O Acerto de Contas de Uma Mãe

O Acerto de Contas de Uma Mãe Sue Klebold




Resenhas - O Acerto de Contas de Uma Mãe - A Vida Após a Tragédia de Colombine


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Josy Rodrigues 30/06/2020

Pesado
A leitura trás uma carga emocional muito pesada. Confesso que tivesse uma certa dificuldade na leitura, tive que intercalar com uma leitura mais leve. Não é um livro que te faz ler de uma vez em uma única sentada e trás várias reflexões sobre do cuidado para com o outro.
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Júlia 28/06/2020

Quero dar uma abraço nessa mãe desde o começo até o final do livro. Não te dão explicações do porque do Massacre de Columbine e sim uma mãe explicando como é perder um filho para o suicídio e de como isso mudou a vida dela e de muitas pessoas para sempre. Esse livro deveria ser leitura obrigatória para que acha que depressão não é nada e é coisa da cabeça apenas!
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Napolitano 21/06/2020

É livro extremamente pesado e denso. Toca em pontos muitos sensíveis do nosso ser, nos faz refletir sobre diversos temas.
É um livro que pode ajudar as pessoas e fazer elas verem que nem tudo é como pensamos, que não sabemos 100% sobre nada.
É uma leitura que recomendo muito
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Luiz 18/06/2020

E se seu filho fosse um assassino em massa?
Voce? ja? pensou como e? ser ma?e de um assassino? Provavelmente na?o, ne?? Sue Klebold muito tambe?m na?o pensava nisso ate? o dia 20 de abril de 1999, quando ela passou a ser essa pessoa. Sue e? a ma?e de Dylan Klebold, um assassino em massa, responsa?vel, junto a Eric Harris, por um dos maiores assassinatos em massa ocorridos em escola, na Columbine High School. O livro e? escrito pela pro?pria Sue, e nele ela nos conta, absolutamente, toda a vida de Dylan, desde a infa?ncia ate? o dia do massacre.
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Uma histo?ria extremamente triste e melanco?lica. Devido a grande riqueza de detalhes e informac?o?es que temos da vida dessa fami?lia, em muitos momentos nos sentimos pro?ximos a eles, a partir disso, e? muita real ao leitor viver a tristeza dessa ma?e descrita durante e depois do massacre. Em trecho, o mais triste do livro na minha opinia?o, ela nos conta ter rezado para que seu filho se matasse e, assim, o massacre tivesse um fim. Ale?m da histo?ria muito aprofundada da vida de Dylan, afinal, descrita por quem o criou, o livro possui uma introduc?a?o extremamente tocante escrita por Andrew Solomon, autor que estudou profundamente o caso Columbine e acabou virando amigo da fami?lia posteriormente.
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Amanda.Souza 31/05/2020

Um livro difícil e angustiante. Eu nunca tinha parado para aprofundar na história por trás de toda essa tragédia que ficou marcada, ter detalhes e ter a sensação de estar vivenciando tudo..
Estar no ângulo de vista do contrário do de Sue é fácil julgar e só. Mas por trás das narrações de Sue nos sentimos deprimido já no começo do livro. O fato de nos colocarmos no lugar do próximo é extremamente difícil, eu senti todo o peso e tristeza de Sue ( parte dele né porque só quem viveu realmente sabe ) e isso me deixou extremamente chateada, uma mãe que criou seu filho com tanto amor e respeito, ensinou os cuidados de que uma criança precisa e mesmo assim resultou em uma grande tragédia que chocou o mundo.
Um ponto muito interessante do livro é que ele é cheio também de informações riquíssimas sobre a saúde mental de muitos, seja adulto, criança ou adolescentes, um ensinamento muito grandioso, de que mesmo que a gente está dando o nosso melhor em algo, algo inesperado pode acontecer e com isso mudar completamente as nossas vidas, nos mostrando também o quão mais do que atentos todos devemos ser em relação a TUDO.
É um assunto muito delicado e triste, eu me sinto mal por todos, pela Sue, pelas pessoas que naquele dia estava na escola, pela família das pessoas assassinadas e as que ficaram ferida. E me deixa pensativa e sempre me deixará como certas coisas ruins podem acontecer assim. Por fim a gente não sabe o dia de amanhã nem quais serão os resultados de nossas ações daqui uns anos.
Lembrando também que esse livro mostra o quanto a depressão é um assunto que tem sim que ser levado mais que a sério.
Não vejo esse livro como uma auto defesa de Sue para seu filho Dylan, e sim como uma decisão de se abrir e contar absolutamente tudo com honestidade e coragem toda sua dor.
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Natalia Passos 31/05/2020

A experiência dessa leitura foi perfeita, apesar de angustiante. Eu me identifiquei muito com a Sue e entendi todas as suas colocações sobre a sua história é sobre não saber sobre o massacre.
Esse livro me ensinou a não julgar nenhum acontecimento ou pessoa sem antes entender sua história e se colocar no lugar do próximo (mesmo as vezes sendo impossível entender pelo que a outra pessoa esteja passando).
Esse livro também me fez querer começar a observar as pessoas que estão a minha volta para saber se elas estão dando sinais de que precisam de ajuda, assim como eu precisei um dia.
Livro simplesmente perfeito, recomendo a todos a leitura.
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24/05/2020

No dia 20 de abril de 1999, os adolescentes Eric Harris e Dylan Klebold entraram armados na Escola de Ensino Médio de Columbine. Em alguns minutos mataram treze pessoas, feriram outras dezenas e tiraram a própria vida. Anos após a tragédia que ficou mundialmente conhecida, a mãe de Dylan, Sue Klebold escreve O acerto de contas de uma mãe, na esperança de que outros possam aprender com sua história e evitar outros acontecimentos como o de Columbine, que apesar de envolver homicídios, é, primariamente sobre o suicídio de dois jovens.

Durante o livro todo, Sua se pergunta o que muitos provavelmente se perguntaram no dia 20 de abril de 1999 - Como ela pode não ter visto os sinais? Em parte desabafo, parte pedido de desculpa, parte pesquisa, parte diário, Sue explica ao longo do seu livro como os sinais de depressão em crianças e adolescentes podem passar despercebidos por pais, amigos e tutores. Muitos sintomas, podem na verdade, ser confundidos com características esperadas que se desenvolvam em determinada idade. Ela aponta que o suicídio é a segunda maior causa da morte de pessoas entre 15 e 30 anos e como, geralmente, ao contrário da crença comum, é meticulosamente planejado.

Sue narra a vida da família Klebold antes da tragédia, expõe a personalidade de Dylan e explica porque ela jamais pensou que algo assim pudesse acontecer justamente em sua família. Na verdade, uma situação como essa é algo que sempre olhamos com um certo distanciamento. Admitimos sua existência, mas jamais, impensavelmente, em nosso seio familiar. Do dia para a noite, a família Klebold teve de deixar seu lar, se esconder da imprensa, foi bombardeada com mensagens de ódio - e de solidariedade, e ainda teve de lidar com a inimaginável dor de perder um filho por suicídio. Ninguém sabia porque Dylan agira daquela forma ou o que poderia ter motivado o adolescente a tirar a vida de tantas outras pessoas a sua própria. Sue sentia como se não conhecesse seu filho.

Ao longo do livro ela explora os acontecimentos pré e pós o homicídio seguido de suicídio de Columbine, as provas da polícia - entre elas o diário de Dylan, algumas fitas gravadas no porão dos Harris e o site que Eric Harris mantinha no ar - e cruza esses acontecimentos e traços da personalidade dos garotos com pesquisas científicas que falam sobre sintomas de depressão em crianças e jovens. São características que eu jamais poderia imaginar que fossem alertas vermelhos.

Por diversas vezes ela explica que havia entre os dois meninos, Dylan e Eric, uma relação de dependência sem a qual o tiroteio em Columbine poderia não ter acontecido. Em algumas partes, ela parece culpar mais Eric Harris do que seu filho pelo que aconteceu no dia 20 de abril, mas como o livro traz o ponto de vista dela sobre a tragédia, é compreensível que essa seja, no fundo, sua impressão, mesmo ela dizendo repetidas vezes que não exclui Dylan da responsabilidade no acontecido.

O livro traz ainda uma lista de sites e instituições que podem ajudar na prevenção do suicídio - atualizados para o Brasil pelo editor - e também um site que fala sobre a abordagem da imprensa ao noticiar casos de suicídio ou casos como o de Columbine (homicídio seguido de suicídio ou tiroteios em massa) para que não haja o chamado "contágio" - quando alguém se sente estimulado por determinado ato dessa magnitude a cometer algo semelhante.

O acerto de contas de uma mãe me surpreendeu pelas revelações de Sue, por tudo o que passou por sua cabeça após a tragédia, por tudo o que ela se perguntou, pela opinião de especialistas no assunto e pela quantidade inimaginável de fontes de pesquisa que a autora e mãe de um dos atiradores cita para embasar seus pontos de vista e nos deixar uma mensagem de alerta: a de que crianças e adolescentes são surpreendentemente capazes e habilidosos em esconder suas dores e planos quando querem; de que atitudes tidas como comuns podem ser sinais de depressão ou plano de suicídio; e principalmente, que tanto o suicídio, tiroteios em massa, quanto o homicídio seguido de suicídio, como foi o caso de Columbine, podem ser evitados com simples medidas de prevenção.

Assim que publiquei no stories do meu instagram que estava lendo esse livro, uma amiga minha respondeu dizendo que provavelmente não conseguiria lê-lo pois iria chorar o tempo todo. O livro é, sim, triste, comovente, emocionante e inquietante. Mas apesar disso é um livro que eu recomendo demais, especialmente aos que tem ou querem um dia ter filhos. Conhecimento e informação nunca é demais e Sue Klebold expõe sua própria dor para nos mostrar isso de forma corajosa, honesta e dilacerante.

Como entendo que talvez muitas pessoas não queiram ler o livro - porque realmente é de cortar o coração - existe no youtube a palestra do TED, chamada My Son Was a Columbine Shooter | This is My Story, de novembro de 2016 (mesmo ano do lançamento do livro) em Palm Springs, California. A palestra tem apenas quinze minutos e pode visto como um prólogo ao livro.

site: www.capaecorte.com
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Ju Furtado 17/04/2020

Indispensável
Um livro muito forte, duro e honesto. A dor da autora é palpável. Não há muito o que dizer, apenas que a leitura desse livro aprofunda o quão rasos ainda somos no conhecimento da mente humana.
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Bel 12/04/2020

Impactante e reflexivo! Leitura dolorida que faz qualquer mãe pensar muito em como conduz o convívio com seus filhos!
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Rafaela 11/04/2020

Livro incrível
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dianacosta 07/03/2020

Ao ler esse livro parecia que eu estava ao lado da Sue vivendo todos os momentos difíceis que ela passava. Demorei para finalizar esse livro pois chorava muito durante a leitura. Todos deveriam ler!
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spoiler visualizar
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Angelica.Bugari 06/02/2020

Tragico
Além da tragédia geral do episódio q gerou o livro, me senti muito triste por saber as dúvidas e tristeza q os pais desses jovens sentiram.
Ainda mais por não saberem o q seus filhos estavam passando e não puderam ajudar
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Flaví 17/11/2019

Coragem de uma mãe
Este livro traz luz ao sofrimento de uma família que foi vítima, sim, vítima de uma tragédia. Essa mãe corajosamente, em prol de uma causa, dá a versão dos fatos por sua lente, que ainda não é a real, mas certamente a mais próxima dos fatos. Parabenizo pela coragem de se expor e à sua família, no intuito de prevenir outros acidentes similares. Coragem de mexer e remexer em dores que não podemos calcular. Contudo não temos respostas porque não estamos diante de uma ciência exata, mas gentilmente nos faz refletir e conscientizar sobre uma doença que pouco a pouco passamos a admitir como tal.
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Polliana 16/04/2019

Como se diz: “Sinto muito que o meu filho tenha matado o seu”?



Já se passaram 20 anos desde Columbine, e muitas perguntas continuam sem respostas sobre essa terrível tragédia. Uma das coisas que pode vir a cabeça de qualquer um ao lembrar de Columbine, é como os pais desses dois rapazes não perceberam nada. Sue Klebold, mãe de Dylan Klebold, um dos atiradores daquele 20 de abril de 1999, escreve esse livro, não para entregar respostas concretas ou tentar diminuir o que seu filho fez. O acerto de contas de uma mãe, é uma história extremamente difícil mas cheia de sensibilidade de uma mãe que perdeu o filho na pior de todas as hipóteses. Sue Klebold retrata nessas páginas, sua jornada para aceitar e tentar entender que seu amado filho entrou em Columbine ao lado de Eric Harris e assassinou doze adolescentes e um professor.

Sue volta ao passado revisitando a forma como criou os filhos, e se perguntando quando ela errou, não é uma resposta fácil, e nem acho que deva existir uma singular. Dylan nasceu e cresceu em um lar cheio de amor, mas a depressão o pegou, e infelizmente ninguém percebeu e ele mesmo soube camuflar sua própria dor interna. O livro fala muito sobre problemas psicológicos e também sobre bullying, e de como esses fatores em conjunto tiveram um grande espaço na construção da tragédia.

A vida dos Klebold mudaram por completo, até mesmo o tempo de luto e a forma encarada de fazer um enterro pra um filho, fugia do normal. Sue sofria pelo filho, e também pelas suas vítimas. Entender a dimensão disso, é de partir o coração.

Tenho extrema admiração por Sue. A dor de perder um filho da forma como ele enfrenta deve ser a pior coisa do mundo. Sua força para escrever esse livro com tanto respeito é uma das mais belas coisas que já li.
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