De Volta a Blackbrick

De Volta a Blackbrick Sarah Moore Fitzgerald




Resenhas - De Volta a Blackbrick


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Thayná 22/10/2020

que livro lindo e necessário! ?
achei que seria muito infantil, mas no final das contas podemos tirar muitos aprendizados dessa história.
valeu a pena!
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Loriel 29/05/2020

É um livro legalzinho
Eu me envolvi com a história. Tipo, o livro tem toda essa pegada do protagonista ter que ir pro passado pra tentar compreender o futuro e eu achei mt top.
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Nathalia 16/08/2019

De volta a Blackbrik - Gostei do livro
Este livro conta a historia de Cosmo , um menino que vive com os avós . O avô do menino sofre do Mal de Alzhaimer , e está esquecendo de tudo ,até de seu neto .
Os adultos , não acreditavam que algo possa ser feito , mas Cosmo tenta achar um jeito de seu avô se lembrar das coisas . Até que um dia o avô do garoto dá a ele uma chave com algumas instruções do que ela pode abrir . Mesmo não acreditando Cosmo vai até o local o avô pediu .
Quando ele chega ao local e destranca descobre , que entrou em um lugar onde ele descobre , o passado do seu avô .
O livro é muito emocionante , é também tem vários momentos de reflexão ; super recomendo o livro .
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Laris 31/03/2019

De Volta a Blackbrick | Sarah Moore Fitzgerald
Cosmo é um menino que vive com a avó Deedee e o avô Kevin, que tem Alzheimer. Mas isso não impede Cosmo de ver Kevin como um homem genial, ainda que às vezes ele não se lembre do neto ou o confunda com Brian, o irmão de Cosmo já falecido.

Tudo muda quando Kevin entrega a Cosmo uma chave com a missão de ir até a Abadia de Blackbrick. O que o menino pensou ser apenas uma viagem sem sentido acabou se tornando uma aventura que ultrapassa as barreiras do tempo.

No passado, Cosmo conhece a versão mais jovem de seu avô, e toma isso como a oportunidade perfeita para provar a todos no presente que Kevin é a pessoa incrível que Cosmo sempre alegou ser. Mas ele logo vai descobrir os perigos de mexer com o curso natural dos acontecimentos que não devem ser alterados.

Esse é um livro que fala sobre muitas coisas que mexeram com meu emocional. A autora escreve de forma direta e fluida, eu pisquei e o livro acabou, mas ainda assim senti tudo o que ela queria passar com esse livro, ainda que nem tudo tenha me agradado.

Saudade é um sentimento quase sempre presente nessa história. Isso me fez pensar na nossa condição como humanos de constantemente buscar preencher essa saudade, essa falta. Quando Cosmo estava no presente, ele era relativamente feliz, mas sentia falta do avô, mesmo que este ainda estivesse lá. Essa saudade o levou a fazer uma promessa, que acabou se tornando uma porta para algo completamente inesperado em sua vida.

Em sua jornada, Cosmo aprende melhor sobre si mesmo e questiona muito do que ele pensava saber. Mesmo que tenha sido um livro simples, ele conseguiu ser profundo o suficiente para transmitir a mensagem que a autora pretendia, falando sobre o Alzheimer, família, luto e recomeços.
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De Olivato - @olivatobooks 24/01/2019

Este livro conta a história do Cosmo que é um jovem garoto que vive com os avós. O avô de Cosmo sofre de Mal de Alzheimer e está perdendo aos poucos a memória, esquecendo de tudo o que já viveu, esquecendo até mesmo a existência do seu neto.

Os adultos parecem não acreditam que algo possa ser feito, mas nosso protagonista não desiste de tentar fazer com que o seu avô se lembre das coisas, até que um dia, o avô do Cosmo dá a ele uma chave com algumas instruções do que ela pode abrir. Mesmo não acreditando muito, Cosmo vai até o local onde o avô pediu para que ele fosse.

Ao chegar ao local e destrancar o portão com a chave, Cosmo descobre que entrou em uma fenda para o passado de seu avô, conhecendo-o quando ele tinha apenas 16 anos. Será que existe algo que Cosmo possa fazer no passado que altere o futuro? Algo que possa aprender para ajudar no seu avô a se lembrar? Cosmo está determinado a não desistir do seu avô.

É uma história sobre família, apoio, amizade e sobre acreditar. Temos nas mãos um livro para refletir depois de finalizar a leitura. Eu gostei do livro, ele faz parte de um projeto de livro viajante e a Jú (@frausaumensch) me disse para ler sem saber de nada sobre o livro e isso tornou a experiência ainda mais surpreendente.

Não gostei de algumas coisas e alguns personagens foram realmente difíceis de gostar em alguns momentos, mas a vida é assim, não é fácil gostar de todo mundo durante todo o momento, então acredito que o livro tenha atingido o seu propósito de nos trazer personagens que fossem reais com qualidades e defeitos lutando para ver qual se destacava mais.

“Dar o melhor de si nem sempre quer dizer que terá resultados incríveis.”

No Skoob, dei 3,5 de 5 estrelas, essa leitura fez com que eu constantemente sentisse um choro subindo. Se preparem e venham De volta a Blackbrick.

site: https://www.instagram.com/p/BqxSLDKAq1e/
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Yuri Leal 29/04/2018

De volta à Blackbrick
Um livro lindo. A primeira momento parece ser bobinho foi pra crianças mas depois começa a tratar de assuntos sérios como Alzheimer e até de pedofilia! Também fala de luto e como é importante reconhecer o passado mas viver o presente.
O protagonista da história é um menino, pre-adolecente pelo o que eu entendi, e o seu avô tem o mal.de Alzheimer e em im dia de lucidez o avô dele entrega uma chave que ele usa e volta pro passado e conhece seu avô com 16 anos!
História que flue rápido e recomendo a todas as idades.
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Fernanda | @psiuvemler 29/04/2017

De Volta a Blackbrick | Blog Psiu, vem ler!
Em De Volta a Blackbrick, Sarah Moore Fitzgerald nos apresenta uma linda relação entre Cosmo – que, a propósito, detesta seu nome – e seu avô, Kevin. Depois de ser abandonado pela mãe com a desculpa de que boas oportunidades a aguardavam em Sydney, Cosmo passou a viver com seus avós e levava uma vida perfeitamente tranquila e extrovertida, com apenas alguns solavancos vez ou outra.
Os problemas começaram quando Kevin foi diagnosticado com Alzheimer e passou a esquecer desde coisas simples, como onde ficava o banheiro, até o fato de que o próprio neto, Brian, havia falecido há alguns anos antes. A partir disso, virou o objetivo de Cosmo fazer de tudo para que o avô voltasse a se lembrar das coisas ao seu redor. No entanto, tudo complicou quando Dee Dee, avó de Cosmo e esposa de Kevin, aceitou a condição do marido e assumiu que não tinha mais volta. Assim ela decidiu que seria melhor para todos se o senhor fosse enviado para uma casa de repouso e seu neto passasse a morar com o tio.
Quando tudo aparentava estar perdido, Kevin pareceu recuperar a sanidade por um curto espaço de tempo – ou perdê-la por completo – ao pedir ao neto que prometesse algo: Cosmo deveria pegar a chave dos Portões-Sul e ir até Blackbrick. Simplesmente isso. E quando o garoto finalmente decidiu fazer as vontades do avô e cruzar os Portões-Sul, ele nunca imaginou que as coisas nunca mais seriam as mesmas, mas o garoto viu que algo estava seriamente diferente quando seu avô apareceu em sua frente. Com 16 anos de idade...
Foi gratificante para mim acompanhar as descobertas de Cosmo enquanto ele explorava todos os acontecimentos e observava as curiosidades de ser um viajante do tempo. Toda a história nos é contada através dos olhos de um menino apaixonado por cavalos devido a influência do avô e que, agora, luta para tentar reverter a perda de memória dele.
De Volta a Blackbrick foi uma obra que me provocou inúmeras emoções e reações. Em um minuto eu ficava com vontade de esganar o protagonista por não fazer o que eu esperava dele e, no próximo, já estava descabelada por conta de uma atitude besta. No entanto, é claro que fiquei muito emocionada com a ligação entre Cosmo e seus avós e a indignação do menino diante do abandono de sua mãe. Os comentários sobre o fato são realmente chocantes.
Eu adorei cada um dos personagens inseridos na história, mas meu favorito com certeza foi a versão jovem de Kevin, que demonstrou tanta sabedoria e apresentou grande fidelidade ao buscar por sua amada independentemente de o que a razão social da época pregava. Cosmo também mostrou maturidade ao fazer de tudo pela melhora de seu avô, mesmo sabendo que talvez nada fosse adiantar.
A edição do livro é muito fofa, com a capa repleta de ilustrações que representam muito bem o enredo. As margens e espaçamentos dos textos são muito confortáveis para leitura e cada um dos capítulos é iniciado com o desenho de uma chave, assim como as divisões de cenas. Essa leitura foi muito especial para mim, de forma que recomendo para todos que estão em busca de algo envolvente, com verdadeiras provas de amor, amizade, fidelidade e confiança, e que mostra a importância de darmos valor àqueles que amamos.

site: http://www.psiuvemler.com.br/2016/09/resenha-volta-blackbrick.html
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Karen Sales 05/01/2017

Resenhas: instagram.com/kahbooks
A vida de Cosmo mudou desde a morte do seu irmão mais velho. Sua mãe mudou-se para Sydney como uma forma de superar a tragédia e Cosmo passou a morar com seus avós Deedee e Kevin. No início, isso não foi um problema para o garoto, pois o avô era seu melhor amigo. Juntos, os dois passavam os dias entre muitas conversas e ensinamentos, no entanto, o Alzheimer que aflingiu seu avô, mudou completamente a relação de companherismo dos dois.



À medida que a doença avança, Kevin, o avô de Cosmo, se torna mais ausente e em alguns momentos chega até esquecer do garoto. Cosmo passa a ter que aprender a conviver com as limitações do avô, ao mesmo tempo que tenta de todas as formas reverter o irreversível. Porém, em um momento de lucidez, Kevin entrega à Cosmo uma chave para que o garoto e o encontre em Blackbrick.



No início Cosmo acha que o avô perdeu de vez a cabeça, mas por ter prometido que iria, o garoto parti para a Abadia de Blackbrick e o que ele encontra vai além de tudo o que esperava. Acontece que ao abrir os portões de Blackbrick, Cosmo abre uma passagem para o passado e se depara com um Kevin de 16 anos, e a partir de então, o garoto tem a oportunidade de participar das lembranças de Kevin e se pergunta se será capaz de alterar o futuro, evitando a morte do irmão e a doença do avô.



O livro é narrado em primeira pessoa pela visão de Cosmo, uma criança extremamente madura e talvez essa maturidade tenha me dificultado a dar uma voz a ele. Eu senti que a forma como a história foi escrita foi incongruente e incompatível com a idade do personagem principal. Resumindo, não parecia uma criança narrando a história e eu tive dificuldades de determinar a idade de Cosmo, já que essa informação não é dada na narrativa.



Apesar desse problema de identidade resultante da escrita, a Sarah Moore Fitzgerald desenvolveu uma história doce e sensível abordando temas que mexem com os sentimentos do leitor. É muito lindo de ver a relação de Cosmo com seu avô e testemunhar os esforços do garoto em ajudar e cuidar dele. A relação familiar explorada na narrativa com certeza foi o ponto forte dessa história.



De Volta a Blackbrick não foi uma história extraordinária, mas eu gostei dos temas abordados e da relação entre avô e neto, até então inédita para mim em um livro. Com frases sensíveis e alguns ensinamentos, esse é um livro sobre amor, luto, família e acima de tudo, amizade.
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Kétrin 11/08/2016

Cosmo é um adolescente que vive com os avós, pois após o irmão morrer em um terrível acidente sua mãe teve que se mudar para Sydney por questões de trabalhos. Desde então Cosmo é muito apegado ao avô, que sempre foi um grande companheiro e o homem mais inteligente que ele conheceu, até que o Alzheimer lhe alcançou.

Em um momento, o avô lhe entrega uma chave que da para os Portões Sul de Blackbrick e afirma que irão se encontrar por lá. Cosmo não tinha noção da aventura que lhe esperava por trás daqueles portões. Até que entrando no lugar, Cosmo se depara com seu avô quando tinha sua idade. Longe de casa e dentro de um lugar totalmente desconhecido e em outra época, Cosmo se vê perdido no começo, mas conforme o tempo vai passando ele percebe a grande missão que terá pela frente: fazer tudo que estiver ao seu alcance para seu avô ter uma memória saudável e não precisar lidar com todos os problemas que aparecerão no futuro.

De Volta a Blackbrick é um livro sensível que fala sobre perdas e dramas familiares, além de trazer uma viagem no tempo eletrizante. Apesar de ser um livro juvenil, a autora trás assuntos sérios e importantes para a vida, como a Doença de Alzheimer, a perda de entes queridos e até mesmo a luta diante da negação dos fatos. Tudo isso dentro de uma escrita singela e simples, capaz de cativar o leitor desde os primeiros momentos.

Cosmo é um garoto que lidava bem com o fato do avô ter Alzheimer, ele sempre o ajudava colando post-it pela casa para auxiliá-lo, além de fazer pesquisas e acreditar que a doença tem cura, por isso ele fez o impossível para ajudá-lo. Após alguns momentos, Cosmo fica revoltado e é totalmente compreensível, ele tem medo de perder o avô. Por isso, ele vê uma grande oportunidade quando entra pelos portões de Blackbrick. É lindo ver o amor e o companheirismo compartilhado por Cosmo e o avô, é essa relação que faz a história seguir em frente.

"Todos dizem que não se pode viver no passado, mas aprendi a me virar bastante bem nele. É engraçado como o tempo funciona. Algumas vezes, parece que se estende pela eternidade, e, outras, que se dobra e fecha, e você sequer sabe dizer como pulou de uma estação para outra."

Acredito que a autora poderia ter se aprofundado mais na questão do passado em Blackbrick, senti falta de conhecer mais detalhes da vida avô de Cosmo e das pessoas ao redor. Mas claro que isso não trás grandes danos para a história. Achei ao todo uma trama extremamente criativa e cativante, foi interessante conhecer mais de perto essa doença terrível que acaba com a memória das pessoas aos poucos. No quesito do Alzheimer, a autora aprofundou-se da maneira exata.

Esse é um livro recomendado mais para o público juvenil, acredito que irão se deliciar com essa história que trás grandes reviravoltas. De Volta a Blackbrick é um tanto triste, o final me deixou sem chão, mas gostei muito de acompanhar o amadurecimento de Cosmo e sua viagem no tempo. O livro trás uma mensagem muito bonita e reconfortante. A autora está de parabéns pelo desempenho com esse livro lindo que fala sobre amor, família, perdas e recomeços.

site: http://www.oteoremadaleitura.com/2016/07/de-volta-blackbrick-de-sarah-m.html
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Ana 23/07/2016

Eu sou totalmente apaixonada por infanto-juvenis e sempre que tenho oportunidade, leio algum. Não precisou muito para eu querer desesperadamente ler De Volta a Blackbrick: um tema delicado, a doença de Alzheimer, atrelado a um mistério super envolvente. A história e os personagens são tão cativantes que eu a li em um piscar de olhos, numa sentada.

Cosmo — "que tipo de mãe dá um nome desse para um filho?" — mora com os seus avós. Após a morte de Brian, seu irmão, Cosmo foi definitivamente abandonado pela mãe, que foi morar em Sydney para trabalhar. As coisas poderiam ser até aceitáveis não fosse um detalhe (que de detalhe não tem nada): a cada dia que passa ele vê seu amado avô, Kevin, perder uma batalha para o Mal de Alzheimer.

Em um raro momento de lucidez, Kevin entrega para Cosmo uma chave e dá instruções para que ele encontre os Portões Sul de Blackbrick, onde, segundo ele, o garoto iria encontrá-lo. Tendo prometido ao avô que iria ao menos tentar chegar até lá, apesar de achar que o velhinho realmente estava ficando louco, Cosmo não teve outra alternativa se não pegar um táxi e conferir a veracidade da história do avô. Para sua surpresa, ele realmente encontra Kevin, mas em uma versão muito mais nova. Cosmo vê nessa aventura uma grande oportunidade de modificar alguns eventos futuros para tentar reverter a situação do avô.

A narrativa é dada em primeira pessoa sob a visão de Cosmo, que apesar de aparentar pouca idade, é inteligente até demais. Apesar de ser bem racional, foi difícil para o menino ver o avô daquele jeito, tanto que ele não conseguia aceitar de forma alguma. Os sentimentos dele foram retratados de uma forma tão intensa e verdadeira que foi impossível não se colocar no lugar dele, principalmente porque o meu bisavô perdeu uma grande e longa luta para a doença.

O mundo de fantasia criado por Sarah Moore Fitzgerald foi totalmente delicioso de acompanhar. Os personagens são super bem construídos, sem exceção. Gostei, principalmente, da forma como a autora conseguiu interligar o passado ao futuro e como as ações de Cosmo no tempo que ficou em Blackbrick contribuíram passa isso. A única coisa que me deixou super decepcionada foi o destino de Maggie, uma das personagens mais adoráveis que tive o prazer de ler. O pior de tudo foi ver que ninguém fez nada para ajudá-la...

Fazia um bom tempo que um livro infanto-juvenil não me cativava tanto. Apesar de ter uma linguagem super simples e própria do gênero e de todos os clichês, é impossível não se apegar a ele. Com certeza De Volta a Blackbrick conseguirá agradar até mesmo os leitores mais instruídos.

site: http://www.roendolivros.com.br/
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Aione 07/07/2016

De Volta a Blackbrick, de Sarah Moore Fitzgerald, reúne os elementos que costumam me encantar em livros infanto-juvenis: sensibilidade, leveza, uma pontada de mistério e um enredo cativante.

A vida de Cosmo mudou desde que seu irmão mais velho morreu em um acidente: sua mãe se transformou em uma workaholic, mudou-se a trabalho para Sydney e o garoto passou a viver com os avós. Agora, ele se vê frente a mais uma mudança: seu avô, a pessoa mais inteligente que Cosmo já conheceu, está com Alzheimer, e deixando de ser quem costumava a cada dia que passa. Em um momento de lucidez, contudo, ele entrega uma chave ao garoto e o orienta a localizar os Portões Sul de Blackbrick, onde, segundo ele, Cosmo poderia encontrá-lo.

Sarah Moore Fitzgerald é professora especializada em psicologia, e é possível notarmos as influências de sua formação desde o início da história. Além do Alzheimer em si, a autora trabalha diversas questões como o luto e a negação, e as estratégias que desenvolvemos em situações conflitantes. É claro que nenhum desses elementos aparece profundamente exposto, considerando-se que De Volta a Blackbrick tem como público-alvo leitores mais jovens, mas é possível notarmos tais características a partir das atitudes e reflexões de Cosmo e de seu ponto de vista sobre as demais personagens.

Assim, a narrativa de De Volta a Blackbrick se constrói em primeira pessoa de maneira leve e envolvente pela perspectiva do protagonista. Há uma inegável sensibilidade na escrita da autora, mesmo que haja, também, momentos mais divertidos. Não foi difícil mergulhar na leitura, e adorei poder sentir as dificuldades que Cosmo enfrenta com toda a situação, uma vez que, dessa forma, os sentimentos se fizeram mais verossímeis.

Gostei, também, de acompanhar o amadurecimento de Cosmo. O artifício empregado pela autora não só conferiu ao enredo de De Volta a Blackbrick uma maior atratividade, como também ampliou o contexto da trama, permitindo que ainda mais temáticas fossem abordadas, sem desvinculá-las das originais.

De Volta a Blackbrick, dessa forma, foi uma leitura gostosa e relaxante, que também me permitiu singelos momentos de reflexão, além de ter transmitido uma bonita mensagem final. Sarah Moore Fitzgerald foi bastante bem sucedida ao falar, em sua obra, de luto, amor e memórias, adaptando as temáticas ao gênero ao qual o livro pertence.

site: http://minhavidaliteraria.com.br/2016/07/07/resenha-de-volta-blackbrick-sarah-moore-fitzgerald/
Nara 13/07/2016minha estante
A falta de aprofundamento nas questões mais sérias tem sido uma queixa constante de leitores desse gênero. Vi muitos reclamarem nas resenhas que li sobre "Carta de amor aos mortos". Mas, devido ao fato de que o público-alvo desses livros costuma ser bem jovem, eu creio que aprofundar certas questões deixaria o texto pesado demais. O importante é introduzir de leve essas reflexões mais sérias.
Adorei a resenha, Aione! Você escreve de um jeito muito gostoso de ler. Acompanho também o canal pra ficar atualizada sobre as novidades. ;)
Bjs!


Nara 13/07/2016minha estante
A falta de aprofundamento nas questões mais sérias tem sido uma queixa constante de leitores desse gênero. Vi muitos reclamarem nas resenhas que li sobre "Cartas de amor aos mortos". Mas, devido ao fato de que o público-alvo desses livros costuma ser bem jovem, eu creio que aprofundar certas questões deixaria o texto pesado demais. O importante é introduzir de leve essas reflexões mais sérias.
Adorei a resenha, Aione! Você escreve de um jeito muito gostoso de ler. Acompanho também o canal pra ficar atualizada sobre as novidades. ;)
Bjs!


Aione 16/07/2016minha estante
Muito obrigada, Nara!! ?
Acho que, aqui, a falta de aprofundamento não foi algo negativo não, até porque o livro é pra um público mais jovem que o de "Cartas de amor aos mortos", por exemplo! Vale a pena a leitura :)
Beijos e obrigada de novo pelo carinho!!


Nara 16/07/2016minha estante




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