O Signo dos Quatro

O Signo dos Quatro Sir Arthur Conan Doyle
Sir Arthur Conan Doyle
Sir Arthur Conan Doyle




Resenhas - O Signo Dos Quatro


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Janaína Moraes 06/01/2011

Elementar.
O segundo livro começa com um Holmes deprimido, estagnado pelo ócio e sua salvaçao chega em tons de bege. Um caso ainda mais misterioso e cheio de enigmas é apresentado a Holmes e seu amigo Watson. Dessa vez a trama gira em torno do Signos dos Quatro, de um segredo e um tesouro.

Uma carta chega a bela jovem depois de dez anos da morte de seu pai. Seis anos depois a moça recebe uma pérola por ano, por alguém que diz que isso seria uma espécie de recompensa. Ela procura o detetive para solucionar o problema e pede que ele e Watson a acompanhem em um encronto estranho.

Aqui surge o filho de um amigo do pai da moça, um assassinato, pistas para encontrar o tesouro, uma corrida de lanchas pelo Tâmisa, um tesouro mais uma vez perdido e um pedido de casamento.

As explicações de Holmes sobre a cena do crime são cada vez mais perfeitas e fazem com que o Dr. Watson começe a pegar gosto pela tal ciência e embarque, literalmente, no mesmo barco que ele, para descobrir os meandros da investigação.

Dessa vez quem levou os créditos foi Jones. O Dr. Watson ficou com a mão da bela moça e para Holmes sobrou apenas o violino e mais uma vez a estagnação do ócio.

Começo o terceiro livro amanhã, até daqui uns três ou quatro dias.
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Muradz 28/05/2020

Gostei muito do livro. Segundo que eu leio do sir Arthur Conan Doyle. O livro é bem desenvolvido, apesar de eu ter achado a explicação do final meio enrolada. Do mesmo jeito, as pontas que estavam soltas se amarrando perfeitamente, fizeram eu gostar muito desse livro e ignorar a parte que eu não gostei muito.
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Mr.Penguin 30/04/2020

Incrível
Para mim este livro foi melhor do que Um Estudo Em Vermelho. A trama, o mistério e os personagens foram muito melhores do que o livro anterior.
Além de uma ótima narrativa, Arthur Conan Doyle consegue criar uma atmosfera misteriosa e ainda consegue descrever muito bem cada cenário, personagem, etc.
O livro possui uma ótima narração, cenas de perseguição, ótimos personagens e uma trama.
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Fernanda.Lopes 09/04/2020

Boa leitura
O signo dos quatro é o segundo romance de Arthur Conan Doyle com Sherlock Holmes. Para os fãs do detetive, uma história misteriosa e intrigante, com um toque de ação, além do desenrolar de eventos da vida pessoal do dr. Watson.
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Thais.Bento 22/04/2020

Elementar meu caro Watson
A genialidade de Sherlock Holmes é fora do comum. Sempre se sobrepõe as minúcias.
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Fer . 25/02/2009

Mr. Poirot dá de dez a zero em Sherlock Homes. E o mesmo vale pra Agatha Cristie e Conan Doyle.
Tonný 11/01/2012minha estante
Verdade! Os casos de Poirot não são tão complexos mas são bem resolvidos e insigantes, o prefiro tb !


Eric 27/03/2013minha estante
Qual o melhor livro Mr. Poirot na sua opinião? Eu nunca tive a oportunidade de ler alguma obra do autor.


Naldinho 22/02/2014minha estante
Discordo totalmente, mas gosto é gosto.


Davi 25/09/2014minha estante
Avaliação tendenciosíssima e comentário forçadíssimo. Conan Doyle veio antes e foi quem praticamente, após o pioneirismo de Allan Poe, consagrou o romance policial, influenciando Agatha, que desenvolveu muito bem a receita. É até perfeitamente compreensível que tanto o gênero quanto seus personagens tenham se aperfeiçoado e se tornado mais complexos por meio de autores pós-Doyle. Nada mais natural que uma geração supere a outra em termos de desenvolvimento e complexidade, mas não tem nada a ver fazer esse tipo de comparação BESTA.


Juan.Spinosa 08/02/2017minha estante
Comparação sem fundamento. Sherlock Holmes é muito melhor preparado que M. Poirot. Sherlock além de um grande detetive, também é um conselheiro para os outros detetives.


medicinamafe 04/04/2018minha estante
Os livros da Agatha conseguem incluir o leitor no pensamento, a gente fica pensando "quem matou?" "hmmm, acho que foi esse". Enquanto os livros do Doyle focam mais no brilhantismo do Sherlock e me sinto meio excluída das conclusões do caso, como leitora. Acredito que como personagem, o Sherlock é melhor construído, mas para leitura... 1 milhão de vezes Poirot!




Gláucia 09/05/2020

O Signo dos Quatro - Arthur Conan Doyle
Publicado em 1890 é o segundo livro trazendo a famosa dupla Holmes e Watson num caso de crime envolvendo um tesouro e um pouco de aventura. E romance, já que é aqui onde Watson conhece Mary Morstan, com quem se casa.
Já havia lido esse há muitos anos mas pretendo ler os livros em ordem cronológica de publicação ao invés de retomar de onde parei.
O que mais me chama atenção, muito menos que a trama e o mistério em si, é a personalidade sui generis de Holmes, com toda sua arrogância, misoginia, genialidade, geram diálogos e situações muito divertidas. Leitura reconfortante sempre.
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Damaris.Gris 29/03/2020

Um bom Livro, mas não ganhou meu coração.
Giane 29/03/2020minha estante
Li alguns dessa série, mas me decepcionei. Achei que os livros eram bem mais, que mostravam mais do pensamento analítico do personagem, mas não... infelizmente fui com muita sede ao pote!


Damaris.Gris 29/03/2020minha estante
Pois é menina acho que o mesmo aconteceu comigo




Nany 15/06/2020

SHERLOCK HOLMES
O livro e maravilhoso como todos do autor, sou suspeita em falar já que adoro todas as história de Holmes e Watson. O que pra nossa cabeça e um caso completamente difícil de desvendar, Holmes decifra como se fosse a coisa mais normal do mundo. Adorei.
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Marcio 22/03/2020

Trama
Muito boa as tramas e os suspenses descritas pelo dr Watson e Sherlock Holmes, vale a leitura.
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Blog MDL 19/05/2014

Dr. Watson está preocupado com o seu amigo Sherlock mais do que nunca. O tédio parece consumi-lo e a única coisa pela qual ele mostra alguma inclinação é para o seu vício em cocaína que o deixa em um estado de finita calmaria. Os dias passam tão lentamente que a simples menção a um mistério dá um novo ânimo a dupla que se mostra bem disposta a ouvir o estranho relato de Miss Morstan que está às voltas com o que ela considera um problema difícil de ser decifrado. Instigado a voltar à ativa, Sherlock passa a estudar as minúcias do caso e se mostra bem disposto a acompanhar Miss Morstan e Watson em uma pequena jornada noturna que tem como propósito descobrir um pouco mais do esquivo remetente que todos os anos envia uma pérola rara para a senhorita e que parece ter alguma ligação com o pai desaparecido da moça.

No entanto, ao chegar no ponto de encontro eles são levados até a presença de Mr. Thaddeus, um homem de feições pouco agradáveis mas que logo conta tudo o que sabe sobre o assunto que os levaram até ali. Cada vez mais animado com as possibilidades de desdobramento que o caso pode ter, Holmes se une aos seus companheiros em mais uma expedição. Contudo, diferente da recepção que Mr. Thaddeus lhes ofereceu, ao chegar na casa de Bartolomeu Sholto eles se deparam com um cenário macabro cujas explicações parecem ser todas irracionais. E é estudando cada detalhe da cena que Sherlock encontra uma pista a ser seguida, porém, sua presa é mais esperta do que ele imaginou e oferece uma sucessão de desafios para o detetive que se mantém incansável em sua busca.

Em O Signo dos Quatro, Arthur Conan Doyle coloca um longo hiatus desde o primeiro romance protagonizado por Dr. Watson e Sherlock Holmes. Agora, longe do anonimato que antes fornecia um pouco mais de liberdade ao detetive, Holmes tem suas histórias escritas e publicadas por Dr. Watson e precisa ter mais cuidado com a sua movimentação para não chamar algum tipo de atenção indesejada. Além disso, diferente de Um Estudo em Vermelho, Holmes se mostra alguém mais acessível e menos arrogante. Apesar de seu orgulho estar presente, não há nele aquela áurea um tanto pedante de quem quer se mostrar muito superior aos demais. Pelo contrário, nesse volume ele tenta a todo o momento fazer com que Dr. Watson não só entenda, como também, aplique os seus métodos para ajudá-lo a entender todas as facetas do caso.

Esse foi um ponto que me agradou bastante, já que através dele eu pude ver como a parceria de Holmes e Watson realmente é importante para a história e como as coisas podem funcionar melhor entre eles em uma relação que vai além de uma admiração intelectual. Mas certamente o que fez O Signo dos Quatro o melhor romance da série que eu li até agora foi o trabalho de construção e desenvolvimento do enredo, já que nele não há nenhuma divisão na história e nós somos impelidos a ler uma e outra página até entender todo o mistério que ronda os personagens. A respeito dele, posso dizer que fui surpreendida sobremaneira com a verdade que estava oculta, pois mesmo o Holmes dando algumas pistas aparentemente fáceis de serem seguidas, no final o que eu achava ser um enigma à la Assassinatos na Rua Morgue de Poe, se mostrou uma pegadinha bem capciosa do autor.

Além disso, Doyle ainda nos presenteou com um romance protagonizado por Dr. Watson e Miss Morstan que alcança seu apogeu com uma referência de Holmes (no original em alemão) a Goethe, onde ele diz que há material suficiente para um homem de bem e um patife em uma réplica que ele dá a Watson sobre o tema casamento. Alguns estudiosos dizem que ao contrário do que parece, ele não está falando de si mesmo, mas sim do seu amigo. Essa observação me deixou um tanto receosa com relação ao que vou encontrar em O Cão dos Baskerville, mas posso dizer com toda sinceridade: estou tão envolvida com o universo sherlockiano que mal posso esperar para iniciar mais uma aventura protagonizada pelo primeiro detetive consultor que se tem conhecimento na história mundial.

site: http://www.mundodoslivros.com/2014/05/resenha-especial-o-signo-dos-quatro-por.html
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Alexia 20/05/2020

Muito bom!
Gosto muito de todos os livros do Arthur, esse, como todos os outros, é um romance policial maravilhoso.
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Matheus Fialho 03/11/2011

Meu Deus!
Quando você pega um livro na prateleira e nele está escrito "Sherlock Holmes", em que você pensa? Um grande romance policial, cheio de mistérios intrigantes e uso magistral da lógica dedutiva? Foi o que pensei!

Na realidade, o livro em questão é uma obra pra se esquecer, nem de longe atingiria a tais objetivos!

Vou dar um breve resumo de minha análise...

O livro começa em alto nível, com uma ótima história* narrada pela srta Morstan. Parecia, até este ponto, que a estória* se desenrolaria, e realmente se desenrolou! Em aproximadamente 5 segundos Sherlock Holmes desvendou o mistério todo! TODO!

Qual é o problema? O restante do livro foi uma tentativa de captura que não ofereceu a menor dificuldade, não teve a menor graça e nem sentido. O personagem Jonathan Small não tem caráter ruim, não é inteligente, não tem carisma, não é um vilão! Sherlock Holmes some no último terço do livro para que Small possa contar sua história*, a qual não interessa nem mesmo minimamente ao leitor!

Resumo da ópera: péssima narrativa de eventos, estória desinteressante, personagens mal-concebidos e um livro muito ruim!

Ainda terei coragem de ler "O Vale do Terror", mas espero que Arthur Conan Doyle tenha sido mais capaz em sua escrita!
Renato 12/11/2011minha estante
Já leu O cão dos Baskerville? Esse com certeza é ótimo.


Matheus Fialho 21/11/2011minha estante
Olá Renato,
Já li o Cão dos Baskerville sim, penso até em lê-lo novamente, visto que já faz algum tempo...
Obrigado pela dica.




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