The Ghost in the Shell

The Ghost in the Shell Masamune Shirow




Resenhas - The Ghost in the Shell #01


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Zuca 24/02/2021

Shirow Masamune faz alguns esforços – ora voluntários, como quando pede ao leitor para "apreciar a obra pura e simplesmente por diversão"; ora involuntários, como quando simplifica o traço (perdendo a coerência estilística no processo) para entregar capítulos no prazo – em convencer o leitor a não o levar tão a sério assim; e a estória compilada nesse volume pode sem dúvida ser consumida como simples aventura cyber-futurista.

Mas a infinita (e até pueril, não fosse tão alto o grau de complexidade das perguntas) curiosidade apaixonada do autor não pode ser contida, e transborda para o entorno dos quadrinhos literalmente em forma de notas – de rodapé e outras mais. Nelas são levantadas questões políticas, religiosas, metafísicas, científicas, biológicas, etc. (inclusive com recomendações de leitura, referências de editoras e preços de edições), de tal maneira imprevisíveis que passagens da narrativa passam a se revelar apenas pontas de icebergs em contraste com os raciocínios que as informaram.

Ao leitor fica disponível a opção de rota a seguir: a do entretenimento simples, aberta a base de explosões, perseguições e afins, ou a da possível provocação de novos questionamentos a cada buraco de coelho cifrado nas letras miúdas.

site: https://sucintandoresenhas.blogspot.com/
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Filipe 29/09/2020

Uma obra de arte
Uma obra essencial pra quem gosta de quadrinhos! Inspirou toda uma geração de mangakás, quadrinistas é escritores.
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daniellucena13 03/06/2020

Uma obra prima
Muito interessante entender de onde veio a maioria das influências da cultura cyberpunk na literatura e no cinema.
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03/06/2020

O mangá me surpreendeu muito pela quantidade de referências cientificas reais usadas para explicar o mundo de 2029 imaginado pelo autor. Ao redor dos quadros há anotações do autor que enriquecem muito a leitura. Masamune usa o avanço técnológico para discutir temas filosóficos como o que é vida e o que é ser humano. Valeu muito a pena conhecer esse clássico cyberpunk.
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Guilherme 01/05/2020

Caso raro onde a adaptação cinematográfica é melhor que a obra original.
Como a maioria dos leitores conheci a obra "The Ghost In the Shell" pelo longa de 1995, que foi uma das inspirações para o grandioso "The Matrix" de 1999. A animação fantástica trazia uma história profunda, misturando conceitos filosóficos, uma trilha sonora icônica e uma ambientação cyperpunk violenta e charmosa, a jornada existencialista da protagonista Major Motoko explora diversos questionamentos muito bem abordados.

Quando foi anunciado que teríamos finalmente a obra original, o mangá de "The Ghost In the Shell" em português fiquei animado. Depois de um tempo comprei e iniciei a leitura que se mostrou arrastada e muito chata. Ok, a arte é bem bonita com seu traço bem ao estilo de mangás dos anos 80, mas as histórias da Major Motoko são confusas, tem uma complicação política/científica muito enfadonha e cenas de ação muito breves e não muito bem organizadas que confundem o leitor, não sabemos bem o que está acontecendo. Ainda temos uma enxurrada de notas de rodapé inseridas pelo autor para explicar alguns conceitos de sua obra, que hora ou outra são totalmente dispensáveis. Se for ler esse mangá, deixe essas notas para serem lidas em uma segunda leitura, se você tiver coragem de voltar a lê-las.

Confesso que minha decepção foi grande, só não me arrependi da compra porque consegui um bom preço e o projeto gráfico é muito competente.

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Heber 12/04/2020

Só me pegou no final
O mangá é dividido em missões da seção 09, o que me leva entender porque a animação só adaptou as relacionadas com o antagonista principal. Por várias vezes me peguei vendo se faltava muito para terminar o capítulo (missão). É cheio de notas, mas muitas mesmo, depois de um tempo percebi que não era para lê-las em um primeiro momento, e explicam até isso, mas no final do mangá, se colocassem no começo teria me divertido mais.
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Cristine 30/05/2019

Aos que gostam do filme de 1995, o mangá de 89/90 é essencial para mergulharmos ainda mais no já denso longa. Claro, há quem assista o filme sem se deixar levar pelas viagens da era Cyberpunk, encarando a obra apenas como um anime de ação. Não recomendo então a leitura para essas pessoas, afinal ela é bem "pesada" em alguns momentos. Tem tanta nota de rodapé, balões, cenas e capítulos quase inteiros explicativos que a leitura torna-se arrastada, sem falar nos quadros psicodélicos do cyberespaço ou os detalhados de variadas paisagens urbanas que demandam admiração. .

O enredo inicial é bem simples, a protagonista Major é um ciborgue que trabalha para a secção 9, uma agência do governo japonês subordinada à apenas o primeiro ministro, e tem a função de investigar e solucionar variados crimes tecnológicos. Mas dentro dessas missões da secção 9, o autor nos apresenta questionamentos e hipóteses sobre o futuro da evolução tecnológica e suas consequências. .

Quem gosta de ficção científica e ainda não conhece nem o filme nem o mangá, deveria parar o que está fazendo e entrar em contato com esse universo agora. Quem não é muito adepto do gênero, ou quer apenas se distrair com algum mangá, saiba que talvez The ghost in The Shell não seja para você.
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Silvestre 12/12/2018

Apenas um mangá
Acho que como a maioria assisti primeiro a animação, dai em diante tudo que sai em áudio visual de ghost in the shell eu baixava e assistia.
Quando surgiu a noticia do manga aqui no brasil fiquei empolgadíssimo, porem ao ler vi que a animação e muito superior ao material original.
O manga e apenas mais um mangá com mulheres quase peladas que lutam, mas rodeado de ideias genias as quais foram aproveitas da animação. No geral e um bom mangá recomendadíssimo pra quem e fã do anime como eu.
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Rodrigo 18/10/2018

melhor cyberpunk
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Paulo 29/07/2018

The Ghost in the Shell é um mangá que, sem dúvida alguma revolucionou o universo das histórias cyberpunk. Muito por conta da inspiração de seu autor, Masamune Shirow em Blade Runner, um clássico do cinema. Toda a estética empregada por Ridley Scott em seu filme está presente aqui: seja a metrópole decadente, a corrupção, a alta tecnologia enxergada de uma maneira bem pessimista. Analisar uma obra tão seminal quanto The Ghost in the Shell é sempre um desafio principalmente quando existe uma enorme discrepância entre o original e a adaptação em anime.

Vamos lidar então com o elefante na sala. O mangá é completamente diferente da animação. Muito. São tão distintos que a animação pega fragmentos de plots do mangá para compor a sua narrativa e, mesmo assim, se distancia bem do material original. Enquanto a animação é uma apoteose de ideias colocadas coerentemente em uma tela de TV, o mangá é muito mais um coletivo de ideias postas no papel. E já digo logo que eu me decepcionei bastante com o mangá, mas preciso pedir aos senhores e senhoras que não teçam comparações entre as duas mídias. Não dá. É preciso analisar ambos em suas individualidades.

A edição da JBC está muito boa mesmo. Foi a partir de Ghost in the Shell (e também do kanzenban de Cavaleiros do Zodíaco) que começamos a ver a editora passando para uma versão mais luxuosa dos seus mangás. Temos aqui um mangá com uma bela jacket (algo que eu só vi depois em Blame) e por questões contratuais a editora precisou colocar as orelhas da forma como a editora japonesa pediu. Então temos as orelhas escritas em japonês. Ao final temos um posfácio bem legal escrito por Shirow em 1991 contando um pouco das suas inspirações na época para a escrita do mangá. O papel é bem legal, macio e não transparente. Temos várias páginas coloridas o que ajuda a relevar a arte do autor em alguns momentos.

E aí chegamos à arte. Olha, é complicado a gente fazer uma análise imparcial dessa parte sem lembrar da animação. Me esforcei para gostar, mas não rolou mesmo. Aliás, se servir melhor como comparativo sugiro a galera assistir Appleseed, outro trabalho do Shirow cujo design de cenários e personagens é mais semelhante a Ghost in the Shell. O design da Motoko é parecido com o da animação, mas me incomodou, por exemplo, a forma caricata como ele desenhou o Batou. Em muitas oportunidades vemos o personagem com faces sd ou balançando os braços, ou tomando uma canecada na cabeça. Eu entendo que isso faz parte do ritmo traçado por Shirow de quebra de narrativa às vezes, mas isso me irritou em várias oportunidades. Os cenários desenhados não são nada demais. Departamentos de polícia, topo de prédios, uma embaixada. Algumas ideias que ele tem para o mangá são desenhadas de forma legal como a rede como se fosse uma célula, o design dos robôs desmontados ou até algumas cenas de perseguição.

A narrativa em si é formada por diversos casos que a Seção 9 precisa solucionar. São "vilões da semana". Temos um plot central no fundo com o Mestre dos Fantoches que vai redundar no dois capítulos finais do mangá que causarão mudanças no status quo da Seção 9. Algumas das histórias são legais enquanto outras eu achei mais medianas, mas no geral elas são bem vinculadas aos dias de hoje. Shirow faz vários paralelos a situações do mundo real. É mais uma vez a ficção científica sendo empregada para discutir problemas contemporâneos. E eu gosto disso. O grande problema é o emprego excessivo de textos. Shirow é verborrágico... muito verborrágico. E isso vem das influências ocidentais que ele tem. Como ele foi profundamente influenciado pelos comics americanos, ele transpõe isso para a forma como ele cria sua história. E isso porque eu nem estou comentando sobre as notas de rodapé excessivas espalhadas ao longo de toda a narrativa. Quando foram ler, minha recomendação é que passem direto por estas notas de rodapé e só depois retornem. Tem vários momentos em que parece que o Shirow está nos dando uma aula de física ou de mecatrônica, usando gráficos e diagramas para explicar suas ideias. Como comparação, podemos pegar Blame, escrito por Tsutomu Nihei. Na narrativa, o autor não precisa explicar cada detalhe tecnológico ou de cenário. Ele procura usar a arte sequencial para passar ao leitor o que está se passando na história. Mesmo os alto conceitos são explicados de uma forma simples e direta, deixando muita coisa a cargo da imaginação do leitor. O que o Shirow faz de forma complicada, Nihei descomplica e deixa fluir mais a sua habilidade visual.

Vou passar por alto em alguns temas porque Ghost in the Shell trabalha com vários. A primeira história serve para nos apresentar os personagens e um pouco do universo onde tudo acontece. Ver como os seres humanos se tornaram buchas de canhão enquanto outros são quase como objetos a serem jogados fora é gritante. Nesse ponto, as inspirações cyberpunk de Shirow são fortes ao imaginar um mundo superpopuloso com uma clara separação entre pessoas com recursos e pessoas exploradas. Os humanos acabam precisando ser "educados" para trabalhar de forma eficiente. Vemos detalhes pequenos que nos permitem entender um pouco da dinâmica deste mundo como o recolhimento de lixo que é cronometrado ou a fábrica onde os trabalhadores são programados. Logicamente que isso é do interesse das grandes corporações que ampliaram o seu escopo ao redor do mundo. Apesar de vermos a presença de um governo, são as seções e as corporações os verdadeiros poderes por trás de tudo.

"As informações que um ser humano tem acesso durante a vida são limitadas. O destino de uma nação ou a vida de uma pessoa são tratados praticamente da mesma forma, como lixo. Assim como este caso, que nunca vai chegar ao conhecimento da população."

​O autor mescla elementos religiosos ao lado da tecnologia. Por conta de suas crenças, ele coloca a questão da alma presente em boa parte da narrativa. Para ele, a alma está presente em todas as coisas. Mesmo andróides possuem essa alma como aquilo que os torna únicos. E esta alma pode ser destruída, trocada ou manipulada. A alma é quase como o que dá identidade à Motoko, por exemplo. Quando aparece um adversário como o Mestre dos Fantoches que possui uma existência volátil, somos colocados diante de muitos questionamentos sobre o que nos torna humanos e como podemos transcender nosso atual estágio evolutivo. É possível ter duas existências dentro de si? Ou essas duas existências criarão algo novo? Essa temática é a que aparece na animação. Gostei da forma como o autor abordou o assunto, mas confesso que ele me cansou bastante com isso. Isso porque ele precisou explicar detalhadamente suas ideias, e depois de uma leitura mais longa, os detalhes acabam se perdendo.

O mangá de Ghost in the Shell continua a ser um marco do gênero cyberpunk. É inegável a forma como a estética de Shirow inspirou outros autores. O curioso é que provavelmente o autor só queria homenagear de certa forma algo que lhe era tão caro. Porém, o traço do autor me incomodou bastante além de sua extrema verborragia em muitos momentos da história. Muitas vezes, menos é mais. ​

site: www.ficcoeshumanas.com
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eriksonsr 06/03/2018

Mesmo sendo fã do Matrix, nunca tinha ouvido falar nesse mangá que foi uma das referências para as irmãs Wachowski (sim, que vergonha!) então, recentemente ouvi falar muito bem dele e fui obrigado a correr atrás dele.

Todos os elogios me renderam uma expectativa enorme e felizmente aquele ditado que diz para não criarmos expectativas para não nos frustramos foi quebrado!!! O mangá foi tão bom ou melhor do que as expectativas que tinha!

A história se passa em futuro hoje em dia não tão distante assim, em que já ultrapassamos a vida útil de nossos corpos e ciborgues e inteligências artificiais são uma realidade. E se conhecimentos como os de robótica, biologia e afins evoluíram a ponto de conseguirmos colocar uma consciência em uma máquina, o conhecimento e o potencial de hackers e grupos do tipo também evoluíram a ponto de poderem hackear essas consciências (ou "mente", como preferir). Consciências estas que já nem sempre são humanas, pois a quantidade informação e a evolução de algumas IA (inteligência artificial) deram a elas consciência de si. E para mim aqui ficam as grandes reflexões da história, o que nos torna humanos? Nossos corpos? Nossa consciência? Outro ser que tenha uma consciência semelhante ou superior a nossa, é igual a gente? Tem os mesmos o direitos? Fora isso, a história é repleta de tramas e sujeiras políticas...

O HQ levanta muitas reflexõs, faz as suas devidas críticas, tudo aliado a uma ótima história cyberpunk, ou seja, ótima leitura!
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Roberta 17/02/2018

The ghost in the shell foi publicado em 1989 então o que era significantemente novo naquela época foi devidamente copiado e difundindo posteriormente (por Matrix e outros). Mas mesmo assim curti demais a leitura, principalmente porque em the ghost in the shell temos o ponto de vista da ciborgue, o que toda a tecnologia influencia na vida particular dela, ao invés de nos atermos tanto ao lado do ser humano como acontece em várias outras obras. Então temos ameaças de vírus de destruir a 'alma', temos fusão de duas 'almas', ect.

Eu ainda não terminei de assistir a animação (netflix, com o nome 'O fantasma do futuro') mas pelo que pude notar tem o conteúdo bem próximo dos quadrinhos, só que sem o alívio cômico deste (era destinado a um público mais adulto? Não sei dizer) e com menos detalhes.

Para quem já leu o quadrinho, minhas histórias favoritas foram 4: sobre a revolta das máquinas, 5: que tem uma crítica social muito forte, onde os robôs causam defeitos em si mesmo para se permitirem atacar seres humanos, 9: a do mestre dos fantoches, sensacional.

site: @take.an.unexpected.read (instagram)
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Sammi 21/01/2018

Uma grata surpresa!
Sabe aquele livro que depois de lê-lo você se pergunta: por quê não o li antes? Pois é, assim é Ghost in the Shell.

Definir como mangá com uma história cyberpunk futurístico e com um personagem de alinhamento caótico é pouco. A narrativa se dá em 2029, logo no começo você percebe a critica de Masamune, um avanço tecnológico e o avanço da burocracia que dá espaço para a corrupção (e pensar que este mangá foi publicado em no final dos anos 80). Não falerei da Major Motoko Kusanagi, o personagem principal, mas daquilo que me surpreendeu.

A história é muito bem narrada, com citações do autor sobre as suas fontes de pesquisa ou o porquê determinada ação dos personagens, são tantas citações, que as vezes a narrativa perde a fluidez, sugiro que você as leia no final, pois são importantes.

Durante a leitura me veio a mente a a trilogia Matrix, que depois de uma pesquisa rápida, soube que os irmãos, ou melhor as irmãs Wachowski foram influenciados na criação do universo Matrix a partir deste mangá. Também ouso a dizer que os criadores da franquia Assassin's Creed beberam desta fonte, ao criarem o Animus, assim também, a explicação de J.K Rowling, sobre as relíquias de Voldemort e outras tantas histórias de ficção que já conhecemos, como as presentes no livro A história da sua vida e outros contos. Só por essa influencia, penso que já vale a leitura.

Masamune tem um critica social forte e também levanta a consideração de diversas questões filosóficas. Dica: prestem muita atenção ao personagem Mestre-dos-fantoches é relevante e dá rumo para o universo de Ghost in the Shell.

E pensar que tudo isso e muito mais está reunido em um simples mangá.

A única critica que eu faço não é ao conteúdo, mas o material utilizado na impressão: "o cheiro de jornal é muito forte nesta edição", tirando esta observação, você somente será surpreendido.
Well 24/02/2018minha estante
Mas não é jornal... É Papel Lux Cream.


Sammi 25/02/2018minha estante
Obrigado pela informação ?


Sammi 25/02/2018minha estante
Oi Caruso, tudo bem? Leia novamente o que eu escrevi, mas desta vez com atenção. Eu não disse que era "jornal", não nomeei o material utilizado na impressão.




Marcelo.Castro 11/01/2018

Resenha Egoísta - 2.2018
Embora tenha terminado de ler esse livro agora em 2018 já vinha arrastando a leitura dele por quase todo ano de 2017, "intercalando" com outras leituras (a verdade é que na maior parte do tempo ficou largado na minha cabeceira e só no fim do ano passado/começo desse ano dei um "gás" na leitura).
É minha primeira experiência no mundo dos mangás, o que demandou uma certa adaptação ao estilo de leitura, mas fácil de superar (achei até legal mudar o paradigma normal de leitura que a gente está acostumado).
No geral escolhi esse título por causa das avaliações e resenhas que citam a abordagem de questões sobre filosofia, existencialismo, mesclados com uma realidade distópica e "novas" tecnologias. Também me chamou a atenção de ser apontado como uma das obras de referência para o filme Matrix (meu favorito de todos os tempos).
Ao terminar de ler a obra, contudo, a sensação que fica é meio que de decepção. Não vi nada demais, nem encontrei nenhum tema ou proposta que tenha sacudido minhas noções existenciais, filosóficas e religiosas. Não achei ruim, no geral é uma obra boa, a qualidade gráfica é ótima e a edição é perfeita. Mas em termos do conteúdo, da história em si, apenas razoável. A realidade distópica é pouco explorada/explicada, sendo apenas posta como pano de fundo pra história, que, em si, também não é muito desenvolvida ou minudenciada. Os comentários do autor presentes nessa edição lançam alguma luz sobre as intenções e referências que ele busca, mas não o suficiente para tornar a obra marcante.
Yuri.Ferro 28/11/2018minha estante
É bem ruim. Leia Nausica do Miyazaki que é bem melhor.




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