Juntando os Pedaços

Juntando os Pedaços Jennifer Niven




Resenhas - Juntando os Pedaços


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Wally 21/02/2018

Mais verdadeiro do que eu imaginei
O livro para mim foi muito mais real e intenso do que eu imaginei que seria, e o que fez a estória ter mais intensidade e realidade para mim foi o fato da autora ter colocado muito da sua historia pessoal no livro, dando mais emoção a ele.

Assim como a autora, a personagem principal sofreu muito com a perda da mãe, além disso ela passou por um período muito dificil por conta do sobre- peso e ao decorrer do livro se mostrou uma personagem forte, que apesar da sua insegurança não abaixava a cabeça para ninguém e mostrou que ninguém pode te deixar para baixo se você não der poder a ela para fazer isso, por isso eu me apaixonei por essa personagem incrível.

O Jack é um personagem que desperta curiosidade por causa da sua condição(prosopagnosia), além disso ele mostra que por trás de uma aparente segurança pode haver uma pessoa quebrada e assustada, por isso ele é um personagem tão especial e importante para o livro.

Além desses fatos o livro é um show de representividade mostrando personagens gays, acima do peso e negros.

A única coisa que para mim poderia ter sido melhor desenvolvido foi o romance entre o Jack e a Libbie que para mim foi um pouco rápido de mais e todo aquele sentimento poderia ter sido mais intenso se fosse melhor desenvolvido, mesmo assim a autora conseguiu criar uma historia de amor linda e o final do livro foi um amorzinho de tão fofo que foi.
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Camila 15/02/2018

Veja a luz além das aparencias
Todo mundo constroi um personagem pra sociedade, ainda mais nos tempos de hoje de relacionamentos e pessoas tão superficiais. O livro da destaque a beleza interior, na verdade a unica que importa, a luz que todos temos, mas que deixamos que se apague por comentários e pessoas maldosas. O livro é narrado pelo ponto de vista de Jack e Libby, alunos do ensino médio. Libby contagia, com todo sua coragem e sua força, problemas com o peso aterrorizam a vida de muitos jovens no ensino médio, que viram um alvo fácil para o famoso bulliyng, mas esse livro mostra através dessa personagem a seguinte lição: " As pessoas só vão te atingir, se você permitir que elas tenham esse poder." , ou seja se divirta, seja você com suas peculiaridades, aliás o que você tem de diferente é o que tem de mais bonito, de mais especial. Acredito que a autora quis mostrar exatamente isso com esta personagem, e com certeza isso será inspiração pra muitos jovens que passam por essa situação. Já o Jack te desperta a curiosidade para um condição chamada prosopagnosia, e a dificuldade sociais das pessoas afetadas.
Bom, Jack e Libby são personagens apaixonantes, com certeza você vai se envolver com a história. Leitura muita fofa e que desencadeia grandes reflexões.
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Tori 13/02/2018

Um amorzinho
Esse peculiar livro é um Amorzinho. Não foi o melhor livro que eu já li, mas não deixa de ser bom e gostoso de ler, além de tratar de vários assuntos como bulling.
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Ludy 11/02/2018

Libby & Jack
Juntando os pedaços - Jennifer Niven
392 páginas/Editora Seguinte
5🌟
Libby foi considerada a garota mais gorda dos Estados Unidos depois que precisou ser resgatada da própria casa. Tinha amigos imaginários, e tem muito medo de morrer depois que perdeu a mãe repentinamente.
Jack tem prosopagnosia, o que impede de reconhecer rostos (até da própria família e o dele mesmo). Tem raiva por uma atitude do pai e, por conta dos amigos, às vezes, age como um babaca.
Mas não são essas coisas que os definem, então vamos recomeçar... Libby ama dançar, é como se existisse uma conexão entre ela e a dança. Seu desejo é entrar para a equipe de líderes de torcida. Ela também ama ler, nadar, é gentil; e sarcástica.
Jack ama construir, e seu passatempo é desmontar e projetar. Ele também gosta de química, sabe dançar e sabe ser gentil.
Mas não é assim que a história começa, então voltamos ao início... Depois de um tempo, Libby decide enfrentar o pânico e voltar para escola. Enquanto isso, os amigos de Jack descobrem uma "brincadeira " e querem que ele cumpra a missão utilizando Libby. Ele não quer, mas por conta da doença ele se faz de babaca; e também tem medo de que seus amigos façam algo pior. Então Jack escreve uma carta para Libby, e vai... Libby reage. Resultado? Ambos para direção, e a punição é que frequentem a Roda da conversa, um local onde vão aprender a se controlar e ser tolerantes.
E é lá que Jack e Libby se aproximam; e compartilham segredos. Mas é só em uma viagem que eles sentem a conexão que há entre eles.
Só que já existe uma ligação entre eles de anos antes, e é incrível quando fazemos essa descoberta. Mas cada um precisa lidar com seus desafios; Libby lida com o medo, com o bullying. Jack com a dificuldade de distinguir quem está na sua frente, o que atrapalha a vida dele.
Jennifer escreveu uma história emocionante de empatia, e nos mostrou seus medos.
Os capítulos são curtos e a escrita é fluída. Recomendo! "Duas pessoas feridas e solitárias que talvez não estejam mais tão feridas e solitárias." #Bookstagram #resenhaemalgumlugar 📚

site: @emalgumlugarnoslivros
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Rafael 10/02/2018

"Às vezes as pessoas simplesmente fazem merda. Às vezes porque estão com medo. Às vezes elas escolhem fazer merda com os outros antes que possam fazer merda com elas. É uma forma de autodefesa de merda." - Jack.
Nota: 4.5

Por Lugares Incríveis é um dos meus livros favoritos, então é óbvio que havia ficado animado para ler Juntando os Pedaços quando ele foi anunciado, principalmente pelo tema inovador sobre Prosopagnosia. É uma doença que não tinha o menor conhecimento, mas realmente existe - inclusive, um primo de Jennifer a tem -, por isso, assim que tive chance de iniciar a leitura, o fiz.

Assim como em Por Lugares Incríveis, nos apegamos com a dupla principal logo na primeira linha, pois Jennifer tem o dom incrível de criar bons personagens, com características reais. Sofremos com Libby todo o bullying que ela passa por ser gorda e cada agressão é mais dolorosa que a outra. Mas, apesar disso, o mais inspirador é ver que ela possui uma força de vontade para calar tais pessoas e quase sempre revida, não deixando-se humilhar. Já Jack também nos comove com seu problema, e a doença foi muito bem desenvolvida por Jennifer. Deve ser horrível não conseguir reconhecer rostos - principalmente para ele, após uma "confirmação" do que pode ter lhe causado esse problema.

Particularmente, não vi tanta química em Jack e Libby como um casal. Não é algo que prejudica a história - muito pelo contrário -, mas ela teria a mesma força se eles fossem somente amigos, pois é muito bonito ver o apoio que os dois trocam. É impossível não lembrar de Violet e Finch (de PLI), claro. Porém, o final me incomodou. Apesar da história não possuir um grande problema para se resolver, realmente, o achei corrido e "simples demais".

A escrita de Jennifer continua incrível e, unida aos capítulos curtos e alternados entre Libby e Jack, o livro acaba em um piscar de olhos. Quem gostou de Por Lugares Incríveis, com certeza gostará de Juntando os Pedaços, apesar de ser um livro mais "leve". Estou ansioso para novas histórias de Jennifer.

IG: @crushforbooks

site: http://crushforbooks.blogspot.com.br/
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Jhuly.Souza 08/02/2018

Juntando os Pedaços
Um livro com uma sinopse bem agradável, mas a leitura no inicio é um tanto empurrada, como se o resto do livro e a historia fosse um vazio e voce so tem uma lanterna na mão. Você não sabe o enredo da história, pois é sem nexo, a autora conta a historia com dois personagens e diversas partes do enredo ficam perdidos pelo espaço. O inicio e o meio nao te animam a continuar lendo, é um livro que nao te faz ler para descobrir o final, não tem ação. Quando vai chegando ao final do livro, começa a ficar interessante, tendo pé e cabeça, e o final é muito emocionante, mas nao te emociona por ser tão lindo, você lida com o final de forma indiferente, não dá aquela vontade de sair comentando como foi lindo ou como foi inesperadamente bom e ruim. Resumindo, nao tem emoção.
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Coisas de Mineira 05/02/2018

Terminei de ler Juntando os Pedaços – Jennifer Niven e fiquei pensando como eu iria escrever sobre essa obra prima mostrando para vocês o quanto esse livro é lindo!

Narrado em primeira pessoa e intercalando os pontos de vista dos protagonistas - dois adolescentes no ensino médio que vão relatando seus anseios e medos. Libby que ficou conhecida como a adolescente mais gorda dos Estados Unidos e Jack o cara com uma juba afro enorme e indomável, que esconde um grande segredo.

A história é tocante e aborda temas dolorosos como o bullying, depressão, obesidade, tristeza, luto e prosopagnosia. Mas antes que vocês acreditem que esse livro é puro drama, posso afirmar que ele fala acima de tudo de resiliência, determinação, empatia, esperança e amor à vida.

Libby Strout não vai à escola há mais ou menos cinco anos e só estuda em casa, primeiro porque ela teve um baque muito forte com a morte repentina da mãe e também por causa do bullying que sofria desde pequena.

Libby chegou a triste marca de 296 quilos o que a incapacitou de sair da própria cama por um período e em meio a um ataque de pânico ela foi removida de casa pelos bombeiros e internada em uma clínica para tratamento da obesidade mórbida.

Depois de tantos altos e baixos Libby vai pisar pela primeira vez em um local que não seja a clínica de reabilitação ou sua casa, e está determinada a enfrentar de cabeça erguida o ensino médio.

Jack Masselin esconde atrás de uma aparência descolada e popular a prosopagnosia, um distúrbio onde os indivíduos afetados podem ver o rosto dos outros quase sempre tão bem quanto qualquer pessoa, mas não conseguem retê-los na memória e reconhecê-los.

Para Jack todos (amigos, familiares, professores) são estranhos, não importa se ele tenha conversado com aquela pessoa cinco minutos atrás, se ele a ver de novo é um estranho. Para esconder isso, fingir que está tudo bem e continuar sendo um cara popular ele se tornou um camaleão - sendo um pouco arrogante, engraçado e estando todo tempo vigilante.

Libby e Jack estudam na mesma escola e após um ato de bullying iniciado por um dos amigos de Jack os mundos dos dois se choquem e se unem. E é usando de muita empatia, grandes doses de resiliência, determinação e esperança que esse jovem casal se entende, ganha coragem para enfrentar os desafios de ser eles mesmos e enfrentarem o mundo preconceituoso e superficial que nos cercam.

Juntando os Pedaços me mostrou como uma autora pode ter a delicadeza de falar sobre assuntos importante sem transforma seus personagens em vítimas triste e desiludida, mas em personagens fortes que fazem questão de continuar de se descobri e de enfrentar os problemas de cabeça erguida.

Nunca me apaixonei tão rápido por um casal como pela Libby e Jack, os dois são forte e ao mesmo tempo se completa e se entendendo só com um simples abraço, um simples olhar e o fato que eles não julgam um ao outro.

Um livro tocante, profundo e extremamente conscientizado, eu indico e acredito que mais do que uma história emocionante, esse livro tem muito a nos ensinar para a vida e nos mostrar que devemos parar e analisar o outro.

Comida é uma grande válvula de escape e muitas das vezes e o único controle que a pessoa tem diante do problemas da vida, o Bullying ainda está presente diariamente e é preciso ser falado e comentado até que pare por vez.

Por: Leh Pimenta
Site: http://www.coisasdemineira.com/2016/12/resenha-juntando-os-pedacos-jennifer_15.html
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gio 27/01/2018

PRECISAMOS FALAR SOBRE LIBBY! sz
Juntando os Pedaços é sobre a descoberta de quem você quer ser para o mundo. E sobre compreender os que ainda nao se descobriram.
Libby é a personagem mais incrível que eu conheço, em cada página você se apaixona mais por ela. Ela tem consciencia de quem é e sabe que a opinião dos outros nao importa.
Leiam esse livro por Libby Strout.
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Izabella.Aparecida 23/01/2018

Prefeito
Que livro sensacional me ensinou mais coisas que muitas pessoas por aí.
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Claudete 19/01/2018

um quebra cabeça do bem
Ser adolescente não é fácil.
Estar no Ensino médio não é fácil
Ser gorda não é fácil
Não reconhecer as pessoas não é fácil
Na verdade, a vida não é fácil, mas tem seus encantos.
Fácil é se apaixonar por esta história ligeiramente estranha, hipoteticamente possível.
Uma lição de amor, amizade, companheirismo e respeito.
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Portal JuLund 09/01/2018

Juntando os Pedaçõs, Editora Seguinte
Já tem um tempo que eu vi esse livro no catálogo da editora, tinha visto também que era bom, então escolhi ler ele. Imagina a história de uma garota totalmente fora dos padrões de peso e um garoto que tenta se enturmar como um garoto legal, mas que esconde um sério problema neurológico.

Libby Strout ficou conhecida como a garota mais gorda dos Estados Unidos, que uns anos antes teve de ser resgatada de sua própria casa, quebrando as paredes, com um guindaste o causa de seu peso. Depois disso ela perdeu o peso mortal que tinha, mas ainda sim está longe de ser considerada magra. Depois de anos estudando em casa, Libby de 17 anos decide voltar para a escola e terminar o ensino médio, apesar da crueldade das pessoas.

Jack Masselin é um garoto popular, bonito, joga bem, namora garota mais bonita da escola e tem prosopagnosia, uma doença que afeta a parte do cérebro que identifica o rosto das pessoas, se ele desvia o olhar, quando olha de novo para a pessoa já não se lembra mais qual era a aparência dela. Mas ninguém sabe que ele passa por isso, nem seus pais, por isso ele cria marcas para identificar as pessoas e assim vai levando.

Quando Libby chega a escola, não demora muito para os garotos amigos de Jack tentarem humilhá lá e Jack, tentando evitar, acaba humilhando a garota. Mas o que ele é nm ninguém esperava é que Libby é uma garota forte e corajosa, corajosa o suficiente para ajudar Jack a lidar com os problemas dele apesar do que fez para ela. E essa dupla cheia de desafios encontra um no outro o apoio que precisava.

Enquanto Jack lida sozinho com seus problemas, Libby tem que enfrentar o mundo: a escola, os colegas cruéis que acham que ela merece menos, só por ser gorda. É uma lição incrível para nós. Eu passei por isso na adolescência, não podia ser considerada bonita, participar das coisas ou usar algo que era como se eu não merecesse por pesar mais que as outras meninas. Nunca foi fácil, então eu me vi na Libby, vi que isso existia 10 anos atrás e continua existindo hoje, principalmente no mundo fechado de muitos adolescentes que esquecem que têm uma vida inteira pela frente, que a menina pode emagrecer, ou não também, que depois que você fica adulto isso não é tão mais importante.

Resenha completa no

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/resenha-de-juntando-os-pedacos-editora-seguinte
Isa 09/01/2018minha estante
Tem alguma recomendação meio parecido com essa obra?




Paloma Salvan 08/01/2018

Um livro sobre duas pessoas completamente diferentes, mas com muitas semelhanças.
Libby tem problemas com peso e sofre com a perda de sua mãe, além de seus problemas pessoais ela tem de lidar com o preconceito de seus colegas de classe e de pessoas que ela nem mesmo conhece, pessoas que julgam conhecê-la apenas por seu peso, por sua aparência. Já Jack é um garoto popular, bonito e alegre que todos amam ou odeiam pelo bullying que seus amigos e muitas vezes ele próprio praticam, porém, ele não é essa pessoa, esse que é apenas um personagem criado para ajuda-lo a enfrentar o mundo sem que descubram que ele tem uma rara doença que o impede de reconhecer rostos, ou seja, ele sempre vive entre estranhos.
Por meio de uma brincadeira maldosa a vida dos dois jovens se cruzam e se complementam sendo que entre essa dupla improvável surge um sentimento de afinidade e confiança que se transforma em amor.
De forma simples Jennifer Niven escreveu uma bela história sobre quem nós realmente somos, como devemos nos valorizar e buscar realmente conhecer os outros sem julgá-los pelo que parecem ser mas esperar para sabermos o que são e aceitá-los dessa forma.
Um livro lindo e bem escrito que indico para todos os jovens.
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Maria Carolina 28/12/2017

Amor próprio
A leitura desse livro me fez lembrar de várias coisas bastante importantes.
Embora, graças à Deus, eu nunca tenha sofrido bullying, nem mesmo tenha problema com obesidade, já sofri com a depressão e todas as prisões que ela nos empurra.
Assim como a Libby, fiquei muito tempo presa/escondida em mim mesma, e poder respirar o ar puro sem peso no peito é a melhor sensação que existe.
Acreditei por muito tempo que eu não era digna do amor de ninguém, e que ninguém poderia gostar de mim. Isso só mudou quando EU passei a ME AMAR.
Nossa personagem principal se ama e se aceita como é, e isso faz com que as outras pessoas a amem e a aceitem igualmente. Somos o reflexo do nosso interior e atraímos exatamente o que estamos sentindo e demonstrando.
Além disso, esse livro me lembrou que não precisamos enfrentar nossos problemas e dificuldades sozinhos, porque não estamos sozinhos.
O Jack me fez lembrar que não adianta tentarmos ser/fazer algo diferente de nossa essência, pois aí vem a raiva do mundo, e nos esquecemos que o nosso mundo é feito por nós mesmos, exclusivamente.
Apesar de ser uma leitura YA, e de não concordar com algumas partes - como os "eu te amo" do final -, esse livro me passou várias mensagens importantes e me lembrou que "alguém gosta de mim" e que "eu não estou sozinha".
Érika 28/12/2017minha estante
Que resenha bem linda! obrigada por compartilhar seus sentimentos a respeito do livro.




ella 22/11/2017

Juntando universos quebrados
Todo mundo acha que conhece Libby a garota obesa que ficou presa dentro de casa. A adolescente mais gorda dos estados unidos. Ninguém nunca se deu o trabalho de realmente conhece-la, então se baseou apenas em esteriótipos para dizer que sabia quem ela era, apser de não enxergar através de seu peso. Todo mundo acha que conhece Jack, o garoto descolado, que circula entre todos os grupos de amigos. A verdade é que ele o faz pois não consegue reconhecer nenhuma de suas amizades por seus rostos, já que tem prosopagnosia. Essa obra me envolveu do começo ao fim, nada que não se espere de uma lutora como Jennifer Niven. As histórias de Jack e Libby, que se cruzam de forma cruel, por meio de uma infame brincadeira, e é assim que els começam a se aproximar: na reabilitação da escola. Jack e Libby sabem que não estarão prontos para realmente se conhecer enquanto não estiverem curados de seus próprios traumas. A narrativa me adicionou muito, e mostra que devemos olhar além das aparências e que, não importa o que os outros estejam falando, você deve procurar tirar suas próprias conclusôes sobre alguém e que todos são indivíduos de várias facetas e batalhas, e que você não conhece ninguém compleamente.
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