A Guerra dos Mundos

A Guerra dos Mundos H. G. Wells




Resenhas - A Guerra dos Mundos


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Waldir.Santos 11/09/2019

Um excelente livro, a frente de sua época
Guerra dos mundos é um excelente livros (espero que o filme não faça a nova geração desistir dele, pois um nada tem a ver com o outro).
O ponto de vista de um homem perdido em uma guerra contra seres de outros planetas. Nenhum super-herói ou coisa do tipo. O livro conta a história de um homem comum colocado de frente contra terrores que ele jamais imaginou existir, e, como o previsto, ele não tem ideia do que fazer.
A história é muito boa, ás vezes o livro fica chato (por isso não dei nota cinco, algumas cenas são demasiadamente demoradas e tiram um pouco o clímax) mas o que mais me impressiona no livro. é como a escrita é fluida. Apesar de ter mais de 100 anos, o autor não fica preso em termos chatos e descrições pesarosas. V|ale a leitura, é um clássico e não atoa.
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Jessica.Guabiraba 25/08/2019

O melhor narrador
Sabe o que mais amo na obra de Machado de Assis? O narrador conversar com o leitor o tempo todo, me sinto dentro da narrativa, com #AguerradosMundos de H. G. Wells não foi diferente, e foi exatamente o que me fez devorar este livro. Nossa como é maravilhosaaaaa a interação narrador e leitor, a história flui bem! Fora que a história é incrível, de tirar o fôlego, de te fazer sair do comum, de te fazer refletir sobre a humanidade, de te deixar inerte ! Aaah, também te faz odiar um padre e ter pena ao mesmo tempo, os sentimentos são sempre muito confusos, mas, a esperança sempre prevalece! O livro é dividido em 2 partes e confesso que a segunda parte eu li em uma tarde de tão bem elaborada que é, eu acabei o livro no susto, quase que literalmente, já que o final é bem inusitado rsrsrs
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LisboaPB 04/08/2019

Século XIX
Em pleno século XIX e um escritor já pensa em invasão alienígena? Caramba! Vale a pena conferir principalmente quem gosta desse tema.
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Jesse 27/07/2019

Chatooooo!
Mais um livro desse escritor que eu detestei. Chato, arrastado, sem muito conteúdo. Entendo que ele é um grande precursor de muitas ideias da literatura Scifi, mas mesmo assim não deixa de ser uma escrita chata, e ao meu ver bem pobre. Cheguei até a ler O homem Invisível no original, pra tentar criar mais simpatia pela escrita do H.G, mas o resultado foi o mesmo!

Dizem que os livros de contos dele, são melhores que seus romances. Mas nenhuma editora brasileira até o momento se dignou a publica-los, e continuam sempre publicando as mesmices, que já possuem trocentas edições diferentes.

Enfim.... quem sabe não compre algum livro de contos dele, na versão original mesmo. Mas confesso que me falta estímulo pra ler qualquer outra coisa desse senhor.
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Carol | @carolreads 11/07/2019

A Guerra dos Mundos
Mais uma ficção científica para a lista.

“Eles vieram do espaço. Eles vieram de Marte. Com tripés biomecânico agigantes, querem conquistar a Terra e manter os humanos como escravos. Nenhuma tecnologia terrestre parece ser capaz de conter a expansão do terror pelo planeta. É o começo da guerra mais importante da história. Como a humanidade poderá resistir à investida de um potencial bélico tão superior?”

Pelo o que pude perceber a escrita do H.G Wells é bem crua. Ele tem uma história para contar e é isso que ele faz... sem muita firula.

Ano passado li ‘o homem invisível’, do mesmo autor, e o estilo de escrita não me incomodou, inclusive gostei muito da leitura. Com ‘a Guerra dos Mundos’ foi diferente... confesso que me decepcionei um pouco com esse livro.

O enredo é muito interessante e a maioria já conhece: vamos acompanhar a Terra ser invadida por marcianos. Acontece que todos os acontecimentos são narrados por um único personagem que, mesmo após a invasão, não procurou se aprofundar no que aconteceu - deixando (ao meu ver) a narrativa rasa.
.
Outra coisa que me incomodou foi que a descrição dos marcianos e suas ações não me soaram verossímeis.

Mesmo com várias ressalvas, ainda achei a leitura válida e gostei de ter conhecido o livro que serve hoje como referência a várias histórias.

E aí, alguém já leu esse livro? O que acharam? Qual outro do autor recomendam?

site: https://www.instagram.com/carolreads
Jesse 27/07/2019minha estante
Acabei de ler também, e já li outros três livros dele. A máquina do tempo, A ilha do doutor Moreau, e o Homem invisível. Mas sinceramente não gostei de nenhum desses livros. Na verdade gostei um tiquinho de A ilha do doutor Moreau. Agora o resto, nem sei porque insisti. Mas isso vai cada um né.

Vi bastante gente dizendo que os contos dele são melhores que os romances. Mas até agora nenhuma editora lançou um livro de contos dessa pessoa. Talvez, mas bem talvez mesmo, eu arrisque e compra um livro de contos dele, na versão original pra dar uma conferida.


Carol | @carolreads 31/07/2019minha estante
Por enquanto estou empatada: gostei de o homem invisível e achei a guerra dos mundos bem mediano. Aos poucos quero ler outras coisas do H.G Wells... não por sua escrita, que também não gostei muito, mas por suas ideias, que, querendo ou não, influenciaram muitas outras obras de ficção científica.
E eu não sabia dessa fama dele de ser um bom contista! Vou procurar algum para ler.




Bruno 18/05/2019

No final do século XIX, houve muita especulação sobre como seria o futuro. Tecnologias avançadas, medicamentos miraculosos, tudo daria ao homem um progresso sem precedentes. Dentre os vários profetas sobre como seria a sociedade no futuro, H.G. Wells foi um dos mais bem-sucedidos.
A Guerra dos Mundos foi publicado em 1897, através de folhetins. Histórias utópicas sobre o futuro eram muito comuns na época, mas está é uma das poucas que sobreviveram ao tempo. A história por si só pode não parecer grande coisa: se trata de uma invasão marciana à Terra. Desta forma, pode-se ter a impressão de que temos uma história de ficção superficial ou pouco impressionável. No entanto, a experiência científica do escritor como pesquisador e professor (inclusive, colega acadêmico de T.H. Huxley) enriquece a narrativa com áreas da ciência em alta na Era Vitoriana (espectroscopia, engenharia, microbiologia) de forma bastante convincente.
Os eventos são narrados e vivenciados por um personagem anônimo(críticos atribuem a personagem ao próprio Wells), que vive numa região próxima a Londres, mas que presencia a invasão alienígena desde o início. Acompanhamos as reflexões e encontros da personagem à medida em que a invasão prossegue. Encontramos pela primeira vez em uma história o uso de um veículo blindado e armado (Clarke - The pattern of prediction 1763-1973: H.G. Wells: Preacher and prophet, 1970), assim como armas e recursos que continuam sendo sofisticados para nossos padrões.
Admiro o escritor pela criatividade: como alguém, que nasceu antes da era digital poderia ter uma visão de tecnologia como esta? Talvez apenas Leonardo da Vinci. Os planos dos invasores do planeta vermelho, uma raça de inteligência possivelmente superior à nossa, não são tão óbvios como parecem no início. Muitos talvez pensem que a história tem seus momentos mais lentos, mas devemos lembrar que todo o conteúdo consumido na cultura moderna é influenciado pela indústria do cinema. Livros modernos são, na maioria dos casos, são escritos com ação desenfreada e excesso de alívio cômico. O livro, que não tem mais do que 300 páginas, não é cansativo nem enrolado. Recomendo a todos aqueles que se interessam pelo clássicos.

site: https://bauliterariodedarwin.blogspot.com/2019/05/ficcao-cientifica-01-guerra-dos-mundos.html
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Jenner Azevedo 12/04/2019

Quase todos os elementos de história apocaliptica
Ao contrário de alguns que falaram que não conseguiram ler devido à forma de escrita, eu não percebi nenhuma diferença, nem parece que foi escrito antes de 1900. Eu senti essa estranheza lendo Tolkien por exemplo. Acho que guerra dos mundos vale a pena, é um livro precursor de um estilo bastante conhecido hoje, o de histórias apocalípticas. Pode ser lido em 4 horinhas
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@dropsdeleitura 19/03/2019

Wells é um excelente contador de histórias. A velocidade da narrativa, mesmo num tom jornalístico, cria uma tensão bastante considerável, deixando margem suficiente pra que a nossa imaginação preencha as lacunas com o que tiver coragem de usar.

Numa linguagem simples e direta, o narrador da história conta, a partir de sua experiência, a invasão marciana e a subsequente destruição de Londres e de algumas cidades interioranas.

Mas pra mim, isso foi só pano de fundo. O que ressalta é uma crítica mordaz à tendência humana de colonizar, dominar, massacrar.. como se fosse um direito universalmente concedido a espécie.
Eu, que venho repensando hábitos de consumo (inclusive de consumo alimentar), encontrei um reforço inesperado numa história que eu já conhecia pelos filmes e que taxava até de forma pejorativa como ?bang-bang científico?. Como é diferente a narrativa britânica da narrativa americana!

No livro, temos a chance de olhar de frente para a nossa crueldade e a nossa prepotência. Temos a chance de exercer um pouco essa humildade que tanto faz falta quando estamos diante dos estragos que o nosso especismo causa a este mundo que nunca foi só nosso. Nunca.
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Marcos 14/03/2019

Num dia normal, o protagonista, cujo nome não nos é dito, vai a um observatório espacial e vê explosões na superfície de Marte. Após isso, um estranho cilindro cai na terra, a bordo de um meteoro. Logo este se abre e criaturas estranhas começam a sair dele. O pãnico, então, está instaurado na Terra.

Mais e mais cilindros chegam e com eles, máquinas-rôbo gigantes que contém pernas mecânicas altíssimas e armas exterminadoras de alta perícia. Não há combate nem tecnologia no planeta que seja capaz de combatê-los. O exército já perdeu boa parte de seus homens e ainda assim não consegue achar uma solução para tal. Os governos ficam apavorados. Agora cada um deve correr para conseguir salvar a sua vida. Mas, para onde? É nesse universo de caos e terror que a história desse livro se desenrolará e que acompanharemos a jornada do protagonista em busca de sua sobrevivência.

Guerra dos Mundos é um clássico da ficção científica mundial, talvez um dos livros mais conhecidos desse gênero. A obra traz conceitos completamente novos para a ficção da época e trabalha em cima de um ataque alienígena ao planeta Terra, onde não haveria chances da humanidade resistir. Em 1938 ocorreu o famoso episódio em que uma rádio britânica narrou um trecho do livro e aterrorizou milhões de ouvintes que achavam que o ataque estava de fato acontecendo. Este é, talvez, uma das situações que, ao meu ver, mostra o quão forte o poder da literatura, e da ficção em geral, tem e é um dos mais emblemáticos associados a um livro.

Confesso que estava com grandes expectativas para com esse livro e que durante a leitura elas foram um pouco frustradas. Em algumas cenas os personagens agem de uma forma muito normal para um local que está sendo destruído e em que a sua vida está em completo risco. Também esperava sentir um pouco mais do horror que o texto trouxe às primeiras pessoas que o leram. Não o senti de fato, uma vez que o autor não conseguiu, a meu ver, construir uma boa atmosfera de suspense para que desse margem para isso acontecer. No mais, é uma boa obra para se entreter numa tarde e, de maneira alguma, perdeu para mim o seu mérito. Quero, inclusive, ler outros livos do autor.

O livro teve algumas adaptações para o cinema e para a TV. Eu assisti à mais recente, de 2005, que tem Tom Cruise no papel principal. No entanto, esse filme apenas usou algumas das ideias de Wells da história e trouxe o enredo para uma realidade contemporânea à época. No mais, não foi uma adaptação fiel ao texto e lembro de achado enfadonho em alguns momentos.

Vale dar um grande destaque a esta edição do livro que está sensacional. A capa é dura de soft touch, o livro todo tem ilustrações e uma nova tradução. Além disso, há uma breve entrevista com o autor onde ele fala sobre esse livro e sua obra no geral.

Recomendo a todos que gostem de ficção científica, por ser um clássico que deve ser lido por todos os fãs do gênero e para quem se interessa em conhecer mais a obra do autor.
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Joice (Jojo) 03/03/2019

Guerra avant garde
Ler "A Guerra dos Mundos", do britânico H.G. Wells, é fácil para os leitores do século XXI, já habituados a décadas de invasões de seres de outros planetas - proporcionadas pela ficção científica (livros, filmes e outros suportes). Ainda assim, é possível imaginar o fascínio com que esse livro foi recebido em 1898, ano de seu lançamento.

Antes de Wells, nenhuma raça alienígena havia invadido a Terra. Visitado com fins pacíficos, sim, mas nunca antes nossa "superioridade" havia sido colocada à prova. É interessante recordar que o autor era fascinado pela Teoria da Evolução, proposta por Charles Darwin em 1859, e durante todo o livro ele faz referência ao opus magnum de Darwin, de certa forma justificando a invasão marciana (e até mesmo a indiferença dos alienígenas em relação à raça humana).

Wells era (também) jornalista, e "A Guerra dos Mundos" tem o mérito de trazer em sua narrativa componentes da linguagem jornalística antes mesmo de Ernest Hemingway (1899-1961) instituir esses elementos como tendência literária. Talvez esse seja um dos fatores que fazem a leitura acessível aos leitores de hoje (e que certamente instigou Orson Welles a adaptá-la para os Estados Unidos em 1938, causando grande comoção em Los Angeles).

Apesar do tema atual, Wells não compartilha o tom pessimista tão característico dos escritores contemporâneos. Apesar de todas as perdas e incertezas, o autor parece ter fé de que a raça humana prevalecerá.

Uma questão, contudo, que pode causar estranheza aos leitores de hoje é o provincialismo de Wells. Apesar de ser "a guerra dos mundos", toda a trama se passa apenas na Inglaterra. Isso não tira o impacto da invasão marciana, mas certamente uma ação global teria mais impacto na narrativa.
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Paulo.Jose 18/02/2019

Incrível, porém, entediante
O livro é narrado pelo personagem principal da história enquanto ele vive os fatos. Os relatos são praticamente jornalísticos com muitos detalhes aos nomes dos locais. Acredito que uma edição em português poderia contar com um mapa onde o leitor pudesse acompanhar melhor o local dos eventos. Me senti excluído da história nesses pontos. Na segunda parte do livro a narração fica mais interessante. Apesar da dificuldade na leitura, é incrível o que o autor foi capaz de conceber em 1989. Realmente incrível
Tiago.Neves 20/02/2019minha estante
Na verdade ele é de 1897. Eu ainda estou lendo, mas estou gostando bastante.




Dani 18/01/2019

1,5
Desculpe para aqueles que acham que não devemos dar notas baixas à clássicos , mas faço minhas avaliações baseada no meu nível de entretenimento, e essa leitura foi tudo, menos divertida. Merece apenas 1,5.
Não há como negar a importância histórica da obra, e sim, ela foi revolucionária para sua época, mas para uma leitura de entretenimento atual, ela não envelheceu bem.
A escrita de H.G. Well é muito maçante e enfadonha, seu personagem principal (o único de qualquer importância) não tem nenhum carisma e a invasão alienígena é completamente sem sentido com uma conclusão bem insatisfatória para o que hoje conhecemos em relação a viagem espacial e Marte. Sério que devo acreditar que os marcianos tem a inteligência e tecnologia para chegar até aqui, mas não teriam pensado ou tido qualquer precaução para o que eventualmente os mataram na história?
Enfim, Guerra dos Mundos foi uma obra importante em seu tempo e definitivamente abriu muitas portas e imaginação na ficção científica, mas não sobreviveu bem ao tempo em minha opinião.
Fernando Lafaiete 18/01/2019minha estante
Já vi muita gente dizer o mesmo que você Dani. Eu tenho quase certeza que também não irei gostar. :/


Nina.Silva 19/01/2019minha estante
Estou lendo e estou com o mesmo problema. Livro maçante e não empolga. ?




Sardi 22/12/2018

Um maravilhoso clássico
Acorde cedo. Engula seu café da manhã. Vá ao trabalho. Volte para casa. Engula mais uma refeição e durma para repetir tudo novamente no dia seguinte. Se sinta o máximo por isso.

E sigamos ignorantes dos olhares que talvez nos perscrutam pelo espaço.

É nesse contexto que H. G. Wells nos interpela sobre nossas prioridades como humanos. Em "Guerra dos Mundos" os marcianos vêm para pisar não só em construções humanas mas também em nossa prepotência.

A narrativa é liderada em primeira pessoa, por um protagonista sem nome, contando as coisas por que passou desde a chegada dos Marcianos. E esta narrativa é muito bem construída, repleta do horror pelo desconhecido, o temor pela morte iminente e instantânea, o sufoco da multidão que tenta se salvar em vão. É uma leitura maravilhosa, que recomendo sem reservas, por ser fluida, fácil porém sem deixar de reservar surpresas e profundidade. H. G. Wells realmente foi um mestre em criar marcos, em dar luz a clássicos!

Sobre a edição da Suma. Incrível! A arte e as cores tanto da capa e da folha de guarda são lindas! As ilustrações também são incríveis, apesar que maior parte do recurso visual que usei durante a leitura foi da minha memória de quando vi aquele filme mais recente (os tripods clássicos, que parecem caixas d'água, não me inspiram muito medo hehehe). Ainda sobre a edição, apesar de muitos elogios tenho uma crítica: ao leitor, recomendo que evitem o prefácio e a introdução, vão direto para a história. Pois estes, em minha opinião, se alongaram demais e estragaram algumas surpresas. Não que sejam textos ruins (muito pelo contrário, são excelentes!), porém podem ser melhor apreciados após concluída a leitura.
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Danniki 19/12/2018

Conclui a leitura “A Guerra dos Mundos” escrito por Herbert George Wells em 1987 e que teve duas adaptações para telas: em 1953, que a propósito foi chatinho, e em 2005, esse eu adorei.
O livro foi aclamado da época e continua sendo, mas eu não senti nada emocionalmente ao ler, foi mais um livro chatinho com o lance de ciência que eu não curto muito, não. Mas valeu a pena ler, pois é uma leitura rápida e com poucas páginas escritas.
Enfim, sou suspeita para resenhar (rs).
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