The Graveyard Book

The Graveyard Book Neil Gaiman




Resenhas -


5 encontrados | exibindo 1 a 5


Paty 30/12/2020

Amei!
Livro super divertido e com uma história muito boa, de verdade!
Não sei se é o livro mais fácil de ler em inglês, pra quem está começando... mas tirando algumas partes com inglês arcaico e tal, até que não é dos mais dificeis também.
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Laís 23/12/2020

Misterioso, enigmático e cheio de fantasia.
Eu nem esperava muito do livro e comecei bem devagar. Não estava tão animada mesmo que o livro comece de um jeito já bem impactante.
Contudo eu me vi muito apegada ao Bod, eu torcia demais por ele. Achei ele tão fofo e tão corajoso. Adorava também conhecer os habitantes do cemitério e suas histórias. Gostei principalmente do Silas e da Liza.
Não consegui gostar muito da Scarlett, entendi seu medo mas achei ela uma péssima amiga. Fiquei tão chateada com ela no final por não ser mais compreensiva.
Enfim..
Fiquei nervosa, ansiosa, irritada e maravilhada tudo nesse final. Muito emocionante. Gostei demais.
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Neylane Naually 20/10/2020

Neil Gaiman sendo Neil Gaiman ?
É bom demais ler um livro de um autor favorito! Eu conheci a escrita do Gaiman com O Oceano no Fim do Caminho e foi amor a primeira lida! E aqui não foi diferente, é um infanto-juvenil e eu achei a leitura muito enriquecedora e com passagens que me fizeram refletir muito.

No livro conhecemos Nobody Owens, um menino que foi criado em um cemitério. Gaiman diz que se espelhou muito em The Jungle Book (O livro da Selva) aquele do Mogli. O livro ganhou vários prêmios, entre eles a medalha Newbury pela grande contribuição à literatura infantil nos EUA, mesmo o autor sendo inglês.

Foi uma leitura que atendeu as minhas expectativas, por ser um autor que eu gosto muito e que já li muitos livros, eu sempre espero uma boa história dos livros do Gaiman e até hoje não me decepcionei. O livro é dividido em episódios, e nós acompanhamos enquanto Bod (apelido de Nobody) vai crescendo no cemitério, sendo cuidado pelos fantasmas e pelo seu guardião, que é um vampiro e sua melhor amiga, que é uma bruxa. Eu simplesmente amei essa mistura de personagens e universos e construção de mundo, espero muito que o autor revisite essa história.
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natanael.araujo 22/06/2020

Para quem gosta de aventura e suspense vai gostar desse
É o primeiro livro do Neil Gaiman que eu li. É um um livro empolgante, com lições bacanas sobre a vida e sobre a morte também rs
É um livro que eu recomendaria pra um amigo, com certeza, se ele gostar de aventura, suspense e mistério. Mas tem que ter um pouco de paciência, teve algumas partes do livro em que eu tive que me esforçar pra entender (já que li em inglês) e para continuar a história, porque teve partes que achei meio entediante, tirando isso compensou lê-lo até o final. Pretendo ler outras obras do Neil.
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Ro 25/02/2020

Actually in love
Neil Gaiman é, definitivamente, um escritor maravilhoso. Quando penso que não ficarei positivamente surpresa com a força das suas narrativas, me pego novamente enganada. The graveyard book consegue ser uma leitura de muitas camadas que apresenta vários escapes para interpretações do simbólico, e do simbolismo, criado pelo autor.
A relação entre Nobody e as pessoas mortas, assim como com todo o cemitério como um organismo vivo, nos levam a questionar a importância das relações humanas na primeira infância, assim como também abre espaço para nos questionarmos sobre os muitos universos que uma criança que perdeu a família pode criar para superar a dor de estar sozinho. É claro, as interpretações podem ir muito além do apresentado aqui, ou podem residir apenas nas palavras do autor. Fica a cargo da imaginação e profundidade de leitura de cada um de nós poder (re)interpretar o universo de Bod.
Não faltam elementos e discussões a serem levados em consideração quando pensamos na história do garoto que perdeu a família e foi criado no cemitério. Até mesmo o seu processo de nomeação, e a escolha do nome “Nobody”, nos leva a pensar como uma pessoa sem família é vista na sociedade. Não consigo parar de pensar nas várias coisas que esse livro pode nos dizer nas entrelinhas.
Esta foi de fato uma leitura muito feliz. Espero, ansiosamente, poder encontrar novamente no Gaiman leitura tão feliz.
Ps: Nunca li tantas vezes seguidas a palavra ‘beneath”. Talvez essa seja a palavra que melhor descreva a vida que Bod leva entre os mortos; um degrau abaixo dos vivos comuns.
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