As Coisas que Perdemos

As Coisas que Perdemos Denise Flaibam




Resenhas - As Coisas que Perdemos


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Ágata 06/05/2020

Zumbis! Zumbis!
Apocalipse zumbi. Teve uma época que eu AMAVA livros nesse estilo ( eu adoro um livro/filme de apocalipse, hehe ).
Esbarrei nesse livro nem lembro como, e descobri que além de ser sobre apocalipse zumbi era de uma escritora brasileira, e eu gosto muito de prestigiar nossa literatura.
Eu gostei muito do livro, adorei os personagens e fiquei triste com eles, e por eles.

A escritora não tem pena de nós, meros mortais.

Pra quem gosta de um bom e velho apocalipse eu super recomendo o livro, estou doida pra começar o segundo!
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Queria Estar Lendo 25/10/2016

Resenha: As Coisas que Perdemos
As coisas que perdemos é o mais recente lançamento da Denise Flaibam e é o primeiro volume da duologia Fronteiras Artificiais. Inspirado em séries como Z Nation e Fear The Walking Dead e, ainda, games e filmes como Resident Evil, The Last of Us e Left for Dead.

No livro, logo no inicio, conhecemos Dylan e Max. Dylan é uma adolescente, tem uns 18 anos, e está presa em uma zona de quarentena com um casal de idosos e Max, o garoto de quem toma conta depois da escola. Quando a quarentena cai, Dylan precisa levar Max e fugir em direção ao lugar seguro do qual ouviu falar. O primeiro capítulo já começa com Dyl e Max sobrevivendo por conta própria há alguns dias quando eles são atacados por zumbis em um supermercado -- e por consequencia, salvos por um grupo de sobreviventes que estava por ali.

Esses sobreviventes se oferecem para ajudar a Dyl e o Max e os levam para um lugar seguro, uma escola onde várias pessoas sobrevivem juntas e mostram para a Dyl que é possível conviver naquele mundo. Nesse cenário conhecemos personagens secundários que são arrebatadores e extremamente interessantes, como os irmãos Benji e Clark, dois motoqueiros com passados misteriosos e obscuros, que vem sobrevivendo ao inferno muito antes do mundo acabar. Iris, uma mexicana que adora uma boa tequila. Beatrice, a líder desse grupo, e seu marido Jake. Os adolescentes Noah e Hannah, que acabam com zumbis com seus tacos de beisebol e, que logo fazem amizade com a Dyl, e mais uma gama de personagens diversos que, a sua maneira, se desenvolvem e mostram a que vieram na história.

A única coisa certa é que o apocalipse chegou e não vai embora, e cabe aos sobreviventes encontrarem uma forma de se manterem em pé, mesmo que eles não saibam o que vem em seguida.

O livro traz questionamentos relevantes e fala especialmente sobre a esperança e o poder que ela tem nas nossas vidas. Esperança é algo muito forte e, quotanto presidente Snow de Jogos Vorazes, é a única coisa mais poderosa do que o medo. As pessoas fazem loucuras em nome da esperança.

É um livro que pergunta até onde você iria para sobreviver? Pelas pessoas que ama? O que vale a pena em um mundo que está morrendo? Sobreviver é o suficiente? Como continuar se a única perspectiva que temos é de lutar dia e noite para no fim morrer de toda forma? O que vale a pena manter em um mundo destruído? Qual é a real definição de ser humano? E de humanidade? O que realmente importa quando o mundo acaba? Já o título é bem autoexplicativo e fala sobre tudo que os sobreviventes vão perdendo ao longo do caminho enquanto tentam encontrar sentido naquele novo mundo, desde as coisas que acreditavam serem essenciais para a sobrevivência humana, até as coisas que os tornam humanos, como gentileza, compaixão e empatia.
Como todo livro da Denise, esse não poderia ser diferente, e as cenas de ação não deixam nada a desejar. Trazem adrenalina e mistério na medida certa e os fins de capítulo sempre deixam aquele gostinho de quero mais. O fim do livro traz um certo fechamento para os personagens, mas deixa uma brecha com perguntas sem respostas que devem ser respondidas no próximo volume.

É uma leitura intensa que faz rir e chorar ao mesmo tempo, com personagens cativantes e uma história bem escrita e desenvolvida. Também traz detalhes que só adicionam cada vez mais a história como a máscara do batman de Max e o cachorro de Benji, que em meio ao caos e a dor constante, nos lembram das coisas que eles podem encontrar no meio do caminho. Nem tudo está perdido.

Nota cinco mais. Dos livros publicados da Denise, é o meu preferido. E espero que vocês possam ler e se apaixonar pelo Clark, pela Íris, pelo Taylor e a Dyl e o Benji como eu me apaixonei.

Para os amantes de zumbis é uma leitura da qual não vão se arrepender e quem busca algo mais denso, além do gore de cérebros e membros podres, vai se encontrar extremamente satisfeito com a história.
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Bianca da Silva 04/10/2016

Zumbis, gore e muita emoção
As coisas que perdemos é o mais recente lançamento da Denise Flaibam e é o primeiro volume da duologia Fronteiras Artificiais. Inspirado em séries como Z Nation e Fear The Walking Dead e, ainda, games e filmes como Resident Evil, The Last of Us e Left for Dead.
No livro, logo no inicio, conhecemos Dylan e Max. Dylan é uma adolescente, tem uns 18 anos, e está presa em uma zona de quarentena com um casal de idosos e Max, o garoto de quem toma conta depois da escola. Quando a quarentena cai, Dylan precisa levar Max e fugir em direção ao lugar seguro do qual ouviu falar. O primeiro capítulo já começa com Dyl e Max sobrevivendo por conta própria há alguns dias quando eles são atacados por zumbis em um supermercado -- e por consequencia, salvos por um grupo de sobreviventes que estava por ali.
Esses sobreviventes se oferecem para ajudar a Dyl e o Max e os levam para um lugar seguro, uma escola onde várias pessoas sobrevivem juntas e mostram para a Dyl que é possível conviver naquele mundo. Nesse cenário conhecemos personagens secundários que são arrebatadores e extremamente interessantes, como os irmãos Benji e Clark, dois motoqueiros com passados misteriosos e obscuros, que vem sobrevivendo ao inferno muito antes do mundo acabar. Iris, uma mexicana que adora uma boa tequila. Beatrice, a líder desse grupo, e seu marido Jake. Os adolescentes Noah e Hannah, que acabam com zumbis com seus tacos de baseball e, que logo fazem amizade com a Dyl, e mais uma gama de personagens diversos que, a sua maneira, se desenvolvem e mostram a que vieram na história.
A única coisa certa é que o apocalipse chegou e não vai embora, e cabe aos sobreviventes encontrarem uma forma de se manterem em pé, mesmo que eles não saibam o que vem em seguida.
O livro traz questionamentos relevantes e fala especialmente sobre a esperança e o poder que ela tem nas nossas vidas. Esperança é algo muito forte e, quotanto presidente Snow de Jogos Vorazes, é a única coisa mais poderosa do que o medo. As pessoas fazem loucuras em nome da esperança.
É um livro que pergunta até onde você iria para sobreviver? Pelas pessoas que ama? O que vale a pena em um mundo que está morrendo? Sobreviver é o suficiente? Como continuar se a única perspectiva que temos é de lutar dia e noite para no fim morrer de toda forma? O que vale a pena manter em um mundo destruído? Qual é a real definição de ser humano? E de humanidade? O que realmente importa quando o mundo acaba? Já o título é bem autoexplicativo e fala sobre tudo que os sobreviventes vão perdendo ao longo do caminho enquanto tentam encontrar sentido naquele novo mundo, desde as coisas que acreditavam serem essenciais para a sobrevivência humana, até as coisas que os tornam humanos, como gentileza, compaixão e empatia.
Como todo livro da Denise, esse não poderia ser diferente, e as cenas de ação não deixam nada a desejar. Trazem adrenalina e mistério na medida certa e os fins de capítulo sempre deixam aquele gostinho de quero mais. O fim do livro traz um certo fechamento para os personagens, mas deixa uma brecha com perguntas sem respostas que devem ser respondidas no próximo volume.
É uma leitura intensa que faz rir e chorar ao mesmo tempo, com personagens cativantes e uma história bem escrita e desenvolvida. Também traz detalhes que só adicionam cada vez mais a história como a máscara do batman de Max e o cachorro de Benji, que em meio ao caos e a dor constante, nos lembram das coisas que eles podem encontrar no meio do caminho. Nem tudo está perdido.
É uma leitura nota cinco mais. Dos livros publicados da Denise, é o meu preferido. E espero que vocês possam ler e se apaixonar pelo Clark, pela Íris, pelo Taylor e a Dyl e o Benji como eu me apaixonei.
Para os amantes de zumbis é uma leitura da qual não vão se arrepender e quem busca algo mais denso, além do gore de cérebros e membros podres, vai se encontrar extremamente satisfeito com a história.
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tays costa 11/03/2017

Sobre ler a lista de compras de um autor. Da Denise, eu leria.
As coisas que perdemos é exatamente o que um livro de zumbis deveria ser. Tem ação, tem história, tem um bando de seres humanos aprendendo a viver com esperança e se manterem como seres humanos! Somado a tudo isso ainda temos a escrita sa Denise, que é no mínimo, primorosa.
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Carla 09/11/2016

Total SURPRESA!
Esse livro foi uma tremenda surpresa, e que surpresa! E o mais interessante foi que primeiramente escolhi a leitura pela capa, que por sinal é belíssima, segundo pelo tema, APOCALIPSE, e por fim, por ter sido escrito por uma brasileira. Aliás, não sei dizer se a minha surpresa maior veio por o autor ser uma mulher ou por ela ser brasileira. Calma! Não vão me crucificar pelo comentário, mas atire a primeira "página" quem está acostumado a ver uma AUTORA escrevendo sobre apocalipse e ainda mais sendo brasileira, não é mesmo? Pois bem, posso dizer com todas as letras que foi uma das melhores surpresas que tive esse ano e tudo graças a uma CAPA MARAVILHOSA (Confesso que tenho lá meus lapsos "CAPAL", não é sempre, mas acontece... Algumas vezes me dou bem, outras, SOCORRO!). Bom, vamos ao que interessa... A História!

Por diversas vezes eu me deparei com cenas que me lembram bastante The Walking Dead, mas isso é bem justificável, já que a autora menciona ser uma apaixonada pela série. Aliás, Denise Flaibam relata que a personagem já morta de TWD, Beth Greene, a inspirou na construção dessa duologia. A autora buscou uma personagem que acredita na bondade das pessoas e que apesar de todo o desespero e de todo o caos, a esperança era algo "palpável"... Nas páginas de "As Coisas que Perdemos", vamos nos deparar com o início da epidemia, a ruína dos postos de quarentena e o desespero da população em se manter vivo. Nenhum lugar é seguro, mas uma equipe se uniu para buscar o que eles chamam de Complexo OZ, um local que está reunindo sobreviventes e prometendo total segurança.

A construção dos personagens foi muito bem elaborada, por isso nem pensem em se apegar muito a alguns deles. Aqui, a morte está sempre a espreita.

Para os apaixonados por universos apocalípticos... "As Coisas que Perdemos"! Super recomendo... Aguardando pela continuação, "As Coisas que Encontramos".
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Silvana - Blog Prefácio 09/04/2017

Em As Coisas Que Perdemos, vamos acompanhar Dylan e Max, uma adolescente e uma criança que só tem um ao outro desde que a cidade onde moram foi posta em quarentena. Quando as coisas saíram fora do controle o governo decidiu isolar cidades inteiras e dentro delas ficaram tanto os vivos como os mortos que apesar de estarem mortos agora são uma ameaça para quem está vivo. Apenas uma cerca leve separa os vivos dos mortos, na área de contenção, bem diferente da cerca eletrificada que separa a quarentena do resto do mundo. Mas nem essa leve sensação de segurança eles tem mais. Depois de meses esperando algum tipo de ajuda ou que o governo acabasse com a ameaça dos mortos, de repente a força acaba e Dylan sabe que é hora de fugir.

"Tenha medo dos mortos e mais medo dos vivos."

Enquanto tenta descobrir o que está acontecendo, Dylan recebe ajuda de um dos soldados, Doug, que lhe entrega um mapa de um possível lugar seguro ao norte e ensina alguns truques de sobrevivência para Dylan. Mas infelizmente ele acaba morrendo para salvar Max e Dylan. E eles mal conseguem sair da quarenta quando a cidade é bombardeada por mísseis. Agora são só os dois em meio ao caos que virou o mundo que eles conheciam. Dylan vai fazer de tudo para salvar Max, porque mesmo ele não sendo nada seu, ela se sente responsável, já que era sua babá antes disso tudo começar. De dia eles estão seguros, já que os mortos são sensíveis ao Sol e ficam em um estado letárgico. Mas a noite eles precisam contar com a coragem e com a sorte para não se tornar como eles.

"Eles viveriam assim. Poderiam transformar aquele mar de caos em ondas de ordem, podiam encontrar luz na escuridão."

Semanas depois encontramos Dylan e Max sobrevivendo. Não está fácil, ainda mais com uma criança, mas Max tem sido muito obediente. Mas quando entram em um supermercado para conseguir comida, eles acabam emboscados por alguns mortos vivos, a sorte deles é que tinha um grupo de sobreviventes procurando provisões ali por perto e eles ouvem o grito de Max. Entre os membros do grupo está Íris que no momento do ataque estava procurando por bebidas, já que é a única coisa que faz essa situação parecer um pouco pior do que realmente é, e Benji, que Dylan acaba atacando por um mal entendido. Eles dizem que estão em uma escola e convidam Dylan e Max para ir com eles. Eles aceitam e acham que enfim vão ficar em segurança. Mas eles estão prestes a descobrir que as vezes o ser humano pode ser uma ameça muito maior do que os mortos vivos.

"Algumas pessoas viviam o fim do mundo com a mesma facilidade com que viviam uma segunda-feira. Benji era uma delas."

Se levar em consideração o tanto que gosto de histórias de apocalipse zumbi, eu li poucos até agora. Mas os poucos que eu li, entre eles o aclamado The Walking Dead, não se comparam ao livro da Denise. Eu já tinha lido dois livros dela, mas de fantasia, e tinha amado os dois, mas não estava preparada para tudo o que ia sentir lendo esse livro. Ele é dividido em três partes e ao final da primeira parte, mais ou menos uns 40% do livro, eu já estava exausta. Mas não no sentido de estar cansada da leitura e sim porque a Denise me transportou para dentro da história de uma forma que era eu que estava ali vivendo aquilo tudo. E o melhor foi ver que ainda faltava mais da metade para eu ler, que ainda tinha muita história para eu viver com eles.

"Não estavam deixando só o caos, mas a esperança também."

Só a história na verdade porque os personagens não viviam muito não. Por isso já aviso, não se apegue a nenhum deles, quando menos você espera, alguém morre e você fica lá com aquela sensação de ter perdido alguém importante para você. Teve um dos personagens que morreu que fiquei até com lagrimas nos olhos. Mas é uma situação que não tem como evitar que as pessoas morram, mas quem disse que a gente está preparado mesmo sabendo disso? hehe. Falando sobre estar preparado, acho que eu não ia durar muito numa situação como essa não. Sou tão mole e até para matar uma barata já passo um sufoco danado, já cansei de quebrar vassouras, imagine ter que matar alguém do meu tamanho então e ainda mais alguém que eu possa ter conhecido?

"Eles nunca desistem?
Não. Eles não tem porque desistir. Estão aqui pela fome, e só por isso. Eles não descansam até conseguir alimento e, quando conseguem, ficam parados esperando mais alguém aparecer para o jantar."

Quanto aos personagens, me simpatizei com todos, cada um a sua maneira. Tem horas que odiava alguém por causa de alguma atitude da pessoa, mas em seguida me colocava no lugar dela e não sei se faria diferente. A história começa com Dylan e Max como personagens principais, mas ao decorrer da história outros vão surgindo e tendo seu destaque. Dylan, esse nome me incomodou bastante porque eu sempre associei a um nome masculino, se mostrou um personagem que no começo me pareceu fraca, mas então entendi que ela era apenas humana. E não tem como não torcer por um romance entre ela e o Benji, que por enquanto não aconteceu. Agora Benji é o cara. Amei uma coisa que ele fez durante a história. Íris foi outra que gostei bastante, além, do Clark, da Beatrice e o fofo do Max. E o melhor de tudo é que é só o primeiro livro de uma duologia, vem muito mais ainda pela frente. Só me resta indicar o livro para quem gosta do gênero e agradecer a Denise por mais essa história incrível.

site: http://blogprefacio.blogspot.com.br/2017/04/resenha-as-coisas-que-perdemos-denise.html
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Jorge Castro 17/04/2017

FIQUEI SEM AR ENQUANTO LIA!
Como sempre, Denise nos leva a um universo extremamente bem construído, com personagens tão reais que te fazem estremecer toda santa vez que algo perigoso acontece com eles.
O livro acompanha os passos de Dylan, uma adolescente que acaba descobrindo o fim do mundo enquanto trabalha como babá para Max, o menino fofo que todos respeitamos. A relação dos dois é tão humana e fraternal que fica difícil aceitar que não sejam parentes. Dylan protege Max a todo custo e chega a arriscar a própria vida apenas para ver um sorriso no rosto do garoto.
Conforme avançava, os sentimentos de Dylan iam se ligando aos meus e, antes que pudesse perceber, estava correndo e arfando e lutando junto com a garota. Cada capítulo é um desespero, cada ataque é um soco no estômago do leitor. A narrativa é envolvente a ponto de te deixar com o sentimento de "quero mais" toda santa vez que resolver fechar o livro.
O grupo de sobrevivência é A MELHOR COISA DESSE LIVRO. As relações bem construídas e como os dramas se entrelaçam e disputam cena com hordas de zumbis transforma tudo em algo quase palpável, capaz de acelerar seu coração e trazer lágrimas aos seus olhos. Algo que me agradou muito foi a tridimensionalidade dos personagens: nenhum é o herói, nenhum é o vilão. Todos tem problemas, e medos e prioridades, e não há lugar no apocalipse para ingenuidade.
As Coisas Que Perdemos é uma bíblia e algumas séries de zumbi que existem por aí deveriam aprender com a Denise. Obrigado.
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Camila - @darkbookslibrary 17/01/2018

O melhor livro de apocalipse zumbi que eu já li!
As Coisas que Perdemos” é um livro sobre apocalipse zumbi. Confesso ser fã do tema e amá-lo com mais intensidade do que seria normal, mas acho interessante acompanhar o desenvolvimento emocional dos personagens em uma situação como essa e a engenhosidade que se desperta neles. .

O livro conta a estória de Dylan, uma jovem de 18 anos, e Max, um garotinho, que juntos partem de uma zona de quarentena durante um bombardeio em busca de um refúgio. .
Repleta de momentos de ação, a trama encontra um equilíbrio perfeito com a emoção e os inúmeros personagens que nos vão sendo apresentados ao longo do livro vão sendo moldados pelo apocalipse e suas consequências. .

Falando nos personagens, todos possuem inúmeras facetas e sobre eles nos é apresentado um resumo de seu passado com dados suficientes para dar sustentação às suas personalidades. .

Um ponto interessante é a forma que a autora explora as consequências geradas pelas atitudes de seus personagens. Toda ação gera uma reação, no caso as consequências geradas pelas atitudes dos personagens são equivalentes e a autora administra isso muito bem, sem obviedade. .

O livro, apesar de se passar em um apocalipse zumbi, é sobre sobrevivência. Há um grande foco nas relações interpessoais dos personagens e a emoção fala alto em todas as páginas. É uma boa pedida para os fãs do gênero ou para quem está buscando uma nova aventura na qual se jogar.

site: https://www.instagram.com/garotaintergalatica
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Iris Figueiredo 19/10/2016

Até onde você iria para salvar a sua pele?
Dylan está fugindo. Sempre em frente, rumo a um lugar seguro, protegido das criaturas mortas-vivas que tomaram conta do mundo. Acompanhada de Max, uma criança da qual ele tomava conta antes da pandemia, ela segue uma jornada acelerada e perigosa de sobrevivência.

Eu amo histórias sobre zumbis! Adoro me imaginar sobrevivendo a um apocalipse, o que eu faria, como seria… No romance de Denise Flaibam, primeiro volume de uma duologia, Dylan precisa enfrentar esses questionamentos e tomar decisões difíceis para continuar viva, um dia após o outro.

É uma história típica de apocalipse zumbi. Com personagens secundários marcantes e boas sequências de ação, Denise Flaibam consegue criar uma história que nos prende do início ao fim, deixando ganchos abertos para o próximo volume da série.

Uma das minhas personagens favoritas foi a Iris – e não, não era só por ela ter meu nome! Mexicana que ama uma tequila, ela é uma das que demonstra maior preparo para lidar com situações extremas. Sua atitude e coragem são marcantes e é ela que faz o caminho de Dylan cruzar com o de outros sobreviventes. E o fato de ser a única personagem chamada Iris que encontrei na ficção que não é uma vaca também ajuda!

O grupo de sobreviventes ao qual Dylan se junta é todo muito bem construído. A dinâmica entre eles e a forma como a autora explora os laços e as coisas que precisam fazer por sobrevivência é muito bom também.

Denise escreve muito bem e é boa em construir seus personagens. Apesar disso, sinto que faltou um pouquinho de originalidade ao enredo, que lembra muito The Walking Dead e outras histórias do gênero. Acho que faltou algum “plus” que destacasse a obra, por isso não dei nota máxima. Talvez, se ela se passasse no Brasil, com as limitações daqui – dificuldade no acesso a armas, o fato de adolescentes normalmente não fazerem a menor ideia de como ligar um carro etc. – pudesse ser um diferencial para a obra.

De qualquer forma, Denise é uma autora para se ficar de olho, pois sua escrita é apurada e ela tem talento! Espero que a continuação saia logo, quero muito ler.

site: http://irisfigueiredo.com.br
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Ivy (De repente, no último livro) 27/01/2017

Amei, uma história bem escrita e com um ritmo intenso...
Há autores que escrevem de maneira tão absolutamente perfeita que, após terminar o livro, sentimos que nenhum outro será capaz de substituir aquela história, e as cenas do que lemos e sentimos parecem fazer eco na nossa mente. Denise Flaibam é um desses novos talentos que consegue escrever histórias que não apenas prendem o leitor, suas histórias arrebatam, simplesmente.
Amo fantasias porém, a temática dos zumbis, sempre foi a que menos me chamou a atenção. Não sei, não achava interessante a história de um monte de mortos vivos que não falam, não possuem sentimento algum e vivem de comer carne humana e do outro lado geralmente um grupo de sobreviventes simplesmente tentando sobreviver e tendo que ir à guerra contra os mortos-vivos. Após maratonas de Resident Evil ao lado do meu marido, ler livros sobre apocalipse zumbi não me apeteciam definitivamente. Mas, é Denise Flaibam que escreve e com essa autora, qualquer história se torna interessante.

Dessa autora já li A Profecia de Midria, que por certo me encantou porém, confesso, As coisas que perdemos até aqui se tornou meu favorito, mostrando que a escrita de Denise evolui mais e mais com cada livro.

As coisas que perdemos nos imerge em um mundo pós apocalíptico, aonde uma infecção transformou a humanidade e destruiu a civilização. Pais, mães, familias inteiras se converteram em zumbis, meros mortos vivos, vagando sem rumo pela escuridão da noite. Durante o dia, a luz do sol os deixa fragilizados, e é essa a oportunidade que os poucos sobreviventes da praga tem para escapar para algum lugar dito como seguro.

Max, um garotinho esperto e doce, está sozinho. Desde que o governo isolou a cidade em quarentena, Max não viu mais a sua familia. Ele não sabe o que aconteceu com eles, e sua única companhia é a sua babá, Dylan, de dezoito anos, que se encontra na mesma situação que Max.
Por causa do caos da epidemia, o governo decidiu fechar áreas inteiras, em quarentena, mantendo infectados e não infectados em um mesmo espaço, praticamente lutando pela sobrevivência.
Dylan e Max conseguem escapar da zona de quarentena com a ajuda de Doug, um jovem militar.
Doug dá instruções claras à Dylan: ela deve fugir das zonas de quarentena e avançar para o Norte, pois ali encontrará uma zona segura e alguém esperando por eles, os sobreviventes.
Dylan e o pequeno Max partem então rumo ao desconhecido, movidos por um fio de esperança em um mundo hostil tomado pelo caos.

Os caminhos deles cruzarão com os de outros sobreviventes, e protegidos pelas cercas de uma velha escola, Dylan, Max e os outros deverão enfrentar não apenas criaturas famintas, mas também as próprias dificuldades para sobreviver em um cenário de completa devastação. A falta de eletricidade, de comida e de armas, a convivência entre um grupo de pessoas estranhas unidas por uma tragédia, os segredos e dores de cada um, se tornarão pouco a pouco em obstáculos tão mortais quanto os próprios mortos vivos do outro lado da cerca.
Até quando Dylan, Max e os outros conseguirão esconder-se dentro da escola? O destino seguro é para o Norte e Dylan sabe disso. Porém, e se não houver mais lugar seguro? A contaminação avança enquanto a esperança dos poucos sobreviventes se torna cada vez mais desesperadora, e enquanto as cercas da escola protegem os poucos ainda vivos, eles descobrirão que baixar a guarda, ainda que um pouquinho, é sempre fatal.

Alucinante e absolutamente genial, viciante, cheio de reviravoltas que deixam o leitor arrepiado, cheio de ação e com cenas brutais, a autora não tem pena do leitor. Após iniciar o livro, é impossível largar pois a história vai se tornando mais e mais emocionante à cada capitulo e as reviravoltas na trama são tão repentinas que o leitor fica em choque, se sentindo ele mesmo parte daquele cenário, vivenciando aquele pesadelo zumbi ao lado dos personagens.

Os personagens são tantos e tão variados que realmente acabamos nos identificando com mais de um. Max, Dylan, Benjy, Taylor, Clark, Beatrice, Judith, Iris, Machete, Romero, Jack, Doc, Sally são apenas alguns dos personagens que entram e saem da trama mirabolante de As coisas que perdemos. Dylan e Benjy se tornaram os meus favoritos, justamente por serem os personagens que mais evoluíram no decorrer da trama, sofrendo ambos uma mudança radical de comportamento e deixando no leitor a curiosidade por seu desfecho definitivo.

A ambientação é assustadora. O leitor sente a desesperança à cada capitulo. O mundo está envolto em caos e os zumbis de As coisas que perdemos são agressivos, fortes, ágeis e violentos, capazes de tudo para conter a fome irracional que sentem. Embora não seja um livro de horror, mas sim uma distopia, há cenas e descrições que deixam o leitor tenso, ávido para chegar ao final e garantir que seu personagem favorito não tenha morrido...

Apesar da narrativa ser em terceira pessoa, algo que realmente não gosto, a escrita de Flaibam é tão bem trabalhada, envolvente e viciante que em nenhum momento senti dificuldade na leitura. É possível conhecer e compreender cada um dos personagens através da narrativa da autora e, ao tratar-se de um narrador onipresente, sabemos exatamente o que se passa e sente cada personagem, o que nos permite sentir-nos próximos à todos.

As coisas que perdemos é uma dualogia. Sua segunda parte, As coisas que encontramos está prevista para 2017.

site: http://aliceandthebooks.blogspot.com.br/2017/01/review-128-as-coisas-que-perdemos.html
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"Ana Paula" 08/04/2017

Como vocês sabem, sou fã de zumbis. Comprei esse e-book a um bom tempo e confesso, não o leria agora se não fosse pelas meninas do blog Coração de Papel. Mari, Tays, obrigada por me fazer ler este livro. Eu adorei!

site: http://livrosdeelite.blogspot.com.br/2017/04/resenha-as-coisas-que-perdemos.html#.WOjSoGkrLDc
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Ariane 15/04/2017

Como lidar com o fim do mundo.
Dylan é uma jovem corajosa. Ela ri, chora, sente raiva e protege aqueles a quem ama. Max também é um garoto corajoso; Ele sabe que obedecendo e seguindo Dylan ficará bem. Ele confia nela com toda sua alma. Em meio ao fim do mundo, em meio ao fim da humanidade, Dylan continuará a cuidar dele, o protegerá e ficará ao seu lado. Não há razão para ter medo quando ele está com Dylan. E com Íris, Beatrice, Jake, e todos os outros. Assim como Dylan, ele sabe que tudo continuará bem se estiverem todos juntos.

"Ela só queria afundar a mente em qualquer coisa que não fosse aquele maldito apocalipse."

As Coisas que Perdemos é uma história fantástica que se passa após o mundo acabar, quando os mortos retornam e o que resta é a sobrevivência. Desde a primeira página, sentimos a tensão, o desespero e a sensação de que não devemos parar de correr. Denise Flaibam nos carrega através dos sentimentos de seus personagens, nos colocando em meio ao medo, a insegurança, à tristeza e desespero. Entretanto, também conseguimos sentir o alivio, a alegria e amor que Dylan, Max e Íris carregam dentro de si.

"Um segundo, era tudo o que bastava. Um segundo era suficiente para uma vida ser tirada. Em um segundo, o mundo podia deixar de existir, o tempo podia explodir e o universo deixava de fazer sentido."

Íris é de longe uma das personagens femininas mais fortes que já vi. Sempre de bom humor, desejando uma boa tequila, matando todos os mortos que podia, e protegendo os que ama. Íris me conquistou desde o começo, me levando a ter certeza que sempre seria aquela com quem todos podemos contar no fim do mundo.

"Ela não se sentia culpada por matar os infectados, longe disso. Contudo, a culpa estava ali, culpa por não poder fazer mais do que dar-lhes um tiro de misericórdia. Culpa por não saber o que estava acontecendo."

Este é um livro que eu carrego no fundo do coração e espero ansiosamente por sua continuação. Espero que todos leiam e se apaixonem como eu me apaixonei. Ele nunca fica chato, nunca fica calmo e sempre tem um às na manga para cativar ainda mais seus leitores, como eu. Afinal, em um fim do mundo, o que você guardaria com você, e o que você lutaria para não perder?

"De todas as coisas que perdemos, do que você mais sente falta?"



site: http://www.oclubedameianoite.com/2017/04/resenha-as-coisas-que-perdemos.html#.WPJn_KK1u00
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Marcos Antonio 16/05/2017

Zumbis
Livros que falam sobre zumbis não sou muito chegado, mais esse foi um livro muito bom com muito sentimentalismo envolvido, muita luta pela sobrevivência. Mais fica algumas perguntas como: Como o vírus começou? qual era o Vírus? como foi o primeiro infectado? OZ era um refugio de alguns sobreviventes e só tinha um homem? acaba a comida, bebidas e remédios e a gasolina do carro não acaba? O vírus se espalha pela mordida e saliva do morto vivo então como tudo começou? Os soldados prenderam todos os funcionários do walmart por que encontrou um infectado, isso mostra que o vírus se espalhava de outra forma. Mais o livro é bom.
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Nath 11/06/2017

Resenha do blog Pobre Leitora
Mais um livro de zumbi? Sim, mais um livro de zumbi, só que esse é maravilhoso! Já estamos um pouco saturados desses seres comedores de cérebros mas Denise Flaibam faz valer a pena a leitura de mais uma história do tipo.

Em As coisas que perdemos acompanharemos Dylan e Max, uma adolescente e um garotinho inseparáveis e com uma grande amizade, que se encontram no meio do caos do começo de um apocalipse zumbi. Claro que como todo começo, todos estão meio perdidos e sem saber direito o que está acontecendo, mas de uma hora pra outra a tensão do desconhecido dá lugar ao completo horror que acompanha os mortos vivos e acompanharemos nossos protagonistas lutando para salvar suas vidas.
Mesmo com a pouca idade, Dylan se mostra madura e responsável o suficiente para fugir e zelar pela vida do garoto, mesmo sem ter a "obrigação" de fazer isso. Eles vivem momentos de puro medo e tensão, na busca de um lugar seguro do qual ela ouviu falar. Mas será que existem mesmo um lugar seguro agora que a humanidade caiu? Não só os zumbis são um problema, como também os sobreviventes que em meio ao caos esquecem todos os "bons modos".

[...]

A história segue os padrões das histórias de zumbi da atualidade, numa onda bem parecida com os primórdios de The Walking Dead, não trazendo (por enquanto) nada de novo ou extraordinário para a trama dos queridos zumbis. Ainda assim, não é um história que posso chamar de clichê ou cópia. Denise Flaibam consegue dar seu toque e deixar tudo interessante, principalmente por ser um livro onde reina a ação. Desde o comecinho temos reviravoltas e surpresas de tirar o fôlego, a autora não dá descanso nem poupa ninguém, muito menos o leitor. Não esperava por tanta adrenalina durante o livro todo e mais do que surpresa, fiquei satisfeita com o que me foi entregue.

[...]

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site: http://pobreleitora.blogspot.com.br/2017/06/resenha-as-coisas-que-perdemos-denise.html
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