Lobo Por Lobo

Lobo Por Lobo Ryan Graudin




Resenhas - Lobo Por Lobo


18 encontrados | exibindo 1 a 15
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Lua 25/04/2017

Preciso da continuação na minha mesa AGORA!
E se o Eixo tivesse ganho a 2ª Guerra Mundial? Se o Japão nunca tivesse invadido Pearl Harbor e, consequentemente, os Estados Unidos nunca tivesse entrado na guerra? E se Hitler tivesse dominado a Inglaterra e a Rússia? Devemos concordar que nada de bom sairia disso, certo? E a partir desses ''E Se?" que a escritora criou Lobo por Lobo.
Lobo por Lobo é no mínimo curioso, a personagem principal Yael, é determinada, forte e ao mesmo tempo confusa, lutando por um mundo justo para todos. Temos personagens cativantes, um livro com a narrativa fluída, história interessante e viciante, gostei assim que li o primeiro capítulo, fica aqui a indicação mais que merecida para Lobo por Lobo.
E eu preciso de respostas, ESTOU LOUCAMENTE DESESPERADA PELA CONTINUAÇÃO.

"O mundo dentro destas páginas poderia ter sido o nosso. E foi, durante um tempo e em um lugar, então devemos fazer o possível para não esquecer isso." - GRAUDIN, p 355.
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Thalita Branco 05/04/2017

Resenha ~ Lobo por Lobo - Ryan Graudin
E se Hitler tivesse ganho a Segunda Guerra Mundial? A partir desse pressuposto temos Lobo por Lobo. A pequena judia Yael é selecionada logo ao chegar no Campo de Concentração para uma experiência. Substâncias estranhas são injetadas em sua pele com o intuito de deixá-la com a mesma aparência de uma ariana pura. Mas ninguém esperava que a menina adquiriria a capacidade de trocar de aparência quando bem desejasse.

Já mais velha e membro da resistência, precisa usar sua capacidade para trocar de lugar com Adele Wolfe, última vencedora do Tour do Eixo, importante corrida de motocicletas realizada anualmente. No ano anterior, Adele conseguiu se aproximar de Hitler após vencer a corrida, então Yael precisa vencer também, chegar perto do tirano e assassiná-lo. Apesar dos meses de preparo, Yael não esperava que o envolvimento de dois competidores poderiam por tudo a perder.

Lobo por Lobo se mostrou uma grata surpresa. Apesar da repetição das questões relacionadas aos lobos incomodar um pouquinho, a história por trás deles é bastante interessante. Mesclando passado e presente, a leitura é fluida. Os personagens são bem construídos e você entende as suas motivações e se preocupa com eles. Felix, irmão gêmeo de Adele, é um fofo ainda que insistente em suas preocupações e Luka poderia ser facilmente interpretado pelo Alexander Ludwig, o Bjorn de Vikings, caso o livro vire filme. Aliás, fiquei imaginando essa história nas telonas e na minha humilde opinião ela tem um grande potencial!

Desanimei um pouco quando recebi o livro e vi o número 1 na lombada. Sim, Lobo por Lobo não é um volume único e sua continuação chamada Blood for Blood (Sangue por Sangue em tradução livre) ainda não possui data de lançamento no Brasil. Apesar de alguns momentos corridos e que poderiam ter sido melhor descritos, o final é super “WOWWWWWWW!!!” e deixa aquela curiosidade insana para a continuação!

Ainda que utilize mínimos elementos fantásticos, Ryan Graudin conseguiu criar a partir de uma hipótese real uma história bastante interessante e plausível. E fez com que eu, uma pessoa que não gosta de young adults, ideias semelhantes a distopias e que evita novas séries literárias, adorasse a história.

site: www.entrelinhasfantasticas.com.br
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Julia G 10/03/2017

Lobo por lobo
Como seria o mundo se a Alemanha tivesse vencido a Segunda Guerra Mundial? É com essa pergunta que Ryan Graudin desenha a trama de Lobo por Lobo e reinventa a realidade a partir de um dos maiores "E se..." da história da humanidade. Sua ousadia literária resultou em um enredo original, extremamente envolvente e repleto de reflexões sobre o que poderia ter sido.

Yael, protagonista do livro, havia sido submetida a experimentos em um campo de concentração quando criança, em uma tentativa de fazer seus traços semelhantes aos dos alemães. O experimento, entretanto, permitiu que seus traços se transformassem a tal ponto que ela podia assumir qualquer fisionomia que desejasse. Como membro da resistência, ela assume a identidade de Adele Wolfe, com a missão de vencer o Tour do Eixo, se aproximar do führer e matá-lo.

"- Estamos fazendo progresso. - O sorriso do dr. Geyer aumentou, como se seus lábios fossem abertos por um pé de cabra. Ele devolvia a prancheta para a enfermeira, rolava o banquinho até a mesinha prateada onde as agulhas ficavam organizadas em fileira. Dentes de prata, querendo enfiar veneno na pele de Yael. Enchê-la de mais dois dias de ardor e agonia. Mudá-la de dentro para fora. Tirar todas as cores, os sentimentos e a humanidade de dentro dela. Drenar, drenar, drenar, até não sobrar nada.
Só o fantasma de uma menina. Uma casca oca.
Progresso."

Lobo por Lobo traz em suas páginas um enredo eletrizante. Grande parte da trama se desenrola no decorrer do Tour do Eixo, uma corrida de motos na qual vida e morte estão em jogo, e cujo percurso perpassa toda a Europa, parte da África e Ásia. Não sou grande fã de corridas, então deduzi que ficaria entediada com essas cenas, mas a autora consegue narrar esses trechos com tanta paixão e intensidade que é difícil não ficar grudada a cada palavra. Além disso, o perigo está em cada quilômetro, e a tensão deixa o tédio bem longe.

E não é só Yael que se destaca durante o livro. Fiquei centenas de vezes com o coração dividido entre Luka e Felix, tão doces por trás de toda a carranca e briga por posições. Esses rapazes tocaram meu coração apesar de tudo, e eu fiquei muito curiosa para saber mais do passado entre eles e a verdadeira Adele, e também se em algum momento eles reencontrarão Yael.

O mais interessante da história é que Ryan Graudin utilizou aspectos verídicos do governo de Adolf Hitler para embasar sua trama. A cruz de ferro, a Gestapo, as operações militares e a ideia de construção da "capital do mundo", a Germânia, são apenas alguns dos elementos reais que estão presentes no livro. A própria autora comenta, em uma nota ao final do livro, sobre a origem de alguns detalhes de seu texto. Tudo isso misturado, é claro, a uma boa dose de liberdade criativa.

A maior liberdade criativa do livro, aliás, é a metamorfia de Yael. Claro que isso é fantasioso e muito improvável de acontecer, mas os experimentos dos alemães de fato ocorriam naquela época e a autora explica que optou por incluir esse elemento fantástico para fazer os leitores refletir sobre a real importância da aparência. Yael pode se transformar em qualquer pessoa, mas não lembra sua própria aparência, então é difícil dizer em que padrões ela se enquadraria. Provavelmente, em nenhum deles, porque ela não reflete o que é de verdade, Yael só existe por trás de cada rosto que assume.


"[...] Às vezes (muitas vezes) não restava nada para o luto se alimentar. Yael era uma tela em branco. Um cabide com uma pele bonita pendurada nele.Quem é você? (Por dentro?)
A resposta para aquela pergunta era algo por que ela precisava lutar. Seu reflexo não era reflexo nenhum. Era um espelho estilhaçado. Algo cujas peças precisava juntar, várias e várias vezes. Memória por memória. Perda por perda. Lobo por lobo."

O livro termina com uma grande reviravolta, daquelas de deixar qualquer leitor doente de ansiedade pelo próximo livro. Para quem gosta de uma história repleta de adrenalina, ou se interessa por possibilidades históricas, Lobo por Lobo é uma ótima opção. Gostei muito da trama criada por Graudin e, agora, além da expectativa pelo próximo livro da série, fiquei curiosa para ler A Cidade Murada, também escrito pela autora.

site: http://conjuntodaobra.blogspot.com.br/2017/03/lobo-por-lobo-ryan-graudin.html
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Vanessa Vieira 01/03/2017

Lobo por Lobo - Ryan Graudin
O livro Lobo por Lobo, de Ryan Graudin, nos traz uma história original e bastante atrativa sobre uma jovem que decide participar de uma corrida de motos com o intuito de encontrar e matar Hitler. Escrito com uma riqueza de detalhes surpreendentes e dotado de adrenalina, o enredo de Ryan Graudin me conquistou do início ao fim e se mostrou uma história bastante peculiar e inovadora, nos trazendo personagens fortes e dispostos a tudo para cumprir seus objetivos.

O Eixo ganhou a Segunda Guerra Mundial e com isso a Alemanha e o Japão se encontram no comando. Para comemorar a Grande Vitória, anualmente é organizado o Tour do Eixo, que consiste em uma corrida de motocicletas pela Europa e Ásia. O vencedor, além de muita fama e dinheiro, ganha um encontro com o recluso e soturno Adolf Hitler durante o Baile da Vitória.


Yael é uma adolescente que conseguiu fugir dos campos de concentração e a tatuagem de cinco lobos em seu braço representa a família e os amigos queridos que ela perdeu para a guerra. A jovem faz parte da resistência e recebeu uma missão prodigiosa: ganhar a corrida e matar Hitler. Resta saber se Yael terá a coragem e o sangue frio necessários para se manter fiel ao seu intuito, não deixando que nada atrapalhe sua jornada...

Lobo por Lobo foi um livro que chamou a minha atenção assim que foi lançado, visto que trata de um tema que me atrai bastante, ou seja, a Segunda Guerra Mundial e fora tal temática fiquei super curiosa para conhecer os seus personagens, principalmente a sagaz garota que arrisca tudo com o objetivo de matar Hitler. Para a minha alegria, o livro supriu todas as minhas expectativas e me apresentou uma história completa e uniforme que se passa no ano de 1956 em meio aos horrores da guerra e que nos retrata a imponente e cruel figura de Hitler e de seu séquito arrasando e dilacerando pessoas inocentes. A protagonista é tão badass quanto eu imaginava e luta com cada fibra de seu ser para cumprir sua missão, mesmo com todos os empecilhos e obstáculos que cruzam a sua jornada. Narrado em primeira pessoa por Yael - intercalando o passado e o presente da personagem e nos dando uma visão bastante ampla da formação de sua personalidade e caráter - adentramos um enredo selvagem e vívido que revisita um dos períodos mais sombrios da nossa história, nos oferecendo uma espécie de final alternativo.

"Esperança. Uma palavra esquisita. No passado, tinha sido leve e delicada. Quebrada tão facilmente quanto um dedo sob a bota de um guarda. Mas agora... agora, a esperança pesava ainda mais, como se o próprio Coliseu tivesse desmoronado em cima dela. Argamassa e sofrimento. Tijolo e tempo. Entrando com tudo na cavidade torácica dela. O lugar que deveria abrigar seu coração."

Yael é uma personagem forte, determinada, destemida e, acima de tudo, uma sobrevivente. Ela presenciou sua família e seus amigos queridos perecerem nas mãos dos soldados de Hitler e só não teve o mesmo fim porque foi servir de cobaia para um médico. O experimento do Anjo da Morte lhe concedeu uma capacidade especial e extrassensorial e é justamente esse "dom" que a beneficia durante o Tour do Eixo. A dor e o sofrimento da personagem são palpáveis para o leitor, bem como sua garra e fibra para se vingar dos seus algozes, sobretudo do sanguinário Hitler. Usando a identidade de Adele Wolfe - a última vencedora do Tour do Eixo e uma das favoritas da competição -, Yael se empenha de corpo, alma e coração para vencer a corrida e em seu caminho terá que lidar com Felix Wolfe, o irmão gêmeo superprotetor de Adele e Luka Löwe, um envolvimento amoroso da vencedora da competição do ano anterior. Gostei demais da Yael e de sua garra e determinação. Ela sofreu na própria pele os malefícios de Hitler e viu sua família e pessoas queridas sendo despedaçadas brutalmente por ele e por sua corja. Para esconder seu período como refugiada nos campos de concentração, ela tatuou cinco lobos em cima dos números que a identificavam como prisioneira em seu pulso e achei essa analogia bacana, além de ter sido bastante explorada na história.

"Era uma vez, em outra época, uma garota que vivia no reino da morte. Lobos uivavam em seu braço. Uma matilha inteira - feita de tinta e dor, memória e perda. Era a única coisa nela que sempre continuava igual."

Eu gostei bastante do Felix e de sua postura dentro da história. Mesmo atrapalhando Yael com seu jeito superprotetor, é perceptível que ele é dono de um bom coração e apoia causas nobres. Luka se mostrou uma figura bem enigmática e confesso que me decepcionei bastante com o personagem, principalmente por conta de seu egoísmo e falsidade.


Em síntese, Lobo por Lobo se mostrou uma verdadeira obra-prima e nos apresentou a Segunda Guerra Mundial sob um novo prisma e com oportunidades aleatórias de um desfecho diferente. A autora usou e abusou de referências históricas, retratando inclusive a Operação Valquíria e o seu infeliz desfecho, o que concedeu todo um realismo ao enredo. De uma forma bastante audaciosa e original, Ryan Graudin deu uma leve pincelada sobrenatural em sua trama e achei tal feito de uma criatividade surpreendente, além de se casar muito bem com os fatos apresentados na história. A capa é bem chamativa e nos traz uma matilha de lobos espalhados nas mais diversas posições e a diagramação está ótima, com fonte em bom tamanho e revisão de qualidade. Recomendo☺

site: http://www.newsnessa.com/2017/02/resenha-lobo-por-lobo-ryan-graudin.html
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Brena 04/02/2017

Lobo por lobo (Perfeição)
E se os países do Eixo tivessem ganhado a Segunda Guerra Mundial? Uma única questão que é capaz de criar vários cenários na nossa cabeça e despertar nossa curiosidade a cerca do livro Lobo por lobo.

Yael é uma garota judia que foi levada, ainda criança, a um campo de concentração, junto com sua mãe, durante a Segunda Guerra Mundial. Lá, ela foi escolhida a dedo pelo Anjo da Morte, um médico que a usou como cobaia em um experimento novo, onde era submetida a sessões de injeções, para torná-la uma ariana pura. Logicamente, o experimento não foi capaz de transformar o sangue “impuro”, no sangue de um alemão, mas suas características físicas mudaram completamente.

(Continue a ler em: http://www.gettub.com.br/2017/01/lobo-por-lobo.html)


site: http://www.gettub.com.br/2017/01/lobo-por-lobo.html
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ELB 31/01/2017

Every Little Book
Quando tive contato com lobo por Lobo só precisou de uma frase para me convencer que essa seria uma história na qual eu gostaria de mergulhar! Qualquer leitor que goste de livros sobre segunda guerra mundial, já se fez uma vez na vida a pergunta: E SE HITLER TIVESSE VENCIDO?

Em Lobo por Lobo, a história se concentra em como parte do mundo se porta em uma época pós Segunda Guerra Mundial onde o Eixo venceu, a Itália foi agregada a Alemanha que juntamente com o Japão dominam Ásia, África e Europa e para comemorar a vitória e mostrar o continuo domínio, todos os anos eles organizam uma corrida de motos que atravessa desde a Europa, passando pela Ásia e terminando no Japão, as regras são claras, a única coisa que você não pode fazer é ser pego tentando matar seu oponente; o vencedor dessa corrida além de dinheiro e fama, ganha a oportunidade de conhecer Adolf Hitler no baile que é oferecido ao vitorioso (a).

Toda a Europa estava manchada de vermelho. […] Dois impérios distintos compunham o Eixo: o Terceiro Reich e o Japão, que liderava a Esfera de Coprosperidade da Grande Ásia Oriental. O Führer e o imperador Hirorito tinham dividido o continente asiático como um bolo, cortando-o precisaente no meridiano setenta.
Para entender o porquê esse plot de corrida é importante temos em mente que Yael (a protagonista), um judia de 17 anos que sobreviveu ao holocausto e que agora é membro da resistência, pretende/ tem como missão matar Hitler.
O livro alterna passagens entre passado e presente onde acompanhamos as memórias de Yael enquanto estava no campo de concentração com sua mãe, onde era apenas uma criança e ainda sim, foi submetida a teste pelo Dr. Geyer que aplicava injeções que interagiam com o DNA a fim de manipular a quantidade de melanina produzida pelo corpo da menina, essas injeções fizeram com que com o passar do tempo, Yael se tornasse uma espécie de metamorfa e assim conseguisse se transformar em qualquer pessoa, o que nos leva ao período do presente.

No presente, Yael como membro da resistência pretende matar o Adolf Hitler não apenas para se livrar do sistema ariano, mas também busca vingança para com as pessoas que perdeu pelo caminho durante os anos nos campos de concentração; e o plano é o seguinte: Yael deve sequestrar Adele (a última vencedora da corrida do Eixo) e correr no lugar dela na 10º edição, derrotando todos os outros corredores, vencer e ter a oportunidade de dançar com Hitler e assim matá-lo na frente de todos, muito fácil #SQN.
As únicas pessoas desesperadas o bastante para atuar sob a lua e as trevas pesadas eram os conspiradores da resistência, os salafrários do mercado negro e os judeus disfarçados. Yael era as três coisas.
A escrita é muito fluida e a autora sabe como ninguém nos deixar com vontade ler o a próxima página, as descrições dos espaços por qual a corrida passa são bem gráficos e até os modelos das motos usadas são descritos o que torna a ambientação fácil de se envolver; Yael estudou tudo o que podia sobre a vida de Adele ou pelo menos tudo que conseguiu encontrar na mídia, portanto na prática, deveria ser fácil se passar por ela durante a corrida, bastava apenas conhecer os pontos fracos dos outros corredores, superar seus medos e dores e vencê-los.
Compartimentalizar: Pegar algo cheio de dor e queimar e enfiar no canto mais sombrio da alma, onde até você tem medo de entrar.
Porém Yael não contava com a falta de informação sobre a vida pessoal de Adele que não era conhecida pela mídia ou seja, encontramos uma protagonista perdida no meio da corrida ao descobrir que Adele teve um envolvimento amoroso com Luka (um dos corredores), além de ter que lidar com Felix ( irmão de Adele) que quer protegê-la e por consequência tira lá da corrida a qualquer custo e com todas as conversas e cobranças de cunho familiar que Felix jogava sobre ela, mesmo não tendo a mínima ideia sobre o que se tratava, além de ter que se manter na liderança para que conquiste o direito de conhecer o Fhurer.

A construção dos personagens desde a protagonista até os secundários é feita de forma lenta e continua, mas muito bem estruturada, em determinados trechos a maneira de escrever da autora é em bem sutil e metafórica, minhas partes favoritas com certeza é quando conhecemos o passado de Yael, pois é quando colando os pedaços de informações e características que vamos entendendo quem é quem na história; e mesmo que revelado ainda no começo do livro o porquê do título a razão não deixa de ser menos dolorosa e triste.
Era uma vez, em outra época, uma garota que vivia no reino da morte. Lobos uivavam em seu braço. Uma matilha inteira - feita de tinta e dor, memória e perda.
O livro é cheio de plot twits, ação e até um pouco de romance (mas bem pouco mesmo), com um final surpreendente e aberto, até porque trata-se de uma duologia e esse é o único ponto que não o torna um livro 5 estrelas na minha opinião, acredito que se tivesse enxugado algumas cenas e organizado, cabia tudo direitinho em um livro único, mas mesmo assim cumpre o papel de nos deixar desesperados pela continuação, para saber que rumo a história tomará.

site: http://www.everylittlebook.com.br/2017/01/resenha-lobo-por-lobo-ryan-graudin.html
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cicibeleza 14/01/2017

Onde está meu fôlego?
O livro teve uma boa progressão, enredo bom e de tirar o fôlego... mal posso esperar pela continuação!
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Fernando Lafaiete 11/01/2017

Uma história que poderia ter ido além!
Comecei a leitura bem empolgado e apesar de ter me decepcionado um pouco, acredito que este livro irá agradar muitos leitores. Ele não é de todo ruim, mas não apresenta nada de novo, é só mais uma distopia entre tantas outras.

Neste universo criado pela Ryan Graundin, conhecemos uma realidade alternativa onde Hitler com a ajuda do Japão venceu a segunda guerra mundial. Para comemorar esta vitória dos "puros sangues", todo ano é realizada uma corrida de moto, iniciada na Alemanha e terminada em Tókio. O grande vencedor irá ganhar uma grande quantia em dinheiro e muita glória. Nossa protagonista é a Yael, uma metamorfa, membra da resistência, que participa da corrida disfarçada como a última campeã. O objetivo é vencer a corrida (óbvio), se aproximar de Hitler na festa da vitória e assassiná-lo.

A premissa é excelente e a escrita da autora é muito boa. Porém, ela desenvolve a história de maneira que acabou não me agradando tanto assim. A primeira coisa que me incomodou foi o despreparado da protagonista. Para uma missão praticamente suicida como esta e pelo fato dela ter sido "treinada" para tal, eu esperava uma protagonista bem foda. Mas ela é bem mal treinada. Ela comete uns erros muito sem sentido e não possui as informações necessárias para completar tal missão. Ou seja, ela vai tentar matar o maior líder do mundo sem estar de fato preparada.

Outra coisa que me incomodou/irritou é que ela hesita muito antes de agir. E sem contar que ela é facilmente enganada e encurralada.

E o que mais eu achei desnecessário, é o pseudo-romance que surge. Na minha opinião, uma história como esta, não precisa de romance. Eu esperava muita ação e reviravoltas; mas o livro é meio parado nesse sentido. A corrida que eu esperava que fosse bem sanguinária, é bem tranquila. Eu queria algo mais tenso, tipo jogos vorazes.

E pra completar, eu acabei adivinhando o final do livro logo ao chegar na metade da leitura. Acontece 3 situações no decorrer da narrativa que me fizeram sacar qual seria o final (o grande clímax). Mas são coisas que você só ira sacar se ler com muita atenção, pois fiz leitura conjunto com 4 amigos e somente eu adivinhei o final. Então não direi que o livro é previsível, mas se você ler com atenção, ele não será nem um pouco surpreendente pra você!

Na continuação, eu espero que a autora explore melhor este mundo. E que ela desenvolva melhor alguns personagens. Pois o mundo Hitleriano é apresentado de maneira bem superficial e alguns personagens são mal utilizados.

Apesar das minhas observações negativas, e apesar desta estória ser mais do mesmo; o livro é legalzinho pra passar o tempo e a leitura flui, graças à escrita da autora.

Uma premissa muito boa, mas um desenvolvimento bem cômodo! Espero que a leitura seja mais proveitosa para quem resolver ler!
Esdras 11/01/2017minha estante
Riscando da lista.rs.


Fernando Lafaiete 11/01/2017minha estante
Dê uma chance... vai que você gosta. Ele não é ruim... Mas é igual a tantos outros!


Esdras 11/01/2017minha estante
Ah, não, amigo. RS. Vou anotar os que vc falar bem.haha




Naiade 09/01/2017

Primeiro livro de 2017! Eu estava empolgadissima para essa história. A premissa parte de uma realidade em que o Hitler venceu a guerra, e quem me conhece sabe o quanto esse assunto me interessa...
Quando fui ler, me deparei com uma história em que o foco era uma corrida de motocicleta, da Alemanha até Tóquio. E eu me decepcionei, pq não era isso que eu esperava e nem o que eu queria...
Ok, aí comecei a conhecer a Yael. Uma metamorfa que tem a missão de ganhar a corrida e, simplesmente, matar o Hitler, acabando assim com o Reich.
Até a metade do livro, eu realmente não gostei tanto da história, a decepção ainda estava pesando... Mas da metade pra frente eu li em algumas horas, devorando o livro e gostando cada vez mais da Yael.
No final das contas, avaliei com 4 estrelas, e quero muito a continuação! Mesmo com a decepção que tive no início, o livro me surpreendeu positivamente e quero saber o que vai acontecer...
Carol 21/01/2017minha estante
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Nina 08/12/2016

E se...?
Quem nunca se perguntou “e se”? E se eu tivesse feito isso ou aquilo? E se tivesse escolhido assim ou assado? O que estaria diferente? Esse é o mote de Lobo por Lobo, um mundo onde o maior “e se” da história se tornou realidade.

Imaginem se a Alemanha tivesse ganhado a Segunda Guerra e Hitler se transformasse no grande líder mundial. Pois é esse o cenário perverso que a autora nos apresenta: toda a Europa e norte da África pertencem à Alemanha e a Ásia ao Japão, que permaneceu aliado dos nazistas até o fim. Para comemorar a vitória na Guerra, Alemanha e Japão passam a organizar todos os anos o Tour do Eixo: uma corrida de moto que parte de Berlim, cruza a Europa, passa pelo Egito, alguns países asiáticos, e termina em Tóquio. O objetivo é mostrar a dominação territorial e racial da raça ariana e no final da corrida é oferecido um baile que conta com a presença do imperador japonês e de ninguém menos que o próprio Hitler que, depois de sofrer inúmeras tentativas de assassinato, quase nunca aparece em público.

A Resistência, grupo de rebeldes que luta contra o nazismo vê no Baile da Vitória a chance de acabar com Hitler, pois é a melhor oportunidade para se aproximar dele. Mas como fazer isso sem levantar suspeitas? É aí que eles conhecem a jovem Yael e percebem que ela e seu estranho poder pode ser a solução do problema.

Yael é judia e foi levada para os campos de concentração junto com sua mãe quando ainda era uma criança. Lá ela conheceu o sofrimento de perto e viu todos aqueles que amava sucumbirem diante do horror nazista. Pior, ela chamou a atenção dos doutores da morte que usavam os prisioneiros do campo como cobaia em seus experimentos. Todos os dias, a menina era espetada por agulhas que lhe provocavam dores terríveis e acabaram gerando uma mutação em seu corpo. Agora, Yael é capaz de mudar sua aparência e ficar igual a qualquer pessoa que seja do mesmo sexo e tenha idade aproximada à sua. Por isso, ela consegue fugir e, após alguns anos, acaba fazendo parte da Resistência.

O Tour do Eixo não permite a participação de mulheres porque a disputa é uma espécie de Vale Tudo com Corrida Maluca e, quando as câmeras não estão filmando, os competidores fazem de tudo para vencer. Até que Adele Wolf, disfarçada de seu irmão gêmeo, participa da corrida e vence. Ela cai nas graças dos nazistas e durante o Baile tem a chance de dançar com o próprio Hitler. Um ano depois, os planos são bem simples: Yael deverá sequestrar Adele, tomar sua identidade, disputar e vencer a corrida, dançar com Hitler no baile e matá-lo quando todos estiverem assistindo o evento ao vivo pela televisão.

Eu sei que lendo assim pode parecer meio maluco ou fantasioso, mas o que mais me agradou neste livro foi a sensação de que todos os acontecimentos narrados poderiam ser mesmo reais. Imagino que se Hitler tivesse vencido, o mundo estariam exatamente com Ryan Graudin descreveu. Outro ponto que me agradou muito foi a complexidade dos personagens, que são muito bem desenvolvidos e com histórias muito marcantes, especialmente Yael. A garota passou por tanta coisa que chega a ser natural o seu desejo de vingança e a sua busca por si mesma. Ela já mudou tanto que já não se lembra mais da sua aparência, de como era seu rosto antes das experiências, e por isso ela teme perder também sua identidade. Nesse sentido, as tatuagens de lobo que ela tem e que ilustram a capa do livro são de extrema importância pois a ajudam a se lembrar de quem ela é e do seu passado.

Preciso dizer que foi uma leitura que se arrastou por dias. A narrativa é um pouco pesada, principalmente pelos sentimentos e dores de Yael que permeiam toda a história e dos termos em alemão que volta e meia apareceram e atrapalharam um pouco minha compreensão. Mas isso não é um defeito, muito pelo contrário, pois, conforme a história avança a sensação de intimidade com Yael aumenta e vamos nos sentindo cada vez mais próximos da história.

O melhor de tudo é que a autora conseguiu combinar elementos históricos com fantasia e uma pitada de distopia e ainda assim ter uma ficção verossímil e um enredo inteligente. Um livro incrível, instigante e que merece ser lido pelo maior número de leitores.

site: http://www.quemlesabeporque.com/2016/12/lobo-por-lobo-ryan-graudin.html#.WEmlC7IrLIU
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PorEssasPáginas 07/12/2016

Resenha: Lobo por Lobo - Por Essas Páginas
Conheci Ryan Graudin com o brilhante A Cidade Murada, que li ano passado. Quando vi Lobo por Lobo, não dei muito por ele, mas ao perceber o nome da autora na capa, quis lê-lo sem pensar duas vezes (sem nem ler direito a sinopse, aliás). Foi a melhor coisa que fiz. Ryan Graudin é daquelas autoras que você deve ler obrigatoriamente, sem piscar, até mesmo sua lista de compras no supermercado. E Lobo por Lobo, por sua vez, é um livro empolgante, que traz à tona questionamentos complexos, sobretudo a pergunta: “E se?”

(Aliás, eu adoro tanto essa pergunta que também a exploro em meus próprios livros. E aqui, nesse livro, ela é ainda mais aterrorizante.)

E se o Eixo tivesse vencido a Segunda Guerra Mundial? É com base nessa pergunta que o livro se desenvolve. Yael é uma adolescente que faz parte da resistência contra Hitler e o Império Japonês. Judia, quando menina, foi prisioneira em um dos campos de concentração nazistas; as partes em que são narradas suas experiências e perdas no passado são as mais dolorosas e muito emocionantes. Foi utilizada em um experimento terrível com a finalidade de transformá-la em ariana, o que poderia tê-la matado no processo, como aconteceu com muitos outros, porém Yael resistiu e acabou adquirindo a habilidade de se transformar em outras pessoas, sempre mulheres.

Todos os anos, o Eixo promove uma corrida para demonstrar sua força sobre os territórios conquistados no globo. Vinte adolescentes, dez da Germânia (nova Alemanha) e dez do Japão, competem por dias e quilômetros a fio em cima de suas motos, passando por privações e perigos. No ano anterior, uma garota ganhou pela primeira vez e teve a oportunidade de dançar com Hitler na cerimônia de premiação. Dessa vez, Yael precisa roubar a identidade dessa garota, competir e ganhar para, no final, dançar com Hitler e matá-lo.

Mamão com açúcar, né?

Yael é uma personagem excepcional. Ela é muito mais do que a maioria das protagonistas distópicas de YAs, e olha que eu costumo gostar muito dessas personagens (exceto a Tris, a Tris não dá, foi mal). Yael é diferente porque ela tem camadas muito mais profundas, dilemas muito mais complexos e o sofrimento de todo um povo em cima de seus ombros. Ela tatua cinco lobos em seu braço, em cima do seu número de identificação no campo de concentração, cada um para alguém que morreu e/ou marcou sua vida. Junte a isso o horror que foi o holocausto, uma mancha na nossa história, e a coisa fica toda bem mais pesada, muito mais do que os horrores de uma ficção, que pode parecer próxima quando estamos lendo, mas fica distante quando nos separamos do livro. No final, é imaginação, mas nesse livro, não é. Poderia ter acontecido. Poderia ter sido real. E grande parte do livro foi real, pessoas foram torturadas e morreram, exatamente como Ryan Graudin descreve nesse livro. É doloroso, impactante, aterrorizante. E muito verdadeiro.

Esse é exatamente aquele tipo de livro que você lê como bebe água no deserto. Você quer dormir, comer, viver, mas não dá, porque você precisa terminar esse livro antes, é quase uma necessidade física. Toda a narrativa, a forma como a história é contada, alternando-se entre presente e passado, os personagens… tão bem construídos que você chega a se afeiçoar com todos eles, até mesmo aqueles que deveria temer. Todos eles possuem nuances, e é difícil rejeitá-los, mesmo sabendo que eles podem representar a morte para Yael (e que representam/são omissos/apoiam um regime horrendo). É completamente hipnotizante.

A edição é uma delícia de ler. Diagramação confortável, letras um pouco maiores que o padrão, mas ainda num tamanho ótimo, papel amarelado, capa aveludada, revisão impecável. Lobo por Lobo é uma série, mas definitivamente não é daquelas que forçam novos livros, mas uma série que faz você pedir por mais, uma história grande demais para um livro só. Você vai ler esse livro no mesmo ritmo que as motos percorrem o Tour do Eixo: alucinante e sedento pela linha de chegada.

site: http://poressaspaginas.com/resenha-lobo-por-lobo
Cristian 09/12/2016minha estante
Tua resenha me deixou curioso em ler essa distopia :)
Se um dia quiser ler algo de como era nos campos de concentração, sugiro ler "É isto um homem" do Primo Levi. Ele foi um excelente escritor judeu que foi levado à Auschwitz e sobreviveu pra nos contar. Esse livro é reconhecido como a maior obra memorialistica do século XX. bjs




Larissa Guedes de Souza 02/12/2016

“Lobo por Lobo” te prende do início ao fim, seja pela perfeita ambientação, seja pela história incrível e super verossímil, seja pela adrenalina constante.
Este foi o livro da mala de outubro do Turista Literário. Assim que li a sinopse fiquei intrigada, pois sempre gostei de História e a premissa de que Hitler e o Eixo pudessem ter vencido a Segunda Guerra me pareceu muito interessante. Lógico que carimbei meu passaporte pra Alemanha do pós-guerra e corri pra ler e gostei muito, especialmente tendo o mapa editado pelo Turista Literário em mãos para visualizar tudo melhor.

O livro começa contando a história de Yael e sua família em um campo de concentração. A menina sofreu várias experiências de um médico que queria criar um tipo de soro para tornar as pessoas arianas e como consequência, Yael se torna uma metamorfa e consegue fugir. Anos depois, agora parte da Resistência, Yael é a peça principal do plano para iniciar a revolução. Ela deve usar suas habilidades de transformação física para tomar o lugar de Adele Wolfe, a vencedora do Tour do Eixo no ano anterior, ganhar, chegar perto de Hitler no Baile da Vitória e matá-lo em frente às câmeras.

O desenvolvimento do enredo é muito estimulante. A adrenalina de participar da corrida e ter que lidar com os outros competidores e ainda fingindo ser outra pessoa é contagiante. Yael tinha passado meses observando Adele para poder tomar seu lugar, mas se vê em momentos difíceis quando tem que ter conversas mais íntimas com pessoas que conhecem a verdadeira Adele, como Luka Löwe, que também competiu no ano anterior, e Felix Wolfe, o irmão gêmeo de Adele.

A ambientação em um mundo pós-guerra com Hitler no comando é muito bem feita. Você sente a tensão no ar quando está perto do toque de recolher, você fica sem respirar junto com Yael quando ela encontra alguma patrulha na rua, etc. E a decisão de contar a história de cada um dos cinco lobos que Yael tem tatuados em forma de flashbacks espalhados ao longo do livro foi muito bem elaborada. Desse modo, a personagem principal vai se construindo através de suas lembranças e sentimentos e o leitor vai se conectando cada vez mais com a Resistência e Yael. Sabemos de tudo que Hitler foi capaz de fazer, mas conhecer a história de pessoal de Yael, sua família, seus amigos e, portanto, suas motivações, deixa tudo mais próximo e mais real.

O livro ainda traz de certa forma discussões sobre racismo, antissemitismo e até mesmo sobre o papel das mulheres. Não de forma escancarada, mas os personagens e as situações nos levam a refletir sobre o assunto. E essa reflexão deve mesmo ser feita, pois apesar de esses conceitos não serem a lei e o senso comum na sociedade atualmente, infelizmente eles estão muito longe de serem conceitos ultrapassados. E a nota da autora ao final do livro fala justamente sobre isso e termina com uma mensagem que acho que resume bem essa discussão: “O mundo dentro destas páginas poderia ter sido o nosso. E foi, durante um tempo e em um lugar, então devemos fazer o possível para não esquecer isso”.

“Lobo por Lobo” te prende do início ao fim, seja pela perfeita ambientação, seja pela história incrível e super verossímil, seja pela adrenalina constante. O segundo livro já foi lançado no exterior, mas acho que deve demorar a chegar por aqui, já que esse acabou de ser lançado. O que é um pouco desesperador, porque o final de “Lobo por Lobo” é um cliffhanger, que te deixa louca pra saber o que vai acontecer.

site: https://bibliomaniacas.blogspot.com.br/2016/12/lobo-por-lobo-ryan-graudin.html
Kelly.Goncalves 06/12/2016minha estante
Foi minha primeira malinha do T.L e eu também amei esse livro.




Tamara Dias 15/11/2016

Bom
Gostei muito da história! O enredo nos prende e nos faz ficar louca pra chegar no final! Adorei os três personagens principais, me envolvi totalmente com eles... a autora foi extremamente criativa com relação a historia... adorei mto! Foi impossível não sentir a angústia da Yael ao retratar tudo que ela viveu no tempo que passou nos campos de extermínio! Enfim não dei 5 estrelas pq na vdd o gênero não tem me prendido tanto na leitura por isso levei mto tempo pra ler... mas é mto bom e sim lerei os próximos!!
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Clara 03/11/2016

Precioso e Envolvente
Como tenho lido muitos livros em epub ultimamente, foi um enorme prazer receber Lobo por Lobo em papel e tinta nas minhas próprias mãos. Comecei a leitura quase que imediatamente, levando três dias para ler o livro todo com essa pressão de fim de ano amassando nossos crânios.
O enredo é exposto com maestria, os capítulos foram estrategicamente organizados, mas preciso ser sincera: não achei o plot sensacional. O background da Segunda Guerra Mundial estava perfeito! Dava para sentir o medo da época sombria de Hitler nas veias, e a protagonista Yael é muito corajosa e emocionante, exercendo muito bem o papel de fazer você torcer por ela. Eu diria com toda a confiança que Yael é a esperança encarnada, e é uma daquelas personagens que você acaba levando consigo, mesmo muito depois de terminar o livro e guardá-lo na estante.
Da metade para frente, o livro me decepcionou bastante. Apesar dos acontecimentos terem ação e reação, eu senti que faltava algo crucial a medida que a corrida se acelerava para o seu desfecho. Mesmo assim, achei a história digna de quatro estrelas, e me contento com os personagens incríveis e o enredo super interessante.
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Estante Quadrada 03/11/2016

Um plano (quase) perfeito
O que aconteceria se a Alemanha tivesse ganhado a Segunda Guerra Mundial e o Hitler não tivesse se matado? Esse livro conta um desses universos paralelos em que isso acontece. O Tour do Eixo é uma corrida de moto que alguns jovens fazem por diversos países para enaltecer o Eixo e mostrar como eles são poderosos. Além de ficar famoso, o vencedor ainda ganha dinheiro e tem direito a ir a um baile. Na última edição, quem ganhou foi a Adele Wolfe, a primeira menina a ganhar, e ela teve o direito a dançar com o Hitler.

Ao contrário do que parece, o livro não é maçante e monótono, muitas coisas acontecem ao longo da corrida, assim como a história, tanto da personagem quanto a história global, vai sendo melhor explicada e aprofundada. O livro tem alguns pontos clichês, mas é bem surpreendente a forma que algumas cenas são imprevisíveis.

Leia o resto da resenha no blog:

site: http://estantequadrada.blogspot.com.br/2016/10/lobo-por-lobo-de-ryan-graudin-resenha.html
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