The Hating Game

The Hating Game Sally Thorne




Resenhas - The Hating Game


6 encontrados | exibindo 1 a 6


Marina 02/06/2019

Perfeito
Inimigos que na verdade se amam, o que mais você pode querer de um livro de romance? Isso mesmo, absolutamente nada.
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Caroline 13/02/2019

3,5
Até os 50% está ótimo mas dps não me deixou mais tão encantada , msm assim , vale a leitura !
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Lauraa Machado 23/05/2018

Muito romance e nenhuma história
Antes de mais nada, acho bom deixar claro que eu não costumo ser muito fã de livros New Adult, então, se você é, provavelmente vai gostar muito mais desse livro do que eu. Nem posso dizer que não gostei, já que ele foi bem divertido do começo e cheguei a ler durante bastante tempo sem nem pensar no número de páginas, o que raramente acontece para mim. Mas, infelizmente, alguns detalhes da história me decepcionaram um pouco e tem pelo menos um defeito grande nesse livro que me impediu de dar mais do que essa nota.

O romance do livro é muito bem feito. Ainda que eu tenha percebido milhares de detalhes típicos de New Adult que costumam me fazer revirar os olhos, eles pareceram bastante naturais aqui, e eu leria outro livro da autora no mesmo gênero, mesmo não sendo dos meus favoritos, só como um passatempo. Achei a interação dos personagens bem bacana e, no começo, estava sim torcendo para os dois ficarem juntos.

Mas tenho críticas para o romance. Na minha opinião, eles tiveram a primeira interação realmente romântica rápida demais. O desenvolvimento do romance depois daí foi bem feito, mas ainda preferia ter sentido um pouco de ódio pelo Joshua antes, só para esse sentimento ficar mais crível. Do jeito que está, dá para ver que é só birra.

Minha segunda crítica para o romance é um pouco mais grave. Na sua maioria, Joshua foi extremamente interessante (e super me lembrou um ex, o que me fez gostar mais dele, vou admitir), mas ele teve algumas pequenas e sutis atitudes que foram controladoras e protetoras demais na minha opinião. Esse relacionamento chegou bem perto de ser tóxico. Nunca cruza mesmo a linha, por isso também estou disposta a dar outra chance para a autora, mas não é do tipo de coisa com a qual eu me sentiria confortável e nem posso dizer que cheguei a me envolver nesse romance por isso.

Mas a pior coisa do livro, o verdadeiro defeito imperdoável, é a falta de enredo. Não existe enredo aqui, sinto muito. E, não, uma coleção de cenas não é enredo. Isso me deu raiva, na verdade, só no final. Durante todo o livro, eu já estava incomodada com as várias cenas românticas que duravam trinta, quarenta páginas cada sem grandes mudanças, mas só fiquei realmente irritada quando percebi que até a mínima sombra de enredo que era teoricamente a direção da história (e está na sinopse) acaba sem resolução e sem acontecer! Isso foi realmente revoltante e imperdoável! Depois de eu ter passado por tanta cena só de construção do relacionamento, a única coisa que podia criar um clímax diferente ali ainda é esquecida como se não significasse nada.

Também detestei que as pequenas reviravoltas que apareceram foram completamente previsíveis, nada interessantes e não serviram para compensar a falta de enredo do livro. Já disse que fiquei um pouco revoltada?

Às vezes, você gosta de livro que não tem muita história ou enredo, só romance mesmo. Eu, até esse livro, achava que era uma das pessoas que ama romance e nem se importa com o resto. Na minha opinião, romance não precisa ser só um detalhe no plano de fundo. Pode até estar em primeiro plano, só não pode ser a única coisa acontecendo e se desenvolvendo pelo livro.
Por isso dei nota três. O livro diverte, mas deixa a desejar. Mas, vai saber. Não é como se eu fosse muito fã do gênero New Adult mesmo.


Sarah Warman/ @travelholic_sarah 30/08/2017

Lucy Hutton e Joshua Templeman se odiam. E eles não têm nenhum problema em mostrar seus sentimentos. O problema é que eles trabalham juntos, na mesma sala, um de frente para o outro. Os dois são assistentes executivos de dois Co-CEOs de uma empresa editora.
Lucy é a boazinha, compreensiva e amada por todos.
Joshua é seco, grosso e odiado por todos.
Tudo que eles fazem vira uma competição.
Quando aparece uma chance de promoção e os dois descobrem que terão que competir um com o outro pelo cargo, eles fazem de tudo para ganhar.
O problema é que o amor é o ódio andam juntos. E com o tempo esse ódio, obsessão se transforma em algo tão forte que Lucy fica sem entender. Podendo interferir na promoção e em suas carreiras.

Gente, eu amei esse livro, se você já leu alguma das minhas resenhas, sabe que eu sou apaixonada por relacionamentos de amor e ódio. O livro é super agradável de ler, super rápido e não é chato. Dei risada, achei o diálogo dos personagens super divertido. Fiquei com medo que ia odiar as partes sobre o trabalho, que ia ter muitas coisas sobre isso, que ia se lento e ia perder o interesse, mas não foi assim. As partes sobre o trabalho não foram chatas e cansativas e foram bem curtas.
A ansiedade e espera de algo acontecer é umas das minhas coisas favoritas em romances. Odeio amor a primeira vista. E quando o romance acontece, é muito bem descrito, bem intenso. Amei como eles afetaram e mudaram um ao outro para melhor. Muito bom e super recomendo.
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Marce 19/07/2017

Adorei
Quem gosta de comédias românticas vai adorar. Super divertido e com ótimos personagens.
O inglês está bem tranquilo, nada muito difícil.
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Nati 08/12/2016

"Hating someone feels disturbingly similar to being in love with them. "
Depois de me decepcionar com "Anexos", eu precisava de um chick-lit fofinho e eis que encontro essa coisa linda aqui. "The Hating Game" é a história de Lucy Hutton e Joshua Templeman, dois colegas de trabalho que se odiaram à primeira vista. Ambos são o oposto um do outro: Lucy é otimista, inocente e alegre, enquanto Joshua é fechado, focado e até um pouco arrogante. Então, desde o primeiro momento, passaram a competir em tudo - no jogo que eles mesmo chamaram de The Hating Game, cujo objetivo era fazer o outro ceder em alguma coisa. Até que uma promoção na editora em que trabalham como assistente executivo vai elevar o jogo ao próximo nível - o prêmio agora não é só o posto de editor-chefe, como também a chance de humilhar o adversário e obrigá-lo a se demitir. Porém, um beijo apaixonado no elevador vira o jogo, e os dois começam a descobrir que a linha entre ódio e amor sempre foi tênua demais.

O livro é do POV da Lucy, que é uma personagem super legal de acompanhar. Ela é engraçada, meio atrapalhada e ingênua, mas aos poucos o leitor começa a desvendar um pouco da história dela, assim como a do Josh à medida que eles se envolvem. A química dos dois é muito envolvente, e divertida, com toda a competição entre eles, além de que as cenas mais 'hot' são de te deixar se abanando. E aos poucos eles vão se apaixonando, e as cenas começam a ficar super fofas também, de modo a te deixar sorrindo assim como Lucy. As reviravoltas não são tão surpreendentes, mas mesmo assim deixam o coração apertado e servem bem como a dose de drama que é quase obrigatória nos chick-lits. Os personagens secundários também servem bem para desenvolver a trama e servir de apoio ao romance principal. A maioria dos clichés dos romances está presente, assim como algumas das tropes clássicas, mas eu adoro algumas delas e nunca me canso, e nos meus raros momentos da vibe 'romance fofinho' é uma das primeiras coisas que procuro no livro, então fiquei bem contente com o que achei aqui.

O estilo da escrita, assim como os elementos presentes, me lembraram um pouco os livros da Sophie Kinsella, e essa talvez seja uma das razões pela qual gostei tanto desse livro. Eu super indico essa história divertida e envolvente para os fãs de romances e chick-lit. 4 estrelinhas de shortcake de morango.


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