Feios

Feios Scott Westerfeld
Scott Westerfeld




Resenhas - Feios


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Andressa 07/06/2017

Feios
Tally Youngbloood é uma Feia. Não que ela seja uma aberração, ela só não passou, ainda, pela grande cirurgia que ganhará quando completar 16 anos, para deixar de ser feia e se tornar perfeita, como as pessoas de Nova Perfeição. Por enquanto que está cirurgia não chega ela vive na Vila Feia, um lugar reservado onde todos os feios, maiores que 12 anos, esperam pelo grande dia. Mas tudo muda na vida de Tally quando ela conhece Shay, sua nova amiga, que pensa em fugir para não ter que passar pela cirurgia.

Achei uma história muito interessante e diferente, mesmo sendo uma distopia.
É muito bem escrita, e nesse primeiro ainda está bem fluida.
Os personagens são bem caracterizados e construídos, bem encaixados na história.
A construção de mundo é boa, mas flata muitas partes, principalmente a explicação de como o mundo ficou assim.
Traz muita reflexão sobre a natureza e cuidados com ela, e nossa interação.
Acho que foi um dos poucos livros que concordo com "o lado do mal", não consegui ficar do lado da Fumaça em momento nenhum, acho eles meio vagos, embora tenha sim uma discussão sobre liberdades das ações e escolha própria.
Recomendado

site: youtube.com/bauliterario
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Milena.Schabat 27/03/2017

Devorei esse livro (de 415 páginas) em dois dias de tão bom que ele é
A leitura desse livro foi muito boa, muito boa mesmo. Lembro de ter terminado de lê-lo depois de dois dias, ou seja, praticamente devorei 415 páginas. O mundo distópico criado por Scott é realmente maravilhoso e muito diferente de tudo o que já li. Ainda quero fazer uma maratona só dessa série!

site: http://literarizandomomentos.blogspot.com.br/
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vinicius.fagundes.93 25/03/2017

Feios é uma YA distópica escrita por Scott Westerfeld, autor da trilogia Leviatã e de Além Mundos, e lançada pela Galera Record em 2016. No livro, Scott Westerfeld conta a história de Tally, uma jovem que vive em um mundo em que, ao completar 16 anos, os adolescentes são submetidos a um procedimento cirúrgico que os transforma em seres esteticamente perfeitos.

Tally mal pode esperar pela cirurgia, mas sua nova amiga, Shay não está tão empolgada. No dia do seu aniversário, e também de sua cirurgia, Shay desaparece. Tally recebe então uma oferta dos Especiais, a maior autoridade de seu mundo: se unir a eles para encontrar Shay, e a Fumaça, um grupo fora da lei que vive escondido nas florestas nos arredores da cidade. Caso ela recuse, ela será proibida de passar pela cirurgia.

Eu entrei nessa leitura com expectativas bem altas, afinal eu sou muito fã da outra série do Scott Westerfeld, a trilogia Leviatã. E como eu falei na resenha de Além-Mundos, que eu também curti bastante, o status dele como meu autor favorito ia depender do que eu ia achar de Feios, que eu ainda não tinha lido. Infelizmente, Feios acabou me decepcionando.

Eu tive alguns problemas com o livro, então vamos por partes. O primeiro problema é o conceito em si. A ideia de um procedimento cirúrgico que transforma a pessoa em um espécime perfeito já foi feito algumas vezes (por exemplo na série Além da Imaginação, no episódio Nos Olhos de Quem Vê), e já foi feito bem melhor. Eu sei que o autor tentou utilizar o conceito pra passar uma mensagem sobre os padrões de beleza da nossa sociedade, mas acho que ele não se aprofundou o suficiente na ideia.

Outro problema que tive foi com os personagens. As motivações deles são bastantes fracas, principalmente Tally. Ela começa a história bastante superficial, querendo desesperadamente passar pela cirurgia. Ao longo da história ela muda de ideia sobre o procedimento, mas essa mudança de ideia se passa principalmente por causa do relacionamento dela com um dos membros da Fumaça, um garoto chamado David.

O conflito que existe entre ela e Shay é ainda mais cansativo. Depois de passar o livro inteiro criando uma amizade entre elas, de Shay ser o que leva Tally a se juntar a Fumaça, depois de Tally passar por poucas e boas para encontrar Shay, elas brigam por causa de um garoto? Sério? Eu não aguento mais histórias de triangulo amoroso, gente. Já deu, né?

Apesar disso tudo, o livro tem seus pontos positivos. A escrita de Scott Westerfeld é muito boa, como eu já havia dito antes, e o mundo que ele constrói em Feios é muito interessante e original, ou pelo menos era em 2006, quando ele escreveu o livro. O legal desse mundo é que ele tem a sua própria cultura, com costumes e gírias próprias, o que contribui muito para a atmosfera da história, apesar de que as gírias ficam um pouco chatas depois de um tempo.

Outro ponto positivo do livro são as cenas de ação. Assim como na trilogia Leviatã, Scott Westerfeld faz um ótimo trabalho escrevendo cenas cheias de adrenalina e emoção. As cenas em que Tally anda prancha voadora, quando está seguindo as pistas que Shay deixou para encontrar a Fumaça são especialmente divertidas.

E, apesar de eu não gostar da forma como ela chega a esse ponto, é legal ver o amadurecimento da Tally, e ver como ela abandona a ideia de que a cirurgia obrigatória é uma coisa boa. A partir do momento em que isso acontece, ela se torna uma protagonista mais competente e cativante. Imagino que nas continuações, Perfeitos e Especiais, ela melhores ainda mais, mas ainda preciso ler os dois livros.

Acho que eu teria gostado mais de Feios se tivesse feito duas coisas: primeiro, não tivesse lido os outros livros do Scott Westerfeld, porque eles me colocaram um padrão alto demais; segundo, não tivesse lido tantos livros de distopias antes desse, porque imagino que os conceitos teriam me parecido mais originais e inovadores se eu já não tivesse lidos uns 4 ou 5 parecidos.

No geral, Feios não é ruim, mas não chega aos pés dos outros trabalhos de Scott Westerfeld. Recomendo com certeza pra alguem que curte distopias, mas para alguem que quer conhecer a escrita do autor, Além-Mundos e Leviatã são escolhas bem melhores.

site: http://laoliphant.com.br/resenhas/feios-por-scott-westerfeld
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Cecy 01/03/2017

Padrão de beleza
Tally Youngblood está deprimida, pois seu melhor amigo Peris se tornou bonito três meses antes dela, mas, a promessa de serem amigos para sempre não foi esquecida por ela, mas, parece ser sido esquecida por ele. Peris nunca escreveu para Tally, e em uma tentativa corajosa de ver o amigo, Tally sai de Vila Feia e se aventura até onde o amigo agora está. Após uma agitada noite envolvendo festas, máscaras, saltos e jaquetas de bungee jump, ela conhece Shay, uma feia nascida no mesmo dia que Tally. Elas passam muito tempo juntas e descobrem muitas afinidades. Shay ensina Tally a usar a prancha voadora, e Tally a ensina a burlar o sistema. Se tornam grandes amigas, e toda vez que Tally reafirma seu desejo de se tornar uma Perfeita, Shay afirma que não quer isso pra ela. Uma semana antes de completar dezesseis anos, Shay foge e deixa instruções para Tally a encontrar na Fumaça, um lugar onde todas as pessoas não são estereotipadas em Feias e Perfeitas, simplesmente são pessoas.

No dia de seu aniversário, Tally está ansiosa por sua cirurgia, Shay está longe e ela está se sentindo sozinha. O problema é que ao invés de ir logo para a ala médica e ter sua pele raspada e substituída, seus ossos substituídos por próteses plásticas, partes de seu rosto serem trocados por próteses plásticas para que ela fosse exatamente igual a todas as pessoas de Nova Perfeição, algo acontece, e a moça é levada até um outro lugar onde uma médica assustadora lhe dá uma opção: ou ela vai até a Fumaça e entrega a localização deles, ou será uma Feia para sempre. Tally fica apavorada, a doutora C. é uma mulher horripilante que lhe causa muito medo, e ela sem escolha - afinal, não queria permanecer feia pelo resto da vida - ela embarca para o que seria a maior aventura de sua vida.

Tally então passa a questionar o que é certo e o que é errado para sua vida. Interessante que esse livro é mais uma distopia que traz um pouco mais do mesmo, e, ao mesmo tempo é totalmente diferente do que estamos acostumados. Mais do mesmo porque é aquela mesma fórmula: aos dezesseis anos a pessoa precisa sair da sua zona de conforto e ir para outro estilo de vida, tomar uma decisão que mudará completamente sua vida e posteriormente, a sociedade. Tecnologia avançada, pessoas manipuladoras que tentam usar esses "novos adultos" por assim dizer em seus planos pérfidos. Diferente por que dessa vez a sociedade totalmente marxista transforma todos em pessoas iguais, com o mesmo esterótipo e o padrão de beleza é tudo para elas. As crianças são manipuladas a acreditar que são feias e que suas vidas realmente não importam até que elas completem 16 anos e se tornem perfeitas. Como se fosse a vila dos Smurfs, as personalidades podem até ser diferentes, mas, as caras são todas iguais.

Feios retrata de uma forma bem interessante as questões atuais que a sociedade impõe, como o padrão de beleza. Cada um tem que se aceitar como é, e não como as pessoas julgam que deveria ser. Como toda distopia alguma coisa aconteceu com o planeta para que essa sociedade se erguesse, no caso, uma briga por causa de petróleo gerou guerras, e apesar de eles intitularem os antigos seres humanos de monstros que queimavam árvores e eram assassinos cruéis, a sociedade na trama não passa de mais uma dessas que quer a igualdade a qualquer custo. Na verdade, Feios nos mostra um pouco de como as pessoas podem fazer extravagâncias e até mesmo serem cruéis umas com as outras em busca de perfeição.

Não foi o livro mais lindo que li, mas, definitivamente, um dos que me deixou bastante pensativa.



site: http://mundoliterariodacecy.blogspot.com.br/2017/02/resenha-48-feios-scott-weterfeld-clube.html
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Leti 15/02/2017

O livro é bem legal super indico.
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Bia 05/01/2017

Futuro
em feios vamos conhecer um futuro em perfeição, igualdade , e o sonho de se tornar perfeito.
Tally não ver a hora de ter 16 anos e ser perfeita, passar por uma cirurgia que tirara todas as imperfeições.
até conhecer Shay uma feia que não que se tornar perfeita, Shay foge e Tally acaba se prejudicando.

Tudo o que Tally descobre no decorrer do livro so a faz querer mais ainda continuar feia/normal a perfeição nem sempre é uma coisa boa.

Eu gostei muito do livro, da forma como colocaram a explicação da cirurgia e tals.
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chayaleluia 21/12/2016

Feios
A perda da personalidade é o que definia cada um em seu interior, era o preço a se pagar pela beleza.

A história segue uma adolescente chamada Tally Youngblood, que vive numa sociedade futurista onde todos, após passar por uma cirurgia, se tornam "perfeitos". Os segredos e consequências da operação vão sendo revelados ao longo do livro.

Tally Youngblood é feia. Não, isso não significa que ela é alguma aberração da natureza. Ela simplesmente ainda não completou 16 anos.

Em Vila Feia, os adolescentes ficam presos em alojamentos até o aniversário de 16 anos, quando recebem um grande presente do governo: uma operação plástica como nunca vista antes na história da humanidade. Suas feições são corrigidas à perfeição, a pele é trocada por outra, sem imperfeições, seus ossos são substituídos por uma liga artificial, mais leve e resistente, os olhos se tornam grandes e os lábios, cheios e volumosos. Ou seja, aos 16 anos todos ficam perfeitos.

Tally descobre uma série de segredos a respeito dos "perfeitos" e da sociedade que a cerca. O que faz ela pensar se esse presente do governo é realmente bom.

O livro é narrado em terceira pessoa e nos prende facilmente com a história. Scott Westerfeld trouxe uma crítica maravilhosa em torno dessa série, o que faz analisarmos bastante a nossa sociedade atual.

Perfeitos - o segundo livro, melhora bastante, com uma riqueza de detalhes que nos faz ficar ainda mais encantados.

Skoob: 4 estrelas.

#ResenhasChay (Instagram: @chayaleluia).
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Rafael 29/10/2016

ZaaKar.com Resenha - Feios
Cuidado, pode ter alguns Spoilers!!! Mas leia mesmo assim!

Sinopse: “Tally está prestes a completar 16 anos, e ela mal pode esperar. Não por sua carteira de motorista – mas para se tornar bonita. No mundo de Tally, seu aniversário de 16 anos traz uma operação que torna você de uma horripilante pessoa feia para uma maravilhosa pessoa linda e te leva para um paraíso de alta tecnologia onde seu único trabalho é se divertir muito. Em apenas algumas semanas Tally estará lá.
Mas a nova amiga de Tally, Shay, não tem certeza se ela quer ser bonita. Ela prefere arriscar sua vida do lado de fora. Quando ela foge, Tally aprende sobre um lado totalmente novo do mundo dos bonitos – que não é tão bonito assim. As autoridades oferecem a Tally sua pior escolha: encontrar sua amiga e a entregar, ou nunca se transformar em uma pessoa bonita. A escolha de Tally faz sua vida mudar pra sempre”.

***

"[...] - Você me prometeu que não faria nenhuma besteira. Que estaria comigo em breve. Que seríamos perfeitos juntos".

Sobre o autor
Scott Westerfeld nasceu no dia 5 de Maio de 1963 e graças a sua série distópica “Feios” é um dos autores americanos de ficção científica mais conhecido do mundo. Ele nasceu no Texas, mas atualmente divide seu tempo entre Sydney na Austrália e Nova Iorque nos Estados Unidos.
Quando criança, Westerfeld se mudou para Califórnia e Connecticut por motivos relacionados ao trabalho do pai, que era programador de computadores. Scott se formou em 1985 na Vassar College e foi compositor no início de sua carreira. Nos anos 80 mudou-se para Nova Iorque, onde inspirou seu livro “Polymorph” e em 2001 casou-se com Justine Larbalestier, que também é escritora. Além da série “Feios”, Scott também é responsável por uma série em mangá, mostrando o lado de Shay na história, chamado “Shay’s history” e recentemente lançou mais um livro, chamado “Afterworlds”.

"Tally percebeu que aquilo resumia o espírito de sua cidade; Nada seguia seu próprio destino. Tudo era transformado para seduzir, alertar ou ensinar algo.

Sobre o livro
Em um mundo totalmente sustentável e futurista – em que os carros voam e você come uma pílula para escovar os dentes – ser feio é apenas algo passageiro. Quando você entra na adolescência – entre 11 e doze anos – é levado até a Vila Feia. Lá, junto com todos os outros feios da cidade, você fica até completar 16 anos. Quando chega a essa idade você ganha uma cirurgia plástica completa, para que desta forma você deixe de ser feio e passe a ser perfeito, indo assim morar na Nova Perfeição, um lugar onde a festa dura 24h e todos são felizes, completos e... Perfeitos.
Tally Youngblood tem quase 16 anos, e esses últimos meses a estão matando. Seu melhor amigo, Peris, havia feito a cirurgia há alguns meses e já estava lá, a esperando. Mas a demora e a espera estavam a matando.
Em uma de suas saídas noturnas, rumo a Nova Perfeição, Tally resolve tentar ver e falar com Peris, ver se ainda eram melhores amigos para sempre e pedir que ele a esperasse. Mas tudo dá meio errado, Tally tem que sair correndo – ou pulando, mas sem Spoilers – e no caminho de volta conhece Shay. Agora, com uma nova amiga, as coisas passam a ser mais suportáveis. A espera ainda a deixa nervosa, mas nada que algumas voltas de prancha não resolvam... Mal sabe Tally que graças a essa amizade seu futuro como perfeita está correndo risco.

Sobre o que esperar
Eu entrei nesse livro fazendo algo que eu sempre achei errado: vendo resenhas no skoob para o livro. E para minha surpresa a grande maioria era negativa. O que me deixou confuso, já que o livro é um grande sucesso. Dai decidi ler, já com algumas coisas pré-prontas na minha mente. E me surpreendi muito, porque realmente as criticas, pelo menos para mim, não tinham razão.
Primeiro que nos deparamos com uma distopia muito bem pensada. Um mundo onde ser bonito é mais importante do que qualquer tipo de coisa. Um mundo novo, reconstruído depois do fiasco que foi a humanidade. O autor nos insere em uma realidade muito a frente. Uma realidade onde o homem devastou o mundo com sua burrice e ambição, e só o que resultou foram comunidades como a de Tally, onde ser perfeito é o objetivo de todos.
Logico, o começo é aquela loucura, só quem lê sabe o que eu estou falando. Essa coisa de entender o contexto e se situar. E a premissa então? Meu deus. Tally sai mundo a fora com uma missão: encontrar a Fumaça – uma comunidade que não acredita nos valeres que as cidades impõem sobre a beleza – e trazer de volta sua amiga, para só assim conseguir ser perfeita.
Confesso que passei o livro inteiro sonhando para que ela se tornasse uma perfeita. Não tem como, ela está tão determinada em ser isso que acaba contagiando os leitores também. A leitura é muito fluida, tem seus momentos de pico, onde você não consegue parar, e seus momentos de lentidão, quando as coisas demoram a passar ou acontecer – como quando Tally tenta chegar ate a Fumaça. Mas em geral o livro é espetacular.
Não entendi porque tanta gente odiou a história. “Ele só fala em ‘ser perfeito’, ‘aquilo é tão... Perfeito’. Não curti”. Gente, essa é premissa do livro. A alienação em ciam do que as pessoas acham ser bonito e feio – qualquer semelhança com hoje em dia é mera coincidência. São alienadas a ponto de achar que a adolescência é uma fase em que a pessoa fica feia e precisa se trancar com outros feios para esperar isso passar e fazer a cirurgia. Tudo o que eles sabem é controlado pelos que mandam em tudo e eles apenas se contentam, afinal, todo mundo do outro lado da ponte – em Nova Perfeição – parece tão feliz e completo... Porque não ser assim também.
Sem duvidas esse é um livro que eu não indico como também já escolhei como um dos meus preferidos. Não vão se arrepender. E esse final? Gente, que que é isso. Eu quase morri lendo!
53/55

site: http://zaakarcom.blogspot.com/2016/12/resenha-feios.html
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Fabi 27/09/2016

Sem muitos mistérios
A história se passa no futuro onde o mundo está dividido em cidades que são autossuficientes e são cercadas pelo “mundo selvagem”. Estas cidades são dividias em vilas: A vila feia possui alojamentos que é onde as crianças que estão entrando na adolescência vão e lá permanecem até atingirem 16 anos para passarem por uma cirurgia e se tornarem perfeitos. Lá elas estudam e aprendem sobre a história do planeta e regras da cidade, também são condicionados a serem perfeitos.
Temos Nova perfeição, que é para onde os novos perfeitos vão e onde os perfeitos vivem. A entrada de feios nesta vila é proibida. A vida lá é regada de diversão, festas e luxo, ninguém precisa se preocupar em trabalhar e estudar é opcional. Nada é pago e tudo que se desejar é conseguido com facilidade.
Por último temos uma vila mais afastada para os adultos e crianças. Lá é onde os perfeitos passam o resto da sua vida e criam seus filhos. Quando os perfeitos viram adultos podem assumir algum trabalho na cidade, porém esta parte não é muito abordada.
Nesta distopia a personagem principal tem o sonho de se tornar perfeita para poder levar uma vida de diversão junto de seu amigo Peris. Por ser mais velho, Peris se torna um perfeito antes de Tally e passa a morar em nova perfeição. Em uma aventura para visitar seu amigo Tally conhece uma garota misteriosa chamada Shay que faz aniversário no mesmo dia que ela e não sente vontade alguma de se tornar perfeita. As duas viram amigas e o sumiço de Shay acaba afetando a vida de Tally de uma forma que ela nunca poderia imaginar.

“Tinha passado os últimos quatro anos observando Nova Perfeição, desejando com todas as forças atravessar o rio e nunca mais voltar. Aquela provavelmente havia sido a motivação para sair tantas vezes pela janela, aprender os truques necessários para chegar mais perto dos perfeitos, espiar a vida que um dia seria a sua. ” Pag.87

Tally é uma garota inocente e com perspectiva de vida simples. Foi criada na proteção da cidade. Tive uma certa irritação no começo pois ela só pensa em se tornar perfeita e esquece dos outros. A evolução da personagem aumentando sua percepção sobre as coisas e deixando de lado alguns de seus conceitos e abrindo os olhos para vida é reconfortante e traz satisfação. Ela é apresentada como uma vilã o que eu achei bem interessante.

O livro vai trazer alguns clichês para tornar a história mais atrativa, vou falar alguns que são os mais marcantes:
1. A garota conhece um garoto dentro do novo grupo e os dois se apaixonam.
2. A garota se arrepende de suas ações e tenta concertar as burradas que fez colocando a própria vida em risco.
3. E como já dizia o ditado: mentira tem perna curta


“Os dois esperaram abraçados, sem fazer barulho, pelo que pareceram ser horas. Não tiveram coragem de falar até muito depois de o ruído dos carros desaparecer. ” Pag. 312

O livro tem um cenário cheio de aventuras e reviravoltas. Apresenta tecnologias novas e a consequências de algumas destas invenções. Os capítulos não muito longos, leitura gostosa e fluida. O livro possui letra grande e tamanho médio. É uma história fácil de entender e que não está cercada por muitos mistérios e que cativa desde o começo.
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Alan 25/09/2016

A proposta é interessante mas o enredo deixa a desejar
Como disse a ideia do livro é interessante, mas o seu desenrola deixa a desejar, falta mais emoção e um mergulho mais profundo nos personagens.
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Kássia Monteiro 15/09/2016

Total perda de tempo
Livro óbvio, clichê e simplesmente chato. Até tenta levantar umas questões importantes, mas o faz de um jeito didático e raso. Enfim. Não percam seu tempo.
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Kássia Monteiro 15/09/2016

Total perda de tempo
Livro óbvio, clichê e simplesmente chato. Até tenta levantar umas questões importantes, mas o faz de um jeito didático e raso. Enfim. Não percam seu tempo.
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Angel Sakura 13/09/2016

Resenha do Blog Eu Insisto.com.br
O que dizer dessa história distópica que eu amo? E o que falar dessa nova capa que é muito melhor do que aquela com rostos, mas ainda não me agradou? Independente da capa, o que importa é o conteúdo e, caros amiguinhos, esse livro é MUITO BOM! O mundo de Perfeitos é assustador, especialmente porque é algo que se fosse implementado de verdade quase todo mundo embarcaria felizão na ideia. Pense num mundo onde ao completar 16 anos você se tornaria perfeito. Quando chegasse nessa idade você passaria por uma cirurgia e se tornaria uma pessoa sem nenhum problema de aparência, além disso seria conduzido para uma vida de festas, glamour e curtição. Por curtição quero dizer sem qualquer coisa “chata”, apenas festa todos os dias e sem nem precisar se preocupar com a aparência, já que todos são perfeitos mesmo. Quem não ia querer? Mas, o ponto é… Será que tal vida dos sonhos vem às custas de nada? Esse livro tem dois lados, qual vai ser o seu?

“– Você não acredita nessa besteira de verdade, acredita? Que só há uma aparência certa, e que todo mundo é programado para concordar com ela?
– Shay, não é uma questão de acreditar. A gente simplesmente sabe. Você já viu os perfeitos. Eles são… maravilhosos.
– Eles são todos iguais.”


Todos abaixo dos 16 anos são chamados de feios e vivem num local fora da cidade e longe dos seus pais, onde aguardam a idade correta para debutar no mundo perfeito. Todos vivem esperando esse dia, esperando deixar pra trás a sua feiura e se tornar perfeito, cumprindo o padrão de beleza da sociedade… E Tally é uma dessas pessoas, tudo o que ela quer é se tornar perfeita, ela quer ser linda e se divertir todo o tempo com seu amigo Paris (que agora é um perfeito), por isso conta os dias para a sua cirurgia chegar. Mas, sua nova amiga Shay tem outra opinião sobre o assunto. Ela descobriu que algumas pessoas se recusam em se tornar perfeitas e se escondem em um lugar chamado de fumaça. É um choque cultural a perspectiva de Shay, afinal porque alguém não iria querer ser perfeito? Enquanto Tally espera ansiosa seu ingresso na sociedade, Shay foge para não ter que fazê-lo. Mesmo sem entender sua amiga, Tally decide guardar os segredos que Shay lhe confiou e segue para realizar seu desejo de passar pela cirurgia. Tipo, quem não quer ser linda e ter a vida perfeita? Contudo, quando finalmente o dia da sua cirurgia chega, a nossa protagonista é surpreendida com uma missão. Ou ela vai atrás da sua amiga fugitiva e por consequência atrás dos outros feios foragidos ou não passará pela cirurgia e ficará feia para sempre. Uma lambida na bochecha pra quem acertar o que ela escolheu.

“– Não posso ajudar vocês – concluiu. – Fiz uma promessa.
A dra. Cable mostrou os dentes . Daquela vez, nem sequer lembrava um sorriso.
A mulher não passava de um monstro vingativo e desumano.
– Então também vou lhe fazer uma promessa, Tally. Até que resolva nos ajudar, com toda boa vontade, não se tornará perfeita – afirmou, virando–se de costas. – Por mim, você pode morrer feia.”

Thally, com um pingente rastreador, vai em busca do esconderijo dos feios, assim que a sua história de verdade começa. E é aqui que começamos a gostar da Tally, ela pensava que sabia tudo do mundo e que a perfeição era a única coisa que poderia desejar. Em sua jornada ela conhece pessoas incríveis com suas histórias mais incríveis ainda, e começa a se questionar sobre a sua missão, sobre a verdade do mundo. Óbvio que isso tudo vem com um monte de problemas e um romance, que queria me matar. Se tem algo que não curti muito no livro foi o romance, enfim. Mas o que importa é que a protagonista cresce e toma a decisão mais difícil da sua vida. Ela decide que não vai entregar essas pessoas, que não vai mais ser perfeita, que não quer mais ser especial e que vai permanecer com eles. Seu ato simbólico de lutar contra as convenções se dá com ela jogando seu rastreador na fogueira, mas… todos sabemos que não vai dar certo. E os perfeitos que encomendaram a missão para Tally invadem o local e prendem todos que estão ali, todos exceto nossa protagonista e o namorado de sua melhor amigo, David, além de algumas outras pessoas. Preciso dizer que ela já super “ama” esse carinha, né? O ponto é que os dois tem uma escolha, fugir ou tentar resgatar seus amigos. Tally, sendo a culpada de tudo, toma uma decisão que pode não ser a mais fácil, porém é uma das coisas que me faz respeitá-la.

Leia a resenha completa no blog.

site: http://euinsisto.com.br/feios-1-scott-westerfeld/
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