Deuses americanos

Deuses americanos Neil Gaiman
Neil Gaiman




Resenhas - Deuses Americanos


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Fernanda 26/07/2021

Essa edição valeu a pena cada centavo ?

Mais uma vez Neil Gaiman sendo um autor impecável e perfeito demais.
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Paulo, o Vitor 23/07/2021

Pelos Deuses que livro mais...
Então eu li Deuses Americanos...

Livro que tem como personagem principal Shadow, um presidiário que após passar 3 anos preso, por um crime até então desconhecido, planejando retomar sua vida, quando livre se depara com uma tragédia que irá mudar todos os seus planos...
Sua esposa e seu melhor amigo morrem em um acidente de carro, enquanto volta para sua cidade para o enterro das duas pessoas mais importantes de sua vida, Shadow se encontra com uma estranha figura: um homem velho que se autonomeia Wednesday, este lhe oferecerá um emprego de motorista/segurança/capanga, e agora sem planos Shadow irá aceitar... E assim inicia a jornada de um humano qualquer e um deus, numa guerra de divindades novas e antigas...


Ok, eu demorei 3 meses para ler esse livro, são 576 páginas, uns 25 capítulos e cada um com cerca de 20 páginas, como podem imaginar se eu sei tudo isso foi porque eu contei ou seja não foi lá uma leitura fácil e rápida, na realidade foi bem densa e CHATA por alguns motivos que irei enumerar:
Primeiramente, o Shadow não sente absolutamente NADA, não tem emoção nenhuma, ou seja, não é possível de forma alguma se colocar no lugar ou ter empatia ou até mesmo criar alguma simpatia pelo herói da história.
Depois que a história principal é bem ?, não há nenhuma empolgação, nenhum suspense, nada, o Shadow simplesmente se submete a tudo que é requisitado, sem questionar, sem se surpreender, sem sentir. Há um enorme conflito que está por vir e a gente (pelo menos eu) não fica nenhum pouco interessado.
Também há alguma necessidade de estar com o Wikipedia ligado do lado para entender certas referências a deuses, pois quem é leigo no assunto pode vir a ter alguma dificuldade, há algumas referências à cultura pop até os anos 2000 então também a gente passa batido por algum trocadilho.

Essas e outras características acabam que por criar certas barreiras que deixam a leitura menos fluida e para quem não é acostumado a ler fica bastante incomodado com a escrita.

Contudo, não possui unicamente pontos negativos, os pontos positivos são:

Uma visão diferente dos deuses que os coloca à mercê da devoção e inventário humano, ou seja, há uma dependência dos deuses no ser humano crer e cultuar para que eles nasçam e continuem existindo.

Neil Gaiman nos oferece deuses nórdicos, egípcios e americanos antigos, tirando os gregos e romanos um pouco de cena, e ainda inclui os novos deuses da modernidade (A mídia, a TV, a tecnologia, a rodovia, a cidade e etc). Só achei que os da modernidade foram pouquíssimos explorados.

Há alguns capítulos além da trama principal no meio que conta como os deuses antigos chegaram no Novo Mundo (o que para mim era bem mais interessante e emocionante que o Shadow).

Enfim, é uma leitura que vale a pena ? Depende, se você se interessar leia, como eu fiz, talvez você possa gostar, mas não é aquele que eu vá recomendar fortemente, dei 4 estrelas pelo o que me foi proporcionado, pelas poucas risadas e pelo final minimamente satisfatório.
Jak 23/07/2021minha estante
Concordo viu. Achei que demora demais para entregar os pontos principais.


Paulo, o Vitor 23/07/2021minha estante
Além de que os pontos principais não servem pra muita coisa ? eu gostava mais dele escondido em Lakeside, a cidade com as crianças desaparecendo misteriosamente, do que ele com o Wednesday, acho que ali ele parecia se importar mais com as pessoas ????? aí o Wednesday chamava ele e eu ficava AH NAAAAO ??????




mari 16/07/2021

mitologia impecável
um livro que promete inserir os deuses da mitologia nórdica e egípcia (velho mundo) na nossa realidade, mostrando os seus desafios e relação com os deuses do "novo mundo" deixa muita curiosidade e expectativa. durante a leitura, minha curiosidade só ia aumentando e as expectativas também iam sendo atendidas.
(contém um pouco de spoiler)
apesar de não ter simpatizado tanto com o personagem principal (essencialmente por seguir todas as ordens de wednesday muitas vezes sem refletir) e apesar da batalha final ter acontecido muito rápido, o livro foi uma surpresa muito boa.
é um pouco longo mas vale a pena! (e os detalhes do livro fisico em si são maravilhosos).
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Danniki 10/07/2021

Filosofia da crença
Esse é o quatro livro do Neil Gaiman que eu leio. E só tenho elogio! Cada livro ele não mantém o mesmo estilo da narrativa, se nota umas mudanças aqui e lá. É como ler de vários autores, sabe? A imaginação dele para “Deuses Americanos” foi positivo para mim.
Primeiramente pelo fato de eu adorar mitologia, e outro fato de ele ter criado os novos deuses da geração atual. Que baita de criação! E segundo, ele sempre apresenta personagem que me faz desgostar. Admito que não suporto Garoto Técnico, o novo deus, e não gosto do protagonista. Calma! Eu não gosto do Shadow pela sua falta de crença, em ligar as coisas rápido. Mas eu amei a história!
Queria ter lido em poucos dias, mas devido a minha rotina e problemas pessoais, demorei um mês e meio para concluir a leitura. E eu super indico esse livro para refletir o que é crença. Não precisa ser religião, pode ser qualquer coisinha que faz você continuar aqui e agora.


site: https://www.instagram.com/livros.daniellamartins/
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Isadora.Brito 01/07/2021

Thank You Next
Perdi a conta de quantas vezes tentei essa leitura. Pelo que soube, o autor fez um estudo impetuoso para o livro, mas acho que foi tanto estudo que ele se perdeu um pouco na história. Apesar de o tópico ser bastante essencial, abordando diversas culturas, mitos e contos, o personagem principal é a pessoa mais morta (como o próprio livro cita) e perdida, e, infelizmente, nós também ficamos. O livro é cheio de referência e trocadilhos que não acrescentam tanto no enredo( e sinceramente não são pra lá de interessantes e trazem apenas uma alegria momentânea). Os contos no meio do livro se tornam melhores do que o próprio livro (essa parte admito que gostei bastante). Alem de criar- se uma expectativa gigante para no final acabar com um: ?é só isso??. Fiquei feliz que não fui a única a achar isso, mas espero ler outra obra do autor. Não leria este novamente e desejo ao Shadow um pouco de personalidade.
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Letícia Caetano 27/06/2021

E se os Deuses vivessem entre nós?
Essa é uma realidade que Shadow passa a conhecer logo que sai da cadeia, após cumprir sua pena ele só reencontrar sua esposa e retornar sua vida de onde parou. No entanto, nada disso acontece, ele saí da cadeia mais cedo, com uma notícia impactante e é aí que sua vida tem uma reviravolta.

A escrita do autor não deixa a leitura maçante, apesar de alguns detalhes serem cansativos. É um livro envolvente que nos faz questionar se realmente os Deuses podem estar entre nós, sejam eles nórdicos, egípcios, gregos e etc. Já que com a evolução do mundo o ser humano deixou de cultuá-los e abriu espaços para novos "deuses" como o dinheiro.
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Livia.Villela 26/06/2021

Err..
Depois de mais de quinhentas e cinquenta páginas, confesso que não sei bem como começar essa "resenha". Acho que posso começar falando que não gostei do livro, caso não seja óbvio por conta da nota que dei. Eu dei 2,5 quase que de raiva. Poderia muito bem dar um 3, penoso, mas dava; mas como pode alguém ter uma ideia tão magnífica e executa-la de forma tão incompleta e insatisfatória?

Como disse, não gostei do livro, mas entendo o que leva alguém a gostar. Para começar, a idéia é incrível. Incrível, mas muito difícil de se executar e mais difícil ainda de não se perder no meio dela. Há tantos deuses. Tantas tradições. Tantos mitos, histórias, tantas culturas. Trazer todos numa só história parece, no mínimo, difícil. Nem mesmo quinhentas páginas conseguiriam sustentar desenvolver todas essas tradições e culturas. Por conta disso, senti que ficou um pouco confuso e um pouco vazio. Como falar de uma mitologia, sem realmente falar dela? Colocá-la como protagonista?

Outro problema de falar de tantas mitologias ao mesmo tempo, é se perder nelas. Tanto eu, lendo, quanto Neil Gaiman, escrevendo, sinto que ambos nos perdemos eventualmente nessa narrativa. Talvez uma melhor ideia fosse estreitar essa narrativa. Selecionar um pequeno número de mitologias. Acho que, para o autor, pareceu algo coeso, já que ele entende de todas as tradições que procurou falar sobre, mas realmente parece caótico e sem sentido para quem conhece pouco. Toda hora um novo deus era inserido, e eu entendia tão pouco dele, como dos outros.

Outro ponto interessante é como o autor trata de todas as tradições, povos e culturas que estão envolvidas na formação dos Estados Unidos. Ninguém nunca se aprofunda na discussão dos EUA a partir da visão multicultural e isso eu posso apreciar nesse livro. Gosto das histórias desconexas, mas que tem sim conexão com a principal, que falavam sobre momentos do passado, quando certos deuses foram trazidos à América. Mas mesmo essas às vezes se tornavam um pouco confusas. Talvez dar nome aos bois ajudasse um tanto.

No início, como disse, eu até poderia dar um 3 para esse livro por causa de tudo isso que estou dizendo, mas então o livro se tornou totalmente massante, lento. Por momentos parecia mais um romance sobre vida cotidiana do que um livro de ficção sobre mitologia, regionalidade e tradição. Se tornou extremamente lento, arrastado.

Outra coisa que enfraqueceu tudo isso para mim foi esse protagonista sem personalidade, sem pontos fortes, sem presença. Eu me senti exatamente como Laura em relação a Shadow: sequer dá para sentir que ele estava vivo. Ele parecia não ter opinião própria, pensamentos próprios, aceitava tudo que era jogado em seu caminho, era estagnado, vazio, morto. Parece até um personagem escrito de maneira preguiçosa e conveniente, já que tudo poderia acontecer a ele e ele nem ligaria. Nem quando algo parece mudar no interior dele eu senti qualquer mudança. Para mim, continuava completamente morto.

Muitas cenas eu não consegui decodificar, muitas coisas pareceram ficar sem resposta e o final, para mim, foi abrupto e vazio demais. Personagens demais, alguns sem explicação de ser. Sequer houve um aprofundamento nos ditos novos deuses, eu me senti realmente desamparada.

Enfim, consigo ver como alguém possa gostar dessa obra. Consigo mesmo, mas não consigo sentir o mesmo. Posso apreciar alguns pontos, mas não consigo dizer que esses pontos superaram todos aqueles de que não gostei.

Enfim. Enfim. É uma opinião um pouco polêmica, porque é um livro bem amado. Mas enfim.
De qualquer forma, foi uma leitura interessante. Apesar de, depois da metade, sentir que estava só me forçando a continuar para entender o final.
Isadora.Brito 01/07/2021minha estante
representou tudo que eu senti, de uma forma ótima! acho que o Neil estudou tanto para o livro, que ele esperava que nós soubéssemos o mesmo que ele e tirássemos nossas próprias conclusões! Sendo que era pouca informação sobre tanta coisa. E laura foi a melhor personagem




João 21/06/2021

Livro que me fez virar fã do Neil gaiman. A história traz muitas referências de deuses e divindades antigas e os insere muito bem nas adorações do presente (apesar do livro ser de 2001), e reflete muito na ideia da fonte de poder de um deus. Criador ou criado pela crença?
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Lucas.Pereira 21/06/2021

Um dos favoritos da vida!
Esse é aquele tipo de livro que vai ficando melhor com o tempo, quando você vai refletindo sobre tudo que aconteceu e sobre a jornada até chegar na última página. É um livro rico em conteúdo sobre diferentes culturas e crenças, uma experiência enriquecedora para o leitor. Achei um pouco cansativo em algumas partes, mas nada que atrapalhe a leitura. Recomendo muito!
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Will 21/06/2021

Ideia original com um protagonista problemático
Neil Gaiman fazendo o que sabe melhor: trabalhar em cima de figuras mitológicas e divinas. Nesse universo de Deuses Americanos, vemos uma guerra iminente entre novos e antigos deuses, porém, a conexão com o leitor é através de um protagonista insosso e que nos gera indiferença. Sinceramente, acho que é um dos piores protagonistas que já vi na literatura. Vale a leitura pelo universo e pela habilidade de desenvolver narrativas do Neil Gaiman. Agora a dúvida é se encaro a série, pois o livro foi um tanto agridoce.
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milinha.gomes 20/06/2021

Um crossover de mitologias
O enredo conta a aventura de Shadow, um ex-presidiário que começa a trabalhar com um homem misterioso chamado Wednesday. Eles embarcam numa estranha missão de buscar aliados para uma guerra que se avizinha, entre deuses velhos e novos - uma guerra pelo poder.
Posso dizer que estamos diante de um crossover entre várias mitologias: celta, nórdica, hindu, vodoo, eslavo, entre outros. Na verdade foi uma dos temas que me atraiu a leitura foi este mesmo. Achei incrível o entrosamento que os deuses tiveram entre si e como Shadow lidou bem com cada encontro com eles. O protagonista me encantou, teve um amadurecimento durante o enredo muito bem trabalhado. Sobre o desfecho, o que posso dizer é que foi digno de final de novela mexicana (não teve casamento, mas houve várias revelações de nos deixar de boca aberta).
É um plot bem envolvente e indico para quem está a fim de ler uma boa aventura.
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Otávio Dario 15/06/2021

Obra-prima de Neil Gaiman, Deuses americanos é relançado pela Intrínseca com conteúdo extra, em Edição Preferida do Autor.

Deuses americanos é, acima de tudo, um livro estranho. E foi essa estranheza que tornou o romance de Neil Gaiman, publicado pela primeira vez em 2001, um clássico imediato. Nesta nova edição, preferida do autor, o leitor encontrará capítulos revistos e ampliados, artigos, uma entrevista com Gaiman e um inspirado texto de introdução.

A saga de Deuses americanos é contada ao longo da jornada de Shadow Moon, um ex-presidiário de trinta e poucos anos que acabou de ser libertado e cujo único objetivo é voltar para casa e para a esposa, Laura. Os planos de Shadow se transformam em poeira quando ele descobre que Laura morreu em um acidente de carro. Sem lar, sem emprego e sem rumo, ele conhece Wednesday, um homem de olhar enigmático que está sempre com um sorriso no rosto, embora pareça nunca achar graça de nada.

Depois de apostas, brigas e um pouco de hidromel, Shadow aceita trabalhar para Wednesday e embarca em uma viagem tumultuada e reveladora por cidades inusitadas dos Estados Unidos, um país tão estranho para Shadow quanto para Gaiman. É nesses encontros e desencontros que o protagonista se depara com os deuses — os antigos (que chegaram ao Novo Mundo junto dos imigrantes) e os modernos (o dinheiro, a televisão, a tecnologia, as drogas) —, que estão se preparando para uma guerra que ninguém viu, mas que já começou. O motivo? O poder de não ser esquecido.

O que Gaiman constrói em Deuses americanos é um amálgama de múltiplas referências, uma mistura de road trip, fantasia e mistério — um exemplo máximo da versatilidade e da prosa lúdica e ao mesmo tempo cortante de Neil Gaiman, que, ao falar sobre deuses, fala sobre todos nós.
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Fontana 12/06/2021

Ler Gaiman escrevendo sobre deuses é algo muito bom. Da pra sentir o fascínio que ele tem por esse tema, eu acho lindo.
O livro é bom, e a estória é envolvente. Mas eu não consegui ter uma boa conexão com o personagem principal, não gostei muito dele não.
Muito legal pra quem entende um pouco sobre deuses, porquê tem umas referências muito divertidas.
Mas acho que minha leitura poderia ter sido melhor. pretendo reler futuramente.
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