A filha perdida

A filha perdida Elena Ferrante




Resenhas - A Filha Perdida


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Erika.Almeida 27/04/2017

Descortina o mito do amor materno
"A filha perdida" foi meu primeiro encontro com Elena Ferrante. E que encontro!
Em dois dias, o livro é devorado com sabor, mas a fluidez não implica superficialidade (longe disso).
Elena descortina a ambivalência materna, trata do que mais se tenta recalcar: os sentimentos menos nobres nas relações familiares. Os personagens - nada maniqueístas - são de uma humanidade escrachada.
Recomendo muito a todos, mas em especial, recomendo às mães ( aquelas que já são ou planejam ser) e aos e se interessam pelos caminhos do inconsciente.
Excelente!!!?
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Lia 26/04/2017

Efeito Eiisa Lucinda
Como nossa percepção da história dos outros nos leva a falsas conclusões. É uma fuga de nossa própria história, muitas vezes sem saída pra nós mesmos. Criamos a história do outro, julgamos e aplicamos nosso castigo ou conivência.
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Camila.Oliveira 25/04/2017

Elena Ferrante
Um livro cheio de metáforas, fala sobre a maternidade, força de uma mulher, fraquezas também da mesma mulher... Intenso.
Tive a impressão de está assistindo de pertinho tudo que aconteceu.
Personagem Leda é real,cheia de falhas, a amei e a odiei com a mesma intensidade.
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Lizi Cordeiro 14/04/2017

Intenso
Nossas fraquezas diante da vida, nosso vazio e a busca por preenchê-lo, nossos desejos diante das expectativas da sociedade, nossas atitudes que contrariam o esperado.
Um tanto angustiante a briga de Leda com ela mesma na tentativa de se encontrar, o reconhecimento de sentimentos egoístas, a falta de paciência no convívio com os outros.
Leda viaja sozinha, mas ela, seu passado e seus pensamentos não conseguem deixar de irem junto.
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Thais Saes 13/04/2017

Inteligente, Profundo e Real
Já adianto: não é um livro que todos aprovarão. E muito menos recomendo para os adolescentes.

É uma obra profunda, inteligente, delicada e muito real.

Elena Ferrante, um pseudônimo de uma romancista anônima italiana, retrata as doçuras e os azedumes de ser mãe. Sua personagem principal teve um colapso quando não conseguiu lidar com o fato de ser mãe de duas garotas, casada e universitária. O cotidiano foi uma tortura para Leda.

O drama é retratado em uma cidade litorânea da Itália e a descrição da autora é tão real que eu sentia o frescor marítimo, o sabor do belo vinho italiano e dos jeitos e trejeitos dos napolitanos.

Recomendo demais!
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Cris 11/04/2017

Uma leitura deliciosa.
Pode ser redundante, mas a narrativa da autora flui maravilhosamente bem. Sua escrita varia tão bem do drama ao sensual, do estudo de personagem ao suspense que parece que estamos diante de uma grande história, apesar de tão poucas páginas. É um estudo de personagem sincero e sucinto, que busca através do auto-conhecimento, uma narrativa fluída de mistério numa paisagem insólita. Belo!
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Roberta 19/03/2017

Livro extremamente corajoso sobre a maternidade. Imperdível.
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Ray 10/03/2017

A escrita de Elena Ferrante é perfeita, logo de cara você percebe o seu talento. Seu estilo me lembrou Camus e isso me apaixonou. A Filha Perdida traz tudo que um bom livro precisa e sem precisar se estender muito. Um romance curtinho com uma protagonista forte e complexa, relatos sinceros sobre humanidade, crise de personalidade, maternidade e da figura feminina. Acho que fica entre os 10 melhores livros que já li na vida.
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Amanda Gaia 07/03/2017

Relato sincero sobre maternidade, sem a maquiagem do politicamente correto.

O maior fenômeno literário dos últimos tempos atende pelo pseudônimo de ELENA FERRANTE. Trata-se de uma romancista italiana que prefere se manter no anonimato e que ganhou o coração dos leitores com uma narrativa bela, marcante e, acima de tudo, honesta. Quem costuma frequentar livrarias com certeza já se deparou com algum título da escritora: “Dias de Abandono”, “Amiga Genial”, “História do Novo Sobrenome” e “História de Quem Foge e de Quem fica” (os três últimos fazem parte da série Napolitana), “Uma Noite Na Praia” (um livro infantil) ou “A Filha Perdida”, a primeira leitura que concluí em 2017.
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"A Filha Perdida" conta a história de Leda, uma italiana de meia-idade, professora universitária, mãe de duas filhas crescidas que foram morar com o pai no Canadá. Para o constrangimento de Leda, não houve tristeza com a mudança das filhas, pelo contrário, ela se sentiu mais leve, sem a ansiedade de ter que tomar conta de alguém, livre das responsabilidades oriundas da maternidade.
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“Senti-me milagrosamente desvinculada, como se um trabalho difícil, enfim concluído, não fosse mais um peso sobre os meus ombros”.
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Movida pela sensação de bem-estar, Leda decide passar as férias numa cidade litorânea da Itália, onde observa diariamente uma família napolitana que frequenta a mesma praia que ela, especialmente uma jovem mãe e sua filha, que não desgruda de sua boneca.
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Por razões que vamos desvendando ao longo da leitura, essa família leva Leda a reviver seu passado, a refletir sobre suas escolhas, sobre as decisões que tomou ao longo da vida e sobre sua condição de filha e de MÃE, acima de tudo. O livro é um relato sincero sobre maternidade, sem a maquiagem do politicamente correto. A narrativa da autora é leve e envolvente, a leitura flui maravilhosamente bem, mas não se engane, a temática é densa. A história em si não traz grandes acontecimentos, se passa mais na cabeça da narradora. É uma leitura bastante reflexiva, e Leda, uma personagem complexa, que admite sem nenhum pudor algumas das fraquezas que a maioria das pessoas dificilmente reconheceria em voz alta.

Instabook: livrodegaia
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Priscila (@priafonsinha) 06/03/2017

A escrita de Elena é apaixonante!
Essa escritora deve ter algum feitiço que nos envolve demais na leitura! Personagens de uma sinceridade absoluta para um assunto tão complexo como a maternidade.
Sempre imaginamos que, ao nascer uma criança, nasce também uma mãe e todo o amor e carinho em relação a esse momento. Acontece que as fragilidades e o dia a dia cansativo imposto pela nova rotina não são bem vistos nesse mundo imposto pela sociedade em que as mães devem ser sempre perfeitas. Um livro curto mas intenso. Vale a leitura.
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Pamella 02/03/2017

“Um filho é, de fato, um turbilhão de aflições”
Se eu pudesse resumir este livro em apenas uma palavra, ela seria: maternidade. Claro que existem mil relações na trama, mas todas são, de alguma forma, permeadas pela questão de ser mãe e de tudo que ela exige das mulheres, tanto física quanto psicologicamente, além das condições intrínsecas à mulher.

Leda é uma professora universitária que, após a mudança de suas duas filhas já adultas para o Canadá, vai passar as férias no litoral da Itália. Lá, ela coincidentemente divide seus dias na areia da praia com uma família napolitana, enquanto observa seus dramas pessoais, com especial atenção a uma jovem mãe e sua pequena filha.

O que parece um mote simples tem um desenvolvimento fabuloso que somente Elena Ferrante poderia conseguir. Em alguns momentos, nesse texto, sua narrativa me lembrou muito Clarice Lispector, devido à introspecção e o olhar sensível para o universo do feminino. Ela, porém, pode ser bem mordaz para os olhos pouco acostumados à desromantização da maternidade. Aquelas personagens não são mães idealizadas, mas mães reais, que sofrem e sentem na pele o peso de se dedicar exclusivamente a um filho.

É impossível, caso se tenha lido a série Napolitana, não traçar paralelos entre as personagens de “A Filha Perdida” e as personagens da história de Lila e Lenu (até com elas mesmas, em alguns casos), suas preocupações e seus desejos. Fiquei intrigada, principalmente, com o fato da criança, filha de Nina, se chamar Elena, assim como a narradora da série. Mas reconheço que, instintivamente, busco rastros da autora, que se evade, sempre que possível, da mídia, alegando não ter nada a dizer além do que já diz com seus textos. As marcas da autora pelo texto, no entanto, são impossíveis de ignorar. Isso deve ser o que mais me atrai na narrativa da autora.

A vergonha da família ainda é uma constante, Leda quer (assim como Lenu) negar sua família de origem pobre, o dialeto é um peso do qual é difícil se desfazer e o grau de instrução funciona como uma escada, uma ascensão social que possibilitará se livrar do ranço dos cortiços napolitanos, pois estudando deixa-se para trás tudo que os não instruídos, inclusive a própria família, representam. Ainda que a “genética” herdada permeie toda a trama, como se dissesse bem alto: é impossível negar quem você é.
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Renata.Firpo 01/03/2017

Que livro!
Livro narrado em primeira pessoa, curto e de leitura fluida, e ao mesmo tempo denso.
A personagem principal é uma mulher de 48 anos que, sozinha, durante suas férias, faz um verdadeiro resgate de sua vida e quão difícil é ser mãe, mulher.
Leitura obrigatória para quem é mãe, principalmente de meninas e de adolescentes. Incrível como é possível se identificar com vários sentimentos descritos e até mesmo diálogos.
A culpa materna, os sentimentos contraditórios, a busca por uma identidade própria. Realmente um livro pra refletir. Gostei muito!
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Juliana Ribeiro 18/02/2017

Um pouco perturbador
Adoro a escrita de Elena Ferrante. No entanto, assim como com outros livros dela, não sei dizer ao certo o que me agradou tanto em "A filha perdida".
É ao mesmo tempo um livro de leitura fácil, que li rapidamente, porém é muito intenso. Traz uma visão diferente da maternidade, fala de algumas questões que são consideradas um tabu. Não acho que seja o caso de concordar ou discordar da protagonista, é apenas uma outra visão. Libertária mas ao mesmo tempo perturbadora, já que vai contra o senso comum.
Achei um livro muito envolvente e contestador. Excelente.
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Laine 18/02/2017

Acesso psicológico garantido
https://youtu.be/rm0jT_p2c8g

site: https://youtu.be/rm0jT_p2c8g
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