinha me decepcionado um pouco com Ser feliz é assim. Uma peninha.


AysMonise 21/09/2016minha estante
Ainda bem que li essa resenha, obrigada!


Danielle 06/12/2016minha estante
Então. Entendo seus pontos. Mas para esclarecer alguns pontos, que podem servir de leve consolo. A história se passa em 2003, durante o apagão de NY, e apesar de publicado depois aqui no Brasil, o livro foi o primeiro publicado pela escritora por isso sua qualidade inferior. Ja leu Ser Feliz é assim, da mesma autora? Acredito que vai gostar mais...


Marina 26/12/2016minha estante
Amiga, to na parte que tem a palhaçada que eles conhecem outras pessoas... e eu fiquei muito perdida! Demorei 2 horas pra ler 30 páginas!!! Esse é o pior livro dela até agora. A parte (boa) é que não sou a única que fiquei perdida na história... ótima resenha.


Michelle 20/02/2017minha estante
Ainda bem que avisou... retirado da minha lista. Nem gostei tanto de "a probabilidade estatística do amor a primeira vista" e percebo que este livro leva a mesma fórmula conseguindo ser piorzinho...




Cathi 09/02/2017

Resenha: A Geografia de Nós Dois - Jennifer E. Smith
A Geografia de Nós Dois é um livro que nos conta a história de Lucy e Owen, ambos moram num prédio em Nova York mas nunca haviam se visto antes, até porquê Lucy mora no vigésimo quarto andar enquanto Owen mora no subsolo já que seu pai é o sindico do condomínio e os dois se conhecem por acaso quando um apagão geral na cidade acontece justamente quando estão no elevador.

Apesar de opostos, logo os dois percebem que tem muito em comum e ao sair do elevador depois de alguns minutos presos lá dentro, eles resolvem conversar e se conhecer melhor e no dia seguinte, mas eles se afastam tão rápido quanto haviam se aproximado e quando resolvem retomar o tempo perdido, o destino os joga para caminhos diferentes, pois os pais de Lucy viajam muito e logo a menina tem que se mudar para outro país. Owen e seu pai tem que se mudar do prédio e vagam por aí morando em vários lugares.

Apesar de estarem separados, ambos não param de pensar naquele dia, nos pensamentos que compartilharam e na ligação que é impossível de ignorar mas outras pessoas aparecem em seus caminhos e logo tentam deixar tudo para lá. Claro que não é tão fácil e eles ás vezes conseguem se comunicar por cartões postais.

O enredo do livro me chamou bastante a atenção, principalmente por retratar algo tão incomum e comum ao mesmo tempo: amor á distancia. E a autora nos leva a refletir se é possível que um amor sobreviva a quilômetros, se é possível que somente a conexão espírita seja o suficiente pra um relacionamento sobreviver. É uma história que nos faz sorrir em muito momento como nos deixar tenso e torcer para o casal.

O livro tem uma pegada bem diferente apesar de parecer tipico, pois não é aquele tipo de romance que vai mostrar a vida á dois depois de apaixonados mas sim como é a rotina de cada um, de Owen que perdeu a mãe há um tempo e teve que ver seu pai tão mal pelo acontecimento e Lucy que se sente bem sozinha depois de seus irmãos terem ido para universidade e ter pais que viajam muito. São poucos os momentos que mostram os dois juntos de verdade e apesar da saudade há também a diferença por conhecer pessoas novas e estarem crescendo.

Em alguns momento foi uma leitura um tanto massante, talvez pela narrativa em terceira pessoa que não é uma das minhas favoritas mas com certeza foi uma leitura que me levou a refletir e que fez a diferença por trazer um assunto real, trazer dúvidas sobre amor e crescimento de uma forma leve.

Uma leitura muito gostosa que indico totalmente aos românticos de plantão que gostam de um casal adolescente e simpático, daqueles que nos cativam e nos fazem sorrir.

site: http://realityofbooks.blogspot.com.br/2016/09/resenha-geografia-de-nos-dois-jennifer.html
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Camila 02/02/2017

Um livro para distrair
.Uma leitura leve e rápida, um romance bem fofinho.
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Bea 10/07/2017

Não me cativou...
O livro fala sobre relacionamento a distância e é pequeno e rápido de ler. Tem a escrita leve e é bem adolescente, mas, mesmo assim, foi bem chato e cansativo para terminar. O romance é cheio de clichês que chega a ser previsível adivinhar tudo que vai acontecer na história. Nenhum dos personagens me cativou realmente (salvo apenas o pai do Owen) e não vi nenhum real motivo para o casal se apaixonar, dando em consideração que eles não tiveram nenhuma conversa realmente, sendo assim como se eles estivessem mais apaixonados pela ideia de se comunicar com alguém em outro país do que com eles mesmo.

Para não dizer que não tiveram partes boas, confesso que os momentos que mais me prendiam era quando mostrava o relacionamento dos dois com a própria família, o que foi bem mais interessante do que a história central. No geral, esse livro é bem mediano, mais para passar o tempo, e minha nota foi 3.
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Camila 16/10/2016

Resenha: A Geografia de Nós Dois (Por Livros Incríveis)
Tudo começa com um apagão que assola pelo menos, Nova York inteira. Lucy e Owen, completos desconhecidos, ficam presos no elevador de um prédio de 42 andares. E esse tempo faz com que tudo mude na vida dos dois, pois compartilham uma noite única, observando as estrelas e dividindo sorvete no terraço do edifício. Nos dias seguinte, porém, o destino parece desejar com que eles não se vejam mais. Lucy vai morar na Europa e Owen sai com o pai pelas estradas dos EUA. E na mesma proporção que distância entre os dois aumenta, a saudade e o sentimento entre os dois cresce também.

“Eram como dois asteróides colidindo, ela e Owen, soltando faíscas breves antes de ricochetearem cada um para o lado outra vez, um pouco lascados, um pouco machucados e marcados, talvez, mas ainda com quilômetros e quilômetros a percorrer.”


Já li todos os romances da autora lançados no Brasil e esse foi sem dúvidas o que mais gostei. Tudo nele foi na medida certa. Jennifer E. Smith tem uma narrativa deliciosa e abusa de analogias divertidas e criativas, que transforma um pouco de suas palavras em poesia, diria eu. Enquanto em A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista sinto que faltou um pouco de profundidade nos personagens; e em Ser Feliz É Assim as coisas foram prolongadas demais, em A Geografia de Nós Dois a autora conseguiu fazer uma história com uma premissa simples e delicada, com personagens reais que entram no coração do leitor. E devo dizer, a capa traduz perfeitamente a história, o que me fez cair de amores por ela ainda mais depois de terminar a leitura.

O que mais me agradou na história foi juntar o romance com viagens. Como sempre, nada dá certo para o casal, onde tudo faz com que eles se distanciem, seja a distância física ou por brigas. Ainda assim, mesmo que o final não fuja do óbvio, de certa forma, torcemos enlouquecidamente para que tudo possa dar certo para Lucy e Owen. Além disso, pelo fato de serem jovens e passarem a descobrir o mundo a partir daquele ponto, o amadurecimento e mudanças nos dois faz com que a história fique mais interessante, já que como o livro é narrado entre o ponto de vista de cada um, podemos acompanhar as mudanças de pensamentos e de atitudes.
Smith também traz um cenário muito rico, já que ambienta seus personagens em várias cidades dos Estados Unidos com Tahoe, São Francisco e Seattle e por várias da Europa, como Endimburgo, Praga e Londres (até o Rio é mencionado, apesar de não fazer parte da história).

“Porque é isso que acontece quando se está com alguém assim: o mundo se encolhe e toma a proporção correta. Moldando-se para comportar apemas as duas pessoas, e nada mais.”


Entretanto, destaco também a narrativa um pouco confusa. Não sei se é característica da autora e não me lembro, ou da tradutora. Mas fiquei perdida em alguns pontos da história, precisando voltar algumas páginas e reler para tentar compreender. Menciono também que a revisão da editora poderia ter sido melhor, já que há alguns probleminhas nesse quesito.

Como mencionado no início da resenha, todas as personagens são apaixonantes. Me identifiquei muito com o deslocamento e sensibilidade de Lucy e o gosto por Astronomia e a dor de Owen. Todos os outros que também aparecem com certo destaque, como o pai do garoto e os pais dela, também são cativantes, e algo que chama a minha atenção em particular é como a autora vai desconstruindo a mãe de Lucy, e gostei muito da relação entre elas. Outra coisa que me chamou a atenção, dessa vez pela curiosidade, é que o único a receber nome é o pai de Owen, Patrick. Os pais de Lucy e a mãe de Owen não têm nome, apesar de os irmãos da protagonista terem, bem como os outros que aparecem ao longo da trama.

No mais, A Geografia de Nós Dois é um romance apaixonante, que pode ser lido numa tarde chuvosa, nos transportando para inúmeros lugares do globo. E ótimo se acompanhado de um chá quentinho e biscoitos!

Leia mais resenhas em:

site: http://porlivrosincriveis.blogspot.com.br/2016/10/resenha-geografia-de-nos-dois-jennifer.html#.WAQW68mdnfY
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AndyinhA 06/07/2017

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Desde que li o primeiro livro da autora lançado aqui no Brasil – A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, sempre que sai um novo livro dela, fico imaginando que terei a mesma sensação fofa e maravilhosa que tive ao ler o livro já mencionado, mas as expectativas não andam se concretizando.

‘A Geografia de Nós Dois’ poderia ser mais bonitinho ou até mesmo daqueles que a gente faz *oinn*, mas ele não conseguiu arrancar nem uma coisa nem outra durante a minha leitura, o jeito fofo, amável e que nos faz acreditar no amor que encontrei em seu primeiro livro não tem se repetido nos outros e neste não foi diferente.

A narrativa é dura, inflexível, parecendo mais descrições de fatos – como uma receita de bolo seguida ao pé da letra, que algo para nos agradar e nos fazer desejar um belo romance. Essa estrutura rígida, deixou a narrativa sem graça e desprovida de emoção.

Apesar de o livro ser narrado ora pelo rapaz e ora pela moça, o que eu curto bastante, pois assim conseguimos saber mais de cada um dos personagens em questão; como eles se sentem, quem eles realmente são e como se sentem um em relação ao outro. A ideia que foi passada durante a leitura acabou sendo de uma carta onde se trocam poucas informações pessoais e quase achamos que eles são colegas de escritório, faltou a emoção.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2016/07/GeografiaPoison.html
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Douglas Oliveira 21/08/2016

"A Geografia de Nós Dois": Início promissor, desenvolvimento enfadonho e final empolgante!

Tentando quebrar um pouco a sequência de livros lidos das mesmas editoras de sempre (Arqueiro, Intrínseca e Novo Conceito), resolvi variar. Ao ler o título de "A Geografia de Nós Dois" no site da Galera Record, fiquei bastante curioso para saber do que se tratava. E achei engraçado, pois estava prestes a ler outro livro com título parecido, "A História de Nós Dois", mas com temas bem diferentes. Apesar da curiosa semelhança, adicionei à lista "Quero Ler".

A sinopse, assim como o título, ganhou minha simpatia. Então, criei as melhores expectativas possíveis a respeito do livro. Não havia muito no que me basear, afinal, a autora era desconhecida por mim, e as referências aos seus outros romances eram muito boas. Ou seja: não havia motivos para ficar com pé atrás na leitura.

Porém, "A Geografia de Nós Dois" se mostrou bem diferente do que eu esperava. Bem, seus personagens são muito bem desenvolvidos, suas tramas são bastante críveis (até demais, ouso dizer), mas mesmo assim o livro deixou bastante a desejar; pelo menos para mim foi o que aconteceu.

site: http://blogventonorte.blogspot.com.br/2016/08/resenha-geografia-de-nos-dois-por-jennifer-e-smith.html
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larinhacarool 30/07/2016

– Não se preocupe – disse ela, antes de passar pelas portas abertas. – Mando um cartão-postal para você.
A Geografia de Nós Dois conta a história de Lucy, uma garota de dezesseis anos que vive sozinha em um apartamento em Nova York pois seus pais estão sempre viajando e conhecendo países novos e seus irmãos gêmeos já estão na faculdade. E também conta a história de Owen. Um garoto de dezessete anos que se muda para Nova York com o pai, após a morte da mãe. Os dois moram no mesmo prédio e já se esbarraram algumas vezes, porém nunca trocaram nenhuma palavra.
Até o dia em que eles se veem presos dentro do elevador do prédio. Ali iniciam uma conversa e, quando a ajuda chega, eles recebem a notícia de que a cidade inteira está sem luz e os dois acabam passando a noite juntos, comendo besteiras e olhando as estrelas. Porém, no dia seguinte, a luz volta e eles acabam se desencontrando. Lucy recebe a notícia de que vai se mudar para finalmente morar com seus pais, e Owen vai viajar pelo mundo com o pai. A partir daí, os dois passam a trocar cartões postais. O garoto os envia de cada cidade onde passa com o pai e Lucy passa a responder por e-mail.

"Se traçassem um mapa dos dois, de onde tinham começado e de onde terminariam, as linhas seguiriam para longe uma da outra como ímãs de polos opostos. E já tinha ocorrido a Owen que havia algo profundamente errado com aquilo, que deveriam existir círculos ou ângulos ou voltas, qualquer tipo de traço que possibilitasse às duas linhas de voltarem a se encontrar."

Em lugares muito distantes e com novas experiências, eles vão recomeçando a vida enquanto novas pessoas surgem. Os cartões param de chegar e os e-mails param de ser enviados, porém no pensamento eles ainda guardam um ao outro em segredo. Até que inesperadamente uma nova oportunidade de se encontrarem surge, mas as coisas acabam não saindo como o esperado. Owen acaba de perder a mãe e seu pai, Patrick, entra em depressão. Não consegue emprego e parece que não vai sair do fundo do poço. Apesar de no começo Owen ter se mostrado muito pessimista, é ele quem dá forças para o pai e se mostra confiante quanto ao futuro, mesmo com a confusão em sua mente. Patrick, que no começa nem um sorriso conseguia dar ao filho, vai conseguindo encontrar paz e motivação para lutar.
A família de Lucy se revelou irresponsável desde o início e ao meu ver essa parte da história não foi bem trabalhada. Eles deixam a filha, ainda jovem, vivendo sozinha em Nova York para viajar pelo mundo e a garota parece aceitar e esquecer a mágoa fácil demais.

"– “Sydney: onde você realmente não está incluso.”
– Exatamente – concordou Owen. – É muito mais honesto.
– Acho que você tem razão – concluiu ela, a expressão séria outra vez."

Nunca tinha lido nada da autora antes e coloquei bastante expectativa no livro. O nome é criativo e a capa, linda, porém acabei me iludindo com isso e a minha expectativa não foi suprida. A história é bem real e a autora não fantasiou o final deles nem nada assim, entretanto senti falta de romance no livro. O que mais me chamou a atenção foi a história da família de Owen e não o casal em si. Owen evolui no decorrer do livro, mas Lucy continua a mesma mocinha boba do começo. O livro é bom e a escrita da autora é fácil de se entender, terminei a leitura bem rápido, mas senti falta de emoção entre os dois.
A história é contada em terceira pessoa, um capítulo para cada personagem, sendo ao todo cinquenta capítulos, divididos por partes: Parte 1 "Aqui", Parte 2 "Lá", Parte 3 "Todos os lugares", Parte 4 "Algum lugar" e Parte 5 "Casa". As páginas são amareladas e grossas e não encontrei erros ortográficos e nem de digitalização.
Enfim, esse é um livro sobre a evolução dos sentimentos e o desfecho é totalmente plausível, nada fantasioso. Para quem gosta de uma leitura rápida e de um romance realista e sem nada meloso, esse livro é o indicado.

site: http://imperioimaginario.blogspot.com.br/
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Mari 27/07/2016

Já vou deixar bem claro que eu pedi esse livro, por causa da capa e nada além disso. Se eu falar que li com muita atenção a sinopse, não acredite na minha palavra, porque isso é uma besteira total. Isso está errado? Talvez, mas eu gosto de me surpreender e eu sou muito visual, então gostei da capa e pronto, isso é motivo suficiente para eu ler um livro, certo?!

Certo. E esse é um daqueles em que não me arrependi nadinha de ter feito isso. (preciso fazer um comentário nada a ver, mas todas as vezes que eu falo nadinha, eu penso em alguma comparação de “algumacoisa é rainha e blablabla é nadinha”. Desculpem, precisava contar isso pra alguém hahaha). O livro além de contar uma estória de amor há distância, ainda nos leva em uma viagem por vários estados e países diferentes. É quase uma volta ao mundo do amor

site: http://galaxiadosdesejos.blogspot.com.br/2016/07/a-geografia-de-nos-dois-jennifer-e-smith.html
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mariana.candiago 11/07/2016

Comentários da Mari
Gostei muito deste livro, me tocou de um jeito novo, cativante, emocionante. Apesar de ser um livro voltado para a galera jovem, (os protagonistas tem 16 e 17 anos), eu me identifiquei com as situações e pensamentos que vivi nesta época, com o primeiro amor da adolescência, com os anseios e dúvidas. Vi muito da minha família na de Lucy, pois nesta idade meus pais viajavam muito nos finais de semana e eu ficava sozinha com meu irmão em casa. Achei romântico e verdadeiro, e a forma que a autora escreve é quase poética.
Ah, os 16/17 anos....que saudades de um tempo bom que não volta nunca mais, mas que sempre ficará marcado em nossos corações. 5 estrelinhas.

site: www.cinderelasliterarias.com
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Carol D. Torre 28/06/2016

Eu virei fã da Jennifer E. Smith depois de me surpreender completamente com A Probabilidade Estatística do Amor À Primeira Vista, um livro do qual não esperava nada e acabou se tornando um dos meus contemporâneos favoritos da vida! Então, mesmo que This Is What Happy Looks Like não tenha sido tão bom quanto eu esperava, não teve como não ir cheia de expectativas ler A Geografia de Nós Dois, o último lançamento da autora aqui no Brasil.



No livro nós conhecemos Lucy e Owen. Lucy viveu todos os seus dezesseis anos em Nova York e mesmo que amando sua cidade, sempre quis viajar o mundo junto com seus pais que nunca estavam em casa. Mas eles nunca a convidaram para ir junto, tudo o que ela tinha eram os cartões postais. Mas agora que seu dois irmãos gêmeos mais velhos foram para a universidade ela está pela primeira vez verdadeiramente sozinha.
Owen viu sua vida mudar completamente depois que sua mãe completamente após a morte de sua mãe. Precisando sair da casa em que viveu por anos, seu pai aceitou um trabalho de zelador em um prédio de Nova York e agora os dois vivem em um apartamento de dois quartos no subsolo enquanto tentam lidar com o luto.
Em um incidente raro, quando Nova York e boa parte dos Estados Unidos ficam sem energia elétrica, Lucy e Owen se veem preso juntos no elevador de seu prédio no escuro.

Existe algo de muito especial na narrativa da Jennifer E. Smith. Logo nos primeiros parágrafos ela consegue te envolver e te absorver para dentro da estória, com diálogos ágeis e extremamente reais, tão verdadeiros como qualquer conversa que vemos no dia a dia. E admiro muito autores que conseguem passar tão naturalidade em sua escrita.
Gosto muito também de como a autora sabe escrever de um forma tão leve que faz você simplesmente perder a noção do tempo, mas que ao mesmo tempo cria passagens lindíssimas, com um quê poético que torno tudo mais especial.

Um ponto extremamente positivo do livro pra mim é que o romance não é o enfoque do livro, mas sim o que faz todo o restante acontecer. A Jennifer E. Smith escolheu se focar no crescimento dos seus dois personagens principais e mostrar através da jornada de cada um como cada um deles se auto descobriram. E mais um vez a autora apostou nos problemas familiares e em como eles afetam diretamente a vida da Lucy e do Owen. Nesse aspecto, eu gostei demais da relação do Owen com o seu pai e como cada um se ajudou no momento em que mais precisavam. Por outro lado, senti que a relação da Lucy com os seus pais poderia ter sido melhor trabalhada e senti que tudo se resolveu rápido demais.
Agora, o romance. Como eu disse no começo, o relacionamento da Lucy e do Owen não é o enfoque do livro, mas as melhores cenas são aquelas em que eles estão juntos. E talvez a raridade dessas cenas seja o que faz delas algo tão especial. Apesar de ser algo simples, o relacionamento dos dois é delicioso de se acompanhar.

Ah, não poderia deixar de comentar sobre todos os lugares para os quais as autoras nos leva junto de seus personagens. Poder conhecer tantos lugares, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, junto com os seus personagens torna a leitura desse livro algo mais interessante e especial.

Acho que a minha maior crítica é sobre a construção dos personagens. Apesar de gostar dos dois protagonistas, eu não me senti realmente conectada com eles, não senti que os conhecia de verdade. O que fez com que eu ficasse com um pouco de preguiça do livro durante a leitura, o que nunca é um bom sinal.

Toda vez que leio um livro da Jennifer E. Smith me surpreendo como ela consegue criar estórias extremamente reais, cheias de simplicidade e encanto ao mesmo tempo. Eu sou apaixonada por contemporâneos, pela beleza de estórias sobre pessoas comuns simplesmente vivendo e se apaixonando, e para qualquer um que goste desse gênero A Geografia de Nós Dois é uma ótima aposta.

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nathy 02/04/2017

Não é ruim, mais também não é maravilhoso. Bom, apenas...
A Geografia de nós dois foi o meu primeiro contato com a escritora Jennifer E. Smith, que com sua escrita simples me transportou a história da Lucy, uma menina de 16 anos que em meio a um blecaute acabou ficando presa em um elevador com outro garoto, Owen para ser mais exata.

Os dois aparentemente não tinha nada em comum, enquanto ela vinha de uma família rica e morava no 24° andar de um prédio luxuoso de Nova York, ele morava no subsolo do prédio com o pai, que tinha aceitado há pouco a vaga de administrador. No entanto, contrariando as estatísticas os dois acabaram criando uma conexão que foi além da noite em que a cidade ficara no escuro. Foi além da geografia que parecia os separar cada vez mais.

Assim, mesmo Owen indo embora de Nova York sem um destino certo, viajando com o pai por várias cidades dos Estados Unidos e Lucy indo morar com seus pais na Escócia e depois em Londres, parecia impossível para ambos esquecerem o breve encontro que tiveram naquele dia em que a cidade ficou toda no escuro. Então, apesar da geografia dos dois estarem em linhas opostas, ambos estavam dispostos a permitir que novos traços surgissem, levando-os aos tão esperados reencontros.

A trama criada pela Jennifer definitivamente não ficou marcada em mim, provavelmente daqui uns anos terei dificuldades em lembrar de alguns pontos da história e isso acontecerá não pelo fato dela ser ruim. A verdade é que a trama é boa mais é só isso, boa. Além do mais, confesso que tive dificuldade em criar uma conexão com os personagens em si e com o relacionamento deles. Ainda me custa acreditar que em plena juventude, depois de um encontro apenas e de poucas palavras trocadas em e-mails e cartões postais o romance poderia dar certo em meio a distância. Acho que essa insegurança minha com relação a esses fatos se deu pelo modo em que a autora conduziu a trama e principalmente, como ela terminou. Digo isso porque há pouco tempo li Novembro, 9 da Cooleen Hoover - que possui uma trama onde os protagonistas mal se encontram - e não tive uma sensação tão forte, como nesta, de que a história era inverossímil demais.

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Giiovannaayres 23/06/2017

Simplesmente frustrante!
Não gostei da leitura desde o começo, achei extremamente juvenil, o "romance" não me convenceu. Os acontecimentos pareciam sempre um pouco forçados, principalmente a interação dos protagonistas, não ajudou o fato do livro ser narrado em terceira pessoa... outra coisa que não gostei foram as piadas, muito forçadas e sem sentido... em vários momentos me vi advinhando o que iria acontecer na sequência, o que me fez demorar muito pra ler esse livro.. fiquei quase um mês presa nessa estória que quase me deu uma ressaca, dificilmente indicaria esse livro pra alguém. Péssimo.
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