A Rosa e o Florete

A Rosa e o Florete Mariana Pacheco




Resenhas - A Rosa e o Florete


5 encontrados | exibindo 1 a 5


Dyana Xavier 29/09/2016

Merece sim 5stars com gosto...

Uma belíssima narrativa sobre história. De outra forma, jamais teria interesse em saber como foi de fato, a revolução francesa.

Neste livro, nos inteiramos não somente sobre a França e seu período sangrento. Mas sobre amadurecimento, perdas e superação de uma forma até que doce... embora a protagonista seja uma mulher de mt garra e determinação, e a própria história tenha seu peso, sua bagagem.

Não sou boa nessa coisa de resenha, só quero dizer que vale mt a pena a leitura, que para mim foi mt agradável.
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mara sop 15/10/2016

Liberdade, Igualdade, Fraternidade...
Pode uma delicada rosa branca ter o poder de comandar um batalhão?
Guilhermina D'anjour não é uma moça comum. Ela é linda como uma flor, mas uma flor com espinhos, capaz de se defender muito bem sozinha. Ela é a rosa e o florete da França!

Ela se vê sozinha muito cedo. Com apenas 15 anos, seu pai que já era viúvo, morre, deixando para ela o título de Condessa D'anjour e o posto de comandante da Guarda Real. Mas como uma moça poderia assumir o comando de 70 homens? Para isso, ela precisa provar o seu valor e conseguir o respeito de seus subalternos em um desafio que seria difícil para qualquer um deles. Porém Guilhermina é uma excelente esgrimista, e tem todos os requisitos para ser a melhor comandante que a Guarda Real já viu. Ela é "o cara"!

Além de ser boa com o florete e uma excelente líder, Guilhermina é também uma mulher culta como poucos, e justamente por gostar de ler, acaba entrando em contato com os novos ideais iluministas, que a deixariam dividida entre suas obrigações com o rei e o novo pensamento revolucionário, incompatível com o sistema de governo que rege a França.

Entre bailes e a segurança de Paris, ela se torna testemunha ocular de alguns dos principais eventos da história de seu país, como o casamento do delfim com Maria Antonieta, o reinado de Luis XVI e a Revolução Francesa.

O livro é uma verdadeira aula de história, e uma das coisas mais legais é que durante a narrativa da história dessa heroína incrível, aparecem entre os capítulos, várias notinhas históricas explicando acontecimentos do momento em questão. A Rosa e o Florete é um livro rico em acontecimentos históricos, detalhes da vida do final do século XVIII e traz ainda uma linda história de amor. Super recomendo! :)

site: https://goo.gl/ZyZ5cS
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Danielle 25/01/2017

Livro 8 de 2017

A Rosa e O Florete Novo Século Editora

"Ela se tornaria revolucionária, para tornar realidade o que realmente poderia ser bom e correto pra quem era oprimido pelo poder da coroa."

Ultimamente os romances de época tem ganhado bastante destaque na literatura, porém a maioria está voltado para um romance mais sensual e não explora muito os problemas da época o que acabam me desmotivando a ler.

Quando a ler comecei fui surpreendida pois o romance aqui não é o foco e quando ele acontece a autora é sutil e sem erotismo. Através de uma narrativa envolvente o leitor consegue ler rapidamente mesmo sendo um livro de 414 páginas.

O livro é narrado em terceira pessoa e o narrador só é revelado mais para o final da leitura. O leitor vai acompanhar a vida de Mirna desde seu nascimento pegando o período de 1763 a 1823 na França. Mirna é filha do capitão da guarda e sempre treinou a filha para ocupar seu lugar e essa foi a parte que mais me incomodou pois Mirna conseguiu ser comandante da guarda real na adolescencia, me pareceu pouco provável que algo do tipo pudesse acontecer, não só naquela época quanto até nos dias atuais.

Classificação: 4 estrelas

site: www.ciadoleitor.blogspot.com.br
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Indy 12/05/2017

Simplismente fantástico
“Guilhermina Shufmann D’anjour
Era a maior contradição entre as damas
A rebeldia e a coragem dos exércitos.
Em verdade, era a renovação
Dos verdadeiros ideais de uma revolução
LIBERTÉ, ÉGALITÉ, FRATERNITÉ”

Criada por sua mãe para ser uma dama e por seu pai para ser uma guerreira, vamos conhecer a história da Condessa Guilhermina D’anjour, a franco-austríaca que lutou pelo seus ideais até seu último suspiro.

Dois lados opostos em uma mesma pessoa:
A joia da mãe e orgulho do pai;
A corte e o povo;
A pureza e a rebeldia;
Áustria e França;
Dama e guerreira;
A rosa e o florete.

Sua mãe morrera quando era criança, seu pai em sua adolescência, e quando seu mundo estava totalmente desmoronando, ela é chamada para falar com o Rei, e descobre o testamento de seu pai. Ele estava passando sua patente, de comandante da guarda real para sua filha, mas é claro que naquela época uma mulher não poderia assumir tal posto, porém o rei propõe dois desafios: Guilhermina teria que provar sua diplomacia e sua habilidade na esgrima para conseguir o cargo, sendo a primeira em como ela se comportaria em um baile, e na segunda se ela conseguiria vencer todos os soldados da guarda real. Após provar que pode ser diplomata e derrotar setenta homens no pátio do palácio, nossa heroína se torna a comandante da guarda real aos 15 anos.

Desde a monarquia, passando pela revolução francesa, até a época napoleônica, vamos por todas as fazes históricas da França, vivenciamos as batalhas internas e entre nações, o absolutismo, a época da guilhotina, a tomada de bastilha, a disputa entre jacobinos e girondinos para exercer seus ideais... Conhecemos um pouquinho da história francesa através da vida de uma jovem Condessa que sobreviveu nessa época.
Foi uma oportunidade maravilhosa ter esse romance histórico em minhas mãos, mesmo que utilizando um romance como o fio para conduzir a história, temos todo o fundo real de guerra e todos os fatos reunidos numa fase tão importante da França, onde a história e ficção se unem para compor essa trama.




site: http://blogumlivroporfavor.blogspot.com.br/search/label/A%20Rosa%20e%20o%20Florete
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