Amor Letal

Amor Letal Robin LaFevers




Resenhas - Amor letal


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Tamirez | @resenhandosonhos 19/08/2018

Amor Letal
Eu comecei essa série em 2016 pela curiosidade com o nome e acabei me apegando bastante à história. Em cada um dos livros temos uma narradora diferente, e elas tem muitas peculiaridades que as diferenciam. Ismae foi marcada desde o nascimento e foi sempre destratada. Sybella tem um passado sombrio que a atormentava. E Annith sempre havia sido um mistério.

Eu não botava muita fé nela como protagonista pois parecia a mais sem sal das três. Enquanto as outras haviam sido marcadas por algo, essa terceira havia chegado ao convento ainda bebê e sempre pareceu dócil e obediente. Mas é aí que estava a pegadinha. Annith era dedicada, focada e determinada. Isso fazia com que ela andasse na linha, entretanto não significa que ela não vá fazer o que for necessário pra alcançar seu destino.

A primeira coisa que fica claro pra gente quando o livro começa é que ela não é a pessoa que achávamos a princípio. Ela não entende porque não é enviada para em uma missão e está determinada a mudar isso, mesmo que isso cause a ela um rompimento com esse Deus. Aliás, a relação dela com Mortain é ainda mais complexa do que a de Ismae e Sybella. Ela viu ele quando criança, diferente delas que tiveram seu encontro depois de já estarem em suas missões. Porém, essa “bênção” não lhe trouxe coisas positivas.

O que marca o passado de Annith é algo bem mais pessoal e que ela guarda a sete chaves. Foi algo que marcou sua infância e sua vida dentro do convento. Lugar esse que vamos conhecer um pouco mais, bem como das pessoas que lá habitam e comandam. Esse é o livro final e a hora de descobrir todos os segredos.

Confesso que antes da metade do livro eu já tinha sacado uma questão sobre o passado da garota. E quando isso se concretizou, vindo acompanhado de uma outra revelação, achei um pouco “demais” o segundo item. Não me parecer necessário ter tudo tão amarrado. Não fazia realmente diferença e acaba soando como muita coincidência.

“Havia algo selvagem ali – todos eles eram uma coleção de limites violentamente rompidos e espinhos pontudos e afiados.”

O que mais me surpreendeu aqui além da personalidade real de Annith, foram os Hellequins. O grupo de homens que entregam suas almas ao Deus da Morte para conduzir a dos outros ao seu destino. E Balthazaar, o líder desse bando, teve seu destaque bem trabalhado.

Quando eu iniciei a leitura pensei: ok, tivemos par romântico para as outras duas, teremos para Annith também. E, como ela é mais “santa” o drama talvez seja maior. Pois bem, tapa na minha cara, eu estava bem enganada. Se vocês acompanham as resenhas aqui, sabem que eu reclamo muito dos romances inseridos nas histórias, principalmente quando eles se sobrepõem à trama central. Nessa trilogia isso não acontecia, porém ele sempre estava lá, e parecia haver uma fórmula. Qual não foi a minha surpresa quando eu me peguei torcendo tanto pelo shipp que não estava acontecendo, que eu tinha esquecido completamente que isso era algo que desejava que não acontecesse. Eu me envolvi tanto com a história e gostei tanto dos personagens que foi inevitável torcer.

E, a revelação que vem perto do final me deixou no chão. Eu costumo ser a chata que saca os finais. Mas aquilo nem passou pela minha cabeça. Em nenhum momento. Sobre o final da trama histórica da Duquesa, confesso que achei a solução bastante “lúdica” e controversa, mas ok. Cumpriu o papel de resolver algo que era importante, porém não central. Conhecer a história dessas servas e desbravar seus segredos era a trama principal. Adorar esse Deus, conhecer seus desígnios. E isso, Robin LaFevers fez muito bem.

E, chegando o fim, algo que é bem interessante é a forma como cada uma se relaciona com esse Deus. Dependendo da suas histórias, da forma como a morte tem peso em suas vidas, suas devoções são motivadas por coisas diferentes e, consequentemente, o jeito como a relação e apelo a Mortain funciona também é. Já o background histórico, que é algo que eu adoro, brinca com fatos reais, adaptando coisas que realmente aconteceram mas modificando alguns detalhes para comportar a história. Sempre fico encantada com esse tipo de construção.

Essa é uma trilogia de fantasia que se passa nos anos 1400, na Bretanha. Todos os três livros já foram publicados e isso certamente é algo positivo. Se você gosta de fantasia com personagens femininas fortes e curte um contexto histórico, até para se aproximar mais em termos de “veracidade” com a trama, eis aqui uma boa opção. Eu certamente marquei como um belo acerto ter começado a fazer essa leitura, e super recomendo.

site: http://resenhandosonhos.com/amor-letal-robin-lafevers/
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Flávia 20/10/2016

Amei!
Na minha opinião, foi o melhor livro da trilogia. Adorei como a autora conseguiu conciliar fatos históricos com fantasia. Vai deixar saudades!
sandra 13/12/2016minha estante
Li somente o primeiro dessa trilogia e gostei ...


Flávia 13/12/2016minha estante
Ah então você vai gostar da continuação! O segundo livro é sobre o que estava acontecendo com a Sybella durante o primeiro livro, muito bom mas o terceiro eu achei o mais incrível dos três, a história de Annith.


sandra 14/12/2016minha estante
Vou continuar a saga delas hahha


Elda.Pimentel 02/02/2017minha estante
Adorei o primeiro, amei o segundo e estou apaixonada pelo último...vai deixar saudades, #Duval #Fera #Baltazar




LT 18/05/2018

Olá, pessoal! Essa é a história de Annith, o último livro da trilogia, e confesso, fiquei sem palavras para escrever essa resenha. A autora "lacrou" a trilogia com chave de ouro! Bem, vamos lá!

Annith apareceu no primeiro livro como uma mocinha dócil e prestativa, e para todas as meninas que chegavam ao convento com medo e inseguras, ela dava o suporte necessário. Desde de seu nascimento fora criada ali, como era aluna aplicada, se dedicava e superava a todas. Mas a sua verdadeira vontade era a de aventurar-se, de ser enviara para alguma missão e provar a Mortain – deus da morte –, que era digna de ser chamada de filha. No entanto, isso nunca aconteceu e na sua tristeza se rebelou. Tornando-se desconfiada, Annith não entendia o porquê de apenas ela não receber o chamado.

Como Annith foi criada no convento, a primeira coisa que passa pela minha cabeça, é que sua vida foi mais fácil, ledo engano... Ela foi muito judiada pela antiga abadessa, sofreu maus tratos, a mantiveram trancada várias vezes no escuro e era espancada, ainda pequena. As recordações da nossa filha de Mortain são terríveis, todavia isso serviu para molda-la e fazer com que nunca desista de seus propósitos.

Annith não queria esperar mais, então saiu do convento em busca de fazer seu próprio destino, e isso a levou a cruzar o caminho de Baltazaar e de seu bando de hallequins, que tinham a missão de dar fim as almas perdidas em troca de poder salvar as suas próprias.

[QUOTE] ...Nada sobre filhos do demônio ou embaixadores do próprio Satanás? Nada sobre nossas estripulias pelo campo espalhando pecado e destruição em nosso rastro? [...]

Por mais que, o que Annith queira, era fugir, sua jornada a levou ao palácio que estava um caos, por causa das guerras travadas em busca de poder. No entanto, o que realmente chateou a nossa personagem, foi a abadessa, em quem sempre confiou e que agora diz que tem outros planos para ela.

Nossa protagonista não aceita ser controlada pela abadessa, criando assim uma discórdia entre elas, mas apesar disso Annith estava muito feliz em rever suas irmãs, Ismae e Sybella, unindo-se a elas para ajudar a por fim na discórdia, brigas políticas e assim deixar a duquesa Anne reinar, que é seu direito.

O que mais me intrigou é não saber a origem real de Annith, de onde ela realmente vem? Como uma recém nascida vai parar em um convento sem uma origem, sem saber se ela é mesmo uma serva de Mortain? As outras personagens foram parar no convento depois que demonstraram certos dons, não antes. Annith tem dons naturais, e isso só faz aumentar o mistério ao entorno da verdadeira origem da personagem, mas a autora nos prende e cativa ao decorrer da leitura, e vai revelando os segredos e cada um é mais interessante do que o outro.

[QUOTE] Eu lhes ensinaria a pensar por si mesmas, e não a simplesmente refletir de volta para o mundo o que ele desejava. Elas seriam fortes não apenas de corpo, mas de mente e de coração. E, mais importante: eu queria ensiná-las a amar, pois, no fim, essa era a maior arma de todas. O amor se revelou mais forte até que a Morte. [...]

E quando pensei: agora os segredos acabaram! Mas... nada disso! A autora veio e novamente me surpreendeu, com outras situações que arrasaram o meu coração, e também me levando a torcer ainda mais pela felicidade da protagonista. Mas as coisas não acabam por aí, temos em Annith uma pessoa carismática, que sabe realmente o que quer de sua vida e que demonstrou um crescimento muito significativo ao decorrer de toda a história. Ela realmente queria lutar pelos seus ideais, e confesso que achei isso ótimo! Chega de permitir que as personagens sejam manipuladas, chega de se permitir ser manipulada e de deixar que fizessem o que quisessem com ela.

Lembram de Baltazaar, que mencionei? Curiosos sobre o que acontece com ele? Bem, o que posso dizer? Leiam essa trilogia inteira, vale a pena! O clã das freiras assassinas é, na minha opinião, uma das melhores trilogias que já li nesse ano! A autora nos apresenta um universo bem elaborado, um enredo cativante e o encerra sem pontas soltas. Tive todas as emoções possíveis durante a leitura, ri e chorei junto com a protagonista. Os personagens secundários também me conquistaram e o desfecho final foi fantástico e surpreendente.

Robin LaFevrs está de parabéns por sua criatividade, ela demonstra, em cada página, que estudou muito para escrever essa trilogia e foi muito bem sucedida. Os fatos históricos reais que a autora utiliza em meio a sua ficção foram bem explorados e de forma coerente. Robin soube misturar ficção com acontecimentos reais passados com maestria e assim proporciona uma leitura ainda mais deliciosa e instigante. Confesso que eu só queria mais uma coisa dessa trilogia, queria que ela fosse uma série, queria poder esperar por mais continuações e fico na torcida para que a autora mude de ideia e o faça, porque essas histórias são maravilhosas e merecem continuar!

Preciso dizer que a capa é realmente muito bonita e que ajudou a dar asas a minha imaginação, além disso, conta com um toque aveludado que a deixa ainda mais linda. A edição conta com páginas amareladas e com uma fonte adequada e em tamanho confortável para leitura. Não notei erros, não sei se por eu estar tão imersa na história que não percebi, ou se a revisão está impecável, fato é que não tenho o que dizer sobre. A escrita da autora continua maravilhosa e o ponto de vista do enredo nos é apresentado através de Annith.

Se recomendo? Com certeza! Recomendo à todos que gostam de se aventurar em novas histórias e universos, que curtem o gênero ou querem conhecê-lo, porque essa trilogia, sem sombras de dúvidas, é uma ótima pedida! Ah, não recomendo para quem tem coração fraco – risos – pois temos ao longo da trama muitas surpresas, e não esperem que o amor possa quebrar qualquer obstáculo, ou esperem? Bem, descubram lendo!

Resenhista: Cris Santana.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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Alessandra.Sacheti 29/08/2016

O final
Excelente livro. Leitura muito rápida, personagens excelentes. Grande final para a trilogia. A fantasia foi muito bem desenvolvida e fatos históricos também.
Luciana 22/10/2016minha estante
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Lane @juntodoslivros 11/04/2017

Dando adeus a essa série maravilhosa...
Passei por tantas emoções com essa série e agora venho me despedir dessas moças ardilosas e habilidosas, as assassinas do convento de Saint Mortain. E muita coisa aconteceu nesse livro! Aqui, toda a trama que iniciou com Ismae e continuou com Sybella , acaba agora com Annith. Não se iluda achando que a série perdeu o passo em algum dos três livros, Robin conduziu os livros com maestria.

A origem e chegada de Annith ao convento é um mistério para todos. Dita como filha do deus Mortain, sabe-se apenas que ela foi deixada com o barqueiro e esse lhe levou até o convento de Mortain.

Além de um passado obscuro, a doce Annith passou por duras lições desde que entrou no convento quando ainda era bebê. A falecida abadessa Dragonette era extremamente severa com ela desde muito nova se ela fazia algo errado em seu treinamento era castigada, poderia ficar sem comida e até ficar trancada em um porão escuro sozinha.

Sete anos depois da morte de Dragonette e com a direção da abadessa Etienne, Annith é uma arma letal em forma de mulher. É a melhor de todas as noviças, principalmente em arco e flecha, já que foi treinada a vida toda e teve que se esforçar muito já que não tinha nenhum dom sobrenatural concedido por Mortain, mas nunca teve a chance de ir em uma missão para ajudar sua amada Bretanha e a duquesa Anne como uma assassina do seu deus Mortain.

Ismae e Sybella que chegaram ao convento com muito mais idade que Annith, já foram mandadas para várias missões e Annith continua trancada no convento, mesmo com todas as suas habilidades. No entanto, Annith está cansada de ser deixada de lado, de ser a obediente e boazinha do convento. Assim, quando um destino que ela nunca sonhou para si é imposto a ela, Annith sabe que tem algo que a abadessa Etienne está escondendo dela e provavelmente de todo o convento.

Em busca de respostas mesmo que sua fuga traga os hellequins ao seu encalço, Annith foge do convento para confrontar a abadessa em Guérande. E nessa viagem solitária, Annith acaba sendo encontrada por dos hellequins, Balthazaar. Com Balthazaar, ela acaba descobrindo que as histórias sombrias sobre os hellequins não são seres infernais em que tantas pessoas acreditavam. Esses são almas de homens que procuram redenção de seus pecados cometidos em vida, eles são uma espécie de ajudante do deus Mortain para guiar as almas daqueles que não conseguiram fazer a transição para o mundo dos mortos.

Com ajuda de Balthazaar, Annith aprende muito sobre si mesma e o mundo ao redor. E em busca da verdade com a abadessa, algumas feridas dolorosas serão abertas e mudarão todo o seu mundo.

A edição está linda assim como as outras. A capa condiz muito com a personagem Annith. Em cada intervalo do enredo, temos um arco e flecha como separação. Os capítulos são iniciados com letras cursivas lindas. Tirando a capa aveludada, a edição está um capricho! A história é narrada em primeira pessoa pela visão de Annith.

Robin tem uma escrita maravilhosa e seus enredos me encantaram. Lembrando que toda a série é envolvida em fatos reais da história da Bretanha e a autora foi muito habilidosa em misturar fatos reais com sua ficção. E no que se refere à história fictícia, um destaque para a pequena Anne, a duquesa da Bretanha, que lutou bravamente para não perder seu país. Conseguir aliados não foi fácil, mas com as três assassinas ao seu lado, as coisas foram mudando pouco a pouco em sua história no decorrer da série.

Senti que o romance de Balthazaar e Annith foi algo ainda mais gradual do que aconteceu nos livros anteriores. As sensações que um despertava no outro e como algumas peças em relação a isso foram se encaixando ocorreu de modo perfeito. A Annith do convento não mais a dominava, uma nova mulher nascia a cada página e descobria sobre si mesma. Ela foi florescendo aos olhos daqueles que a conheciam. Apesar do jeito brusco e sério de Balthazaar, esse foi um personagem apaixonante. Era difícil conhecê-lo, mas saber de seus segredos e desvendá-lo junto com Annith foi maravilhoso. Posso dizer que ele é um dos meus mocinhos favoritos!

“-Quando vou tornar a vê-lo?
Ele ficou imóvel, como se a esperança fosse algo frágil que ele precisasse cativar pouco a pouco.
- Você gostaria?
- Gostaria. Não consegui entender o que há entre nós.
Ele então sorriu, e fez uma reverência. Em seguida, desapareceu nas sombras.” Página 347 e 348

Fiz essa leitura com uma sensação boa para a conclusão. Amor Letal tem várias revelações e relações novas. Depois que Annith chega aonde deveria estar desde o início de sua jornada, o livro vai nos revelando pouco a pouco o passado da protagonista e me pegando várias vezes desprevenida. Alguns sinais foram dados ao longo do enredo, mas eu não estava preparada para certas coisas que a autora Robin LaFervers tinha na manga. Algumas me chocaram mais que outras, mas todas satisfatórias e condizentes com tudo.

Depois de terminar essa leitura veio a sensação de desolação por ter acabado a série, mas também uma sensação reconfortante para o destino final de Ismae, Sybella e Annith. No entanto, não posso deixar de ficar curiosa com o destino das outras meninas do convento e também como ficaram os hellequins. Esses últimos foram os que mais me intrigaram. Já pude perceber que Robin gosta de deixar seus leitores no escuro sobre certos fatos, nada que prejudique o enredo, mas que deixa o leitor maluco por mais!

Para os fãs de aventura medieval, não apenas esse livro, mas toda essa série é muito mais que recomendada!

site: http://www.lagarota.com.br/2017/04/livro-amor-letal-robin-lafevers.html
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Daniela 13/05/2019

Adorei!
• Assim que vi o livro na livraria tudo me chamou atenção, a capa, o fato das protagonistas serem mulheres, serem treinadas para serem assassinas e estar ambientando na época medieval, e ao lê-lo não me senti em momento algum traída por todos essas características, a história cumpre o que promete e te entrega ainda mais.

• As protagonistas de cada livro são distintas uma da outra de modo que você consegue enxergar vários pontos de vista, além de ficar em dúvida de qual gosta mais. Extremamente bem construídas para mim foi impossível não entender a razão de cada uma delas ser do jeito que é.

• Os romances são parte importante da história, mas não a ponto de torna-las açucaradas demais, pelo contrário, são romances que te levam aos poucos, com personagens masculinos também muito diferentes entre si, além de ter sempre uma pitada de sedução na narrativa.

• A ambientação medieval é ricamente detalhada, mas não a ponto de se tornar chato – como já aconteceu com alguns livros que li – em momento algum a caracterização dos lugares e da época interfere no caminhar da história. Tornando-a rica e ao mesmo tempo dinâmica.

• Mesmo cada um dos livros tendo foque em uma das personagens, as histórias se entrelaçam e as três de revelam grandes amigas, o que dá o gostinho da aparição uma da outra em cada uma das histórias. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
"Se decidir ficar, você será treinada em Suas artes. Vai aprender mais maneiras de matar um homem do que imaginou ser possível. Vamos treiná-la a ser furtiva e astuta e desenvolver todo tipo de habilidade que assegure que nenhum homem jamais volte a ser uma ameaça para você."

@dancando.com.as.letras


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Lu 27/05/2018

Foi com uma pontada de tristeza que eu virei a última página de "Amor Letal", que encerra muito bem a excelente trilogia das Freiras Assassinas.

Assim como os livros anteriores, LeFevers aprofunda sua mitologia dark, ao mesmo tempo que entrelaça a história com elementos da história da monarquia francesa e bretã. Ela se sai muito bem nos dois: sua narrativa é ilustrativa, quase poética para imaginar as cenas dos hellequins como se fossem um quadro, enquanto as intrigas políticas ajudaram a arrefecer um pouco a minha saudade pela escrita de George R.R. Martin.

Gostei muito de Annith. Assim como as suas irmãs, ela é forte, determinada e com um quê de rebelde. Adorei acompanhar a sua jornada, embora que eu tenha me ressentido um pouco da demora até ela começar. São umas 50 páginas até as coisas realmente esquentarem, mas depois disso, é um caminho sem volta.

É um livro para ser lido rapidamente, assim como os outros. Embora sejam mais de 400 páginas, elas passam rápido. Num ponto da história, eu cheguei a pensar que tinha descoberto o fechamento todo, e comecei a entrar em pânico. Mas no terço final, as surpresas e as reviravoltas vão se seguindo. Parecia até livro da Agatha Christie: quando você acha que entendeu, a autora te dá uma rasteira. Estou no chão, tentando entender, até agora.

No geral, achei uma leitura viciante. A autora consegue deixar tudo amarradinho, sem exageros ou finais frustrantes.

Totalmente recomendado!
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Cristiane 19/10/2016

“Não consegui decidir se estava me armando para me defender ou para me tornar a assassina que fui treinada para ser e, no fim, me preparei para os dois.”

Nesse último livro da trilogia “O clã das freiras assassinas”, a história será contatada pelo ponto de vista de Annyth. Assim como Ismae e Sybella, ela também é filha de Mortain, a grande diferença, é que ela nunca saiu do convento. Logo recém-nascida, ela foi entregue ás freiras como filha do Deus da morte.

Annyth teve uma infância muito difícil, diferente do que Ismae e Sybella pensam, ela foi testada pela madre superiora chamada Dragonnete (olha o nome carinhoso, para vocês verem o quanto a bicha era ruim). Ela foi a abadessa anterior a irmã Etiene que é a atual. A garota não sabia se todos aqueles testes eram bons para ela, mas ela foi ensinada a obedecer às ordens do convento acima de qualquer coisa.

Sempre que a garota falhava, ou demonstrava fraqueza, era castigada. Um dos castigos mais marcantes para ela foi quando ficou presa pela primeira vez sozinha dentro da adega do convento com todas as luzes apagadas e sem comida. Ela tinha que passar a noite ali, passando frio e sem nenhum conforto, mas ela sabia que se Dragonette a encontrasse chorando, o castigo seria pior, então fez o possível para superar seu medo e enfrentar aquela situação.

Depois que Sybella foi enviada em missão, a próxima da fila, teoricamente seria Annyth, que por mais que fosse a melhor dentre as meninas, a abadessa não a enviava de maneira nenhuma para sua primeira missão. Quando viu Ismae sendo enviada e ela ficando para trás, a frustração foi aumentando cada vez mais. Ela sabia que tinha alguma coisa errada com ela, mas não sabia exatamente o que era. Será que havia falhando em algum teste? Já não bastava todo o sofrimento que ela já tinha passado quando era criança para mostrar que era digna de servir Mortain?

E foi então que ela ouviu a conversa entre a abadessa e uma das freiras, as duas falavam justamente sobre seu futuro. Como as outras noviças eram novas demais, Annyth tinha certeza que dessa vez não teria desculpa para não manda-la para a próxima missão, mas parece que para a abadessa não é bem assim. E então, ela descobre que o plano da abadessa é fazer com ela seja a nova vidente do convento. Ela fica completamente indignada. A irmã Vereda era a atual vidente e estava muito doente, mesmo assim ela não se julgava capaz e nem muito menos queria ficar trancada o resto da vida naquele lugar.
Já que a abadessa estava, digamos assim “sabotando” seus desejos, ela faria o mesmo.

Annyth era conhecida por ser obediente, então para contrariar a abadessa, seu plano era ser tudo, menos obediente. De acordo que os dias vão passando, seu plano para tentar fazer a abadessa mudar de ideia, não da certo. Até que uma decisão completamente sem cabimento é tomada pela abadessa e ela viaja as pressas. É a chance que Annyth precisava para tomar uma decisão radical: fugir.

“-Não quero sua bondade, se o custo é a vida dos outros. Mesmo que a senhora esteja disposta a pagar tal preço, eu não estou. – E era a essência da coisa. A podridão no âmago de seu carinho por mim.”

Achei a atitude de Annyth muito perigosa, mas estava mais que na hora dela ela sair daquela redoma do convento e conhecer o mundo. Realmente seria frustrante manter uma garota com tanto talento para matar trancada para ter visões, só pelo simples fato de ela ser obediente e de a abadessa ter certeza que ela ia simplesmente aceitar e pronto.

Eu me surpreendi muito com a personalidade de Annyth, ela se mostra determinada a servir Mortain da forma como foi treinada por anos, a abadessa autorizando ou não. Ela tinha certeza que muita sujeira estava por trás da abadessa e não ia descansar até enfrenta-la pessoalmente e dizer tudo o que ela pensava e ia exigir de uma vez por todas uma explicação convincente sobre o motivo de ela nunca ter sido enviada em missão.

Mas até ela conseguir alcançar a abadessa e arrancar a verdade dela, vão cruzar no seu caminho criaturas chamadas hellequins. Basicamente são homens que antes de morrer pediram redenção e agora vivem atrás das almas perdidas pelas noites. Annyth entra em desespero ao encontra-los, pois acha que eles estão atrás dela a mando do convento, então para não ter problema, oculta sua identidade e torce para surgir logo uma oportunidade para fugir do bando.

“E lá estava: tudo o que eu sempre quisera, tudo para o que eu sempre treinara e pelo que sempre lutara. Só que agora eu não confiava mais nela”

Só posso dizer que nossa querida Annyth, se mete em uma cilada amorosa, que quando você descobre o tamanho da cilada, você fica com aquela sensação de: é para rir ou para chorar? Esse livro está recheado de revelações sobre o convento, sobre a vida de Annyth. Foi o livro da trilogia que veio mais recheado de revelações e reviravoltas. Marca também o reencontro das três amigas Ismae, Sybella e Annyth. Gostei muito da trilogia, só de saber que alguns personagens foram reais, como a Duquesa Anne e Duval, me deu vontade de procurar saber um pouco mais sobre eles.

Esse último livro foi o que eu mais gostei. Foi o mais emocionante e não consegui prever muita coisa do que poderia acontecer. A autora terminou a trilogia maravilhosamente bem. Eu ficaria muito feliz se ela escrevesse mais sobre as minhas noviças preferidas Ismae, Sybella e Annyth.



site: http://www.sugestoesdelivros.com/2016/10/resenha-amor-letal.html#.WAdvRvkrJdg
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Fernanda.Granzotto 01/11/2017

4,5 estrelas
Eu gostei muito de ler este livro e foi uma leitura muito rápida também.
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Mikele | @respiropalavras 29/03/2019

Annith é uma das noviças da Abadia de St. Mortain. Desde pequena, ela serve com maestria ao convento, sendo obediente e esforçando-se para ser a melhor afim de receber sua primeira missão designada por Mortain. Mas esse dia nunca chegou.

Todos esses anos sem reconhecimento levaram Annith a pensar que havia algo errado com ela, porque, sendo a melhor como nunca foi enviada em uma missão? Passar o resto dos seus dias sem fazer o que nasceu para realizar não era o que tinha em mente, assim, ela decide fugir e traçar o seu próprio destino.

"algo em meu âmago havia despertado, e uma vez que eu tinha andado pelo mundo totalmente consciente, era impossível me fazer voltar ao sono."

EU AMO UM LIVRO! Estou escrevendo essa resenha semanas depois de ter lido o livro e só de lembrar já quero reler. Eu não sei dizer porque esta história em especial me conquistou tanto mas prometo que irei tentar.

Annith viveu por anos sob uma obediência cega, e quando os propósitos do convento se mostram egoístas ela enfim percebe que viveu todo esse tempo sendo friamente manipulada. Mas sendo habilidosa, determinada e inteligente, ela foi em busca da verdade.

Neste livro somos apresentados a uma nova crença que fala muito sobre morte e vida, sofrimento e redenção. Eu gostei muito dessa nova luz que a autora jogou sob as muitas culturas tratadas em toda a trilogia.

Como uma conclusão, nós temos reviravoltas e todos os segredos mantidos debaixo do tapete vindo à tona, isso acaba deixando o livro frenético e muito interessante, prendendo o leitor na teia de acontecimentos.

E O ROMANCE? Eu nunca fui tão feita de trouxa na minha vida e amei tanto. Annith e Balthazaar possuem uma sintonia óbvia que desde o primeiro momento nos deixa torcendo pra eles se pegarem logo pelo amor de Deus! Os diálogos são cheios de um humor ácido e alfinetadas, o que eu adorei. É lindo e doloroso na mesma medida.

Eu apenas acho que deu para notar que eu amei esse livro, logo, vou parar de falar. O que me resta é implorar que vocês deem uma chance a trilogia "O Clã das Freiras Assassinas" que não é conhecida, mas Deus sabe que o deveria.
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Maryojonas 20/03/2017

TRILOGIA O CLÃ DAS FREIRAS ASSASSINAS, Robin Lafevers (Resenha) | Sem SPOILER | MÁRIO REAL
Olá pessoal, hoje trago para vocês a resenha da Trilogia de Fantasia-histórica, passada na Bretanha, na época da Guerra de Sucessão. O CLÃ DAS FREIRAS ASSASSINAS da Robin Lafevers é incrível, vem conferir.

site: https://www.youtube.com/watch?v=xvT4G6dM9TU
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Bruna.Batista 07/02/2017

O amor supera a Morte!
A história da vida de Annith. Uma garota criada no convento de Saint Mortain. Sempre protegida por sua abadessa e impedida de realizar missões como as outras servas da morte. Mas isso só fez despertar nela o porquê de tudo ser assim, então ela resolve investigar por conta própria e o que descobre tira todo seu mundo do eixo. E para completar essa magnifica história, ela encontra seu amor nos braços de Mortain.
Dani 14/02/2017minha estante
Oi Bruna. Só um toque que vc esqueceu de marcar que sua resenha contem spoiler.




Keila 27/12/2018

Amor Letal
Amor Letal conta a história da doce Annith, uma menina que sofreu muito durante a infância, chegou no convento de Mortain ainda bebe cresceu sob os cuidados e ensinamentos das freiras do convento. Annith ansiava por sua primeira missão fora do convento, quando a abadessa a chama em seu gabinete ela acredita que finalmente ela teria sua missão, ela se decepciona em ser informada que será a nova vidente do convento, sem entender o por que (afinal ela era a melhor em todas as lições do convento, ninguém conseguia ganhar dela), ela vai investigar o seu passado. Quando a abadessa vai ao encontro da duquesa em Rennes, Annith tenta encontrar resposta do porque ela nunca foi chamada a uma missão, sem encontrar nenhuma resposta ela decide fugir para confrontar a abadessa atrás de respostas.


É quando tudo começa, no caminho ela encontra Balthazaar que a ajuda e a protege no caminho até Renes, ela se encanta pela familiaridade que ela tem por ele e ele por ela.


Chegando em Renes ela encontra a abadessa que se nega a lhe dar qualquer resposta sobre seu passado. E é aí que ela é surpreendida, quando a Madri superiora lhe da uma missão, ansiosa para cumprir sua primeira missão ela parte na mesma hora, mas ao encontrar a sua vítima ela começa a duvidar de que essa ordem realmente é do convento ou se é por razoes pessoais da abadessa e ela decide ir novamente em busca da abadessa, dessa vez decidida em ter respostas custe o que custar…

“(…) Não vou ficar sentada esperando pacientemente minha felicidade crescer, como alguma fruta verde nos galhos de uma árvore. Eu vou forjá-la e lhe dar forma com minhas próprias mãos.”


Minha impressão do livro: Ele começa bem devagar (até demorei um pouquinho pra terminar a leitura), cheguei até ficar com raiva da Annith por ela aceitar tudo com tanta facilidade. Depois que algumas perguntas foram respondidas (no decorrer da história), você entende o porque ela é assim tão “boazinha”. A história tem um romance bem gostoso e cheio de reviravoltas inacreditáveis (tipo: tive que ler duas, três vezes pra acreditar no que estava acontecendo) Amei o livro, a leitura é bem fluida e novamente a escritora soube misturar muito bem fantasia e realidade e a nota que ela põe no final do livro mostra um cuidado especial com o leitor.


Sobre a trilogia "O Clãs Das Freiras Assassinas":

Perdão Mortal: É o livro mais impactante pra mim, ele mostra muito a guerra e a política da época, e mexe muito com seu senso de realidade, a escritora soube mesclar muito bem entre a história real e a fantasia. Eu fiquei tão curiosa que fiz uma breve pesquisa para distinguir a história e a fantasia. A escrita é bem fluida e ela não deixam pontas soltas, amei.


Divina Vingança: O mais “agoniante”, ele conta mais em detalhes a vida da Sybella, até certo ponto você sente a dor que ela ta sentindo a tortura de ficar onde ela esta, também envolve a política do primeiro livro e dando a continuidade na história, mas é mais voltado a vida da Sybella. Como no primeiro livro a história real e fantasia se mistura muito bem, eu amei o final e tava torcendo o livro todo pra acontecer o que aconteceu.


Amor Letal: o que teve mais reviravolta, onde tudo muda, a história politica tem sua resolução e o convento tem um final surpreendente. Nesse livro mostra que em nome do amor se faz tudo: mentir, enganar e até se sacrificar. Nessa historia é onde tem o romance mais surpreendente dos dois anteriores, o romance é tão forte que até chorei ao ver o que podia acontecer. Me surpreendi bastante com o final, amei a trilogia inteira dessa historia tão cativante e real! Super Indico.

Eu fiz resenha de cada livro da trilogia, é só da uma olhadinha no meu perfil :)
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Jully 09/07/2018

Agora é hora de conhecer a história da doce Annith, criada desde bebê no convento de São Mortain, é a única que não sabe bem as condições do seu nascimento e que não tem nenhum dom específico como todas as filhas da Morte tem. [Pode conter Spoiler] Nunca imaginou que a sua obstinação à obediência poderia lhe custar seu tão sonhado destino. Sempre se empenhou em ser a melhor, mesmo superando todas as outras nunca foi escolhida para uma missão, e chega a conclusão que existe algo de errado: a abadessa. Num ato de rebeldia resolve fugir do convento para ir em busca da verdade. É possível descobrir o amor em um local inesperado?

Texto completo no blog.

site: https://comentandolivroslidos.blogspot.com/2018/07/amor-letal.html
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