A Divina Comédia: Inferno

A Divina Comédia: Inferno Dante Alighieri




Resenhas - A Divina Comédia


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joedson 18/12/2010

A DIVINA COMÉDIA
INFERNO


o amor tudo alcança
mesmo avisado entra
a amada na esperança


PURGATÓRIO


só até aqui o guia
mas a estrela que já brilha
é mais que poesia


PARAÍSO


desde tudo do nada
que nada vale o paraíso
sem o tudo da amada
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Robson 03/12/2010

A Bíblia escrita por um só homem
O Inferno começa com Dante caminhando errante por uma selva escura, metáfora do pecado e do mal dos quais ele não consegue se livrar, ameaçado por uma pantera, um leão e uma loba a maldade, a violência e a incontinência. Aparece-lhe então a imagem do poeta Virgílio, personificação da razão humana, que o reanima, promete tirá-lo da selva e levá-lo ao paraíso de alma pura. Antes, porém, toma a sua mão para conduzi-lo a um passeio pela existência humana incluindo o inferno e o purgatório.


A imagem de um abismo em forma de funil, com nove círculos que vão se estreitando até chegar ao centro da Terra, morada de Lúcifer, soa criativa até para o conservador cristão da Idade Média. E é no cristianismo que Dante vai beber para compor sua obra. O primeiro dos círculos é o limbo, até hoje entendido pela Igreja Católica como o lugar para onde iriam as crianças que morrem sem culpa antes do batismo. No último deles aguarda Lúcifer, cercado dos piores pecadores e com água gelada até o peito. É sobre o corpo do monstro que Dante e Virgílio devem passar para ir ao purgatório.


No Purgatório, o personagem invoca as musas, entes da mitologia grega, para que o esclareçam sobre a empreitada.


Os sete pecados capitais são expiados no purgatório. Ao entrar, Dante é marcado com sete pés, agachados um a um por um anjo conforme canta os hinos sagrados. E, ao chegar ao cume da montanha, encontra a amada Beatriz, banha-se nas águas sagradas do rio Letes e ascende ao primeiro dos dez círculos do Paraíso. O último dos céus, o metafísico Empíreo, lhe oferece uma contemplação da Santíssima Trindade e outros entes do cristianismo, chegando ao seu ápice com a inexplicável visão de Deus.


Mais que um tratado interminável dos símbolos da história européia até o século 14, escrito de maneira objetiva na forma de um grande poema, A Divina Comédia é uma alegoria, em si mesma, da vida humana ou, pensam alguns (incluso este que vos escreve), a bíblia escrita por um só homem.

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U.F. 24601 20/11/2010

O Temor do Inferno
Mesmo depois de tantos anos, causa medo as descrições do inverno feita por Dante, imagino no tempo dele como as pessoas tinham medo. Embora os leitores gostem mais da parte do inferno, eu particularmente gosto do paraíso, descrições primorosas, uma viajem inesquecível por esses temas filosóficos: Inferno, Purgatório e Paraíso.


Dificuldade: Por causa da tradução os versos perdem um pouco o ritmo.
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Pseudokane3 18/09/2010

'Ipsis literis' de mim mesmo:
"Passei muito tempo de minha vida protelando a leitura de “A Divina Comédia”, obra imortal do mestre italiano Dante Alighieri. Cria eu que o livro seria intragável, seja na forma seja no seu extenso conteúdo. Não sei nem mesmo o que eu entendia como “intragável”, mas protelei... Na semana passada, no intuito secundário de agradar a sanha literária de outrem, peguei o tal livro na biblioteca e comecei a lê-lo. Sete séculos depois, estava eu a consumir uma das obras mais reverenciadas da Literatura universal e enfrentando duas classes dominantes de problemas: a) o texto em versos do livro talvez só funcione adequadamente em seu idioma original, de maneira que para quem uma velocidade de varredura ocular de páginas tão rápida quanto a minha as rupturas frasais em prol de um ritmo poético não conservado na tradução disponível de que ora disponho; e b) o mesmo problema anterior com outras palavras: talvez este não seja um livro que deva ser lido tão rápido quanto eu estou acostumado a fazer..."

Foi mais ou menos isso o que me atingiu no primeiro contato que travei com o livro, semana passada... As visões potentes do terceiro círculo do Inferno, em que glutões eram mastigados pelo perverso cão Cérbero, porém, me pungiram de forma tão intensa que eu não consegui me controlar: mesmo sabendo que meu ritmo de leitura (veloz demais, desrespeitoso em reflexão às reflexões poéticas do livro) feria um pouco o esplendor doloroso que o autor queria que vivenciássemos, cheguei ao final da primeira parte desta obra encantado, querendo ver as estrelas, mais do que largar minha esperança onde quer que fosse... Pungente!

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Peixoto 18/09/2010minha estante
Caro colega, experimente a leitura em prosa do Ernani Donato, Editora Cultrix. Provalemtne você vá gostar muito. Já li este livro em algumas edições em prosa e em verso. Gsotei muito da tradução do Donato, que é um grande ecritor.




ReiFi 13/08/2010

A Divina Comédia – Inferno – Dante Alighieri
Terminei.

Há pouco mais de uma semana comecei a ler “A Divina Comédia – Inferno”, de Dante Alighieri; e, como é de costume aqui nos meus textos, venho novamente para elogiar essa grande obra (Por que será?).

Estive na casa do meu irmão Leonardo faz dois dias, e nessa ocasião pedi para que ele transferisse alguns arquivos do seu computador para o meu pen-drive, no entanto, e para minha trágica surpresa, ele me informou: “Tem 57 vírus no pen-drive”. Eu, inocente, perguntei: “Por que as pessoas criam vírus?”. Ele respondeu: “…”. Eu termino com a frase: Pelo menos eu sei que eles vão para o inferno” (Lindo, não?)

E saí dali me perguntando: No qual círculo do Inferno os hackers queimarão?

Não farei como Dante que mandou par o inferno seus inimigos. Ao contrário: Eu mesmo farei o meu julgamento (e não serei injusto). Onde iria Reinaldo se ele morresse hoje (na pior das hipóteses, claro): “O Ante-Inferno”...

Para saber mais acesse:
http://catalisecritica.wordpress.com/2010/07/23/a-divina-comedia-inferno-dante-alighieri/
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gothmate 13/04/2010

Dantescamente Dante
Uma tradução fantástica de Italo Eugênio Mauro, que manteve fabulosamente todas as rimas do poema original, transcrito em italiano medieval lado a lado com a tradução.
Com um resumo de cada Canto em prosa no início de cada novo capítulo, e adendos sobre os versos no final dos Cantos.
Simplesmente FANTÁSTICO.
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Gabi 25/11/2010minha estante
A versão do Italo Mauro está realmente genial! Recomendo para todos




Tatiana 26/02/2010

Começando...
Esta é uma edição para quem está dando seus primeiros passos na leitura de Dante...Foi um livro que me marcou muito... até hoje me flagro pensando em seus trechos e na surpresa que ele me causou... Inesquecível!
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denison 19/02/2010

A MELHOR VERSÃO DA DIVINA COMÉDIA
Ítalo é o maior tradutor de Dante Alighieri. Esta edição da Divina Comédia traz a obra escrita em italiano original e em português. Edição muito bonita, os três volumes vem acondicionados numa bela caixa e possui uma qualidade de impressão extraordinária. Será preciso 100 anos para se fazer uma edição mais espetacular.
grunenwaldvieir 19/11/2014minha estante
caro Denison , há pelo menos 5 versões em portugues ( duas de Portugal ) e uma melhor que a outra. Jorge Vanderley e Cristiano Martins , e mais tarde , João Trentino ( este ultimo é o melhor livro ), para não citar Ernani donato, em prosa .




Renata Fialho 12/01/2010

O que eu mais gosto nesse livro é a imaginação do autor e como que tantos anos após ser escrito ele ainda se mantem atual. A visão que Dante teve do inferno é fantástica e assombrosa. Como se não bastasse os versos rimam em uma métrica perfeita. Realmente imperdivel.
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ely 26/12/2009

Uma obra prima
Dispensa comentários. O inferno de Dante é maravilhoso. Esta parte e o purgatório é impactante. Faz a gente refletir sobre a responsabilidade de nossos atos. Um clássico que deve ser lido. Um passeio pela mitologia, pela alma humana, pelo divino.
Brenda 22/11/2013minha estante
Ely, eu estou pesquisando bastante sobre o livro antes de comprar...gostaria que dividisse comigo qual foi o tradutor do livro que vc tem ai com voce... ate agora eu vi que a melhor versao é a do José Pedro Xavier Pinheiro , confere?? Obrigada!!!!




Maka 25/12/2009

Um livro bom, gostei muito das partes que ele vai para o paraíso, etc.O que estragou foi o final...
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Nícolas 18/12/2009

A divina obra de Dante
Uma das obras de arte mais marcantes de todos os tempos e moldada de forma a não deixar dúvidas. Escrito em tercetos, A divina comédia é um exemplo indubitável do enorme poder poético e artístico de Alighieri.

A empolgante e cantante viagem espirítual de Dante em busca de Beatriz, exprime ao leitor características marcantes do poeta. Uma semelhança às cantigas de mal-dizer: onde o nome das pessoas são citadas em determinadas momentos, encontrados no inferno, em um dos círculos do purgatório ou no céu.

Dante, ainda, fornece fortes críticas a sociedade da época ou anterior a mesma. Sempre quando encontram algum espírito, este, fornecendo sua nacionalidade, criticam as mazelas da sociedade ou dos reinados da contemporaneidade.

Uma obra magnífica e repleta de pensamentos filosóficos, que conduzem o leitor à sociedade da época e a um entendimento mais amplo do período, além, de poder apreciar o dantesco mundo espiritual.
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Dante 12/12/2009

A edição que li não foi essa! Era uma edição bem antiga, bem antiga mesmo, herdada dos meus avós. Era tão antiga que era divida em três livros: Paraíso, purgatório e inferno! Como não encontrei essa tal edição, fico com essa então!

Acho que essa edições mais modernas devem ter bastantes distorções se comparadas a original! A edição que li era um pouco dificil de compreender. Acho que a tradução não era muito legal, mas não tirou o mérito da obra!! A saga de Dante e sua história com Beatriz é mesmo muito interessante! Aos curiosos que procuram ler vale a pena, não vão se arrepender, garanto!
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Carlito Pilatos 20/11/2009

Uma obra dificil, confesso que li apenas o inferno e um pouco do purgatorio, na verdade a metrica cansa.
Vou tentar uma versão em prosa, mas com certeza sua visão do inferno, junto com os desenhos do Doré é definitiva.
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TheoBombastus 20/10/2009

Obra-prima hermética
A maior de todas as obras-primas da humanidade a qual tive acesso até hoje. Mas somente para quem tem olhos de ver, pois trata-se de cabedal velado.
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