A Divina Comédia: Inferno

A Divina Comédia: Inferno Dante Alighieri




Resenhas - A Divina Comédia


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Liz 14/07/2016

Poema épico!!!
A Divina Comédia (originalmente Comédia e depois batizada por Boccaccio de Divina) é um poema (épico e teológico) escrito no século XIV por Dante Alighieri (1265-1321), grande escritor e poeta italiano. O livro é considerado um clássico da literatura italiana e universal. O poema - escrito predominantemente com uma linguagem alegórica - é o relato (feito em cantos, isto é, divisões principais do poema, por ser longo) da viagem que Dante faz aos três reinos do "outro mundo": o inferno (34 cantos), o purgatório (33 cantos) e o paraíso (33 cantos), assim, toda a viagem é feita em cem cantos.

Há edições com a trilogia em um único volume (dividida em três partes) e há também edições com a viagem de Dante em volumes separados, Divina Comédia: inferno, Divina Comédia: purgatório e Divina Comédia: paraíso. Primeiramente, Dante vai ao inferno (dividido em nove círculos, cada círculo com castigos dados a pecados distintos) onde ele se vê perdido numa " Selva selvagem". No inferno, mais especificamente, no Limbo (primeiro círculo infernal), Dante encontra Virgílio (poeta romano clássico), que o ajuda a passar pelos nove círculos do inferno. A linguagem de Dante é incrível, cada palavra não é colocada aleatoriamente, ou por acaso, tudo ali tem uma simbologia teológica impressionante, a poesia do livro é expressa por alegorias.

Pode-se dizer que, pela linguagem, Dante representa um mundo e uma realidade que ultrapassam a imaginação, afinal ele dá a imaginação uma força de infinitos aspectos significativos, daí o caráter alegórico e teológico.

Resenha completa em: http://loucurasedevaneiosbyliza.blogspot.com.br/2012/10/breve-resumo-comentado-do-livro-divina.html

Lizandra Souza.

site: http://loucurasedevaneiosbyliza.blogspot.com.br/
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Wilton 03/06/2016

Comédia divina
Os três livros que formam a Divina Comédia são divididos em 33 cantos cada, com aproximadamente 40 a 50 tercetos, que terminam com um verso isolado no final. O Inferno possui um canto a mais que serve de introdução a todo o poema. No total são 100 cantos. Os lugares descritos por cada livro (o inferno, o purgatório e o paraíso) são divididos em nove círculos cada, formando no total 27 (3 vezes 3 vezes 3) níveis. Os três livros rimam no último verso, pois terminam com a mesma palavra: stelle, que significa ‘estrelas’. Obra de fôlego que revela a grande erudição do autor, além de uma sensibilidade poética inigualável. Desde a linguagem elaborada até a divisão dos versos em cantos simétricos justificam o fasto de que Dante Alihieri demorou catorze anos para concluir a obra. Três dias depois, exausto morreu deixando para as gerações posteriores o legado de seu talento.
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Amanda 23/04/2016

Finalizando o Inferno
Realmente muito bom
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Clarinha 17/04/2016

Uma viagem!
Simplesmente grandioso. Grande em significado, com toda a história construída de forma rica, empolgante e repleta de fantasia.Também, grande em estrutura; livro bem escrito, com todos os versos e estrofes divididos perfeitamente, com todas as rimas no devido lugar e que seguem sempre a mesma linha.
O contexto do autor, Dante Alighieri, era bastante conflituoso, ele se encontrava fora de sua cidade, Florença, após sofre exílios, pois sob sua guarda a instituição religiosa que presidia foi invadida e tomada pela oposição. Por essa razão, escreveu o presente título, com o fim de ser perdoado e poder retornar a sua terra natal. Todo o livro, portanto, é marcado pelo discurso contra aqueles que eram 'inimigos' e louvor àqueles que poderiam conceder a ele o perdão.
Enfim, com toda a precisão e coerência, com todos os fatos narrados da maneira mais criativa, A Divina Comédia, divina em seus sentidos mais amplos, é uma das obras que fizeram não me arrepender em entregar meu tempo à leitura.
Dani 01/03/2017minha estante
Legal sua resenha!




Tatá 28/02/2016

Inferno, Purgatório e o Paraíso
O livro narra a aventura de Dante pelo:
Inferno: Quando Dante se encontra no meio da vida, ele se vê perdido em uma floresta escura, e sua vida havia deixado de seguir o caminho certo. Ao tentar escapar da selva, ele encontra uma montanha que pode ser a sua salvação, mas é logo impedido de subir por três feras: um leopardo, um leão e uma loba.

Purgatório: Saindo do inferno, Dante e Virgílio se vêem diante de uma altíssima montanha: o Purgatório. A montanha é tão alta que ultrapassa a esfera do ar e penetra na esfera do fogo chegando a alcançar o céu. Na base da montanha encontram o ante-purgatório, onde aqueles que se arrependeram tardiamente dos seus pecados aguardam a oportunidade para entrar no purgatório propriamente dito.

Paraíso: O Paraíso de Dante é dividido em duas partes: uma material e uma espiritual. A parte material segue o modelo cosmológico de Ptolomeu e consiste de nove círculos formados pelos sete planetas (Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno), o céu das estrelas fixas e o Primum Mobile – o céu cristalino e último círculo da matéria.

Ao longo da historia acontece varias coisas que fazem Dante pensar.
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Nat 15/02/2016

Jornada ao Paraíso
A Divina Comédia é a obra prima de Dante Alighieri e da literatura italiana, tendo influenciado poetas, músicos, pintores, cineastas e outros artistas desde o seu lançamento. O quadro O Inferno de Dante, de Botticelli, é uma das obras mais icônicas relacionadas ao livro. A escultura O Pensador, de Rodin, é uma representação do Dante da história. Recentemente, o tomo Inferno foi a fonte de inspiração para o livro de mesmo nome de Dan Brown, que se tornará filme em 2016.

Algumas curiosidades: Dante escreveu A Divina Comédia em italiano respeitando rigorosamente uma simetria matemática nos versos: estrofes de dez sílabas com três linhas cada, que rimam na forma ABA/BCB; O nome dado a obra foi apenas Comédia. Divina foi acrescido pela primeira vez em 1555; “Comédia” é uma referência a relação de oposição entre os sofrimentos do Inferno/Purgatório e as alegrias/glórias do Paraíso.

Resumo: A obra narra a jornada de Dante pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, guiada por Virgílio (poeta que escreveu Eneida) e por Beatriz (citada em outros livros, é a paixão de Dante na vida real).
O Dante do livro está se sentindo perdido na vida, sentindo que desviou-se de seu caminho, quando encontra uma montanha na floresta mas é impedido de subi-la por animais. Ao desistir, encontra Virgílio que, orientado por Beatriz, propõe a jornada a Dante, que aceita.
O caminho começa pelo cetro da Terra, nas portas do Inferno. O Inferno é dividido por nove círculos, não entrarei em detalhes em qual círculo se refere a que tipo de erro. De fato, Dante vê todo o tipo de sofrimento que é infringido aos pecadores. Passam por Lúcifer por um triz e chegam do outro lado da Terra, onde voltam a ver o céu e se dirigem ao Purgatório.
O Purgatório é uma montanha muito, muito alta. Sua base é o anti-purgatório, composta pelas pessoas que se arrependeram tardiamente. Virgílio e Dante seguem sua jornada, também presenciando as punições infringidas aos pecadores. Aqui falamos em sete círculos, referência aos sete pecados capitais.
No topo, chegam ao rio Letes, onde Dante se banha para se purificar e Virgílio se separa dele (pois ainda é um espírito impuro, ele ainda está no Purgatório). Beatriz, como espírito puro, surge para que continuem no caminho ao céu.
O Paraíso é divido entre o material e o espiritual. A parte material é dividida novamente por nove círculos, de acordo com os planetas. Após passar por uma sabatina religiosa nesse Paraíso Terrestre, Dante e Beatriz se elevam até o céu/mundo espiritual e Dante consegue ver nove círculos angélicos, que ficam ao redor de Deus.

Opinião: Gostei muito de ter lido esse livro que é tão importante na história da literatura, porém achei-o bem difícil. Esse livro é praticamente uma enciclopédia, cheia de referências à sua época. Muitas delas só consegui entender pelas santas notas de rodapé dessa edição da Editora 34. Dante cita pessoas ligadas à filosofia, ciência, política, etc. Além disso, o livro é todo escrito em cânticos, e eu não sou uma pessoa que lê muita poesia. Um ponto positivo é o livro ser bem visual, sendo possível ter imagens claras dos sofrimentos e das punições que os pecadores estavam passando. Dizem que por isso, na época, o primeiro tomo (Inferno, que foi o mais lido) fez muitas pessoas voltarem a frequentar a Igreja. Isso posto, não posso deixar de citar todo esse ar religioso/católico do livro. É uma obra de ficção que é baseada em dois fatos reais: o exílio forçado de Dante da Itália (por motivos políticos, o que acredita-se que tenha relação com a temática da obra) e a crença religiosa das pessoas (e de Dante também). Não concordo com muitas das ideias do livro, mas isso não interferiu na leitura nem no entendimento do livro.
Por tudo isso, A Divina Comédia é, sem dúvida, um livro marcante e memorável.
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Nena 13/02/2016

Achei em um sebo, tava baratinho, é um clássico, então não resisti, comprei, li e já doei. Não sei como estão as atuais edições, mas a q eu li tinha uma escrita beeem complexa e foi necessário um dicionário. Tbém tinha belas figuras, o q foi o mais atraente do livro, pq a história em si, achei bem chata. O livro começa no inferno, passando pelo purgatório até chegar ao paraíso. Acho q Dante foi o percussor das trilogias rss. A parte mais interessante é o inferno, onde ele diz: "Deixai toda a esperança, vós que entrais". Um caso curioso é real sobre esse livro, é q ele só conseguiu ser publicado por causa de um sonho q o filho de Dante teve com o pai, oito meses após a sua morte. Dante aparece para o filho em sonho contando onde havia escondido o final do capítulo Paraíso. Estava em um armário, escondido em uma passagem secreta na antiga casa onde morava e q agora pertencia a outro proprietário. Só assim a Divina Comédia pôde ser publicada.
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kells 19/01/2016

Muito bom
Ótimo pra quem tem paciência em ler poemas e a história é ótima!
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edmurhashi 29/09/2015

Política + Religião
O livro, habituado no ano de 1.300, mostra a visão dos europeus, em especial da elite italiana, sobre o mundo naquela época.

Dante, o escritor e personagem principal, viaja pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, mostrando as punições e recompensas para cada tipo de pecado ou virtude cometidos durante a vida na terra, utilizando como exemplo personalidades do passado e da época do texto como religiosos, políticos, militares, filósofos burgueses, julgando-os por seus feitos e adaptando estas ações ao julgamento da Igreja Católica, por vezes severamente, enquanto protegeu seus entes mais próximos de serem rotulados como pecadores.

Interessante notar as diferenças históricas entre a percepção geográfica da época e a atual (vale lembrar que a história se passa no mundo pré-descobrimento das Américas) e, também, a forte relação entre o cristianismo e a política que dominava a Itália entre os séculos XIII e XIV.

O texto, escrito 800 anos atrás, é pesado e de difícil leitura. Além disso, em muitos momentos, as notas mais atrapalham do que ajudam. A forma em verso decassilábico também não ajuda muito no andamento da leitura.

Ainda assim, é válido pelo conceito histórico que o torna um dos clássicos mais importantes da literatura mundial e importante para conhecer parte da formação da cultura cristã-ocidental.
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Giulia.Barbosa 02/09/2015

Divina Comédia
recomendano
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isa.dantas 23/07/2015

Um deleite
Uma das leituras mais difíceis que já fiz, mas também uma das mais incríveis e não a toa se tornou um clássico da literatura mundial. Dante te leva a uma viagem incrível, repleta de simbolismos e personagens históricos! Essa edição com as notas do tradutor Italo Eugenio Mauro auxiliam demais a leitura!
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Rangel 07/07/2015

Visão do Destino das Almas
A obra prima imortal, universal e cômica “A Divina Comédia” de Dante Alighieri é na verdade três livros, reunidos num só, sendo que nos livros “O Paraíso” e “O Purgatório” há 33 cantos cada, tendo o livro “O Inferno” com 34 cantos com verso isolado. No livro “O Inferno”, o protagonista está na sua meia idade, perdido numa floresta escura, pois não tinha certeza, se estava no certo, quando tenta sair da selva, encontra uma montanha, que quando tenta subi-la, encontra um leopardo, um leão e uma loba, e desiste, quando encontra o espírito do poeta Virgílio, disposto a guiá-lo por um caminho alternativo, quando é chamado por Beatriz, uma paixão da sua infância, que desceu do céu e vai tirar o poeta do Limbo. O limbo, considerado 1º círculo do inferno, é o lugar que as almas não conheceram Cristo e os espíritos escolheram a virtude. Encontram-se Homero, Ovídio, Platão, Aristóteles e Horácio. O protagonista continuou sua viagem pelo centro da terra, até que viu os portais do inferno, no mundo subterrâneo até encontrar o monte do purgatório, que Virgílio o guiava na jornada dos nove círculos do inferno. No segundo círculo, encontram os luxuriosos. No terceiro, os gulosos vigiados por Cérbero (cão de três cabeças). No quarto, encontram os avarentos. No quinto, os iracundos e os insolentes soberbos, onde está cidade murada de fogo chamada Dite e se encontra a Medusa, por ser um local de maiores punições e culpas. No sexto círculo, estão os hereges, os assassinos, pessoas violentas e esbanjadores. No sétimo círculo, estão os violentos contra Deus e contra a natureza e os agiotas. No oitavo círculo, estão as piores torturas dos piores pecados com três gigantes acorrentados. No nono círculo, é o centro da Terra. Virgilio mostra os expurgados de diferentes pecados, os sofrimento de vários condenados, os rios infernais, as cidades infernais, os monstros e os demônios, até que chegar a Lúcifer no nono círculo. O protagonista e Virgílio passam por Lúcifer e descobre que um demônio devora eternamente Judas, Brutus e Cassius, os maiores traidores da história, e então escapam do inferno por outro caminho subterrâneo até chegar do outro lado da terra. Ao sair do inferno, o protagonista e Virgílio vão à montanha do Purgatório. No segundo livro, eles ultrapassam a esfera do ar e penetram na esfera do fogo até alcançar o céu. Na base da montanha, encontram o ante-purgatório, onde estão os que se arrependeram tardiamente dos seus pecados e aguardam a oportunidade de entrar no purgatório. Depois de passarem pelos dois níveis do ante-purgatório, Virgílio e o protagonista atravessam um portal e iniciam nova odisséia, os quais sobem e passam por sete terraços, cada um mais alto que o outro, expurgados dos sete pecados capitais na seguinte sequência do maior ao menor dos pecados, que são orgulho, inveja, ira, preguiça, avareza e prodigalidade, gula e luxúria. No último círculo do purgatório, são acompanhados por um anjo que os conduzem até o fogo, que separa o purgatório do paraíso. Nas margens do rio Letes, o protagonista encontra Beatriz e se purifica dos pecados, banha-se nas águas fluviais para prosseguir e subir até as estrelas. No livro do Paraíso, descobre-se que há dois paraísos, o paraíso terrestre e o paraíso espiritual. No paraíso terrestre, descobre-se que Ptolomeu estava certo na descrição, que consiste nos nove círculos formados pelos sete astros, que são Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno, depois vem as estrelas fixas do céu e, por último, o Primum Mobile(Primeiro Móvel, chamado céu cristalino da matéria, que não tem estrelas e é só luz). Beatriz observa fixamente para o sol e o protagonista a acompanha até que são elevados para vários céus do paraíso e encontram São Tomás de Aquino e o Imperador Justiniano. Na esfera das estrelas fixas, o protagonista é interrogado pelos santos sobre suas convicções filosóficas e religiosas, quando tem permissão para prosseguir, e então passa para o décimo céu, onde adquire uma nova visão para compreender o mundo espiritual e onde se encontra nove círculos angélicos, concêntricos, que estão ao redor de Deus. O protagonista recebe a visão da Rosa Mística Branca e se separa da Beatriz para sentir o verdadeiro amor divino. Nesta rosa, há um triângulo que é a Santíssima Trindade, e ele vê o espírito de São Bernardo, que intercede a Maria, a concessão da visita dele a Deus, o que é permitido. O livro é sensacional, épico, poético e excelente para entender a época da mentalidade medieval para renascença, o qual deixou sua marca para outras épocas, o que seria os três lugares espirituais reservados pós-vida. Vale a pena ser lido e totalmente, recomendável!
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Shirlei 12/06/2015

Divina Comédia
Acompanhado por Virgílio, o poeta percorre o Inferno, o Purgatório e o Paraíso. Para Dante, Virgílio representa a Razão e a Sabedoria Humana. E Beatriz, a mulher amada, a Revelação e a Sabedoria Divina.
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Vicente 02/06/2015

A melhor tradução de A Divina Comédia
A Divina Comédia de Dante, ou "O Poema Sagrado de Dante" como era conhecido inicialmente, é um livro que desafia o leitor há cerca de 7 séculos. Não se pode dizer que seja um livro fácil de ler, principalmente pelos fatores temporais e geográficos. É um livro épico cheio de descrições e imagens que povoavam o ideário do ambiente em que vivia o autor. O imaginário suscitado por Dante ainda nos remete ao mundo contemporâneo pela nossa origem cultural judaico-cristã. O Inferno, o Purgatório e o Paraíso retratam sofrimento, punição, contemplação e reverência religiosa tão presentes nas religiões monoteístas como a nossa.
Eu li duas versões da obra de Dante até me deparar com a edição publicada pela Editora Itatiaia na década de 70 e, até hoje, nunca encontrei um trabalho de tradução, de qualquer obra, que me impressionasse mais. Escrita em verso (!!!), totalmente anotada e comentada em um trabalho monumental de Cristiano Martins, a poesia de Dante se descortina e se torna palatável a qualquer leitor que se disponha a nela mergulhar. A obra foi escrita na baixa idade média e seu entendimento exige um esforço que seria quase intransponível sem a ajuda do tradutor. São 14.233 versos que valem a pena ler.
Essa resenha se refere a edição “A Divina Comédia” - Dante Alighieri – ed. Itatiaia. Este livro ainda está em catálogo em versão encadernada e em 2 volumes.
Erik 10/04/2016minha estante
vc sabe onde posso achar essa tradução pra baixar? grato




Rafa 01/06/2015

A Divina Comédia
Antes mesmo de iniciar a resenha, vou falar um pouco sobre esse livro magnifico do autor Dante Alighieri. O livro foi escrito por volta de 1304 até 1321, porém não são datas exatas. Originalmente o livro de Alighieri era conhecido como “O Poema Sagrado de Dante”, logo depois passou a ser chamado de “Divina Comédia” e mais tarde denominado como “A Divina Comédia” pelo artista Giovanni Boccaccio.

A obra é divida em três partes sendo eles: Inferno, Purgatório e Paraíso. Os três livros que compõem a Divina Comédia são divididos em 33 cantos cada, com cerca de 40 e 50 tercetos que ao final com um verso isolado. No total são 100 cantos. A forma da escrita de Dante Alighieri é bem complexa, ele usa muita simbologia e não perdoa suas criticas ácidas com religiosos, estudiosos e políticos de sua época.

Uma curiosidade sobre a obra, ela foi escrita em seu dialeto local, o florentino, que é uma variedade do toscano. O livro não foi escrito em Italiano, pois muitos estudiosos e cultos diziam que o italiano era uma língua vulgar e consideravam que o latim era a língua mais apropriada. Essa edição contem notas de rodapé e várias referencias da época do qual Dante viveu, facilitando a leitura.

Os personagens principais do livro são: Dante Alighieri sendo o personagem central do livro, realizando uma jornada pelos três caminhos espirituais e junto dele segue um guia e mentor, Vergilio autor do livro Eneida, obra escrita no século 1 a.C.

O leitor que busca por um clássico, esse livro é mais que recomendado.

site: http://www.livreando.com.br/2015/06/resenha-divina-comedia.html
Chellot 01/06/2015minha estante
Li quando tinha 17 anos. Adorei na época.




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