Sway

Sway Kat Spears




Resenhas - Sway


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Queria Estar Lendo 05/12/2016

Resenha: Sway
Recebido em parceria com a editora Globo Alt, Sway é um livro sobre um garoto disfuncional altamente temido e igualmente adorado pelo pessoal ao seu redor. Uma promessa de 10 Coisas que Odeio em Você que tinha muito potencial, mas acabou ficando no mais ou menos.

Sway é o apelido de Jesse Alderman. Ele é um faz tudo na cidade onde mora; e por faz tudo eu digo que faz de tudo mesmo. Ele é o contato dos contatos. Ele é a pessoa que você deve procurar se estiver querendo um favor - seja um favor simples, como uma vaga no time da escola ou um convite para uma festa badalada ou um favor mais complexo, como drogas e encontros arranjados. Quando Ken paga Sway para descobrir tudo o que puder sobre a Bridget, uma garota doce e adorada por todo mundo no colégio, tudo o que Sway queria era desaparecer - afinal de contas, Ken estava pagando para que ele o ajudasse a sair com a garota por quem estava apaixonado.

O que mais me irritou nesse livro foi o protagonista. Jesse é o típico sabe-tudo cheio de si que se esconde atrás de um passado sombrio para justificar todas as atitudes babacas que tem - e, nossa, como ele é babaca. Toda vez que alguém reafirmava isso no livro eu aplaudia, porque o Jesse é muito babaca. E não é um babaca compreensível ou um babaca com arco de crescimento, nem mesmo um babaca simpático. Ele é pura e simplesmente um babaca. O fato de todo o livro ser narrado em primeira pessoa pelo Jesse torna a história enfadonha e irritante, ainda que o background seja interessante e te prenda e mantenha sua atenção presa à leitura.

"O que é verdade hoje pode não ser verdade amanhã."

Até suas 180 páginas, Sway não me surpreendeu. É um livro bem escrito, mas simples em sua composição. Essas 180 páginas basicamente focaram no dia a dia do Jesse como o cara. Uma parte interessante da trama começa quando Jesse conhece o Pete - o irmão da Bridget tem uma leve deficiência mental, o que meio que o exclui da normalidade com que as pessoas estão acostumadas. O fato de Pete ter tanta personalidade e ansiar tanto pela normalidade tornam suas cenas ótimas e o convívio com o Jesse uma explosão atrás de outra; afinal de contas, o Jesse é um babaca, lembra? Ele é um babaca com o Pete também. Mas o Pete não é do tipo que leva desaforo para casa, então ele está sempre rebatendo as atitudes ridículas do Jesse.

"- Você fica mais velho, aprende um pouco sobre o mundo, aprende o que é amar alguém mais do que a si mesmo e você pensa: se eu tivesse de fazer tudo de novo, faria melhor."

A outra parte foi o Sr. D., um velhinho que ele conhece no asilo onde a avó de Bridget está instalada. Caindo lá de paraquedas, Sway acaba inventando uma mentira fingindo que o Sr. D. é avô dele só para ter a desculpa de se aproximar da Bridget; e o Sr. D, obviamente, se aproveita disso, usando Sway para levá-lo a jogos, conseguir chocolate ou até mesmo, simplesmente, ter sua companhia.

Mas, de novo, o Sway me irritava a cada nova cena. O modo como ele tratava as pessoas à volta dele era bem asqueroso, do tipo recheado de comentários homofóbicos, racistas e preconceituosos no geral. Não é uma leitura agradável, não é legal conhecer os pensamentos de uma pessoa assim. Pouco me importa se é mecanismo de defesa do Jesse, nada justifica preconceito. O modo como ele tratou alguns personagens em diversos momentos - tal como Pete, ou David, o garoto nerd, a secretária de um cara que estava acima do peso ou até mesmo a Bridget, só porque o Jesse queria se manter afastado dela - foram bem escrotos. Slut-shaming foi outro ponto muito abordado por ele, outro detalhe que me fez aumentar o desejo de abandonar o livro. Os comentários absurdos que ele fazia sobre as mulheres que encontrou no passar da trama eram desconfortáveis. Piadas sobre estupro, o modo como ele se referia às crianças deficientes... Sério, de todos os personagens babacas escrotos que já li, tu és o maior, Jesse.

"Mercadorias passam por minhas mãos como água - trabalhos do semestre, drogas, identidades falsas -, mas não têm o valor que a informação tem."

Bridget foi uma personagem com potencial que acabou sendo usada para o clichê básico de romances assim. Ela tem toda uma personalidade enérgica e presença em cena, mas senti que a trama não a trabalhou da maneira adequada. Ela só estava ali para cenas de crescimento do Sway, momentos em que ele precisava dela para sentir. Tudo bem, o livro é sobre ele, mas não justifica colocar uma personagem feminina só para ser o partido ideal, a famosa manic pixie dream girl. O desenvolvimento da Bridget começou muito bem, mas decaiu ladeira abaixo conforme a história avançava, o que é uma pena para uma personagem tão rica. O romance entre os dois não me convenceu porque soou apressado e "amor da Disney" demais para uma história que queria me vender realismo.

"- Por que tudo que você toca fica tão complicado?"

No mais, o que achei mais interessante na história foi a Joey, amiga e companheira da vida sombria do Sway, e o Peter. Os dois personagens mais bem trabalhados da trama - ainda que Joey tenha tão pouco tempo em cena - e os dois que definitivamente mereciam mais destaque. Foram reais e humanos e dois pontos extremamente positivos dentro da história. Em relação à "profissão" do Sway, foi interessante como a autora não poupou e nem romantizou o que ele fazia. Afinal de contas, além de receber dinheiro para cumprir favores - muitos deles perigosos - Jesse também lidava com um pessoal barra pesada. Traficante de drogas e de favores, é o que Sway fazia, e essa parte do universo foi inserida nua e crua dentro da obra, sem falhar na tentativa de suavizar. Ele estava fazendo muita coisa errada e a autora expõe isso.

"- Às vezes o que queremos e o que o mundo espera de nós são coisas diferentes."

Quanto à edição, a editora Globo Alt fez um livro impecável, como sempre. A capa é simples e atrativa, amo lettering como a que usaram nessa. Diagramação agradável para leitura e capítulos não muito longos, o que, mesmo com o começo arrastado, não te cansava de continuar lendo.

Sway te prende pelo background e pelos personagens coadjuvantes, mas definitivamente não pelo protagonista. A sinopse me prometia um novo Heath Ledger em 10 Coisas que Odeio em Você, mas acabou se mostrando um belo de um Joey Donner...
Julia.Fernandes 24/05/2021minha estante
comecei a ler agr mas estou quase desistindo, achei tão chatinho




vii 28/07/2021

dêem uma chance!!
sem brincadeira, eu me surpreendi com esse livro. a autora tem um humor ácido super presente em sua escrita, confesso que fugiu um pouco da minha zona de conforto. me desapontei um pouco com o final, o livro estava acabando e as coisas ainda não estavam nem perto de se resolver, e faltando umas 30 páginas, tudo se desenvolveu um pouco rápido demais. fora isso, senti falta de uma descrição melhor dos personagens principais, da construção deles mesmo. em um contexto geral, gostei do livro e destaquei vários trechos importantes, esse livro aborda vários assuntos, um dos motivos que me prenderam na leitura, além dela ser leve! :)
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Relâmpago Marquinhos 09/06/2021

Resenha: Sway
No início eu estava achando o protagonista um babac*, no final não mudei minha opinião. Mas acho que essa é a magia desse livro, ver o quão fria e sem sentimentos uma pessoa pode ser por causa de seus pais. O final já era esperado, mas as músicas presentes nesse livro são simplesmente INCRÍVEIS.
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Barão 30/10/2016

Jesse Alderman, melhor badass!
"No mundo real, a Bela não se apaixona pela Fera e vive feliz para sempre. No mundo real, a Fera transa com a Bela. A Fera quebra o coração da Bela. A Bela entra num comportamento autodestrutivo como dormir demais nas aulas da faculdade, aumentando assim o impacto emocional negativo provocado pela Fera. Era uma história triste." - pág 104

Jesse Alderman é aquele tipo de cara que os seus pais pirariam se soubessem que você anda com ele. Mentiroso, rebelde, totalmente manipulador, ele é o encarregado de arrumar qualquer coisa que você precise. Além de ser um gato que não está nem ai para sentimentos, coisa que acaba afastando as pessoas dele, além do ar de perigoso. Ken é o jogador principal da escola, além de muito lindo e idiota, vive de atormentar as almas sofridas do ensino médio. Ken acaba contratando os serviços de Jesse para lhe arrumar uma garota, mas não qualquer uma, e sim, Bridget, a garota mais linda, educada e inteligente da escola.

Usando de todos os seus meios, Jesse acaba se envolvendo com Bridget, começando a descobrir lugares que a garota frequenta, até o que ela acha interessante, coisas como ajudar a cuidar de crianças com deficiência. Pensando só em terminar esse serviço, Jesse entrega todas as informações que conseguiu para Ken poder conquistar a linda jovem. O que Jesse Alderman não esperava é que ficaria com ciúmes quando isso acontecesse. 😓

"Meu coração, já uma casca dura, enrugada, virou cinzas e desabou." - pág 201.

Bom galerinha, só para finalizar eu gostaria de falar que ADOREI esse livro, principalmente pelo fato que não envolver só aquele antigo caso de amor não correspondido, mas vários outros temas. O Jesse com certeza me cativou, pelo jeito ácido, o humor negro, de falar o que quiser sem ter medo, ahh eu AMEI esse personagem. Até a Bridget eu gostei, por não ser aquela personagem boazinha/chatinha ela tem suas pitadas de ironia, coisa que adorei.

Enfim, quem está com duvida de ler ou não Sway, LEIAM, é um livro bem leve, fluído e super legal. Eu já queria mais livros com o Jesse.
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Flávia | @baixinhasleitoras 06/04/2020

Como diria o sr D.: Bela porcaria kkk (mas tudo tem 2 lados)
#FFRESENHA | #BAIXINHASLEITORAS
??????????????????
Título: Sway
Autor: Kat Spears
Editora: Globo Alt
Páginas: 256
Tradução: Santiago Nazarian
?????????
Era pra ser só mais um trabalho.
?????????
Foi o que pensou Jesse Alderman ao aceitar o serviço que Ken Foster, o capitão do time de futebol de sua escola, lhe pagou pra fazer.
?????????
Ele só precisava fazer com que a garota mais reservada e benfeitora dos fracos e oprimidos da escola, Bridget Smalley, saísse com Ken.
?????????
Para Jesse, que é acostumado a conseguir tudo que pagam para ele fazer, desde trabalhos escolares a conseguir bebida para festas, por isso o apelido Sway, ele inicia seu plano de trabalho.
?????????
Mas como tudo na vida, surge imprevistos, e nessa história o imprevisto poderia ser até o irmão de Bridget, Pete, mas a verdade que o que faz dar um trabalhão pro Jesse mesmo nessa história é que Bridget é uma garota encantadora, não é só mais uma menina que só quer saber de festas, garotos ou qualquer coisa inútil. Ela é difícil de lidar, ela pergunta demais, é insistente, e acima de tudo: gente boa. E para um cara como Jesse, que não é acostumado com esse tipo de gente, acabou ficando difícil não se apaixonar pelo o que deveria ser o seu trabalho.
?????????
Oi, amores! Amei escrever essa resenha para vocês, espero que tenham gostado. Eu até que gostei do livro, é uma história super rapidinha de ler, os personagens são bem engraçados, principalmente o senhor D. (Leiam e descubram mais sobre esse senhorzinho ranzinza haha) A história poderia ser melhor, mas acabou sendo uma leitura prazerosa, mesmo não acontecendo nada de grandioso.
?????????
Sendo assim, indico para quem quer ler algo simples, ideal para essa quarentena que estamos passando. ?
?????????
E vocês, alguém aqui já leu esse livro? Curtiram?
?????????
Xoxo, F. F. ???
?????????
#sway #katspears #livro #bookholic #instaliterario #instabook #preto #flores #livros #swaylivro #swayresenha

*Resenha disponível no IG @baixinhasleitoras
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Danii 25/12/2016

"Nada é bom ou mau, o pensamento é que torna as coisas assim. Foi Shakespeare quem disse isso."
Sabe quando você começa a ler um livro sem esperar nada dele? Então, foi assim que comecei a ler "Sway", esperando um livro mediano já que a nota média dele no Skoob não é das melhores (o que espero que mude porque não entendo a média ser menos que 4,0). Mas estou feliz em poder dizer que eu me enganei, pois, fui surpreendida e nem preciso dizer que amo como isso acontece.

"A verdadeira riqueza é medida em segredos, segredos dos outros e os meus próprios. Segredos são poder."

"Sway" é um livro surpreendente, inteligente, engraçado e sarcástico escrito pela autora Kat Spears e publicado aqui na nossa terrinha pela Globo Alt. É narrado em primeira pessoa pelo jovem Jesse, o "Sway", um cara que nenhum pai iria querer como genro, é um cara que "consegue" o que quiserem, desde que paguem por isso, seja com dinheiro ou com algum "favor" em troca.

"Sway não é algo que se possa definir. Um cara que tem sway é o cara, não precisa tentar ser descolado, apenas... é."

Quando eu li a sinopse imaginei que o Jesse conseguia coisas simples, ou melhor, coisas dentro da lei ou ilegais leves. Mas ele é traficante! (Isso não é spoiler, descobri bem no começo). Ok, ele não consegue apenas drogas, mas só por isso você já percebe que ele não é lá um mocinho do tipo príncipe de cavalo branco. Na verdade, ele é um belo estrategista e é bom de lábia, do tipo que venderia alho para vampiro e prata para lobisomem. Porque tudo que pedem para o Sway, se ele quiser, ele consegue. Quer pegar uma guria? Pede para o Sway. Quer que alguém seja expulso, pede para ele também. Quer algo para a sua festa? Bom, o Jesse consegue.

"Quanto mais se diz às pessoas que elas não podem ter algo, mais elas querem. É uma dessas leis do universo."

O Jesse é tão bom nisso que é "respeitado" e quase todos conhecem sua fama. E sabendo dessa fama o jogador Ken Foster contrata o Jesse para que consiga que a linda jovem Bridget Smalley saia com ele. Até aí tudo fácil para o Jesse, ele já conseguiu isso antes mesmo. Mas o que ele não imaginava era que essa guria conquistaria o seu coração também, coração que muitos pensavam sem ser sentimentos, ser de pedra. O problema é que ele já concordou em ajudar o Ken, e, além disso, a Bridget é uma boa garota, boa filha, boa aluna, é voluntária em uma instituição para deficientes, é uma guria que sorri de verdade para todo mundo, seja rico, pobre, lindo, feio, não interessa, é uma garota que mostra que se importa com você, simplesmente por ser boa. Então é claro que o Jesse acha que não a merece, porque, bom, olha o histórico dele! Ele lida com pessoas perigosas, não age dentro da lei, ele é do tipo que pessoa que os outros acham que não está nem aí, que não se importa com quase ninguém. Como um cara assim conquistaria uma garota como a Bridget? Ou será que é melhor nem tentar conquista-la e se manter afastado?

"No mundo real, a Fera transa com a Bela. A Fera quebra o coração da Bela. A Bela entra num comportamento autodestrutivo como dormir demais nas aulas da faculdade, aumentando assim o impacto emocional negativo provocado pela Fera. Era uma história triste."

Uma das coisas que amei nesse livro são os personagens secundários, como o Peter, que tem paralisia cerebral e é irmão da Bridget, que meio que se torna amigo do Jesse (gostei tanto que se a autora resolvesse escrever um livro para ele, eu iria querer ler o rascunho); ou como o Sr. Dunkelman também, que finge ser avô do Jesse (melhor avô falso literário, que junto com a Jesse rende ótimos diálogos). Ou até alguns dos outros personagens que nos conquistam cada um do seu jeito. Enfim, os personagens são ótimos.

"As pessoas não se importam em mentir, trapacear, roubar... desde que consigam algo que queiram ou precisam, sempre estão dispostas a justificar isso."

E fora isso tem diálogos maravilhosos, sério! Raramente sinto que preciso falar dos diálogos, mas desse livro é preciso, porque é uma das melhores coisas desse livro viciante; tem sarcasmo, tem um humor ácido que é uma coisa. O Jesse tem uma língua afiada que nos faz rir e que, às vezes, nos faz achar ele um tremendo babaca, porque ele não costuma medir palavras, e por mais que fale a verdade, acaba machucando, parecia que doía até em mim, principalmente quando era com o Pete, porque diferente da maioria das pessoas o Jesse não o trata como coitado, não passa a mão na cabeça dele; fala o que acha que ele merece ouvir, fala na cara dele todos os seus problemas, mostra a realidade, o faz vivenciar coisas novas (nem todas legais), e, às vezes, eu queria dar uns tapas nele para ver se ele pegava mais leve, por mais que o entendesse (eu entendendo um traficante, quem diria).

"Às vezes o que queremos e o que o mundo espera de nós são duas coisas diferentes."

Por mais que pareça, Sway não é simplesmente um livro adolescente sobre um cara meio bad boy que se apaixona e acha um jeito de se redimir para tentar conquistar a guria. Não é simplesmente sobre um cara que deixa de ser o vilão para virar príncipe encantado simplesmente pelo milagre do amor. Não é simplesmente um livro adolescente com um triângulo amoroso que a guria fica indecisa entre dois caras daquele tipo que quando lemos dá vontade de revirar os olhos toda hora.

"Todo mundo está fazendo um showzinho o tempo todo. Ninguém é real. Talvez você não possa esconder coisas sobre si como o jeito que você anda ou fala, mas todo mundo está mentindo o tempo todo sobre quem é, o que sente."

"Sway" é um livro que aborda a realidade de uma forma viciante, é leve, mas é a puramente real ao mesmo tempo, sabe? Não totalmente porque é uma ficção, óbvio, mas aborda temas sérios como deficiência, preconceito, drogas, conflitos familiares, e até o que se sente por si mesmo, a raiva, a decepção que todos sentimos... E mesmo abordando tudo isso, não parece ser exagerado, parece realista. Os personagens parecem pessoas que encontraríamos por aí, na rua, na vida; pessoas que tem problemas, que enfrentam suas dificuldades do jeito que podem, mesmo não sendo perfeitos o tempo inteiro ou, muitas vezes, passando longe da perfeição. O próprio protagonista, Jesse, é perfeitamente imperfeito, e por mais que ele não parecesse um cara perfeito, é um personagem que nos faz torcer por ele, nos faz torcer que ele "melhore", não acabe sendo preso e fique com a Bridget, nos enchendo de questões sobre o que aconteceu e o que vai acontecer com ele. Será que ele não merece mesmo a Bridget? Será que ele é algo além do que o cara "mau" que aparenta ser? Por que será que ele é assim? Será que ele pode melhorar? Não posso te responder nenhuma dessas perguntas, então para descobrir as respostas você vai ter que ler o livro e se surpreender com ele também. Até!

"Não havia razão para eu pensar que tudo iria mudar. É como a vida acontece, razão por que você deve ser capaz de ver todos os ângulos toda vez que faz uma escolha. O que é verdade hoje pode não ser amanhã."

site: https://clubedofarol.blogspot.com.br/2016/12/resenha-sway.html
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Tinny 08/07/2021

Esse livro dá o que promete, é simples, um clichê adolecente. Eu me senti lendo uma fanfic enquanto lia esse livro, mas não me surpreendeu nada, nadinha.
No começo eu já sabia tudo que ia acontecer, por isso achei o livro fraquíssimo
Beatriz.Oliveira 18/07/2021minha estante
Céus kkkkkkkk


Beatriz.Oliveira 18/07/2021minha estante
?




tchiaveli 09/08/2021

Sway
O livro conta bem mais a historia do Jesse e sua vida como "Sway" do que o romance em si.
Entendo que para o romance acontecer era necessário entender a vida dele mas era so isso que tinha no livro, o romance prometido apareceu de verdade so nas ultimas 20 páginas
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arislover 26/03/2021

popular (mas solitário)
uma lição sobre amizade, amor e lealdade.
o jesse é um daqueles que você sente compaixão porque sabe que tem uma história totalmente horrível por trás, o jeito dele com o pete e quando ele percebe que ta apaixonado é tudinho!!

? ? e agora você carrega isso com você.
? no lugar onde o Mágico colocaria um coração, se ele me desse um.?

?quando há envolvi em meus braços e a puxei para perto, Paul Mccartney começou a cantar ?Maybe I'm Amazed? na minha cabeça, e de alguma forma eu sabia que era aquilo. Aquilo é que era o amor?
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Karen Sales 05/01/2017

Resenhas: instagram.com/kahbooks
Jesse Aldeman é um garoto de 18 anos conhecido em toda a escola como Sway. Ele é chamado assim por causa do seu "talento" para conseguir qualquer coisa para qualquer pessoa, desde trabalhos escolares a coisas ilegais.



Quando Ken Foster, capitão do time de futebol, requisita os serviços dele, Sway se depara com um trabalho um tanto controverso: Ken quer sair com Bridget Smalley e para isso Sway terá que descobrir tudo sobre a garota que possa facilitar as coisas para o jogador.



Porém o que parecia uma tarefa simples, na verdade se mostra algo bem complicado, pois quanto mais conhece Bridget, mais ele se encanta pela garota e sufocar todos os sentimentos que ela desperta nele, será o trabalho mais difícil que Sway terá que encarar.



O livro é narrado em primeira pessoa pelo ponto de vista de Sway e ele é um personagem bastante peculiar, tanto que até agora eu não sei dizer se gostei dele ou não. Em virtude do seu histórico familiar, o garoto desenvolveu uma personalidade apática e uma forma distorcida de ver o mundo, o que também me fez acompanhar a história de forma distante.



Outros problemas observados na narrativa foram a falta de desenvolvimento dos personagens e a sensação de ausência de um objetivo na história. Quanto mais eu lia, mais eu me perguntava onde tudo ia acabar, e quando enfim acabou, não fez diferença alguma, não acrescentou nada.



Quando eu recebi Sway e soube a sua premissa, eu fiquei super animada, pois via um grande potencial nessa história. Até existiu alguns pontos bacanas que poderiam ter sido mais explorados, como o âmbito familiar do protagonista e os problemas psicológicos desenvolvidos por ele, mas a decepção mais uma vez deu as caras e o livro prometeu mais do que cumpriu.
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I.amgab 17/05/2021

Sway
Não é um dos melhores livros que já li...
Mas gostei, não é horrível mas também não é incrível, é bom.
Algumas partes chorei? Chorei! Mas eu choro por tudo!
Eh isto
Ana 18/05/2021minha estante
Eu dei 4 estrelas, será que você tá ficando mais crítica do que eu?!


I.amgab 18/05/2021minha estante
Provável kkkkkkk mas acho que não




hully edson 21/07/2020

Um romance atípico
Com um protagonista nada perfeito e que deixa a desejar, Sway é com certeza um clichê nada regular. E talvez seja exatamente por isso que gostei tanto. O Jesse nunca mostrou que era perfeito, muito pelo contrário, tomado pela dor e pela angústia, pela vulnerabilidade do que era saber sentir, e, consequentemente, se entregar ao sentimento, ele não queria amar ninguém de verdade. Assim como não queria que o amassem também (objetivo alcançado por muitos leitores, pelo que percebi). Mas apesar de tudo, é bastante perceptível que ele é somente mais uma vítima da vida.
?Nada é bom ou mau, o pensamento é que torna as coisas assim.?
Eu amei ter conhecido o Jesse. E amei ter lido Sway. Entrou pra listinha de meus romances favoritos.
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Lyzah 21/05/2021

Bem mais ou menos...
O livro passa o tempo todo só contando a vida deles e o jeito como o Sway é babaca, o romance só aparece nas últimas 3 páginas do livro e sem falar que o jeito que o Sway se refere as crianças especial é ridícula...
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Clube do Farol 16/12/2016

Sway. Clube do Farol
Resenhado por: Danii (@amorzinholiterario)

“Nada é bom ou mau, o pensamento é que torna as coisas assim. Foi Shakespeare quem disse isso.”

Sabe quando você começa a ler um livro sem esperar nada dele? Então, foi assim que comecei a ler Sway, esperando um livro mediano já que a nota média dele no Skoob não é das melhores (o que espero que mude porque não entendo a média ser menos que 4,0). Mas estou feliz em poder dizer que eu me enganei, pois, fui surpreendida e nem preciso dizer que amo como isso acontece.

“A verdadeira riqueza é medida em segredos, segredos dos outros e os meus próprios. Segredos são poder.”

Sway é um livro surpreendente, inteligente, engraçado e sarcástico escrito pela autora Kat Spears e publicado aqui na nossa terrinha pela Globo Alt. É narrado em primeira pessoa pelo jovem Jesse, o "Sway", um cara que nenhum pai iria querer como genro, é um cara que "consegue" o que quiserem, desde que paguem por isso, seja com dinheiro ou com algum "favor" em troca.

“Sway não é algo que se possa definir. Um cara que tem sway é o cara, não precisa tentar ser descolado, apenas... é.”

Quando eu li a sinopse imaginei que o Jesse conseguia coisas simples, ou melhor, coisas dentro da lei ou ilegais leves. Mas ele é traficante! (Isso não é spoiler, descobri bem no começo). Ok, ele não consegue apenas drogas, mas só por isso você já percebe que ele não é lá um mocinho do tipo príncipe de cavalo branco. Na verdade, ele é um belo estrategista e é bom de lábia, do tipo que venderia alho para vampiro e prata para lobisomem. Porque tudo que pedem para o Sway, se ele quiser, ele consegue. Quer pegar uma guria? Pede para o Sway. Quer que alguém seja expulso, pede para ele também. Quer algo para a sua festa? Bom, o Jesse consegue.

“Quanto mais se diz às pessoas que elas não podem ter algo, mais elas querem. É uma dessas leis do universo.”

O Jesse é tão bom nisso que é "respeitado" e quase todos conhecem sua fama. E sabendo dessa fama o jogador Ken Foster contrata o Jesse para que consiga que a linda jovem Bridget Smalley saia com ele. Até aí tudo fácil para o Jesse, ele já conseguiu isso antes mesmo. Mas o que ele não imaginava era que essa guria conquistaria o seu coração também, coração que muitos pensavam sem ser sentimentos, ser de pedra. O problema é que ele já concordou em ajudar o Ken, e, além disso, a Bridget é uma boa garota, boa filha, boa aluna, é voluntária em uma instituição para deficientes, é uma guria que sorri de verdade para todo mundo, seja rico, pobre, lindo, feio, não interessa, é uma garota que mostra que se importa com você, simplesmente por ser boa. Então é claro que o Jesse acha que não a merece, porque, bom, olha o histórico dele! Ele lida com pessoas perigosas, não age dentro da lei, ele é do tipo que pessoa que os outros acham que não está nem aí, que não se importa com quase ninguém. Como um cara assim conquistaria uma garota como a Bridget? Ou será que é melhor nem tentar conquista-la e se manter afastado?

“No mundo real, a Fera transa com a Bela. A Fera quebra o coração da Bela. A Bela entra num comportamento autodestrutivo como dormir demais nas aulas da faculdade, aumentando assim o impacto emocional negativo provocado pela Fera. Era uma história triste.”

Uma das coisas que amei nesse livro são os personagens secundários, como o Peter, que tem paralisia cerebral e é irmão da Bridget, que meio que se torna amigo do Jesse (gostei tanto que se a autora resolvesse escrever um livro para ele, eu iria querer ler o rascunho); ou como o Sr. Dunkelman também, que finge ser avô do Jesse (melhor avô falso literário, que junto com a Jesse rende ótimos diálogos). Ou até alguns dos outros personagens que nos conquistam cada um do seu jeito. Enfim, os personagens são ótimos.

“As pessoas não se importam em mentir, trapacear, roubar... desde que consigam algo que queiram ou precisam, sempre estão dispostas a justificar isso.”

E fora isso tem diálogos maravilhosos, sério! Raramente sinto que preciso falar dos diálogos, mas desse livro é preciso, porque é uma das melhores coisas desse livro viciante; tem sarcasmo, tem um humor ácido que é uma coisa. O Jesse tem uma língua afiada que nos faz rir e que, às vezes, nos faz achar ele um tremendo babaca, porque ele não costuma medir palavras, e por mais que fale a verdade, acaba machucando, parecia que doía até em mim, principalmente quando era com o Pete, porque diferente da maioria das pessoas o Jesse não o trata como coitado, não passa a mão na cabeça dele; fala o que acha que ele merece ouvir, fala na cara dele todos os seus problemas, mostra a realidade, o faz vivenciar coisas novas (nem todas legais), e, às vezes, eu queria dar uns tapas nele para ver se ele pegava mais leve, por mais que o entendesse (eu entendendo um traficante, quem diria ).

“Às vezes o que queremos e o que o mundo espera de nós são duas coisas diferentes.”

Por mais que pareça, Sway não é simplesmente um livro adolescente sobre um cara meio bad boy que se apaixona e acha um jeito de se redimir para tentar conquistar a guria. Não é simplesmente sobre um cara que deixa de ser o vilão para virar príncipe encantado simplesmente pelo milagre do amor. Não é simplesmente um livro adolescente com um triângulo amoroso que a guria fica indecisa entre dois caras daquele tipo que quando lemos dá vontade de revirar os olhos toda hora.

“Todo mundo está fazendo um showzinho o tempo todo. Ninguém é real. Talvez você não possa esconder coisas sobre si como o jeito que você anda ou fala, mas todo mundo está mentindo o tempo todo sobre quem é, o que sente.”

Sway é um livro que aborda a realidade de uma forma viciante, é leve, mas é a puramente real ao mesmo tempo, sabe? Não totalmente porque é uma ficção, óbvio, mas aborda temas sérios como deficiência, preconceito, drogas, conflitos familiares, e até o que se sente por si mesmo, a raiva, a decepção que todos sentimos... E mesmo abordando tudo isso, não parece ser exagerado, parece realista. Os personagens parecem pessoas que encontraríamos por aí, na rua, na vida; pessoas que tem problemas, que enfrentam suas dificuldades do jeito que podem, mesmo não sendo perfeitos o tempo inteiro ou, muitas vezes, passando longe da perfeição. O próprio protagonista, Jesse, é perfeitamente imperfeito, e por mais que ele não parecesse um cara perfeito, é um personagem que nos faz torcer por ele, nos faz torcer que ele “melhore”, não acabe sendo preso e fique com a Bridget, nos enchendo de questões sobre o que aconteceu e o que vai acontecer com ele. Será que ele não merece mesmo a Bridget? Será que ele é algo além do que o cara "mau" que aparenta ser? Por que será que ele é assim? Será que ele pode melhorar? Não posso te responder nenhuma dessas perguntas, então para descobrir as respostas você vai ter que ler o livro e se surpreender com ele também. Até!

“Não havia razão para eu pensar que tudo iria mudar. É como a vida acontece, razão por que você deve ser capaz de ver todos os ângulos toda vez que faz uma escolha. O que é verdade hoje pode não ser amanhã.”


site: https://clubedofarol.blogspot.com.br/2016/12/resenha-sway.html
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