Um Estudo em Vermelho

Um Estudo em Vermelho Sir Arthur Conan Doyle
Sir Arthur Conan Doyle




Resenhas - Um Estudo Em Vermelho


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Ana Alice 18/10/2014

Meu primeiro contato com o mundo de John e Sherlock
"Um Estudo Em Vermelho" foi a primeira história do detetive Sherlock Holmes e do Doutor Watson que eu li na vida. Claro que eu já havia ouvido falar do detetive quando era menor (quem nunca ouviu, né?), mas esse foi meu primeiro contato com a obra real que eu tive e me encantei.

Arthur Conan Doyler é um gênio, uma pessoa perpicaz e sensível que soube criar duas pessoas tão opostas e ao mesmo tempo tão amigos. Sherlock é uma pessoa amplamente inteligente, o tipo de mente brilhante que qualquer um gostaria de ter; em contra partida, John é um bom coração que não consegue ver a maldade e a vilania em coisas corriqueiras, acostumado a chamar as coisas de "fatalidades".

Nós começamos como John, inocentes de certa forma, mas, com o tempo, vamos superando-o e chegando a analises e ao reconhecimento das coisas (e pequenas dicas) antes dele; dificilmente seremos um Sherlock da vida, mas é sensacional quando você chega ao fio da meada antes de John, você se sente sensacional.

Essa história acontece na era vitoriana, na Londres da Rainha Vitória a qual nós dificilmente nos lembramos de ter estudado na escola, mas nos sentimos transportados para aquele tempo ao ler essa história.

E, bem, tenho que agradecer imensamente a Zahar por lançar essa coletânea cheia de curiosidades e analises. Definitivamente uma obra perfeita, mesmo com um ou outro errinho na edição nacional (letrinhas faltando, traduções estranhas como "pasmo" no lugar de "surpreso", mas ainda assim nada tira o brilho da obra).
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Wanderreis 10/01/2018

Plágio
Arthur Conan Doyle copiou descaradamente as características dos personagens Dupin e seu colega de quarto para criar Sherlock Holmes e Dr. Watson. E ainda os cita no livro! Se Edgar Allan Poe fosse vivo quando este livro foi publicado, e se as leis da época permitissem, poderia certamente tê-lo processado. No entanto, quando se referem a estas obras hoje em dia, não se atenta para este fato, sendo a história reputada apenas como precursora ou inspiradora.
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Sull 04/02/2009

Um pouco cansativo...
Algumas parte do livro foram meio cansativas. Entretanto, o modo como a história se encaixa é simplesmente ótimo. Apesar de tudo, é um livro que recomendo..
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Felipe 17/01/2016

Resenha de UM ESTUDO EM VERMELHO
O livro Um Estudo em Vermelho de Arthur Conan Doyle, é narrado por Dr. John Watson, ex-médico do exército. Foi originalmente publicado em 1887, e foi a primeira aparição do mais conhecido detetive de todos, Sherlock Holmes.
Watson, era médico assistente do exército, mas levou uma bala no ombro e o exército o despachou de volta para Inglaterra. Na Inglaterra ele não tinha nada a fazer se não esperar sua saúde ser restabelecida. Com pouco dinheiro, ele pensa em alugar algum lugar barato. É quando ele encontra um amigo, que diz a ele que conhece alguém que está procurando uma pessoa para dividir o apartamento. Esse alguém era Sherlock Homes. Os dois acabam se acertando e indo morar juntos em um apartamento em Baker Street.
Holmes é procurado por Tobias Gregson, da Scotland Yard, pois um homem foi encontrado morto em uma casa abandonada. Havia sangue, mas nenhum ferimento na vítima e a Scotland Yard não soube apurar nada sobre o caso. Holmes tem então a oportunidade de provar suas teorias.
Um Estudo em Vermelho mostra o começo da história do detetive Sherlock Holmes e seu companheiro John Watson, e é dividido em duas partes. Na primeira parte temos a narrativa em primeira pessoa de Watson, contando sua história e como conheceu o famoso e excêntrico detetive que resolve um crime, aparentemente insolúvel, usando somente sua habilidade de dedução. Na segunda parte, narrada em terceira pessoa, parece nada ter a ver com a história da primeira parte, mas no fim descobrimos que ela tem a ver com o crime descrito na primeira parte e descobrimos também as explicações de como Sherlock resolveu o crime.



site: http://bit.ly/1Q78nDk
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Lucianoasantos 10/03/2015

A primeira aventura de Holmes
Falo muito pouco de Sir Arthur Conan Doyle e sua principal criação, Sherlock Holmes, aqui no blog. Muito menos do que merecem. Em parte, isso se justifica por o autor não ter produzido tanto quanto outros autores clássicos de literatura policial, como Dame Agatha Christie (cerca de 80) e Georges Simenon (cerca de 190) e por eu ter lido seus livros enquanto estava no colégio, e de lá para cá já se passaram mais de dez anos.

Então, a iniciativa da Lu Tazinazzo de propor este ano um Clube de Leitura que discutirá as obras do autor foi muito bem recebida por aqui. É literatura policial, é Conan Doyle. Tou dentro. Dos benefícios, logo de cara está o fato de que não havia lido o cânone do personagem em ordem cronológica, sempre o li fora de ordem conforme os títulos foram me chegando em mãos, de tal forma que, ou muito e engado, ou o “Um Estudo em Vermelho” foi o último livro dele que li.

O livro começa com Watson, que servira como médico na guerra do Afeganistão, retornando para Londres após ser ferido em combate e ter a saúde abalada por diversas doenças. Com os rendimentos curtos, procura alguém para dividir um apartamento, e um amigo em comum lhe apresenta Holmes.

– Você ainda não conhece Sherlock Holmes – disse. – Talvez não gostasse dele como companheiro permanente.
– Por quê? O que há contra ele?
– Bem, eu não disse que há alguma coisa que o desabone. Ele tem ideias um tanto estranhas – é apaixonado por alguns ramos da ciência. Pelo que sei, é uma pessoa bastante correta.

Holmes é sempre descrito como um sujeito peculiar: misterioso, mescla períodos de intensa atividade com outros de apatia, é bom boxeador e esgrimista, mas se declara um preguiçoso nato, além de ter vasto conhecimento sobre ramos que lhe são de interesse, já que considera inútil saber de algo que não venha a ter sentido prático na vida de determinada pessoa.

Leitores sem método raramente se destacam pela exatidão de seus conhecimentos.

Mas quais seriam os interesses de Holmes? Watson se põe a observar o colega, e é justo dizer que, apesar de um pouco estranho, Holmes se importa em não ser completamente desagradável. Logo de início ele lista para Watson seus maiores defeitos, perguntando se ele não ficará incomodado com eles, caso fique não poderão dividir o apartamento, e, já morando juntos, enquanto ele toca seu violino por horas a fio, faz questão de incluir entre as músicas as preferidas do doutor.

Por isso que se deve ler romances policiais – de todos os tipos, é verdade, mas no caso dos policiais de forma ainda mais reforçada – em ordem cronológica. Quando, ainda no colégio, li “Um Estudo Em Vermelho”, Holmes e Watson, para mim, já estavam afiadíssimos, e nem as maiores esquisitices de Holmes – cada uma com sua razão de ser, fique claro! – o deixava tão surpreso. Já quem segue o cânone do personagem, o lê em ordem cronológica, tem a grande vantagem de conhecer Holmes ao mesmo tempo que Watson, e isso é algo que não tem preço.

O mistério do livro envolve a morte de um homem, encontrado em uma casa abandonada, vestindo boas roupas, com dinheiro no bolso e, apesar de ter sangue por toda a cena do crime, a vítima não apresenta ferimentos aparentes. É somente aí que Watson entende o que Holmes faz, e percebe o quão importante é seu método peculiar de dedução para o trabalho policial.

Para um livro de estreia é aceitável que alguns atalhos sejam tomados. Acho que Conan Doyle deixou a desejar em um ponto que diversos autores do gênero também deixam: se em um romance policial, o leitor acompanha quase sempre o ponto de vista do detetive durante a investigação, o autor tem de ter o cuidado de incluir o leitor no processo, para que ele não se sinta de lado ou tenha dúvidas das explicações e dos métodos que forem utilizados. Caso contrário, se ele, ao final do livro, aparece com um “se lembre daquele bilhete misterioso que enviei, então, era para isso”, o leitor fica de fora do processo, é não gosto quando isso acontece.

Eu, por exemplo, me lembrava das deduções de Holmes como bem mais complexas. É o primeiro livro, então acho que isso fica mais certeiro com o tempo.

Agora, uma sensação que me acompanhou nessa releitura foi o estranhamento com a segunda parte do livro. Ela difere muito da primeira, quase como se fosse um segundo livro. Sempre levo um segundo a mais para me adaptar, mas a história que Conan Doyle traça nela é mais uma prova de que ele é mais do que capaz de nos encantar com outro cenário que não a Londres de Holmes, então vale a pena.

Ao final, acho que a experiência foi bastante positiva. O “Um Estudo em Vermelho” não é meu livro preferido do autor, mas mesmo assim me deixou satisfeito com o que (re) encontrei lá, e com ânimo para a próxima leitura do Clube, que será a de “O Signo dos Quatro”.

site: http://www.pontolivro.com/2015/02/um-estudo-em-vermelho-de-sir-arthur.html
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Gnomot13 29/06/2015

Um clássico!
Poucos personagens são capazes de fazer uma primeira aparição como essa, mas a sua atualização para a TV inglesa ainda me chama mais atenção.
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Vincento Hughes 11/03/2018

UM EXCELENTE ESTUDO DA DEDUÇÃO
UM EXCELENTE ESTUDO DA DEDUÇÃO

“Um estudo em vermelho” traz o primeiro caso investigado por Sherlock Holmes e apresenta, no capítulo de introdução, como o Dr. Watson conheceu o mais popular detetive da literatura. Os dois investigam o caso de um homem encontrado morto sem nenhum ferimento, mas cercado de manchas de sangue. A casa estava vazia e não havia como alguém entrar nela.
Com seu brilhante poder de dedução, Holmes está sempre se antecipando aos detetives, encaixando cada pista no quebra-cabeças que monta aos poucos em sua mente.
O livro é dividido em duas partes e, de um modo que pode parecer estranho, o leitor é apresentado ao desfecho no meio da história. No entanto, trata-se de um artifício ousado e necessário para que a motivação do crime fosse explicada na segunda parte. E, logo que o clímax é novamente retomado, tudo se encaixa perfeitamente.
“Um estudo em vermelho” é um excelente modo de aprender a ciência da dedução. E, para quem tentou deduzir algo a partir desta resenha, lembre-se de um conselho dado pelo próprio Holmes neste livro: “É um erro capital teorizar antes de ter todas as evidências.”
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Ana Paula 28/12/2016

Elementar meu caro Whatson...
Mas uma investigação deste famoso e excepcional detetive com muitas deduções aventuras e perigos.
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Bia 03/04/2016

Surpreendente
Uma narrativa envolvente, nós faz querer participar de cada página. Um livro que vai surpreender a todos.
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Marker 07/09/2017

Pra ser muito sincero, não entendi o apelo não. Tem lá sua relevância história e estética, mas no geral a sensação era a de estar vendo um filme do Christopher Nolan, onde o personagem explica tudo nos mínimos detalhes a cada três cenas. Tem seus momentos curiosos, divertidos até, mas no geral devo concordar com aqueles que me advertiram sobre Sherlock Holmes ser um personagem bem chato.
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Vinícius 29/09/2010

Foi o primeiro livro de Sherlock Holmes que eu li. E por sinal me deu vontade de conhecer mais livros do detetive. A trama é direta e enxuta, ou seja, é um livro muito rápido. Apesar de sua simplicidade, não é um livro a ser subestimado. Um enredo envolvente faz com que em um dia você consiga lê-lo.
O livro é dividido em duas partes e a segunda é a mais interessante!

Super Indico!
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Bya 02/03/2013

A genialidade e maestria de Conan Doyle
Desde seu livro de estreia Sir Arthur Conan Dolye, conseguiu traçar uma trajetória nunca vista antes nos escritos policiais; Dando vida ao maior detetive da literatura mundial: Sherlock Holmes e seu fiel amigo dr.Watson. Com uma narrativa minuciosa que permite o leitor um total contato ao intrigante mistério em que ambos personagens se encontram... um homem é encontrado morto, sem ferimentos e cercado de manchas de sangue. Em seu rosto, uma expressão de pavor.Mas o autor prova as habilidades de nosso imortal heroi e Holmes consegue desvendar magnificamente a identidade do assassino puramente por seu senso dedutivo elevadíssimo e uma inteligência impressionante. O que mais posso salientar sobre esse livro? Que é uma leitura obrigatória a todos os amantes desse universo repleto de enigmas e suspense que nos surpreende a cada página.
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Laura Machado 23/08/2019

Genial!
Existem alguns livros que não precisam de resenhas. Todos do Sherlock Holmes são assim. Se você não quer ler, não precisa. Mas, se tem curiosidade, deve ler. Clássicos sempre valem a pena se você tem vontade, senão por serem bons, no mínimo para conhecer estes livros que sobreviveram a tantos anos e ainda são admirados.

É difícil ficar tão intrigado e surpreendido com as histórias do Sherlock Holmes, porque elas e sua ciência da dedução já foram tão recicladas que muita coisa é fácil de reconhecer de várias outras histórias diferentes e até das releituras sobre ele mesmo. Ainda assim, fiz questão de tentar imaginar como seria ler este livro como um primeiro contato com o detetive. E, com essa visão, tenho que admitir que ele é excelente!

Quero esquecer tudo que já vi e sei do Sherlock Holmes para continuar lendo suas histórias e me surpreender mais! Queria ter vivido na mesma época e ter sentido meu mundo despencar de emoção ao ler um livro desses!

Se você tem interesse, eu super recomendo, mas acho válido manter em mente que a propagação do Sherlock e de todos os detetives que foram inspirados nele desde então são um empecilho para você se surpreender. Pensa na história como a primeira desse estilo, e você vai ver como ela é genial!
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Lucas Rocha 11/07/2013

Muito legal! Tem toda aquela coisa da literatura inglesa, valeu a pena ler. Só no meio do livro que me perdi quando conta a história do Hope, mas depois entendi tudo. resumindo, perfeito!
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Elaine 27/07/2019

Uma grata surpresa
Há um tempo estava com uma pequena curiosidade em ler Sherlock Holmes e quando iniciei este livro não tinha nenhuma expectativa, e que grata surpresa tive com Um estudo em vermelho.
O livro é muito fluído, envolvente, em momento algum perde o ritmo, é surpresa atrás de surpresa. Na segunda parte do livro você acha que está começando outro livro e quando vê já está totalmente envolvido com os novos personagens, torcendo por eles e com ódio dos seus inimigos.
E estou totalmente encantada com a escrita de Sr. Arthur Conan Doyle ❤ Pretendo ler os outros livros da série pra conhecer mais do famoso e adorado detetive Sherlock Holmes e seu fiel companheiro John Watson.

Ahh e senti falta da famosa frase "Elementar meu caro Watson" kkkkk
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