Um Estudo em Vermelho

Um Estudo em Vermelho Sir Arthur Conan Doyle
Sir Arthur Conan Doyle




Resenhas - Um Estudo Em Vermelho


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Claudia.Jorge 28/11/2018

Sherlock Holmes - Um estudo em vermelho
Olá amigos!!
Liberei a resenha no blog é só clicar no link.
Beijos

site: www.vivendo-com-felicidade.blobspot.com/
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Telice 16/11/2018

Ora ora temos um Sherlock Holmes aqui
Quem nunca ouviu falar de Sherlock Holmes? O detetive mais famoso de todos os tempos.

Pois bem, conheci de fato suas histórias através da série estrelada por Benedict Cumberbatch e Martin Freeman, depois de assistir o primeiro episódio me apaixonei e fiquei doida pra ler os livros.

Um Estudo em Vermelho é o início das histórias publicadas por Doyle sobre Sherlock e não poderia ser melhor. Temos aqui a formação da amizade entre Holmes e Dr. Watson, um mistério pra lá de intrigante e nada comum e um desfecho sensacional.

Um ponto positivo é que o livro é contado pelo ponto de vista do Dr. Watson, a gente acaba se identificando muito com as reações dele em relação ao Sherlock e o mistério. Ele é como se fosse a representação do grande público e gostei disso.

Um ponto negativo é que o mistério foi desvendado muito cedo. Não é algo ruim, mas me incomodou um pouquinho. Meio que deu uma frustrada de leve em mim!

Enfim, recomendo a leitura e já quero ler os outros!

site: https://www.instagram.com/a_leitoraa
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Paulo.Joao 08/11/2018

O detetive e seu parceiro
um estudo vermelho é o primeiro livro da saga de Sherlock Holmes, conta a história do ex doutor do exército John Watson, que vive aventuras com seu novo amigo Sherlock, uma pessoa com costumes diferentes e bastante inteligentes. John acabava de voltar da guerra, ele precisava de um lugar para morar em Londres, mas sem dinheiro não tinha o que fazer, sorte que Watson encontra um velho amigo, que o apresenta a uma outra pessoa na mesma situação, esse era Sherlock, juntos eles decidem dividir uma casa, a casa 221B da Baker Street, durante os primeiros dias em que viviam juntos, Watson estranhava os costumes estranhos de sherlock que parecia ser uma pessoa muito solitária e sem amigos, mas o colega recebia diversas visitas na semana do oficial da policia Lestrade, John então descobre que Sherlock trabalha como detetive particular e oferece ajuda a policia em casos, isso esclarecia seus comportamentos estranhos e como ele conseguia deduzir as coisas tão rápido, com o tempo Sherlock e Watson se aproximavam mais, o detetive se sentia entediado com os casos que recebia ele queria casos grandes e misteriosos que seria m um desafio para ele, certo dia Lestrade fala para Sherlock sobre um caso de uma onda de suicídios em Londres, que eram muito suspeitos e se pareciam mais com assassinatos, Sherlock se sente atraído com o caso e pede ajuda do dr Watson para resolver, então com um corpo ao lado de uma mensagem em sangue na parede, marcas de pneus e Londres inteira para investigar, o detetive Sherlock Holmes e o dr John Watson, iniciam uma grande aventura e amizade para desvendar crimes e mistérios.
Paulo.Joao 08/11/2018minha estante
recomendo para o público adolescente para quem gosta de mistérios




Mael 23/10/2018

Clássico
Clássico não tem palavras que descreva tal obra prima.
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Gustavo.Fonseca 22/10/2018

" Bomzinho "
O cadáver de um homem, nenhuma razão para o crime. É a primeira investigação de Sherlock Holmes, que fareja o assassino como um “cão de caça”.Não achei nada demais neste título também, sinceramente! kkk, Me intrigou apenas por gostar do personagem e da trama.
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Kath 11/10/2018

Esse foi o primeiro livro de Sherlock Holmes que li, ainda na adolescência. Pegara emprestado com uma amiga de escola que havia comprado este e O Cão de Baskerville. Não lembro o que achei na época porque não costumava manter registro das minhas leituras e, revisitando-o esta semana, percebi que sequer me lembrava da história. Antes dele, já estava bem familiarizada com Poirot, personagem icônico de Agatha Christie, de modo que não creio ter me surpreendido em demasia com a trama de Doyle.

Em sua primeira aventura, Sherlock Holmes, um detetive consultor com manias bastante peculiares, conhece o doutor Watson, narrador da história e médico "aposentado" do Afeganistão após uma lesão séria no braço. Com a convivência no mesmo local, o médico acaba desenvolvendo uma curiosidade latente a respeito de seu companheiro, mas todas as suas tentativas de decifrá-lo se mostram infrutíferas. Até acontecer um assassinato.

Enoch Drebber é encontrado morto em uma casa vazia, apesar de ter sangue em volta, não há nenhum ferimento no corpo e a palavra rache (vingança em alemão) escrita com sangue na parede poderia ter levado o caso a caminhos políticos não fosse a intervenção do brilhante Holmes que, em um exame minucioso, logo de cara consegue deduzir noventa por cento do mistério.

Acompanhado do doutor Watson, Holmes embarca em uma aventura na caça do assassino sedento por vingança e envereda-se pelo seu passado em Utah, durante o 'reinado' dos mórmons, envolvendo uma bela jovem e um romance que terminara em tragédia.

A escrita de Doyle é bem detalhada e cheia de nuances e sutilezas estilísticas que tornam a leitura um pouco exigente às vezes, contudo, o mistério que circunda o caso não nos deixa parar de ler até sua conclusão. A apresentação de Sherlock Holmes não podia ser melhor, o modo de criação da personagem foi tão meticuloso que, enquanto imergimos na Londres do século XIX passamos a acreditar que tudo que foi escrito é um relato real. Como já era de esperar, esse primeiro (re)contado com a trama de Holmes me dá brecha de comparação com os casos criados por Christie para Poirot, mesmo que ambos os detetives sejam muito singulares em seus métodos, e talvez por meu ainda pouco costume com a literatura de Doyle, sinto que falta nos livros um pouco da aventura e do peso que os casos de Poirot normalmente tem. Porém, é indubitável que a sagacidade do método de dedução de Holmes tem seu apelo ao leitor deixando-nos fascinados já nas primeiras páginas.
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Vitor 07/10/2018

Um estudo em vermelho
Publicado originalmente em 1887, Um estudo em vermelho chegou a ser considerado uma espécie de "livro do Gênesis" para os casos de Sherlock Holmes, pois marca não só a primeira aparição pública do detetive mais popular da literatura universal como o primeiro encontro entre Holmes e Watson. Ao buscar conhecer melhor seu novo amigo, em pouco tempo Watson vê-se envolvido numa história sinistra de vingança e assassinato...

A história de Sherlock Holmes sempre me causou curiosidade e, após ter assistido a série da BBC, resolvi começar a ler os livros. A história é muito ágil e muito bem escrita, mas demanda que seja lia com atenção.

A única razão que me fez tirar uma estrela desse livro é que a segunda parte, por envolver uma história de mórmons e interromper a solução do caso de Holmes, torna o livro arrastado. Entretanto, nos 2 capítulos finais, nós conseguimos entender como essas histórias se conectam.
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Amanda Thais 04/10/2018

Gostei, mas com ressalvas.
Pretendo ler outros da saga Sherlock Holmes. Decidi começar pela ordem.
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Michelle Trevisani 21/09/2018

Adorei minha primeira experiencia com Sherlock!
Oi pessoas, tudo legal? Vou começar a resenha primeiro me acusando de que: como eu não tinha lido NADA AINDA DO ARTHUR CONAN DOYLE? Como eu ainda não tinha me embrenhado pela mente astuta e inteligente de Sherlock Holmes?

Esse ano eu realmente me propus a ler mais clássicos, e clássico após clássico venho me surpreendendo maravilhosamente. Sherlock foi uma surpresa sem tamanho também e devo dizer que me envolvi tanto na leitura que li esse livro em 2 dias. A edição da Martin Claret está linda, maravilhosa, em capa dura. E as letras estão ótimas para serem lidas, muito confortáveis, o que deixa a leitura muito prazerosa.

Para quem quer conhecer a obra, e os casos de Sherlock Holmes, aconselho a começar assim como eu fiz: por este livro em específico, pois ele é o primeiro de Arthur Conan Doyle utilizando o irreverente e peculiar Sherlock Holmes. Vamos conhece-lo de vagar e entender como aconteceu seu encontro primeiro encontro com aquele que se tornará seu melhor amigo, o Dr. Watson. Aliás, não sei como são os outros livros, mas neste, quem faz a narrativa é o próprio Dr. Watson, e é legal acompanhar o ponto de vista sob os olhos dele. Porque ele parece nossa voz interior, ele tenta desvendar o raciocínio de Sherlock como a gente, e vai construindo devagar os elementos que iremos utilizar para esclarecer as cenas de crimes.

Apesar de ser uma obra que conta como sua primeira publicação o ano de 1887, encontramos uma escrita bastante atual, nada rebuscada e muito próxima do que encontramos de livros mais atuais. Arthur Conan Doyle foi um dos pioneiros dessa escrita de detetive, estilo "deixar o leitor com a pulga atrás da orelha, sem revelar os acontecimentos de imediato", resumindo, o cara se amarrava em deixar o leitor no suspense heheh.

E ele consegue brilhantemente essa tarefa. Nessa obra vamos acompanhar dois assassinatos que acontecem de forma muito estranha e Sherlock vai tentar desvendá-los com seus conhecimentos nada usuais. O deslumbre do Dr Watson em conhecer alguém tão peculiar, também é nosso deslumbre e não há como não se apaixonar pelo personagem excêntrico exercido por Sherlock. A leitura para mim teve seu ponto alto, quando o autor a divide em duas partes e na segunda trás uma história totalmente paralela e envolvente, que vai nos ajudar a entender a motivação utilizada pelo assassino para cometer os seus crimes. Eu adorei essa quebra no texto, me deixou ainda mais curiosa, e fora que o autor escreve histórias muito bem. Você fica encantado pela escrita e quer devorar o livro só para saber o que acontece no final.

Leia o restante da resenha no meu blog >> LIVRO DOCE LIVRO

site: http://meulivrodocelivro.blogspot.com/2018/09/resenha-sherlock-holmes-um-estudo-em.html
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Nicoly 02/09/2018

É pra glorificar de pé irmãos
Como é que se diz ? Digitando com os pés pq com as mãos tô aplaudindo!

Já conhecia a história do Sherlock Holmes por causa dos filmes e séries, mas ler esse livro foi tipo: PUTA QUE PARIU PQ EU FIQUEI TANTO TEMPO SEM LER ISSO?

Além do livro mostrar a história do crime e o jeito incrível que o Sherlock o desvenda com sua dedução, o autor ainda conta a história da motivação de quem cometeu o assassinato (foda. para. um. caralho.), voltando no tempo e fazendo a gente conhecer e se apegar a esses novos personagens. Gente, me deparar com isso foi uma surpresa tão boa, nunca tinha lido um livro de mistério assim. Teve um momento que até pensei que eram 2 histórias diferentes no mesmo livro. Mas com o prosseguimento da leitura tudo vai se encaixando, ficando claro e culminando pra um final impecável!

E bom de tudo isso é saber que essa história tem seu devido valor, respeito e fama mundial, pq merece viu, e muito!
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Diogo Matos 31/08/2018

Um clássico que não envelhece
Tive a oportunidade de reler essa obra, confesso que não lembrava da historia completa, mas a sensação de satisfação ao terminar a obra foi a mesma que eu tive aos meus 15 anos de idade, quando a li pela primeira vez. Vale ressaltar o capricho dessa edição que possui ilustrações originais.
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50livros 23/08/2018

Livro bom para investigar
Tenho uma relação um tanto conturbada como senhor Sherlock Holmes.

Apesar de ter uma afeição muito grande pelos personagens e até mesmo vilões e à construção de seus crimes, não consigo gostar totalmente de suas histórias. Sou uma verdadeira fã do gênero policial e investigativo, tanto que amo a Rainha do Crime, Agatha Christie, mas o personagem principal de Sir Arthur Conan Doyle não me convence em nada.

Nesse livro em questão, o crime é muito bem colocado, a interação entre os personagens também, mas já como o crime é solucionado é muito irreal e até desleixado. Tudo o que Sherlock vê e percebe para deduzir o crime não é mostrado para o leitor, toda a narrativa foi feita para que o leitor não descubra com o consultor da polícia. Tudo é feito para que Sherlock pareça o máximo, somente ele.

Isso me irrita demais. Isso e o fato do criminoso ser encontrado no meio do livro e, marca da narrativa do autor, sempre é alguém que NUNCA apareceu na trama ou foi citado de maneira contundente. Aí passa-se o resto do livro contando a história de vida do assassino para justificar seus atos. E isso, meus amigos, é feito muito lentamente e não ajuda em nada para nos convencer.

Então por que não houve uma nota baixa? Eu realmente não sei, acho que foi um livro bem escrito, a edição da Zahar estava linda, o que gerou uma experiência de leitura bem gostosa e satisfatória. Mas se levarmos em consideração que trata-se de um livro de menos de 200 páginas que demorei mais de 3 dias para ler, acho que é um sintoma de que algo no ritmo da escrita não vai bem.

"Um Estudo em Vermelho" é uma leitura obrigatória para os amantes do gênero, mas não sinta-se na obrigação de amá-lo. Nem sempre o que é clássico nos cativa de verdade.

site: www.50livros.com/single-post/2018/05/31/RESENHA-de-Um-Estudo-em-Vermelho-de-Sir-Arthur-Conan-Doyle---DESAFIOCULTURA2018-e-METALOUCADOSLIVROS2018
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Tiago.Bessa 01/08/2018

Um Estudo em Vermelho, Sir Arthur Conan Doyle
A experiência que tive com Um estudo em vermelho foi das mais prazerosas possíveis. Como primeiro romance policial que li, não sei dizer ao certo sobre o merecimento desta obra dentro do gênero do qual faz parte, mas creio que comecei a ler policiais com o pé direito, pois não encontrei falha alguma na obra (com os meus olhos leigos, claro).

A escrita é prática e objetiva. Gostei bastante dessa característica pois na resolução de um crime creio que isso deixe tudo mais palpável e real. Seria um tanto quanto entediante o narrador dar voltas e mais voltas sobre a história, mesmo que fosse um artifício para o mistério. Porém, Doyle conseguiu aplicar uma leitura ágil, mas ao mesmo tempo repleta de mistérios.

O caso solucionado pelo Sherlock Holmes é outro ponto positivo. Surpreendente e amparado por muitas pontas soltas (que, óbvio, nosso protagonista une com maestria), oferece ao leitor momentos de diversão. Achei bem bacana tentar entender o que aconteceu e, depois, descobrir que estava errada em todos os palpites, isso inclusive atestando a genialidade do detetive-consultor.

Já a construção de Sherlock Holmes é impecável. Ele é permeado em todo o livro por genialidade bruta e uma personalidade além de peculiar. Até pensei certa vez "como eu queria ter tido a ideia antes do Conan Doyle, viu?" ;) Já o Watson foi feito para contrastar explicitamente com o detetive: uma pessoa extremamente normal, até desinteressante ao lado de Sherlock, que possivelmente caracteriza o ser humano comum (leia-se "não como Sherlock Holmes"). Tudo na história e na apresentação dos personagens participa da construção da obra como um todo: os fatos estão ali para serem usados, por uma razão; a personalidade dos personagens diz muito sobre o contexto e reforça a característica de cada um.

*SPOILERS*

Como Sherlock Holmes resolveu o caso de Um Estudo em Vermelho?

Em seu primeiro romance, Sherlock Holmes conheceu o Dr. Watson, com quem desvendou o caso de um assassinato em uma sala (quase) vazia. A vítima foi encontrada em uma casa antiga e empoeirada, mas Sherlock soube achar os indícios necessários para desvendar o crime.

AS PISTAS


1) As roupas elegantes e caras mostravam que a vítima, muito provavelmente, tinha boas posses

2) A expressão de ódio e de terror no rosto do cadáver indicam que ele sabia que estava prestes a morrer. Pensando que ele deve ter agonizado por alguns segundos, Holmes cheirou seus lábios – e sentiu o aroma de veneno

3) Pela distância entre os passos, Sherlock soube que o assassino tinha mais de 1,80 m de altura

4) As pegadas marcadas na poeira indicavam dois diferentes formatos de sapatos e, portanto, dois homens

5) Quando a polícia removeu o cadáver, uma aliança feminina caiu de sua roupa. Como havia apenas pegadas masculinas, Sherlock concluiu que o anel fora trazido por algum dos homens, provavelmente pelo assassino, o que também indicaria um crime cometido por causa de um romance

6) Apesar de não haver vestígio de sangue no cadáver, havia gotas vermelhas pingadas no chão. Sherlock presumiu que o sangue deveria pertencer ao assassino

7) Como as pegadas eram abundantes, o detetive concluiu que os dois homens andaram e conversaram pela sala

8) A disposição das gotas pelo chão indicava que o homem sangrava pelo nariz – a partir daí, Holmes deduziu que ele provavelmente tinha o rosto bastante vermelho

9) A palavra “rache” (“vingança” em alemão) estava escrita na parede com sangue e havia marcas de unha em volta dela

10) A letra “a” não foi escrita na forma latina, como um verdadeiro alemão escreveria, e sim na forma gótica. Portanto, o assassino não era um alemão – a palavra fora deixada para despistar

11) Holmes soube que quem escreveu a palavra foi o assassino, pois o texto estava a cerca de 1,80 m do chão, o que reitera a altura do homem

A CONCLUSÃO
O motivo do crime acontecera anos antes nos EUA. A jovem Lucy Ferrier era apaixonada por Jefferson Hope. Porém, Enoch Drebber (o cadáver) decidiu desposá-la, sem dar escolha à moça. Jefferson e Lucy então decidiram fugir pelo deserto em uma determinada noite. Mas, durante a fuga, a moça foi sequestrada. O jovem precisou sobreviver no deserto e, quando finalmente conseguiu voltar à cidade, descobriu que Lucy havia se casado. Cerca de um mês depois, ela morreu de desgosto. Jefferson foi disfarçado ao funeral e conseguiu guardar sua aliança. Ele jurou vingança a Drebber e, durante anos, o seguiu em diversas viagens pelo mundo até que, finalmente, conseguiu encurralá-lo em Londres, onde fingiu ser motorista de carruagem e o levou até a casa vazia. Lá, deu-lhe veneno e, de quebra, escreveu a palavra “rache” na parede para despistar a polícia


site: http://www.literature-se.com/2014/03/resenha-um-estudo-em-vermelho.html
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Livros, câmera e pipoca 23/07/2018

Policial de primeira qualidade
A obra traz ao público o primeiro caso policial desvendado por Sherlock Holmes e como ele conheceu seu futuro parceiro, o médico John H. Watson. Watson é inclusive o narrador da história. O livro é dividido em duas partes, a primeira conta o encontro entre Holmes e Watson e também a apresentação de outros personagens, que estão interligados na solução de um crime. A grande surpresa é que ao final desta primeira parte já descobrimos quem é o assassino. Já na segunda parte, o autor nos conta qual foi à motivação do crime, por meio de um narrador em terceira pessoa. Ambas as partes são bem distintas e fica aqui a dica para manter o foco, pois confesso que no início, perdi um pouco da minha linha de raciocínio. Após a releitura, é notável que esta segunda parte da história é fundamental para o final do livro.

site: https://www.livroscamera.com.br/single-post/2018/07/06/Livro-Um-estudo-em-vermelho
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