Clube da Luta 2 (HQ)

Clube da Luta 2 (HQ) Chuck Palahniuk




Resenhas - Clube da Luta 2


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sophiambferraz 07/07/2020

socorro não entendi nada
a única parte que gostei disso foram as ilustrações que são perfeita, o resto eu não sei o que acho já que não entendi nada de nada (eu so burra? ?)
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Sara Muniz 20/04/2020

RESENHA - CLUBE DA LUTA 2
Clube da Luta 2 é uma história em quadrinho que dá continuidade a história de Clube da Luta, publicado em 1996 por Chuck Palahniuk (leia a minha resenha clicando aqui). Em 2010, Chuck e uma equipe de ilustradores e coloristas publicaram a segunda parte da história.

Se a ideia era ser a continuação do primeiro livro, a parte 2 falhou em vários aspectos. Nós temos a Marla, o Tyler... mas, o protagonista não se chama mais Jack, se chama Sebastian (não faz o menor sentido). Essa mudança de nome nos dá a impressão de que esse é outro cara, mas por que Marla teria casado com ele?

Começando do início, a história se passa 9 anos depois do acontecido em Clube da Luta. A Marla ainda frequenta os grupos de apoio aos doentes, é casada com esse tal de Sebastian e os dois tem um filho, que representa a figura do pinguim que aparece no primeiro livro, como a imagem terapêutica de Jack.

Sebastian faz terapia por hipnose, o que induz Tyler a aparecer e revelar todos os seus planos para o terapeuta. Tyler ainda toma o corpo de Seb várias vezes, inclusive para ficar com Marla. Sebastian é um personagem deprimido e que toma muitos remédios. Os clubes da luta ainda existem e, inclusive, o projeto Mayhem, que aparece em Clube da Luta, está ainda maior. Para quem lembra, esse projeto era anti-materialista e anti-capitalista no primeiro livro. No 2, o Mayhem tem uma proposta quase que militar, chamada "Erga-ze ou morra".

Todos os acontecimentos dessa história acontecem em fragmentos que você precisa tentar juntar na própria cabeça para entender. Fora toda essa loucura, ainda aparece quem no meio? O próprio Chuck Palahniuk! Ele cria uma metalinguagem na qual ele está com suas amigas decidindo o destino dos personagens durante a trama, mas também são cenas confusas.

Somente ao final da HQ, vamos ter uma explicação mais coerente do que aconteceu desde que Jack tentou se matar no final de Clube da Luta, e aí até que as coisas fazem sentido. Entretanto, a história toda depois disso, parece mais um sonho, uma alucinação de Jack, na qual ele se chama Sebastian.

Para a minha primeira leitura, achei o enredo bastante complexo e desconexo. Talvez essa obra exija uma análise mais cuidadosa e minuciosa, combinando teorias com fatos para chegar a um resultado lógico.

PARA A RESENHA COMPLETA COM TRECHOS, LINKS E IMAGENS DO LIVRO, VISITE O MEU BLOG:

site: https://interesses-sutis.blogspot.com/2019/02/resenha-clube-da-luta-2.html
Debs 20/04/2020minha estante
Se eu não me engano, o primeiro livro não revela o nome do protagonista em momento algum, somente no filme. Ainda não li a continuação, mas acredito que seja por isso que o nome é diferente.


Cobaine 30/06/2020minha estante
Uma desconstrução confusa e sarcástica do livro. Parece mais uma sátira excrachada do livro.




Kath 29/03/2020

Leiam com um bom gerenciamento prévio de expectativa.
Chuck Palahniuk, até o momento tudo o que li dele me agradou - até mesmo o indigesto Condenada. Clube da Luta é um dos meus livros (e filmes) favoritos, mas essa continuação deixou a desejar.
O enredo começa muito bom, entendemos mais da condição de Tyler (Sebastian, no caso) e o vemos vivendo uma vida normal, pacata e aparentemente feliz.
Absolutamente do nada tudo acontece. Tem incêndio com "causas desconhecidas" (sim, de novo), lembranças do passado, drama familiar, operação quase suicida e por aí vai (embora pareça um spoiler, não é).
Marla aparece bastante, mas confesso que não encontrei muita atividade na voz dessa personagem e isso me irritou um pouco, dava pra fazer muito mais com ela na posição em que ela se encontra no livro!
E o final... Ah, o final! O que foi feito com esse final? Alguém me explica?
De qualquer forma, o livro é bom. Vale a pena ler sim, é só não esperar o mesmo choque positivo do primeiro livro (minhas expectativas estavam altas).
As críticas sociais estão mais claras e nomeadas, o que eu achei um ponto positivo.
Lerei novamente em breve pois acredito que só absorvi uns 80% da leitura - justamente por todos os acontecimentos muito doidos ao mesmo tempo.
As artes do livro são lindas. Em muitas páginas, fiquei encantada analisando por alguns minutos.

Recomendo pra quem gostou do filme e ainda não leu o primeiro livro.
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Vittor 10/02/2020

Brilhante
É uma continuação que faz jus ao primeiro livro, dessa vez em uma mídia diferente, os quadrinhos. O fato de ser uma hq, contribui para a imersão com a história, contendo páginas inteiras com apenas imagens. O uso do vermelho é muito frequente.
Leitura obrigatória para todo fã de Clube da Luta!
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Bia 22/09/2019

CLUBE DA LUTA 2 – TYLER DURDEN NUNCA MORRE
Na minha resenha sobre Clube da Luta deu pra perceber o quanto eu sou apaixonada pela história né? A história criada pelo gênio Chuck Palahniuk é cheia de todos elementos que nenhum autor gosta de expor em seus livros: drogas, orgias, assassinato em massa, doenças e muita m*rda. Mas, é justamente o fato de ser diferente de tudo que torna Clube da Luta um livro tão interessante. E quando descobri que tinha uma sequência, meu deus, parecia um presente dos deuses!

Nosso querido personagem principal, antes chamado de Jack, agora se chama Sebastian. Tem um emprego medíocre, vive a base de remédios controlados, se casou com Marla e tem um filho: Júnior. Mas a vida tranquila não significa que ele conseguiu sumir do mapa. Apesar de todos os seus esforços, onde quer que ele vá rostos feridos ainda o encaram com a idolatria de que só consegue ver nele o grande Tyler Durden. Por mais que ele se esconda, a sombra de Tyler sempre vai perseguí-lo.

Confira mais da resenha no link: bit.ly/pdl-clube-da-luta-2-hq

site: bit.ly/pdl-clube-da-luta-2-hq
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Luckas Moura 18/08/2019

Clube da luta 2
Em suma é uma história bem razoável, nada tão marivilhosa ou de explodir sua cabeça. Deve ser lido sem pretensão nenhuma. Mesmo se tratando de um quadrinho, admito ter sido uma leitura bem confusa, e um tanto quanto fora da realidade, pode parecer ridículo falar que uma história de ficção está fora da realidade, mas o motivo dessa dissertação é que o que fazia a história ser mais próxima de nós, era as críticas sociais, o desprendimento das coisas materias ( isso interpretação minha do livro) o que senti falta nesse quadrinho. Ele se preocupa mais em contar a origem de Tyler e admito que me sentiria confortável sem essa origem, pois ela é extremamente descartável, não agrega ao perssonagem, apenas evidencia para nós o que sabemos que é a característica cruel, anarquista, e um tanto quanto vilanesca de Tyler.
Sem dar spoiler, mas o final foi muitíssimo confuso. E isso foi muito broxante, pois arrastei minha leitura na esperança de que o final seria legal, mas não foi o que aconteceu.
Vale ressaltar q essa é uma opinião minha, caso tenha oportunidade, Leia. Mas não se preocupe tanto em adquiri-lo.
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Deadpool 14/06/2019

Bem razoável
A arte do livro é realmente sensacional, o detalhe em alto relevo na capa do livro e os desenhos são muito bem feitos, mas a história é fraca, repetitiva em relação ao primeiro livro e sem sentido algum no final. Vale a pena se ter o livro apenas pela arte muitíssimo bem feita.
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MelQuezado 11/06/2019

Maravilhoso! Arte maravilhosa!!
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Filipe 25/04/2019

A primeira regra é: deixe esta história em paz.
Já faz tempo que abri mão de esperar algo das histórias de Palahniuk, sua narrativa anárquica não choca mais ninguém e a esperança de esta característica tao boa dele em seus primeiros trabalhos ser melhor em HQ não foi atendida. O inicio até é interessante, mas do 3 capítulo em diante é uma baboseira atrás da outra, uma história sem identidade, e Chuck ainda tem a presunção de se colocar na história, tentando quebrar uma parede que ninguém realmente estava interessado. A nota vale pelos traços e cores, que são excelentes, no mais é só mais uma história dele que irei esquecer.
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Turbotnt 24/04/2019

Ou: como se perder enquanto tenta escrever uma história...
Principalmente depois do filme estrelado por Brad Pitt e Edward Norton, Clube da Luta se tornou um clássico moderno. As ideias ali discutidas, as motivações dos personagens, suas reações em meio a um mundo que parece estar funcionando no piloto automático e o senso iminente de uma revolução social certamente serviu e tem servido como elemento norteador para muitas pessoas e grupos. Para o bem ou para o mal.]
Dito isso, Clube da Luta 2 é uma revisita àquele universo destacando as consequências dos acontecimentos do primeiro livro, sem no entanto ter novas ideias para apresentar. O uso do formato HQ foi uma decisão bastante acertada - a arte de James Stewart é incrível - pois caso fosse usado uma escrita mais convencional, certamente seria bastante pesada e confusa. Mas mesmo no formato HQ, acompanhar os acontecimento e compreender razoavelmente bem a trama é um tanto quanto difícil. Palahniuk escolheu usar a metalinguagem como uma forma de desconstruir sua obra mais famosa, não apenas graficamente mas também por meio de uma trama rocambolesca, em que até zumbis (!!!) dão as caras, e basicamente elementos chaves do primeiro livro - como o protagonista sem nome e quem é na verdade Tyler Durden - são totalmente descartados. A leitura ainda é atraente em alguns momentos, mas em certo momento acaba cansando, pois fica difícil saber se estamos conseguindo acompanhar a trama ou não.
Vale pela nostalgia e curiosidade, mas está longe de ser uma obra indispensável. Assim como aconteceu com Matrix, o primeiro livro/filme basta por si só.
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Marcos Martins 22/04/2019

Uma confusão de ideias.
Eu não sou muito fã de HQ (únicas que realmente gosto são Watchmen e V de Vingança), mas essa é muito confusa, é difícil de seguir um padrão de leitura, aliás o próprio livro não faz isso, começou interessante, tem uma premissa ótima na questão do filho, mas mal aproveitada.
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Danilo 16/03/2019

Prepotência egocêntrica elevada à máxima potência.
Nem vou chamar isso de crítica ou resenha, é só um desabafo.

"Patético" é o adjetivo que melhor define essa "obra" na minha opinião. Os erros e problemas são tantos que é difícil saber por onde começar a listá-los.

A primeira torcida de nariz veio logo que abri a HQ.. Sebastian. Sério mesmo Chuck?! Um dos maiores charmes do livro/filme era o narrador não ter um nome.

Mas o pior é o pedantismo e a prepotência do Chuck nessa HQ, é patético, nem tanto pela ousadia de alguns elementos de roteiro, mas pela execução pífia mesmo, a metalinguagem tenta se mostrar altamente intrincada e inteligente, quando na verdade é amadora e desinteressante.

Sério, e aqueles elementos avulsos na página TODA HORA tampando parte do texto?! Esse é um recurso das HQs que eu gosto, mas quando usado com algum propósito e sem exageros. Esse recurso só se mostre interessante em dois ou três momentos (um deles é quando o diamante reflete a palavra ocultada).

Enfim, é uma obra altamente prepotente, desinteressante, auto-cultuada, que usa clichés a exaustão (retratar Brasil com imagem do Cristo e Pão de Açúcar, hipnose com relógio de bolso, plot twists telegrafados, referências pseudo-cultas com analogia à mitoligia nórdica (ragnarok), cristianismo, tenta ser uma obra intelectualizadas para poucos entenderem, mas é autoexplicativa ao extremo (um exemplo é quando mostra a tatuagem dos números de uma passagem bíblica no pescoço de um personagem, na hora pesquisei a passagem, achei interessante e a sacada boa, mas umas páginas depois ele mesmo escreve toda a passagem, ou seja, os preguiçosos que não se engajam de verdade numa leitura conseguem captar as mesmas coisas dos que se dispõem a ir além).

Sinceramente, perdi completamente o tesão de ler qualquer outra coisa do Chuck depois de ler essa HQ caça-níquel barata que parece ter sido escrita em 10 minutos.
Minha avaliação de 2 estrelas é só pela arte do desenhista, essa sim é excelente e muito atraente, por que se dependesse só da história, eu teria largado nas primeiras páginas.
Thu 27/03/2019minha estante
Salvo engano ele morre no primeiro livro, não?


Filipe 25/04/2019minha estante
Melhor desabafo, concordo 100%. Na verdade Chuck tem poucos trabalhos bons de verdade, a maioria é simplesmente enfadonho e presunçoso ao extremo.




Michelle.Strong 14/03/2019

Primeira regra - não falar sobre o clube da luta.
O personagem principal da história, anônimo no livro, agora se chama Sebastian. Ele está casado com Marla já fazem nove anos e possuem um filho chamado Júnior e o menino da indícios de ter o mesmo distúrbio mental do pai. Sebastian vive tomando remédios, Marla parece estar cansada do seu casamento e resolve fazer alguma coisa pra melhorar o cotidiano, substituindo os remédios do marido por açúcar, ansiando pela volta do Tyler. Marla consegue o que ela quer, mas com isso trás algumas consequências, Tyler está de volta e também voltaram junto com ele a loucura dos seus planos e os seu seguidores.
O autor quebra a quarta parede na continuação do clube da luta e meio que satiriza o fato dos fãs terem pedido essa continuação. A arte combina bastante com os personagens e a atmosfera da trama, mas não leia criando expectativas, a trama é um pouco confusa e o final é um pouco decepcionante.
O mais interessante é que o personagem do Tyler Durden, passa a ser mais do que um simples alter ego do personagem principal, a origem dele é retratada como um ideia de quebrar tudo o que é imposto pelo sistema e que ultrapassa as gerações. Vale a pena conferir e tirar suas próprias conclusões.
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Hiago 26/02/2019

Clube da Luta 2 - out/2018
Simplesmente uma obra sem a menor necessidade de ter sido produzida.
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