Traços

Traços Eduardo Cilto




Resenhas - Traços


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Gramatura Alta 04/08/2016

Colcha de retalhos rasgada
Matheus é o melhor amigo de Beatriz, e vice-versa. Mas ele nutre um amor platônico pela menina e não sabe se pode ser correspondido. Beatriz desconhece os reais sentimentos dele, embora todos, no colégio onde estudam, saibam. Na noite de uma festa, os dois vão à casa de Fernanda, uma colega gótica/dark, e participam de um ritual de magia, onde a menina solta uma frase que dispara em Beatriz a resposta para o significado de sua vida: fugir para São Paulo atrás de um youtuber, que faz vídeos de auto-ajuda, porque ela pensa que está apaixonada por ele, que ele é a única pessoa no mundo que poderá entendê-la e que os dois poderão ficar juntos.

Nesse ponto, Matheus chuta tudo para cima, inclusive a relação estável com os pais, e foge com Beatriz, mesmo ela indo atrás de outro. No meio do caminho, eles sofrem assédio por parte de um motorista, roubam, se perdem, encontram drag queens, um lago místico, até que conseguem chegar em São Paulo, apenas para descobrirem que o youtuber foi sequestrado e está sendo obrigado a participar de vídeos de tortura, estilo o que foi visto no filme Jogos Mortais. Fora isso, Matheus encontra Samantha, uma antiga amiga, que balança seu coração para outro lado.

Bem... enfim... vou ser bem direto: realmente é muito ruim. Não gostei de nada do que li, e vou tentar explicar o motivo.

A história são várias ideias desconexas, e algumas realmente absurdas, que foram reunidas sem qualquer ligação entre si. Um apanhado de várias situações que foram costuradas através de coincidências, de forma que a história seja sequencial, com início, meio e fim.

É uma coincidência a frase que Fernanda menciona no ritual de magia, mesmo ela nunca tendo apresentado poderes paranormais; é uma coincidência eles serem resgatados pelas drag queens, que estão indo, exatamente, para o mesmo lugar que eles; é uma coincidência eles encontrarem Samantha, a antiga amiga de Matheus, quando eles não têm onde ficar na cidade; é uma coincidência Matheus ler uma notícia de um vídeo que dá pistas de como descobrir onde o youtuber está sendo mantido em cativeiro; é uma coincidência que o local seja o mesmo local onde Beatriz e Matheus passaram poucas horas antes; é uma coincidência que eles sejam salvos em cima da hora quando estão sendo perseguidos.

Resumindo, praticamente todos os problemas são resolvidos pelo destino, por coincidências, e não por ações pensadas, planejadas.

Mas isso não seria um problema tão grande se os personagens fossem, pelo menos, interessantes. Mas não são. Pelo contrário.

Matheus é extremamente indeciso, medroso e ingênuo na maioria dos momentos, mas em outros se mostra uma pessoa totalmente confiante e corajoso o suficiente para contrariar os pais, aventurar-se em uma metrópole imensa, enfrentar assassinos e um estuprador, entre outras situações. Mais que isso, até: todo o sentimento que ele sente por Beatriz, sua paixão desde sempre, e que é a motivação para tudo isso, de repente é colocado em dúvida apenas pelo fato dele reencontrar uma antiga colega de escola, Samantha.

Samantha é uma das muitas coincidências que não são explicadas. Em um momento em que Beatriz e Matheus estão sem uma solução para um problema, ela aparece do nada, em uma cidade com milhões de habitantes, e os resgata. Mais que isso: é ela quem está na capa de TRAÇOS ao lado de Matheus, e não Beatriz.

Beatriz é uma personagem egoísta, inconsequente, manipuladora e obcecada. Não há como simpatizar com ela. E isso afeta até o que sentimos por Matheus, porque as situações que vão sendo provocadas por Beatriz, e que ele aceita, acoberta e compartilha, apenas com base em um sentimento que ele não sabe se é correspondido, transformam Matheus em um mané completo.

Mas tudo isso não me causou tanto constrangimento quanto o final da história. O destino de Beatriz e Samantha, além da solução para os sentimentos que Matheus nutre, é tão abrupto, tão desproporcional... que me arrependo de não ter começado a ler pelo fim e ter poupado horas de uma leitura frustrante.

Então, se você é fã do youtuber, leia e talvez consiga ignorar todos os problemas.

site: http://www.gettub.com.br/2016/08/tracos.html
alynnefs 10/05/2017minha estante
Não vejo esses fatos como coincidências, mas como algo pensado. É um livro cheio de reviravoltas, como a Talita Rebouças diz na capa. Não acho que Sammy tenha deixado ele balançado sobre o que sentia pela Beatriz. A cena do terraço, pelo menos pra mim, foi uma aproximação de laços e isso também acontece entre amigos.

Então, se você não é fã do YouTuber, leia. Mas leia sem preconceitos. Talvez assim sua mente fique mais aberta.


Gramatura Alta 12/05/2017minha estante
Como não são coincidências, mas atos pensados? Eles encontrarem Sam foi coinciência, nem sabiam que ela esta lá. Eles conhecerem onde o youtuber esta preso foi coinciência, pq passaram pelo local pouco antes. Eles receberem carona e irem parar no lago foi coincidência, não planejaram. Ele mesmo diz que ficou balançado pela Sam na cena do terraço. Amigos não ficam balançados um pelo outro, pq vira romance. Não é questão de ter mente aberta, mas apenas de senso crítico e não ter os olhos fechado só pq é fã do youtuber. Tudo o que disse é uma análise objetiva com base no que foi escrito, e análises objetivas não carecem de opinião. Abs


alynnefs 12/05/2017minha estante
Atos pensados pelo autor e não pelos personagens. Seria estranho se eles pegassem carona e fossem largados literalmente ao lado do cativeiro. Eles tinham que passar por lá de alguma forma, não tinham? Enfim, não leia como se eu estivesse com raiva nem nada do tipo. Só não concordo com "tudo é coincidência" quando eles, por sorte ou não, já haviam passado por lá. E sobre o possível romance: já aconteceu em outros livros (e na vida real) sobre "estar balançado" e não sair disso. A questão é que lemos o livro com olhares diferentes e, ao contrário do que você possa estar pensando, a primeira coisa que fiz foi imaginá-lo como escrito por alguém que eu não "conheço".


Gramatura Alta 12/05/2017minha estante
Você está fazendo confusão. Quando o autor cria uma boa história, ele cria para cada problema uma solução. Quando ele não consegue fazer isso, ele cria coincidências. Por exemplo, no caso do sequestro, o autor não conseguiu criar nada que fornecesse meios dos dois personagens encontrarem o cativeiro. Então, ele criou uma coincidência, que foi eles passarem, horas antes, justamente pelo local onde os sequestradores criariam o cativeiro. O mesmo ele fez com a estadia deles em SP. O autor criou a situação de que eles teriam que ir para a cidade sem dinheiro. Só que ele não conseguiu criar uma forma deles se virarem sozinhos, então ele criou a coincidência deles encontrarem por acaso alguém conhecido que lhes desse abrigo. Uma forma bem básica para resolver essa situação, seria se o autor tivesse feito o personagem mencionar antes que tinha amigos em SP, e quando eles chegaram na cidade, teriam a quem procurar. Deixaria de ser coincidência, e passaria para algo pensado, planejado. Quanto ao romance, o autor criou o personagem que faz tudo pela garota que ele ama: abandona a escola, mente para os pais, foge de casa, enfrenta perigos, perde o dinheiro, além de saber que a menina está indo atrás de outro garoto. Não vou nem entrar no mérito que o personagem não tem nenhum amor próprio, é um total idiota, mas enfim. Depois de tudo isso, ele reencontra uma amiga e no primeiro momento que eles ficam sozinhos, ele fica inclinado a sentir algo por essa menina e quase esquece o que sentia pela outra. Isso se chama imaturidade narrativa, se chama não saber construir personagens nem contar uma história coerente, bem construída, com situações que são resolvidas pela inteligência dos personagens, não por acasos do destino. Por isso o livro é ruim, porque seus aspectos técnicos são mal construídos. Por fim, mais uma informação para você: existem dois tipos de análises, a objetiva e a subjetiva. A objetiva é quando, por exemplo, você pega um livro de capa azul e diz que ele tem capa azul. É uma análise incontestável. A subjetiva, é quando você diz que não gosta da cor azul. É um gosto seu, exclusivo seu. No caso de Traços, eu fiz uma análise objetiva e por isso o considerei um livro ruim. Eu não ter gostado da história, se deveu a esses pontos mal construídos pelo autor. Abs


Digão 24/01/2018minha estante
O livro é fraco, cheio de buracos no enredo e o desfecho foi forçado e desnecessário a ponto de subestimar a intelectualidade do leitor. Tudo seria resolvido com uma ligação pelo celular para a polícia. Eles tinham celulares às mãos e sinal - vide que no local eram realizadas lives no youtube. E o lance de ligar para a polícia é só uma das zilhões de formas de se resolver o problema final. E isso nem é o único problema do roteiro, tem diversos outros. Ainda no final, tem o fato de que, horas antes, uma das personagens realmente ligou para a polícia rsrsrsrsrs e foi justamente ISSO o que resolveu o problema, era só terem ficado sentados e tudo se resolveria numa boa, e eles chegaram no local mais de um dia depois da outra personagem e ela ainda estava perambulando pelo local sem encontrar o lugar, que de primeira, os outros dois acharam; e o que foi aquilo deles entrarem no mato para procurar a amiga e, quando vêem que tem alguém, saem correndo com medo!? kkkkk Enfim, foi morte desnecessária e equivocada só para tentar causar emoção no leitor. Contudo, o livro traz bons momentos de leitura, é divertido como um bom filme de sessão da tarde, ele cumpre bem o seu papel. Tenho o meu exemplar e não me desfarei dele, pois gostei do livro. Mas esses pontos discutíveis no roteiro, principalmente o final, foi decepcionante.




Vitor Vaz 21/07/2016

"Tudo o que sempre aconteceu comigo fora consequência das escolhas de outras pessoas."
Acabei de ler o livro “Traços”, e me bateu um arrependimento de não ter dado chance para esse livro maravilhoso antes. É muito gratificante ter a oportunidade de ter acompanhado os “traços” (tudunts) de um menino apaixonado por esse mundo da literatura. Com seu primeiro livro, Eduardo mostra que veio para ficar, com uma narrativa que te prende e te faz querer estar do lado dos personagens em todas as situações da trama. Com 19 anos, ele prova que não é preciso ser “expert” e ter uma trajetória longa na profissão para escrever um enredo que te fascina. Encho o peito para dizer que esse é apenas o começo para uma carreira longa e cheia de aventuras.
Um livro leve que traz a história de Matheus, um adolescente que mora no interior de São Paulo e nunca parou para pensar em sua vida, pois ela era baseada no vicio da paixão que ele sentia por Beatriz e o resto era manipulado por cordas de marionete por seus pais. E em um momento de loucura, com vários questionamentos, indecisões, Bia decide que as respostas para toda essa confusão que estava na mente dela, estariam na capital, em específico, em uma pessoa. Mas para que todo seu plano desse certo, ela precisaria muito da ajuda de seu melhor amigo, Math. E é dessa maneira que começa a aventura com assuntos do cotidiano adolescente, sobre dúvidas, medos, inseguranças e esperanças.
Parece que Eduardo sempre se deu bem com o significado da palavra “perdido”. Que não só é o nome do canal, mas sim, no caso do livro, o sentimento de não saber no que acreditar, no que querer, no que buscar. Apenas seguir, perdido, afim de encontrar respostas à perguntas que ainda não foram decifradas. E embarcar em uma jornada para conseguir se desprender do passado, para assim se moldar para um futuro.
Enquanto lia, o autor plantava várias sementes de curiosidade, e a cada página que se passava, mais minha mente viajava. Vários questionamentos sobre minha vida eram colocados em jogo: Como é ter coragem de seguir nossos corações mesmo não tendo ideia de onde ele vai nos levar? Como não desistir, por mais que tenha q enfrentar situações tensas e difíceis? Será que é fácil e certo seguir em frente com a ajuda de quem te ama? Até que ponto correr atrás dos suas respostas é ser mimado e egoísta? Até que ponto você consegue dar suporte a algum amigo sem parecer desesperado e solitário? Será que existe uma balança entre esses pontos? Da para seguir seus sonhos e ser grato pelo apoio? Ou os traços da sua jornada devem ser feitos sozinhos?
Dizem que pensamentos e sonhos divergentes não podem caminhar na mesma estrada, ou será que podem? Será que os traços de alguns começam separados e depois se juntam? Ou será que os traços começam juntos mas se percebe que há uma hora de se separarem?
O enredo trata de uma mensagem de esperança, no qual a jornada é o foco mais importante, pois ela te faz enfrentar os fantasmas que te assombram, aqueles que te impedem de ser quem você é, assim te deixando livre para traçar seu próprio futuro. Obtive êxito entrar na cabeça de cada personagem e entender suas atitudes, mesmo que o livro seja narrado em primeira pessoa. É possível ter um esclarecimento nos pensamentos de cada um.
Ler esse livro é como se, aos olhos de Matheus, você conseguisse se redescobrir, ficar pelado para si mesmo. Entender seu eu interior. Desenhar os próprios traços do seu futuro, se livrando de todos os fantasmas. Assim como ele. Sem ao menos saber que uma aventura pode abrir seus olhos e te tornar administrador da própria vida. E perceber que é necessário deixar que os outros, mesmo os mais próximos tracem sozinhos.
Paramos também para pensar sobre os preconceitos que cercam nossa sociedade por conta da falta de informação. O machismo e homofobia são tratados com leveza e clareza para todo tipo de público. Na trama, encontramos situações que podem se considerar “pesadas”, porém, o autor as trata com nitidez e transparência, assim não causando estranhamento ou rejeição. Consegui sentir todos os sentimentos possíveis: Felicidade, tristeza, medo, paixão, agonia, nojo(são tantas emoções que até me lembra do rei Roberto Carlos). Não esperava menos de um autor de mão cheia como disse Thalita Rebouças.
Talvez pessoas mais jovens do seus 12 e 13 anos, não consiga filtrar 100% das mensagens que a trama de Eduardo nos proporciona, mas esse detalhe não faz com que a história não tenha sentido ou qualidade. Se preocupando com cada palavra, o autor faz com que a leitura seja tão gostosa e divertida, que você se perde no tempo e quando percebe, já se passaram horas e você nem mesmo se deu conta.
O design do livro me chamou muita atenção por ser rico em detalhes. Sei que não é certo pensar assim, mas no momento que se bate o olho, julgando o livro pela capa, surge uma vontade incontrolável de devorá-lo. A cautela que o autor teve para que cada “traço” saísse perfeito, te faz perceber que não foi um trabalho largado. E que ele teve todo o cuidado e carinho com seu livro, desde o começo, do momento em que escreveu o primeiro paragrafo, ao momento do acordo e finalização do produto.
Nota para o autor:
Eu espero sempre estar ao seu lado, para apoiar e lembrar o quanto você ama tudo o que faz! Obrigado por dividir seu dom com todo o Brasil, é muito bom ver que talentos como você têm a oportunidade de mostrar todo seu desempenho! Estou ansioso para o seu próximo livro!
Flaviaaa 18/08/2016minha estante
o Edu arrazou!! sem duvidas mto bom!




jay 21/04/2020

No começo a história não me prendeu, mas assim que eles colocaram o pé no ônibus em direção à São Paulo o livro realmente me prendeu, me ensinou muitas coisas.
Eduardo Cilto, conte comigo pra tudo!
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carlos 20/07/2016

"Eu sou a única pessoa que vive minha vida."
Podem falar o que for, chamar de clichê e dizer que é tudo parecido, mas se tem uma coisa que dá certo é literatura jovem estilo coming-of-age. Não tem nada mais familiar do que histórias sobre problemas na adolescência – principalmente os de identidade, que com certeza não terminam aos 18.

É muito comum, ainda, que nessa fase da vida, projetemos todos os nossos medos e esperanças em alguém inalcançável, distante de nós, porque é muito fácil sentir como se fossemos completamente incompreendidos pelas pessoas ao nosso redor, e só um músico, escritor ou algum outro artista fosse capaz de nos entender.

Traços, do Eduardo Cilto, conta a história de Matheus, um adolescente que aceita apoiar Beatriz em uma engenhosa ideia de fugir de si mesma para se encontrar. Ela está convencida de que uma celebridade da internet é a única pessoa capaz de ajudá-la em seus dilemas. Matheus, sendo um ótimo amigo e nutrindo uma (leve?) paixão pela garota, decide acompanhá-la. Saindo de uma cidade do interior rumo a São Paulo, eles passam por situações que colocam não só suas personalidades à prova como também sua amizade. A viagem os leva a um desfecho surpreendente da história.

Em Traços, a trama vicia e a escrita não permite que os personagens, ou o leitor, caiam na monotonia. É quase impossível largar o livro depois de ter começado. A famosa falácia do "só mais um capítulo" se aplica muito bem aqui. O livro também conta com alguns dos melhores personagens secundários que li nos últimos tempos, com um grande destaque para o Ivo e a Samantha.

Recomendado especialmente para os que gostaram de Cidades de Papel do John Green e de Amy and Roger's Epic Detour da Morgan Matson.
thais 20/07/2016minha estante
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Ster 30/07/2016

Favoritado!
Socorro!!!! Simplesmente socorro. Começei esse livro com tantas expectativas porque como amo o Eduardo Cilto
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Ana Lima 08/07/2019

Eu não sei nem como começar essa resenha.
Eu tive vontade de largar o livro ainda no começo, quando o Matheus resolve que depois de todo o drama familiar dele, ele iria fugir com a amiga mimada e insuportável dele. Mas pensei: vamos lá, né? Vai que em algum momento da história ele cria juízo na cabeça. Não criou. Nem ele, nem a Beatriz, e nem a Samantha que surge no meio da história. Tudo na trama é inverossímil demais, irresponsável demais e sem sentido algum. Muitas perguntas ficam sem ser respondidas (e, veja bem: isso não é um problema, meus livros favoritos têm perguntas não respondidas, mas deixam no ar reflexões e possibilidades, diferente desse, que parece que só esqueceu mesmo de dar uma resposta) e sinto que faltou um plot. A história dos Youtubers 100% previsível.

Queria, de coração, escrever uma resenha diferente porque sei o quão importante é apoiar a literatura nacional e principalmente jovem, mas não deu dessa vez. Parece até que o livro não passou pelas mãos de um editor com discernimento pra avaliar o quão irresponsável é a história.
Fabricio 07/08/2019minha estante
Me senti exatamente assim lendo esse livro :/ uma pena




Marcello.Junior 11/08/2016

Fraco.
O primeiro livro escrito por Eduardo Cilto, Traços, conta a história de Matheus, um adolescente amigo de Beatriz, que após de participar de um ritual, descobre que o seu destino esta nas ruas da cidade de São paulo. Temos uma aventura, temos o nosso livro. A primeira coisa que preciso falar é que toda a história de Traços se sustenta por uma série de coincidências intermináveis, e não por acontecimentos pré-determinados. Que empobrecem totalmente a trama. Eduardo emprega uma linguagem atual, que normalmente não funciona comigo em livros, mas aqui funcionou. Apesar de ás vezes ser desnecessário. A trama principal é toda jogada, não empolga, nas primeiras cem páginas não acontece absolutamente nada, é chato. Os personagens principais não tem carisma. Por exemplo, a Beatriz deve ser uma garota simpática com quem você se apaixonaria, Porém ela é rude, egoísta, e até odiável em alguns momentos. Eles também criam situações muito desnecessárias que não tem objetivo aparente. Mas para compensar, Eduardo traz mensagens importantes e válidas. Resumindo, Traços é um desperdício sem linha corporal de história que se sustenta por coincidências muito idiotas e personagens chatos. Mas pode entreter, e traz mensagens importantes para a sociedade atual. Mais uma coisa, o final é extremamente decepcionante, mas só o prólogo. Nota de um a 10: 5,0
Kiki 11/09/2016minha estante
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Cacaia 12 29/07/2016

"Pensar nos impede de agir."
Acabei "Traços" neste exato segundo e devo confessar três coisas: a)foi tudo o que eu esperava do Edu, que obviamente escreveria algo MUITO bom, b) chorei muito e c) minha ansiedade valeu a pena.
Recomendo plenamente o livro! A história te prende e lemos rodo o livro como se estivéssemos na cabeça do Math!
As mensagens e os traços deuxados por esse livro na minha vida foram muitos e as horas passadas com este livro foram criando laços tão fortes que, aposto, terei uma grande ressaca literária! ?? Por: @simplesmenteumlivro
José 01/08/2016minha estante
"b) chorei muito" Já quero!




Mortensen 06/06/2020

Será que seguimos os nossos traços?
Fui surpreendida e impactada por essa história de uma forma inesperada. Através de alguns capítulos acabei me encantando cada vez mais por Matheus, que aliás realiza uma ótima narrativa.

 Alterações na rotina de Math, começam quando decide ir a sua primeira festa e em seguida participa de um ritual realizado  na residência  da namorada de seu amigo.
Depois do ritual, Beatriz resolve ir para SP(São Paulo),com o intuito de conhecer pessoalmente um vlogueiro, cujo codinome é "Garoto diferente".
Beatriz pede para Matheus acompanhá-la em sua aventura, a fim de planejar os detalhes da viagem, marca um encontro durante a madrugada. Mas a ausência dele sem autorização dos pais, resultou em um enorme desentendimento familiar, onde seu pai o empurrou violentamente no sofá e cuspiu um comentário homofóbico.

Motivado por todos os fatores ocorrido com seu pai, ele resolve aceitar o convite de Bia e ambos apanharam um ônibus rumo a SP.
Durante o percurso o ônibus quebrou, deixando-os com duas escolhas: retornar a sua cidade de origem ou tentar uma carona para prosseguir com a viagem.
Depois de inúmeras tentativas conseguiram uma carona, o motorista era um homem de meia idade, que mostrara-se muito simpático. No entanto, ele tocou o corpo de Beatriz sem seu consentimento e apresentou de uma forma nojenta, opções que poderiam ser utilizadas para levá-los gratuitamente a seu destino.Quando Matheus tomou ciência da situação exigiu que ele parasse o carro.
Após algumas horas, conseguiram carona com Drags Queens maravilhosas. Enquanto as drags descansavam no hotel bizarro, eles foram a procura de outro ambiente para passar a noite,motivado pela falta de dinheiro,estrutura do local e a forma que foram recepcionados 

Quando chegaram em SP, Beatriz e Math começaram a ter alguns desentendimentos referente a alguns acontecimentos na boate onde as drags haviam se apresentado.
Após uma discussão onde Math revela o desaparecimento de três vlogueiros, dentre eles estava o tão aclamado por Beatriz "Garoto diferente". Ambos saem perambulando pelas ruas de SP a procura de um hotel que estivesse dentro de seu pequeno orçamento.

Adentraram em diversos hotéis, Bia visualiza um edifício de aparência   luxuosa, ignorando o pessimismo de Math, ela decide arriscar. Logo a dedução de math foi comprovada. Mas  ocorreu algo inesperado, uma jovem que trabalhava na recepção do hotel, pronunciou o nome Matheus repetitivamente, quando ele resolveu averiguar se realmente estavam se referindo a ele, percebe que a jovem desconhecida, na verdade era Samantha.Uma colega de escola que perdera o contato há alguns anos e diante do carinho que possuía por Math, acabou hospedando-os em sua residência. 
Devido a uma transmissão online, descobriram que os vlogueiros estavam sendo mantidos em cativeiro. Para distrair a mente, resolveram acompanhar Sammy em seu trabalho, Bia acabou cochilando. 
Sammy levou Math até o terraço, onde conversaram sobre diversos assuntos e Sammy ressaltou a importância de math encontrar/seguir seus próprios "traços". Enquanto eles dialogavam houve outra transmissão transparecendo uma informação, que serviu de motivação para Bia sair em direção ao resgate do Garoto diferente. Assim que notaram a ausência de Betariz, cogitaram a ideia de onde ela poderia ter ido e resolveram ir ao seu encontro. Diante dessa decisão a história obteve um desfecho imprevisível e emocionante. 

Particularmente, não imaginava que  esta leitura, seria capaz de alcançar tamanha  profundidade em meu interior. Em razão disso,aconselho esta leitura.
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Leninha Sempre Romântica 22/08/2016

E cá estou eu mais uma vez lendo uma história escrita por um Youtuber, por mais que pareça, isso não está se tornando um hábito, apenas talvez uma coincidência, já que quem me conhece sabe que curto realmente um bom romance, com bastante drama.
Mas vamos lá, vamos falar de Traços, do autor nacional e Youtuber, Eduardo Cilto.

Quando solicitei o livro para a Editora Planeta não esperava encontrar uma história e sim uma biografia, algo que geralmente os Youtubers costumam escrever sobre seu dia a dia, seu cotidiano e aventuras, então foi uma grata surpresa me deparar com uma história, até bem interessante.

Aqui conhecemos Matheus — que acredito deve ter muito da personalidade do autor —, um rapaz tranquilo, daqueles que não curtem muito sair de casa, mas que não resiste a uma nova aventura, por isso ele não resistiu ao convite de Beatriz e decidiu ir a uma festa, mesmo sabendo que não curtia muito os colegas da escola que estariam lá. Porém Beatriz e seus amigos Ivo e Fernanda estavam a fim de algo mais e envolveram Matheus em um ritual que abriu seus olhos, perspectivas e gerou muitas expectativas. Depois dessa noite o que encontramos em cada nova página do livro nos leva a uma história cheia de reviravoltas e muita ação.

Começa então a grande aventura e as descobertas na vida de Matheus que nem ele, nem ninguém, imaginou vivenciar.

Não quero falar mais nada sobre o enredo do livro, acho que cabe a cada um tirar suas próprias conclusões, lendo. E eu recomendo a leitura!

O que posso dizer ao leitor desavisado, que pretende entrar na leitura pensando que irá encontrar uma história inesquecível e tal, não é bem por aí, acredito até que o autor quando a escreveu não teve grandes pretensões. Acredito sim, que o Eduardo, como leitor que é, decidiu tirar da cabeça uma aventura que talvez tenha até vivenciado, e quis colocar no papel e compartilhar com a gente. Poucos jovens tem a coragem de escrever o que lhe vem à cabeça, e acho que o autor conseguiu passar uma boa história ao leitor, e criar uma expectativa recompensada com o final.

Traços além de ser uma boa distração, uma leitura leve e despretensiosa, ainda traz mensagens importantes e assuntos que veem sendo debatido por muitos autores, como o preconceito, a homofobia, o bullying, relações familiares advindas de traumas do passado, obsessões, decepções, drogas, e outros tantos temas que ficam criando questões importantes na mente da gente. Gosto de histórias assim, que me fazem questionar até mesmo meus princípios.

Para matar a curiosidade do povo eu digo que não, não conheço o canal do Eduardo Cilto, mas sabe que fiquei curiosa?! Nada melhor do que conhecer uma pessoa pelas histórias que ela conta, e eu gostei do que li.


site: http://www.sempreromantica.com.br/2016/08/tracos-um-romance-eduardo-cilto.html
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Lucianoh 25/01/2017

O Edu como escritor é um ótimo booktuber...
Sou fã do Eduardo Cilto e, consequentemente, de seu canal no youtube. O acompanho há algum tempo, sou inscrito, já vi todos os vídeos, e esperei "em cólicas" por esse primeiro livro. Vibrei mesmo quando soube que ele se aventuraria pelo mundo das publicações. Criei expectativas. Mas, gostar da pessoa não quer dizer que gostaremos de tudo o que ela produz, né?! Pois é.
O livro começa numa pegada romântica platônica, com um ritual curioso e mal enjambrado logo no início, depois a trama se torna uma road trip lá pela metade, e termina com um mistério sendo solucionado no pior estilo dramalhão.
Parece que o Edu quis utilizar diversos temas e artifícios em um único livro e virou uma verdadeira bagunça. Achei sem foco, sem clímax, sem verossimilhança, e etc, etc.
A estória por si só é bem improvável. A co-estrela do livro, Beatriz, chata com força, resolve cair na estrada por um motivo um tanto risível. Pior é o protagonista aceitar segui-la nessa "aventura". Ele, no entanto, tem uma personalidade mais interessante, apesar de mal aproveitada. A terceira personagem, inserida lá pela metade do livro, soou muito forçada, principalmente o desfecho dela. E não posso me esquecer de citar os momentos em que surgem referências e personagens gays, na clara intenção de criar representatividade, porém, tudo muito gratuito e sem nexo.
A escrita não deixa a desejar. Ele domina as técnicas e se expressa bem. Porém, quanto à construção de personagens e desenvolvimento de estória, deixou a desejar. Ficou tudo muito viajante, sem um porquê plausível, pesou a mão em diversos momentos, se perdeu em outros. Enfim, não foi uma leitura satisfatória, mas continuo sendo um admirador do Edu. Não sei se darei chance a outro livro dele, mas, o canal é indispensável pra mim.
Aleek35Beauty 16/04/2017minha estante
Concordo muito


Gramatura Alta 12/05/2017minha estante
Cuidado que os fãs cegos vão cair matando kkkkkkk! Ah, e concordo inteiramento com o que escreveu ;)


Lucianoh 15/12/2017minha estante
Tô ligado desse risco, GETTUB, mas preferi ariscar... kkkkk


Helder 14/01/2018minha estante
Resenha perfeita!




Emy 25/01/2018

Traços e seus problemas
A sipnose do livro,como alguns de vocês já sabem,trata-se de dois amigos,Matheus e Beatriz,que depois de uma experiência bizarra com um ritual duvidoso para descobrir o destino da menina,acabam levando o resultado a sério e fogem pra São Paulo para encontrar o seu destino.

Apesar da sipnose ser fraca,resolvi dar uma chance pela minha consideração ao autor,já que acompanho e gosto muito de seus vídeos.

Acabei criando expectativas para um livro que não aparenta ter nada de interessante e esperei por um milagre,que não veio.
A começar por Matheus,que tem uma personalidade até que legal,mas não possui voz nenhuma no livro e consequentemente nenhuma atitude. Isso sem falar na sua paixão por Beatriz,que julguei que iria pra São Paulo para seguir seus sonhos,quando na verdade era pra encontrar um youtuber pelo qual ela é obcecada. Ela é arrogante,imatura,INSUPORTÁVEL e todas as decisões estúpidas que ela toma (sendo seguida por Matheus,que mais parece seu mascote) resultaram na fatalidade final.

Eduardo coloca muitos temas "tabus" em dicussão nesse livro,o que causa uma confusão enorme e faz a questão da representividade ficar forçada,assim como a narrativa em alguns momentos. Toda a viagem e os acontecimentos em São Paulo não me interessavam em nada se a personagem Samantha (que aparaceu na metade do livro,e ganhou meu coração) não estivesse presente. Simplesmente ficava tudo maçante.
Quanto ao plot em relação ao mistério do desaparecimento dos youtubers,eu achei fraco e previsível.

Todas as mensagens e lições passadas por Eduardo tiveram seu êxito,compondo as poucas partes do livro que eu gostei.

Com direito a erro de continuidade e tudo mais,a história até que é fácil e prazerosa de ler,mas deixa muito a desejar. (principalmente no final)
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José Vitor - @paginas_literarias 20/06/2020

“Traços”, de Eduardo Cilto – 3,5

“A vida pode ser muito parecida com os quadrinhos, pois ambos têm alguém controlando o que acontece; no caso, você é o desenhista da sua própria história, e os traços feitos são as ações que toma para designar o rumo que sua vida seguirá. Então tenha consciência de que, a partir de agora, é você quem define o desenho que seus traços vão formar.”

Comprei esse livro no ano que lançou e só em fevereiro de 2019 eu peguei para ler. É um livro com uma escrita leve e um final inesperado. Quanto mais você lê, mais você se envolve com os personagens, a história e os problemas que acontecem na trama.

O ponto que mais me atrapalhou para concluir foi que eu não conseguia ver esse enredo se passando no Brasil, achei muito americanizada e isso me confundiu demais em algumas partes. Eu só percebia que era um livro nacional quando mencionava São Paulo ou alguma coisa no Brasil, fora isso a história poderia se passar em um livro de um autor americano.

Por isso eu decidi dar essa nota. Muitas vezes eu não tinha paciência para ler, pois quando eu pego um livro nacional eu quero sentir que a escrita é de um brasileiro. A sensação que tive é a mesma de gringos quando vem gravar clipe no Brasil, só colocam favela, samba, mulheres pretas sambando e futebol. (Um típico videoclipe da A****a).

Fora esse ponto, a gostei da história e do desenvolvimento dela. A representatividade presente aqui achei muito boa também. O final me deixou chocado, eu não esperava que aquilo fosse acontecer.

Eu recomendo esse livro para que vocês tirem suas próprias conclusões, não é porque me incomodei com esses pontos que vocês também possam achar isso ruim, só pra deixar claro!

site: https://www.instagram.com/p/CBEcOwTj1j1/
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BuBs Literario/canal do youtube 28/03/2017

Sobre Traços
A historia começa em um ritimo bem lento fazendo com que as reviravoltas iniciais causem nenhum efeito. Li este livro duas vezes, na primeira vez que eu li achei este livro incrivel na segunda vez que eu li encontrei erros gritantes que fizeram desencantar pelo livro. O plot principal do ponto de vista da minha segunda leitura foi totalmente mau aproveitado ele poderia ter brincando e ter feito os leitores se prenderem cada vez mais na aquilo, o fato do personagen principal gosta da melhor amiga foi algo bem Clichê ele poderia na construção de historia trazer uma coisa nova o que seria genial. A coisa mais legal deste livro é a personalidade de Beatriz e como ela lida com as coisas, a personalidade dela fez o livro se torna bem gostoso de se ler, pois cada vez mais ela ia aprontando e aprontando segurando cada vez mais minha atenção nas cenas que a envolviam. Os personagens secundarios eram uma outra coisa que ele poderia ter explorado mais porem ele deixou eles bem cena de fundo.. O plot da relação dele e do pai poderia ter sido algo mais pesado apesar de que eu entendo que o publico alvo do livro poderia achar pesado demais.
Sinceramente no meu canal do youtube eu recomendei pois como avia dito eu estava no empolgado mais li com olha mais tenicno então vou alerta para que comprem porem já fiquei cientes que o final pode ser bem sessão tarde se não se importarem
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Ferrarezi 04/10/2016

#NJL - Traços - Eduardo Cilto
Matheus e Beatriz são amigos inseparáveis desde a época do colégio, ele é um rapaz tímido, de poucos amigos e que adora história em quadrinhos. Já ela é uma típica garota bonita e popular, cercada de amigos. Mas ao se mudar para o interior Matheus se torna amigo de Beatriz e secretamente vive um amor platônico pelo qual ela nem desconfia.

A escola onde eles estudam vai dar uma festa e Beatriz convence Matheus a ir, apesar dele não gostar de nenhum pouco desse tipo de passeio. Eles acabam conhecendo a Fernanda, namorada do seu amigo, e juntos descobrem que Fernanda pratica rituais mágicos e os convida a participar, curiosos eles acabam aceitando o convite e vão até a casa dela. No meio do ritual algo dá errado e Fernanda começa a passar mal e no meio do ataque diz uma frase que mudará tudo na vida de Beatriz.

Após ouvir o que foi dito por Fernanda, Beatriz resolve sair em busca dos seus objetivos, ela decide fugir para São Paulo e encontrar o youtuber, que ela vem acompanhado seus vídeos de autoajuda, do qual ela está incrivelmente ligada e acredita que ele possa ser a única pessoa que poderá entendê-la. E ela pergunta se o Matheus não quer acompanha-la nessa “aventura”, apesar da relutância ele resolve ir para São Paulo em busca da tal resposta… Será que eles vão encontrar o que procuram?
Primeiro queria dizer que acompanho o Perdido nos Livros há muito tempo, gosto dos mesmos livros que o Eduardo e sempre me divirto vendo os vídeos deles, pois são criativos e irreverentes, ao descobrir que ele lançaria um livro, fiquei MUITO feliz e ansioso para ler a história…Mas assim que comecei a ler vi que o enredo não era o que eu imaginava e esperava.

O livro nos apresenta alguns personagens durante a trama, porém os principais e mais importantes são Matheus e Beatriz, e muitas coisas neles me incomodaram. Beatriz, cada vez mais vai se tornando uma personagem egoísta, imatura, obcecada por um youtuber que ela nem conhece. Já Matheus é muito influenciável e acaba aceitando tudo que sua amiga diz, isso faz com que ele se torne um personagem terrivelmente chato.
Outra coisa que não senti nenhuma conexão com a história foi envolver rituais mágicos no enredo. Qual a necessidade disso? E quem tem um caldeirão de bruxa dentro de casa? Mas o que mais me deixou inconformado foi que nem Beatriz e nem Matheus acreditavam nesses rituais e quando a Fernanda que se diz bruxa diz uma frase Beatriz a leva a sério! Como assim?

Acredito que não só eu, outras pessoas acham chato, ficamos repetindo a mesma palavra várias e várias e várias (e várias) vezes, não é? Isso me deixou maluco a ponto de não me conformar, o uso da palavra “ironizei”, “irônico”, “ironia” e todos os seus derivados para descrever principalmente o Matheus me deixou muito nervoso e irritado, acredito que ele poderia abordar isso com alguns sinônimos ou não falar mais a respeito, pois já sabíamos que ele era uma pessoa sarcástica.

Sei como é difícil escrever um livro, elaborar uma história e desenvolver personagens, mas acredito que este livro deixou a desejar, não sei se estava com a expectativa muito alta e isso acabou me decepcionando. Mas nada impede que você leia e conte sua opinião. ^^

site: https://www.facebook.com/naojulgueolivro/
Dani_LJI 10/10/2016minha estante
Ainda estou digerindo esse livro.




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