Stalking Jack The Ripper

Stalking Jack The Ripper Kerri Maniscalco




Resenhas -


5 encontrados | exibindo 1 a 5


Pipoca 05/06/2020

Surpreendente!!!
Esta foi sem dúvida uma das minhas leituras favoritas este ano. A protagonista, Audrey Rose Wadsworth encantou-me desde o início. Uma mulher forte, inteligente e que desafia os estereótipos associados às mulheres da época. Audrey Rose prefere estudar mortes e realizar autopsias, do que participar em eventos próprios de uma dama da sociedade londrina.
Ela constantemente mostra a sua independência e inteligência, sem precisar de ajuda masculina, tornando-a uma personagem muito interessante para seguir numa jornada literária.
Outro aspeto que me agradou, foi o facto de que, embora haja elementos de romance espalhados por toda a história (a relação de cão e gato entre Audrey Rose e Thomas Cresswell) este não é de modo algum um ponto central, e conseguimos separar o romance da narrativa principal. Em suma, adorei, este livro manteve-me acordada por várias horas durante a noite, querendo devorar cada capítulo. Está certamente no topo da minha lista de romances de suspense.
Marcos Matheus 05/06/2020minha estante
Sua resenha me deixou com muita vontade de ler, obg




xeduardaalvesx 06/12/2019

Eu adorei o livro! Tem alguns clichês que eu acho bem irritantes, mas que podem ser resolvidos mais adiante na história, e o mistério não foi muito surpreendente, eu particularmente já adivinhava quem era o Jack pouco antes da metade do livro. A Audrey Rose é encantadora e o Thomas adorável, apesar de irritante às vezes, e eu amei as interações deles.
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Krous 15/02/2019

Ah, tá...
"Stalking Jack the Ripper" é o primeiro livro de Kerri Maniscalco e infelizmente dá pra perceber pelas falhas.
Embora eu não a culpe somente, afinal o livro passou por um processo de revisão em que algum profissional podia ter aperfeiçoado o trabalho dela.

Eu li muitas resenhas antes de resolver enfim comprar o livro e minha expectativa oscilou muito.

O livro me entreteve, não me leve a mal. E apesar de ter lido várias críticas negativas sobre Audrey Rose, eu gostei muito dela. Achei uma boa personagem feminina feminista que tenta suceder no mundo dos homens e equilibrar as expectativas da sociedade e seus desejos.
Claro, Audrey está longe de ser a personagem mais feminista da face da Terra, mas já vi muito escritor se arvorando na popularidade deste movimento para criar personagens que menosprezam as demais mulheres por se enquadrarem no que a sociedade espera das mulheres - isso não é feminismo - ou usar como chamariz para leitoras feministas em busca de identificação - para no fim das contas se decepcionarem.

Audrey não. Ela entende que para algumas mulheres o auge é passar a tarde tomando chá, fofocando, procurar marido e sonhar com os filhos. Apenas >ela< não é assim. Inclusive achei ótima a inclusão da prima Liza fazendo um contraponto aos desejos de Audrey. A presença da tia dela também é maravilhosa e mostra mais uma faceta do comportamento feminino.

Thomas Cresswell foi quem mais me decepcionou. Eu imaginava que ele seria um personagem mais próximo ao que encontrei lendo Jackaby (excêntrico) e me deparei com um personagem mais similar ao Hook da série Once Upon a Time, sempre insistindo que Audrey nutria sentimentos por ele,uma vez que ele era um partidão. Teria sido ótimo se eles tivessem intimidade para isso.
Além disso, é dito que ele é um excelente observador e vamos concordar em discordar, então. Pistas sobre quem era o assassino dançavam na frente dele e o cara era incapaz de vê-las.
Kerri até dá uma cena pra ele ser o salvador da porra toda no final do livro, mas too little too late. (Aliás essa cena só me deixou envergonhada)

O único problema que detectei no livro foi a burrice de Audrey e Thomas durante a investigação. Talvez fosse melhor se Kerri tivesse mantido o leitor no escuro sem pista alguma. Uma vez que ela não optou por este caminho, ficou cada vez mais vergonhoso para nossos personagens não descobrirem quem estava assassinando as prostitutas. Primeiro que eles não faziam as perguntas corretas. Depois alguém os dava uma pista e eles... não investigavam. Terceiro que ficavam dias e mais dias sem fazer absolutamente nada enquanto o criminoso estava à solta.

Audrey e Thomas se autointitulavam tão espertos enquanto havia um personagem debaixo do nariz deles sumindo nas noites do crime, mostrando 0 choque quando outro corpo era encontrado BEM DEBAIXO DO NARIZ DELES e os dois batendo cabeça sobre quem poderia o autor dos crimes.
Não deu pra defender.

Eu sabia que haveria romance aqui e surpreendentemente estava ansiosa por ele, mas foi bem decepcionante. Mal desenvolvido pacas. Eu sequer sei se era pra ser um romance do tipo "do ódio ao amor". Os dois sentiam indiferença um pelo outro, depois se implicavam até que já estavam declarando que não sabiam viver sem o outro, que o fulaninho era a única certeza da vida deles. E isso depois de um curto - curtíssimo - espaço de tempo na sociedade enjoada do século XIX cheia de protocolos.
E claro que a primeira coisa que Audrey reparou no "aluno arrogante de seu tio" foi a beleza.

Sim, fiquei feliz de não ter sido o foco maior da história - era pra ser a investigação, mas isso também foi mediano -, mas esperava mais.

Foi uma leitura agradável e espero que Kerri melhore nos demais livros da série. Pelo menos no quesito investigação.
Natália Tomazeli 15/02/2019minha estante
Não tenho vontade de ler esse livro. Logo quando foi lançado, já achei que fosse ser uma coisa meio "boba" (não sei se essa é a palavra certa para usar) aí agora com a sua resenha, eu tenho certeza heueheuheueheue


Krous 16/02/2019minha estante
Não achei boba, mas o fato dos personagens mais observadores não terem chegado à conclusão do assassino foi muito forçado. Boatos de que o livro retrata os assassinatos de uma maneira mais leve, mas eu não achei não. Dá detalhes do que o Jack faz com os corpos e tudo. Mas eu recomendaria a leitura do livro sim para quem quiser.


Natália Tomazeli 16/02/2019minha estante
Entendo, obrigada or compartilhar a sua opinião :)




Thu 29/01/2019

Uma parceria investigativa...
Bom esse livro já me chamou a atenção logo pela capa, que é muito linda e super bem trabalhada...Ai quando vi o nome de James Patterson, já fiquei logo intrigada porque amo a escrita dele, então para ele recomendar o livro deveria ser bom!
A protagonista Audrey Rose é , uma mocinha do século 19 que só tem uma coisa na mente: cadaveres e investigações...
Seu tio, é professor e gosta muito de investigar e realizar autopsias e ela sempre o ajuda...
E eis que então temos Thomas, um aluno um pouquinho arrogante que começa a conviver com Audrey...
O livro tem uma pegada mais policial e investigação..
Estão acontecendo muitos assassinatos e o assassino leva alguns orgaos da cena do crime, ou seja, Jack o Estripador... Audrey e Thomas vão investigar essas mortes, devido a curiosidade aguçada dos dois.. E com isto vão se aproximando.. Se você espera muitas cenas de romance não vai encontrar, o que me deixou meio triste já que sou uma romantica e esperava umas cenas amorosas entre eles...
Não é tãooo imprevisivel quanto a quem é assassino, mas eu me enganei quanto a quem fosse...
Mas é uma otima leitura, muito bom e bem escrito...Este é o primeiro livro de uma série que tem 3 livros publicados no exterior e parece que vai ter o 4....
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Lauraa Machado 16/07/2017

Bem mais leve e divertido do que parece!
Este livro foi bem diferente do que eu esperava (isso não é necessariamente algo ruim). Eu esperava que ele fosse mais complexo, uma leitura mais pesada e cheia de detalhes. Na verdade, o livro é leve e divertido, fácil de agradar em questão de escrita. Esperava que a Audrey Rose tivesse mais experiência com autópsias, mas ela ainda está na fase de aprendiz. Esperava ainda mais cenas dela com as mãos em coisas nojentas, mesmo que isso incomode algumas pessoas! Esperava também que o mistério fosse difícil de resolver, mas minha suspeita desde os primeiros capítulos só se confirmou no final.

Na minha opinião, o problema foi que a autora tentou esconder demais quem era o culpado. Ao mesmo tempo em que dava as pistas, ela nunca deixou que a protagonista ao menos considerasse aquela opção. Se ela tivesse considerado, ainda que somente para dispensar em seguida, ficaria menos clara a intenção dela de esconder o suspeito. Infelizmente, apesar de ele ter sido a melhor ideia para toda a história, assim que a Audrey pensasse nele como o culpado, ela teria que admitir que absolutamente todas as pistas apontavam para ele.

Eu dei mesmo quatro estrelas para o livro, porque realmente gostei da história, amei os personagens e o romance discreto que tem. Mas tenho outras pequenas críticas para ele.

Por exemplo, o feminismo da Audrey Rose. Antes de ler, já tinha visto pessoas a criticando por ser feminista demais. Eu discordo, para falar a verdade. Duvido que tenha existido mesmo alguém na posição dela com esse tipo de pensamento, mas nunca mudaria isso, nem se fosse a autora. Meu único problema mesmo é ela ter que falar para si mesma tantas vezes o quanto é tão boa quanto os homens. Isso parou depois de um tempo, mas já tinha passado do limite.

Minha outra crítica é para a falta de atitude dela. Isso também vem das minhas expectativas. Ela não é uma personagem inútil, que só atrapalha ou que não faz nada. Pelo contrário, ela sai, sim, para tentar ajudar desde o começo a descobrir quem é o Jack Estripador. Mas eu esperava que ela tivesse bem mais atitude, que não deixasse passar tanto tempo sem fazer nada, que investigasse mais. Afinal, ela não descobriu quem era o culpado de verdade, a solução se apresentou a ela.

Mas espero que isso melhore no segundo. Como eu disse, adorei o livro, me diverti demais com a personalidade dela, me apaixonei pelo seu interesse romântico e o jeito que eles se amam e odeiam e só posso esperar que o segundo seja ainda melhor! E que, agora que eu entendo melhor que o clima do livro é mais para leve e jovem, minhas expectativas estão ajustadas!
Andréa Araújo 17/07/2017minha estante
Eu me interessei mais agora, ja que não tem tantas partes nojentas (eu sou uma dessas pessoas que se incomodam haha), e me interessei por esse leve romance também.


Lauraa Machado 17/07/2017minha estante
Haha, tem bastante parte nojenta sim, só eu que queria mais.




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