Um Estudo em Vermelho

Um Estudo em Vermelho Sir Arthur Conan Doyle
Sir Arthur Conan Doyle




Resenhas - Um Estudo Em Vermelho


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bells 23/09/2012

O que mais dizer...
Sherlock sempre foi aclamado pelo público generoso da série; todos que lêem um de seus livros lêem mais dois, não é por acaso. A Série é fantástica bem descrita em termos de personagens e ambientação; Porém esperava um pouquinho mais deste específico livro por ser a primeira de tantas aventuras de Sherlock holmes e seu parceito dr.Watson; sem duvidas Arthur Conan Doyle é um escritor exemplar e merece estar entre os melhores do gênero, mas há pessoas que idolatram Sherlock holmes como "o melhor" e não "um dos" pessoas que não leram todos os livros de investigação e tomam opiniões precipitadas.
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Paloma | @ourbookself 23/01/2019

elementar, meus caros amigos
Procurando a sinopse, me deparei com uma frase que não poderia ser mais verdadeira. "Ávidos para chegar à última página e ver o enigma desvendado". Foi exatamente assim que eu me senti.
Eu já era fã do famoso Sherlock Holmes e seu caro amigo Watson, pois li alguns contos deles quando era criança e amava um mistério. Então imaginem minha felicidade ao descobrir a existência de um box, uma coletânea, com as melhores aventuras desse querido personagem.
No primeiro volume encontramos dois romances e alguns contos, sendo eles:
(Romances)
- Um Estudo em Vermelho
- O Sinal dos Quatro
.
(Contos)
- Escândalo na Boêmia
- A Liga dos ruivos
- Um caso de identidade
- O mistério do Vale Boscombe
- Os cinco caroços de laranja
- O homem de lábio torcido
- A pedra azul
- A banda pintada
- O polegar do engenheiro
- O nobre solteiro
- A coros de berilos
- As faias roxas
Todas as histórias são narradas nas palavras do nosso amado Dr. Watson, também responsável por registrar as investigações de Sherlock.
Esse tipo de narrativa passa um sentimento de conforto, ou seja, ao falar diretamente conosco, Watson faz com que nos sintamos mais íntimos, quase como se estivéssemos participando de todas as situações inusitadas nas quais Sherlock Holmes se envolve.
Além disso, o fato de Watson ser um leigo com relação aos crimes e a todos os detalhes, Sherlock é obrigado a explicar o processo que o fez chegar ao resultado forma mais fácil e clara para o amigo, permitindo que nós também entendamos tudo. Obrigada Watson!
Por fim, não poderia deixar de citar o trabalho incrível da editora com essas edições maravilhosas.
O resultado de tudo isso é uma jornada incrível!
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Tiago.Bessa 01/08/2018

Um Estudo em Vermelho, Sir Arthur Conan Doyle
A experiência que tive com Um estudo em vermelho foi das mais prazerosas possíveis. Como primeiro romance policial que li, não sei dizer ao certo sobre o merecimento desta obra dentro do gênero do qual faz parte, mas creio que comecei a ler policiais com o pé direito, pois não encontrei falha alguma na obra (com os meus olhos leigos, claro).

A escrita é prática e objetiva. Gostei bastante dessa característica pois na resolução de um crime creio que isso deixe tudo mais palpável e real. Seria um tanto quanto entediante o narrador dar voltas e mais voltas sobre a história, mesmo que fosse um artifício para o mistério. Porém, Doyle conseguiu aplicar uma leitura ágil, mas ao mesmo tempo repleta de mistérios.

O caso solucionado pelo Sherlock Holmes é outro ponto positivo. Surpreendente e amparado por muitas pontas soltas (que, óbvio, nosso protagonista une com maestria), oferece ao leitor momentos de diversão. Achei bem bacana tentar entender o que aconteceu e, depois, descobrir que estava errada em todos os palpites, isso inclusive atestando a genialidade do detetive-consultor.

Já a construção de Sherlock Holmes é impecável. Ele é permeado em todo o livro por genialidade bruta e uma personalidade além de peculiar. Até pensei certa vez "como eu queria ter tido a ideia antes do Conan Doyle, viu?" ;) Já o Watson foi feito para contrastar explicitamente com o detetive: uma pessoa extremamente normal, até desinteressante ao lado de Sherlock, que possivelmente caracteriza o ser humano comum (leia-se "não como Sherlock Holmes"). Tudo na história e na apresentação dos personagens participa da construção da obra como um todo: os fatos estão ali para serem usados, por uma razão; a personalidade dos personagens diz muito sobre o contexto e reforça a característica de cada um.

*SPOILERS*

Como Sherlock Holmes resolveu o caso de Um Estudo em Vermelho?

Em seu primeiro romance, Sherlock Holmes conheceu o Dr. Watson, com quem desvendou o caso de um assassinato em uma sala (quase) vazia. A vítima foi encontrada em uma casa antiga e empoeirada, mas Sherlock soube achar os indícios necessários para desvendar o crime.

AS PISTAS


1) As roupas elegantes e caras mostravam que a vítima, muito provavelmente, tinha boas posses

2) A expressão de ódio e de terror no rosto do cadáver indicam que ele sabia que estava prestes a morrer. Pensando que ele deve ter agonizado por alguns segundos, Holmes cheirou seus lábios – e sentiu o aroma de veneno

3) Pela distância entre os passos, Sherlock soube que o assassino tinha mais de 1,80 m de altura

4) As pegadas marcadas na poeira indicavam dois diferentes formatos de sapatos e, portanto, dois homens

5) Quando a polícia removeu o cadáver, uma aliança feminina caiu de sua roupa. Como havia apenas pegadas masculinas, Sherlock concluiu que o anel fora trazido por algum dos homens, provavelmente pelo assassino, o que também indicaria um crime cometido por causa de um romance

6) Apesar de não haver vestígio de sangue no cadáver, havia gotas vermelhas pingadas no chão. Sherlock presumiu que o sangue deveria pertencer ao assassino

7) Como as pegadas eram abundantes, o detetive concluiu que os dois homens andaram e conversaram pela sala

8) A disposição das gotas pelo chão indicava que o homem sangrava pelo nariz – a partir daí, Holmes deduziu que ele provavelmente tinha o rosto bastante vermelho

9) A palavra “rache” (“vingança” em alemão) estava escrita na parede com sangue e havia marcas de unha em volta dela

10) A letra “a” não foi escrita na forma latina, como um verdadeiro alemão escreveria, e sim na forma gótica. Portanto, o assassino não era um alemão – a palavra fora deixada para despistar

11) Holmes soube que quem escreveu a palavra foi o assassino, pois o texto estava a cerca de 1,80 m do chão, o que reitera a altura do homem

A CONCLUSÃO
O motivo do crime acontecera anos antes nos EUA. A jovem Lucy Ferrier era apaixonada por Jefferson Hope. Porém, Enoch Drebber (o cadáver) decidiu desposá-la, sem dar escolha à moça. Jefferson e Lucy então decidiram fugir pelo deserto em uma determinada noite. Mas, durante a fuga, a moça foi sequestrada. O jovem precisou sobreviver no deserto e, quando finalmente conseguiu voltar à cidade, descobriu que Lucy havia se casado. Cerca de um mês depois, ela morreu de desgosto. Jefferson foi disfarçado ao funeral e conseguiu guardar sua aliança. Ele jurou vingança a Drebber e, durante anos, o seguiu em diversas viagens pelo mundo até que, finalmente, conseguiu encurralá-lo em Londres, onde fingiu ser motorista de carruagem e o levou até a casa vazia. Lá, deu-lhe veneno e, de quebra, escreveu a palavra “rache” na parede para despistar a polícia


site: http://www.literature-se.com/2014/03/resenha-um-estudo-em-vermelho.html
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Mateus 01/11/2009

Talvez por ser o primeiro livro sem ser de contos que eu li do Sherlock Holmes, achei o Estudo em Vermelho um tanto longo demais. Mas a história é genial como todas as outras, deixando-nos super curiosos pra saber o que acontece no final, e também fazendo nossa boca cair com o grande desfecho.
No meio do livro a história muda totalmente de cenário, o que me deixou um pouco confuso. Mas quando tudo se encaixa no final... ah! sem comentários!
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Rafael 03/11/2015

O início da amizade
Ola, o vídeo resenha encontra-se neste post.
Mas para quem deseja ler segue a frente: Trata-se da primeira aparição do Famoso detetive Sherlock Holmes no cenário cultural mundial. Recomendado para os fãs, pois com a leitura dessa obra pode-se ver um Sherlock diferente dos muitas vezes já apresentados no cinema ou em seriados.
O livro é o primeiro na ordem histórica do personagem (os fatos do livro ocorreram antes de todos os outros) e é narrado por Watson que descreve com maestria a primeira parte do livro. Como foi o primeiro contato com Sherlock Holmes; sua arrogância, genialidade, carência e suas “exóticas manias peculiares” são todas relatadas por Watson a partir do momento que começam a morar juntos. Ainda é descrito como foi o primeiro caso de homicídio que Holmes solucionou.
A segunda parte do livro são os fatos na versão do criminoso, ou seja, o homicida do livro. Não deixa de ser interessante, pois é uma história de exercício arbitrário das próprias razões.
A edição apresentada abaixo é nova, se você for comprar procure uma mais antiga, provavelmente a literatura será mais natural e original.

site: https://www.youtube.com/watch?v=qt2SSAzix6g
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Roberta 06/11/2010

Um clássico obrigatório
Esse clássico da Literatura Britânica narra a origem do Detetive mais famoso do mundo e o primeiro encontro com seu inconfudível assistente. É aqui que vemos nascer a famosa frase "Elementar, meu caro Watson". A história é fascinante e a trama muito bem desenvolvida, de modo que a excentricidade de Holmes é de cativar qualquer um.

Ao deparar-se com um misterioso assassinato seguido por outro ainda mais intrigante, Sherlock Holmes é chamado por Lestrade e Gregson, dois renomados detetives da Scotland Yard, que nunca admitiriam a superioridade do Detetive amador. Holmes e Watson seguem caminhos surpreendentes, cheios de emoção e mistério, evolvendo o leitor de forma que não queremos largar o livro até que se chegue ao fim da narrativa. Aos amantes de uma boa leitura, esse livro é indispensável.
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T. C. 03/01/2011

Surpresa fiquei com a simplicidade na narrativa de Sir Arthur Conan Doyle. Sua estrutura simples e de fácil acesso tornam "Um estudo em vermelho" uma obra gostosa e descompromissada. Li a primeira parte do livro em uma única tarde, e não terminei a segunda na mesma velocidade pois era madrugada e o sono me venceu.

Embora já conhecesse o protagonista de outras mídias não tinha lido ainda nenhum dos livros. Uma grande negligência de uma amante da literatura inglesa do séc. XIX. Sherlock, como bem trabalhado nos filmes, é um sujeitinho arrogante que apenas me gerou simpatia por seu humor sarcástico derivado de sua imensa capacidade intelectual. Por outro lado é fascinante como desperta o asco por sua arrogância, excessiva vaidade e sua constante mania de menosprezar todos a sua volta, embora ele faça o esforço de ser educado. Um personagem fascinante.

O Dr. Watson foi um personagem que não gostei do tratamento que recebeu, mal de todos os coadjuvantes, sempre ofuscados pelo brilho incessante do protagonista de quem é o "sidekick". Gostei muito do personagem e ficaria muito contente em vê-lo melhor desenvolvido nos outros contos e romances. Embora, ao pensar que "Um estudo em vermelho", por ser o primeiro de uma série de sucesso, ainda não antecipava qualquer sequencia e poderíamos ter nosso amável Watson limitado a ser unicamente um sombra que narra uma história.

Dois outros personagens ofuscados, os detetives da Scottland Yard, o autor para magnificar o talento lógico-dedutivo de Holmes, descreveu suas ações, e suas deduções de maneira que me pareceram dois debiloides que não sabiam o que fazer, e não os dois melhores detetives da instituição como é descrito. Pareceu-me que para Sherlock ser o gênio que é, precisa ser comparado com idiotas. Portanto, não vejo a hora de vê-lo confrontado pelo prof. Moriaty.

O que realmente me prendeu neste romance foi a segunda parte "Terra dos Santos", que traz a história de nosso assassino e seus motivos para assim sê-lo. Magnífica é a descrição sobre o deserto do centro dos Estados Unidos em plena época da corrida pelo ouro. John Ferrier e sua filha adotiva marca o ponto alto da narrativa quando sozinhos, últimos sobreviventes de sua caravana, atravessam terras áridas e inóspitas até o que poderia ser o último dia de suas vidas, para morrerem de sede e fome abraçados sob o único conforto que tinham, sombra. No desenrolar, Ferrier e a menina são salvos pelos mórmons e muito me impressionou a maneira como o pai tenta não abraçar totalmente a religião das pessoas que os acolheram. Ele se recusa a montar um harém, independente de ter se tornado com os anos um homem muito abastado, simplesmente não concorda com o tipo de vida que levam as mulheres mórmons e não pretende dar este destino a sua filha, optando por deixar para trás todo o conforto quando confrontado pelo líder religioso. Não entrarei em detalhes para não entregar (mais) as surpresas da história.

Voltando à Londres de Holmes e Watson, o assassino é facilmente identificado pelo detetive de uma forma bastante pitoresca que caracteriza muito de seu modo de agir. Ele conta como ocorreu o crime, o que me pareceu desnecessário para a narrativa, entretanto, me pareceu importante para afirmar a capacidade investigativa de Sherlock, já que o assassino conta o crime de maneira muitíssimo similar às suspeitas do detetive.

Por fim, o livro termina com o Holmes elucidando o leitor sobre como o crime foi desvendado e o assassino identificado e preso. Elemento que o tornou famoso.

Não é uma história perfeita, para meu gosto contém elementos que sobram e elementos que faltam, até a maneira como as pistas são interpretadas para construir o crime, já que eu conjecturei algo de substancial diferença. Mas no fim o saldo de prazer literário foi positivo, o descompromisso narrativo que Doyle impõe na voz de Watson tornam a leitura extremamente agradável.
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Leandro F 13/07/2014

Parece simples, mas não é.
Um homem com personalidade única, ao mesmo que é arrogante, é genial, seu raciocínio, conhecimento e táticas específicas sobre o mundo dos crimes faz com que se torne "fácil" resolver qualquer um que apareça. Sherlock Holmes, uma pessoa que prefere trabalhar sem ter reconhecimento público, ama o que faz e conta com um parceiro, um amigo, Dr. Watson que assim como o leitor rasga elogios quando se refere ao detetive particular.
A história em si, deriva de um assassinato, aonde as pistas não são de muita ajuda para os detetives da polícia, que então recorrem ao Sr. Holmes que dai em diante trata-se apenas de uma série de suas deduções para conseguir resolve-lo.
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A2Duarte - 2011 23/02/2011

Muito prazer Sr. Sherlock Holmes!
Acabo de Ler "Um estudo em vermelho". Antes, nunca tinha tido o prazer de ler uma das obras desta série de Sir Arthur Conan Doyle - apesar de conhecer toda sua fama, repercução e até mesmo o personagem dessa história, através de outras leituras e de meu conhecimento.

Antes mesmo de começar a ler, já estava ansioso pela espectativa de ter em mãos um ótimo livro e, ao final, posso dizer que fui satisfeito!

A história e as desventuras de Sherlock Holmes são fascinantes, prendem o leitor desde o início e, acabam sendo surpreendentes as conclusões de seus casos, sendo este um personagem único e interessantíssimo. Por isso, suas histórias perduram até hoje, não perdendo em nada aos contos e romances do gênero que circulam na atualidade.

Porém, analisando o livro, pude ver uma característica muito clara: a literatura desta época é muito diferente da atual. A história se desenrola rapidamente, de maneira ágil e dinâmica, muito diferente dos best sellers de hoje, que são densos, com tramas às vezes complexos e longos. Isso porém, não tira a qualidade deste livro, pois a história prende a atenção e nos surprende a cada momento.

Assim, considero muito boa a leitura, tendo correspondido minhas expectativas em relação ao livro e ao autor e, espero ter o prazer de ler outras aventuras do Sr. Sherlock Holmes e seu amigo Dr. Watson!
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Claudia.Jorge 28/11/2018

Sherlock Holmes - Um estudo em vermelho
Olá amigos!!
Liberei a resenha no blog é só clicar no link.
Beijos

site: www.vivendo-com-felicidade.blobspot.com/
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Leonardo J. Gonçalves 29/03/2019

A gênese de Sherlock Holmes.
Primeira aventura de SH, Doyle nos apresenta o detetive mais famoso do mundo. Criado durante os longos períodos sem pacientes, ACD brinda-nos com um marco da literatura ocidental. Sherlock, ao lado de Drácula, está entre os personagens mais adaptados e conhecidos universalmente. Com "Um Estudo em Vermelho" inicia-se o mais fascinante de todos os personagens literários.
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Inlectus 17/04/2009

Muito bom.
Instigante de se ler, com linguagem agradavel e elegante. Como é natural de Harthur Conan Doyle.
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F. G 11/09/2017

Sobre como Sherlock Holmes conheceu Watson.
O livro é mais sobre como os investigadores mais ilustres do século antepassado se conheceram do que sobre a solução do crime em si, então não é um livro tão cheio de quebra cabeças, mas muito provavelmente essencial pra se apreciar melhor os próximos livros.
O mais interessante em toda a narrativa é que o detetive não dispõe de recursos tecnológicos pta desvendar o crimr, mas somente do seu senso analítico em utilizar as pistas de forma muito inteligente.
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Suzane Cruz 06/04/2016

Na parte um do livro Watson acaba de voltar de Londres em uma temporada no exército do Afeganistão, precisa arrumar um companheiro para dividir as despesas de um apartamento e encontra Sherlock Holmes que quer a mesma coisa. De primeira vista Watson fica impressionado com a capacidade de percepção de Holmes, ele conseguia descobrir só de olhar quem você é, sua profissão, o que faz, o que sente, e isso é incrível e misterioso aos olhos de Watson.
Até que um dia chega uma carta para Holmes relatando um assassinato misterioso, os detetives não conseguiam entender como o homem havia morrido sem ferimentos e com sangue por todo o local e por esse motivo pediam a ajuda de Holmes.
Watson acompanhou Holmes até o local e ficou ainda mais estasiado com a discrição dele dos fatos, conseguindo deduzir como ocorreu o assassinato, a altura do assassino, sua idade e seu gênero. Watson questiona como ele fez isso, e ele ao explicar sua suposição diz que é apenas uma questão de observação do local.

Somos levados então a uma investigação minuciosa pelos acontecimentos e cada vez mais Holmes se aprofunda na história deixando os leitores embasbacados com seu talento. O que mais me impressionou é que as descobertas de Holmes tem fundamento quando ele as explica, não é aquele livro de investigação policial que está óbvio as coisas, ou as explicações não tem sentido alguma, não! O mistério é mistério mesmo, e o talento de Holmes é talento mesmo!!
Até que chega um certo dia que um dos investigadores que está acompanhando o caso também chega a Holmes com mais uma bomba: mais um assassinato aconteceu, e pelo que parece, pelo mesmo assassino!!! Holmes recebe a notícia com muita naturalidade e minutos depois apresenta a todos o assassino!!!

Eu fiquei em choque porque naturalmente descobrimos o culpado no final da história, e dessa vez não, dessa vez tudo foi revelado na metade do livro!
Então chegamos a parte dois do livro, onde somo apresentados a história do assassino e seus motivos para realizar tal brutalidade.
O livro é super rapidinho de ler, consegui lê-lo em algumas horas e a edição da Zahar é linda demais, com ilustrações, capa dura, edição de bolso maravilhosa. O livro é muito bom na questão de investigação, super bem estruturado, mas não me animou muito, não tinha muita ação hihi (eu gosto de ação). Esse foi o primeiro livro escrito sobre Holmes, e eu espero que goste mais dos próximos pois pretendo ter toda essa coleção linda da Zahar!!

site: http://memoriasdeumaleitoraa.blogspot.com.br/2016/01/resenha-um-estudo-em-vermelho-arthur.html
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