Juntando os Pedaços

Juntando os Pedaços Jennifer Niven




Resenhas - Juntando os Pedaços


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ella 22/11/2017

Juntando universos quebrados
Todo mundo acha que conhece Libby a garota obesa que ficou presa dentro de casa. A adolescente mais gorda dos estados unidos. Ninguém nunca se deu o trabalho de realmente conhece-la, então se baseou apenas em esteriótipos para dizer que sabia quem ela era, apser de não enxergar através de seu peso. Todo mundo acha que conhece Jack, o garoto descolado, que circula entre todos os grupos de amigos. A verdade é que ele o faz pois não consegue reconhecer nenhuma de suas amizades por seus rostos, já que tem prosopagnosia. Essa obra me envolveu do começo ao fim, nada que não se espere de uma lutora como Jennifer Niven. As histórias de Jack e Libby, que se cruzam de forma cruel, por meio de uma infame brincadeira, e é assim que els começam a se aproximar: na reabilitação da escola. Jack e Libby sabem que não estarão prontos para realmente se conhecer enquanto não estiverem curados de seus próprios traumas. A narrativa me adicionou muito, e mostra que devemos olhar além das aparências e que, não importa o que os outros estejam falando, você deve procurar tirar suas próprias conclusôes sobre alguém e que todos são indivíduos de várias facetas e batalhas, e que você não conhece ninguém compleamente.
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Mari 05/11/2017

Drama Adolescente Fofinho
O livro é legal, mas nada extraordinário. Achei algumas coisas bem óbvias, mas gostei de forma geral. Esperava que fosse um pouco mais triste. É legal se você procura algo leve de ler, mas que não vai ser tempo jogado fora.
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Laiza 03/11/2017

Juntando Os Pedaços - Jennifer Niven

Depois do falecimento de sua mãe, Libby Strout entrou em uma profunda depressão; para fugir de sua dor, ela passou a comer descontroladamente e acabou desenvolvendo compulsão alimentar. Desta forma, Libby chegou a pesar mais de 292 Kg e a ser considerada como "a garota mais gorda dos Estados Unidos". Sua compulsão a levou a um estágio em que não conseguia mais se movimentar, precisando ser resgatada de sua própria casa por um guindaste; tal fato foi noticiada por todo o país, e depois disso Libby passou a buscar tratamento e a estudar em casa. Agora, depois de anos, Libby finalmente está pronta para retornar à escola e iniciar o ensino médio junto com pessoas de sua idade.

Jack Masselin tem prosopagnosia, uma doença neurológica rara que o impede de reconhecer o rosto de pessoas, sejam pessoas próximas ou desconhecidas. Quando olha para alguém é sempre como a primeira vez, pois apesar de ver o nariz, os olhos ou a boca, não consegue juntá-los para formar um rosto específico e guardá-lo na memória. Assim, Jack vai pegando características dessas pessoas, como cor da pele, cabelo, gestos, ou a voz, para poder de alguma forma reconhecê-las. Jack, porém, não compartilha sua situação com ninguém.

Mas é claro que sua condição e o fato de ninguém saber o que se passe com ele, faz com que Jack passe por situações desagradáveis: muitas vezes não reconhece a própria família, troca os nomes das pessoas ou envolve-se com pessoas erradas. Como forma de acobertar toda a insegurança que trás por dentro, Jack moldou para si mesmo a imagem um garoto popular e descolado. Como Jack mesmo diz é "melhor ser o caçador do que a caça". Assim, por influência de seus amigos e para evitar que algo pior aconteça, ele acaba fazendo uma brincadeira de mau gosto com Libby.

E é assim que os caminhos de ambos acabam se cruzando. Apesar deste encontro não acontecer de maneira muito agradável, ambos acabam vendo um no outro uma forma de compartilhar seus medos e inseguranças e, quem sabe, ultrapassá-los em conjunto.

A história é contada através de uma narrativa em primeira pessoa intercalando capítulos entre Libby e Jack; os capítulos não são muito longos, o que faz com que seja uma leitura muito rápida, mas ao mesmo tempo ela é bastante envolvente, pois a história é apaixonante ficamos ansiosos pelo desfecho.

Libby é uma protagonista fantástica. Fiquei fascinada com sua determinação e persistência; ela não se deixa abater com qualquer coisa e não abaixa a cabeça para ninguém. Apesar das dificuldades, sua força fez e faz com ela ultrapasse barreiras e preconceitos. Fico extremamente feliz em saber que há uma personagem com tanto empoderamento e obstinação, e que muitas meninas que talvez se sinta inseguras consigo mesmas poderão ter a oportunidade de ler esta história e se identificar com Libby. Porque, acima de tudo e de todos, Libby sabe de sua importância no mundo e sabe que não precisa se enquadrar em padrões estéticos para ser feliz, basta ser apenas quem ela é.

Diferente de Libby, Jack é bastante inseguro a respeito de sua condição. Jack esconde de todos - inclusive da família - o fato de ter prosopagnosia; achei estranho está atitude dele, pois se aqueles mais próximos a ele soubessem, tudo seria mais fácil com a compreensão de todos. Mas é claro que tem lado o da insegurança o medo dele com a doença; pelo que pude perceber ele via a prosopagnosia como um sinal de fraqueza, que abriria portas para que as pessoas pudessem tirar vantagens dele ou até mesmo debochar. Acho que é nesta situação que entra a história do "melhor ser caçador do que caça" e todo o escudo que ele fez em si mesmo ao tentar passar a imagem de descolado e seguro de si; mas não acho que isso justifica suas atitudes infantis e desrespeitosas. No decorrer da história e enquanto se aproximava de Libby, Jack amadurece um pouco e passa a aceitar sua doença, e percebe que o fato de ser diferente não o torna fraco ou o desqualifica como pessoa.

E enquanto vão de aproximando e ajudando um ao outro, já era esperado que desenvolvesse um sentimento à mais, no caso o romance entre os dois. Assim, por mais que tenha achado um pouco fofo, acredito que teria ficado mais interessante e até mesmo inovador se tivesse ficado na amizade. Até porque Jack não é o cara ideal para Libby. Tá, ok, há um desenvolvimento no personagem, só que ele sabia que as coisas que ele fazia eram erradas e fazia mesmo assim. E como já disse o fato de Jack ter prosopagnosia não justifica o fato de ele ser um babaca com a Libby e procurar desculpas pelas suas ações. Libby é tão destemida e segura de si que não consigo visualizar ela entrando em um relacionamento amoroso com um cara como o Jack. Por todo backgroud dos dois e a forma como foram se aproximando e se ajudando, seria bem mais coerente terminar na amizade.

Em relação a outros personagens, eles acabam não tendo um espaço tão grande na trama, pois o foco está muito nos protagonistas, o que fez muitos não serem desenvolvidos muito bem ou terem grande relevância (como, por exemplo, os amigos babacas do Jack que nem lembro o nome, ou todo o plot do pai do Jack e da professora que foi muito esquecido no churrasco) . Apenas deixo uma menção honrosa ao pai da Libby e a Dusty, irmão do Jack: ambos são só amor.

Enfim, Juntando Os Pedaços é um bom livro que traz à tona temas importantes mas não muito recorrentes atualmente ou conhecidos, como a gordofobia e a prosopagnosia, de uma forma mais leve. Antes de ler este livro, eu nunca havia ouvido falar sobre prosopagnosia, e a forma como que a autora expõe não só este assunto mas também os outros é clara e simples, então é uma leitura bastante esclarecedora.

No fim, é uma leitura enriquecedora, pois o livro debate muito sobre a aceitação de nossas singularidades e de como a verdadeira felicidade está em aceitar a si mesmo e em fazer o que você quer (seja a forma de se vestir, seja uma atividade, etc), não há porque se importar com imposições ou padrões sociais, pois não existe nada mais incrível do que ser único, do que ser você.

* Se encontrar algum erro de escrita, por favor, me avise! ^~^

site: http://laizafsiqueira.blogspot.com.br/2017/11/livro-juntando-os-pedacos-jennifer-niven.html
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cris.leal.12 30/10/2017

Libby Strout é a melhor!
“Juntando os Pedaços”, de Jennifer Niven, conta a história de adolescentes muito especiais: Jack Masselin e Libby Strout. Jack é portador de Prosopagnosia, o que quer dizer que ele não reconhece rostos, nem mesmo o dele. Todos são estranhos para ele em termos de aparência. Para reconhecer as pessoas ele decora marcas identificadoras de cada uma, como: o jeito de andar, os gestos, o formato das orelhas, o corte de cabelo, a voz, etc. Jack descobriu a prosopagnosia por si mesmo e guardou em segredo. Libby Strout ficou conhecida como a adolescente mais gorda dos Estados Unidos. Depois que perdeu a mãe, passou a comer descontroladamente e engordou muito, chegando a pesar quase 300 quilos. Precisou ser resgatada de seu quarto com a ajuda de um guindaste do Corpo de Bombeiros, porque não conseguia sair de casa, não passava pela porta. Iniciou um tratamento e conseguiu emagrecer 136 quilos e, agora, três anos depois, está de volta à escola, para dar início ao Ensino Médio. E é na escola que Jack e Libby se encontram, compartilham suas dificuldades e se ajudam mutuamente.

Eu gostei muito da Libby! Que personalidade, que obstinação, que força interior! Ela não deixou que o peso a impedisse de fazer nada e se defendeu corajosamente do constante bullying que sofria. Mas, com Jack, eu tive alguns problemas. Como ele conseguiu esconder por tanto tempo a prosopagnosia? E, principalmente, como a família dele não percebeu o problema? Não entendi por que Jack manteve sua condição em segredo. Achei estranho!

Os capítulos são contados alternadamente por Libby e Jack, e dá para perceber que eles são muito diferentes: enquanto ela aceita a sua singularidade, ele tenta esconder a dele. Provavelmente nem seriam amigos, se não estivessem prontos para se ajudarem. O sobrepeso dela e a cegueira facial dele não foram impedimentos para a amizade, mostrando que a aparência não é tudo, e que o que realmente importa é o que cada um traz no coração. Um incentivo para a pessoa se sentir confortável na sua própria pele, se aceitando e respeitando as diferenças, porque é isso que a torna realmente bela.

Eu acho que “Juntando os Pedaços” teria sido uma história muito mais poderosa sem o romance. Eu vi Jack e Libby muito mais como amigos do que como namorados, amigos que se apoiaram fortemente para superar adversidades. Existia amizade e confiança, mas não havia química para sustentar um namoro.


site: http://www.newsdacris.com.br/2017/10/eu-li-juntando-os-pedacos.html
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Fran @livrosemrabisco 24/10/2017

Juntando os Pedaços
Jennifer mais uma vez traz temas delicados, presentes em nossa sociedade e muito, muito reais. O bullying está aí pra quem der mole. E não é culpa de quem sofre, nunca! Afinal, não "se encaixar", no que foi definido sabe-se lá por quem como padrão, não é errado.

Ouvir: "gorda, balofa, feia". Risos, cochichos, ofensas. Quem são as pessoas que fazem isso?

Libby é uma protagonista incrível, real! Ela veio pra mostrar que não precisa se adequar, ela é como é e pode ser quem quiser e fazer o que quiser, pois conquista a cada dia seu lugar no mundo. Os desafios não serão poucos, mas nesse tempo, ela será capaz de fazer outras pessoas enxergarem, não rostos ou padrões, mas a verdadeira beleza das pessoas.
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Maria 21/09/2017

Gostei
Gostei da leitura, mas confesso que faltou algo, não sei bem o que rs. Deixa o leitor refletindo sobre suas atitudes e comportamento em relação aos pessoas.
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a world to read 09/09/2017

Jack Masselin tem um segredo, algo que guardou para si a vida inteira, algo que muda a forma como ele se porta no mundo, além de sua relação com quem ama e especialmente com aqueles que podem julga-lo. Libby Strout está se recuperando de uma vida provada, porque após ser resgatada de sua casa e ser conhecida como a adolescente mais gorda dos EUA ela passou seus dias estudando em casa e se recuperando do trauma de perder a mãe repentinamente.

Em Por Lugares Incríveis, Jennifer Niven nos faz sentir coisas intensas e refletir sobre a vida que levamos. Esse é um romance mais pessoal, e podemos tirar algumas lições disso.


Para Libby é uma vitória e tanto conseguir sair de casa e ir para o colégio. Ela pode até sentir seu peito se comprimindo um pouco e ver a preocupação de seu pai estampada no rosto não ajuda muito, mas ela é resoluta e dá o primeiro passo para o colégio e para o resto de sua vida. Porque depois que sua mãe faleceu, ela ficou um pouco obcecada com a ideia de morrer e então se fechou dentro de um casulo, como se apenas esperando que a morte viesse finalmente buscá-la.

Seu pai não sabia bem o que podia fazer, mas é claro que se importava. Perder a esposa, ver sua filha se fechando e buscando refúgio na comida era algo complicado para ele. Coisas essas que foram fugindo de seu controle até que Libby chega ao ponto de precisar ser resgatada de sua casa, com mais de 200 kg, porque seu corpo estava dando sinais de falência.

Resenha completa em:

site: http://aworldtoread.com/2017/01/21/juntando-os-pedacos-jennifer-niven/
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Mila.Mesquita 18/08/2017

Tocante...
Primeiramente quero dizer que estou com o sorriso mais bobo no rosto assim que termino de ler essa estória incrível. E como a libby aquece meu coração. Que pessoa mais sensacional.
O livro em si tem mtas informações de dois tipos de "doença" e ela não aborda 100% como deveria ser e algumas partes me deixaram com o pensamento assim : COMO A FAMÍLIA NÃO VIU ISSO?

Mais o que mais eu gostei foi ver a transformação do Jack  em relação a Libby e aos pequenos detalhes q tem na estória. ( não falo muito pq senão estaria falando demais. Rs)
A mensagem principal que senti lendo o livro foi q independente das nossas diferenças SOMOS ESPECIAIS. E temos que respeitar elas e aceitar elas como são.

 # Você não é uma aberração.
Alguém gosta de você. Alguém precisa de você. Não tenha medo de deixar o castelo. Tem um mundo enorme e maravilhoso lá fora.#

 Juntando os pedaços é definitivamente um livro tocante, surpreendente e inspirador.
A cada dia quero ler mais livros da Jennifer Niven
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Daniela 11/08/2017

Da mesma autora de " Por lugares incríveis" o que esperar?
Cenas fofas, momentos de muita reflexão e personagens únicos que fazem você desejar ser amigo deles! Eu seria amiga de Libby sem dúvida! Jennifer Niven é daquelas autoras que sabem escrever histórias diferentes e ainda assim, você sabe que é ela mesma quem está escrevendo!

“De repente me sinto velho e muito, muito cansado. É exaustivo ter que ficar procurando as pessoas que você ama.” - Jack

Jack tem prosopagnosia, ele não foi exatamente diagnosticado, mas após fazer inúmeras pesquisas ele sabia com convicção que sofria disso. Jack não consegue associar rostos a pessoas nem mesmo das pessoas que ele ama, todos os dias é uma batalha a ser enfrentada, ainda mais contando com fato de ninguém saber do seu problema, ele se esconde atrás de uma faxada de garoto brincalhão e extrovertido, mas no fundo se sente perdido em qualquer lugar que esteja.

"Faça o que for preciso. Seja o maior babaca de todos os tempos. Qualquer coisa para não ser a vítima. É sempre melhor ser o caçador do que a caça." - Jack

Libby já foi considerada a maior adolescente dos EUA, a sua situação chegou ao ponto que a jovem teve de ser resgatada da própria casa por um guindaste, esse problema que vem desde que era pequena sofrendo bullying se agravou ainda mais após a morte de sua mãe. Hoje alguns quilos mais magra Libby decide voltar para a escola com o incentivo de seu pai e enfrentar de vez todos seus medos!

"Por mais que seja assustador correr atrás dos sonhos, é mais assustador ainda ficar parado." - Libby

Infelizmente o primeiro contato entre Libby e Jack é desastroso e iniciar uma amizade entre eles parece algo improvável, mas Jack terá que se esforçar se quiser que Libby acredite que ele não é um completo babaca, coisa que ele tenta se convencer todos os dias.

"Não sou um merda, mas estou prestes a fazer merda. Você vai me odiar, outras pessoas vão me odiar, mas vou fazer isso mesmo assim, para proteger você e a mim mesmo. Vai parecer uma desculpa esfarrapada.." - Jack

O que dizer sobre esses personagens? Eles são tão únicos que é impossível não amá-los. Jack tenta ao máximo se camuflar entre as pessoas para esconder o seu problema e é por isso que terá que fazer uma coisa completamente idiota com Libby, se sentindo um completo babaca não pensa duas vezes antes de revelar para ela o seu problema. Libby já sabia o que enfrentaria com o retorno à escola e ter que aguentar pessoas como Jack e seus amigos torna tudo ainda mais difícil.

"Se todo mundo que tem alguma coisa pra falar de mim passasse todo esse tempo, sei lá, sendo gentil ou desenvolvendo uma personalidade ou uma alma, imagine como o mundo seria." - Libby

Foi a primeira vez que ouvi falar sobre a doença de Jack, é um pouco agonizante ler sobre ela, imagine você nunca reconhecer ninguém, nem mesmo sua própria mãe? Jack e Libby nos ensinam inúmeras lições, acho que a maior de todas é a aceitação de si mesmo, não é fácil conviver com nossas diferenças ainda mais quando as pessoas a nossa volta fazem delas um problema ou um defeito! Não vamos ser hipócritas e dizer que a todo o instante adoramos ser os diferentes, muitas das vezes só queremos nos encaixar e não ser deixado de lado, mas precisamos aceitar e amar quem somos e para isso é necessário tratar as pessoas a nossa volta como gostaríamos de ser tratados.

E não se esqueçam do que Libby nos disse "Alguém gosta de você"

site: http://www.blogemcomum.com.br
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Célica 10/08/2017

Maravilhoso
Quem já leu '' Por lugares incríveis'', sabe que a Jennifer Niven foge de padrões e não é diferente em '' Juntando os pedaços''
Eu sou completamente apaixonada pela forma como ela cria seus personagens, com qualidades e falhas, o que os tornam tão humanos quanto qualquer leitor.
Sem dúvida um dos meus prediletos e eu recomendo SEMPRE.
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Isa 07/08/2017

Alguém gosta de você
O desajuste é um tema recorrente entre as histórias young adult. Quem nunca se sentiu um peixe fora d’água em algum ambiente, pelo menos uma vez na vida? E, sentindo os impactos dessa disparidade com a realidade compartilhada por muitos, quanto peso conseguimos carregar sem que ninguém saiba? Em Juntando os predaços, através das perspectivas de dois adolescentes, Libby Strout e Jack Masselin, o leitor entrará em contato com uma história sobre amizade, confiança, amor e, principalmente, empatia.
O enredo se passa em Indiana, nos EUA, e conta a história de duas pessoas de realidades completamente diferentes que, após um conflito na escola em que vivem, descobrem possuir mais coisas em comum do que imaginavam. Libby, depois de perder a mãe e de enfrentar uma forte depressão, desenvolveu problemas com peso, o que acabou fazendo com que ficasse presa dentro da própria casa, tendo sido resgatada aos 13 anos, por um guindaste; Jack tem prosopagnosia, uma doença que desconhecia até começar a ler o livro, e que atrapalha a capacidade de um indivíduo de reconhecer rostos, mesmo os que deveriam ser mais familiares.
Como a história é contado através de duas perspectivas narrativas, ou seja, como alguns capítulos são narrados por Libby e outros por Jack, vamos tomando dimensão de que cada pessoa interpreta a vida de um jeito. Às vezes achamos que o outro tem uma vida perfeita, mas só o que estamos vendo é a superfície. Em outras, também, pensamos ter o direito de fazer comentários e de criticar a vida alheia, sem ter a mínima ideia do que ela passa e tem que enfrentar todos os dias dentro de si.
Decidi ler esse livro porque em 2015 tive uma ótima experiência com a autora ao ler seu primeiro romance, Por lugares incríveis, que, por um milhão de motivos, se tornou um dos meus livros favoritos. O que gosto na escrita de Jennifer é, além das personagens e de como ela consegue emaranhá-los e criar uma história verossímil, é o cuidado com as palavras e a sensibilidade que têm pra falar de assuntos muito importantes, sem apelar e sem utilizar de clichês.
Um dos aspectos negativos do livro, foi a articulação de algumas falas, que pra mim soaram forçadas à lá romances água com açúcar, mas nada que não tenha sido superado pelas imagens criadas pela autora, e pela mensagem que conseguiu passar.
A história é bonita de jeitos que não consigo nem explicar, e é uma ótima leitura pra quem, assim como Libby e Jack, precisam aprender a como juntar seus próprios pedaços, e a acreditar novamente que tudo vai ficar bem.

site: www.avalancheliteraria.com.br
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Thalia Rodrigues 02/08/2017

Depois de um afastamento de dois anos, Libby finalmente se sente pronta para voltar a frequentar a escola.
Deseja um recomeço, uma nova identidade em que aquela garota que ela foi no passado não seja citada. Ela não quer ser mais conhecida como a adolescente que precisou ser tirada de casa por um guindaste porque não conseguia se mover.

Logo em seus primeiros dias de aula, Libby vira alvo de bullying, e isso a faz perceber que, não importa o que ela faça; não importa que ela tenha emagrecido cem quilos; ela nunca será aceita por aqueles que só se importam com o que os números de uma balança diz.

Jack é aquele típico praticante de bullying; bonito, popular, tem a namorada perfeita? O que ninguém sabe sobre Jack, nem mesmo seus pais, é que ele sofre de uma doença chamada prosopagnosia que o impede de reconhecer rostos, nem mesmo aquele que o encara de volta no espelho.

Um encontro nada amigável.
Uma amizade improvável.
Os dois irão perceber que podem sim dividir suas inseguranças com outra pessoa sem medo de julgamentos.

Juntando os pedaços é profundidade e reflexão.
É sobre se amar do jeito que você é. É sobre ser quem você quiser ser, independente do que as pessoas vão pensar.
Libby tem uma personalidade incrível, é sensacional ver o tamanho do seu amor próprio, o quanto ela aprendeu amar cada parte do seu corpo.

Eu não sabia muito sobre prosopagnosia, e pelo ponto de vista do personagem encantador que é Jack, eu tive a oportunidade de aprender mais sobre essa doença que nem todos tem o conhecimento.
A história de Jack é tocante, não fui capaz de segurar a emoção.
Imagina como deve ser desesperador não reconhecer o rosto das pessoas que você ama?
Jennifer. N escreveu sobre temas difíceis com extrema leveza e eu admiro muito isso nos autores, finalizei Juntando os pedaços com um sorriso no rosto e um coração aquecido.

Um livro marcante que carrega uma mensagem clara e direta:
Independente do que digam, você é linda (o), sempre vai existir alguém que ama até as suas diferenças.
E se as pessoas não te aceitam do jeito que é, o problema não está em você, e sim nelas.
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Luane.Reey 26/07/2017

Juntando os Pedaços - Jennifer Niven
Depois de ler Por Lugares Incríveis fui correndo dar oportunidade a outro livro da Jennifer, esperando que ao menos dessa vez, eu não acabasse chorosa após o término do mesmo. E para minha satisfação Juntando os Pedaços foi diferente, ao término do livro, eu estava sorrindo.

Jack e Libby são dois jovens com seus determinados problemas que acabam se conhecendo na escola e posteriormente tendo que frequentar a detenção escolar juntos, o que faz com que eles se tornem mais próximos. Jack tem prosopagnosia e Libby é atualmente uma garota menos gordinha que tempos atrás era a maior gorda do país, um rótulo que a fez ser sempre lembrada na vizinhança.

Dois jovens que tentam viver em um mundo superficial, em uma sociedade que lhes impõe regras e te diz que você deve ser de tal forma para ter status e amigos. O livro trata de temas sérios como bullying, preconceito, aceitação, homossexualidade, de forma leve, um tanto quanto clichê porém interessante. Analisar as situações que os personagens vivenciam sem um dramalhão excessivo faz a leitura fluir e justamente por causa deste fato, eu gostei muito da escrita e da abordagem que a autora escolheu ter neste livro.

Recomendo este livro para quem gosta de livros com temas sérios mas com um toque de leveza e genialidade na abordagem destes, um livro que nos passa mensagens motivantes: Somos necessários! Precisamos nos amar do jeito que somos, amar nossa personalidade, nosso físico, nosso cérebro, temos que amar a nós mesmos! E além disso, sempre, SEMPRE precisamos ter a certeza de que alguém nos ama, a certeza de que somos necessários.

Gostei muito e recomendo! Jennifer trouxe um livro, na minha opinião, melhor do que Por Lugares Incríveis, pois Juntando os Pedaços retrata exatamente a caminhada de dois jovens que juntam seus pedaços e seguem em frente.

site: http://maniasdeumagarotasingular.blogspot.com.br/p/livros.html
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Jhonatan.Silva 20/07/2017

Alguém gosta de você
Não é meu livro preferido como pensei que ao fazer uma resenha seria dos meus livros preferidos, mais esse sem dúvida merece algumas palavras minhas, não que isso signifique alguma coisa mais Libby e Jack merecem ser visto merecem ser conhecidos.
Em um mundo onde tudo que importa são o que você tem ou o que faz que agradam os outros por que tem que agradar s enão você é ridicularizado.
Em um mundo onde Status e posições são maiores que valores e pessoas, onde o que vocẽ quer de ser de verdade ou o que você é realmente de verdade não importa se você não for o que outros querem de nada vale de nada adianta.
Mais Libby Strout e Jack. Isso mesmo Jack apesar de tudo nos ensinou que vocẽ e pode ser o que vocẽ quiser, que realmete ouvimos tudo percebemos tudo a nossa volta e sabemos tudo que falam ao nosso respeito, mais quem decide o que nos afeta somos nós mesmos e sim o que fazemos a apartir de tudo isso.
Realmente é difícil é complicado ainda mais quando parece que todos estão contra e todos não se importam, mais se você parar um pouco você irá perceber sim sim tem alguém que gosta de vocẽ, você é especial e não imortam o quanto digam o contrário.
Se é gordo, magro ou tem qualquer característica que alguém julgue, sim você é especial.
E quero deixar esse finalzinho pra dizer que o Dusty irmão do Jack é incrível ele é unico não pelo que aparenta ser a sua orinetação sexual, mais pelo fato de que ele aja a frente do seu tempo , a frente do que acontece ao seu redor, ele simplesmente é, e sim como já citei ele sabe, ele ouve, ele sente, ele percebe tudo ao seu redor como Libby mais não importa eles decidem ser o que querem ser e simplesmente são.
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