Último Turno

Último Turno Stephen King




Resenhas - Último Turno


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BOOKS BY ANNA BONNIE 30/09/2019

NÃO FECHOU COM CHAVE DE OURO.
Sendo na minha opinião o primeiro e o segundo livro espetaculares, esse acabou destoando totalmente dos anteriores com sua narrativa lenta e elementos sobrenaturais nada convincentes.
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Pequenas coisinhas também me incomodaram como o fato de que desde que Holly entrou em contato com Jerome ele disse que estava à caminho, porém demorou o livro todo para de fato aparecer.


E apesar de existir um final nessa história, o que não acontece muitas vezes, esse livro não conseguiu manter o alto nível dos anteriores.
Ainda assim devido a excelência do livro 1 e 2 vale muito a pena ler essa saga.


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Flavinha 17/09/2019

O melhor
Um grande final pra uma grande história.
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Lucas.Costa 27/08/2019

Diferente, mas competente. Um fechamento digno pra uma excelente trilogia
Com dois livros solidificados e personagens bem desenvolvidos, Último Turno chega para fechar de forma muito competente uma trilogia que mostra que Stephen King pode escrever sobre absolutamente tudo.

ENREDO

Apesar de mudar o foco da trilogia, que até então era crível e realista, para uma pegada um pouco sobrenatural, Último Turno desafia um pouco o senso de descrença do leitor, mas uma vez aceito, funciona de maneira maravilhosa. A trama caminha de maneira dinâmica e fluída, rapidamente se alcança o ?core? da obra. Não se perde tempo em desenvolvimentos, uma vez que os personagens já estão estabelecidos. Esta talvez seja a obra da trilogia mais complicada também para as pessoas que não estão habituadas a ler SK. O sobrenatural é pouco explicado, e parte dele funcionar cabe muito ao leitor. Os ?poderes adquiridos? não são tão bem explicados, e parece que sempre há uma necessidade do roteiro ampliá-los um pouquinho para a organicidade da obra. A dica é: só aceite e vai! Uma vez que o leitor aceita os poderes, a jornada se torna fácil e a ambição é por fechar a obra. Os últimos 30% são intensos e quase que requerem uma leitura de uma sentada só. Impossível largar o livro a essa altura.
É complicado em uma resenha falar em soluções para uma obra, mas eu preferiria que ela adotasse um desenvolvimento mais pé no chão, assim como os outros dois. Apesar de ser um fechamento digno, acaba por ser o episódio mais fraco da trilogia.

PERSONAGENS

A antologia entre Bill Hodges e Brady Hartsfield, muito bem estabelecida em Mr. Mercedes está de volta! Com dois personagens extremamente bem construídos, o jogo de gato e rato é intensificado com a nova condição de Brady. Outro personagem importantíssimo aqui, e que até então era uma coadjuvante de luxo é Holly. Pela primeira vez a vemos tomar as rédeas de um protagonismo merecido. O desenvolvimento e crescimento da personagem desde o primeiro livro é latente e abre portas para uma nova série de livros policiais, caso seja o que o mestre King deseja.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diferente dos demais, funciona de maneira parecida. A essência é a mesma, mas as peças do tabuleiro estão um pouco diferentes. Pode incomodar quem esperava uma conclusão mais crível e as pessoas que preferem a pegada sem o sobrenatural, mas ainda sim é digno de todas as honras que o autor merece por sua escrita. Leitura excelente e fluída, e com certeza, um excelente fechamento para a trilogia.
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Mundo da Vavah 05/05/2019

Se vocês acham clichê aquela expressão "fechar com chave de ouro" eu vou ser muito clichê nesta resenha. E mais ainda vou dizer (novamente) que é possível ser surpreendido pelo mestre a cada obra nova que lemos dele.
Fechando a trilogia "Mr. Mercedes" temos em "Último turno", Hodges envolvido em um caso que vem assombrando sua cidade. Uma alta taxa de suicídio deixou a todos em estado de alerta, mas principalmente a nosso detetive amado e sua fiel escudeira Holly. E por mais que tudo pareça um absurdo e que Brady esteja vegetando em uma cama de hospital, Hodges pressente, mesmo que negando, que seu mais perigoso rival tem algo a ver com isso.
O livro já começa intenso, nos envolvendo ainda mais com tudo que queremos descobrir e entender, tudo aquilo que ficou "no ar" propositalmente nos livros anteriores. Os acontecimentos são marcantes e mesmo mantendo sua escrita descritiva, S.K. nos mantém vidrados na história sem desanimar em momento algum, ansiando pelas próximas páginas.
O rumo que a história segue e como se finaliza é espetacular e apesar de acharmos que sabemos tudo, o final é bem surpreendente. Nosso terceiro escudeiro, Jerome, tem uma participação mais leve nesse livro mas mesmo assim, extremamente importante. Me apaixonei ainda mais por esses três e quando o livro acabou já senti aquela saudade, aquele apertinho no peito que só uma série perfeita pode nos proporcionar. E claro continuei amando e odiando Brady, nosso psicopata mais doido do mundo.
Se você ainda não leu Stephen King ou já leu e não conhece a trilogia, eu sugiro que leia o mais breve possível, pois é uma daquelas leituras que terminamos desejando ter lido antes.
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Eduardo.Carvalho 04/05/2019

Resenha - Ultimo Turno
Este livro fecha com chave de outro a trilogia. Eu passei mais de 3 meses lendo ela e já estou com saudades. Bill, Holly, Jerome e até Brady me fizeram rir, ter medo, torcer, gritar e até chorar…
Este desfecho tem elementos diferentes dos outros dois, pq vc tem que abstrair um pouco e acreditar no que o mestre nos mostra. E ele é sempre bem convincente.
Para quem nunca leu nada do King e gosta de um policial muito bem escrito e com bastante doses de suspense, é a medida certa.
A Holly acaba sendo a minha preferida, mesmo com seus problemas, tem um empatia muito grande e também bem inteligente.
Bill me fez chorar mas de uma vez… Jerome apesar de participar pouco, é essencial.. E o Brady… meu malvado favorito de todos até hoje!!! Que maníaco… usando para o mal seus conhecimentos e sem nenhum filtro nem muito menos diminuindo a intensidade por qualquer coisa ou pessoa.
Já estou com saudades…

site: www.euachoparavc.com
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Lorena 24/04/2019

Último turno é, com certeza, o melhor livro da trilogia, superando até o primeiro, que relata detalhadamente o massacre feito por Brady Hartsfield.
Nessa história, Brady acorda do seu estado vegetativo com poderes de telecinésia, adquiridos por medicamentos dados pelo seu médico. Com isso, o príncipe do suicídio voltou pior do que era antes de entrar em coma, além de estar com desejo de vingança de Hodges e sua equipe.
King incorporou elementos sobrenaturais na história, sendo essa a principal diferença desse livro para os anteriores.
Stephen King fechou a trilogia com chave de ouro, partindo o coração dos leitores com o impactante e triste final.
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Andréia 20/04/2019

Impactante!
Comecei Último Turno um pouco apreensiva,porque depois que li Achados e Perdidos (que não foi lá essas coisas),fiquei com medo da decepção. Mas,King me surpreendeu nesse último livro da trilogia Bill Hodges.
Em minha opinião, foi o melhor dos 3,simplesmente, impactante.
Brady voltar pior,se é que isso é possível,mas acreditem em.mim,é possível. É faz mais estragos do que se poderia imaginar(a não ser que você pense como King) hahahaha.
Jerome e Holly,também voltam a se juntar a Hodges,e esse trio tem mais trabalho nesse livro do que nos anteriores. Mas,nem tudo acontece como gostaríamos, infelizmente.
O trio leva um golpe fatal,mas conseguiram o objetivo deles,que era:pegar Brady. Eles pegam,mas não da forma como pensamos.
King sempre me surpreendeu, mas nesse último livro, fui realmente pega de surpresa, pelo mestre do terror.
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Mi 27/03/2019

Último turno é o 3° volume da série Mr. Mercedes.
Hodges está muito doente mas não pode deixar de ir atrás de suas suspeitas.... Enquanto isso, no quarto 217 da Clínica de traumatismo cerebral de Lakes Region, Brady está tramando um plano mirabolante e desenvolvendo cada vez mais a telecinésia.
Neste livro, Stephen narra de uma forma que tem horas que dá a impressão de que Brady quer invadir a nossa mente.
Só não gostei de uma parte no final que deixou o desfecho muito clichê. No mais, ótima trilogia.
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Marcos 14/03/2019

Olá, leitores!

Trazemos hoje a resenha do último livro da trilogia Bill Hodges e como vocês puderam perceber nos dois anteriores, eu e o Luke também faremos resenha dupla deste. \o/ Por isso, a minha opinião está em azul e a do Luke em verde. =)

Após quase sete anos ter acontecido o massacre no City Center, o caso ficou conhecido como O Assassino do Mercedes, Bill Hodges e sua companheira de trabalho Holly Gibney estão na ativa em procurar pessoas criminosas. Mal sabem as pessoas que no quarto 207, na Clínica de Traumatismo Cerebral de Lakes Region, o autor do massacre Brady Hartsfield adquiriu no estado vegetativo poderes de telecinesia, capaz mover objetos. Boatos sobre esse acontecimento permeiam no hospital, mas quem irá acreditar nisso?

Ao serem chamados para analisar uma cena de suicídio que ocorreu de uma forma muito misteriosa, Bill e Holly começam a desconfiar que algo está estranho nesse crime. Logo eles descobrem que essa morte tem ligação com a chacina do Mercedes e a pulga atrás da orelha deles é implantada. Brady está de volta e quer vingança não somente dos detetives como também de toda a cidade que, segundo ele, o vê com olhos de injustiça.

O que ninguém sabe é que o começo de surtos de suicídios, relacionados a pessoas envolvidas no ataque no City Center pode estar sendo controlados por Brady. Ele não desistiu de se vingar de Bill e das pessoas que o impediram de fazer o grande espetáculo de explodir um ginásio com milhares de pessoas dentro. Bill, Holly e Jerome estarão juntos nessa nova investigação. Os mínimos detalhes são muito importantes para descobrir o que está acontecendo com estas pessoas e qual envolvimento Brady tem a ver com isso. E se estiver, como ela está fazendo isso? Pois eles sabem que o estado de saúde do assassino do Mercedes é quase nulo ser responsável de matar uma formiga.

Mas como será que Brady, um paciente que está m estado vegetativo, que não se mexe, não esboça qualquer expressão facial, não responde a estímulos externos e passa o dia preso numa cama de hospital, pode estar envolvido com essa onda de suicídios que começou na cidade? Bill e Holly terão muito o que investigar para se chegar à verdade por trás de tudo isso.

Os dois livros da trilogia “Bill Hodges” mostraram grandes doses de emoção e cenas de ação. Com personagens fortes, personagens e diálogos bem construídos, fez com que ficasse ansioso para ler o terceiro e último livro. “Ùltimo turno” fecha a história de Bill, e dessa vez é como retomar uma investigação do caso do Mercedes, só que dessa vez tem algo peculiar. O que há de diferente no volume que fecha a trilogia é a inserção do elemento sobrenatural. Brady depois de ter uma parte do seu crânio esmagado ativou uma parte adormecida, o que fez dele ter adquirido alguns poderes de mover objetos e até mesmo de hipnose. Imaginem este poder nas mãos de um assassino frio e com sede de vingança. Ele não medirá esforços para satisfazer seus desejos.

Confesso que esperava um pouco mais de ação nesse terceiro e último livro da série, uma vez que os dois primeiros foram leituras de tirar o fôlego. Nesse caso, não foi o que aconteceu. King optou por trabalhar mais o terror psicológico dos personagens para fazer o desfecho de sua trama. Isso tornou a leitura um pouco mais lenta em relação aos dois primeiros. Contudo, com a narrativa sensacional que o autor tem, Último Turno ganha viés de romance noir e traz um desfecho digno de toda a trilogia.

Pensei que a trilogia traria um compilado dos dois últimos livros. Porém, não é bem assim. O segundo livro só traz uma ou duas referências sobre o ocorrido. A presença intensa é mais dos acontecimentos do primeiro livro e até mesmo dos personagens já apresentados. Acho que o autor poderia ter feito essa junção das duas histórias e criado acontecimentos criando certa sinergia. Outro fato que me incomodou foi a maneira natural que os personagens encararam os acontecimentos paranormais. Senti que os personagens trataram este assunto como já estivessem acostumados. Por outro lado, King desde o começo da obra joga pontas soltas e vai amarrando cada uma no decorrer da trama sem deixar nenhuma solta, achei isso fascinante.

Assim como o Luke, também gostei muito da forma como o King fez o desfecho da história. Ele definitivamente não dá ponto sem nó e cada pequena dúvida que ele colocou na cabeça do leitor ao longo do texto é esclarecida antes do fim. Só senti uma necessidade maior de se suscitar o crime acontecido no segundo livro, que não tem muita relevância nesse tomo, tendo apenas alguns personagens reaparecendo na história.

A escrita de King continua a mesma: eletrizante, envolvente e instigante. Confesso que no começo senti um pouco arrastado, mas de uma hora pra outra o autor conseguiu me prender e a partir daí não parei mais. A cada acontecimento era um choque e uma curiosidade de saber como iriam solucionar. Para os fãs de King e da trilogia, podem esperar que vários forninhos irão cair. Uma trama com doses de muita ação, sobrenatural e momentos de tensão. Neste volume também acompanhamos um pouco mais da vida do Bill e uma descoberta que mudará sua vida.

Sem dúvidas livro mais do que recomendado a todos os fãs do autor e dos dois primeiros livros da trilogia. Não foi o melhor dos três, mas traz um desfecho eletrizante e a mestria de toda a genialidade contida na escrita do autor.
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Bia 23/02/2019

SEM PALAVRAS
Sem palavras livro incrível, personagens incríveis, autor incrível, realmente estou muito satisfeita com essa leitura.
A trilogia Mr. Mercedes é maravilhosa, por favor leiam todos os livros, todos são importantes e se encaixam em algum detalhe, digo isso porque quase não li o Achados e Perdidos por boatos de que ele era dispensável para a série, não acreditem nisso.
O último turno faz você ficar preso do começo ao fim imaginando tudo e angustiado.
O Stephen King adora essas brincadeiras que faz você arrancar os cabelos querendo saber o que vai acontecer com certo personagem.
Sem palavras adorei.
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Thiago 23/01/2019

Stephen King sendo Stephen King
No último livro dessa série maravilhosa achei q o mestre King iria passar batido no seu jeito... mas me enganei está mais arrojado do que nunca... valeu a pena essa leitura e o desfecho.
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Jessé 08/01/2019




Ficha Técnica:



Último Turno

Autor: Stephen King

Ano de publicação: 2016

Nº de páginas: 344



Primeira leitura do ano concluída!

Esse ano não tem meta de leitura. Só quero poder ler. Mas não poderia começar o ano com outro livro que não fosse Último Turno. Eu enrolei durante um tempo, confesso, mas acabei lendo, e só posso dizer que valeu muito a pena. Se ainda não iniciou a trilogia, confere aqui a resenha dos dois primeiros livros.

A história se passa alguns anos após os eventos do primeiro livro, e nada mais é o mesmo. Uma onda de suicídios assombra a cidade, e eles têm envolvimento com o Massacre do City Center, o que é mais do que motivo para o detetive Hodges se jogar de cabeça no caso. Bill Hodges, com quase 70 anos, não está muito bem de saúde, e não faz a mínima questão de ir ao médico. Bom, até as dores se intensificarem e aparecerem com mais frequência. Por sorte, ele ainda tem Holly, a mulher que desferiu o golpe certeiro na cabeça de Brady Hartsfield, o Assassino do Mercedes., que agora está internado numa clínica de traumatismo cerebral, sem a menor chance de recuperação.

Ao menos, é o que todo mundo pensava. No quarto 217, onde Brady está internado, nem tudo parece o que é. De alguma forma, Brady desperta, e está mais vivo do que nunca. Com o que possui agora, Brady está disposto a se vingar de Bill Hodges. De uma vez por todas.

A história segue o clássico gato x rato, onde ambos são a caça e o caçador. É, literalmente, uma missão suicida, e ambos, Hodges e Brady, sabem que só um dos dois sairá vivo. Mesmo assim, vão até o fim, pois precisam acabar com aquilo de uma vez por todas.

No terceiro e último livro da trilogia, King não deixa o pé escorregar, e mantém a qualidade dos livros anteriores. Porém, nesse aqui, ele adiciona a pitada sobrenatural pela qual é conhecido. Isso não é um peso na história, muito pelo contrário. Os próprios protagonistas duvidam que tudo seja real, mas não conseguem simplesmente ignorar os fatos

Ah, os protagonistas. Bill Hodges e Holly estão mais unidos do que nunca. Com uma idade bem avançada e uma vida nem tão boa assim, Bill só tem Holly, que desempenha um ótimo papel na história. Não só como parceira de investigação, mas como amiga. A amizade dos dois é uma das coisas mais belas do livro. Mesmo com todas suas limitações, Hodges mantém-se firme até o fim, e mostra porque foi um detetive tão bom. Brady está de volta, e não faz feio. Ele veio para mostrar por que é o principal vilão da trilogia, e como uma simples conversa com ele pode ser o bastante para ferrar com a mente de qualquer um.

Stephen King mostra novamente seu poder fantástico de narração. Capítulos curtos, intercalando entre vários acontecimentos, o que nos deixa cada vez mais ansiosos para saber o que vai acontecer em cada um deles. As páginas viram sem você perceber e, quando nota, passou a noite toda lendo. Último Turno é um final digno para a trilogia, o que não significa que seja totalmente um final feliz. Se você chegou até aqui, saiba que o fim da trilogia vai deixar um gigantesco buraco em seu coração.

Mesmo envolvendo o sobrenatural (por mais que seja só no último livro), a trilogia Bill Hodges nos mostra que os verdadeiros monstros somos nós, os humanos. Se você é fã de Stephen King, precisa ler essa trilogia. Se nunca leu nada do autor (SÉRIO?) e pensa em começar, a trilogia Bill Hodges é um ótimo início.

Nota: Selo Cafezinho de Qualidade (5/5)

site: www.dicasdojess.com
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Rafaela.Natalia 11/12/2018

O livro começa já com revelações chocantes, claro que não posso dar spolier, mas uma coisa que acontece com o detetive Bill em específico me deixou tão, tão triste então a leitura já começou na minha opinião bem fluída!
Bill está mais velho agora e ainda comanda a Achados e Perdidos com sua agora sócia Holly, que na minha opinião é a pessoa que deixa a trama mais gostosa de ler, com sua peculiaridade, Holly acrescenta uma personalidade muito importante e cativante a trama, desde o primeiro livro, é possível sentir a evolução dela e o quanto o amor entre ela e Bill é puro, amor de irmão!
Brady (O Assassino do Mercedes) ainda está na clínica em estado catatônico, porém acontecimentos envolvendo pessoas ligadas ao ocorrido na feira de empregos e no show do Mingo, onde ele iria explodir o lugar todo, deixa todos, principal Bill alarmado sobre o quão Brady está realmente em estado vegetativo, parece que nosso assassino parece mais vivo do que nunca! Porém, como é possível?
Isso o leitor só descobre lá pro meio do livro, através de uma revelação bem intrigante sobre Brady 😱😱
King conseguiu trilhar com maestria o destino de Bill e Brady, e todos os outros personagens, juntando no fim, todos os três livros, todas as pessoas envolvidas na trama se interligam de alguma forma e isso na minha opinião é genial 👏👏👏
Claro que não podia deixar de ter um toque paranormal em algum deles né? E isso acontece nesse livro!!
Bill está realmente no seu Último Turno como investigador e você irá simplesmente amar esse turno 😍😱📖

site: https://www.instagram.com/diariodeleiturasdarafa/
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Camila.Gatti 27/10/2018

Um livro com final!
Foi uma leitura rápida e bem gostosa, King sabe envolver, alguns pontos da leitura foi um pouco decepcionante como saber o que vai acontecer sem nem mesmo chegar a hora, mas isso é uma coisa que o King costuma fazer em seus livros.
Algumas partes do livro referente aos acontecimentos foram bem mentirosas do tipo que não existe mesmo no mundo, mas isso nas “Notas do Autor” ele informa que foi mesmo um pouco forçado.
Foi o que eu menos gostei da trilogia, achei que havia poucas cenas, poucos acontecimentos por ser gênero policial. Quarto estrelas são pelo fato da finalização da estória, um bom enredo com os personagens desde o primeiro livro.
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Erikinha 16/10/2018

Quajdo mistura o investigativo e o sobrenatural o que dá uma história típica do mestre. Coloca aquela pitada de morte que poucas amam e o livro se torna ptimo.
Confesso que amei mais os dois primeiros mas esse é ótimo também, super ondoxo essa trilogia.
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