Meio Rei

Meio Rei Joe Abercrombie




Resenhas - Meio Rei


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Juniorlima 27/03/2017

Existe uma categoria de livros normalmente relegados a segundo plano chamados young adult. Eu mesmo costumava ignorar título com esse "rótulo". Mas Meio Rei não foi apenas uma agradável surpresa. O nome de Joe Abercrombie tem peso e agrega qualidade. A saga de Yarvi é repleta de dor e sofrimento mas o conduz numa jornada de redenção. E que final incrível! Que gancho perfeito para a continuação! Ansioso por Meio Mundo e Meia Guerra!
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Carol 14/03/2017

Maravilhoso!
Impressionada. Acho que é essa a palavra mais adequada para explicar como me sinto depois de ler esse primeiro livro da série Mar Despedaçado. Juro que comecei sem esperar muito dele, e a medida que as páginas iam passando eu entendi a grandiosidade do que o autor estava criando aqui. E amei.

Yarvi é um príncipe. Nasceu com uma deficiência em uma das mãos e sempre foi deixado de lado na família por causa disso. Até que o pai e o irmão mais velho morrem em um ataque inimigo, e Yarvi passa de meio príncipe para meio rei. (o meio como referência a ser fisicamente incompleto)

Imagina que você nunca cogitou a possibilidade de se tornar rei, e do dia para a noite cai em cima de um trono que nunca quis. O coitado está perdido e sem saber como lidar com a pressão em cima dele. Acaba virando marionete da mãe e do tio. O tipo de joguete político tão comum nesse tipo de história quando alguém que não deveria assumir um trono acaba assumindo.

E quando Yarvi é traído e dado como morto, é que a trajetória de sofrimento do garoto começa. A típica jornada do herói. O impressionante para mim foi ver como ela acontece de forma tão incrível em poucas páginas. Tudo nessa fantasia de Abercrombie me agradou. Desde o protagonista e o lugar no qual ele se enxerga no mundo, e como isso muda com os acontecimentos da vida dele, até os relacionamentos com os coadjuvantes, que crescem de maneira certa, criando laços de lealdade que jamais ele teria sendo um rei.

O autor vai trabalhar muito com essa coisa do dever. Do dever que se tem de amar um rei só porque ele é rei, sem mais. Quando Yarvi perde o trono é que vai entender exatamente como funciona a conquista por pessoas. Como é necessário que haja uma troca para que exista sentimento fraterno entre elas.

Também adoro a forma com Yarvi trata sua deficiência, e o quanto isso também muda. Sempre essa referência a um Meio Rei, meio homem, meio tudo, e na verdade ele é completo de todas as coisas que o faz incrível.

O livro é fantástico! Tem frases de efeito maravilhosas e anotei umas três ou trinta delas. Estou realmente apaixonada por tudo o que o autor me entregou nesse livro, e o tanto de mim que deixei em cada marcação de quotes nele.

Uma fantasia leve e incrível que só precisou de pouco mais de duzentas páginas para acontecer. Muito xodó por ela, e já vou correr para ler a continuação.

site: www.terradecarol.blogspot.com
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cotonho72 10/03/2017

Ótimo!
Yarvi é o filho mais novo dentre os filhos do Rei de Gettland, Uthrik, que fica localizada na região do Mar Despedaçado, por ter nascido com uma deficiência ele é desprezado pelo pai, irmão e da maioria dos habitantes do reino, sendo considerado um meio homem e alvo de piadas, por não conseguir segurar um escudo e nem ter habilidade com a espada, longe de ser um guerreiro e um príncipe a altura do pai e do irmão.


Por esse motivo ele resolve se tornar um ministro, um conselheiro do rei, mas perto do último teste para se tornar ministro Yarvi recebe a notícia do seu tio Odem, que seu pai e irmão mais velho foram mortos em uma emboscada, desta maneira ele é obrigado a se tornar rei e durante a sua posse jura vingar a morte do seu pai Uthrik e do seu irmão Uthil.

No entanto, quando o agora rei Yarvi, foi para Amwend a primeira cidade de Vansterland cujo rei era o traidor Grom-gil-Gorm, ele acaba sendo vítima de uma terrível traição, logo acaba preso e vendido como escravo. Agora para conseguir cumprir o juramento que acabara de fazer, Yarvi terá que usar de toda a sua inteligência para sobreviver aos perigos que irá enfrentar; buscar forças e respeito que pensava que não tinha e claro contar com um pouco de sorte e conquistar amigos improváveis.



“Um rei deve vencer. O resto é insignificante.” página 25.

“O sábio espera por seu momento, mas nunca o deixa passar.” Página 110.



Novamente com maestria o autor Joe Abercrombie nos presenteia com uma história incrível, Yarvi é um herói improvável, não só pela sua deficiência, mas pela falta de experiência, pois nunca treinou para ser um príncipe guerreiro, tendo o respeito que lhe é devido, mas no decorrer da história ele vai se fortalecendo e se distanciando do inofensivo príncipe, apesar de que muitas das vezes não acreditar em si próprio. Os demais personagens são interessantes e acabamos nos apegando a eles também.
“Talvez você precise de duas mãos para lutar contra alguém, mas só de uma para dar uma facada nas costas.” página 192.



O livro é narrado em terceira e a leitura flui bem, onde mistérios, traições, vingança, violência não faltam, longe de se comparar com a trilogia A Primeira Lei, mas com certeza vale demais a leitura, para os fãs do gênero um livro imperdível, que venham as continuações Meio Mundo e Meia Guerra.



“Escolha seus inimigos com mais cuidado do que os amigos – murmurou Nada para as chamas – Eles ficarão mais tempo com você.” Página 195.

site: http://devoradordeletras.blogspot.com.br
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Cia do Leitor 09/03/2017

Meio Rei
Princípe Yarvi nasceu com uma deficiência na mão esquerda que sempre o fez ser desprezado por todos, incluindo seu pai. Por não ser o primogênito e também para tentar fugir do mundo de guerra ao qual o seu pai e irmão tanto valorizavam e que ele próprio nunca poderia participar, Yarvi decide se tornar Ministro. Os Ministros são uns tipos de conselheiros dos reis, conhecedores de línguas e ervas, e que servem ao Pai Paz ou invés da Mãe Guerra.

"Lembre-se sempre: os homens fortes são muitos; os sábios são poucos."

E tudo parecia que iria ser do jeito que Yarvi sonhava, ele já estava acabando seus estudos e iria prestrar o teste para o Ministério, mas se isso acontecesse nós não teríamos um livro, então obviamente os planos do Yarvi foram pelas ares. Isso porque seu pai e seu irmão mais velhos foram ambos assassinados em uma emboscada, fazendo dele o novo rei do Trono Negro.

"Um idiota é escravo de sua raiva. O sábio faz da raiva sua ferramenta."

No Mar Despedaçado existem vários reis e rainhas, e também um rei Supremo. E quem assassinou o pai do Yarvi foi um rei inimigo do reino deles, conhecido por ser extremamente forte e extremamente sanguinário. Ou seja, todos esperam que Yarvi se vingue de forma exemplar do inimigo do reino. E quando digo todos, são todos mesmo, até sua mãe e tio. Yarvi no entanto não está muito empolgado com essa perspectiva, pois devido a mão deficiente ele nunca fez nada além de passar vergonha quando participava dos treinos com os guerreiros. Como ele sempre diz, ele sempre foi um meio homem e agora seria um meio rei. Por ter sido sempre descriminado e rejeitado, Yarvi parece viver em um estado constante de ódio do mundo, o que faz com que ele seja bem sarcástico, ao menos em seus pensamentos.

"No campo de batalha não existem regras."

Mas está bem claro que não há escapatória em relação à ser rei. Assim como ele acaba aceitando herdar a noiva do irmão, ele também aceita lançar um ataque. E vai ainda mais além, ele até mesmo faz um juramento de vingar as mortes do seu pai e do seu irmão. E já que força não é uma opção para ele, Yarvi precisará contar com a sua inteligência e com as ferramentas ao seu dispor para tentar alcançar o sucesso.

"As pessoas são as melhores ferramentas do ministro."

Só que, o que já estava complicado para o lado do Yarvi fica ainda pior depois que muitas coisas não vão como ele planejava, o que todos nós já esperávamos, mas que não vou entrar em detalhes para não estragar a graça. A vida dele então sofre uma reviravolta completa e não resta para ele outra escolha a não ser crescer e se fortalecer para poder então cumprir o juramento que fez. O caminho dele será longo, árduo e sangrento, mas não lhe restará outra escolha, a não ser seguir em frente.

"O alimento do medo é a ignorância. A morte do medo é o conhecimento."

Eu não tive ainda a oportunidade de ler a trilogia A Primeira Lei, embora queira muito ler. Então fiquei super feliz quando recebi o livro da nossa parceira, a editora Arqueiro, pois finalmente iria descobrir a escrita tão elogia de Joe Abercrombie. Devo dizer que não me decepcionei. Ele criou um universo único, o que todos os fãs de fantasia amam, com povos, culturas, história, etc. A escrita dele realmente de prende e te leva rapidamente através dos capítulos, que por sinal são curtos, o que torna a leitura ainda mais rápida. Não posso também deixar de falar sobre os personagens, e não há forma melhor de descrevê-los do que dizer que eles são humanos, para o bem ou para o mal, que me emocionaram em diversos momentos, e que também me fizeram rir muito. Não existem personagens rasos nessa trama, todos contribuem para que essa estória seja tão maravilhosa.

"O tolo bate. O sábio sorri, observa e aprende. Depois bate."

E como não poderia deixar de ser, o meu livro acabou cheio de post-it por causa das frases de impacto. Eu dei 5 estrelas e estou super empolgada pelo segundo depois de ler o primeiro capítulo que já está no final desse. Mal posso esperar para desbravar ainda mais o Mar Despedaçado. Sem dúvidas eu recomendo esse livro, ainda mais se você for fã de literatura fantástica.

"Escolha seus inimigos com mais cuidado do que os amigos. Eles ficarão mais tempo com você."

Resenha de Patrícia Paiva, no blog Cia do Leitor

site: http://www.ciadoleitor.com/2016/06/resenha-meio-rei-de-joe-abercrombie.html
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Mundo de Tinta 01/03/2017

Meio Rei
Príncipe Yarvi concluía sua preparação para o teste de ministro que lhe daria a entrada definitiva para o Ministério e o alívio de renunciar seu direito de nascença, quando foi surpreendido pela notícia de que era o novo rei.
Desde seu nascimento, com uma malformação congênita na mão esquerda, Yarvi apesar de ser príncipe, era discriminado por todos, desde seu pai, irmão e veladamente por sua mãe. Apesar da fúria e vergonha que sentia a cada vez que era chamado de 'meio filho', isso não o impediu de investir no que fazia de melhor: pensar. Dono de uma inteligência incomum, Yarvi se preparava para ser um ministro e auxiliar o rei no que fosse necessário, sempre em busca do bem maior e pelo menor mal.
Após sua coroação o rei Yarvi parte para o confronto com o suposto assassino do seu pai e irmão, mas chegando lá sofre sua primeira traição. Contando com a sorte, Yarvi sobrevive, mas é resgatado pelos inimigos, que não sabendo sua verdadeira identidade, o vendem como escravo.
A partir daí Yarvi só poderá contar com a sua mente perspicaz e observadora associada ao treinamento para o Ministério.
A trama é muito boa, cheia de altos e baixos e muitas surpresas. Yarvi se mostra muito mais resistente do que realmente aparentava; empático, logo consegue reunir um pequeno e distinto grupo para auxiliá-lo no seu retorno para casa.
Chegando lá... aí sim a ação começa!! Diferente do final da trilogia A primeira lei (que não superei até hoje), em Meio rei o final é coerente e formidável!! Estou quase ficando de bem com o Joe outra vez...
A diagramação da Arqueiro continua impecável e a capa com detalhes metalizados ficou linda! Super indico para leitores jovens e para os iniciantes em fantasia, Meio rei prova que um livro não precisa ser gigante para ser excelente!

Esta e outras resenhas estão no Blog Mundo de Tinta, visite-nos!

site: http://blogmundodetinta.blogspot.com.br/2016/10/resenha-de-tinta-meio-rei.html#more
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Joao.Felipe 11/02/2017

Leitura fluída e divertida.
O autor tem uma ótima escrita, não perde tempo explicando coisas desnecessários, o livro é uma aventura divertida e bem contada.

As reviravoltas do livro são mt legais, dando um "UP" no mesmo, o final é inesperado, o que é ótimo num livro que parece se desenhar mt certinho, mas faltou mais carisma no perdonagem principal, embora o msm seja um bom personagem e o autos terá a oportunidade de fazê-lo e evoluir no próximo livro!
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Will 03/02/2017

Meio Rei
Toda a resenha sem spoiler se encontra abaixo!


http://bastidoresdocerebro.com.br/2017/02/03/analise-literaria-meio-rei/
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LOHS 02/02/2017

#LOHS: Camis - uma leitora inteira
Meio Rei é o primeiro livro de uma das trilogias de Joe Abercrombie, esta denominada Mar Despedaçado. Esse autor se destaca no meio da literatura fantástica, especificamente no subgênero dark fantasy, e seus livros sempre são muito bem resenhados e indicados em diversos blogs, bem como plataformas de leitura, como o Skoob ou o Goodreads. Sem dúvida que o anseio por ler uma obra dele já havia me tocado há tempos, e jaz em minha estante sua outra trilogia publicada também pela Editora Arqueiro, A Primeira Lei, cujos livros já estavam em meu cronograma de leituras para 2016. Mas surgiu a oportunidade de ler Meio Rei, um lançamento, e a agarrei de primeira. Não me arrependi.

Neste primeiro volume, somos apresentados ao protagonista, Yarvi, príncipe de Gettland, um dos reinos situados no Mar Despedaçado. O jovem não é o príncipe herdeiro, para alegria de seus pais, pois Yarvi nasceu com uma deficiência. Uma de suas mãos sofreu uma malformação e é deformada. Incapaz de portar armas com a mesma eficiência do irmão mais velho, herdeiro e orgulho do pai, o jovem caçula ansiava por seu destino se tornando aprendiz de ministro, um dia herdando o cargo e podendo ser então conselheiro do rei. Mas o destino é implacável, é o que dizem.

A vida do tímido e estudioso príncipe muda quando seu pai e seu irmão são assassinados em uma emboscada. E Yarvi deve assumir o trono, toda a responsabilidade de um rei, o casamento que foi prometido ao irmão, e o peso de ser deficiente em um mundo onde se preza a aparência e as habilidades em batalha, algo que de fato ele não possui. Ao assumir o trono, relutante, ele jura para si mesmo que um dia vingará a morte de seu pai e irmão. E mais uma vez as coisas não saem como o planejado para o novo rei, pois ele é traído por uma das pessoas que mais ama e confia. Traído e jogado no mundo, ele passa de rei de Gettland para um escravo. Isso mesmo, um escravo. E as provações do príncipe que se torna rei e perde seu trono estão apenas começando.

"- É a sina do povo baixo sentir fome. Não aprendeu nada com a Rainha Dourada de Gettland, a sábia e linda Laithlin? Por que matar o que você pode vender? Prendam-no pelo pescoço e ponham-no com os outros."

No imenso Mar Despedaçado, Yarvi será testado, sofrerá diversas provações e aprenderá muitas coisas com o sofrimento que o aguarda. Uma delas é que pode não ter as duas mãos, não pode lutar como os outros, mas passou a vida entre os livros. Seu conhecimento e sua astúcia ninguém poderão tirar dele agora. E nós, leitores, acompanharemos a trajetória e o desejo de vingança do jovem traído. E seu desejo o moverá contra seus traidores, rumo ao trono de Gettland, que é seu por direito. Rumo ao reencontro de sua mãe e sua princesa prometida, e sua vingança pela morte do pai, do irmão, e de certa forma, de si mesmo.

"Uma vez, depois que o pai havia batido nele, furioso, a mãe o encontrara chorando. O tolo bate, dissera ela. O sábio sorri, observa e aprende. Depois bate."

Meio Rei foi uma agradável surpresa. Já li inúmeras fantasias e este ano me apaixonei pelo gênero dark fantasy. Adoro histórias que envolvem vingança, muita luta, muita dor, muito sofrimento, pois daí é que nascem os melhores personagens e excelentes histórias. Personagens complexos e realistas me encantam, e Yarvi é movido por sentimentos conflitantes, pelo fato de ser deficiente, rebaixado, não amado como o irmão. Um Meio Rei, de fato. E, aos poucos, seu crescimento é notado ao longo das páginas, trazendo perspectiva ao personagem, que é sem dúvidas o foco deste primeiro livro. Mesmo com ricos personagens secundários e um mundo incrível descrito pelo autor, cheio de política, religião e lendas, preferi destacar de longe a trajetória do jovem príncipe, e é exatamente sobre isso que Joe Abercrombie escreve no primeiro dos três livros.

“– Posso até ser meio-homem, mas sou capaz de fazer um juramento por inteiro.”

Os próximos volumes prometem muito ao leitor, pois Meio Rei já é cheio de agradáveis (ou não tanto) surpresas. Uma história que se inicia tranquila e nos arrebata com o passar de páginas bem escritas. Recomendadíssimo. Vale destacar também a capa maravilhosa da edição brasileira, se tornou uma das minhas favoritas! Bom, nem preciso dizer que preciso urgente do segundo volume, não é?

site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2016/07/meio-rei-mar-despedacado-01.html
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Mix 01/02/2017

Meio Rei é o primeiro volume da série Mar Despedaçado do autor bem cotado Joe Abercrombie. Assim que eu vi esse lançamento logo comecei a desejar. No começo da minha leitura achei a história meio lenta e até chata, quase desisti. Porém insisti, afinal é Joe Abercrombie, e ainda bem que fiz isso, pois a história é incrível. Eu adoro livros nesse estilo, não sei se eu que venho lendo muitas coisas do gênero um atrás do outro e por isso me senti entediada no começo, mas a história evolui de tal forma que terminei pedindo por mais e morta de curiosidade!

Meio Rei é uma história distópica medieval e nela conhecemos Yarvi, o mais jovem dentre os filhos do Rei de Gettland, que fica no Mar Despedaçado (nome da trilogia).

Yarvi é um personagem que inicialmente não me conquista.. Porém à medida que ele vai passando momentos difíceis ele vai crescendo e se tornando o herói que espero ver no final dessa trilogia. Ele nasceu deficiente e com isso acabou sendo um pouco desprezado e desacreditado como homem, sendo considerado incapaz para diversas atividades e desprezado pelo seu próprio pai, já que não poderia exercer as funções esperadas de um príncipe e guerreiro; isso acaba levando ele a se tornar conselheiro do Rei. Porém quando seu pai e irmão são mortos ele assume o reinado e jura vingança, mas também é traído e deixado à própria sorte no deserto para morrer.
Ele é vendido como escravo e passa o pão que o diabo amassou, mas o que o mantém sempre em frente é sua sede implacável por vingança e por se mostrar alguém respeitável e capaz. Muitas serão suas batalhas e o objetivo permanece o mesmo!

A história é narrada em terceira pessoa e fiquei feliz em ver o crescimento da trama conforme ia virando as páginas. O fato de o protagonista ter uma deficiência e não ser o príncipe "perfeito" que se espera, também é muito interessante, já que dessa forma termos um Yarvi mais falho e "humano" que faz merda, pensa besteiras e não é tão otimista quanto heróis costumam ser! A história em si não tem nada de lenta no final das contas, é fluída, com muita ação, intrigas e até mesmo violência.

Que venha o próximo!

site: http://www.mixliterario.com/2016/06/resenha-meio-rei-mar-despedacado-1-joe.html
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ELB 31/01/2017

Every Little Book
Senta que lá vem resenha de um livro Ma-ra-vi-lho-soo!



O mundo encantador de Yarvi é cenário de uma das melhores fantasias medievais que li nos últimos tempos. Dividida em países governados por monarquias, essa história parecia ser mais uma das muitas semelhantes que já li. Mas não, é muito mais.

Yarvi é o segundo filho do rei de Gettland, mas sempre viveu à sombra de todo reino por ter nascido deficiente. Uma de suas mãos tem uma má formação e, por isso, jamais poderia ser o guerreiro que espera-se que um príncipe se torne. E não apenas por isso, Yarvi é um garoto pacífico, que apenas deseja ser um ministro, um estudioso que abdica do casamento e da posição na corte para dedicar-se a ajudar as pessoas e a cultivar a paz. Era o que ele mais queria, não aguentava mais viver sob o escárnio de uma família que o desprezava e fazia de sua deficiência um motivo para excluí-lo e humilhá-lo.
“E a mente ágil, empatia e força. Só que é o tipo de força que faz um grande ministro, não um grande rei. Você foi tocado pelo Pai Paz, Yarvi. Lembre-se sempre: os homens fortes são muitos; os sábios são poucos.”
Entretanto, uma reviravolta acaba com todos os planos de Yarvi...

Quando chega a notícia que seu pai e seu irmão tinham sido assassinados, ele é forçado a sentar no trono como o novo rei de Gettland. E agora? Ele nunca quis ser rei, e nem sabe o significado de ser um. Não é um guerreiro, não entende de guerras, só queria viver sua vida em paz como um ministro...

Mas, Yarvi, é, acima de tudo, muito inteligente. Ele vai conseguir decifrar uma maneira de viver essa nova vida da melhor maneira possível, apesar das circunstâncias. Ele tem a mãe para ajudá-lo. Laithlin, a rainha dourada, é uma mulher extremamente inteligente, que governou Gettland de uma maneira jamais vista. Expert nos negócios da corte, ela é conhecida além do mar despedaçado. Certamente é uma poderosa aliada para Yarvi, mesmo nunca tendo tratado-o como o irmão. Os tios de Yarvi também ajudarão, seja nos conselhos de guerra ou na vida da corte. Ele via um de seus tios, Odem, mais como pai do que o seu próprio, pois sempre o tratou bem e com carinho. Tudo daria certo.

Não, não daria. Porque muita coisa ainda vem por aí na vida de Yarvi, e as coisas não são como ele pensa. Acontece que o assassinato de seu pai e seu irmão pode ser parte de um grande esquema político, e ele é apenas mais uma peça do quebra-cabeça.
“– Quando se está no inferno – murmurou Yarvi –, só um demônio pode apontar a saída.”
Uma grande jornada o aguarda, e o que parecia ser mais uma história de um menino que assume o trono de um reino contra a sua vontade, se mostrou uma grande história de um menino que descobre ser muito mais que isso, e passa por muitos desafios que o ajudam a descobrir quem realmente é e o que quer da vida.

Muitas aventuras, muitas lutas e desafios que ele jamais imaginou enfrentar aguardam Yarvi. Embarquem com ele nessa viagem!



Esse foi um livro nada menos que surpreendente. Não esperava e ainda estou de boca aberta, sério!

Pode parecer que contei muito sobre a história, mas, na verdade, isso é bem o iniciozinho. Não posso revelar nadinha sem dar spoiler, porque os eventos que seguem a coroação de Yarvi são de cair o queixo =O
Só posso dizer que é uma baita reviravolta para o que eu achei que seria uma história calma. Ah, estava super enganada.
“Talvez você precise de duas mãos para lutar contra alguém, mas só de uma para dar uma facada nas costas."
É cheio, muito cheio de aventuras e acontecimentos e descobertas. O tempo todo torcemos muito para Yarvi. Não vou negar que ele passa por momentos super difíceis, cruéis até. E quando eu achava que o menino ia fraquejar, ele me surpreendia.

Gostei muito desse personagem. A inserção da deficiência em um mundo medieval e num integrante da família real foi um quê a mais, e foi muito bem abordada. Ele não tem aquelas crises de vitimismo e encara sempre tudo de uma maneira sagaz e até um pouco ácida. Dá para entender a raiva que ele acumulou, com todo mundo desprezando-o e menosprezando-o.

A escrita de Abercrombie é bem profunda. O livro tem várias frases de efeito que te fazem pensar. Por tudo isso que eu já falei sobre a história, não classificaria o livro como YA. É bem mais maduro do que eu esperava e adoro ser surpreendida.

Gostaria muito de comentar com vocês sobre os personagens que conhecemos, mas qualquer coisinha seria um baita spoiler rs. Só digo isso: aparecem pessoas diferentes e fenomenais na vida de Yarvi, com quem ele irá aprender muito e se identificará de uma maneira que sua própria família jamais o alcançou. Tem guerreiros, escravos, marujos e uma revelação que virará tudo se cabeça para baixo.

Meio rei é um livro encantador para quem gosta de fantasia. Recheado de aventuras e descobertas, é uma excelente dica para quem quer curtir uma boa história e viajar sem sair do lugar!

“Não pareciam mortos.
Apenas muito pálidos, deitados em lajes geladas na sala fria, as mortalhas puxadas até as axilas e as espadas nuas reluzindo no peito. Yarvi ficou esperando que a boca do irmão estremecesse no sono. Que os olhos do pai se abrissem para encontrar os dele com aquele desprezo familiar. Mas isso não aconteceu. Nunca mais aconteceria.
A Morte havia aberto a Última Porta para eles, e desse portal ninguém retornava.”

site: http://www.everylittlebook.com.br/2016/09/resenha-meio-rei-joe-abercrombie.html
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CuraLeitura 31/01/2017

Um história incomun
Nesse livro vamos conhecer Yarvi, filho do rei de Gettland Uthrik, que nasceu com uma deformidade na mão esquerda.

Considerado fraco por todos principalmente por seu pai, Yarvi decide estudar para ser ministro do rei onde seu papel seria curar e aconselhar, já que ele não era capaz de brandir uma espada.
Porém tudo muda quando em uma certa noite, o jovem recebe a notícia que seu pai e o seu irmão mais velho foram assassinados, e que ele agora deveria assumir o trono.

"– O que foi? – perguntou Yarvi, a garganta apertada de medo.
Seu tio se ajoelhou, apoiando as mãos na palha oleosa. Baixou a cabeça e sussurrou apenas duas palavras, com a voz rouca: – Meu rei.
E Yarvi soube que seu pai e seu irmão estavam mortos."

Assim Yarvi como rei faz um juramento: Vingar a morte de seu pai e irmão.

“– Posso até ser meio-homem, mas sou capaz de fazer um juramento por inteiro"

Contudo logo após assumir o trono, ele acaba sendo vítima de uma terrível traição.
Preso e vendido como escravo o garoto não aceita sua condição e vai tentar de tudo para fugir, cumprir o juramento e retomar o Trono Negro.

A sinopse foi o que despertou meu interesse no livro, desde o momento que li, sabia que essa história não seria comum.
O protagonista é com certeza o melhor personagem da trama e com o tipo de qualidade que eu mais admiro: a inteligência.
Como Yarvi não é aquele tipo de heroi que resolve tudo lutando, até porque seria impossível devido sua deficiência, a arma com a qual ele pode contar é a esperteza e sua inteligência.
Entretanto sua esperteza fica sempre mascarada pois, em uma sociedade predominatemente guerreira, Yarvi não passa de um fraco, um estorvo, uma maldição.

“O homem brande a foice e o machado, dissera o pai. O homem move o remo e ata o nó rapidamente. Acima de tudo, o homem segura o escudo. O homem sustenta a linha de combate. O homem permanece ao lado de seu braço direito. Que tipo de homem é incapaz de fazer qualquer uma dessas coisas?
Eu não pedi para ter meia mão, retrucara Yarvi, encurralado onde se encontrava com frequência, no terreno estéril entre a vergonha e a fúria.
Eu não pedi para ter meio filho.”

No livro temos contato com personagens secundários, criamos até uma empatia com eles, porém eles não são tão bem trabalhados decorrente a urgência na narrativa.
Falando em narrativao livro é contado por Yarvi, e como a obra gira em torno dele vemos poucas descrições de lugares e detalhes, mas sem cair a qualidade da história.
O livro como um todo é bom, a história é diferente e o personagem me conquistou de cara. O único ponto negativo foi que os acontecimentos foram previsíveis, tanto que antes da resolução da história eu ja sabis o que iria acontecer.
Meio Rei é o primeiro livro da trilogia Mar Despedaçado, mas a obra encerra neste mesmo volume já que o segundo, Meio Mundo trás outro protagonista e Yarvi em um papel secundário.
Apesar de não ter amado a história, Meio Rei é uma obra que vale a pena conhecer e confesso que estou com expectativas quanto ao segundo volume.

site: http://www.curaleitura.com.br/
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Mateus Oliveira 18/01/2017

Uma experiência boa, mas que poderia ter sido um pouco melhor
Li e achei meio "meh", se assim me permitem dizer.
Explico: os pontos que mais me incomodaram foram a forma como Yarvi, o protagonista, evoluiu na trama e como a "mão defeituosa" dele se torna um problema para tudo. Joe Abercrombie, ao invés de trabalhar seu personagem de uma forma a mostrar que uma pessoa com uma deficiência física pode ser ou se tornar tão capaz quanto qualquer outra pessoa, transforma Yarvi num bebê chorão que reclama disso o tempo todo, o transformando quase que num inútil completo (e isso se torna enfadonho a certa altura).
Entrementes, Yarvi se mostra inteligente e é nesse sentido que ele mostra sua (única) utilidade além de reclamar, formulando um plano de vingança extraordinário contra seus traidores.
O livro não é de todo ruim. Tem uma linguagem rápida e fluida, não se perdendo em explicações desnecessárias como muitos livros de fantasias fazem. Neste ponto o livro se torna bom e temos muitos personagens carismáticos, principalmente Nada, um exímio espadachim que guarda um segredo surpreendente.
Enfim, é uma leitura divertida, com um final inesperado, mas com um protagonista chato e reclamão. Joe Abercrombie deveria ter trabalhado mais nessa parte da deficiência de Yarvi; ele evolui mentalmente, mas não fisicamente.
Daria 3,5, mas como gostei da história mais do que desgostei, arredondo para cima.
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Leitora Inquieta 07/01/2017

“Às vezes ‘talvez’ é a melhor coisa que a gente pode ter.”
Meio Rei é um dos lançamentos de Junho da Editora Arqueiro, e o começo da trilogia Mar Despedaçado, de Joe Abercrombie. Foi meu primeiro contato com a obra deste autor, e confesso, não poderia ter iniciado de maneira melhor.

O livro conta a história de Yarvi, o segundo filho do rei de Gettland. Em um cenário com um “Q” viking, onde guerras são disputadas e reinos precisam se manter em evidência, ser dotado de força bruta e destreza para manejar a espada no campo de batalha não é apenas esperado, são características necessárias nos homens que vivem ali. E embora seja príncipe, e como tal, devesse se encaixar nesse padrão, Yarvi acaba por sem uma exceção à regra.

Uma mão esquerda deformada, desde o nascimento, transformou o jovem príncipe em um filho rejeitado pelo pai, subjugado pela mãe, desacreditado pelas pessoas. Mas Yarvi mostra que, ainda que lhe falte força bruta, há sabedoria e esperteza de sobra em sua personalidade. Por conta disso decide estudar para tornar-se ministro, uma espécie de conselheiro do rei, um especialista em culturas, idiomas, um conhecedor sobre as propriedades de cada planta, um sábio sobre todas as coisas. Ele estava satisfeito com o curso da sua vida, mas algo terrível acontece e ele se vê diante de possibilidades até então impensadas. Yarvi precisa tornar-se rei. E então, se vingar.

O autor nos apresenta um protagonista infantil, tolhido pelos anos em que foi desrespeitado e menosprezado. O autor coloca, nas mãos de um menino, todo o futuro de um reino, de uma trama. E o que acontece, quando não é só a malha e o escudo que pesam, mas também toda a responsabilidade pelo reino? O que acontece quando o juramento de vingança acabar por se tornar o único caminho a ser seguido? O que acontece quando, diante de tudo o que já estava ruim, o destino se encarrega de deixar ainda pior?

Acontece tudo. Tudo o que nós imaginamos e mais aquilo que nem sequer passa pela cabeça do leitor. A gente vê um protagonista com atuação duvidável crescer diante dos nossos olhos. Criar laços com as pessoas mais improváveis, ser traído por quem a gente (e ele) menos espera. A gente vê um meio rei e meio homem se transformar em um ser humano completo, que á consciente das suas habilidades, das suas potencialidades e defeitos, e usa tudo isso a seu favor. A gente se envolve com personagens secundários misteriosos, fortes, sonhadores, leais e guerreiros.

A gente vê e sente tudo isso. E ainda mais, pois a trama nos transporta para mares revoltos, cenários insípidos e gelados, de guerras internas e externas. O leitor torce, sofre, se orgulha, sente raiva. O leitor não consegue largar as páginas depois que se vê conquistado pela narrativa. E quando termina, a gente quer mais. Impossível não querer.

Com relação à diagramação, achei que está respeitando o padrão da editora, ou seja, tem muita qualidade. Capa bonita, mapa da região para o leitor que gosta de dissecar a geografia da história, papel e tamanho da fonte confortáveis a leitura. Além disso, a editora disponibiliza no final do livro uma provinha do primeiro capítulo do próximo livro da série. No fim das contas, posso dizer o seguinte: que venha o próximo!

Quotes:
“Como abominava as espadas e os escudos, detestava os campos de treinos e desprezava os guerreiros que faziam dali o seu lar! Acima de tudo, como odiava sua própria mão, que não passava de uma piada ruim, uma lembrança de que ele jamais poderia ser um deles.”

“Posso até ser meio homem [...] mas sou capaz de fazer um juramento por inteiro.”

“Era estranha a rapidez com que um rei podia se tornar um animal. Ou como meio rei podia virar meio animal. Talvez até os que nós alçamos aos postos mais altos jamais se elevem muito acima da lama.”

“- Seu irmão podia até ter mais dedos, mas os deuses guardaram toda a inteligência para você.”


site: www.leitorasinquietas.com.br
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KeylaPontes 06/01/2017

Em "Meio Rei" conhecemos Yarvi, filho mais novo do rei. Por ter uma deformidade na mão, todos acreditavam que ele deveria estudar para ser ministro e ficar bem longe dos campos de batalha. Porém, quando ia enfim fazer a prova para se tornar ministro e abdicar de quaisquer interesses na coroa, de casamento e afins, tudo muda. O tio Odem o avisa que o pai e o irmão (herdeiro do trono) morreram em uma emboscada e é seu dever como filho do rei de subir no trono e vingar o seu pai. É assim que ele parte para Amwend, onde se encontra o rei Grom-gil-Gorm, de acordo com o tio o responsável pela morte dos dois, porém no caminho ele é vítima de uma traição. E vê que não se pode confiar em ninguém.
A partir daí é merda em cima de merda! Tudo acontece de pior com o nosso pobre protagonista. Ele é preso e vendido como escravo e novamente em um meio que a força física prova o seu valor. Precisa tirar a força da sua maior qualiade:

A inteligência.

Para criar aliados e até mesmo amigos improváveis.

Este é um livro bem fino, principalmente levando em conta os padrões dos livros de fantasia (quem ama o estilo TEM QUE amar um calhamaço) e melhor, a sua narrativa é extremamente fluida. É incrível o poder do Joe Abercrombie de contar uma história. Bem fechadinha, com momentos de deu merda, de aventuras e de batalha. Não sem deixar de ser reflexivo também. Afinal temos um protagonista com uma deformidade física. O que é novidade neste meio.

Sim. Já tivemos heróis que perdem um membro ou outro nas batalhas épicas. Porém Yarvi não. Ele nasceu com uma das mãos deformadas. O que ele, como filho do rei, era inaceitável ter.

Afinal como provar ser capaz de ser o todo poderoso quando não pode nem segurar uma espada? Qual é a real força necessária para ser um rei?

Qual é a real força de Yarvi?
Eu acredito que o melhor lance desse livro não é nem a história em si. Afinal para nós amantes de fantasia talvez não tenhamos tantas surpresas. O livro é bem construído e cheio de segredos. Mas a melhor coisa desse livro é o personagem principal. Yarvi é bastante real e isso é muito legal.

Assistimos um personagem descrente em si mesmo e que acredita que pegar uma espada na sua mão é tudo o que ele precisa para provar ser um rei. Mas o melhor é: Você assiste tudo se transformar. Yarvi é traído por quem menos espera e isso acaba lhe dando forças. Passa pelas piores situações, precisa de aliar com pessoas que não o querem por perto e precisa provar que é uma força na batalha em comum. E então você vê que tudo é possível. Que você pode tudo, quando você vai atrás, se esforça, se dedica e prova ser capaz. Mesmo nas piores circunstâncias.


Não. Este livro não é perfeito. Mas ele tem algo especial. Acima de tudo tem alguém por QUEM ser lido. Diz a que veio e mostra que não é só mais um. O livro faz parte de uma trilogia e eu estou bem empolgada como o autor vai desenvolver os outros livros (pelo o que eu li a proxima protagonista é uma mulher), então espero que o autor mantenha o nível, ou até melhore.
Resenha disponível em:

site: http://keylinhastureads.blogspot.com.br/2017/01/resenha-meio-rei-mar-despedacado-1-joe.html
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@APassional 20/12/2016

* Resenha por: Rosem Ferr * Arquivo Passional
A narrativa em 3ª pessoa sob o ponto de vista de Yarvi é coloquial, fluída, repleta de diálogos afiados, destacando pensamentos e lembranças em fonte diversa [o que nos coloca em contato com a essência do protagonista em uma proximidade que beira a cumplicidade, hahaha!] com reviravoltas de cair o queixo, nós torcemos e nos contorcemos pela vitória desse “pequeno príncipe” em busca de justiça!

Confira a resenha completa no blog Arquivo Passional.

site: http://www.arquivopassional.com/2016/09/resenha-meio-rei.html
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