Juntando os Pedaços

Juntando os Pedaços Jennifer Niven




Resenhas - Juntando os Pedaços


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Kennia Santos | @LendoDePijamas 30/10/2016

Jennifer Niven, você roubou meu coração. (De novo)
Jack Masselin tem prosopagnosia, uma doença neurológica rara que o impede de reconhecer o rosto das pessoas. Todos os dias acorda e não reconhece o rosto que o encara de volta no espelho. Não reconhece as pessoas com quem mora em casa, sua família. E ninguém sabe disso. Nem sua família, seus amigos, ou sua quase namorada. É considerado o bam-bam-bam da escola, bonito, sempre com os populares, namorado da garota mais disputada.. como ele esconde a doença? Identificando as pessoas através de aspectos não-faciais, como cabelo, cor da pele, e voz.
Libby Strout foi considerada a Adolescente Mais Gorda dos Estados Unidos. Literalmente. Após perder sua mãe por um aneurisma repentino, aos 10 anos de idade, a garota perdeu seu rumo da vida, começou a ter crises de pânico e ansiedade e a temer a morte a cada segundo. Descontou tudo isso na comida, e chegou a pesar 296 kg, ficar presa em casa, deitada, mal conseguindo mexer o pescoço sozinha, até precisar ser resgatada de casa, onde uma parede foi completamente destruída para que a garota fosse retirada de lá por um GUINDASTE. Isso mesmo, você leu certo.
Agora, após perder quase 140 kg, e passar anos estudando em casa, ela vai enfrentar o Ensino médio. Pessoas. Pessoas más.
Mas ela se recusa a baixar a cabeça, afinal, como ela diz: "NÃO PERDI QUASE 140 KG E DEIXEI DE COMER PIZZA E BOLACHA PARA SER HUMILHADA".
Quando os caminhos de Jack e Libby se cruzam, de forma NADA amigável, tudo indica que os dois irão se bicar o tempo todo, afinal tal situação é totalmente humilhante.
Mas Jennifer Niven, com sua magia expressada através da escrita, bagunça tudo, e quebra nosso coração, mais uma vez.
Os pontos de vista são alternados entre Jack e Libby, a maioria dos capítulos são curtíssimos, mas foi realmente uma sacada genial, e você vai entender o motivo quando ler.

Recebi o exemplar de prova da Editora Seguinte, e logo entrei em pânico, porque a princípio, não estava muito "contagiada". Apesar de a escrita continuar linda, não estava conseguindo sentir aquela conexão com a história. Mas, o que eu não levei em consideração, foi que, a Jennifer fez uma abordagem diferente de seu outro livro. Em "Por lugares incríveis", Violet e Finch têm uma interação instantânea devido às situações pessoais similares pelas quais passam. Em "Juntando os pedaços", Jennifer Niven primeiro nos apresenta o mundo individual de cada personagem e seus dilemas, para depois fazer uma encruzilhada entre eles.

No caso da Libby, encontramos uma garota acima do peso que teve que aprender a lidar com preconceitos, maus olhares, pena e perdas. Mas mesmo mediante isso, não deixa seus sonhos se apagarem, sua paz se esvair. Que não se deixa intimidar por padrões. Sempre sonhou em ser bailarina, então dança sempre que pode, e vai se inscrever para a seleção de líderes de torcida diante de gargalhadas e vaias, porém, sorri de volta e devolve um olhar de: "E daí?"

E Jack, um garoto que sempre se escondeu dentro de si, com muros tão altos que ele mesmo teme não poder derrubar. Que sempre foi o que as pessoas quiseram que ele fosse, sempre fez o esperado, disse o desejado, aparentou um bem-estar de espírito inexistente. Sempre se focou tanto na aparência que teme perder sua própria alma. Não tem objetivos, ou perspectivas para o futuro, pois sua doença o incapacita de ser normal. Mas o que ele não sabe? Que o normal, é muito chato. E que as coisas vão muito além de reconhecimento alheio e aparência.
Adivinha quem vai ensiná-lo isso da forma mais contraditória e linda possível?

Esse livro vai te fazer rir, chorar, suspirar, refletir.
Me abriu os olhos, permitindo-me ver caminhos cujos eu não sabia da existência, e possibilidades que eu nunca levei em consideração.

Eu estava em pedaços, tão pequena, tão quebradiça, tão insignificante, e esse livro me juntou. Cada pedacinho de mim.
O que eu aprendi? Que alguém gosta de mim. Que meu corpo não muda quem sou. Que eu sou importante. Que não preciso ser perfeita o tempo todo. Que eu não sou uma aberração. Que chorar não me torna fraca. Que meus sonhos não são inalcançáveis. Que alguém precisa de mim. Que eu faço diferença. Que eu tenho o poder de mudar. Que padrões não me definem. Que julgamentos não devem me abalar, porque sou melhor do que isso.

Meu amigo, preciso te dizer algo:
Você é amado. Você é importante. Você é luz. Você não é só mais um, você é único. Imperfeições e diferenças não te tornam um zero à esquerda. Você é maravilhoso. Incrível. Magnífico. Você brilha tanto, mas tanto, que nem mesmo a escuridão mais assustadora e obscura pode te ofuscar, a não ser que você permita. Me faça um favor? Não permita.
Você, eu, nós, fazemos diferença.
Não podemos ter medo de deixar o castelo. Tem um mundo enorme e maravilhoso nos esperando. Vamos aproveitá-lo. Me dá sua mão, vem comigo. Vamos.
Você não está sozinho. Alguém gosta de você.


Não é "só mais um livro".
Existem aqueles que curam com remédios.
Livros curam com palavras.

Obrigado por existir, Jennifer Niven.
Formigoni 30/10/2016minha estante
quero muito lerrrrrrrr mds


Nati 31/10/2016minha estante
Ahhh que resenha lindaaa!!! Me deixou ainda mais curiosa e ansiosa por essa leitura!


Pati 31/10/2016minha estante
Que linda essa resenha!!!! Kennia suas palavras são lindas impossível não sair correndo e compra o livro rsrsrsr


Dani 31/10/2016minha estante
Que resenha! Eu acho que não tinha lido a respeito do livro, mas já ganhou minha atenção!


Kennia Santos | @LendoDePijamas 02/11/2016minha estante
Leiam, Jennifer não decepciona < 333


Fabi 10/11/2016minha estante
eu amo livros assim que tem temas tocantes
sendo da Jennifer Niven, impossível não ler
e resenha perfect *-*


Dine (Navio dos Livros) 20/11/2016minha estante
Me arrepiei lendo essa resenha!
Eu amo essa autora, minha favorita! Ela tem o dom de mecher com a gente de uma forma estrondante! Meu livro ainda não chegou, pois comprei na pré-venda. Queria garantir logo meu exemplar! Mas eu já sei que vou amar! Sei que vai ser incrível!


Kennia Santos | @LendoDePijamas 20/11/2016minha estante
Não tem como se decepcionar com a Jennifer, cada palavra que ela escreve entra na alma < 3


@diariodeleitura 24/11/2016minha estante
Livro maravilhoso! Ameeeei tbm!


Kennia Santos | @LendoDePijamas 12/12/2016minha estante
INCRÍVEL < 3


thai 23/12/2016minha estante
Vi esse livro no Insta e sim, quero muuuito ler. Amei sua resenha!


Kennia Santos | @LendoDePijamas 31/12/2016minha estante
Obrigado


Camila 23/02/2018minha estante
arrasa demaissss nas resenhas ela, brasilll!!!!! quero ler




Juh 02/06/2020

Incrível
Já tinha ouvido falar muito bem desse livro, geralmente não sou fã de ler livros em alta mas encarei e amei.
História linda de superação e respeito. Uma lição de vida.
Libby é uma adolescente que sofrou um grande trauma o que fez ganhar muito peso e depois de anos volta a frequentar a escola regular. Jack têm uma deficiência visual que impede de reconhcer as pessoas ao seu redor como nós reconhecermos, apesar de ser um cara popular nunca contou a ninguém esse problema.

Nem preciso dizer o desenrolar da história né. A leitura apesar de lembrar um conto juvenil é maravilhosa e te faz comer o livro. Enfim incrível!
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Vivian Silverio 05/04/2020

Amei
Que livro lindo! Além da leitura ser bem rápida, a história é muito boa. Livro sobre dois adolescentes que ao longo da jornada vão se descobrindo e se aceitando
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Luiza 21/05/2020

Dá pra ler
Eu li esse livro pela primeira vez quando eu era bem mais jovem, e achei uma gracinha um romance fofinho e nao via problema nisso. Mas esse ano uma amiga minha me convenceu a assistir "Por lugares incríveis" (da mesma autora, Jeniffer Niven) e eu pensei em lê-lo novamente pra ver se era tão bom quanto eu achava alguns anos atrás.
E como eu estava enganada.
É uma narrativa rasa, com uma história bobinha que até tem um fundo mais """pesado""", amei os personagens principais, mais o Jack que a Libby, diferente da opinião popular, mas não sei explicar o porquê. Foi um livro que eu achei por muito tempo que era muito profundo e tudo mais, só que depois de """amadurecer""" meus pensamentos por alguns anos, mas além da narrativa rasa e de uma historia *quase* clichê, esse livro não tem muito a entregar ao leitor não viu
Olga 21/05/2020minha estante
aaaaiii que triste q n gostou, comecei a leitura recentemente mas acabei desistindo pq n me prendeu :|




Damy 27/04/2020

Eu vejo você
Não foi fácil me colocar na pele desses protagonistas porque não me identifico com suas problemáticas, mas mesmo assim a autora conseguiu me envolver com quem eles são. Jack vê com outros olhos.
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Queria Estar Lendo 25/06/2017

Resenha: Juntando os Pedaços
Juntando os Pedaços é o segundo livro da Jennifer Niven -- autora de Por Lugares Incríveis -- publicado aqui no Brasil no começo de 2017 pela editora Seguinte e cedido em parceria para essa resenha.

Juntando os Pedaços é um livro diferente do que eu estava esperando, porque se eu for sincera, depois de Violet e Finch e Por Lugares Incríveis, eu estava pronta para me apaixonar e chorar muito. Mas não foi assim que aconteceu, muito pelo contrário. Foi como se o meu coração se enchesse de raios de sol enquanto eu lia esse livro -- e, se você perguntar ao Jack, tenho certeza de que ele vai te dizer que esse é meio que um efeito de passar muito tempo com a Libby.

A história começa no primeiro dia de volta as aulas, que também é o primeiro dia na escola para a Libby em mais de cinco anos. Porque a Libby costumava ser a adolescente mais gorda dos Estados Unidos e teve que ser resgatada da própria casa. Ela perdeu a mãe de forma muito repentina quando tinha dez/onze anos e o impacto dessa perda foi muito profundo. É algo com o que a Libby luta até hoje.

"Só as pessoas pequenas -- pequenas por dentro -- não aguentam o fato de alguém ser grande."

Do outro lado da história tem o Jack, que sofre de prosopagnosia, uma síndrome que faz com que seja impossível para ele reconhecer rostos, mesmo o rosto das pessoas que ama. Cada vez que ele desvia o olhar, é como se voltasse para uma pessoa completamente diferente. E Jack sabe como o ensino médio pode ser cruel, então ele decidiu que ia ser mais cruel ainda. Se os seus colegas soubessem de sua doença, ele rapidamente viraria um pária, então é melhor ser o caçador do que a caça.

A forma como os dois se aproximam não é inusitada para livros young adult, mas a forma como desenvolvem o relacionamento e como isso os ajuda a lidar com os próprios demônios é aquele toque especial que só quem já leu algo da Jennifer Niven pode entender.

Apesar dos temas que a Jennifer aborda, ela sempre dá um jeito de fazer a história ficar leve e fluida, uma forma de você se identificar loucamente com os personagens, por menos que tenham em comum.

Eu pude completamente me relacionar com a atitude de Jack de machucar o mundo primeiro para impedir que ele o machucasse, me relacionei até mesmo com a forma que a Carolina se apresentava para o mundo para mascarar a insegurança. Mas acho que a verdadeira estrela do livro é a Libby, que rouba todos os holofotes.

"Muitas pessoas nesse mundo acham que o pouco que fazem é o máximo possível. Você não, Libby Strout. Não nasceu para coisas pequenas! Não tem nada de pequeno em você!"

Ela já esteve em uma situação de vida e morte, ela já afundou em depressão, ela tem medos muitos comuns -- e se eu deitar aqui agora e nunca mais acordar? O que pode acontecer de uma hora para outra? -- e ela ainda precisa lidar com as pessoas que escolhem odiá-la simplesmente por ser gorda.

Mas o melhor de tudo é que a Libby não se deixa abater -- por muito tempo, ao menos -- com esse tipo de coisa. Ser rejeitada e destratada dessa forma pelos colegas faz com que ela se sinta mal, claro, mas faz com que ela escolha também. Escolha devolver ódio com amor, escolha viver, mesmo que muita gente lhe diga que não vale a pena. A Libby teve muito tempo para pensar na vida enquanto estava presa na cama, antes de ser resgatada, e uma coisa que ela percebeu é que só tem o agora.

A única garantia que a gente tem na vida é o agora e não dá para ficar esperando você ser magra/bonita/rica para viver e fazer as coisas que você quer, ser a pessoa que quer ser. Ser feliz.

"(...) estou confortável assim. Talvez eu perca mais peso. Talvez não. Mas o que as pessoas tem a ver com isso? Quer dizer, desde que eu não sente em cima delas, quem se importa?"

Então ela ergue a cabeça e segue em frente, porque apesar do que todo mundo diz ela importa, existe alguém que gosta dela e ela não precisa ser como você quer para ser feliz. Ela só precisa ser quem ela quer ser. A Libby não fica esperando que alguém venha resgatá-la ou passar a mão na sua cabeça, muito menos que a tratem como vítima de qualquer coisa. A Libby faz acontecer.

Sem contar que o romance que começa a se desenvolver é fofo e querido, nascendo de uma compreensão mútua e um toque de amizade. Jack e Libby se divertem quando estão juntos, entendem um ao outro e provocam sorrisos involuntários nos leitores.

"Ele fica falando minha filha como se quisesse dizer ELA É MINHA FILHA, SANGUE DO MEU SANGUE. VOU MATAR VOCÊ SE FIZER ALGUMA COISA CONTRA ELA!"

Eu jurava que o livro ia ser um pouco mais pesado, levando em conta Por Lugares Incríveis, mas a mensagem positiva e alegre de Juntando os Pedaços aquece o coração. Os diálogos leves e fluídos, os personagens cativantes, as situações comuns, a mensagem clara e direta. Com esse livro Jennifer Niven ganhou um lugar no meu coração, toda envolta em raios de sol.

Não tem como não indicar esse livro. Se eu pudesse eu saia distribuindo copias dele para todo mundo. Porque a gente precisa de mais histórias assim. A gente precisa falar mais sobre combater ódio com amor, sobre deixar as pessoas serem quem são, sobre cuidar da própria vida. Sobre como não temos o direito de fazer com que os outros se sintam pequenos e insignificantes só porque nos sentimos assim também e como os "padrões socialmente aceitáveis" estão criando pessoas tristes, inseguras e mesquinhas.

Todo meu amor por esse livro. Espero ansiosamente pelo próximo da autora.
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Ge 15/05/2020

no começo a leitura foi um pouco complicada porque eu me sentia muito perdida quando eu estava lendo a parte do Jack, mas depois eu me acostumei e pensei "ei, é assim que é a vida dele, se você tá sentindo isso é porque a escritora fez um ótimo trabalho"

eu gostei muito da Libby, gostei dos detalhe sobre as paixões dela, e gostei principalmente que ela não mudou nem um pouco por causa do Jack, ela continua a mesma pessoa do começo do livro, uma pessoa forte e incrível.
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Lyna 07/02/2020

Ameeei
"Lembrem-se: ALGUÉM GOSTA DE VOCÊ. Grande, pequeno, alto, baixo, bonito, comum, simpático, tímido. Não deixe ninguém dizer o contrário, nem você mesmo."
Muito viciante!! a Libby é tão segura, confiante, determinada, que com certeza ela entrou na lista das minhas personagens favoritas. Esse livro é perfeito, e digo com tranquilidade.
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Dressa Oficial 22/05/2020

Resenha - Juntando os pedaços
Olá, tudo bem com você?

E aí como estão nessa quarentena? Eu continuo trabalhando normalmente então agora voltei a evitar o transporte público e por isso minha leitura diminuiu muito novamente, agora que o Governo decretou feriado prolongado aqui em São Paulo,que consegui tirar um tempo para fazer tudo que estava pendente, e terminar esse livro foi muito bom.

Recentemente a Netflix lançou o filme dessa mesma autora baseado no livro "Por Lugares Incríveis" e apesar do final triste desse livro me aventurei a ler outro livro da autora e finalmente esse chega a ser mais leve, mas claro sempre abordando temas muito importantes principalmente para os jovens.

Jack tem um doença estranha com nome estranho Prosopagnosia uma doença que impede de reconhecer o rosto das pessoas. Ou seja ele não consegue reconhecer ninguém até mesmo da família dele o que acaba se tornando um problemão quando por exemplo precisa pegar seu irmão mais novo na casa de alguém ou na escola.

Ele se sente um pouco inseguro com esse problema e então resolve esconder esse problema de todos, ele cumprimenta todo mundo mesmo que não conheça, para sempre ser simpático com todos.

Libby passou os últimos anos em casa trancada por ser gorda demais, ela perdeu sua mãe tem pouco tempo e ela e seu pai sentiram muito essa perda, ela acabou descontando na comida e seu pai se entregou a depressão.

Porém Libby conseguiu dar a volta por cima e conseguiu emagrecer um pouco para poder continuar fazendo as coisas normais como voltar a escola.

Mas como voltar para escola depois de ter sido internada sendo uma das pessoas mais gordas da cidade? Libby resolve encarar de frente esse problema e não ligar para o que os outros pensam dela ou falem dela. Ela simplesmente não liga para nada.

Quando ela volta para a escola os amigos de Jack começam uma brincadeira muito maldosa pelo fato de Libby ainda ser gorda, Jack na verdade nem queria e nem gosta desse tipo de brincadeira mas como é mais popular acaba fazendo e Libby não deixa barato bate em Jack e os dois vão parar na diretoria.

Como punição os dois fazem terapia em um grupo de apoio e acabam se conhecendo melhor. Jack apesar de ser popular não se sente feliz com sua situação e namora uma menina apenas por conveniência, depois que começa a conversar de verdade com Libby ele percebe o quanto ele esta sofrendo e pode melhorar sua vida.

Libby para mim foi uma fortaleza, ela não liga mesmo e ainda consegue ajudar outras pessoas com seu problema, usa biquini e nada na escola e não liga se vão achar ela gorda, afinal ela não conseguia sair da cama por que era muito mais gorda, então andar e poder fazer o que quiser é uma grande vitória.

Eu gostei muito do livro e acho que todo mundo merece ler ele que com certeza vai mudar sua visão de vida para muitas coisas.

Beijos

Até mais!

site: http://www.livrosechocolatequente.com.br/2020/05/resenha-juntando-os-pedacos.html
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Feh 07/02/2020

Libby se tornou a pessoa que eu quero ser pra vida.
Eu não sei o que é o melhor da história, se são os plots, ou os personagens ou a autora que é incrível e soube trabalhar muito bem.

O livro narra a história de Libby e Jack, dois personagens completamente opostos, que, por puro destino, tiveram que passar a trabalhar juntos e a se conhecer. É aqueles romances que surgem na amizade e rouba seu coração, porque não tem pressa, fala sobre primeiro amor e paixões adolescentes que são intensas e que roubam nosso ar e faz a gente se apaixonar muito mais por eles e com eles.

Libby é uma menina extremamente adorável que já passou por situações na vida que nenhum jovem/adolescente deveria passar, ela mora com o seu pai, já que sua mãe faleceu quando ela era uma criança e nós vemos como ela ainda não superou a morte da mãe, não é difícil encontrar no decorrer das páginas a saudade que ela sente, além de ser uma menina sensível e que sofreu bullying por muitos anos, fato esse que fez ela desenvolver transtornos de ansiedade e de pânico e ela acaba por descontando na comida. O que a fez engordar muito mais.

Jack também é especial, ele é bem trabalhado, principalmente quando vemos ele fazendo coisas que não deseja, apenas por pura insegurança e por cair na pilha dos amigos, ele sofre de uma doença que o impede de reconhecer qualquer tipo de traços faciais, é como se a memória dele não decorasse nenhum rosto, nem o de sua família, nem de amigos e muito menos o seu.

Os personagens têm umas nuances muito bem trabalhadas, percebemos que o foco da Jeniffer é escrever para jovens, dá para sentir que ela gosta e ela é ótima, meu primeiro contato com ela foi em Por Lugares Incríveis — o livro a qual eu atribuo a minha maior ressaca literária que já tive. — Há uns quatro anos atrás.

Como eu havia sofrido muito no último livro lido dela, eu deixei passar um tempo antes de conhecer esse, algumas pessoas haviam me falado que ele também tem uma carga emocional muito alta e, por mais que eu não tenha sofrido tanto assim, Juntando Os Pedaços, é um livro delicado e frágil na maneira como é escrito, falar sobre bullying na época em que vivemos, é muito necessário e mostrar que as vitimas não estão sozinhas e que precisam conversar com alguém, e que os Bullys também precisam de tratamentos psicológicos para entender o porquê de fazer tanto mal para alguém que nunca te fez nada.

Mas eu acredito que o que mais me tocou foi a questão da gordofobia, eu posso contar nos dedos quantos livros com personagens principais gordos eu já li, foram pouquíssimos, infelizmente, e ver uma história livre de pré conceitos, onde a mocinha dá um show de autoestima no final, quando desiste de algo que ela sempre almejou para não ter que mudar quem ela é, foi realmente emocionante. Esse tipo de estória precisa ser espalhada aos quatro ventos, ela precisa estar nas escolas e em qualquer lugar onde exista jovens.

É um livro de mais ou menos de trezentas páginas, bem rapidinho, já que os capítulos não são grandes, além de ser intercalados em mocinho e mocinha — coisa que eu amo.

E já está nomeado como o meu favorito.
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Leo Oliveira 12/01/2017

Esta é uma das histórias mais lindas que já li até hoje, meu coração está explodindo de tanto amor. Eu sinto que vou chorar (de novo) a qualquer momento. Aprendi tanto com esses personagens que abracei o livro quando terminei porque era a coisa certa a ser feita naquele momento. Li a última frase, virei a página e sorri. Agradeci e fechei o livro. Obrigado Jennifer Niven, obrigado!

É estranha a forma como esta história mexeu com o meu corpo e meus sentimentos. Jack e Libby me ajudaram a "juntar" os meus pedaços. A reconstruir a minha história com uma boa dose de "verdades". Minha opinião deve parecer estranha aos olhos de quem lê, mas é como me sinto agora e eu precisava escrever sobre isso.

"Juntando os Pedaços" é um livro sobre diversidade, sobre aceitação, sobre bullying, sobre mim e sobre você. É uma história sobre cada um de nós.

"E, ainda que um coração partido doa muito, é melhor do que não sentir nada." (pg. 379.)
Guga 12/01/2017minha estante
Esse livro é maravilhoso


lauryn 13/01/2017minha estante
É uma história tocante, realmente! Achei que era só eu que abraçava o livro a cada capítulo, Haha! Ótima resenha ;)


Felix 17/01/2017minha estante
Que resenha mais fofa! rsrs


Thiago 24/01/2017minha estante
Quero muito ler!!!!




Polly 16/03/2020

Eu já havia tido um spoiler de qual seria a brincadeira cruel de Jack com Libby e confesso que já comecei o livro com ranço do personagem.

Me entendam bem, em minha cabeça antes da leitura, nada justificava aquele ato dele e confesso que depois de ler continuo pensando igual.

Não que eu tenha tido antipatia do personagem por todo o livro depois disso – porque realmente não aconteceu – mas, para mim, por mais desafiadora que fosse sua vida, devido a sua condição, nada justifica a forma como ele agiu. Enfim! Queria deixar registrado essa minha ressalva.

***

Ressalva feita, quero dizer que mesmo com essa atitude do Jack, ele ainda assim é um personagem muito bem construído, daqueles que aprendemos a ver com outros olhos. Entendi o que a autora quis mostrar com ele.

É nítido que ele faz tudo o que faz por ceder a pressão social que vem junto do ensino médio. Ele é o rapaz ‘diferente’, que não quer ser visto dessa forma e faz de tudo para se enturmar. É muito mais fácil para ele cometer diversas burradas que finalmente aceitar a abraçar o ser diferente.

Para alguns pode ser algo meio estereotipado, mas acredito que mais real que isso impossível. Muitos jovens fazem o mesmo e talvez você aí, do outro lado da tela, tenha agido assim em alguma situação, durante sua vida escolar.

Mas essa não é a única temática abordada nesse livro, muito pelo contrário. Aqui teremos também uma abordagem excelente sobre bullying e gordofobia. Acompanhar a forma como a autora desenvolve o tema através de seus personagens é como encarar pessoas reais passando por isso. Ela tem uma escrita delicada, leve, mas não poupa realidade na hora de nos mostrar como acontece, a forma como machuca e as consequências de tais atos. Eu achei simplesmente genial.

Grande parte do sucesso dessa abordagem é a personagem Libby, pela qual desenvolvi um carinho enorme. Que personagem ímpar, sério! Ela é uma garota doce, determinada, cheia de sonhos e com uma empatia tremenda! Você acompanha seu recomeço torcendo por ela a todo momento e tendo vontade de abraçá-la quando as coisas desandam. Tive vontade de guardá-la em um potinho! rs

Outro ponto incrível é como a autora passa a mensagem de abraçar quem você é, de auto aceitação e da construção da auto estima. Foi lindo ver a forma como os personagens se desenvolvem e se descobrem mais fortes em sua essência. Isso, unido as referências literárias e musicais, foi maravilhoso!

Também achei extremamente interessante a abordagem sobre a prosopagnosia, visto que não sabia absolutamente nada sobre a doença. Foi muito bacana ir descobrindo junto com o personagem principal, como a mesma é e como é de certa forma comum em nossa sociedade.

Um único ponto que não curti tanto foi o romance. Ele para mim foi algo desnecessário em toda trama, que já tinha tanto a mostrar.

site: http://www.entrelivrosepersonagens.com/2020/03/resenha-253-juntando-os-pedacos.html
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Steff 04/07/2020

O que te identifica?
Uau! A cada leitura de um livro da Niven eu me apaixono mais por como ela aborda assuntos tão importantes de forma tão envolvente.
Esse livro se tornou um xodó, me surpreendi bastante com o tanto de aprendizado que retirei da experiência, pois conta dois protagonistas que enfrentam problemas profundos em uma leitura fluida e apaixonante.
Libby é uma personagem incrível, pois ela consegue enfrentar seus medos e os preconceitos que encontra em seu percurso de forma inspiradora. Ela não é a princesa que precisa ser salva, ela é sua própria heroína. Mesmo que em muitos momentos Libby se encontre insegura diante de ataques de ansiedade, perdas e preconceito que estão presentes em seu contexto, ela da uma aula de como você é incrível por ser você, sem ser necessário se desfazer de alguma parte sua para ser melhor na vista do outro pelo simples fato de que você basta no momento em que se sente bem consigo.
Jack tem uma doença neurológica que afeta sua relação com o mundo, encontrando em certos posicionamentos uma armadura para se defender de reações que poderiam ser desencadeadas diante de sua particularidade. Tais condutas associadas aos problemas familiares, à descoberta e ao medo diante de novos sentimentos desencadeiam em uma série de desafios a serem enfrentados.
Os protagonistas apesar de enfrentarem obstáculos em seu relacionamento, encontram detalhes em comum, passam a admirar, apoiar, se enxergarem de forma única, compreender e respeitar a dor, tanto em relação a si próprio quanto ou outro. É um processo lindo de evolução individual, mas que em alguns momentos só é possível pelo elo entre ambos.
Os demais personagens são interessantes e apresentam potencial que poderia ser melhor desenvolvido, sendo esse um ponto que deixou um pouco a desejar.
Esse é um livro sobre ser forte, enfrentar seus medos, autoconhecimento, auto aceitação, enfrentar esteriótipos, empoderamento, reconhecer a dor do outro, amizade, amor e tantas outras coisas que só a leitura vai te fazer entender.
Não consegui largar o livro e amei a leitura, por fim, gostaria de dizer que "eu vejo você" e que "alguém gosta de você", você merece o melhor de si e de todos os outros.
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bya 02/05/2020

incrível, o jeito que a Jennifer Niven cria personagens bem construídos e desenvolvidos no decorrer da história é ótimo! gostei muito da Libby desde as primeiras páginas! livro muito muito bom!
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Fabianne.Pontes 26/02/2020

Romance adolescente
Amei o livro por se tratar de um romance adolescente que vai além dos problemas comumente tratados nesse tipo gênero.

A abordagem feita em relação ao bullying e a prosopagnosia foi extremamente realista e nos leva a refletir sobre o que se passa na vida do outro.
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