Sonata em Punk Rock

Sonata em Punk Rock Babi Dewet


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Resenhas - Sonata em Punk Rock


68 encontrados | exibindo 1 a 15
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Júlia 10/02/2019

Sonata em Punk Rock
Sonata em punk rock // @babidewet // @editoragutenberg

**Sobre correr atrás dos sonhos e persistir.

Tim sempre teve o sonho de se concentrar por completo em sua música; aprender tudo que pudesse sobre ela, e ter sua própria banda.
Porém, com as dificuldades que passava em casa mesmo anos depois de seu "pai cretino" ter ido embora, nunca conseguiu.
Valentina (Tim), acabou conseguindo uma vaga na Margareth Vilela, uma prestigiada Academia - conservatório - de música, por influência desse mesmo "pai cretino" que ela mal sabia, mas tinha virado um músico de renome. Que pediu em troca que ela "apenas" não trouxesse desonra para seu sobrenome.

“A vida é como uma orquestra; são necessários muitos instrumentos em harmonia para que a música toda faça sentido. Mas, na maioria das vezes, você nem sabe tocar esses instrumentos. E, sempre vai ter alguém dizendo que seu gosto musical é ruim, mesmo que seja o som que te faz feliz. e isso é um saco principalmente quando se é jovem e cheio de sonhos”

Com seu estilo punk rock descabelado e incomum, foi meio difícil Tim se adaptar, todas as pessoas eram "frescas" de mais. Até que ela encontrou o grupo perfeito de amigos: Sarah, Pedro e Fernando. Que assim como ela, também não se adaptam em meio àquelas pessoas mesquinhas, e criaram sua própria banda, para a qual Tim também entrou.

"A verdade é que quando se faz o que gosta, tudo começa a fazer sentindo e a valer a pena."

+ Tudo começa a se complicar quando o coração de Tim resolve bater mais forte para o riquinho, metido e problemático (porém muito fofo) filho da diretora do conservatório, e, quando ela percebe que para estar lá, teria que se esforçar muito mais se quisesse mesmo ter uma banda e compor de verdade.

4 estrelinhas - Narrado em terceira pessoa nas visões de Tim e Kim (#kimtim).

site: https://www.instagram.com/p/Bou0TJMAr6L/
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Ana Lambert 19/01/2019

Um livro para sorrir
Sonata em punk rock se mostrou um daqueles livros que nós faz ficar com um sorriso bobo enquanto lemos, ele tem essa magia.
Nessa história acompanhamos a trajetória de Tim, uma menina apaixonada por punk rock que se vê cercada de música clássica.
Tudo na Cidade da Música é encantador, inclusive um mistérioso, e um tanto arrogante, pianista chamado Kim.
Essas duas personalidades tão diferentes irão mostrar um ao outro um pouco de seu mundo. O encontro do clássico com o rock, do submisso com o rebelde.
Em alguns momentos da leitura ficava imaginando uma adaptação desse livro em um drama coreano, afinal pude perceber a influência desse gênero durante o livro, o que foi muito interessante.
Espero que essa história te faça sorrir a mesma forma que fez comigo.

Ah, a playlist do livro é simplesmente incrível, todas as músicas sem exceção!
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Tracinhas 28/11/2018

por Lídia Rayanne
Já faz algum tempo que queria ler “Sonata em Punk Rock”, mas vinha adiando depois de ter lido algumas resenhas que levantaram pontos que, conhecendo meu gosto literário, sabia que não me fariam curtir tanto a história. Entendam: Tim é daquelas xovens que tem ranço por tudo o que é clássico (museus, arquitetura, música clássica. Até mesmo moda!), que acha que tudo que é velho é ultrapassado. Então, para mim, que amo música clássica e tudo que é vintage desde criança, foi um pouco difícil ter que aguentar essa perspectiva um tanto preconceituosa da protagonista durante os primeiros capítulos.
Felizmente, eu sou dessas pessoas que acreditam que é preciso ler um livro pra poder ter sua própria opinião. E apesar dessa barreira inicial que me impediu de me identificar logo de cara com a protagonista, a leitura de “Sonata em Punk Rock” se mostrou uma agradável surpresa.
A história acompanha Tim durante seu primeiro semestre na renomada Academia Margareth Vilela. Ela sempre teve o sonho de estudar no lugar para aprender tudo o que é preciso para se tornar uma roqueira de sucesso (então porque ela se surpreende que a Academia é um recanto de música clássica me é uma completa surpresa. Afinal, quando você quer muito estudar num lugar pesquisa tudo sobre ele, não?). Só que Tim sabe que jamais poderia pagar pela mensalidade da faculdade, e é aí que seu pai rico e sumido, que é um famoso violinista que abandonou a família para cuidar da própria carreira, aparece para bancar sua estadia e mensalidade. Muito a contragosto, Tim aceita a oferta para não deixar a oportunidade passar, disposta a levar muito rock and roll à Cidade da Música.
(*Momento de análise psicológica da personagem*: será que é por isso que Tim tem tanta raiva de música clássica e projetou todas suas frustrações no punk rock?)
Entre diversas disciplinas, Valentina precisa escolher um instrumento clássico para o primeiro semestre e, achando que seria moleza, ela se decide pelo piano. Só que logo na primeira aula ela descobre que o instrumento não é tão fácil de manejar quanto imaginava e se não quiser reprovar (e ser expulsa da academia por não se adaptar), ela precisa aprender a tocá-lo o mais rápido possível. Ela então decide pedir a ajuda a Kim, o talentoso filho adotivo da diretora da academia, um dos melhores pianistas do mundo.
Só tem um problema: Kim é um tremendo boçal, que vê todos os mortais à sua volta com indiferença. Mas Tim sabe de alguns segredos do rapaz que ele detestaria que fossem revelados à público, e por isso ele acaba aceitando a ajudá-la. E é em meio aos árduos e dolorosos treinos que Valentina vai descobrindo a beleza deixada nas partituras de grandes compositores, e que não precisa abandonar o punk rock para apreciar música clássica.
Essa parte em que o amor pela música é explorado é linda de se ver porque, além de tudo isso, vemos os sentimentos entre Tim e Kim se desenvolvendo, ainda mais surpreendente no caso dele, que é um personagem tão introvertido. O cérebro do rapaz funciona de forma diferente, o que dificulta seu relacionamento com outras pessoas. Mas a confusão em sua cabeça entra em perfeita sintonia na presença daquela garota tão estranha.
No entanto, algumas coisas na narrativa me incomodaram. Além dos pontos de vistas dos personagens se misturarem algumas vezes, algumas descrições foram repetidas exaustivamente ao longo do livro (por exemplo: toda vez que Kim via Tim ele ouvia a sua música favorita na cabeça. Sempre!); as cenas de conscientização sobre diversos temas me pareceram jogadas e sem ter um contexto mais explorado, como se apenas estivessem ali para cumprir tabela.
Também senti falta de terem explorado melhor a relação de Tim com o pai, cuja única função na história é ser um babaca que paga as mensalidades da filha, assim como a relação do Kim com a mãe. Porque esta criatura adotou este menino lá da Coreia do Sul pra não dar a menor atenção pra ele? Por quê? Terminou o livro e fiquei sem essa resposta.
Mas no geral gostei muito do livro, que tem uma narrativa leve e bem gostosa de ler, e devorei rapidinho. Foi bonito ver o amor pela música de Valentina crescer ao mesmo tempo em que ela amadurecia e se apaixonava pelo Kim, e mal vejo a hora de ler o próximo livro da Cidade da Música.

site: http://jatracei.com/post/180589199927/resenha-315-sonata-em-punk-rock
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Três Leitoras 12/11/2018

Resenha: Sonata em Punk Rock
Há tempos queria conhecer o trabalho da Babi Dewet e finalmente tomei vergonha na cara... Recentemente, o segundo livro da série Cidade da Música (que também terá resenha aqui no blog) foi lançado e esse foi mais um incentivo para ler Sonata Punk Rock.

Nós vamos conhecer Valentina Gontcharov, uma apaixonada por música que tem o sonho de ter sua própria banda de rock. Ela foi criada apenas pela mãe, então desde nova ela se divide entre estudar e ajudar sua mãe no dia a dia das tarefas de casa e atualmente trabalha também como gerente de um mercadinho.



Dedicada a ajudar sua mãe a pagar as contas, ter uma banda de rock e viver o seu sonho da música estava bem distante, mas isso não a impediu de fazer o teste para entrar na Academia Margareth Vilela, o conservatório mais famoso do país, e muito menos de ser aprovada, pois ela demonstrou ter um ouvido absoluto, coisa que nem ela mesmo sabia que tinha.



A Academia Margareth Vilela é conhecida como Cidade da Música, e por uma oportunidade que não contarei a vocês qual foi, Valentina terá seus estudos custeados e está determinada a realizar todos os seus sonhos. mas para isso, ela terá que se dedicar muito, enfrentar seus medos e inseguranças, provando a si mesmo que ela é capaz. Seu primeiro obstáculo será o piano e a música clássica, já que sua veia sempre foi o punk rock.



Além de enfrentar as aulas, Tim (como Valentina gosta de ser chamada), terá que enfrentar o bullying, já que ela tem um estilo diferente e não se encaixa muito na realidade vivida pela maioria dos alunos do conservatório. Mas o pior de tudo, é lidar com Kim, que apesar de lindo, é extremamente arrogante e o melhor pianista que aquele lugar pode ter.



Mesmo com tantas adversidades, Valentina irá mostrar o seu valor e talento, levando rock and roll para a Cidade da Música. Sem contar, que mesmo com pouca experiência, ela mostrará uma maturidade e vontade de vencer diferencial, sem perder a sua essência, mas se permitindo conhecer e viver coisas novas.



Cada capítulo se inicia com o título de uma música e a experiência de conhecer músicas e artistas novos foi super bacana, confesso que na mesma proporção que amei conhecer a Valentina, odiei o Kim, mas mesmo não me identificando com ele, até mesmo quando tenta mostrar outras facetas dele, a escrita e enredo me prenderam e queria saber o que mais aconteceria na vida da Tim.


Uma leitura leve e fluida que vai nos despertar vários tipos de sentimentos e acho ideal para quando você está a fim de sair de uma ressaca literária. Apesar de esperar mais da história, não cheguei a me decepcionar e indico a leitura.

site: http://www.tresleitoras.com.br/2018/10/resenha-sonata-em-punk-rock.html
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Fernanda 16/10/2018

Sonata em Punk Rock
Resenha disponível no blog:

http://www.segredosemlivros.com/2018/10/resenha-sonata-em-punk-rock-babi-dewet.html

site: http://www.segredosemlivros.com/2018/10/resenha-sonata-em-punk-rock-babi-dewet.html
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Nina 15/10/2018

Conheci a Babi Dewet quando comecei o blog, há 10 anos atrás (dá para acreditar que faz tanto tempo?). Na época ela tinha um blog e logo lançou Sábado à Noite de forma independente, se tornando um grande sucesso. E mesmo tendo acompanhado sua carreira, confesso que nunca li dela. Assim, quando a Gutenberg me ofereceu Sonata em Punk Rock, tratei de aproveitar a oportunidade.

A história se passa em uma conceituada escola de música chamada Academia Margareth Vilela, que fica em uma área afastada do Rio Janeiro. Ao seu redor surgiu um pequeno comércio, áreas residenciais, bares e pubs e a região ficou conhecida como Cidade da Música. O conservatório é referência pois grandes músicos do país e até mesmo do mundo estudam e aperfeiçoam sua arte lá, mas mesmo tendo um talento incrível e um ouvido absoluto, nem em seus sonhos mais delirantes Valentina Gontcharov considera estudar lá. Mas centros de referência costumam ter seu preço e o da Cidade da Música não está nem perto do que ela é capaz de pagar.

No entanto, o pai de Tim, um famoso músico que abandonou sua mãe tão logo soube que ela estava grávida, se propõe a pagar por seus estudos e, mesmo com uma certa relutância, ela decide correr atrás de seus sonhos, mas viver em uma escola tão exigente e elitista não vai ser nada fácil. Primeiro porque Tim não se encaixa no perfil dos alunos que frequentam o lugar, com seus cabelos coloridos, roupas rasgadas e preferência pelo rock. Segundo por causa de Kim, o arrogante filho da diretora e estrela da conservatório por sua incrível habilidade no piano. Mas mesmo que Tim tenha todo o talento do mundo, ela enfrenta dificuldades nas aulas pois não conhece música clássica e vai precisar de ajuda com o piano, e quem melhor do que Kim para ajudá-la?

- Não pedi sua opinião - ela respondeu, baixinho.
- Ninguém nunca pede, e eu não daria se pedissem. Mas às vezes você precisa clara a boca e aguentar tudo quieta. Mesmo que tenha vontade de explodir, fugir e ir embora. A música é prioridade, Então fala o melhor que puder. Se tem alguém que nunca vai te abandonar, é sua música. É a única coisa que não nos vira as costas.

O primeiro sentimento que tive ao começar a leitura foi que seria fisgada imediatamente, tipo paixão à primeira vista. O estilo de escrita da Babi é muito simples e envolvente e ela sabe como transmitir os sentimentos dos personagens sem se alongar muito. A história é bem diferente de tudo o que já li, com os personagens estudando música em uma cidade só deles (claro que já tinha lido com outros temas, mas sobre música foi a primeira vez). Mas infelizmente a história não funcionou muito bem para mim.

O livro é cheio de referências musicais e sei que muita gente adorou isso, mas eu achei meio over, pois para tudo tinha uma música e nem sempre ela fazia sentido para mim. O lado bom é que essas referências não eram apenas de rock mas também de música clássica e isso ampliou meu conhecimento do assunto, já que não costumo ouvir esse estilo. Mas tinha uma bendita de uma música clássica que era a favorita do Kim e ele pensava nela a cada duas páginas, foi tanta repetição que eu não suportava mais nem ouvir o nome.

A construção dos personagens foi bem rasa e não consegui me apegar a eles. Kim tem problemas emocionais, e as razões que ele apresenta não justificam seu comportamento grosseiro e arrogante e não fizeram sentido para mim. Tim quer bancar a revoltada e morre de raiva do pai, mas sempre que tem oportunidade de mostrar a garota de atitude que diz ser, ela recua e se omite. Eles formam um casal muito improvável, são completamente diferentes mas se entendem muito rápido, e isso deixa o relacionamento deles artificial e sem química.

Terminei a leitura sentindo falta de um clímax no enredo e de algumas explicações. Ficaram várias pontas soltas dando a sensação de que a história é mais um rascunho do que um livro finalizado. Mas como se trata de uma série, imagino que essas questões serão tratadas no próximo livro, Allegro em Hip Hop, que pretendo ler em breve, pois tenho esperanças que ele desfaça essa má impressão.

Mas mesmo com todos os problemas que eu tive com o livro, não deixo de recomendar, especialmente para o público mais jovem, pois apesar das falhas, o enredo leve, a escrita divertida da Babi e o ar de fanfic podem agradar bastante.

site: https://www.quemlesabeporque.com/2018/10/sonata-em-punk-rock-babi-dewet.html
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Ana 23/09/2018

Apaixonante!
Li em praticamente um dia! É um livro fácil de ler e flui naturalmente.
Acompanhar o livro enquanto ouve a trilha sonora deixa tudo mais mágico! Infelizmente a falta de internet me impediu nos momentos finais mas não tirou a alma do livro.
Ao terminar de ler me senti não apenas livre mas foi uma energia extra pra quem estava questionando os seus sonhos, da vontade de ir pro telhado mais próximo gritar a plenos pulmões que tudo vai dar certo, que a vida é uma orquestra e no final todos os instrumentos vão se encaixar perfeitamente.
Ansiosa para o próximo e com sorte com a trilha completa!
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Bia Sousa 20/09/2018

ESSA BABI SÓ ME SURPREENDE
Em Sonata em Punk Rock, conheceremos Valentina Gontcharov, uma jovem que transpira música, e se for punk rock, é com ela mesma. Sua vida se resume a trabalhar muito num mercadinho para ajudar sua mãe com as despesas de casa, as duas moram sozinhas desde sempre, pois o pai de Valentina lhe abandonou ainda bebê com sua mãe.

“Às vezes, para assumir a regência de nossas vidas, precisamos trocar a partitura. Afinal, por que alguém escolheria uma orquestra se pode ter uma banda de rock?”

Por amar música, seu grande sonho é ir estudar no conservatório Margareth Vilela, esse senho acaba virando realidade, pois ela foi aprovada para ingressar nos estudos. Porém, nada será fácil, pois os gastos para se estudar num lugar como esse é enorme, e ela nunca teria condições.

É aí que do nada, o pai de Valentina ressurge das cinzas propondo bancar os estudos (o cara é um astro do violino e é podre de rico, mas nunca ajudou Valentina com nada). Mas é claro que Valentina não sabe o que fazer, mas pensando em seu grande sonho ele dá o braço a torcer e aceita a ajuda do pai.

“A verdade é que quando se faz o que gosta, tudo começa a fazer sentindo e a valer a pena.”

Chegando no conservatório Tim (para os mais íntimos) vê que não será nada fácil, pois de punk rock até a música clássica, há diferenças enormes. Além de ter que passar a viver e uma realidade nada confortável para ela: uma vida luxuosa.

No primeiro dia na Margareth Vilela ela dá de cara com um cara lindo, mas que está passando muito mal no corredor próximo ao seu quarto. Sem pensar duas vezes ela corre para ajudá-lo, mas ela não imaginava o quão insuportável era esse rapaz.

“A vida é como uma orquestra; são necessários muitos instrumentos em harmonia para que a música toda faça sentido. Mas, na maioria das vezes, você nem sabe tocar esses instrumentos.”

Com o passar dos dias ela descobre que o insuportável era nada mais, nada menos que Kim, filho da diretora do conservatório e o melhor pianista da Margareth Vilela, para piorar, as garotas dariam tudo para falar ou estar perto dele, o que não era grandes coisas para Tim, que passou a ter aquele famigerado ranço da cara dele (confesso que eu também fiquei).

Mas viver próximo alguém tão insuportável não seria o único problema para Tim. Além de ter um estilo que não agrada as pessoas e por não ter papas na língua, o maior dos seus problemas será aprender a tocar piano até o fim do semestre (ou era isso ou reprovação na certa). É aí que ela tem uma ideia mirabolante, chantagear Kim com um segredo e obriga-lo a dar aulas, e de quebra conseguir com que seus três únicos amigos toquem rock in roll na apresentação no final do semestre.

“Se não for difícil, não tem esforço. E, se não tiver esforço, ninguém se torna mais do que medíocre. (…) Se estiver fácil demais, você está fazendo errado.”

Meus caros, que livro gostoso! Já havia lido um conto da Babi, mas não esperava que fosse gostar tanto desse livro. Uma história com empoderamento, sororidade, representatividade, muita música e tudo que há de melhor.

Fico muito feliz de ter lido um livro solo da autora e não vejo a hora de poder ler outros, principalmente Alegro em Hip Hop, segundo livro da série Cidade da Música (o primeiro é Sonata em Punk Rock).

“Se tem alguém que nunca vai te abandonar, é sua música. É a única coisa em que podemos confiar. É a única coisa que não nos vira as costas.”

Se você está a procura de um livro recheado de muita música, com personagens super decididos e que estão em busca dos seus sonhos, tenho certeza que você irá amar essa história.

Por Bia Sousa

site: https://bercoliterario.wordpress.com/2018/08/20/resenha-sonata-em-punk-rock-babi-dewet/
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lavinia.pontes 19/09/2018

Rascunho salvo
E gosto bastante do tipo de escrita da babi dewet, mas acho que no fim esse estilo meio fanfic dela chega a me incomodar um pouco (ainda mais nesse que fala um pouco de kpop e fica falando dos olhos puxados e oh meu deus como é lindo). Bom, a história do livro é bacana pois é diferente de outras coisas que ja havia visto antes, principalmente por focar muito na música em si.

Cheio de referências inclusive, e aí acho que entra um outro ponto para mim. Muitas pessoas adoraram a quantidade de referências, mas para mim foi um pouco demais. Às vezes fazia sentido, em outras só parecia nomes e informações jogados no meio das páginas. Ah, e uma música em especial, eu já não aguentava nem mais ler o nome (a favorita do Kim), pra que tanta repetição, gente?

E no meio de tantas músicas e ensaios... meio que fica faltando uma história. O desenrolar já demora a acontecer, mas o que me incomodou foi o fato de não ter tido um clímax na narrativa, pois quando dava margem para algo emocionante acontecer... vinha um balde de agua fria e tudo continuava no mesmo. Além de ficado com a impressão de ser tudo meio raso apesar de todos os problemas e situações citados sobre os personagens.

Kim é adotado, e aí? Valentina tão cheia de atitude e de raiva do pai, mas quando ele aparece... e aí? Omissão total. O coreano o tempo todo fala do que passa em sua cabeça, mas ao mesmo tempo não fala nada, pra que? E a mãe e melhor amiga de Valentina que meio que somem do nada no meio da história. E o casal que são tão diferentes e se dão bem ao mesmo tempo (nada justifica ele ter aceitado ajuda-la tão facil). E qual o propósito da Bianca aparecer e depois ir parar no quarto da Tim?

Acaba parecendo tudo um tanto quanto artificial, raso, sem química. E quando acabei de ler fiquei com aquela velha sensação de interrogações na cabeça, bem do tipo "É isso?". E por incrível que pareça, apesar de tantos questionamentos, por não terem sido tão bem aproveitados e aprofundados, não diria que me deixaram com muita vontade de ler uma possível continuação.

Mas enfim, se você gosta de música e quer conhecer músicas novas de rock e do estilo clássico, pode ser que goste bastante dessa história. Não diria que é um livro ruim, só aviso que não vá com tanta sede ao pote, pois o livro dá mais uma impressão de rascunho (apesar das 300 paginas) do que um livro finalizado de fato.
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Acordei Com Vontade de Ler 31/08/2018

"Sonata em Punk Rock" é o primeiro livro da série Cidade da Música, da autora Babi Dewet. Narrado em terceira pessoa, a história gira em torno da Valentina Souza Gontcharov, a Tim. Tim é uma jovem de 18 anos de idade que mora no Rio de Janeiro e foi criada pela mãe, que trabalha incansavelmente para sustentar a filha. Tim ama música, é autodidata e possui um verdadeiro dom. Ela se inscreve na Academia Margareth Vilela, o maior conservatório de música do país e é aprovada.
A Academia Margareth Vilela é elitista, exigente e diferente de tudo o que a protagonista já viu. Determinada a tirar o melhor da experiência, Tim percebe que terá que dar atenção a outros estilos de música para se dar bem nas aulas, principalmente música clássica. E quem seria a melhor pessoa para ajudá-la do que o melhor pianista do local, o Kim?
Infelizmente, Kim é um rapaz insuportável, que não se preocupa nem um pouco com os outros, é rude até mesmo com os supostos amigos e só tem dois objetivos na vida: ser o melhor pianista e conseguir a atenção da mãe. E ter uma garota pobretona e sem noção no seu pé não está na sua lista de desejos...

"Ao contrário do que as pessoas pensavam, seu coração não era de pedra." (p. 186)

É muito importante ressaltar que o livro tem vários pontos positivos, começando pela escrita fluida da autora. A linguagem é direta e o leitor avança na história sem nem perceber. Existe também inúmeras referências musicais que vão dos clássicos ao moderno, tudo de forma bem eclética e artística, assim como os títulos dos capítulos, que fazem referência a músicas conhecidas. Temos também toda essa vibe k-drama que acaba gerando humor e até mesmo interações divertidas. Tudo isso junto é um prato cheio para os jovens leitores, que vão se deliciar com a Academia Margareth Vilela. Temos a música como personagem central e de alguma forma, a autora consegue torná-la viva e pulsante, o que é maravilhoso. Além disso, no final do livro o leitor ainda conta com a lista de músicas do livro, o que é bem interessante por conta da sua diversidade.
Por outro lado, existem detalhes que deixaram um pouco a desejar, como a composição dos protagonistas. Tim e Kim tem personalidades um pouco rasas e fica difícil se conectar emocionalmente com eles. Seus relacionamentos são superficiais, não apenas entre eles, mas também com as demais pessoas ao seu redor. Além disso, várias questões ficam em aberto, como por exemplo, o pai de Tim, a adoção do Kim (nem sabemos se ele tem pai, pois só cita a mãe) e o problema pessoal do pianista (que por sinal, na vida real suas ações teriam sido fatais) e o romance em si, que não apresentava muita química. Sabemos que não é o foco do livro, mas a impressão é que falta "algo" durante a leitura.
"Sonata em Punk Rock" fala de pessoas tentando encontrar seu lugar no mundo através dos seus talentos e de como a música move e comove as pessoas.

"Mas ela amava música, certo? Era a única coisa que sabia fazer direito, que tinha nascido para fazer." (p. 36)

site: http://www.acordeicomvontadedeler.com/2018/08/resenha-nacional-sonata-em-punk-rock.html
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Acordei Com Vontade de Ler 31/08/2018

"Sonata em Punk Rock" é o primeiro livro da série Cidade da Música, da autora Babi Dewet. Narrado em terceira pessoa, a história gira em torno da Valentina Souza Gontcharov, a Tim. Tim é uma jovem de 18 anos de idade que mora no Rio de Janeiro e foi criada pela mãe, que trabalha incansavelmente para sustentar a filha. Tim ama música, é autodidata e possui um verdadeiro dom. Ela se inscreve na Academia Margareth Vilela, o maior conservatório de música do país e é aprovada.
A Academia Margareth Vilela é elitista, exigente e diferente de tudo o que a protagonista já viu. Determinada a tirar o melhor da experiência, Tim percebe que terá que dar atenção a outros estilos de música para se dar bem nas aulas, principalmente música clássica. E quem seria a melhor pessoa para ajudá-la do que o melhor pianista do local, o Kim?
Infelizmente, Kim é um rapaz insuportável, que não se preocupa nem um pouco com os outros, é rude até mesmo com os supostos amigos e só tem dois objetivos na vida: ser o melhor pianista e conseguir a atenção da mãe. E ter uma garota pobretona e sem noção no seu pé não está na sua lista de desejos...

"Ao contrário do que as pessoas pensavam, seu coração não era de pedra." (p. 186)

É muito importante ressaltar que o livro tem vários pontos positivos, começando pela escrita fluida da autora. A linguagem é direta e o leitor avança na história sem nem perceber. Existe também inúmeras referências musicais que vão dos clássicos ao moderno, tudo de forma bem eclética e artística, assim como os títulos dos capítulos, que fazem referência a músicas conhecidas. Temos também toda essa vibe k-drama que acaba gerando humor e até mesmo interações divertidas. Tudo isso junto é um prato cheio para os jovens leitores, que vão se deliciar com a Academia Margareth Vilela. Temos a música como personagem central e de alguma forma, a autora consegue torná-la viva e pulsante, o que é maravilhoso. Além disso, no final do livro o leitor ainda conta com a lista de músicas do livro, o que é bem interessante por conta da sua diversidade.
Por outro lado, existem detalhes que deixaram um pouco a desejar, como a composição dos protagonistas. Tim e Kim tem personalidades um pouco rasas e fica difícil se conectar emocionalmente com eles. Seus relacionamentos são superficiais, não apenas entre eles, mas também com as demais pessoas ao seu redor. Além disso, várias questões ficam em aberto, como por exemplo, o pai de Tim, a adoção do Kim (nem sabemos se ele tem pai, pois só cita a mãe) e o problema pessoal do pianista (que por sinal, na vida real suas ações teriam sido fatais) e o romance em si, que não apresentava muita química. Sabemos que não é o foco do livro, mas a impressão é que falta "algo" durante a leitura.
"Sonata em Punk Rock" fala de pessoas tentando encontrar seu lugar no mundo através dos seus talentos e de como a música move e comove as pessoas.

"Mas ela amava música, certo? Era a única coisa que sabia fazer direito, que tinha nascido para fazer." (p. 36)

site: http://www.acordeicomvontadedeler.com/2018/08/resenha-nacional-sonata-em-punk-rock.html
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Blog De Bem Com a Leitura 30/08/2018

Valentina é uma jovem de vida simples, mora com a mãe em um pequeno apartamento no Rio de Janeiro e as duas não teriam condições de pagar os estudos dela Academia Margareth Vilela. Valentina aprendeu tudo o que sabe sobre a música sozinha, sempre muito esforçada, fazia pesquisas no computador e treinava em um violão velho.

Ela também compõe e é dona de uma linda voz, além de ter uma incrível habilidade, que é o ouvido absoluto, e isso lhe ajudou bastante durante o seu aprendizado. Ela nunca teve o pai presente, ele abandonou a mãe dela quando descobriu que seria pai e nunca mais apareceu. Isso até Valentina ser aceita na Academia Margareth Vilela.

Valentina é filha de Alexandre Gontcharov, um homem muito rico, famoso e importante no mundo da música clássica. O pessoal do conservatório entrou em contato com ele quando viram o sobrenome igual. O pai resolveu pagar pelos estudos dela e deu uma desculpa qualquer por ter ido embora quando descobriu que a mãe dela estava grávida.

Apesar da raiva que sente por seu pai, Valentina não pode negar a ajuda. Ela aceita que ele financie seus estudos, mas promete que lhe pagará por cada centavo. Ela quer se tornar uma grande musicista para poder ajudar a sua mãe. Começa, assim, uma nova etapa na vida de Valentina. Não será nada fácil, ela vai enfrentar situações que a desafiarão constantemente, mas desistir não é uma opção.

A Cidade da Música é um lugar luxuoso, dali saem os maiores e mais preparados músicos. Valentina fica com medo de não ser boa o suficiente, de não estar à altura, mas vai fazer o que sabe e se empenhar para melhorar mais a cada dia. Tudo ali é diferente e ela se sente um pouco como um peixe fora d'água.

Os professores são extremamente exigentes e ela está com uma dificuldade maior nas aulas de Piano, por isso tem uma ideia para conseguir se sair bem, ela vai pedir ajuda de Kim, um gato asiático superpopular e que é o melhor pianista do lugar. O problema é que Kim é arrogante e trata mal as pessoas. Só que ele não pode negar, quando Valentina chegou na Academia ela se deparou com Kim bêbado e o ajudou a ir para o quarto e ainda o colocou na cama. Para não estragar a sua reputação, ele concorda em ajudá-la escondido se ela não contar para ninguém sobre o vexame.

Leia a resenha completa no blog > https://goo.gl/eXuTXV

site: http://vocedebemcomaleitura.blogspot.com.br/
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My | @_pequenabibliotecaria 26/08/2018

Levinho e rápido de ler
Valentina Gontcharov nunca teve contato com o pai, mas, em algo, os dois eram parecidos: a música. Ao prestar para entrar na Academia Margareth Vilela e passar, Tim, como gosta de ser chamada, se vê no dilema de aceitar a ajuda de um pai famoso que nunca se importou com ela e sua mãe ou deixar seu lado de ser musicista de lado.
Ela acaba escolhendo ir para Academia onde se vê em um mundo completamente diferente do seu. A menina é toda punk rock, pobre e com muita atitude, já as pessoas do lugar são elegantes, ricas e respiram música clássica.
Desesperada para continuar no conservatório e provar o quão boa é, Tim tem que apelar para o garoto mais esnobe, arrogante e lindo pianista para ajudar a decifrar esse instrumento que para ela é muito difícil, assim, ela começa a conhecer um pouco mais daquele que todos seguem e respeitam.

A história tem como plano de fundo a Cidade da Música que, para mim, foi o ponto alto do livro. As descrições detalhadas de tudo que os personagens viam, fez eu me sentir dentro daquele lugar, respirando música e como eu acho que já mencionei aqui, eu amo TUDO que tem música ou dança.

Os personagens do livro tem, no mínimo, 18 anos e estão cursando faculdade de música, porém, esse foi um dos pontos que mais me incomodou. Todos, sem exceção, não agiam ou conversam como pessoas dessa idade e isso fez com que em vários momentos eu esquecesse desse detalhe e achasse que estava lendo um livro ambientado no ensino médio. E não é como se os personagens fossem imaturos, é mais a forma que eles falam que dá essa impressão, além de atitudes que não imagino pessoas dessa idade tendo. ⠀
O casal principal, para mim, não é daqueles que tem a maior química já vista, mas apesar disso, gostava quando acontecia dos dois estarem juntos (de verdade e não se xingando). Gosto da dedicação que um tem para ensinar o outro a ser melhor e se desafiarem. ⠀

Também achei o personagem masculino principal, Kim, pouco explorado pela autora. Ele é um menino que tenta não se misturar com os demais e apesar de no livro ter alguns fragmentos do que se passa com ele, são coisas vagas e que poderia ter sido mais explorado, assim como os personagens secundários.

Eu achei legal como a Babi Dewet conseguiu colocar vários elementos dentro da estória: a música clássica e o rock, o ambiente que uma instituição desse porte tem, a luta feminista e contra o racismo e os Doramas (que eu não entendo muito). Isso fez o que estava sendo contado ser real, como eu disse, me sentindo ali com os personagens.

O livro é daqueles bem levinhos, que se lê rápido e de forma fluida. Um livro que tem personagens cão e gato e uma protagonista que não se encaixa onde está, mas mesmo assim, é gostoso de ler. Porém, achei o final muito inconclusivo, como se fosse ter continuação e como sei que é uma trilogia, espero que a autora continue com esse casal e se aprofunde mais no que já sabemos por cima.

Tirando esses detalhes, é uma leitura gosta e descontraída para se fazer e que para quem gosta dessas coisas kpop (é isso? Sou leiga nisso kkkk) vai gostar bastante.

site: https://www.instagram.com/_pequenabibliotecaria/
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GETTUB 23/08/2018

http://gettub.com.br/2018/08/23/sonata-em-punk-rock/
Após ter ouvido muito falar de Babi Dewet e sua escrita, tive vontade de ler algo dela, mas sempre acabava deixando de lado. E, bem, ao ler SONATA EM PUNK ROCK, primeiro livro da série Cidade da Música, o segundo já foi lançado, pensei: por que não li antes?


É um livro muito bom, com personagens maravilhosos e um romance tão teen, tão fofo, sem aquela pegação, sem aquela briga de garotas por um garoto, é, sim, simplesmente maravilhoso.

No livro conhecemos a história da Tim, e como uma garota “sem pai“, onde a mãe trabalha o dia todo para pagar o aluguel, consegue ir para uma das academias de arte mais incríveis (e caras).

A Tim tem todo tipo de munição para ser uma rebelde, inclusive seu estilo, mas conhecendo ela, você acaba se identificando com várias partes da vida de uma adolescente normal que acaba de sair da escola e quer fazer algo novo, diferente, e vai agarrar isso com as duas mãos. Okay, a Tim pode ser dramática e egoísta, pensando só nela em alguns momentos, mas ela também sabe se desculpar e realmente sentir muito sobre isso.

E apesar do livro ter um formato menor, eu levei mais tempo para ler do que um maior, e eu acredito que foi pelo fato de não querer que acabasse, porque meu shipp tinha que sobreviver.

Aliás, a história se passa em um semestre todo, e eu sinto pena da Valentina (a Tim), porque, minha gente, ensino superior não é de Deus, principalmente quando você não tem amigos, todos te acham estranha e louca, e você tem que aprender a tocar um instrumento que nunca viu na vida.

Basicamente, nossa história se desenvolve em torno disso, e nossa powergirl tem que conseguir alguém, nitidamente o Kim, vulgo Sr. Sei Piano Melhor do Que Todo Mundo, para ensiná-la. E gente, fala sério, eu morria de dar risada com esses dois. Apesar de Kim ser um babaca durante boa parte do livro. Acredito que o Kim tem muita história também, e eu queria saber mais sobre o senpai injustiçado, #BabiLiberaMaisSobreOKim.

Sobre o repertório de músicas escolhidas: baixei todas! No final do livro tem o QR Code para quem quiser ouvi-las.

Bom, SONATA EM PUNK ROCK foi um livro maravilhoso, vocês não tem noção do quão apaixonante foi ler essa história, sem aquele desmerecimento de uma garota para outra, de não haver disputas sobre quem é mais linda ou mais magra, e eu acredito que é um livro para qualquer garota se apaixonar, não só pela música, não só pelo Kim, mas, sim, por si mesma, porque em grande parte da história, ao meu ver, Tim teve amor próprio, nunca baixou a cabeça, nunca desistiu, não deixou ninguém dizer que ela não tinha talento.

É um livro que recomendo para amantes de músicas, leitores que adoram dar risada e sonhar alto (isso sem contar que o Capitão América aprova, cheio de referências).

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