Meio Rei

Meio Rei Joe Abercrombie




Resenhas - Meio Rei


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Angel Sakura 26/04/2017

Resenha do Blog Eu Insisto.com.br
Eu era uma pessoa bem curiosa quanto a este autor, fazia tempo que queria ler algum de seus livros já que no meio da fantasia ele é bem conceituado. Sendo sincera eu apenas queria ler pra poder dar a minha opinião sobre o moço. Ué, eu quero falar dele também, não me julguem hahaha. E, ai meu Deus, como estou feliz de ter lido este livro, de ter conhecido esse autor e de ter tido a oportunidade de me divertir com essa leitura. Eu fiquei muito feliz com Meio Rei, especialmente porque trata sobre a guerra de poder e as desgraças que isso trás. É mais importante ser poderoso do que ser amado ou do que amar. Poder é o melhor, o melhor pra garantir uma morte rápida.

“Escolha seus inimigos com mais cuidado do que os amigos – murmurou Nada para as chamas – Eles ficarão mais tempo com você.”

Nosso protagonista é Yarvi, um muito orgulhoso príncipe que nasceu com uma mão aleijada. Ele foi tratado muito gentilmente pelos seus familiares e súditos… só que obviamente não. Ele era chamado de Meio filho e este era um dos melhores elogios. Ele está se preparando para servir ao Ministério onde deixará para trás seu berço e servirá aos deuses. Mas, um dia antes de sua prova final, seu pai e irmão são assassinados e Yarvi acaba tendo que retornar para o lugar que abandonou anos atrás. Óbvio que todos ao seu redor não estão contentes em servir um “meio-rei”, um homem que é incapaz de lutar com uma espada e um escudo ao mesmo tempo, um homem que sequer é completo. Todos estão em dúvida sobre a sua capacidade de governar Gettland, inclusive o próprio Yarvi que sempre foi mais da paz do que da guerra. A primeira missão como rei é vingar a morte de seus familiares, ele precisa começar com isso para obter a aprovação senão do seu povo, pelo menos da sua mãe.

“Uma vez, depois que o pai havia batido nele, furioso, a mãe o encontrara chorando. O tolo bate, dissera ela. O sábio sorri, observa e aprende. Depois bate.”

Mas, como problemas de menos é pouco pro nosso pobre Yarvi, ele se vê numa situação que se torna pior a cada momento e após uma traição dolorosa ele acaba afastado de seu reino sendo ele mesmo vendido como escravo. Eu editei os fatos para não dar spoiler e estou fazendo o máximo possível para não estragar as surpresas do enredo, mas preciso falar algumas coisas para que vocês entendam o quão delicioso é esse livro. Yarvi de um príncipe se torna estudante, depois de estudante se torna rei e agora de rei se torna um escravo. E a única coisa que ele pensa é que ele tem ainda missões para cumprir, que precisa se vingar e para isso precisa retornar para casa. Porém, ele se encontra em diversas situações onde a cada momento se vê incapaz de se defender com sua mão aleijada, e cada hora um novo problema surge para se somar ao anterior. Contudo, para essas situações ele tem algo que é melhor do que duas mãos capazes… seu cérebro e sua inteligência.

“O sábio espera por seu momento, mas nunca o deixa passar.”

Leia o restante da resenha no blog http://euinsisto.com.br/meio-rei-1/

site: http://euinsisto.com.br/meio-rei-1/
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Thunder Wave 22/04/2017

Resenha: Meio Rei- Joe Abercrombie
Meio Rei é o primeiro livro da trilogia Mar Despedaçado, escrita por Joe Abercrombie.

Aqui conhecemos Yarvi, filho mais novo do rei Uthrik, que nasceu com uma mão aleijada. Por conta da sua deformidade, Yarvi é menosprezado pelo pai, que o chama de meio homem, e por quase todos do reino. Quando recebe a notícia da morte de seu pai e irmão, Yarvi se vê obrigado a assumir o trono. Sem nunca ter cogitado a possibilidade de se tornar rei, o príncipe fica um pouco perdido nesse novo desafio, julgando um “meio homem” incapaz de governar.

Abercrombie narra uma história cheia de emoção, que inicialmente parece bem juvenil, mas na medida que vai avançado os acontecimentos violentos tiram essa impressão, mostrando uma grande complexidade na trama.

O autor usa de algumas reviravoltas e surpresas para desenvolver seus personagens, principalmente o protagonista e no fim da obra, já estão muito mais amadurecidos, dando uma lição de moral sobre desenvolvimento, além de falar também de honra e comprometimento.

site: https://www.thunderwave.com.br/resenha-meio-rei-joe-abercrombie/
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Na Nossa Estante 09/04/2017

Meio Rei
Fantasia é um dos meus gêneros favoritos e dificilmente eu fico saturada. Claro que existem aqueles velhos clichês, mas vez ou outra aparece uma que me surpreende. E foi isso que aconteceu com Meio Rei: nunca vi uma pessoa que pulou bonito a fila da sorte como Yarvi.

Yarvi, segundo filho do rei Uthrik, nasceu com uma deformidade na mão esquerda. E logo aí já começa o eterno 7x1 na vida do menino. Quando seu pai e irmãos são assassinados, Yarvi é obrigado a assumir o papel de rei - um papel que ele nem queria, já que estava estudando para ser ministro.

Ao sair em busca de vingança pela morte do pai e do irmão, ele é traído pelos seus de confiança. Mal conseguindo sobreviver depois desse ataque, Yarvi promete a si mesmo que irá vingar a morte de sua família e trazer justiça a todos aqueles que lhe tiraram o Trono Negro, nem que seja preciso fazer isso com suas próprias mãos.

Como falei no começo, Yarvi pulou a fila da sorte legal. É uma desgraça atrás da outra na vida do menino que eu fico pensando o que será que ele fez nas vidas passadas para merecer isso. Quando se acha que finalmente vai ficar tudo bem, lá começa tudo de novo. Mas será que Yarvi mereceu tudo isso na vida?

Merecer não mereceu, mas toda a jornada que ele passou, desde a sua tentativa de assassinato até tentar recobrar o que é seu de direito fez com que o personagem visse que, na vida, nada é fácil e de graça e ser rei é mais que sentar no trono e ter uma coroa bacana na cabeça. Durante toda a história, vemos Yarvi tomar na cara toda hora e é difícil não se apegar e torcer por ele. Todos esses obstáculos ajudam no crescimento do personagem e evitam que ele se torne um Joffrey Baratheon (Game of Thrones) da vida.

Os personagens secundários são pontos positivos na história. Yarvi faz alguns amigos pelos caminhos, que ajudam na formação do seu caráter. O bacana é que também somos apresentados às suas histórias e eles foram muito bem aproveitados.

O livro, no geral, tem uma narração um tanto rápida, mas nem por isso é superficial. A narração é bem ágil em certos momentos, em outros um tanto parado (que é quando nos iludimos que algo vai dar certo da vida de Yarvi), mas nem por isso deixa de ser uma leitura que te envolve do começo ao fim.

Esse foi o meu primeiro contato com histórias do Joe. Sempre vi muitos comentários positivos, mas até agora não havia conferido suas obras. Meio Rei cumpriu muito bem seu papel ao apresentar uma nova trilogia. Fechei o livro já querendo começar a ler Meio Mundo.


site: http://www.oquetemnanossaestante.com.br/2017/03/meio-rei-resenha-literaria.html
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Isadora 03/04/2017

Excelente
Achei esse livro excelente, muito bem escrito.

É uma aventura medieval, num estilo jovem adulto, com uma linguagem mais leve.

Achei a trama muito boa, os personagens bem cativantes e a aventura de tirar o fôlego. A reviravolta que acontece nas últimas páginas não foi nenhuma surpresa para mim, porque eu já tinha adivinhado antes de acontecer.

A capa desse livro é incrível! Comecei a ler principalmente por ela, mas depois continuei pela história.

Recomendadissimo!
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Luiza Helena (@balaiodebabados) 31/03/2017

Originalmente postada em http://www.oquetemnanossaestante.com.br/
Fantasia é um dos meus gêneros favoritos e dificilmente eu fico saturada. Claro que existem aqueles velhos clichês, mas vez ou outra aparece uma que me surpreende. E foi isso que aconteceu com Meio Rei: nunca vi uma pessoa que pulou bonito a fila da sorte como Yarvi.

Yarvi, segundo filho do rei Uthrik, nasceu com uma deformidade na mão esquerda. E logo aí já começa o eterno 7x1 na vida do menino. Quando seu pai e irmãos são assassinados, Yarvi é obrigado a assumir o papel de rei - um papel que ele nem queria, já que estava estudando para ser ministro.

Ao sair em busca de vingança pela morte do pai e do irmão, ele é traído pelos seus de confiança. Mal conseguindo sobreviver depois desse ataque, Yarvi promete a si mesmo que irá vingar a morte de sua família e trazer justiça a todos aqueles que lhe tiraram o Trono Negro, nem que seja preciso fazer isso com suas próprias mãos.

Como falei no começo, Yarvi pulou a fila da sorte legal. É uma desgraça atrás da outra na vida do menino que eu fico pensando o que será que ele fez nas vidas passadas para merecer isso. Quando se acha que finalmente vai ficar tudo bem, lá começa tudo de novo. Mas será que Yarvi mereceu tudo isso na vida?

Merecer não mereceu, mas toda a jornada que ele passou, desde a sua tentativa de assassinato até tentar recobrar o que é seu de direito fez com que o personagem visse que, na vida, nada é fácil e de graça e ser rei é mais que sentar no trono e ter uma coroa bacana na cabeça. Durante toda a história, vemos Yarvi tomar na cara toda hora e é difícil não se apegar e torcer por ele. Todos esses obstáculos ajudam no crescimento do personagem e evitam que ele se torne um Joffrey Baratheon (Game of Thrones) da vida.

Os personagens secundários são pontos positivos na história. Yarvi faz alguns amigos pelos caminhos, que ajudam na formação do seu caráter. O bacana é que também somos apresentados às suas histórias e eles foram muito bem aproveitados.

O livro, no geral, tem uma narração um tanto rápida, mas nem por isso é superficial. A narração é bem ágil em certos momentos, em outros um tanto parado (que é quando nos iludimos que algo vai dar certo da vida de Yarvi), mas nem por isso deixa de ser uma leitura que te envolve do começo ao fim.

Esse foi o meu primeiro contato com histórias do Joe. Sempre vi muitos comentários positivos, mas até agora não havia conferido suas obras. Meio Rei cumpriu muito bem seu papel ao apresentar uma nova trilogia. Fechei o livro já querendo começar a ler Meio Mundo.

Leia mais resenhas em http://www.oquetemnanossaestante.com.br/

site: http://www.oquetemnanossaestante.com.br/2017/03/meio-rei-resenha-literaria.html
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Juniorlima 27/03/2017

Existe uma categoria de livros normalmente relegados a segundo plano chamados young adult. Eu mesmo costumava ignorar título com esse "rótulo". Mas Meio Rei não foi apenas uma agradável surpresa. O nome de Joe Abercrombie tem peso e agrega qualidade. A saga de Yarvi é repleta de dor e sofrimento mas o conduz numa jornada de redenção. E que final incrível! Que gancho perfeito para a continuação! Ansioso por Meio Mundo e Meia Guerra!
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Carol 14/03/2017

Maravilhoso!
Impressionada. Acho que é essa a palavra mais adequada para explicar como me sinto depois de ler esse primeiro livro da série Mar Despedaçado. Juro que comecei sem esperar muito dele, e a medida que as páginas iam passando eu entendi a grandiosidade do que o autor estava criando aqui. E amei.

Yarvi é um príncipe. Nasceu com uma deficiência em uma das mãos e sempre foi deixado de lado na família por causa disso. Até que o pai e o irmão mais velho morrem em um ataque inimigo, e Yarvi passa de meio príncipe para meio rei. (o meio como referência a ser fisicamente incompleto)

Imagina que você nunca cogitou a possibilidade de se tornar rei, e do dia para a noite cai em cima de um trono que nunca quis. O coitado está perdido e sem saber como lidar com a pressão em cima dele. Acaba virando marionete da mãe e do tio. O tipo de joguete político tão comum nesse tipo de história quando alguém que não deveria assumir um trono acaba assumindo.

E quando Yarvi é traído e dado como morto, é que a trajetória de sofrimento do garoto começa. A típica jornada do herói. O impressionante para mim foi ver como ela acontece de forma tão incrível em poucas páginas. Tudo nessa fantasia de Abercrombie me agradou. Desde o protagonista e o lugar no qual ele se enxerga no mundo, e como isso muda com os acontecimentos da vida dele, até os relacionamentos com os coadjuvantes, que crescem de maneira certa, criando laços de lealdade que jamais ele teria sendo um rei.

O autor vai trabalhar muito com essa coisa do dever. Do dever que se tem de amar um rei só porque ele é rei, sem mais. Quando Yarvi perde o trono é que vai entender exatamente como funciona a conquista por pessoas. Como é necessário que haja uma troca para que exista sentimento fraterno entre elas.

Também adoro a forma com Yarvi trata sua deficiência, e o quanto isso também muda. Sempre essa referência a um Meio Rei, meio homem, meio tudo, e na verdade ele é completo de todas as coisas que o faz incrível.

O livro é fantástico! Tem frases de efeito maravilhosas e anotei umas três ou trinta delas. Estou realmente apaixonada por tudo o que o autor me entregou nesse livro, e o tanto de mim que deixei em cada marcação de quotes nele.

Uma fantasia leve e incrível que só precisou de pouco mais de duzentas páginas para acontecer. Muito xodó por ela, e já vou correr para ler a continuação.

site: www.terradecarol.blogspot.com
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cotonho72 10/03/2017

Ótimo!
Yarvi é o filho mais novo dentre os filhos do Rei de Gettland, Uthrik, que fica localizada na região do Mar Despedaçado, por ter nascido com uma deficiência ele é desprezado pelo pai, irmão e da maioria dos habitantes do reino, sendo considerado um meio homem e alvo de piadas, por não conseguir segurar um escudo e nem ter habilidade com a espada, longe de ser um guerreiro e um príncipe a altura do pai e do irmão.


Por esse motivo ele resolve se tornar um ministro, um conselheiro do rei, mas perto do último teste para se tornar ministro Yarvi recebe a notícia do seu tio Odem, que seu pai e irmão mais velho foram mortos em uma emboscada, desta maneira ele é obrigado a se tornar rei e durante a sua posse jura vingar a morte do seu pai Uthrik e do seu irmão Uthil.

No entanto, quando o agora rei Yarvi, foi para Amwend a primeira cidade de Vansterland cujo rei era o traidor Grom-gil-Gorm, ele acaba sendo vítima de uma terrível traição, logo acaba preso e vendido como escravo. Agora para conseguir cumprir o juramento que acabara de fazer, Yarvi terá que usar de toda a sua inteligência para sobreviver aos perigos que irá enfrentar; buscar forças e respeito que pensava que não tinha e claro contar com um pouco de sorte e conquistar amigos improváveis.



“Um rei deve vencer. O resto é insignificante.” página 25.

“O sábio espera por seu momento, mas nunca o deixa passar.” Página 110.



Novamente com maestria o autor Joe Abercrombie nos presenteia com uma história incrível, Yarvi é um herói improvável, não só pela sua deficiência, mas pela falta de experiência, pois nunca treinou para ser um príncipe guerreiro, tendo o respeito que lhe é devido, mas no decorrer da história ele vai se fortalecendo e se distanciando do inofensivo príncipe, apesar de que muitas das vezes não acreditar em si próprio. Os demais personagens são interessantes e acabamos nos apegando a eles também.
“Talvez você precise de duas mãos para lutar contra alguém, mas só de uma para dar uma facada nas costas.” página 192.



O livro é narrado em terceira e a leitura flui bem, onde mistérios, traições, vingança, violência não faltam, longe de se comparar com a trilogia A Primeira Lei, mas com certeza vale demais a leitura, para os fãs do gênero um livro imperdível, que venham as continuações Meio Mundo e Meia Guerra.



“Escolha seus inimigos com mais cuidado do que os amigos – murmurou Nada para as chamas – Eles ficarão mais tempo com você.” Página 195.

site: http://devoradordeletras.blogspot.com.br
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Mundo de Tinta 01/03/2017

Meio Rei
Príncipe Yarvi concluía sua preparação para o teste de ministro que lhe daria a entrada definitiva para o Ministério e o alívio de renunciar seu direito de nascença, quando foi surpreendido pela notícia de que era o novo rei.
Desde seu nascimento, com uma malformação congênita na mão esquerda, Yarvi apesar de ser príncipe, era discriminado por todos, desde seu pai, irmão e veladamente por sua mãe. Apesar da fúria e vergonha que sentia a cada vez que era chamado de 'meio filho', isso não o impediu de investir no que fazia de melhor: pensar. Dono de uma inteligência incomum, Yarvi se preparava para ser um ministro e auxiliar o rei no que fosse necessário, sempre em busca do bem maior e pelo menor mal.
Após sua coroação o rei Yarvi parte para o confronto com o suposto assassino do seu pai e irmão, mas chegando lá sofre sua primeira traição. Contando com a sorte, Yarvi sobrevive, mas é resgatado pelos inimigos, que não sabendo sua verdadeira identidade, o vendem como escravo.
A partir daí Yarvi só poderá contar com a sua mente perspicaz e observadora associada ao treinamento para o Ministério.
A trama é muito boa, cheia de altos e baixos e muitas surpresas. Yarvi se mostra muito mais resistente do que realmente aparentava; empático, logo consegue reunir um pequeno e distinto grupo para auxiliá-lo no seu retorno para casa.
Chegando lá... aí sim a ação começa!! Diferente do final da trilogia A primeira lei (que não superei até hoje), em Meio rei o final é coerente e formidável!! Estou quase ficando de bem com o Joe outra vez...
A diagramação da Arqueiro continua impecável e a capa com detalhes metalizados ficou linda! Super indico para leitores jovens e para os iniciantes em fantasia, Meio rei prova que um livro não precisa ser gigante para ser excelente!

Esta e outras resenhas estão no Blog Mundo de Tinta, visite-nos!

site: http://blogmundodetinta.blogspot.com.br/2016/10/resenha-de-tinta-meio-rei.html#more
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Joao.Felipe 11/02/2017

Leitura fluída e divertida.
O autor tem uma ótima escrita, não perde tempo explicando coisas desnecessários, o livro é uma aventura divertida e bem contada.

As reviravoltas do livro são mt legais, dando um "UP" no mesmo, o final é inesperado, o que é ótimo num livro que parece se desenhar mt certinho, mas faltou mais carisma no perdonagem principal, embora o msm seja um bom personagem e o autos terá a oportunidade de fazê-lo e evoluir no próximo livro!
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Will 03/02/2017

Meio Rei
Toda a resenha sem spoiler se encontra abaixo!


http://bastidoresdocerebro.com.br/2017/02/03/analise-literaria-meio-rei/
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LOHS 02/02/2017

#LOHS: Camis - uma leitora inteira
Meio Rei é o primeiro livro de uma das trilogias de Joe Abercrombie, esta denominada Mar Despedaçado. Esse autor se destaca no meio da literatura fantástica, especificamente no subgênero dark fantasy, e seus livros sempre são muito bem resenhados e indicados em diversos blogs, bem como plataformas de leitura, como o Skoob ou o Goodreads. Sem dúvida que o anseio por ler uma obra dele já havia me tocado há tempos, e jaz em minha estante sua outra trilogia publicada também pela Editora Arqueiro, A Primeira Lei, cujos livros já estavam em meu cronograma de leituras para 2016. Mas surgiu a oportunidade de ler Meio Rei, um lançamento, e a agarrei de primeira. Não me arrependi.

Neste primeiro volume, somos apresentados ao protagonista, Yarvi, príncipe de Gettland, um dos reinos situados no Mar Despedaçado. O jovem não é o príncipe herdeiro, para alegria de seus pais, pois Yarvi nasceu com uma deficiência. Uma de suas mãos sofreu uma malformação e é deformada. Incapaz de portar armas com a mesma eficiência do irmão mais velho, herdeiro e orgulho do pai, o jovem caçula ansiava por seu destino se tornando aprendiz de ministro, um dia herdando o cargo e podendo ser então conselheiro do rei. Mas o destino é implacável, é o que dizem.

A vida do tímido e estudioso príncipe muda quando seu pai e seu irmão são assassinados em uma emboscada. E Yarvi deve assumir o trono, toda a responsabilidade de um rei, o casamento que foi prometido ao irmão, e o peso de ser deficiente em um mundo onde se preza a aparência e as habilidades em batalha, algo que de fato ele não possui. Ao assumir o trono, relutante, ele jura para si mesmo que um dia vingará a morte de seu pai e irmão. E mais uma vez as coisas não saem como o planejado para o novo rei, pois ele é traído por uma das pessoas que mais ama e confia. Traído e jogado no mundo, ele passa de rei de Gettland para um escravo. Isso mesmo, um escravo. E as provações do príncipe que se torna rei e perde seu trono estão apenas começando.

"- É a sina do povo baixo sentir fome. Não aprendeu nada com a Rainha Dourada de Gettland, a sábia e linda Laithlin? Por que matar o que você pode vender? Prendam-no pelo pescoço e ponham-no com os outros."

No imenso Mar Despedaçado, Yarvi será testado, sofrerá diversas provações e aprenderá muitas coisas com o sofrimento que o aguarda. Uma delas é que pode não ter as duas mãos, não pode lutar como os outros, mas passou a vida entre os livros. Seu conhecimento e sua astúcia ninguém poderão tirar dele agora. E nós, leitores, acompanharemos a trajetória e o desejo de vingança do jovem traído. E seu desejo o moverá contra seus traidores, rumo ao trono de Gettland, que é seu por direito. Rumo ao reencontro de sua mãe e sua princesa prometida, e sua vingança pela morte do pai, do irmão, e de certa forma, de si mesmo.

"Uma vez, depois que o pai havia batido nele, furioso, a mãe o encontrara chorando. O tolo bate, dissera ela. O sábio sorri, observa e aprende. Depois bate."

Meio Rei foi uma agradável surpresa. Já li inúmeras fantasias e este ano me apaixonei pelo gênero dark fantasy. Adoro histórias que envolvem vingança, muita luta, muita dor, muito sofrimento, pois daí é que nascem os melhores personagens e excelentes histórias. Personagens complexos e realistas me encantam, e Yarvi é movido por sentimentos conflitantes, pelo fato de ser deficiente, rebaixado, não amado como o irmão. Um Meio Rei, de fato. E, aos poucos, seu crescimento é notado ao longo das páginas, trazendo perspectiva ao personagem, que é sem dúvidas o foco deste primeiro livro. Mesmo com ricos personagens secundários e um mundo incrível descrito pelo autor, cheio de política, religião e lendas, preferi destacar de longe a trajetória do jovem príncipe, e é exatamente sobre isso que Joe Abercrombie escreve no primeiro dos três livros.

“– Posso até ser meio-homem, mas sou capaz de fazer um juramento por inteiro.”

Os próximos volumes prometem muito ao leitor, pois Meio Rei já é cheio de agradáveis (ou não tanto) surpresas. Uma história que se inicia tranquila e nos arrebata com o passar de páginas bem escritas. Recomendadíssimo. Vale destacar também a capa maravilhosa da edição brasileira, se tornou uma das minhas favoritas! Bom, nem preciso dizer que preciso urgente do segundo volume, não é?

site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2016/07/meio-rei-mar-despedacado-01.html
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Mix 01/02/2017

Meio Rei é o primeiro volume da série Mar Despedaçado do autor bem cotado Joe Abercrombie. Assim que eu vi esse lançamento logo comecei a desejar. No começo da minha leitura achei a história meio lenta e até chata, quase desisti. Porém insisti, afinal é Joe Abercrombie, e ainda bem que fiz isso, pois a história é incrível. Eu adoro livros nesse estilo, não sei se eu que venho lendo muitas coisas do gênero um atrás do outro e por isso me senti entediada no começo, mas a história evolui de tal forma que terminei pedindo por mais e morta de curiosidade!

Meio Rei é uma história distópica medieval e nela conhecemos Yarvi, o mais jovem dentre os filhos do Rei de Gettland, que fica no Mar Despedaçado (nome da trilogia).

Yarvi é um personagem que inicialmente não me conquista.. Porém à medida que ele vai passando momentos difíceis ele vai crescendo e se tornando o herói que espero ver no final dessa trilogia. Ele nasceu deficiente e com isso acabou sendo um pouco desprezado e desacreditado como homem, sendo considerado incapaz para diversas atividades e desprezado pelo seu próprio pai, já que não poderia exercer as funções esperadas de um príncipe e guerreiro; isso acaba levando ele a se tornar conselheiro do Rei. Porém quando seu pai e irmão são mortos ele assume o reinado e jura vingança, mas também é traído e deixado à própria sorte no deserto para morrer.
Ele é vendido como escravo e passa o pão que o diabo amassou, mas o que o mantém sempre em frente é sua sede implacável por vingança e por se mostrar alguém respeitável e capaz. Muitas serão suas batalhas e o objetivo permanece o mesmo!

A história é narrada em terceira pessoa e fiquei feliz em ver o crescimento da trama conforme ia virando as páginas. O fato de o protagonista ter uma deficiência e não ser o príncipe "perfeito" que se espera, também é muito interessante, já que dessa forma termos um Yarvi mais falho e "humano" que faz merda, pensa besteiras e não é tão otimista quanto heróis costumam ser! A história em si não tem nada de lenta no final das contas, é fluída, com muita ação, intrigas e até mesmo violência.

Que venha o próximo!

site: http://www.mixliterario.com/2016/06/resenha-meio-rei-mar-despedacado-1-joe.html
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ELB 31/01/2017

Every Little Book
Senta que lá vem resenha de um livro Ma-ra-vi-lho-soo!



O mundo encantador de Yarvi é cenário de uma das melhores fantasias medievais que li nos últimos tempos. Dividida em países governados por monarquias, essa história parecia ser mais uma das muitas semelhantes que já li. Mas não, é muito mais.

Yarvi é o segundo filho do rei de Gettland, mas sempre viveu à sombra de todo reino por ter nascido deficiente. Uma de suas mãos tem uma má formação e, por isso, jamais poderia ser o guerreiro que espera-se que um príncipe se torne. E não apenas por isso, Yarvi é um garoto pacífico, que apenas deseja ser um ministro, um estudioso que abdica do casamento e da posição na corte para dedicar-se a ajudar as pessoas e a cultivar a paz. Era o que ele mais queria, não aguentava mais viver sob o escárnio de uma família que o desprezava e fazia de sua deficiência um motivo para excluí-lo e humilhá-lo.
“E a mente ágil, empatia e força. Só que é o tipo de força que faz um grande ministro, não um grande rei. Você foi tocado pelo Pai Paz, Yarvi. Lembre-se sempre: os homens fortes são muitos; os sábios são poucos.”
Entretanto, uma reviravolta acaba com todos os planos de Yarvi...

Quando chega a notícia que seu pai e seu irmão tinham sido assassinados, ele é forçado a sentar no trono como o novo rei de Gettland. E agora? Ele nunca quis ser rei, e nem sabe o significado de ser um. Não é um guerreiro, não entende de guerras, só queria viver sua vida em paz como um ministro...

Mas, Yarvi, é, acima de tudo, muito inteligente. Ele vai conseguir decifrar uma maneira de viver essa nova vida da melhor maneira possível, apesar das circunstâncias. Ele tem a mãe para ajudá-lo. Laithlin, a rainha dourada, é uma mulher extremamente inteligente, que governou Gettland de uma maneira jamais vista. Expert nos negócios da corte, ela é conhecida além do mar despedaçado. Certamente é uma poderosa aliada para Yarvi, mesmo nunca tendo tratado-o como o irmão. Os tios de Yarvi também ajudarão, seja nos conselhos de guerra ou na vida da corte. Ele via um de seus tios, Odem, mais como pai do que o seu próprio, pois sempre o tratou bem e com carinho. Tudo daria certo.

Não, não daria. Porque muita coisa ainda vem por aí na vida de Yarvi, e as coisas não são como ele pensa. Acontece que o assassinato de seu pai e seu irmão pode ser parte de um grande esquema político, e ele é apenas mais uma peça do quebra-cabeça.
“– Quando se está no inferno – murmurou Yarvi –, só um demônio pode apontar a saída.”
Uma grande jornada o aguarda, e o que parecia ser mais uma história de um menino que assume o trono de um reino contra a sua vontade, se mostrou uma grande história de um menino que descobre ser muito mais que isso, e passa por muitos desafios que o ajudam a descobrir quem realmente é e o que quer da vida.

Muitas aventuras, muitas lutas e desafios que ele jamais imaginou enfrentar aguardam Yarvi. Embarquem com ele nessa viagem!



Esse foi um livro nada menos que surpreendente. Não esperava e ainda estou de boca aberta, sério!

Pode parecer que contei muito sobre a história, mas, na verdade, isso é bem o iniciozinho. Não posso revelar nadinha sem dar spoiler, porque os eventos que seguem a coroação de Yarvi são de cair o queixo =O
Só posso dizer que é uma baita reviravolta para o que eu achei que seria uma história calma. Ah, estava super enganada.
“Talvez você precise de duas mãos para lutar contra alguém, mas só de uma para dar uma facada nas costas."
É cheio, muito cheio de aventuras e acontecimentos e descobertas. O tempo todo torcemos muito para Yarvi. Não vou negar que ele passa por momentos super difíceis, cruéis até. E quando eu achava que o menino ia fraquejar, ele me surpreendia.

Gostei muito desse personagem. A inserção da deficiência em um mundo medieval e num integrante da família real foi um quê a mais, e foi muito bem abordada. Ele não tem aquelas crises de vitimismo e encara sempre tudo de uma maneira sagaz e até um pouco ácida. Dá para entender a raiva que ele acumulou, com todo mundo desprezando-o e menosprezando-o.

A escrita de Abercrombie é bem profunda. O livro tem várias frases de efeito que te fazem pensar. Por tudo isso que eu já falei sobre a história, não classificaria o livro como YA. É bem mais maduro do que eu esperava e adoro ser surpreendida.

Gostaria muito de comentar com vocês sobre os personagens que conhecemos, mas qualquer coisinha seria um baita spoiler rs. Só digo isso: aparecem pessoas diferentes e fenomenais na vida de Yarvi, com quem ele irá aprender muito e se identificará de uma maneira que sua própria família jamais o alcançou. Tem guerreiros, escravos, marujos e uma revelação que virará tudo se cabeça para baixo.

Meio rei é um livro encantador para quem gosta de fantasia. Recheado de aventuras e descobertas, é uma excelente dica para quem quer curtir uma boa história e viajar sem sair do lugar!

“Não pareciam mortos.
Apenas muito pálidos, deitados em lajes geladas na sala fria, as mortalhas puxadas até as axilas e as espadas nuas reluzindo no peito. Yarvi ficou esperando que a boca do irmão estremecesse no sono. Que os olhos do pai se abrissem para encontrar os dele com aquele desprezo familiar. Mas isso não aconteceu. Nunca mais aconteceria.
A Morte havia aberto a Última Porta para eles, e desse portal ninguém retornava.”

site: http://www.everylittlebook.com.br/2016/09/resenha-meio-rei-joe-abercrombie.html
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CuraLeitura 31/01/2017

Um história incomun
Nesse livro vamos conhecer Yarvi, filho do rei de Gettland Uthrik, que nasceu com uma deformidade na mão esquerda.

Considerado fraco por todos principalmente por seu pai, Yarvi decide estudar para ser ministro do rei onde seu papel seria curar e aconselhar, já que ele não era capaz de brandir uma espada.
Porém tudo muda quando em uma certa noite, o jovem recebe a notícia que seu pai e o seu irmão mais velho foram assassinados, e que ele agora deveria assumir o trono.

"– O que foi? – perguntou Yarvi, a garganta apertada de medo.
Seu tio se ajoelhou, apoiando as mãos na palha oleosa. Baixou a cabeça e sussurrou apenas duas palavras, com a voz rouca: – Meu rei.
E Yarvi soube que seu pai e seu irmão estavam mortos."

Assim Yarvi como rei faz um juramento: Vingar a morte de seu pai e irmão.

“– Posso até ser meio-homem, mas sou capaz de fazer um juramento por inteiro"

Contudo logo após assumir o trono, ele acaba sendo vítima de uma terrível traição.
Preso e vendido como escravo o garoto não aceita sua condição e vai tentar de tudo para fugir, cumprir o juramento e retomar o Trono Negro.

A sinopse foi o que despertou meu interesse no livro, desde o momento que li, sabia que essa história não seria comum.
O protagonista é com certeza o melhor personagem da trama e com o tipo de qualidade que eu mais admiro: a inteligência.
Como Yarvi não é aquele tipo de heroi que resolve tudo lutando, até porque seria impossível devido sua deficiência, a arma com a qual ele pode contar é a esperteza e sua inteligência.
Entretanto sua esperteza fica sempre mascarada pois, em uma sociedade predominatemente guerreira, Yarvi não passa de um fraco, um estorvo, uma maldição.

“O homem brande a foice e o machado, dissera o pai. O homem move o remo e ata o nó rapidamente. Acima de tudo, o homem segura o escudo. O homem sustenta a linha de combate. O homem permanece ao lado de seu braço direito. Que tipo de homem é incapaz de fazer qualquer uma dessas coisas?
Eu não pedi para ter meia mão, retrucara Yarvi, encurralado onde se encontrava com frequência, no terreno estéril entre a vergonha e a fúria.
Eu não pedi para ter meio filho.”

No livro temos contato com personagens secundários, criamos até uma empatia com eles, porém eles não são tão bem trabalhados decorrente a urgência na narrativa.
Falando em narrativao livro é contado por Yarvi, e como a obra gira em torno dele vemos poucas descrições de lugares e detalhes, mas sem cair a qualidade da história.
O livro como um todo é bom, a história é diferente e o personagem me conquistou de cara. O único ponto negativo foi que os acontecimentos foram previsíveis, tanto que antes da resolução da história eu ja sabis o que iria acontecer.
Meio Rei é o primeiro livro da trilogia Mar Despedaçado, mas a obra encerra neste mesmo volume já que o segundo, Meio Mundo trás outro protagonista e Yarvi em um papel secundário.
Apesar de não ter amado a história, Meio Rei é uma obra que vale a pena conhecer e confesso que estou com expectativas quanto ao segundo volume.

site: http://www.curaleitura.com.br/
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