Se Eu Ficar

Se Eu Ficar Gayle Forman




Resenhas - Se Eu Ficar


700 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Regiane 01/07/2010

Uma grande lição de vida!
Mia tinha tudo para ser completamente feliz, uma família maravilhosa e moderna, um talento incrível para música, um dedicado namorado e uma melhor amiga que todo mundo sonha ter. Um dia tudo isso muda, e de repente todas alternativas para sua vida somem.

A autora trás um enredo que nos faz refletir melhor sobre tudo, valorizar cada segundo ao lado da nossa família. Eu me emocionei a cada página, me senti como se estivesse na pele da personagem, vivenciado cada momento. Também fiquei muito comovida com o amor incondicional de Adam por Mia - a ponto de me arrancar lágrimas.

Um livro triste, porém lindo, que nos leva a pensar sobre o grande valor da vida.
Rosane 24/11/2013minha estante
Aqui no skoob ta dizendo que Se eu ficar é o livro 1, então vcs sabem se é uma trilogia ou se vai ter continuação? Eu não li ainda...


Duda 03/06/2014minha estante
Oi, você sabe se vai ter um proximo livro?Eu ainda não li Se eu ficar e estou querendo saber se o livro vai continuar avulso


Ana Claudia Car 10/07/2014minha estante
Maravilhoso, sem mais, história, bem desenvolvida, narrativa e bem dinâmica.


Mrs. Vinícius 17/07/2014minha estante
É para ter um segundo livro (Para Onde Ela Foi),comprei (Se Eu Ficar) estou louco para que chegue logo.


monica.mendes.1 10/12/2014minha estante
Há o 2º livro chama se "Espera por mim"


Karol 14/12/2014minha estante
O segundo livro já saiu, chama-se "Para onde ela foi".


Dreza 09/08/2015minha estante
Assim como você eu também me senti na pele da Mia, me emocionei por total e não conseguia parar de ler, pois me senti envolvida a cada pagina. Chorei, chorei pra caramba e como você disse "é um livro triste, porém lindo", me fez pensar se realmente temos a chance de tomar a decisão de ficar, me fez pensar se realmente conseguimos ver nossa vida por dois lados e se eu teria coragem de ficar.


Sol 26/08/2016minha estante
A autora trás um enredo que nos faz refletir melhor sobre tudo, valorizar cada segundo ao lado da nossa família. Eu me emocionei a cada página, me senti como se estivesse na pele da personagem Mia , eu vivenciei cada momento. Louca pela continuação Pra onde ela foi.


Heloisa.Melo 28/06/2017minha estante
Sou louca para terminar de ler o livro, mas o filme nos traz uma emoção a mais. velho é muito real, historia de arrepiar.




Fefa 18/07/2010

[Só para avisar, há pegadas de spoilers aqui]

É. Não é nada fácil lidar com a morte. Você simplesmente não tem como descobrir quais serão seus últimos momentos de felicidade, aqueles que antecedem uma tragédia ou uma descoberta aterradora. Enfim. Se eu Ficar me lembrou dois outros livros que também utilizam a temática de morte como pano de fundo para seus enredos. São eles Antes de morrer, da Jenny Downham, e E se fosse verdade, do Marc Levy. A principal diferença é que o romance da Gayle Forman não tem a profundidade do primeiro nem a dinâmica narrativa do segundo. Corre, no geral, como mais um livro pra fazer você chorar e refletir sobre a maneira pela qual está levando a vida.

Eu percebo agora que morrer é fácil. Viver é difícil.

Mas vamos pôr os pingos nos is.
Mia é uma atípica protagonista: nerd, violoncelista e não vive a procura de um amor... até ele aparecer. Ela leva uma vida pacata com os pais e o irmão menor, mas essa situação muda depois do fatídico acidente que a deixa em estado de coma e exige dela uma escolha: ficar ou partir? É dentro de uma experiência extracorpórea que Mia vai visitar seu passado, avaliar o presente e tomar a difícil decisão.

Eu diria que o livro é de momentos. Tem um texto leve, porém lento, que oscila entre os flashbacks e o desenrolar dos acontecimentos no presente; entre partes desgastantes e passagens comoventes. Há diálogos inteligentes e sólidos, entretanto o único clímax do livro é o próprio acidente descrito no início e que, diga-se de passagem, é uma das partes mais legais. Dá pra você imaginar a cena em câmera lenta e, o melhor de tudo, ao som de Beethoven. Aliás, aí está um dos pontos altos: as referências musicais.

Acredito que a história perde alguns pontos porque Mia assume um papel passivo no livro, é apenas uma expectadora de sua própria vida e qualquer movimento ou situação é suficiente para fazer as lembranças emergirem, o que em alguns casos soa forçado na narração. Aparentemente na há um pretexto consistente para o fato dela estar ali, fora do corpo, [além de ter que fazer sua escolha] como seria no caso dela ter assuntos inacabados, por exemplo. - De qualquer forma este é um ponto irrelevante já que se trata de um contexto tão mais amplo e complexo, e não está em questão aqui.

Se eu ficar é bonitinho, não é piegas, mas não passa de bom. Embora eu tenha me emocionado diversas vezes, não consegui sentir a intensidade das circunstâncias vividas pela Mia, nem dos sentimentos apresentados por ela. Reservei três estrelinhas e meia para este romance.
comentários(0)comente



Maria Carolina 16/01/2011

Gosto é Gosto Né!! (Desculpa gente essa e minah OPINIÃO)
A Autora escreve o livro de um jeito até facil de ler mais, Vou falar a verdade, o livro não me cativou.. Não posso ser tão radical, teve momentos que eu fiquei triste com os acontecimentos com a Mia..o livro até tem uma mensagem bonita sobre familia, união, amor incondicional..E eu me apaixonei pelo irmão dela o Teddy que menino fofo.... Eu achei o Livro muitoo Parado!!! E Na hora que chegou o final ( e eu nem sabia que era o final) virei a pagina e BUM acabou o livro.. e me deixou muito decepcionada, esperava outro final....Simplesmente o livro não mexeu comigo...
Tati 27/11/2014minha estante
o final também foi minha grande decepção... não sei se a versão que vc leu tinha o primeiro capítulo da continuação, a versão que eu li, tinha... então ainda tinham diversas páginas a serem viradas, na minha cabeça... mas daí, puf! acabou!
o livro em si não me cativou tanto quanto o tema, que me fez pensar muito sobre a vida... e a morte... chorei de soluçar diversas vezes, mas a narrativa é absurdamente parada... quero ler o segundo pq estou curiosa prá saber de fato o fim do primeiro... mas ainda falta coragem... rss


Lara 01/12/2014minha estante
Gostei muito do livro, mas n entendi se ela ficou ou não


Polícia Resenha 03/12/2014minha estante
Sua resenha está com a pontuação toda errada! Aprenda a diferença entre mais e mas! Coloque vírgulas! Escreveu muitas palavras com letra maiúscula.
Revise o texto.


Kellen 30/01/2015minha estante
Tive essa mesma percepção. Eu fiquei imaginando um grande livro, mas encontrei algo que está na mesmice e em nada me acrescentou. Talvez a continuação seja melhor.


shimene.feuser 03/08/2015minha estante
Aconteceu o mesmo comigo. Virei e página e... "Agradecimentos". Como assim? kk Achei bem fraco e a parte disponível do segundo livro também, cansativa até.


Bruna 24/08/2015minha estante
Se eu pudesse dar -1 pra esse livro aqui no skoob com certeza seria a minha nota!
Livro péssimo!!




Rose 06/03/2013

Oi amigos, estamos em março e eu posso dizer com certeza que pela história e de como ela foi contada, este já é um dos melhores livros que já li este ano e dos meus 38 anos. Gayle Forman me fez chorar e rir, e principalmente me fez sentir e pensar...
Mia é uma violoncista talentosa e promissora de 17 anos que nasceu de um casal de roqueiros que se casaram ao som de música heavy metal. Seu irmão Teddy preferia a bateria de seu pai. Ela ainda namorava o vocalista e guitarrista de uma banda punk-rock, chamado Adam. Tudo estava relativamente bem até que um passeio em família, um caminhão passou por cima do carro matando instantaneamente a todos.
Por incrível que pareça, quis o destino que Mia fosse a única quase sobrevivente. Eu digo quase porque seu estado era extremamente delicado e as primeiras horas seriam decisivas.
Mas será que Mia queria continuar viva? De que valia viver se toda sua família não estava mais ao seu lado?
Acontece, que mesmo sem seus amados pais e seu querido irmão, Mia ainda podia contar com seus avós, primos, primas, tios e tias, além se sua grande amiga Kim e seu grande amor Adam. Será que tudo isso seria suficiente para mantê-la entre os vivos?
Das lembranças de seu passado passando por seu recente presente, Mia nos faz caminhar por sua via e seus sentimentos passam a ser os nossos.
Mas como aceitar que Mia possa desistir de viver? Ou como não entender que ela queira desistir? Até onde vale a pena lutar por uma vida que será vazia em determinada área para todo o sempre? Mas seria justo desistir e abandonar aqueles que a amam?
Uma história envolvente onde nos apaixonamos pelos personagens e torcemos até a última linha para que o fofo do Adam consiga convencer a alma de Mia a continuar viva. E ficamos na corda bamba, entre a vida e a morte, torcendo e questionando o que faríamos em seu lugar.
Um livro que na minha opinião mais do que sincera, vocês não poderiam deixar de ler.
Maristela 10/04/2013minha estante
Essa é a primeira resenha que leio sobre esse livro e fiquei fascinada.Todos sabemos que quando perdemos os entes mais queridos e que no mesmo acidente eles se foram e você ficou, é muito difícil aceitar isso. Normalmente o sentimento é de revolta, depois resignação e por fim aceitação. Creio que Gayle soube transportar todos esses sentimentos para as páginas desse livro, que faço questão de ler.




Mariana Dal Chico 18/11/2009

Mia é uma garota 'nerd' com pais amorosos, um namorado 'descolado' apaixonado por ela. O livro é repleto de referências musicas clássicas (pela Mia) e de rock (por seu namorado). E sendo tão diferente, ela fica se perguntando como ele foi apaixonar-se por ela.

Numa manhã de nevasca ela e sua família saem para passear de carro e acabam sofrendo um acidente. No hospital, Mia revive seu passado, vê seu presente e tenta decidir se vale a pena lutar por um futuro.

Um livro que te faz querer lê-lo em um dia. Emocionante. Um dos mais bonitos que já li na vida.

(E vai virar filme *-*)

Tekantunes 25/10/2010minha estante
Concordo com você. Chorei tanto quando li...


Duda 03/06/2014minha estante
Ela vai viver?


Karolaine Zanol 19/08/2014minha estante
Eu realmente LI em um dia hehduehdue, dormi super-tarde, com escola no outro dia e com o coração em frangalhos por ter virado a ultima página.




Lucianoasantos 14/09/2014

Excelente livro
Adiei a leitura de Se Eu Ficar por um bom tempo, até que minhas expectativas com relação ao livro abaixassem. Pouco antes do lançamento que vem acompanhado por um filme também muito aguardado havia muita gente falando sobre, fazendo comparações, e dizendo o quanto as pessoas se emocionariam ao lê-lo. Queria fugir disso, então esperei.

Com o livro em mãos, a leitura fluiu sem muitos percalços: a autora nos apresenta Mia, uma garota de dezessete anos que cresceu em meio a um ambiente musical, seu pai tocava em uma banda de rock local de sucesso, então crescera ouvindo-o compor e chamando de tios o restante da banda; mas que quando crescera mostrara um interesse maior pela música clássica, o que a levou a tocar violoncelo. Seu namorado também tem uma banda de rock, mas conseguem se entender o suficiente para que respeitem a escolha musical do outro, e são felizes assim.

Até que numa manhã, após uma breve nevasca, decidem sair em família para visitar os avós de Mia, no caminho sofrem um acidente. Mia entra em coma. É esta a escolha que tem de fazer: partir ou ficar.

Confesso que apesar do texto bem escrito e da personagem reconhecidamente simpática, tive sérias dificuldades de me conectar com o dilema de Mia. E, sendo esse um livro que, boa parte de quem já o leu deve concordar, mexe com emoções, então alguma coisa não conectou para que me tocasse. E, considerando que o tio aqui é um tanto chorão, tenho que parar pra analisar seriamente o que aconteceu.

O livro é estruturado de forma inteligente: a ação em si dura cerca de vinte e quatro horas, mas a autora faz uso de lembranças e flashbacks para narrar acontecimentos anteriores ao acidente algo bastante semelhante ao visto no Graffiti Moon: um período curto de ação mas muito bem aproveitado pelas autoras que nos colocam a par da vida de Mia, sua relação com sua família, seu namorado, Adam, e Kim, sua amiga. Assim, não tive dificuldade alguma em acompanhar os acontecimentos. Mas não me emocionei tanto quanto imaginava que me emocionaria.

A história se desenrola mesmo após o acidente, com Mia em coma, através de uma experiência extra-sensorial: ela sai de seu corpo, consegue perambular por aí, ouvir o que dizem, mas não pode fazer contato com ninguém. Então é preciso primeiro não questionar isso para que o livro funcione. Pra mim, tudo bem.

Depois, acompanhamos Mia tomando consciência de sua condição, do que aconteceu para chegar ali, e o que deverá encontrar se decidir ficar. Em certa altura, alguém diz pra ela para ela em coma, não pra ela ser de luz que entende que ela já perdeu muito, e que qualquer uma das opções será uma droga. Concordo com isso e acho mesmo que desistir não seria uma opção digna de censura.

E me causa estranhamento ter compreendido tudo tão bem mas não ter me sentido mais próximo a ela. Em leituras de livros assim é inevitável o colocar-se no lugar, mas nem isso fez com que ficasse mais sensível. Alguma coisa entre nós não bateu, mas não consigo saber ao certo o quê. O que não quer dizer que não gostei do livro. Pelo contrário, ele é muito bem executado, só não me fez chorar.

Então, para quem tem interesse em sua leitura, fica uma dica: não se preparem para ler o livro, não imaginem que vão chorar horrores ou que passarão incólumes por ele. Leiam simplesmente. É bem melhor assim.
Liny 15/09/2014minha estante
Depois de ler sua resenha, não vou criar tantas expectativas assim, mas quero ler e em breve, estou bastante curiosa com relação a esse livro. :)


Line 15/09/2014minha estante
Sua resenha ficou incrível....adoreiiiiiii..agora queoro mais que nunca ler e ver o filme..arrasou...bjs


Saleitura 15/09/2014minha estante
Logo que vi a sua resenha corri para ler sua opinião. Terminei de ler o livro na sexta feira e gostei. Peguei o livro para ler simplesmente e só quando cheguei nos últimos capítulos teve momentos que me emocionaram e cheguei a ficar com os olhos lacrimejando, mas não tão intensamente. Foi nessa hora que me lembrei dos lencinhos que vieram no kit.
Queria fazer a resenha depois de ver o filme, mas acho que vou acabar postando antes.
Quero muito ver o filme para saber como foi a adaptação. Será que vendo o filme vou conseguir gastar os dois pacotes de lenços?
Apesar de tudo gostei da leitura.


luluzinhapinkgv 17/09/2014minha estante
bom... digamos que esse livro está me deixando louca, quero tanto ler, mas como vc... tenho medo de ler e não me encantar.... minha expectativa ainda está grande!
Mas gostei da sinopse... só não gostei da capa, pq detesto livro com capa do filme!
bjos


Sueli 25/09/2014minha estante
Li o livro e como sou fissurada no tema, gostei muito. Só preciso da continuação agora, porque fiquei com aquele gostinho de quero mais com o final. Esperando o filme chegar à minha cidade para poder comparar, mas sempre prefiro o livro.


Kris - Conversas de Alcova 02/10/2014minha estante
Gostei muito da sua resenha porque ela foi bem sincera, e ao contrário das outras não exaltou tanto as qualidades do livro.
Porque desde o inicio eu tentei me ater ao fato de que tanta repercussão se devia mais à propaganda da editora que a estória em si.
Mas ainda sim tenho muita vontade de lê-lo e tirar as minhas próprias conclusões.


Pandora 04/10/2014minha estante
Tá, me chame de temperamental, mas de repente me deu vontade de ler esse livro e de repente me deu vontade de participar do sorteio... É uma maratona participar de sorteios o skoob é só uma parte!!! :p


Tati 27/11/2014minha estante
Interessante que uma grande parte das resenhas diz a mesma coisa "gostei, mas não me conectei"....
Tenho hábito de não ler resenhas antes de ler um livro... Não quero criar expectativas nem me deixar influenciar... Mas depois que li gosto de saber as opiniões de outros leitores...
Minha nossa, eu chorei baldes!!! Mas baldes mesmo e de soluçar... Precisava parar de ler para enxugar as lágrimas!!! Mas também não me conectei... Chorava pela Mia, pela família da Mia... em nenhum momento me imaginei no lugar dela...
Quando terminei o livro me peguei pensando em como as coisas podem mudar rapidamente e como devemos valorizar e aproveitar o que temos enquanto temos... Mas ainda assim não me colocando no lugar da Mia...
DETESTEI o final... foi frustrante e não considerei um final... Quero ler o segundo livro apenas porque quero saber realmente como foi o final do primeiro, mas ainda assim desconfiada de que não descobrirei!!!




Francielle 02/10/2014

Se eu ficar
Superestimei esse livro, e sinceramente, não alcançou minhas expectativas.
E o pior é que achei a história tão incompleta que quero ler a continuação; mesmo sabendo que o próximo livro está no mesmo nível desse, portanto a decepção será inevitável.
comentários(0)comente



Vi 18/11/2015

Chato
Estória fraca com final previsível. Os personagens não cativam de forma alguma. O livro é extremamente chato do início ao fim. Perda de tempo total!
thata 28/12/2015minha estante
Concordo!




Dani Vale 12/10/2014

Só isso...
O que dizer desse livro ... Não o achei esse fenômeno todo, mas também não foi de todo ruim.
O livro traz a história de Mia uma garota apaixonada por Violoncelo, que após um acidente de carro envolvendo ela e toda sua família começa a se questionar qual melhor caminho seguir, morrer ou ficar!
A partir desse evento principal a personagem fica entre histórias do presente, sempre acompanhando a reação de cada pessoa que a visita no hospital, e os momentos do passado que fazem parte da sua história.
O que gostei no livro foi a narração em primeira pessoa, a forma como a autora sai do presente para o passado e vice versa tornando fácil a ligação entre ambos e por fim a história em si, que nos faz pensar quão forte somos e até onde conseguimos suportar as situações que nos levam aos extremos.
Entretanto algo me incomodou ... não consegui sentir emoção na personagem. Fico imaginando se perdesse toda a minha família, seria a dor mais excruciante que se possa imaginar, mas no livro só senti essa angústia (e assim mesmo de forma muita branda) nas últimas páginas. O final também meio que me decepcionou, achei que seria a parte mais emocionante da história, porém quando percebi que terminei o livro fiquei me sentindo vazia, como se não tivesse acabado.
Agora é assistir o filme e tentar mudar de idéia!
Duda 13/10/2014minha estante
eu li o se eu ficar em dois dias, devorei tudo .-.


monyara.reis 07/01/2015minha estante
Não estou gostando nenhum pouco do livro :( Tem quase 15 dias que tento terminar de ler, já assisti o filme e não gostei também...


Dani Vale 19/01/2015minha estante
Nossa Monyara.reis deve estar bem penoso a história para você. Confesso que não entendi o frenesi sobre esse livro, e ao me dizer o que o filme também não é bom me desanimou mais ainda. Estava pensando em comprar o segundo livro, porém hoje repenso se vou continuar me aventurando nessa história.




Andressa 02/08/2014

Um punhado de delicadezas
Mia tem 17 anos e é musicista, seu instrumento é o grandioso violoncelo. Ela nasceu em um família repleta de músicos, seus pais são jovens, muito carismáticos e cheios de vida e ela ainda tem um irmãozinho mais novo chamado Teddy. Além deles, Mia tem Adam, o namorado e Kim, a melhor amiga. Tudo parecia perfeito até que, certo dia, ao fazer uma viagem com sua família, há um acidente e o mundo de Mia desmorona. Nas próximas horas, Mia precisa decidir se fica ou se vai. Seu corpo encontra-se em uma cama de UTI, porém, seu espirito perambula pelo hospital, tentando compreender o que está realmente acontecendo e quais são as consequências disso.

A narrativa é em 1a pessoa, na voz de Mia. A autora é muito meticulosa na narração, Mia analisa com muito cuidado e delicadeza cada detalhe do que está acontecendo ao seu redor e relembra várias passagens de sua vida, tentando facilitar nossa compreensão e conexão com os personagens secundários.

Mia é uma garota feliz, aparentemente sem problemas, que gosta de tocar violoncelo. Ela se considera a ovelha negra da família, pois é a única que não dá preferência ao rock. Seus pais e Teddy só aparecem em seus relatos, mas me soaram muito agradáveis, a verdadeira família comercial de margarina. Adam é o namorado de Mia e tem uma banda, ela sempre diz que os dois são muito apaixonados e tudo que dá a entender que têm uma relação forte. Kim é a melhor amiga de Mia, as duas são super parecidas. Além desses, há mais alguns poucos personagens que surgem brevemente.

Apesar da delicadeza de Se Eu Ficar, eu estava com expectativas muito altas e acabei não gostando tanto quanto pensava. Considerei o livro superestimado, não há nada de tão sensacional nele. A leitura, por vezes, foi monótona e não consegui me afeiçoar aos personagens. Adam, por exemplo, senti que precisava conhecê-lo melhor para poder compreendê-los como um casal apaixonado, infelizmente, não consegui achar química só pelos relatos de Mia. Achei o trailer do filme mais interessante que o próprio livro.

No entanto, considerei belíssimo o valor que Mia dá a sua família, a maneira como ela descreve o quanto eram felizes e completos juntos. Isso foi altamente positivo. Porém, como eu já disse, por não conhecê-los melhor não consegui sentir exatamente o que Mia sentia, não consegui captar 100% da sua dor. Não consegui ter a empatia que gostaria. Não sei se isso é bobagem minha, mas muitos autores conseguem me transportar completamente para seu universo e me fazem sentir as mesmas dores e alegrias de seus personagens, o que não foi o caso dessa vez.

Por fim, mesmo que eu não tenha me agradado da forma que gostaria, reconheço que este é um livro com lições de vida muito bonitas. Nos traz várias reflexões importantes através da situação que Mia enfrenta. Não o considerei incrível, extraordinário ou imperdível, apenas simples. O que cativa é a sua delicadeza. Ah, ele deixou um gancho para o próximo livro, o qual pretendo ler futuramente.
comentários(0)comente



Rafael Palone 18/08/2014

No embalo de “A Culpa é das Estrelas”, grande parte da geração que gostava de vampiros, agora gosta de um drama. Daqueles bem pesados, com personagens morrendo, sofrendo de uma doença crônica ou perdendo seus relativos mais próximos. As maiores estratégias para fazer sucesso no mundo da literatura infanto-juvenil, no momento, são as histórias melancólicas. É exatamente por isso - e pela adaptação cinematográfica – que o livro Se Eu Ficar, de Gayle Forman, está tendo uma repercussão comercial enorme. O problema é quando a dimensão da propaganda não corresponde a da qualidade. Infelizmente, este livro se enquadra a esses casos.

Mia Hall é uma adolescente que, embora deslocada dos grupos sociais mais populares, tem uma vida perfeita. Um namorado famoso, uma bolsa na faculdade quase garantida, uma grande habilidade musical e uma melhor amiga inseparável. Até o momento que sua família sai para passear e um caminhão desgovernado bate contra o carro, resultando na morte dos pais e estado de saúde gravíssimo dela e do irmão mais novo. A garota fica presa entre a vida e a morte, o espírito vagando pelo hospital enquanto o corpo, em situação deplorável, é cuidado pelos médicos. Nem ela mesmo sabe se vai acordar e voltar a viver, embora uma das enfermeiras garanta que sobreviver/ficar é questão de escolha.

Os capítulos são compostos por dois momentos: primeiro, o presente, quando Mia vaga pelo hospital, vê seus parentes, namorado e amigos sofrendo. Depois, os flashbacks, quando ela relembra algum momento de quando estava viva. Como seu namoro começou, como seus pais se relacionavam ou como seu avô a tratava.

Embora a proposta de "relembrar o passado" seja bastante trabalhada, a impressão que o livro passa é a de “pegar o bonde andando”. Todas as relações já estão formadas e acabam se tornando um tanto superficiais. Por exemplo, o romance entre Adam e Mia surge de repente, não há um “porquê”, uma construção de relações que chegue ao afeto entre eles. Simplesmente se apaixonam de uma hora para outra. Dessa forma, o leitor não é convidado para “fazer parte”, torcer pelo casal e querer que fiquem juntos – pelo menos à princípio. As razões pelas quais eles se apaixonam são apresentadas de maneira bem panorâmica e singela até demais.

A falta dessa “verdade” em torno das relações faz com que pareçam forçadas e mentirosas demais. Todo relacionamento é composto por brigas, conflitos e pesares. Mas, no livro, todos se dão bem com todos, e isso acaba passando uma ingenuidade que desfavorece o andamento e a credibilidade da história.

Os destaques são os momentos que a personagem vaga pelo hospital. Gayle trabalhou muito bem a angústia de estar ao lado das pessoas que ama, vê-las chorando por sua causa e não poder fazer nada. A forma como esses momentos são descritos tem em vista fazer com que o leitor se identifique, coloque-se na situação da personagem e, é claro, se emocione.

A leitura é fácil e, em alguns momentos, infantil. Não creio que as relações mais superficiais e o linguajar menos rebuscado sejam falhas, são provas de que a autora buscou atingir um público bem específico, não mais abrangente como em “A Culpa é das Estrelas” ou outro drama em destaque. Ou seja, as chances de um jovem que goste de romances mais melosos se apaixonar por este livro é muito maior do que um fã de livros mais tensos como “Jogos Vorazes”. Apesar do livro deixar a desejar, as minhas expectativas para o filme ainda são altas. O enredo do livro, de certa forma, parece se encaixar bem com uma proposta emocionante para as telonas.

site: http://www.canalindicex.com/2014/08/se-eu-ficar-gayle-forman.html
comentários(0)comente



Nana 03/04/2010

Uma triste realidade!
Um livro que nos faz refletir e avaliar o valor da vida.
Nos mostra que nada é garantido neste mundo. Em um momento podemos estar felizes ao lado das pessoas que amamos e no minuto seguinte perdê-las. Uma triste realidade.
comentários(0)comente



Dine 15/09/2014

Muito confuso?
Não consigo decidir se esse livro me agradou ou não. Pode parecer estranho para você, mas eu realmente estou confusa. Vejamos se consigo explicar...

A princípio pensei que seria impulsionada pela leitura pela forma como a história começou. Mas com as idas e vindas de Mia, quando a vida se passa como se fosse uma lembrança, o livro vai ficando chato. A descrição do acidente me fez ficar com dor de estômago. Ouve momentos nos quais chorei, o que deveria ser um bom sinal porque o mesmo teria me tocado... Foi então que eu percebi que foi apenas por ter vivido algo parecido com minha mãe e o fato de me lembrar dela me sensibilizou. Levei para o lado pessoal. Mas não é assim que deve ser a leitura de um livro?

Não gostei de como as lembranças de Mia divagam por épocas diferentes quando você já está agoniado pelo fato dela contar tudo isso enquanto ainda está naquela situação.
Adam e a forma como ele a enxerga é a única parte boa do livro. Mesmo confusa e decepcionada com a forma com a qual a história é contada ainda dou 3 estrelas. Se pude confrontar o que li com a realidade e me emocionei é sinal de que nem tudo está perdido.

"Essa é a minha opinião. Tentando ser imparcial e apenas agir como leitora comum e ser humano crítico que chega as suas próprias conclusões sem se deixar ser influenciada pelas opiniões alheias ou pelo 'bum' da mídia, já que o filme (com essa história) está em cartaz nos cinemas do mundo inteiro".
comentários(0)comente



Isabela 06/08/2014

Esperanças vivas
Acabei de concluir a leitura desse livro que tanto esperei, passando dias e dias desejando o momento de tê-lo em mãos e mandando minhas expectativas lá para o alto, imaginando um livro perfeitamente perfeito, do tipo que eu não leio desde Um Dia.
Mas, infelizmente, não foi o caso.
O drama da história é bom. O "roteiro", digamos, também. Como escritora, ainda que amadora, inventei eu mesma a história de Mia em minha cabeça, e, se Gayle Forman não tivesse tido a ideia para o enredo, eu teria ficado feliz em ser a responsável por isso. Justamente por isso, eu disse "infelizmente". A história é terrivelmente fraca, mesmo para um livro curto e leve. Faltou psicológico, os flashbacks foram pobres e as perdas que a personagem sofreu bateram muito de leve em mim, desgostosamente de leve.
Senti falta de uma torrente de emoções, daquele desespero que a ESCOLHA representa. Acho que todo mundo que lê a sinopse de Se eu Ficar espera por isso. Mas não tem, gente, não tem.
As diferenças "pequenas" entre os personagens - um namorado roqueiro com sua garota violoncelista - são o peso para a escolha de Mia, mas nenhum personagem tem voz suficientemente alta na história para que eu considerasse a situação um grande problema ou acontecimento, tanto que algumas vezes me forcei a lembrar o que aquela garota-fantasma estava fazendo enquanto contava sua história de grande potencial e pouquíssimo aproveitamento.
Dei nota 3 porque a leitura é fluida e porque, como eu disse, tem potencial.
Acho que a Gayle podia tentar de novo, e, para ser sincera, acho que o filme vai ficar ótimo.
Vou ler a sequência assim que estiver disponível. Também dei 3 porque um primeiro livro fraco não conseguiu matar minha ânsia por uma história brilhante. As esperanças ainda estão vivas, pois Mia escolheu ficar.
comentários(0)comente



Lari 03/04/2015

[Resenha] Se Eu Ficar, de Gayle Forman
Descobri esse livro depois de assistir o trailer do filme. Minha primeira impressão foi que a história seria tipo "Como se fosse a primeira vez", com a garota sofrendo um acidente de carro, ficando em coma e o seu, digamos, espírito perambulando por aí.
Uma coisa peculiar que aconteceu foi que eu não senti uma emoção muito grande quando teve o acidente e os pais da Mia morreram (foi diferente pois normalmente eu sofro bastante quando algum personagem morre), acho que isso aconteceu porque o acidente de carro foi nas primeiras páginas do livro, a autora ainda nem tinha revelado o nome da personagem principal, então a tragédia do livro não conseguiu me emocionar verdadeira e profundamente e isto fez com que eu olhasse para a situação da Mia de uma maneira mais fria, mais ilusória e menos real (eu tentei mudar essa visão no decorrer da narrativa mas não consegui).

Mia é uma garota de 17 anos apaixonada por música clássica. Ela toca violoncelo deste seus 8 anos e seu namorado, Adam, faz parte da banda Shooting Star que está começando a ficar famosa em Portland. Ela mora com seus pais e seu irmão, Teddy, no Oregon. Sua mãe é super segura consigo mesma; seu pai tinha uma banda e largou tudo para se tornar professor quando a responsabilidade bateu à porta, e Teddy é muito imperativo, cheio de energia. A ligação entre os dois irmãos é suave e linda, não tem como não se apaixonar.

Mia se sente muito diferente dos seus parentes por ser amante de música clássica enquanto sua família é punk, por ser introspectiva e todos serem festivos e engraçados. E esse sentimento de "não fazer parte" aumenta com a entrada de Adam na sua vida.

Nas primeiras páginas temos o acidente. É rápido e confuso. Em um segundo a Mia estava no carro com sua família indo visitar os amigos, e no outro se viu no asfalto gelado olhando para seus pais mortos e a si mesma inconsciente no chão. Ela segue os paramédicos na viagem até o hospital e assiste sua própria cirurgia: tudo com uma observadora externa. A partir daí presenciamos a angustia de não poder ser vista ou ouvida, não entender sua situação e não saber o estado de seu irmão. Em meio a tudo isso temos vários momentos de flashbacks de Mia com sua família, sua melhor amiga, Kim, e com Adam.

O livro possui diversas reflexões, como a importância dos nossos amigos e família. A descoberta do amor verdadeiro e o valor que damos a nossa vida e quão longe iriamos para lutar por ela. Apesar de tudo isso eu não consegui ter uma empatia maior pela história e a forma como foi contada. Eu esperava mais - principalmente do final.

site: http://nomundodoleitor.blogspot.com.br/2017/01/resenha-se-eu-ficar-gayle-forman.html
Lukas 07/01/2017minha estante
Achei os dramas muito superficiais.




700 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |