Nijigahara Holograph

Nijigahara Holograph Inio Asano




Resenhas - Nikigahara Holograph


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Marieliton M. B. 23/05/2017

Estória maluca, mas muito boa de se ler
Alunos de uma turma do fundamental de uma escola têm o seu passado, presente e futuro entrelaçados devido a acontecimentos num local aos fundos da sua escola. O nome desse local é: Nijigahara.

Mangá one-shot de Inio Asano que pra resumir numa palavra seria: viajoso! Sério, nem dá pra falar muito da estória do mangá pois perderia muito a graça de quem ainda não leu.

Muita coisa me deixou chocado, mesmo eu achando gratuito algumas cenas, o autor depois mostra que aquilo tinha um motivo. E a forma como ele vai construindo a trama é muito bem feita. Cruzando cenas do passado com o presente, o leitor ficar desnorteado com o que tá acontecendo e pra onde que vai a estória, mas acredite, no fim tudo fará sentido (eu acho heheh)

Ótimo mangá, com uma estória maluca, com doses de suspense, que só seria capaz de sair da cabeça de um japonês. 8)
Drica 23/06/2017minha estante
Estou gostando também!




Ninigalai 03/08/2019

UOU!
Não posso negar que foi confuso e muitíssimo pesado, mas muito bom também, adorei mas ao mesmo tempo não tenho certeza se entendi tudo. Li em um dia, me prendeu muito, o tempo todo eu queria mais e mais informações, vale a pena ler, mas esteja preparado pra muita coisa cabulosa.
Quase me esqueci de comentar que esse mangá nos mostra as piores faces dos seres humanos. É lindo.
Jota 29/10/2019minha estante
Li também e achei confuso e fascinante ao mesmo tempo




João Felipe 24/11/2016

Uma Leitura Poderosa
Nijigahara Holograph tem um enredo complexo que se desenrola minunciosamente, e requer atenção total do leitor, mas não somente isto, a releitura é quase obrigatória.
Particularmente foi uma leitura muito prazerosa.
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Tiago 06/01/2017

Ótimo enredo, papel ruim e custo relativamente alto
Nijigahara holograph é um mangá de Inio Asano, serializado originalmente na revista Quick Japan entre os anos de 2003 a 2005.

O enredo de Nijigahara Holograph é o ponto principal da obra, exigindo atenção do leitor para os mínimos detalhes. Para uma melhor compreensão é indicado reler a obra mais uma ou duas vezes.

O trabalho editorial da JBC está de parabéns e a publicação tem um apelo gráfico que chama atenção logo de cara, com a capa preta e detalhes em amarelo, a lombada toda amarela com as letras pretas fica muito bonita na estante o destacando dos outros mangás. A segunda capa é um show a parte, toda preta com várias borboletas amarelas, assim como na terceira capa.

Em contrassenso a isso está a qualidade do papel (sempre ele) e a encadernação, pelo menos da minha edição, não foi muito boa. Achei o papel offset com baixa gramatura e transparente, chegando a me incomodar em alguns momentos. Como comparação, nesse caso uso outro mangá do Inio Asano, Solanin, onde a editora L&PM utilizou papel offset de maior gramatura e sem transparências e o prazer da leitura foi maior do que N. Holograph. Por ser um volume único e com preço um pouco elevado, a JBC poderia ter usado um papel um pouco melhor, ponto negativo. Após retirar o mangá do saquinho, notei que ele estava com o miolo um pouco ondulado. Esse é um dos únicos mangás que possuo que está ondulado e não é problema na armazenagem na minha casa, pois todos os meus outros mangás e livros não apresentam.

O ótimo enredo e a arte mais realista e detalhada de Asano conferem um bom entretenimento para quem gosta desse tipo de história com elementos mais psicológicos e menos mainstream. Os detalhes da edição são um charme, mas o papel transparente e a encadernação aliado ao preço de capa do mangá são os ponto negativos e que deixam o custo/benefício não muito atraente.
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Luciano 07/01/2017

Indiferença, crueldade e confronto com o passado
Uma história cruel entre alunos de uma escola com passados perturbadores. Achei confuso, os balões atravessam quadros que já passaram, os recortes de tempo são perdidos na história e me perdi mais de uma vez. Mas ainda assim é provocador. É uma história perturbadora e cruel que enfatiza o que existe de pior nas pessoas. A indiferença é dolorosa e os eventos mais terríveis poderiam ter sido evitados com um pouco de compaixão, vai ver que é isso que a história quer passar. A arte, pra variar, muito bonita. Personagens com expressões e rostos bem distintos.
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Alex 25/01/2017

Quebra-cabeça confuso e violento
Parece que o autor pegou uma história linear e a dividiu em várias peças, jogando-as aleatoriamente na história, como um quebra-cabeça mesmo, para que o leitor descubra o que está acontecendo. A releitura é obrigatória para entender a obra. O enredo é PESADÍSSIMO: envolve morte, suicídio, estupro, facadas, bullying, humor negro...

Obra apenas recomendada para quem gosta do estilo história complexa-confusa-quebra-cabeça. Não me agradou. Achei superestimado...
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Rittes 30/01/2017

Borboletas filosóficas
Depois de ouvir rasgados elogios a este trabalho de Inio Asano, confesso que me surpreendi com a dificuldade em ler e entender plenamente Nijigahara Holograph. Como sou um leitor esporádico de mangás e fã confesso de narrativas mais lineares como Akira e Lobo Solitário, talvez a deficiência seja minha, mas é um quadrinho bem diferente do usual. Seja na maneira multifacetada de se contar a história, que se entrelaça num vai e vém temporal de deixar qualquer um doido, seja por sua violência e niilismo. Talvez, as dificuldades de Asano, por ter se declarado publicamente como transgênero, acabem transparecendo na angústia que permeia toda a história. Um mangá para poucos, mas que deve impactar muitos.
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Rafael 24/02/2017

Um quebra-cabeças de sutilezas e brutalidades
Embrenhando-me por resenhas e simples comentários sobre Nijigahara Holograph, desviando de spoilers like Neo em Matrix, o senso comum era de que essa é uma história confusa o suficiente para que precise fazer releituras da obra de Ino Asano para compreendê-la melhor. "Acha? Não deve ser pra tanto" e comecei a leitura prestando o máximo de atenção aos detalhes. Que ingenuidade.

As primeiras páginas com quadrinhos embaralhados, cenas chocantes e falas aparentemente desconexas são um gostinho do que o acompanhará dali por diante.

Aos poucos o leitor começa a identificar os variados núcleos de personagens da história e perceber como eles se entrelaçam através de sutilezas: falas de um personagem são referenciadas pela atitude de outro; lembranças do passado, entre outros.

Os traços precisos do autor não deixam margem para desentendimento de cenas. O desenho é muito limpo, detalhado e belo! Fico imaginando que se algumas das ilustrações fossem coloridas, seriam um maravilhoso livro para se admirar.

Já em relação à história, essa sim precisará ser digerida com o tempo, obrigando o leitor a organizar as pecinhas do quebra-cabeças em sua mente, relendo-a com outros olhos a cada vez.

Um mangá muito bem feito, que botou em dúvida até o próprio autor, com sua fala na contra-capa, que diz:

"Acho que não vou conseguir fazer outra obra como esta."

site: https://lembradaquelahistoria.blogspot.com.br/2017/02/resenha-nijigahara-holograph-de-inio.html
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MiojoGeek 11/05/2017

Resenha Miojo
#nijigaharaholograph as ilusões de #inioasano , é uma história que usa de um artifício já utilizado diversas vezes no cinema de contar um história de forma não linear. Uma sequência de acontecimentos trágicos envolvem alunos de uma escola e um ponto comum: Nijigahara. Através de saltos temporais e flashbacks, Inio monta sua história com elementos surreais e interpretações abertas que proporcionam ao leitor o mesmo sentimento que se tem ao ver um Donnie Darko da vida. Esse é um mangá que necessita de um pouco mais de foco e atenção que o normal. Disponibilizando de tempo, é aconselhável ao fim da leitura recomece para uma melhor compreensão. A arte é maravilhosa, com destaque pros efeitos de profundidade e enquadramentos cinematográficos. A edição da #jbc ficou belíssima e eu recomendo a leitura. Minha nota é 8/10.

site: https://www.instagram.com/p/BQakeydAEiR/?taken-by=miojogeek
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Ricardo Santos 12/09/2017

Realidade e sonho, dois lados da mesma armadilha
Virei fanboy do mangaká Inio Asano ao ler Solanin, publicado em dois volumes no Brasil pela L&PM, em edições de bolso muito bem cuidadas. Solanin é uma slice of life, gênero de mangá que trata do cotidiano. Não tem nada de sobrenatural ou heroico. É a vida que segue. E Asano mostra jovens cheios de sonhos, mas paralisados por uma existência sem sentido. As exigências da vida adulta aprofundam essa crise. É triste pra caramba. E também muito sincero. Os personagens não são melancólicos para fazer pose, ser cool. Há uma angústia os devorando por dentro. Esse embate entre a vontade de realizar algo e o sentimento de vazio é o tema central em Solanin.

Em Nijigahara Holograph, temos uma luta mais feroz, entre manter ou perder a sanidade. Aqui Asano leva o leitor a uma jornada, ao mesmo tempo, bela e desumana, num tom muito mais sombrio. É como se David Lynch tivesse resolvido fazer um mangá. Pega-se o cotidiano, banal e repetitivo, e o vira pela avesso, expondo os demônios que carregamos dentro de nós. Há uma alternância entre imagens e sentimentos harmoniosos com cenas de pura violência e degradação. Parece que a todo momento Asano faz sempre a mesma pergunta: como pode haver tanta beleza e brutalidade no mundo? Os personagens de Nijigahara Holograph ou são vítimas, ou algozes. Às vezes, ambas as coisas. Os jovens angustiados estão lá. Mas agora tudo é bem mais sinistro.

Asano é um artista completo. Roteirista de mão cheia e ilustrador genial. Ele sabe a importância do silêncio na página como poucos. Seus personagens não falam muito. O resto é dito por imagens poderosas, sejam pela delicadeza ou pela crueldade. Suas tramas são mínimas. O desenvolvimento de personagens é o grande charme do trabalho de Asano. Em Nijigahara Holograph, ele viaja, delira, numa mistura de conto de fadas e história de terror. Como se apenas fosse possível falar dos horrores, bastante humanos, praticados ao longo da narrativa, fragmentada e não-linear, por meio de metáforas. Por isso, as imagens nunca dizem uma única coisa, nunca têm um só sentido, nunca chegam a uma conclusão de fato. Cabe ao leitor interpretá-las, preencher suas próprias lacunas.

A JBC fez um ótimo trabalho nesse volume único. É uma edição gostosa de ter nas mãos. Bonita, prática e com acabamento de primeira. As próximas leituras da obra de Asano já estão engatilhadas: A Girl on the Shore (Vertical Comics) e A Cidade da Luz, que acaba de sair no Brasil pela Panini. Enquanto isso, fico na torcida para a série Goodnight Punpun ganhar uma versão digital gringa com preço acessível ou ser publicada por alguma editora brazuca.
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Andreia 07/05/2018

Sensacional
Esse foi o primeiro mangá que li na vida e para quem gosta do estilo: "desgraçamento da cabeça" vai amar muito. Eu terminei e quero reler pq com certeza vão ter coisas que passaram batido. É aquele tipo de obra que a cada releitura vc abstrai mais detalhes. O estilo de escrita é em rede, ou seja, narra a vida de vários personagens numa trama que brinca com o leitor tanto no desvendar aos pouquinhos os mistérios quanto em passear através do tempo. A construção desses personagens não ocorre em tempo linear, forçando o leitor a se esforçar para compreender o que está se passando. De início pode parecer meio confuso, mas assim que nos acostumamos, e ao fim da trama, as coisas se encaixam. Gostei muito.
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Carlão 11/05/2018

Um soco no estômago
Uma leitura poderosa sobre o lado obscuro das pessoas.

Inio Asano através de uma narrativa em rede e não linear nos mostra um grupo de pessoas que tem que conviver com um erro que fizeram na sua infância e que esse trauma os acompanham pela vida toda.

Conforme vamos conhecendo um a um desse grupo, envolta de violência, estupro, assassinato, arrependimentos e melancolia o autor nos passa uma mensagem de como a beleza e a brutalidade vivem lado a lado.

Uma leitura complexa e de certo modo perturbadora, precisando reler mais de uma vez para uma melhor compreensão.
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Jazz 04/08/2018

Experiência incrível
Foi maravilhoso acompanhar a construção dessa história e tentar desvenda-la.
Como sempre, o Asano constrói personagens quebrados e mesmo assim memoráveis.
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Grace 22/12/2018

Borboletas
Recomendo fortemente o mangá. Ele não é difícil de ler, porém merece ser lido com atenção.
Vi alguns comentando que o papel era transparente. O meu não é. Inclusive tem um cheiro que aprecio muito. Sim, eu cheiro os livros e mangás antes de lê-los, kkk. E, se tem um cheiro bom é mais um incentivo para devorar as páginas.
Achei a história bem bolada e quando terminou fiquei pensativa assim como no mangá Cidade da Luz do mesmo autor (mangaká). Gosto da arte do Asano e do jeito que ele escreve suas histórias.
Então, se está dúvida leia e tire suas próprias conclusões.
A borboletas na minha humilde opinião é a principal personagem. Sem ela não há os saltos no tempo (dobras temporais, efeito borboleta, etc). É começo, meio e fim trazidos por suas asas.
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Erica 08/03/2019

campo do arco-íris
Após terminar a leitura, a sensação que tive foi a mesma de ter assistido a um filme de David Lynch. Mas, apesar de me sentir perdida e sem explicações óbvias, não consegui tirar da cabeça a história e alguns de seus momentos mais poéticos.
A narrativa não apenas não é linear, como é labiríntica, voltamos a episódios já vistos, como se o tempo se dobrasse e formasse interseções (como acontece quando dobramos o papel para fazer um origami).
É uma história pesada, que trata da crueldade humana. Por um segundo, pensei que passasse na mente doentia do protagonista, como uma forma de ele superar o que ele mesmo fez e o que aconteceu, como se ele tentasse se redimir, ou entender o que motivou suas ações, por isso tantas voltas, por isso ele retoma algumas cenas. Mas não é isso também, pois há a narrativa segundo o foco de outros personagens, coisas que o protagonista não poderia saber por não estar presente... então... é isso. Entender essa história é tarefa para mais de uma leitura.
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