Infinita Highway

Infinita Highway Alexandre Lucchese




Resenhas - Infinita Highway


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Zeantonio 28/05/2021

Um ótimo livro sobre uma das melhores bandas do Brasil. Legal saber a história de um dos orgulhos do sul do Brasil
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Fernanda.Alves 01/07/2020

"Ouça o que eu digo, não ouça ninguém"
"Se soubesse antes o que sei agora, erraria tudo exatamente igual..."

Os Engenheiros do Hawaii é até hoje uma banda de grande sucesso e referência do rock nacional dos anos 80 e 90. Tudo começou em 1985 quando uns caras resolveram levar um pouco de música para a UFRGS, a ideia então foi formar uma banda que duraria apenas um dia.
Nesta mesma época em que surgia os Engenheiros, tivemos o surgimento de várias bandas e no livro fala como era difícil esta "competição", tinham muitas bandas já famosas e com públicos fiéis e muitas bandas que estavam surgindo junto com os Engenheiros que estavam disputando um lugar e tentando fidelizar os seus ouvintes.
Os Engenheiros é um grupo de muita personalidade que passou por altos e baixos, mas conseguiu seu lugar ao sol e até hoje tem um público bem fiel.
Recomendo a leitura para conhecer um pouco mais sobre a trajetória da banda e sua história e curiosidades que antes deste livro era conhecida pelas pessoas que acompanhavam a banda e algumas talvez só pelos seus integrantes.
Não sou uma fã incondicional, mas como uma típica rockeira que nasceu nos anos 80, esta é uma das muitas bandas que marcou a minha história com suas músicas que muito tinham a dizer e que até hoje ouço muito. Gostei muito de alguns fatos da sua história, mas a leitura não foi tão fluida igual as biografias de Raul Seixas, Tim Maia e Rita Lee... Mas recomendo gosto muito de conhecer a história das bandas que marcaram minha história.
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Cristiana 17/09/2020

Achei a leitura cansativa demais, mas foi legal conhecer um pouco sobre a história da banda.
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Jez 23/03/2021

Eu nunca compreendi direito o porquê da banda engenheiros do Hawaii ser uma banda digamos " odiada". Talvez pq seja porque sou de uma outra era, em que a banda já existia mas não pra mim. Me lembro que a primeira vez que ouvi os engenheiros foi a partir do acústico MTV, e eu realmente fiquei maravilhado com a banda. E desde então eu procurei os outros discos e por mais que a maioria das pessoas digam que é difícil entender o que eles queriam dizer com as letras deles, pra mim sempre foi algo genial. Nunca soube da carga negativa pessoal que a banda carregava, tanto que pra mim por um bom tempo a banda se resumia a Humberto Gessinger (sim pareço um fã poser).

O livro traz essa perspectiva da banda em relação aos críticos e se aprofunda nos conflitos entre os membros. É interessante ver como que há uma grande diferença entre a relação dos fãs em com a banda e a abordagem da imprensa. É como se a imprensa não entendesse como que os engenheiros chegaram ao patamá de uma grande banda brasileira, muito isso devido a arrogância dos integrantes.

Enfim o livro pra quem é fã ou gosta vale muito a pena ler.
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João Bruno 30/07/2020

Costumo brincar que, a primeira palavra que eu aprendi a falar foi papa, a segunda foi pop.
Quando eu sabia apenas algumas palavras eu já pedia pra colocar o disco O Papa é Pop, que meu pai tinha, essa música em especial.
Os Engenheiros do Hawaii sempre fizeram parte da minha vida, desde o começo.
Mas nesse livro fiquei chocado em saber como a banda era odiada no Brasil, e como o Gessinger, de quem sempre fui fã, é, ou foi, um grande babaca.
Um ótimo livro para quem é fã da banda.
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Caiete 17/08/2020

Pra entender, nada disso é tudo!
Lento e desvairado o livro tem um começo e meio desfocados que tratam mais de pequenos causos do que de realmente retratar uma timeline interessante da trajetória da banda.
Na maior parte do tempo, não parece que se está lendo a biografia de uma banda, e sim uma coletânea de fofocas que são completamente inúteis para quem lê o livro hoje em dia. Bom pra quem se interessa, mas, para quem gosta realmente da banda e não só da história dela até 1995, o livro realmente deixa a desejar.
Para um livro auto intitulado uma carona com os engenheiros do hawaii, o escritor Alexandre Lucchese certamente foca e destoa totalmente da banda, com cínico foco em outras bandas, jornalistas e pessoas irrelevantes ao compor a narrativa do livro.
Fica recomendado até mesmo dentro do próximo livro, por de meio de muitas citações, que a melhor forma de ler sobre a história da banda é com o livro do próprio Gessinger, Pra ser Sincero.
Para um livro de 2016, talvez seja interessante como algo que conte um pouco da história de Maltz e Licks na banda (Talvez o único livro) , mas no final a pesquisa é tão fraca que acaba se resumindo apenas a contos e fofocas que cercam os dois, com muito pouco material apresentado, diferente de outras biografias muito melhores. No final da leitura, ficou a sensação de uma infinita highway de chatice mesmo!
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Arthur 20/11/2016minha estante
Ah, desculpem pelos erros de português, o teclado desse badulaque high-tech é complicado e estou sob efeito da erva...do chimarrão hahahah




Wallace.Jesus 29/07/2021

Estamos longe demais da captial
Donos de grandes sucessos dos anos 80 e 90, como: Toda Forma de Poder, O Papa é Pop, Infinita Highway, Alívio Imediato, Refrão de Bolero, Terra de Gigantes e outras composições inesquecíveis. A banda porto-alegrense Engenheiros do Hawaii tornou-se uma das principais bandas do rock nacional de todos os tempos!

Em Infinita Highway: uma carona com os Engenheiros do Hawaii, publicado pela Editora Belas Letras, o autor Alexandre Lucchese, convida o leitor para uma viagem ao tempo, que começa em 1984 e vai até idos de 1996. O contexto histórico da biografia é super relevante, o Brasil estava vivendo a redemocratização das instituições, um ótimo recorte histórico.

O trabalho proposto por Lucchese tem um recorte definido, analisando a fase GLM - Gessinger, Licks e Maltz, formação clássica e mais exitosa da banda. Porém, não deixa de fora a história da primeira formação da banda que tinha Marcelo Pitz nos vocais e guitarra.

Com um texto jornalístico super fluente e agradável, Lucchese conta histórias das vidas dos integrantes antes da formação da banda. Gostei muito de ler sobre o período em que eles eram estudantes do curso de arquitetura da UFRGS.

A biografia apresenta as referências e os processos criativos para a concepção dos álbuns, com os bastidores respectivos de cada disco: ensaios, estúdios de gravação, turnês e shows. Lucchese nos conta como era o relacionamento entre os integrantes em cada trabalho. Para isso, o autor ouviu produtores, amigos e equipe técnica. Trazendo à tona as afinidades e os desentendimentos do dia a dia da banda. Além disso, o recorte sobre as repercussões da crítica sobre cada nova obra dos Engenheiros é ponto interessante. Quem viveu ou estuda os anos 80 e 90, tem uma noção de como era esculhambação dos meios midiáticos. E por fim, descreve como foi os processos de separação da formação clássica dos Engenheiros do Hawaii.

No meio disso tudo, o autor ainda achou espaço para histórias malucas e divertidíssimas dos fãs. Para quem curte história da música, tá aí um ótimo livro. Eu particularmente amei demais a leitura, mas sou suspeito, desde os 16 anos sou fã do Engenheiros do Hawaii! Porém é isso, neutro só shampoo. 🎸 💛❤️💚🎵🎼🔥

site: https://www.instagram.com/p/CNK5EbpntHo/
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Milena @albumdeleitura 05/12/2016

Infinita Highway
Era pra ter durado apenas um noite. Era pra ter sido uma banda de abertura. Era pra ter outro nome. Mas graças a essa sucessão de fatos não planejados, nasceu uma das maiores bandas de rock dos anos 1980: Engenheiros do Hawaii.

Tudo começou 1984, quando um grupo de alunos de arquitetura da UFRGS decidiu montar uma banda de rock. No dia 11 de janeiro de 1985, Humberto Gessinger, Carlos Maltz, Marcelo Pitz e Carlos Stein subiram pela primeira vez em um palco. A partir dali, começaram a tocar em barzinhos. Logo em seguida, Stein teve que viajar com a família e não pôde comparecer a uma apresentação, e a banda decidiu continuar sem ele. O mesmo faz parte da banda Nenhum de Nós, mas isso é conteúdo da resenha de outro livro...

O trio que fazia o estilo "diferentão" e odiava comparações, não achava que conseguiria sobreviver da música, por isso, como eram muito jovens, não levaram a carreira tão a sério.
"A gente realmente achava que a banda acabaria. Foi por isso que ousamos tanto".
Com um estilo debochado de ser, observado inclusive no nome dado à banda que teria surgido de uma provocação aos estudantes de engenharia, os Engenheiros eram os chamados "osso duro de roer": não se importavam com as críticas e viviam pegando no pé uns dos outros, o que, segundo especulações, foi o que estimulou Marcelo Pitz a sair do grupo no auge. Foi assim que Augustinho Licks fez sua história na banda. Ele já era um músico profissional e deu um ar diferente aos arranjos da banda, fazendo-a atingir de vez o topo das paradas. O problema é que o relacionamento dos Engenheiros, tanto em sua primeira formação quanto nas seguintes, sempre foi recheado de adversidades e conflitos internos que viriam a culminar nos anos seguintes com a saída dos demais membros, sobrando apenas o "mandão" do Gessinger rsrs

Uma carreira cheia de altos e baixos define a história dos Engenheiros "odiados pela crítica, mas amados pelo público" que deixaram como legado dessa turbulenta história, fãs assíduos por toda parte, mesmo após o término da banda. Adorei a experiência de conhecer o que há por trás dessa Infinita Highway de tanto sucesso e que encantou os jovens dos anos 1980 e 1990, entre eles, meu tio, que me ensinou a curtir a banda também.

Não posso deixar de elogiar o zelo do Alexandre na construção dessa obra, entrevistando não apenas os membros da banda, como também familiares, conhecidos, amigos, roadies, fãs e entre outros. Isso deu maior credibilidade aos relatos presentes na obra, juntamente com a beleza da diagramação com as engrenagens (que não poderiam faltar, óbvio) e do acervo de fotos. Deixo aqui meu convite àqueles que quiserem viajar no tempo por essa Infinita Highway.


site: https://albumdeleitura.blogspot.com.br/2016/12/eu-li-e-voce-69.html
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Lilian 09/02/2017

Biografia incrível
Infinita Highway é uma biografia incrível escrita por Alexandre Lucchese onde é contada a história de uma das bandas que considero mais perfeitas no Brasil, os Engenheiros do Hawaii. Começando com os primeiros passos em 1985 até dias atuais. O interessante é ver que essa banda tão incrível começou de uma ideia inusitada, uma coisa de uma noite que acabou tomando proporções gigantescas, espalhando fãs pelo país todo. Os integrantes da banda eram estudantes do curso de Arquitetura, Humberto Gessinger, Marcelo Pitz e Carlos Maltz.
Começando com noites em barzinhos, aberturas de shows, de repente se viram como a banda principal. Conhecemos, além de sua trajetória, cada um dos integrantes, suas personalidades, diferenças e até as origens, nos sentimos perto de cada um deles.
Além disso também conhecemos alguns fãs, por meio de depoimentos, as histórias do que eles fazem, do quanto amam os integrantes da banda. Muito legal! Vemos como alguns integrantes saíram, outros entraram, bem como suas inspirações.
O autor conseguiu ser bem fiel na trajetória da banda, utilizou-se de pesquisas em jornais e revistas para mais informações, além disso o livro em si está incrível, somos presenteados com trechos de músicas, uma diagramação impecável e única, o início dos capítulos com detalhes diferentes e cores vibrantes.
Não encontrei erros de gramática e simplesmente adorei a escrita do autor, foi bem descontraído, mas sem perder a formalidade de uma biografia. No geral, só posso dizer que mais uma vez a Editora Belas-Letras fez um incrível e mais que perfeito trabalho com a diagramação.
Enfim, para quem curte esse gênero e quiser saber mais sobre essa banda incrível que tem anos de história, super recomendo esse livro, será uma leitura ótima e tenho certeza que você leitor se sentirá viajando no tempo!

site: http://www.leitorasvorazes.com.br/2016/12/resenha-100-infinita-highway-uma-carona.html
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Francisco 25/01/2021

Biografia satisfatória
A biografia da Banda Engenheiros do Hawaii escrita por Alexandre Lucchese satisfaz a curiosidade de fãs e de quem curte esporadicamente a som da banda gaúcha.

Voltada exclusivamente para o início e os anos da formação Gessinger, Licks e Maltz, excetuando o período pós o desenlace, a biografia traz bastidores interessantes de gravações e shows.

Nos anos de formação, a biografia tenta traçar a personalidade dos estudantes de arquitetura da UFGRS e integrantes da banda. Gessinger, o menino leitor, tímido, inteligente e letrista brilhante. Pitz, um ilustre desconhecido. Maltz, o cabeludo viajado e baterista talentoso. Com saída de Pitz, assume o baixo o introvertido garoto do interior, Augusto Licks.

O livro aborda também a composição de cada disco do grupo, as brincadeiras, por vezes maldosas de Gessinger e Maltz, e a separação dos integrantes.
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Ana 09/04/2017

A esta altura do campeonato quase todo mundo já deve saber que uma das minhas bandas preferidas é a Engenheiros do Hawaii. Desde que soube que o Alexandre Lucchese iria lança uma biografia, sabia que seria o meu pedido e sabia que ia amar. Em Infinita Highway conhecemos parte da história por trás de uma das maiorias bandas brasileiras (e nem tentem discordar), desde o seu nascimento em 1985, até 1995, ano em que restou apenas Gessinger como membro original.

Tudo começou quando Humberto Gessinger, Carlos Maltz e Marcelo Pitz fundaram os Engenheiros do Hawaii (que era para ter se chamado Frumelo e os 7 Belos, se dependesse apenas do HG), uma banda que tinha a pretensão de durar uma noite só, para um show de abertura na UFRGS. Acontece que a apresentação foi tão boa que, com o passar do tempo, a banda foi ganhando cada vez mais espaço na indústria musical. A banda, que teve várias formações durante o seu período de atividade, atingiu o ápice do sucesso com o trio GLM: Humberto Gessinger (voz e baixo), Augustinho Licks (guitarra) e Carlos Maltz (bateria).

O jornalista Alexandre Lucchese expõe nesse livro todos os detalhes sobre a banda que a maioria dos fãs desconhecem, desde coisas simples como a convivência dos integrantes, até o que levou à dissolução da formação clássica. Também há relatos de shows importantes, números de vendas, turnês. Para isso, o autor entrevistou várias pessoas que estiveram com os Engenheiros do Hawaii no decorrer dos anos, além de Gessinger, Licks e Maltz. Vale ressaltar que o contato com Augustinho foi um pouco mais difícil e que, apesar de Lucchese ter tentado, não conseguiu falar com Pitz.

Infinita Highway, apesar de ser uma biografia, não se torna maçante em nenhum momento. Pessoalmente, gostei muito de ler algumas informações que eu já sabia e descobrir coisas novas também, e a narrativa de Lucchese ajudou muito nessa fluidez. É comum das biografias possuírem uma narrativa mais lenta, mas isso não aconteceu aqui. Outra coisa bem legal foram os depoimentos dos fãs em certas partes do livro. Achei super importante esse contato porque o que moveu a banda foram os fãs, que até hoje seguem o HG para onde ele for.

Gostei muito das fotos que Lucchese escolheu para compor o miolo do livro (inclusive tem umas que morro de rir das poses do Maltz q), algumas até inéditas para mim. Para ser sincera, o legal mesmo é conhecer ainda mais uma banda da qual gosto tanto. Apesar de O Papa é Pop ser o disco mais popular dos Engenheiros do Hawaii até hoje, o meu preferido é e sempre será o Longe Demais das Capitais, o primeiríssimo, o início de tudo, e é claro que a parte onde Alexandre fala sobre ele foi muito importante para mim.

Tudo em Infinita Highway é maravilhoso, a capa super criativa e diferente, o conteúdo incrível e bem escrito, até o modo como as coisas mais "cabeludas" são retratadas. Está claro que o livro é um presente para os fãs dos Engenheiros do Hawaii e é um ótimo começo para quem tem vontade de conhecer a trajetória desses artistas tão marcantes e maravilhosos.

site: http://www.roendolivros.com.br/
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Taíla 30/05/2017

Vamos juntos?
Acredito que podemos dizer que o livro é uma espécie de biografia da banda, por um período de tempo. Escrito por iniciativa própria do autor, sem envolvimento com a banda, o livro conta como começou a Engenheiros, como eles alcançaram o sucesso e como foram acontecendo as mudanças de formação da banda.

Acabamos conhecendo um pouco da história pessoal dos integrantes da banda, das pessoas próximas e eles e o que esperam (ou não) com essa carreira.

O livro traz também depoimentos de alguns fãs mega apaixonados e que possuem histórias de muito amor à banda. Inclusive, tem o depoimento de um conterrâneo meu, lá de Bagé - RS. :)

A gente pode ver algumas fotos bem antigas dos tempos do início da banda e começa a se dar conta de quanto tempo faz que tudo começou. Pensar que eu não era nem nascida e cresci ouvindo músicas deles, todas muito atuais, sempre.

Cada capítulo é nomeado com um trecho de uma das letras das músicas da banda e todas se encaixam com o tema abordado. Dá para ver a dedicação do autor ao escrever o livro.

Mais uma vez tenho que falar de como esse livro é lindo. Os detalhes começam na orelha da capa, passa pelas páginas internas, pelas páginas de abertura de capítulos e pelas fotos, tudo recebe um cuidado e uma atenção especiais. Você já se encanta ao ver o livro.

Para quem é fã da banda e para quem quer conhecer um pouco mais sobre os caras, é uma excelente leitura. Partiu ouvir a discografia. :D

site: http://www.prateleirasemfim.com.br/posts/livros/infinita-highway-uma-carona-com-os-eng-do-hawaii-resenha
Rafael.Honorato 20/09/2018minha estante
Da vontade de ouvir os discos acompanhando a leitura hahaha


Taíla 25/09/2018minha estante
siiim :DD




LeandroBurla 27/07/2017

Além das letras e das notas
Sou fã dos Engenheiros e sempre quis ler uma das biografias disponíveis. Folheando ao longo do tempo percebi a maioria como conteúdos extra da banda ou versões apenas pelo Humberto. Por experiência de leitura de outras biografias musicais, as melhores são as que é possível se escutar várias versões, por diferentes pessoas. Embasada por um autor de opinião isenta, havia um potencial de sucesso. Esta não foi diferente.
Confesso que nem lembrava deste livro até ouvir uma entrevista do autor no começo do ano, na Rádio CBN. Além de divulgar bem o trabalho, contextualizando o momento e o processo, o Alexandre se mostrou uma pessoa agradável e inteligente. O fato de ser um jornalista do Zero Hora, contemporâneo da banda também conferia mais credibilidade Coloquei na lista de desejados aqui no Skoob e tive a sorte de resgatar com meus pontos do PLUS. E logo quis curtir rapidinho.
A narrativa é muito fluida e agradável, direta ao ponto. Sem redundâncias ou detalhes desnecessários que arrastam a leitura. Por isso, somado a curiosidade, terminei rápido.
Com biografias musicais gosto de revisitar a discografia. A descrição do contexto local, nacional e do momento da vida dos artistas nos permite conferir uma maior profundidade das letras e da produção das músicas. O fato do autor ser um jornalista sem uma postura de "fã inveterado" deu a imparcialidade necessária.
Não foi uma experiência perfeita porque ficou com gosto de "quero mais". Há trechos que poderiam ter sido melhor explorados e pareceram corridos. O mesmo vale para alguns registros fotográficos, pois com certeza deveria haver opções melhores para escolher.
Por fim, uma ótima obra: um deleite para os fãs e uma ótima apresentação aos interessados na história desta incrível banda.
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Anibal Ribeiro 07/10/2017

Depois de tanto tempo na estante resolvi ler essa pequena (porém muito rica principalmente em datas de acontecimentos) biografia desses Engenheiros, gostei muito. Algumas das informações aqui reveladas já eram conhecidas, mas tantas outras não, sem dúvida uma história de sucesso que começa com histórias sobre os integrantes, infância, familiares e amizades verdadeiras, como foi, e ainda é a do frontman da banda com o seu “batera” que como o livro conta “Era para durar apenas uma noite...” lutando contra tudo (dificuldades) e contra todos (críticos), eles mostraram que também sabiam fazer rock “do jeito deles” e trilhar o caminho do estrelato. Do primeiro disco até o nono disco (esse já sem A.Licks) temos histórias de superação, desentendimentos, mas acima de tudo talento e grandes shows. Revistas especializadas da época e jornalistas tiveram que lidar com o trio e suas canções (muitas vezes não compreendidas), as quais que ao mesmo tempo eram odiada por muitos, também agradava a milhares, e esses são os fãs (EU) que até hoje torcem para ver o trio de volta, uma coisa pouco improvável mas que não custa nada ter esperança. O que não gostei no livro foi um pouco de pressa do segundo disco em diante, não dando muito aprofundamento nos detalhes, mas nada que tire o prazer da leitura, essa que se torna essencial para qualquer fã e até quem não é, pois é citado no livro várias outras bandas (como Legião Urbana, Paralamas, Titãs, Nenhum de Nós e tantas outras) daquela época com informações interessantes para quem admira o Rock Brasil.
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