O navio das noivas

O navio das noivas Jojo Moyes




Resenhas - O navio das noivas


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Kaka Amaro 20/05/2017

Sorte e destino emociantes...
Nesse livro, narra-se a história de mulheres que após a Segunda Guerra Mundial, seguem em busca de seus amores, homens com os quais elas se casaram durante o conflito. Esse livro é totalmente detalhista do início ao fim, fazendo com que vivamos cada sensação dessa viagem. Sem contar que todas as citações não são ficcionais e se referem às experiências de esposas de guerra ou oficiais a serviço do Victorious.
Nessa viagem a bordo do HMS Victorious, um porta-aviões, com armas, aeronaves e mil oficiais da marinha, embarcam 600 noivas de Sidney - Australia, para o encontro de seus maridos ingleses. As regras do navio são extremamente rígidas, mas o destino reuniu a bordo homens, mulheres e um futuro incerto, atravessando mares em busca de se viver um grande amor. Quatro jovens mulheres de personalidades fortes, um fuzileiro, um comandante e o Victorious, acabam após semanas de viagem, vendo-se realmente diante de um destino implacável onde suas jornadas se entrelaçam, e suas vidas se modificam para sempre.
Realmente uma história de sorte e destinos emocionantes...
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priscila.saatmam 19/05/2017

Uma grande experiência...
O livro se passa um ano após o fim da Segunda Guerra, em 1946. Os soldados retornam para suas casas na Inglaterra, mas, durante o período de guerra esses homens se casaram com mulheres que viviam nos países onde estava às bases aliadas, como no caso do livro a Austrália. Com o retorno desses homens houve uma mobilização dos governos de cada país a fim de levar as esposas para perto desses homens, nos navios militares.

E, é exatamente isso que o livro trás, uma leva de seiscentas e poucas mulheres australianas viajando durante seis semanas de um lado do mundo para outro, para reencontrarem os seus maridos. Em um navio, mas não é qualquer navio é um porta-aviões, o “HMS Victorius” que em minha opinião tornou-se um personagem na trama.
Mais do que apenas relatar a travessia, o livro nos emerge nas emoções de cada uma das quatro protagonistas em relação a tudo: ao que deixaram em seus passados, ao que estão passando e ao que pensam que está por vir. Através das vivências de Avice, Frances, Jean e Margaret, a autora nos leva a pensar sobre a questão da mulher sobre questões profundas e que comumente são tratados como “mimimi” por aqueles que não entendem as dores e dúvidas que isso causa em uma mulher.

Acredito que Moyes queria de fato destacar as situações de Frances e Margaret, e, caro leitor eu particularmente não esperava outra coisa, não desmerecendo Avice e Jean que são personagens tão importantes quanto às outras para a beleza da história. No entanto, Margaret por estar grávida e Frances por ter um passado complicado e ser uma enfermeira de guerra causa um impacto maior no leitor.

E o que dizer do romance entre Frances e Nicol, um fuzileiro do HMS Victorius, que vai se desenrolando na história, um amor tímido, construído em meio a segredos e dores da guerra? É simplesmente fantástico. Porque na medida em que a leitura se segue, há uma compreensão do porquê que esse romance acontece de maneira lenta, porém bem, bem intensa.

Ao final da leitura, eu fiquei satisfeita com o que li, aprendi sobre um tempo distante, sobre uma época da qual não faço parte, mas da qual vieram meu ascendentes, uma época onde pessoas foram separadas e que agora precisariam se unir em um lugar do qual elas não tinham qualquer informação.

“ – Esta é a beleza disso tudo Frances. Temos todo direito á felicidade agora. Ou melhor, conquistamos esse direito.” (pág: 382).
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JúAlves 19/04/2017

O navio das noivas
A história é incrível, quatro mulheres com personalidades diferentes embarcam em um porta aviões ao final do período de guerra, para reencontrar seus maridos. Durante as seis semanas em alto mar muita coisa acontece, amizades são criadas, um romance surge é uma beliche na cabine fica vazia.
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Dani 16/04/2017

O navio das noivas
Fazia bastante tempo que eu não lia nada da Jojo Moyes, e realmente estava sentindo falta de me envolver com um de seus romances sempre tão bem escritos. Mas dessa vez, isso não aconteceu de forma plena, como eu imaginava; apenas parcialmente, somente em alguns trechos da trama.

Comecei bem empolgada, afinal de contas essa ficção foi inspirada na viajem que a avó da autora fez em 1946, junto com mais de 600 outras esposas, a bordo do porta-aviões HMS Victorious, para encontrar seus maridos ingleses. Um romance rico em detalhes, descrições grandiosas, narrativas simultâneas sobre os personagens... com toda a calma e capítulos mais longos, como é característica da autora.

Porém, a história não engrenou como eu gostaria e acabou sendo um pouco confusa, com muitos personagens e descrições. Mas talvez eu tenha achado tudo isso por causa do meu próprio "estado de espírito", ou porque o momento não era o mais apropriado e tal; o fato é que fiquei "patinando" na narrativa e achei sim que a trama foi um pouco cansativa. Mas posso dizer que gostei do final (ufa! :))

Nota: 3/5 (bom)

quote: ?[...] as únicas pessoas que têm todas as respostas são as que nunca se defrontaram com as perguntas.?
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ELB 20/03/2017

Every Little Book
"Você seria capaz de enfrentar seis semanas dentro de um navio, dividindo quarto com mais três garotas, vivendo longe de todos os fuzileiros à bordo e cheia de regras, para reencontrar o amor da sua vida? Mais de seiscentas noivas passaram por diversas situações até reencontrarem seus marido."

Em 1946, após o fim da Segunda Guerra Mundial, começou o chamado repatriamento das esposas de guerras dos soldados Ingleses que lutaram por todo um país, mulheres essas que viram sus maridos poucas vezes e estão dispostas a viajar em um navio por seis semanas para rever seus amados.

Neste livro, iremos conhecer a história de quatros mulheres em especial, que estão deixando suas vidas para trás, para entrar a bordo no navio HMS Victoria que as levará da Austrália para a Inglaterra, para o encontro dos seus maridos.

Margaret é uma delas, ela está grávida e preste a dar a luz, e mesmo com toda a relutância em abandonar seu pai e irmãos, decide embarcar nessa viajem, mesmo sem ter total certeza que está é a melhor decisão a ser tomada.

Avice é uma mimada menina rica de 21 anos, seu pai é o maior fabricante de rádios de Melbourne, ela é uma jovem muito egoísta e também muito preocupada com sua aparência, faz de tudo para conseguir o que quer. Ela não aceita muito bem o fato de ter que viajar em um navio de carga com tanta outras mulheres abaixo da sua classe social, mas está disposta a enfrentar tudo para rever seu marido.

Jean tem apenas 16 anos, e é uma das esposas mais jovens a bordo de Victoria, ela sabe se meter em uma confusão como ninguém, é inconsequente e sua ingenuidade faz com que meta os és pelas mãos por diversas vezes, mas não perde a esperança do reencontro com seu marido.

Francis é uma incógnita para suas companheiras de dormitório, ela é uma enfermeira e ajudou os soldados feridos da guerra, seu passado é sombrio e ela é a mais reservada das três, ela ver na sua viajem uma chance de recomeçar sua vida longe de tudo.

Às vezes, deitada no escuro, ela avaliava o significado daquilo: a presença dele reforçava a ideia de que elas eram uma carga, uma encomenda que devia ser transportada em segurança de um lado para outro do mundo, em muitos casos dos pais para os maridos, de um grupo de homens para outro.

Quando o livro começa somos levadas a Índia no ano de 2002, onde uma senhora com sua neta estão de passagem a jovem moça se mete em problemas, mas isso não é o que tira a velhinha do eixo e sim um navio em desmonte que desencadeia uma série de memorias na velhinha.

Eu não sei bem o que falar a respeito desse livro, eu adorei a história, as personagens são tão fortes e decididas, passaram por tanta coisa por algo que acreditavam ser a melhor decisão, ir de encontro aos homens por quem se apaixonam e de quem praticamente não conhecia, foi um verdeiro desafio.

Inicialmente não conseguia me apegar a história e muito menos as personagens, já que a narrativa se arrasta um pouco, não vou dizer que não gostei pois isso seria mentira, mas não fluiu exatamente como eu esperava, os detalhes em excesso contribuíram para isso e também a quantidade de personagens, o livro em si não chega a ser confuso, mas é necessário atenção para entender alguns fatos, mas aos poucos fui me apegando as personagens e foi impossível não torcer por essas guerreiras.

O Navio das Noivas tem uma narrativa alternada em terceira pessoa, o que nos da uma visão bem ampla do que ocorre, além da visão das protagonistas também temos o capitão que é um homem que sofreu muito mas que ganhou meu carinho como leitora e alguns tripulantes também, já que o navio não tem só as noivas mas muitos soldados também.

Esse fato de haver também homens a bordo complica um pouco as coisas, sentimentos começam a surgir onde não deveriam já que todas são casadas e alguns dos homens também. Para entreter as mulheres durante essas longas semanas foram feitos concursos de beleza, e palestras sobre como será suas vidas de casadas tudo para mantê-las entretidas.

No geral O Navio das Noivas foi uma boa leitura, não foi uma história muito emocionante no sentido de outros livros da autora como, Como eu era antes de você, mas ele ganhou sem lugarzinho no meu coração da mesma maneira. Não deixem de conferir esse livro.

site: http://www.everylittlebook.com.br/2017/03/resenha-o-navio-das-noivas-jojo-moyes.html
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Dear Book 13/03/2017

O Navio das Noivas é um livro fascinante, que merece ser saboreado devidamente
[Resenha com corte de trechos ilustrativos e imagens; confira no link no blog]

Por Mary Leite: Como muitos de vocês devem saber, sou uma grande fã de Jojo Moyes. Além de uma escritora impressionante, com uma coleção bastante multifacetada, ela tem o impressionante talento de tocar seu leitor sem necessariamente fazê-lo chorar. Seu objetivo nunca parece ser abordar o sofrimento, mas o que existe por trás dele.

O Navio das Noivas reúne tudo o que a gente gosta: romance, aventura, História, ambientações magníficas e a qualidade inconfundível de uma das autoras mais brilhantes da atualidade.

Com direito a susto no final, Jojo Moyes nos leva a navegar a bordo do porta-aviões HMS Victorious, que, em sua última missão pós-guerra, tem a tarefa de transportar mais de 600 esposas australianas rumo à Inglaterra, onde um futuro incerto as aguarda ao lado dos maridos oficiais e suas famílias britânicas.

Inspirado nos repatriamentos realizados pela Marinha Real Britânica em meados de 1946, a autora foca sua narrativa em quatro passageiras: Margaret, uma mulher forte, acostumada à vida rural, cheia de inseguranças acerca de sua capacidade em ser uma boa mãe e esposa; Avice, menina fútil da alta sociedade australiana, filha de um importante comerciante e acostumada a ter todos seus caprichos atendidos; Jean, uma moça muito jovem, inconsequente e imatura; e, por fim, Frances, uma enfermeira discreta e pragmática, que claramente guarda um segredo.

A reunião improvável de mulheres tão diferentes para dividir a cabine durante uma travessia de seis semanas acaba por reviver demônios internos, trazendo à tona segredos e confidências.

Com uma narrativa descontínua, em terceira pessoa, Jojo nos apresenta a outros intrigantes personagens, como, por exemplo, o solitário e workaholic comandante Highfield, apaixonado pelo mar, atormentado pelos erros do passado e perdido diante da aposentadoria iminente.

Além do comandante, conhecemos, dentre outros, o fechado fuzileiro naval Nicol e o misterioso fornalheiro Dennis Tims. Uns, muito apaixonantes; outros, nem tanto. Não obstante, sem sombra de dúvidas, todos muito interessantes.

Acho que em alguma de minhas resenhas anteriores sobre a Jojo Moyes, devo ter mencionado o quanto acho impressionante sua habilidade de criar enredos muito distintos entre si, com personagens que em nada se igualam aos demais. E, neste livro, não foi diferente.

Apesar de sentir certa semelhança com A garota que você deixou para trás, se formos analisar mais a fundo, não tem muita coisa parecida, não. O Navio das Noivas se passa, quase que inteiramente, em 1946, no turbilhão de incertezas deixado pela Segunda Guerra Mundial.

Além de abordar as incertezas, inseguranças e temores dos passageiros a bordo do HMS Victorious, pode-se identificar facilmente o realce ao empoderamento feminino, partindo da constante desconstrução do discurso sexista e do tratamento separatista até então muito em voga – mas que começava a perder força gradativamente.

Quando a gente costuma ler determinado autor, passamos a identificar certas características nele. Sendo assim, apesar de a Jojo ter um estilo muito diversificado, sua estilística é muito pessoal e, assim como os demais, carrega algumas marcas. Uma destas que eu ressaltaria aqui é o início lento das suas tramas. Normalmente, demoro um pouco a engrenar nas leituras dos livros desta escritora, o que não significa dizer que sua escrita é difícil. Porque não é. Se trata muito mais de um clima mais lento, entende? Como quando a gente sobe em uma esteira, começa andando devagarzinho, vai, vai, vai mais um pouco, e, quando menos esperamos, estamos a correr esbaforidos em cima dela. No fim, como já estamos aquecidos, a caminhada flui mais facilmente e, por fim, a esteira para, nos dando aquela sensação de dever cumprido.

O Navio das Noivas é um livro fascinante, que merece ser saboreado devidamente, como fazemos com todo bom livro – e aí não importa se é em dois dias ou em duas semanas, porque cada um tem o seu tempo. Se você quer aventura com uma boa pitada de romance, recheado de qualidade e excelentes informações históricas, além de visuais exuberantes, você não pode deixar este livro passar.

site: http://www.dear-book.net/2017/03/resenha-o-navio-das-noivas-jojo-moyes.html
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Marlene Conceição 12/03/2017

Em 1946, após o fim da Segunda Guerra Mundial, começou o chamado repatriamento das esposas de guerras dos soldados Ingleses que lutaram por todo um país, mulheres essas que viram sus maridos poucas vezes e estão dispostas a viajar em um navio por seis semanas para rever seus amados.

Neste livro, iremos conhecer a história de quatros mulheres em especial, que estão deixando suas vidas para trás, para entrar a bordo no navio HMS Victoria que as levará da Austrália para a Inglaterra, para o encontro dos seus maridos.

Margaret é uma delas, ela está grávida e preste a dar a luz, e mesmo com toda a relutância em abandonar seu pai e irmãos, decide embarcar nessa viajem, mesmo sem ter total certeza que está é a melhor decisão a ser tomada.

Avice é uma mimada menina rica de 21 anos, seu pai é o maior fabricante de rádios de Melbourne, ela é uma jovem muito egoísta e também muito preocupada com sua aparência, faz de tudo para conseguir o que quer. Ela não aceita muito bem o fato de ter que viajar em um navio de carga com tanta outras mulheres abaixo da sua classe social, mas está disposta a enfrentar tudo para rever seu marido.

Jean tem apenas 16 anos, e é uma das esposas mais jovens a bordo de Victoria, ela sabe se meter em uma confusão como ninguém, é inconsequente e sua ingenuidade faz com que meta os és pelas mãos por diversas vezes, mas não perde a esperança do reencontro com seu marido.

Francis é uma incógnita para suas companheiras de dormitório, ela é uma enfermeira e ajudou os soldados feridos da guerra, seu passado é sombrio e ela é a mais reservada das três, ela ver na sua viajem uma chance de recomeçar sua vida longe de tudo.

Quando o livro começa somos levadas a Índia no ano de 2002, onde uma senhora com sua neta estão de passagem a jovem moça se mete em problemas, mas isso não é o que tira a velhinha do eixo e sim um navio em desmonte que desencadeia uma série de memorias na velhinha.

Eu não sei bem o que falar a respeito desse livro, eu adorei a história, as personagens são tão fortes e decididas, passaram por tanta coisa por algo que acreditavam ser a melhor decisão, ir de encontro aos homens por quem se apaixonam e de quem praticamente não conhecia, foi um verdeiro desafio.

Inicialmente não conseguia me apegar a história e muito menos as personagens, já que a narrativa se arrasta um pouco, não vou dizer que não gostei pois isso seria mentira, mas não fluiu exatamente como eu esperava, os detalhes em excesso contribuíram para isso e também a quantidade de personagens, o livro em si não chega a ser confuso, mas é necessário atenção para entender alguns fatos, mas aos poucos fui me apegando as personagens e foi impossível não torcer por essas guerreiras.

O Navio das Noivas tem uma narrativa alternada em terceira pessoa, o que nos da uma visão bem ampla do que ocorre, além da visão das protagonistas também temos o capitão que é um homem que sofreu muito mas que ganhou meu carinho como leitora e alguns tripulantes também, já que o navio não tem só as noivas mas muitos soldados também.

Esse fato de haver também homens a bordo complica um pouco as coisas, sentimentos começam a surgir onde não deveriam já que todas são casadas e alguns dos homens também. Para entreter as mulheres durante essas longas semanas foram feitos concursos de beleza, e palestras sobre como será suas vidas de casadas tudo para mantê-las entretidas.

No geral O Navio das Noivas foi uma boa leitura, não foi uma história muito emocionante no sentido de outros livros da autora como, Como eu era antes de você, mas ele ganhou sem lugarzinho no meu coração da mesma maneira. Não deixem de conferir esse livro.
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Lais.Melo 24/01/2017

O navio das noivas
A capa do livro faz jus ao conteúdo! Mas o inicio do texto um pouco massante, conta a história de quatro mulheres de personalidade diferente, em plena década de 40. A narrativa melhorando com o passar da leitura. E há cada página descobrirmos coisas do passado e coisas que estão e deverão acontecer. O livro relata coisas reais vivenciadas por marinheiros e passageiras do navio.
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09/01/2017

Muito bom
Imagine um navio enorme. Agora imagine esse navio cheio de mulheres. Mulheres que desistiram, que abandonaram tudo em busca da felicidade.

É 1946. Acabou-se a 2ª guerra mundial. Mais de seiscentas mulheres partem da Austrália á Inglaterra para, quem sabe, finalmente encontrar o amor de suas vidas.

Dentre essas seiscentas mulheres, quatro se destacam: Margaret, muito grávida, que desde então a vida se resumira apenas a cuidar dos irmãos e do pai; Avice, moça de alta sociedade e escrava das aparências (chata pra caralho); Jean, uma adolescente alegre e energética de apenas quinze anos; e France, uma enfermeira que claramente esconde algum segredo. Durante essa viagem de seis semanas, amizades serão formadas,segredos serão revelados e destinos serão traçados. Se prepare, pois muita coisa acontecerá nesse enorme navio.




Minha opinião:


O livro é contado em terceira pessoa, e a autora detalha muito bem tudo.
Desde as escotilhas do navio, aos pássaros voando no céu, kkk. Ela também foca muito em cada personagem, o que eu achei legal e chato. Pelo livro ser bem detalhado, teve momentos que eu cansava de ler, mas ainda sim eu amei a leitura.
Talvez seja pelo livro ser rico nos nisso ( detalhes) que eu levei um mês para terminá-lo, rsrs. Vai ter momentos que você vai chorar, outros você irá rir. Se você tiver um coração mole, você provavelmente irá chorar quando descobrir o segredo de Frances. Confesso que chorei com esse livro, e digo que ele vale muito a pena ser lido. Foi a primeira obra de Jojo que eu li, amei e já quero ler outros livros dela.
De uma forma bem simples, ela nos mostra que, não importa o que te aconteceu de ruim no passado, todos merecem uma segunda chance, e que, pelo amor verdadeiro, vale qualquer coisa, até mesmo viajar num navio porta aviões.

Enfim, é isso. Já leram? Gostariam de ler? Gostam da Jojo?

Beijinhos e até breve. ;)


site: http://agrtdalivraria.blogspot.com.br/
Monique.Lima 20/01/2017minha estante
GEEEENTE EU AMEI O LIVRO
són que fiquei com uma dúvida, justamente na ULTIMA frase do livro, sobre o nome. Existe algo "nas entrelinhas"??


Dalila 17/05/2017minha estante
Monique.Lima, eu também fiquei com a mesma DÚVIDAAA!!!!! estou desesperada, pq eu não lembro de ter visto nenhum Henry passar na vida de Frances antes.... O final deu a entender que eles se encontraram antes, em outra ocasião..... Amei o livro, mas essa duvida etá me incomodando....




Bruna 06/01/2017

Resenha: O Navio Das Noivas
Mais uma obra da Jojo Moyes entrou para a minha coleção — ainda faltam muitos livros para que eu tenha todos que ela já escreveu, mas aos pouquinhos a gente consegue fazer isso —, e como de costume dele não me decepcionou, na verdade, até arrancou algumas lágrimas de mim — nada fora do normal, afinal de contas estamos falando da Jojo, Nesse livro, ela conseguiu construir três personagens com personalidades diferentes e completamente marcantes. E o que mais me chamou atenção durante a leitura, é que a história foi inspirada na avó de Moyes. Betty McKee (22), decidiu deixar a Austrália para reencontrar o namorado Eric, um oficial da Marinha escocesa com quem tinha convivido por apenas duas semanas. Betty viajou por quase dois meses com mais de 600 mulheres que dividiam com ela o mesmo sonho: retomar a vida e encontrar os soldados por quem eram apaixonadas antes do fim do conflito.

"Austrália, 1946. É terminada a Segunda Guerra Mundial, chega o momento de retomar a vida e apostar novamente no amor. Mais de seiscentas mulheres embarcam em um navio com destino a Inglaterra para encontrar os soldados ingleses com quem se casaram durante o conflito.
Em Sydney, Austrália, quatro mulheres com personalidades fortes embarcam em uma extraordinária viagem a bordo do HMS Victoria, um porta-aviões que as levará, junto de outras noivas, armas, aeronaves e mil oficiais da Marinha, até a distante Inglaterra. As regras no navio são rígidas, mas o destino que reuniu todos ali, homens e mulheres atravessando mares, será implacável ao entrelaçar e modificar para sempre suas vidas. Enquanto desbravam oceanos, os antigos amores e as promessas do passado parecem memórias distantes. Ao longo da viagem de seis semanas — apesar de permeada por medos, incertezas e esperanças — amizades são formadas, mistérios são revelados, destinos são selados e o felizes para sempre de outrora não é mais a garantia do futuro que foi planejado.
Com personagens únicas e uma narrativa tocante, Jojo Moyes conta uma história inesquecível que captura perfeitamente o espírito romântico e de aventura desse período da História, destacando a bravura de inúmeras mulheres que arriscaram tudo em busca de um sonho."

2002 — Índia

Uma mulher idosa acompanha sua neta por uma breve passada na Índia, e mesmo sendo uma passagem tão breve também foi acarretada por alguns problemas, devido à petulância da jovem moça ao entrar em um estaleiro para desmonte de navios — definitivamente elas não deveriam estar naquele lugar. E a visão de um navio especifico causa uma grande comoção na idosa, o que desencadeia uma série de memórias.

1946 — Sydney

Com o fim da Segunda Guerra Mundial, a Marinha Real finalizou o repatriamento das esposas de guerra, as mulheres que haviam se casado com oficiais britânicos que estavam em serviço no exterior. Outras australianas já haviam sido mandadas para a Inglaterra, com o objetivo de reencontrarem seus maridos e agora estavam na última leva de esposas, o que tornou acirrado a disputa de vagas no navio.

Para conseguir transportar um grande número de mulheres, os navios de transporte de tropa sofreram algumas alterações e foram transformados em cruzeiros de luxo para atender às necessidades femininas das moças. Porém, 655 australianas tiveram de fazer a viagem a bordo de um porta aviões: o HMS Victoria — e diferente de outros navios aquele não tinha muito luxo, afinal de contas estavam viajando junto de mais de mil e cem homens, além de dezenove aviões. Para comportar toda essa tripulação os antigos elevadores foram transformados em dormitórios, alguns beliches foram instalados e um salão de beleza construído. E para o entretenimento de todas as mulheres a bordo foram oferecidos cursos de pintura, corte e custura e alguns filmes eram transmitidos em um cinema improvisado, tudo isso para que elas não atrapalhassem o trabalho dos marinheiros, e para que tivessem algo para fazer durante a viagem de aproximadamente seis semanas.

"Você seria capaz de enfrentar seis semanas dentro de um navio, dividindo quarto com mais três garotas, vivendo longe de todos os fuzileiros à bordo e cheia de regras, para reencontrar o amor da sua vida? Mais de seiscentas noivas passaram por diversas situações até reencontrarem seus maridos."

De longe aquela era a situação ideal com que todas estavam sonhando, mas muitas estavam dispostas a fazer sacrifícios para conseguirem reencontrar seus maridos. E em uma cabine com quatro mulheres distintas, conhecemos as protagonistas da história: Margaret, Avice, Jean e Francesca.

Margaret — também conhecida como Maggie —, é uma jovem moça que está em um estado avançado de sua gravidez. Ela vivia em uma fazenda junto de seu pai e irmãos, teve muito receio de deixar todos sozinhos para se encontrar com Joe. E para tentar amenizar a dor da partida, Maggie leva sua cachorrinha de modo clandestino, mesmo sabendo que se tratava de uma grande infração que estava cometendo a vontade de ter o animal junto de si era maior.

Avice era uma moça nobre, sua família era da alta sociedade e quando soube que teria de viajar em um porta aviões achou aquilo um absurdo, já que estava esperando viajar em um navio de alto luxo.

Já Jean, aos 16 anos, era a mais jovem da cabine. Aquela viagem estava sendo a realização de seus sonhos, para começar estava indo se reencontrar com seu amado marido, sem contar que estava se livrando das garras da mãe — as duas não tinham um bom relacionamento. Ela se sente confortável mesmo estando na presença de muitos homens, até mesmo acaba sendo ousada ao flertar com alguns. Mesmo tendo pouca idade, ela é uma bela jovem e sabe como seduzir.

De todas as quatro mulheres, Francesca — também conhecida como Frances — é a mais reservada de todas. Ela carrega junto de si um grande segredo sobre o seu passado. Ela é uma enfermeira que está em busca de um novo emprego na Inglaterra, e também a chance de um novo começo de vida.

"Aquele simples pedaço de papel e as palavras impiedosas ali escritas haviam transportado as mulheres de volta, e de maneira cruel, à realidade da situação. Isso lembrou a todas que não cabia necessariamente a elas determinar o futuro, que outros fatores invisíveis ditavam, já naquele momento, os meses e anos que estavam por vir. Também não as deixava esquecer que muitos casamentos haviam sido precipitados e que, não importava o que elas sentiam ou os sacrifícios que fizeram, só lhes restava esperar, como patas-chocas, que os maridos se arrependessem quando quisessem."

As quatro precisam deixar suas diferenças de lado, e a parti das semanas que vão se passando elas vão se tornando cada vez mais próximas umas das outras, se ajudando nos problemas e reconfortando nos momentos de dificuldade.

A narrativa do livro é em terceira pessoa, isso permite que o leitor conheça o ponto de vista das protagonistas, além da visão do capitão, de alguns tripulantes do navio e os parentes das moças. A leitura é fácil, mas durante as primeiras páginas achei que a história estava demorando a fluir, mas isso ficou melhor depois que elas embarcaram. A impressão que eu tive, é que durante a viagem a leitura ficou mais dinâmica, a partir desse momento eu comecei a ler com uma grande rapidez e interesse de saber o que iria acontecer com aquelas esposas, pois em seis semanas tudo pode acontecer.

Durante a leitura admirei bastante a capacidade da Jojo de criar quatro personagens bem diferentes, e em nenhum momento fugir da personalidade delas. Todas tinham uma personalidade bem definida e um background muito bem trabalhado. No final do livro já tinha me apegado a algumas personagens, e com antipatia de outras.

Esse é um bom livro, como sempre a Jojo Moyes fez um bom trabalho. Mas, se comparado a outras obras dela que eu já li, "O Navio das Noivas" foi o que menos me agradou até o momento. Acredito que tenha sido pelo começo do livro, que achei muito enrolado e com pouca ação.

site: http://escritorawhovian.blogspot.com.br/2017/01/resenha-o-navio-das-noivas.html
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Bolsa Viajante 03/01/2017

O Navio das Noivas
Confesso que não foi um dos melhores livros da Jojo, mais como dou fã dela, não tem como não puxar uma sardinha para o lado dela.
A historia foi bem desenvolvida e nos mantém presos em seu conteúdo. Foi interessante acompanhar a viagem dessas 4 mulheres e mais interessante ainda descobrir quem é que contava essa história.
Apesar de achar que houve muita enrolação, foi interessante der o que 4 mulheres podem fazer juntas e ver que o amor que sente pelos seus maridos é capaz de fazê-las mudar completamente de vida.
Eu recomendo a leitura, mais leia quando não tiver pressa para acabar e prepare-se para se surpreender com o final, para mim a melhor parte do livro!!!
Ana P 03/02/2017minha estante
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Raiane 27/12/2016

Vi muitos comentários negativos quanto ao livro. Bom, foi um dos melhores livros que li até hoje! Algumas personagens ficaram sem desfecho final, porém a história se passa no pós guerra - então era comum perder contato com as pessoas que tiveram contato por um breve tempo, e a autora soube transferir isso para os leitores. Quem quer um romance água com açúcar vai se decepcionar, porque o livro tem altos e baixos. Maravilhoso! Recomendo para quem sabe apreciar uma história que nem sempre tem final feliz.
Thaiswo 27/12/2016minha estante
também amei a leitura, só o inicio que demora muito a desenrolar os fatos, mas quando a leitura fluiu me apaixonei.


Tathy Terto 28/12/2016minha estante
JoJo diz de forma indireta em Baía da Esperança o que aconteceu com Jean




Karen 26/12/2016

Arrastado
Eu costumo ler 1 livro por semana, mas esse eu demorei 1 mês!
Super arrastado, algumas vezes confuso pois você está numa história e já muda para outra.
Fim nada de espetacular, alguns personagens ficaram inclusive sem desfecho.

Resumindo: Chatinho! Terminei por questāo de honra.
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Aline.Silva 17/12/2016

Infelizmente me decepcionei
A história não é ruim, é bonita, porém é um livro extenso para poucos acontecimentos, a história é parada, quase não acontece nada de empolgante ou surpreendente, uma personagem cativante é retirada no meio da história e nunca mais citada. Sexto livro da Jojo que leio, e o primeiro que não gostei e não indico. A leitura se arrasta, é cansativo. Uma história pouco explorada.
vivigommes 23/12/2016minha estante
Bom saber rsrsrsr


Talita.Motta 26/12/2016minha estante
Achei a mesma coisa. Abandonei na pag 120


luisaribeiro 27/01/2017minha estante
nossa, tô achando a mesma coisa. costumo ler um livro em 3, 4 dias. já tô lendo tem 3 dias e nem na metade eu tô. achando o livro mais fraquinho dela




Prof. Angélica Zanin 17/12/2016

Navegar é preciso
Fim da segunda guerra mundial, o porta aviões Victória parte em direção à Inglaterra levando mais de 600 noivas australianas para encontrarem seu esposos - soldados ingleses - frutos de encontros rápidos durante a vida deles em combate. A história acompanha a trajetória de 6 semanas de Frances, Margareth, Avice e Jean, cada qual com sua história de amor, todas navegando rumo a um futuro incerto, por maridos praticamente desconhecidos, para um país estranho, em tempos de pós-guerra. Esse futuro foi feliz? Você só terá as respostas, se fizer as perguntas, lendo mais esta história de Jojo Moyes. Lindo, real e emocionante. A esperança e a força de jovens mulheres que desejavam mais que tudo serem felizes através do amor. Isso não é regra, mas a avó da escritora comprova que é possível, o que faz renascer em nós a esperança de uma felicidade romântica.
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