A História do Brasil Para Quem Tem Pressa

A História do Brasil Para Quem Tem Pressa Marcos Costa




Resenhas -


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thay | @thaysavaldevino 02/03/2020

Para quem tem pressa, nada como um belo resumo da triste história do nosso país, que envolve racismo, escravidão, roubo dos nossos bens preciosos e mentiras atrás de mentiras. Uma política injusta diante de tanta história e beleza naturais que são únicas e nacionais.
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Nati.FalcAo 07/06/2020

Muito bom e necessário para entendermos onde começaram as decisões politicamente erradas, individuais e não coletivas. Consequentemente, fica claro o porquê do Brasil ter um péssimo índice de desenvolvimento humano e social.
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Valdo.Alencar 17/06/2020

O Brasil possui um longo passado pela frente
Começo esta breve resenha com essa frase arrebatadora de Millôr Fernandez, que apesar de simples, sintetiza fielmente os pouco mais de 500 anos de nossa história. Como o título do livro informa, a obra têm por objetivo apresentar, de forma clara e sucinta, os principais fatos e ocorrências que marcaram nosso país ao longo de sua história, e, como fica evidente, a história da nossa nação é muito pouco diversificada, pois é marcada por momentos que são impulsionados por princípios e idéias que, em geral, se conservam ao longo do tempo, e Marcos Costa nos mostra que qualquer projeção para o futuro da nação deve passar pelo escrutínio das elites econômicas. A proposta do autor é excelente pois condensa os principais acontecimentos de nossa história em um livro de fácil entendimento (qualquer obra detalhada precisaria de muito mais que 200 páginas!). Recomendo a leitura especialmente a pessoas leigas e que possuem pouco conhecimento sobre assuntos envolvendo a história do nosso país.
#ValeaLeitura
Sofi 17/06/2020minha estante
Parece muito interessante, obrigada pela resenha.


Valdo.Alencar 17/06/2020minha estante
Disponha, Sofi.




Déh 26/02/2020

Cumpre o que promete
Um bom livro para uma base básica sobre a história do Brasil em tão poucas páginas. Ajuda relativamente bem a acompanhar o cronograma dos acontecimentos que formam nossa história.
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Jonatha.Silva 30/12/2016

Excelente para quem quer iniciar o conhecimento na história do Brasil.
Certamente o livro lhe concede um vislumbre de todo acontecimento do Brasil em pouco menos de 200 páginas, uma tarefa difícil. Claro que para que isso ocorresse nada foi contado no detalhe, cada vez que um momento dá história cativava, bastavam apenas algumas linhas para que tudo passasse e ficasse apenas a vontade, "Puxa queria saber mais!".
E daí nasce a vontade de entrar no detalhe dá história do Brasil. Por este motivo além do formato descontraído em que a história é contada, o livro é uma excelente base para quem quer iniciar o conhecimento na história do país. Contado de forma simples e muito "descolada", quase não cansa - são poucos os momentos -, sendo possível ler sem parar e concluir em poucas horas.
hugaoo 31/01/2017minha estante
Concordo muito e terminei dizendo muito do que você disse em minha resenha. Adorei o "quase não cansa".




Isabela.Labes 14/06/2020

Um livro muito bom pra quem se interessa pela história do Brasil e quer entender como realmente foi. Um ótimo livro pra quem não tem muito embasamento e não sabe por onde começar.
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Amorim 29/05/2020

Essencial
Um livro essencial para adultos que se encontram "esquecidos" das aulas de história na educação básica. Uma boa introdução para irmos mais fundo na história do país em que vivemos.
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Nicole Gonsales 27/04/2020

Bom.
Um livro bom, leitura rápida e bem resumido, pretendo ler mais livros sobre o assunto com certeza.
Amorim 28/04/2020minha estante
Faz jus à proposta? Estava procurando algum do tipo..


Nicole Gonsales 30/04/2020minha estante
É bem resumido se você procura se aprofundar no assunto esse livro não é tão bom, mas ele da uma ?pincelada? em várias partes da história, acredito que por ser curto vale a pena ler.


Amorim 30/04/2020minha estante
Bom, ao menos para introdução, deve mesmo valer a pena. Obrigado!




Karol 27/05/2020

Não tenha pressa!
O conteúdo é bom, mas a leitura não é rápida. Na verdade é bem arrastada.
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Rubens 24/02/2019

Pura ideologia!
Muito fraco! Que é superficial, isso já era óbvio. Mas a visão do autor é tão ideologizada e caricata que dá raiva. O sujeito omite fatos importantes na história, muda o contexto de outros fatos, cria confrontos sociais que não aconteceram; enfim, cria uma narrativa artificial que se encaixa na sua visão ideológica.
Israel.Gomes 04/03/2019minha estante
E qual seria a visão ideológica do autor?


Aninha 08/03/2019minha estante
História pra quem tem PRESSA... não vai estar todos os dados possíveis e ainda ser forte


@livrosegatos 23/04/2019minha estante
A história é a história, são fatos. O problema é o pessoal que gosta de fingir que não foi assim.




Le 14/04/2020

Recomendo
Leitura rápida e fluida, um resumo muito bom sobre a história do Brasil.
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Aefe! 11/05/2020

Ótimo livro. Faz o que se propõe: uma visão panorâmica para leigo da história do Brasil mas com uma boa reflexão. O final é um pouco triste, infelizmente... os dias de hoje... Mas o livro ajuda a entender melhor o país
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Nassor 29/05/2017

Uma introdução crítica
1º Impressão : Preconceito
A gente sempre duvida ou acha que vai vir coisa muito irresponsável teoricamente quando lê essas propostas de “contar a história toda de uma vez só e rápido” então eu já entrei na leitura com três pés atrás, mas todos cederam e por pouco não termino o livro no dia em que comecei (Não condene um livro pela capa, nem pelo título, nem pelo design).
O livro
É quase impossível falar de história do Brasil de forma mais séria sem levar em consideração o trabalho de autores como Sérgio Buarque de Hollanda, Celso Furtado, Caio Prado Jr, Gylberto Freire, Boris Fausto, Raymundo Faoro, entre tantos outros, e a referência e/ou influência de todos eles está lá, então podemos classificá-lo como confiável.
O livro se estrutura de forma simples do início ao fim, o que torna a leitura prazerosa e palatável, provocando além da curiosidade, o desejo do leitor de devorar o livro todo de uma vez só, assim como a proposta de contar a história do país.
É feita uma análise sociopolítica do país desde o período anterior ao que se convencionou chamar de “descobrimento” pelos portugueses, os motivos e bastidores das grandes navegações, trazendo e reverberando a ideia de que nossa gênese é diferenciada das demais colônias, pelo caráter exploratório do povoamento em termos iniciais, e pela forma desleixada que a princípio fomos tratados enquanto possibilidade para a metrópole Portugal.
Avançando para o período Colonial uma das características mais interessantes do livro se manifesta: O caráter crítico. Nada passa despercebido ao caráter neutro (para não dizer cético) diante dos grandes mitos criados nos nossos mais famosos livros didáticos. Vemos por trás do que pintam como altruísmo e heroísmo o mais puro interesse econômico, e vemos acima de tudo ao longo de toda história do país um problema seríssimo com rompimentos.
O fim do Brasil Colônia não se dá com uma ruptura concreta diante da metrópole, mas antes passa por movimentos como a transferência da sede do reino de Portugal para o Brasil, pela União Ibérica, por concessões e limites que configuraram a transição lenta, gradual e cheia de parênteses para o período da independência e Império, onde mais uma vez tudo “mudou para continuar do jeito que sempre foi”.
O Brasil, como podemos observar com a leitura do livro, é um “país dos milagres” , onde primeiro se pode explorar a monocultura do açúcar, que foi saturada, e superada pelo milagre do ouro, dos diamantes, e do café (alô spoiler). Aproveito esse momento pra demonstrar a eficiência do relato em todos os aspectos, inclusive nas avaliações das questões econômicas.
No período Imperial, assim como durante toda a extensão da constituição do poder político, o país se submete a direção de castas superiores, que arquitetam e determinam os rumos da nação, com o povo sendo mero espectador (maioria analfabeta) das ações dos donos do poder: A princípio o latifúndio , a monocultura e o trabalho escravo caracterizam a estrutura laboral do país.
A monarquia dá lugar a República, e ainda assim não vemos um claro rompimento, uma cisão, uma quebra de paradigma, tudo se faz na base do acordo, tudo se dá de forma de certa forma “amistosa” , uma elite “pede licença” e toma o assento, mas sem retirar ou desordenar de forma brusca a ordem vigente do poder e dos setores da sociedade que o influenciam.
Dentro da nossa República permanecemos diante dos mesmos problemas, os rompimentos não se dão de forma clara, até o nosso federalismo é apontado pelo autor como uma estratégia das elites dominantes de buscar maior autonomia em detrimento da lógica unitária da concentração de poder político.
O Brasil passa por intempéries e novamente se vê diante de um golpe que instaura um governo que incendiado e muito atrasado vê e dá entrada para a industrialização, concedendo pela primeira vez de forma concatenada e expressa direitos aos trabalhadores. E com mais golpes e conspirações o governo condutor dessas transformações acaba por cair.
Uma enxurrada de desenvolvimentismo toma conta do país e se observa a transformação da lógica urbana, e a capital chega até a mudar de lugar, já achou que tudo ia ficar tranquilo e a estabilidade democrática ia se consolidar? Tava errado após tentativas combatidas e antecedido por um governo polêmico e que pretendia revolucionar o país socialmente é instaurado um novo golpe: O militar, novamente sem delimitar de forma explícita os contornos do que se passava.
O processo de condução do governo no período militar era duro, autoritário e estatista, e devido a estabilidade e ausência de liberdade de contestação, somado ao apoio de forças externas que tinham interesse no não avanço do comunismo no país, o Brasil cresce economicamente, mas não tanto socialmente, direitos são cassados, a democracia rói, e o Executivo aparelhado se torna instrumento particular de poder de uma elite.
A democratização não se dá de forma direta, e quando se dá, não há uma cisão de fato com o sistema vigente. O país ainda não consegue se acostumar com a lógica democrática, elege políticos e os depõe por motivos econômicos, e os interesses das classes dominantes ainda prevalece, e até do ponto de vista econômico é difícil raciocinar com tão pouca estabilidade.
Minha reação
O livro além de reforçar crenças que eu já possuía, deixou cada vez mais forte em mim o incômodo e a certeza de que nossos problemas não são apenas de ordem econômica e não surgiram da noite pro dia, mas vem de uma lógica de exploração sem planejamento, de uma subserviência, clientelismo e patrimonialismo que contaminam de forma corrosiva a nossa cultura política.
A leitura de “ A história do Brasil pra quem tem pressa” é rica, detalhista dentro do que é possível em pouco mais de 160 páginas para mais de cinco séculos de história, e passa longe de esgotar todos os temas, mas com certeza nos deixa com vontade de ir atrás das raízes da complexidade por trás das patologias sociais em nossa cultura política.

site: https://medium.com/nassoroliveira/resenha-a-hist%C3%B3ria-do-brasil-pra-quem-tem-pressa-41c7e0bbae39
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Almagrafias 06/05/2020

Deixa muitos pontos importantes de fora. Ainda que o intuito seja apresentar em poucas páginas a história do Brasil ,tem pontos em que não fica claro o que o autor quis transmitir resultando na volta ao que já foi lido para encontrar elementos que se ligam formando a teia da história. Darei mais uma chance ao autor no livro sobre mitologia, acredito que o assunto seja melhor sintetizado na proposta dessa coleção " Para quem tem pressa"
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Dangelo 15/06/2019

Medíocre e foge do tema proposto
O livro foge do que é proposto. O autor cai em uma série de julgamentos sem apresentação de contrapontos - em questões que são particularmente polêmicas e discutíveis. O autor elege vilões e heróis de acordo com o seu gosto, tornando o livro abundante em opiniões e escasso em fatos que contrapõem suas induções. É no mínimo uma tática desonesta de manipulação apresentar teses quando o público alvo do livro (leigos) carece de recursos para as contrapor e simplesmente vão acatar. Sem dúvidas isso não pode ser chamado de ensino.

Definitivamente não recomendo para quem deseja algum material introdutório sobre a história do Brasil.
Jhe 31/07/2019minha estante
Gostei da sua visão. Tem algum outro do tema que você recomenda?


Dangelo 19/11/2019minha estante
Olá Jheinis! Perdão pela demora.
Se quiser algo aprofundado, recomendo a coletânea sobre a história do Brasil do historiador Pedro Calmon. Até pouco tempo atrás tinha na Biblioteca Do Senado a preços bem baixos. Um menos aprofundado porém interessante que li é o "1889" do Laurentino Gomes. Porém ele só se resume a falar do golpe republicano. Tem outros livros do mesmo autor sobre outros períodos, mas não cheguei a ler ainda. Abraços!


Jhe 08/12/2019minha estante
Obrigada!!




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