Achados e Perdidos

Achados e Perdidos Stephen King




Resenhas - Achados e Perdidos


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Gus | @escritavo 23/07/2016

Perfeito
Apaixonado pelo primeiro livro, fui com ansiedade para o segundo. Criei várias expectativas e bem... Estou no chão com esse livro. King é sensacional, que escrita, que narrativa. Ele te surpreende em todos os sentidos, te faz ficar nervoso, com emoções à flor da pele. Supera todas as expectativas. O livro segue a mesma linha do primeiro, alternando a visão do "vilão" e do detetive, e nesse livro a de outro personagem, o "mocinho". O livro também segue a linha suspense investigativo, mas nada tão surreal e mágico como a maioria dos livros do King. Bom, isso até você ler o último parágrafo do livro.
Lucas 10/08/2016minha estante
Estou no início da parte 2.


Gus | @escritavo 10/08/2016minha estante
É incrível... fale comigo quando chegar no final haha estou louco para desabafar com alguém


Lucas 11/08/2016minha estante
Pode deixar :p


Lucas 11/08/2016minha estante
To curiosooooo


Gus | @escritavo 11/08/2016minha estante
Hahaha é incrível


Lucas 12/08/2016minha estante
PQP


Silvia 28/08/2016minha estante
Nunca tinha lido nada do Stephen King, Mrs Mercedes foi o primeiro e depois que terminei fiquei ansiosa esperando "Achados e Perdidos" terminei em um dia e foi maravilhoso, Hodges é o cara E o último parágrafo me deixou sem respiração.Agora é aguardar o terceirolivro e vermos qual desfecho mestre King vai nos dar.




Luciano Luíz 06/08/2016

ACHADOS E PERDIDOS, o segundo livro da trilogia policial de STEPHEN KING é muito superior ao primeiro, MR. MERCEDES. Aqui as primeiras 130 páginas são magistrais. Um escritor é assassinado. Dezenas de cadernos contendo manuscritos são levados e depois ficam perdidos no tempo e no espaço. O assassino passa quase 40 anos na prisão. Um adolescente de 13 anos encontra o baú que além dos escritos, tem uns 20 mil dólares e dessa forma usa o dinheiro para passar de forma mais agradável a crise econômica americana, além de poder ajudar o pai que foi uma das vitimas que escapou do atropelamento do Mr. Mercedes... Aqui o enredo se desenvolve com facilidade. Agrada de um jeito todo especial. Os personagens (o assassino e o adolescente foram muito bem trabalhados - apesar do garoto ser rápido demais da mesma maneira que qualquer criança e adolescente dos livros Kinganos...). Enfim, a leitura corre velozmente e você vai ficando cada vez mais interessado. Algo nota 10. Caprichado de verdade.
Mas...
Aí vem a parte 2... Leitura arrastada, sem sabor... onde retorna o trio de protagonistas do primeiro livro: o policial aposentado (4 anos mais velho), o adolescente negro que muda o tom de voz e faz de conta que é um escravo ou mesmo um personagem de livro ou filme dizendo com aquele estilo: Sim, sinhô, não sinhô... E por fim a mulher de meia-idade que tem lá seus problemas psicológicos... Em resumo, o livro perde toda a sua qualidade. Pois aqui vemos mais do mesmo que tinha no primeiro. O trio tem facilidade pra desvendar qualquer mistério. Não importa o que seja. E isso fica chato demais. A cena de luta próxima ao final é broxante de tão ruim e ainda ocupa uma página inteira. Sem contar a quantidade de vezes que os personagens repetem o mesmo assunto e mais outras merdas merdosas que só o King atualmente consegue fazer para que seu livro seja foda em apenas um terço...
Stephen ainda é o meu escritor estrangeiro vivo favorito porque produziu muita coisa boa. Porém, seu currículo tem uns lixões como Rose Madder, Os Estranhos, Os Justiceiros, os volumes 5, 6 e 7 da Torre Negra (e mais aquele volume 4.5), O Talismã e uma porrada de contos toscos.
Só que o King está dando adeus à escrita. Ele vende porque seu nome está alicerçado. Ele é uma lenda. Autor de clássicos como O Iluminado, Salem, A Coisa, Christine, Desespero, O Nevoeiro (um dos raros contos realmente bons), Zona Morta, Fúria e outros mais...
Demorei semanas até criar coragem em gastar grana com Achados e Perdidos (que título mais patético... porém, é o nome da agência do detetive aposentado... ou mais ou menos aposentado). Afinal, o primeiro livro me traumatizou.
Algo me diz que o terceiro será mais decepção. Porém, vou ter de conferir, já que sou fã e coleciono a obra do King. Só que ele podia se esforçar um pouco mais e tentar escrever como quando era jovem... amadurecer na literatura é uma coisa... já apodrecer é outra completamente diferente...

Nota: 10 (a primeira parte)
Nota: 4 (o restante do livro)

L. L. Santos

site: https://www.facebook.com/LLSantosTextos/?fref=ts
Rafael 09/08/2016minha estante
respeito sua opinião, mas achei as dua partes do livro igualmente interessantrs. talvez tenha sido um pouco corrido (com as resoluções relativamente rápidas), mas achei um excelente livro. no mais, ótimo review, parabéns


Luciano Luíz 10/08/2016minha estante
^_^


Vitão 25/08/2016minha estante
Cara, sou obrigado a concordar contigo, mas no meu caso, eu passei a não gostar a partir da parte 3, achei a parte 2 ainda envolvente, mas quando chegou o clímax... deu uma desanimada de tanto cliché rs!


Filipe 19/09/2016minha estante
A primeira parte lembra muito os anos dourados do Mestre, tenho que concordar, apesar de ter gostado bastante deste livro, muito mais que Mr. Mercedes, quem já leu os clássicos do King sabe o quanto ele é inferior em comparação. Mesmo assim, dos últimos anos, este consegue ser um dos melhores dele, perdendo apenas para Novembro de 63 que é maravilhoso. Ainda não li Revival e Under the Dome, espero morder a língua hehe


geo 15/10/2016minha estante
Mas os personagens dele são incríveis. Com atitudes reais. É o escritor que os personagens mais agem como na vida real que conheço.




Douglas 13/06/2017

Achados e Perdidos
Mais uma vez, Stephen King quebrou minha expectativa.

Segundo livro de uma trilogia, "Achados e Perdidos" traz mais uma aventura do Detetive Aposentado Bill Hodges. E, sabendo ser a segunda parte de três, eu tinha certas coisas a esperar por causa das tantas trilogias que eu já li.

Mas "Achados e Perdidos" é diferente. A investigação, tao flagrande no primeiro livro, "Mr. Mercedes", aqui demora a acontecer. Em fato, só vemos alguma ação real na segunda metade do livro.

E isso não é nenhum pouco ruim.

A trama armada para este volume tem muitas referências que amantes de literatura vão amar. Os personagens são cativantes e, apesar do vilão não ser tão forte em presença quanto o Hartsfield. Cumpre o papel. Hodges e seu grupo continuam com um extremo entrosamento e King consegue balancear as ações entre o detetive aposentado, Holly e Jerome. A história flui como um rio.

Pessoalmente, eu ainda gosto mais de "Mr Mercedes" como história. Mas este livro constrói as fundações do que pode ser um final épico para esta trilogia. "Achados e Perdidos", faz o que todo segundo livro de uma trilogia deve fazer: obriga o leitor a correr atrás do terceiro.

Mais uma vez, Stephen King quebrou minha expectativa. E mais uma vez, para melhor.
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Priscila Colombelli 01/03/2017

Não curti
Fiquei desesperada para comprar esse livro depois que li Mr. Mercedes, pois o Brad é um assassino incrível e inteligente e adoraria saber oque aconteceria com ele no livro 2. (Comprei o 2 e 3). Quanta decepção no Achados e Perdidos. Muito fraco. Agora vou iniciar o terceiro, e esperar para que esse me surpreenda.
Ricardo Tavares 27/08/2017minha estante
Lido de 04/07/2017 a 27/08/2017. Mr. Mercedes é melhor que Achados e Perdidos. Gostei mais da primeira história da trilogia de Bill Hodges. Agora falta ler o terceiro: O Último Ato. Vou conferir qual dos três é o melhor. De qualquer forma eu continuo apreciando os livros de King.




Vanessa Elisa Maganha 21/08/2016

Um dos melhores
Não consegui desgrudar um minuto desse livro, ele é viciante e um dos melhores do Stephen King, além de ser continuação de um dos melhores também. Aguardo com ansiedade o próximo
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Euflauzino 05/10/2016

A identificação fúnebre do leitor

Cá estou novamente para falar de ninguém menos que Stephen King. Não há como negar que ele está entre meus escritores preferidos, já disse isso inúmeras vezes (e não sou só eu, mais da metade da população leitora do universo pensa da mesma forma). Então sempre espero muito, mas muito mesmo do mestre!

No livro Achados e perdidos (Suma de Letras, 352 páginas), o segundo livro da “Trilogia Bill Hodges”, a editora continua com o mesmo trabalho editorial, no mínimo caprichado, no máximo belíssimo, embora eu tenha algumas ressalvas quanto a escolha do título, que no original “Finders Keepers”, a grosso modo corresponderia ao nosso “achado não é roubado”.

Mas nada disso estraga a magia de ter um livro do mestre nas mãos. Então parti para a leitura com o entusiasmo lá em cima. E vou logo dizendo para não criar expectativas – quem está atrás do sobrenatural ou de um bom romance policial, esqueça! Pronto falei.

O livro apenas flerta com o policial, o policial clássico. É um livro estilo King (inclassificável) sobre pessoas comuns (algumas um tanto alucinadas) arremessadas no olho do furacão e a consequência disso. Simples assim.

Quem já leu Angústia (Misery) do próprio King, que virou um filme inquietante e deu à Kathy Bates o prêmio de melhor atriz no Oscar de 1991, sabe como um fã pode tornar-se perigoso quando é contrariado pelo escritor.

King retorna aos seus fantasmas e novamente coloca fã e escritor em lados opostos do ring. Morris é o fã que por causa de algumas circunstâncias (a principal delas o desvio que seu personagem favorito, Jimmy, sofre no último livro, personagem o qual ele se identifica) e uns parafusos a menos, junto a dois comparsas, decide fazer uma visitinha a John Rothstein, o autor idolatrado. E assim inicia-se o livro:

“— Acorde, gênio.”

Morris, mascarado, dirige-se a Rothstein, dando início ao martírio do escritor que redundará em sua morte. Não se preocupem, não é spoiler, é o início do livro e está na orelha também, é apenas o gatilho para o que vem depois.

O fã rouba os inúmeros envelopes recheados de dinheiro de dentro de um cofre do escritor e, para sua alegria, cadernos com produções ainda inéditas. Sua curiosidade é tanta que ele abre um dos cadernos e se depara com histórias não contadas de Jimmy:

“... não sabia por que aquilo importava tanto para ele e por que não conseguia dormir enquanto o vagão vazio do trem noturno o levava pelo esquecimento rural, na direção de Kansas City e do campo adormecido além dela, a barriga cheia dos Estados Unidos descansando sob o edredom prosaico da noite, mas os pensamentos de Jimmy insistiam em se voltar para...”

O fã fica mais alucinado do que já é ao saber que o autor não havia terminado a história de Jimmy e eu como leitor também, visto que a frase é belíssima, reparem – “a barriga cheia dos Estados Unidos descansando sob o edredom prosaico da noite”. Adoro frases bem construídas, ainda mais em metalinguagem.

Ele então esconde dinheiro e cadernos e para sua infelicidade é preso por outro crime:

“Mais tarde, novamente encarcerado (não na detenção juvenil dessa vez), Morris pensaria: Foi nessa hora que decidi matá-los.”

Outra coisa que me encanta na escrita de King é como ele pode nos deixar ligados adiantando o final de algumas personagens, como fez acima. Ficamos loucos tentando saber o que vai acontecer, se nossas teorias estão corretas.

site: Leia mais em: http://www.lerparadivertir.com/2016/10/achados-e-perdidos-vol-02-trilogia-bill.html
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Dhiego Morais | @liemderry_ 12/08/2017

Achados e Perdidos
Stephen King, de certa maneira, sempre me assustou. Para parte dos leitores, o seu autor favorito mais experiente é visto sob o aspecto da figura do bom velhinho, aquele cara com o sorriso largo e acalentador, cujos olhos foram espectadores de uma infinidade de cenas e momentos. King é um cara experiente, multipremiado, mas sempre me assustou, afinal, por detrás daqueles olhos pequenos e daquele sorriso zombeteiro existe uma cabeça repleta de histórias que muitas vezes assustam não pela ficção, mas sim pela possibilidade de tudo aquilo ser invariavelmente... realidade. Achados e Perdidos é sobre isso e muito mais.



Fui obrigado a atrasar a leitura desse segundo volume da trilogia Bill Hodges por um motivo muito simples: ainda não tinha os outros dois livros da coleção quando terminei Mr. Mercedes. Porém, assim que os consegui agendei a leitura e segui com ela em maio. Não poderia ter escolhido melhor momento.

Em Achados e Perdidos nós embarcamos em uma viagem a 1978 e 2014, onde somos apresentados às figuras principais do ato: uma delas é John Rothstein, um renomado escritor considerado um gênio da literatura, um tanto rabugento e que agora vive isolado, tendo pendurado as chuteiras da fama e os holofotes da mídia. O outro é Morris Bellamy, um jovem que se considera o maior e mais fiel fã de Rothstein. Crítico e evidentemente obcecado, Bellamy não poupará esforços em busca de confrontar o seu autor e maior ídolo, John, afinal, é inadmissível o final reservado ao seu personagem predileto, Jimmy Gold.

“— Você criou um dos personagens mais importantes da literatura americana, depois o destruiu — disse Morrie. — Um homem capaz de fazer isso não merece viver”.

King intercala de maneira controlada as mudanças temporais da trama, atribuindo mais fluidez e ritmo. A história torna-se, de certa forma, quase inebriante, enquanto o leitor mal sente as páginas voando.

Uma coisa que me agrada bastante nos livros de Stephen King é que, quando não há cenas de suspense, terror ou ação constante em uma das partes, King a compensa com diálogos bem escritos, com uma ambientação impressionante e com personagens tão bem construídos que poderiam facilmente cruzar o limiar entre ficção e realidade. Bellamy é um desses exemplos.

Morris Bellamy é o que nós podemos considerar como um fã obcecado, tão fanático quanto possível quando o assunto é John Rothstein. O seu amor pela obra principal do autor é tão visceral que faz de Bellamy o mais intenso dos críticos. Inconformado com o final dado ao seu personagem favorito, Bellamy será capaz das maiores atrocidades, incluindo invadir a casa de Rothstein — agora um octogenário — e roubar uma fortuna em notas vivas e os originais não publicados, escritos à mão em moleskines, antes de matá-lo.

Enquanto Hartsfield é um psicopata cruel, de mente distorcida, pervertida e diabólica, um indivíduo dotado de frieza excepcional, Bellamy é apaixonado e ciumento, dotado de uma mente ágil, porém igualmente trincada pela obsessão.

“— Vou lá em cima buscar o que é meu, querida. E matar seu irmão pé no saco. Depois, volto aqui para matar você. — Ele beija a ponta do nariz dela. — Sua vida acabou. Quero que pense nisso enquanto eu estiver fora”.



Com o assassinato do seu próprio ídolo, Bellamy decide enterrar o seu maior tesouro sob as raízes de uma velha árvore em uma trilha consideravelmente próxima da sua antiga residência: as dezenas de cadernos com textos inéditos de Rothstein. No entanto, confuso pelo alarde do assassinato, Bellamy é preso por agredir, raptar e estuprar uma jovem. O resultado? Mais de trinta anos na cadeia, longe dos textos originais pelos quais lutou. Será que o seu personagem favorito — Jimmy Gold, de O Corredor — finalmente conseguiu a redenção em algum daqueles moleskines? Décadas o restringem do seu mais profundo desejo. Uma hora Bellamy conseguirá sair, e não haverá controle para a sua cobiça e sua raiva. É melhor que o baú ainda esteja lá!

Peter Saubers é outro personagem importante de Achados e Perdidos, já que é ele o responsável por encontrar o baú enterrado sob as raízes da velha árvore. Muito jovem, Peter vê a salvação da sua família em tantas notas de vinte e cinquenta dólares. Além disso, há algo de especial nos cadernos de Rothstein, pois não tarda para que a história até então secreta seduza o rapaz. É quando resolve vender os moleskines que tudo começa a desandar...

Para a surpresa — ou não — dos leitores, King consegue inserir Bill Hodges — mais maduro e sombrio —, Jerome e Holly — que cresceu maravilhosamente bem neste volume — sem qualquer quebra de linearidade ou de cadência na trama. Outro ponto interessante a se considerar é como King aborda os eventos do ataque do Mercedes, usando as informações para complementar os nós da história.

“Aqueles olhos estão mortos na superfície, mas ele vê uma coisa no fundo que não parece humana”.



Apesar de a trama de Achados e Perdidos não ser tão eletrizante quanto foi Mr. Mercedes, King consegue manter um ritmo extremamente agradável e nada cansativo, construindo um dos finais mais bacanas entre os seus livros mais recentes.

Achados e Perdidos é sobre o poder da literatura de mudar vidas, para o bem e para o mal; é sobre obsessão e paixão incontrolável em que fã, ídolo e maníaco se misturam até estarem irreconhecíveis. Inteligente, recheado de suspense e emoção, o segundo volume da trilogia Bill Hodges é, de maneira assustadora, a prova de que em alguns casos, a ficção está a um passo da realidade selvagem.

site: http://www.intocados.com/index.php/literatura/resenhas/926-achados-e-perdidos
Ricardo Tavares 27/08/2017minha estante
Lido de 04/07/2017 a 27/08/2017. Creio que Mr. Mercedes é melhor que Achados e Perdidos. Gostei mais da primeira história da trilogia de Bill Hodges. Agora falta ler o terceiro: O Último Turno. Vou conferir qual dos três é o melhor. O ritmo do segundo livro é mais lento e a história demora muito para se resolver. De qualquer forma eu continuo apreciando os livros de King e estou curioso para saber como essa trilogia vai se encerrar.


Dhiego Morais | @liemderry_ 15/09/2017minha estante
Apesar de eu ter um carinho especial por Mr. Mercedes, acho que gostei mais do Achados hahaha




O Véio 26/07/2017

ACHADOS E PERDIDOS, É STEPHEN KING SENDO STEPHEN KING!
ACHADOS E PERDIDOS, é um daqueles livros que você não deseja que termine jamais. Compará-lo a Mr. Mercedes, seria um erro, mesmo porque, as duas histórias não estão interligadas, a não ser pela presença do Bill Hodges e de seus fiéis escudeiros, Jerome e Holly, que aliás, muito pouco participam da história, o que também é muito bom! Cheguei a pensar que a participação do Bill Hodges fosse bem mais efetiva pelo fato da trilogia levar o seu nome, porém, a coisa não é bem assim na prática. Confesso que fui às lágrimas no final, mais por conta do sofrimento imposto pelo autor à garotinha Tina Saubers. Ela definitivamente, não merecia passar por tudo aquilo, embora a gente saiba também, que alguém sempre acaba pagando o preço. Difícil não se identificar com o seu irmão, Peter Saubers, que teve força e coragem de "corrigir" a "besteira?" que tinha feito ao colocar toda sua família em apuros. Confesso que este livro me deixou bem mais abalado emocionalmente do que o primeiro livro Mr. Mercedes. Ódio, raiva, são apenas alguns dos sentimentos que acompanham você da primeira até a última página. ACHADOS E PERDIDOS é um livro assustador que sem dúvida alguma vai deixar qualquer leitor com as mãos trêmulas e molhadas de suor, além dos batimentos cardíacos acelerados até o final. Porque King com a sua maestria, nos deixa assim. Hipnotizados e sempre alertas, pois, independente de como as coisas se resolvam para o bem ou para o mal, o autor nunca esquece de um detalhe: O MAL NUNCA DORME! Eu poderia continuar escrevendo aqui até meus dedos sangrarem! Falando e falando com todos os detalhes do quanto este livro é maravilhoso, mas não saberia falar tanto sem dá nenhum Spoiler. Portanto, só pra fechar este breve relato e para não perder o clima, me sigam agora até o final desta Trilogia espetacular. Venham comigo até O ÚLTIMO TURNO.
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Rabello 01/05/2018

Envolvente!!!!
Esse segundo livro da trilogia Bill Hodges eh bem mais direto e sangrento e diria também, bem mais divertido de ler. Sem dúvidas tenho visto e comprovado porque King eh tão aclamado!!!!
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thais.moore 21/02/2017

Bem construído
Um livro eletrizante. Achei uma História bem construída, e ver a volta do maior assassino da trilogia ( Brady) foi sensacional. Amo de paixão a Holly e o Jerome . Indo agora ler o terceiro na certeza que Brady vai nos aterrorizar . Vale a pena a leitura .
Bradley 26/02/2017minha estante
Spoiler


maicibs 01/03/2017minha estante
Cara, não é legal entregar o ouro.




Luan 05/03/2018

Com Achados e Perdidos, a Trilogia Bill Hodges evolui e eleva o nível da história
Se feita uma análise bem específica, Achados e Perdidos, o segundo livro da trilogia Bill Hodges, de Stephen King, pode ser considerado um desabafo do próprio autor com situações que estes profissionais se deparam ao longo do ano. Dando continuidade à primeira história de romance policial da carreira, aqui no segundo volume da trinca literária, King traz uma história com mais cara dele do que o primeiro volume, mas ao mesmo tempo mantendo as características daquilo que é algo novo na vida profissional dele: justamente o romance policial.

Neste livro, King conta a história de um escritor que, cansado e talvez sem criatividade ou medo de se arriscar depois de um grande sucesso, vive recluso em sua casa, longe de todos. E também do fã desse escritor, Morrs Bellamy, que invad a casa do ídolo, rouba seus manuscritos e o mata. As raridades são escondidas pelo fã antes de ele ser preso por outro crime. Muitos anos depois, um jovem rapaz encontra essas obras e o dinheiro roubado. O problema é que Morris, ao sair da prisão, volta para buscar o que deixou guardado e não encontra mais. Então, começa a aventura.

Em Achados e Perdidos, Bill Hodges tem um pouco menos de importância do que teve no primeiro. É que ele só aparece de fato com relevância na história na metade do livro. É quando a ação e o romance policial entram em ação. Até então, King usa o livro para construir a história. E é justamente aí que eu me refiro quando disse que o livro tem mais "cara de King". Nesta primeira metade, o autor usa as páginas, às vezes de forma lenta, mas certeira, para construir a história nos mínimos detalhes e é isso que faz dela tão incrível como foi. A forma como o passado e o presente se entrelaçam confirmam a genialidade de King mesmo em um gênero fora do habitual.

O segundo volume traz, além da nova história, vários novos personagens. Os protagonistas de fato são o assassino, Morris Bellamy, e o jovem que encontra os livros, Peter Saubers. Mas, claro, há vários outros, secundários, como a família de Peter, e pessoas próximas a Bellamy. No entanto, especificamente sobre estes dois, eles são, além de carismáticos, muito bem construídos, uma especialidade de King. Ambos sustentam muito bem a história e poderiam facilmente protagonizarem sozinhos esse livro. Além deles, há, claro, os já conhecidos Bill Hodges, a ótima Holly, e o projeto de detetive, Jerome. Estes aparecem basicamente mais pro final.

O livro é tão bem construído, com uma história tão consistente, que, além de parecer mais Stephen King do que o anterior, ele poderia ser uma história à parte. Ou seja, não precisariam pertencer a uma trilogia. Certamente seria mais uma grande história stand alone do autor. E isso leva a um dos poucos defeitos do livro. Talvez por fazer parte de uma trilogia e não ter o objetivo de ser muito extenso, ele apresenta duas situações que me incomodaram um pouco. Inicialmente, apesar de uma apresentação singular e única da história, a leitura é um pouco lenta pela forma como os fatos se desenrolam e são contados – mas isso não quer dizer chato. No entanto, em seguida, naquela que é a segunda parte da história e os dias atuais, o ponto alto do livro, o ápice da ação, tudo parece acontecer corrido demais. O autor até precisa lançar mão de algumas decisões bem duvidosas e fáceis, clichês, para aquilo que deu impressão de ser pressa para terminar o livro. Uma pena.

Mas em suma, Achados e Perdidos é um livraço. Muito bem escrito, muito bem desenhado e pensado. A escrita dispensa comentários pois King dificilmente decepciona. Os diálogos são sempre bem colocados, naturais, pontuais e, por vezes, sarcásticos. Destaque para as passagens da Holly, que continua sendo a melhor personagem. O livro tem várias referências ao primeiro, afinal é sequência direta, bem como o fato de o pai de Peter ter sido uma das vítimas do Mr. Mercedes.

E o derradeiro final deixa uma enorme deixa para o terceiro e último livro, que é aquilo que a maioria dos leitores já poderia prever, com uma pitada ousada característica do autor. Mas, acima de tudo, Achados e Perdidos é, sem dúvida, também, uma forma de desabafo do autor para aqueles fãs que enchem o saco de escritores por não aceitarem decisões que eles tomam em sua obra. Mas mostra também que esses profissionais tem a plena consciência de que entram de verdade na vida de seus leitores.
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João Victor - @sigamoslivros 07/02/2018

#RESENHALiL | 5/5 ??? | Stephen King | 350 páginas | Suspense Policial | Suma das Letras
Achados e Perdidos é o segundo livro da trilogia Bill Hodges que nos apresente um fato distinto ao do primeiro livro, porém com uma importante ligação entre ambos.
?
A primeira parte do livro intercala momentos históricos (passado e presente) nos anos 1978 e 2010.
?
1978 - Morris, um homem apaixonado por uma história, mas Rothstein a deu uma conclusão que não agradou o seu fã. Inconformado, ele invade a casa de Rothstein mas sem o intuito de roubar dinheiro.
?
Ele quer mais, ele acredita que sua trilogia tenha continuação. Todos esses anos que John Rothstein passou longe do mundo literário, Morris presume que foi para escrever a continuação, e antes de roubar os cadernos que contém todo esse conteúdo, ele assassina o autor.
?
2010 - Peter, um garoto que vive num ambiente familiar conturbado. Seu pai foi uma das vítimas do ataque do Mercedes no ano anterior, e apresenta agora uma leve deficiência na perna. Seus pais vivem discutindo, ele e sua irmã têm medo da separação dos mesmos que também sofrem com problemas financeiros.
?
Com seus 13 anos, apenas, ele encontra uma caixa baú no quintal da sua casa, enterrada entre raízes. O conteúdo, é intrigante, dinheiro e vários Moleskines.
?
O que ele fará com tudo aquilo? Quem colocou ali? O que aqueles cadernos significam? São perguntas que colocam em perigo toda a sua família.
?
A união dessas histórias se dá de uma forma simplesmente impressionante e Bill Hodges vem para proteger essa família. É 'plot twist' atrás de 'plot twist', quando você acha que superou uma reviravolta, vem outra e lhe dá uma rasteira.
?
Toda o desenvolver dessa estória tem certa plausividade, sem pontas soltas, sem fatos inesplicaveis. King com sua prosa desbocada, engraçada e às vezes loucamente comovente faz-nos aflorar sentimentos díspares.
?
Se apaixona por uns, odeia outros, odeia quem amava, se sente aflito a todo tempo, acredita que um tal fato não irá ocorrer, e adivinha: ele faz.
?
É simplesmente inexplicável o quanto é bom esse livro, o quanto é bom o primeiro, o quanto tudo é muito bom. Já preciso arranjar tempo para o próximo. KING, EU LHE AMO!!! Me abraça que eu estou bem.
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PorEssasPáginas 24/10/2016

Resenha: Achados e Perdidos - Por Essas Páginas
Stephen King não para de escrever – e isso é ótimo. Seus livros mais recentes fazem parte da Trilogia Bill Hodges (sim, King tem um detetive agora!), que aliás ele já finalizou e o último livro lançou esse mês pela Suma de Letras (alguém me diz como o King consegue escrever tanto, gente! Espera, eu já sei, porque li Sobre a escrita, mas que ele é uma máquina, isso ele é!). Como estou um pouco atrasada nas leituras, só recentemente terminei de ler o segundo livro, Achados e Perdidos, e é dele que quero falar aqui. Com uma narrativa ágil, personagens incrivelmente reais e uma trama de tirar o fôlego, Stephen King conseguiu de novo escrever uma obra-prima, consagrando de vez sua série policial, que começou com Mr. Mercedes (resenha aqui).

Gosto muito de quando King trabalha o tema da escrita, desde quando usa faz referência aos próprios livros (o que ele faz muito com sua série épica de fantasia, A Torre Negra) até quando cria personagens escritores. Em Achados e Perdidos, toda a trama gira em torno dos manuscritos secretos de um escritor recluso, que logo no início do livro são roubados por um fã que logo depois assassina seu escritor favorito (lembrou um pouco Misery, certo? Falei que King arrasa quando fala desse tema!). O problema todo é que, depois disso, Morris Bellamy vai preso por outro crime, e vários anos se passam. Só que um garoto, Peter Saubers, encontra esses cadernos com os escritos e um montão de dinheiro, e aí, meus amigos, que a coisa começa a se complicar ainda mais.

O nosso velho conhecido, o detetive aposentado Bill Hodges só aparece no segundo ato da história, mas não tem problema, porque o primeiro ato já é bastante empolgante por si só. Ele criou uma agência junto com Holly, “Achados e Perdidos”, e está mais magro, saudável e se dando muito bem, obrigado, apesar de uma pequena obsessão “inocente” por um certo criminoso que agora vive como um vegetal. Outros personagens do primeiro livro reaparecem de maneira brilhante, e é ótimo vê-los de volta e como a história se amarra com perfeição. Em Achados e Perdidos, King conseguiu criar uma novo caso interessante, com novos personagens que têm brilho próprio e que envolvem o leitor em suas vidas, e ainda por cima conecta essa nova história com uma habilidade incrível com a trama que já conhecemos em Mr. Mercedes.

Impossível não se identificar com o poder da literatura nessa história. Todo leitor vai se ver espelhado nesses dois personagens que tiveram suas vidas alteradas para sempre por causa de um livro. Quem nunca passou por isso? Eu sei que já, e já ouvi muita gente dizer como um livro mudou sua vida. É emocionante e, ao mesmo tempo, assustador.

“Essas lágrimas, percebe Peter mesmo agora, principalmente agora, porque a vida deles está na balança, marcam o poder do faz de conta.” Página 322

A edição é caprichada e bem revisada, com a capa simples mas poderosa inspirada na versão americana, diagramação confortável e o padrão Suma de Letras de sempre. Um livro que vale a pena ter na estante.

Sabem a síndrome do segundo livro? Bem, posso dizer com alegria que King passou bem longe dela e criou um livro fantástico, com personalidade própria, sem se afastar demais do tema em comum na trilogia. Não é apenas um livro de transição, que cumpre seu papel em nos preparar para o fim da trilogia, mas sim uma obra brilhante, com uma trama inteligente, personagens cativantes e cenas capazes de deixá-lo na ponta da cadeira. Ao mesmo tempo que é um livro fácil de devorar, também é daqueles que você fica com pena por estar acabando e quer saborear, página por página. E, no final, resta apenas aquela vontade insaciável de colocar as mãos na finalização da trilogia, O Último Turno, e saber como tudo isso acaba. Sei que eu estou salivando por aqui!

site: http://poressaspaginas.com/resenha-achados-e-perdidos
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Su.Meschiari 02/10/2017

Melhor que Mr. Mercedes
Achei muito melhor do que Mr. Mercedes, pois a estória me convenceu muito mais. Gostei bastante dos personagens centrais e me peguei pensando muitas vezes o que eu faria no lugar do Peter. Do meio para o final não tem como parar de ler, o desenrolar da estória é incrível!
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