Crônicas da Lua Cheia - A Maldição do Lobisomem

Crônicas da Lua Cheia - A Maldição do Lobisomem Clecius Alexandre Duran




Resenhas - Crônicas da Lua Cheia - A Maldição do Lobisomem


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Thainá - @thainach 23/11/2018

Junte-se ao bando!
Assim como os protagonistas de O Médico e o Monstro, clássico da literatura de horror, em A Maldição do Lobisomem também encontramos a dualidade dentro de um mesmo ser humano cada um lutando para ganhar espaço integral naquele corpo. De um lado há Alexandre Scavarelli, o humano. Advogado, mas com nenhuma paciência e aptidão para convívio social, o homem divide seu tempo entre o emprego e o vídeo game, tentando ao máximo reprimir nas noites de lua cheia o selvagem que habita dentro de si. Contrapondo a isso há Solitário, o lobo. Sendo "solto" apenas em determinadas noites e tendo dificuldade em conviver com o seu humano, uma vontade de livrar-se daquela outra pele cresce no lobisomem.

As brigas entre Alexandre e Solitário se intensificam quando o humano conhece o moto clube Lobos do Asfalto, um bando que trará diversos pensamentos e sofrimentos para ambos. Ao se tornarem parte do grupo regras deverão ser seguidas. Laços afetivos externos são proibidos. Amores e amigos são deixados para trás, tendo o bando como único refúgio e obrigação. Ideais são colocados à prova, trazendo embates dentro do grupo. Com isso os interesses pessoais entre humano e lobo se distanciam ainda mais, e as consequências de atos inesperados surgem como uma bomba: destruidora e fatal.

Através de uma narração não-linear em 3º pessoa, o autor intercala entre lembranças anteriores ao encontro com o moto clube e o presente de Alexandre, onde uma visita a um antigo amor se torna necessária e urgente. As cenas são compostas por descrições intensas, inclusive nos momentos de violência e liberdade do lobo, contendo assim bastante sangue espirrando e ossos sendo quebrados.

A indicação se torna obrigatória, seja fã de fantasia ou não. A história é cativante e prende sua atenção, mesmo que Alexandre consiga tirar o leitor do sério em certos momentos. Além de estar dando atenção a leituras nacionais e prestigiando autores de sua região, de quebra você também adentrará em uma história surpreendente e inesperada. A Maldição do Lobisomem lhe espera de braços abertos e garras afiadas, pronto para lhe mostrar o melhor do bando da lua cheia.

Resenha completa no blog Sonhando Através de Palavras

site: http://www.sonhandoatravesdepalavras.com.br/2018/11/resenha-cronicas-da-lua-cheia-maldicao.html
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Retipatia 24/10/2018

Promessas de vísceras, mas recebemos corações...
O livro começa com o que promete: vísceras, uma fera em sua forma mais puramente animalesca, movida à tão somente seus instintos predadores, a dilacerar suas vítimas em perfeito saborear de um banquete fresco. Talvez seja uma das explicações para tantas pessoas desaparecidas mundo afora, já que só restam respingos de sangue daqueles que são escolhidos como alimento por um lobisomem.
Apresentada a carnificina, somos levados pelo narrador por duas linhas temporais que mostram o tempo "atual" da vida de Alexandre, já parte da uma alcateia e levando sua vida como o lobo solitário que é, e seu passado, pouco depois de ter sido amaldiçoado.
Assim, conhecemos o protagonista, sua paixão por motos envenenadas, velocidade e viagens sobre duas rodas, assim como o profundo desprezo pela espécie à qual faz parte. O lado sanguinário não chega, de fato, a ser tão problemático para ele até o momento em que se vê diante da necessidade de abrir mão da jovem que conquistou seu coração. Não que Alexandre seja um romântico incurável, mas, como na maior parte dos romances contemporâneos, surge aquela uma alma especial que o faz o motoqueiro bad boy não apenas desejar reverter a maldição, mas ansiar por um futuro e correr riscos desmedidos para manter seu amor. Ainda assim, a maldição da qual surgem pistas ao longo do livro, acaba sendo focada apenas pelo lado lupino da história e o humano nada faz ou descobre, de fato, para tentar acabar com a maldição.
Nesse ponto, a história ganha um revés inesperadamente romântico a partir da aparição de Valquíria, que passa a ser a motivação de todas as ações de Alexandre e traz uma reviravolta para a trama. Não que terror e romance sejam gêneros que precisam caminhar de maneiras apartadas, de modo algum. Contudo, a nuance da narrativa ganha um novo foco e viés, mais costumeiro em romances contemporâneos, com direito à toque de mãos com choque elétrico entre os personagens, deixando o lado aterrorizante um pouco estagnado e em segundo plano a partir de então. O que se vê de morte e carnificina segue de eco ao que temos nas primeiras páginas do livro.
Alexandre, em si, não tem tanto a dizer quanto o narrador onipresente na história, que vai além do contar, expondo constantemente suas opiniões durante os capítulos, que vão desde a índole de personagens primários e secundários até política, serviço público e sistema judiciário brasileiro. Não que tais apontamentos sejam inválidos ou desnecessários, mas, em vários capítulos, os comentários representam constantes quebras da narrativa, não sendo apresentados ao leitor de maneira fluida com os momentos da trama. Nesse mesmo ponto, são utilizados  frequentemente parêntesis para apresentar explicações sobre questões abordadas no livro que, muitas vezes, são desnecessárias ao caminhar da história, causando pausas inconvenientes no texto, já que não acrescentam em nada. Em alguns pontos a narrativa descritiva teve seus êxitos, como ao destrinchar um corpo humano sob às mordidas do lobisomem, mas, de modo geral, a sensação é de que ela poderia ser bem mais limpa.
A narrativa utilizada no livro se cerca de elementos costumeiros à linguagem jurídica, algumas expressões e "vícios jurídicos" que estão presentes na narrativa, somados às constantes explicações que insistem em aparecer, remete à leitura de um artigo jurídico e não de um texto literário. Não que este último não possa ser rodeado de formalidade e seguir uma linguagem culta, mas são aspectos que não se confundem às formalidades que o Direito e suas áreas de atuação acabam por tornarem corriqueiras aos seus praticantes.
Os personagens da história também têm seu viés de indagação, a estrutura arquitetada para o funcionamento da alcateia, que se reflete tanto na forma humana dos indivíduos, tanto quanto em sua forma lupina, encontra um balanço bem elaborado, sendo impossível que criatura e humano não tenham seu quê de semelhança, já que àquele advém deste. Inclusive, a relação entre animal racional e irracional chega a ser questionada, já que a narrativa se dá também pelo ponto de vista dos lobisomens transformados, mostrando em detalhes suas motivações e funcionamento em bando. Em alguns pontos, a dinâmica dos lobos se mostra bem mais interessante de acompanhar do que a dos caminhantes da luz do sol. E, sem dúvidas, o lobisomem criado na obra é, como o autor pretendia, um ser capaz de habitar o imaginário no rol de criaturas viscerais, uma ode aos antigos seres lupinos.
Os personagens da história também têm seu viés de indagação, a estrutura arquitetada para o funcionamento da alcateia, que se reflete tanto na forma humana dos indivíduos, tanto quanto em sua forma lupina, encontra um balanço bem elaborado, sendo impossível que criatura e humano não tenham seu quê de semelhança, já que àquele advém deste. Inclusive, a relação entre animal racional e irracional chega a ser questionada, já que a narrativa se dá também pelo ponto de vista dos lobisomens transformados, mostrando em detalhes suas motivações e funcionamento em bando. Em alguns pontos, a dinâmica dos lobos se mostra bem mais interessante de acompanhar do que a dos caminhantes da luz do sol. E, sem dúvidas, o lobisomem criado na obra é, como o autor pretendia, um ser capaz de habitar o imaginário no rol de criaturas viscerais, uma ode aos antigos seres lupinos.
Não apenas esse papel feminino é questionável, já que o narrador não se limita às opiniões do seu protagonista, especialmente no que diz respeito à servidores públicos, de modo geral. Ainda que o sistema brasileiro careça, e muito, de melhorias, a máxima é levada ao extremo: todos são corruptos, preguiçosos ou incompetentes - salvo nossa donzela, que também é servidora, mas não se enquadra em tais parâmetros, é claro. Até mesmo nosso protagonista, ainda que não reconheça, tem seu lado displicente quando o assunto é seu trabalho.
A leitura de Crônicas da Lua Cheia: A Maldição do Lobisomem começou ávida por desvendar os mistérios dessas criaturas seculares, mas arrefeceu a medida que a narrativa insistiu em explicações excessivas e em utilizar do ideal romântico de salvação, que de certa maneira, acabou por se desviar do prometido inicialmente: ao puro terror das criaturas sanguinolentas de olhos vermelhos, ofuscando até mesmo o clamor existente na batalha entre criatura e humano, que tem um desfecho, previsível, mas ainda assim, interessante. O terror e o horror não estão em meramente no destrinchar de vítimas, mas na beleza intrínseca de fazer os pelos da nuca arrepiarem com a simples descrição de uma fera...

site: https://wp.me/p7r1pU-1vw
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Maik Medeiros 29/08/2018

Surpreendente
Ótimo livro, a leitura flui muito bem.
Aquele livro que te vicia rapidamente.
Queria falar aqui que é um dos finais mais surpreendentes que já vi em um livro.
Autor está de parabéns pela genialidade.
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DiRock S. 23/08/2018

Com o frio e as trevas das noites iniciava-se, pela primeira vez, a transformação
Alexandre morava em São Paulo até conseguir um emprego como procurador na cidade de Londrina-PR. Sujeito de poucos amigos e apaixonado por motocicletas, adora percorrer estradas em alta velocidade. Uma dessas viagens velozes causa um incidente, rasga seu colete e arranha sua pele. Sem distinguir o que lhe atacou devido a escuridão da noite e a rapidez da moto, Alexandre jamais imaginaria um ataque de licantropo, muito menos que isso concedeu a ele a Dádiva da Lua, ou A Maldição do Lobisomem.

Solitário é o alter ego lupino de Alexandre. Tem sua existência concebida nas noites de lua cheia, com a transformação plena ao por do sol e forte influência sobre a consciência do humano no quarto dia do ciclo lunar, e nos demais em horários posteriores da noite. O lobisomem caça as suas presas durante seu curto tempo de aparição, tendo como preferência a carne humana.

Assim como os lobos, lobisomens agem em conjunto sob ordens do alfa correspondente, mas Solitário nasce longe de alguma alcateia. O grupo do lobisomem Maioral encontra Solitário enquanto sua contraparte humana vagava pela cidade de São Paulo. Tenta manter o novo lupino submisso, com discussões recorrentes entre os dois.

O licantropo do protagonista ainda sofre outra dificuldade: os seres que compartilham da mesma vida se desprezam. Alexandre adia a transformação de Solitário abusando do chá de acônito, e a falta de aceitação causa dor e sofrimento ao lobisomem em toda mutação. Ambos não estão contentes com a existência do outro, e desejam viver plenamente eliminando a sua contraparte.

A crise entre os protagonistas remete ao clássico da literatura de terror chamado O Médico e O Monstro, inspiração declarada em uma das anotações presentes no livro. Sem um conflito direto, cada ser interrompe a vida do outro à sua maneira.

Quando o capítulo narra o cotidiano dos lobisomens, humanos deixam de ser seres essenciais da trama, são reduzidos a presas como um animal de gado qualquer. Sem pressa de contar a história, passa a sensação de como é viver com a maldição, detalha as necessidades, fraquezas e condições de vida em alcateia nem sempre favoráveis para Solitário.

Duas linhas temporais se mesclam entre os capítulos, uma de 2004 a 2007 e outra no ano de 2015. A linha temporal do passado conta as origens de situações narradas no tempo mais recente. Essas transições poderiam elaborar melhor um leve suspense, mas houve resposta cedo demais em um caso próximo do final.

Este primeiro trabalho literário de Clecius é uma demonstração de autoficção, pois muitas das características de Alexandre remete ao próprio autor, só exigindo mais trabalho em elaborar as chacinas licantrópicas, espero.

O gosto literário e cultura pop do autor também se reflete nas várias referência expostas no livro. Há algumas citações em que o leitor terá o entendimento prejudicado se desconhecer a obra.

A linguagem empregada pelo narrador é rebuscada demais, diante da realidade retratada do protagonista. Embora o cargo de Alexandre exija uma comunicação formal, a história se passa nos momentos mais coloquiais de sua vida, por isso encaixaria melhor com uma narração com palavras mais comuns. Pelo menos os termos mais elaborados são fáceis de compreender pelo contexto de toda a frase.

A Maldição do Lobisomem é uma leitura divertida e muito visceral. O livro aborda muitos dos conceitos internacionais do licantropo e soube entrelaçar a trama com esses elementos. Espero que, assim como aconteceu comigo, as últimas páginas arranquem seu fôlego com as garras das palavras que formam o desfecho deste primeiro volume.

site: https://xpliterario.com.br/xp-leitura/maldicao-lobisomem-cronicas-lua-cheia/
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Wesnen Tellurian 29/07/2018

UM BANHO DE SANGUE | Canal KrossOver
Eu faço críticas pelo Canal KrossOver. Confiram no link abaixo, e garanto que vão curtir o material. Sobre o livro: já adianto que... É nacional e muito bom.

site: https://www.youtube.com/watch?v=krqxquLwPyU&t=131s
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AndreRegal 25/04/2018

Lobisomem Raiz!!!
Pessoal, li há um tempo, mas devido às correrias, não pude falar antes. Agora sim:
As Crônicas da Lua Cheia, do nosso amado Clecius Alexandre Duran não é um livro que vem sendo tão falado aqui no grupo à toa. O autor parece q tomou uns dois litros de leite desnatado, ficou doidão e varou a noite metralhando a máquina de escrever.
Pelo que ouvi dizer, ele escreveu rápido e freneticamente, porque as ideias vieram brotando e ele foi soltando a enxurrada no papel.

Resultado: Não teve tempo de passar o manuscrito pra uma meia-dúzia de leitor beta analisar e meter o bedelho.

Resultado do resultado: Saiu a MELHOR definição de lobisomem que você vai ver em toda a sua vida.

Não vou falar sobre a história, pq tem até resenha no Acervo, feita e muito bem-feita pelo glorioso Primeiro-Ministro Artur Moraes. Mas o que ele elogiou lá eu assino embaixo.

Tive PESADELO depois de ler esse livro. Sonhei que tinha uma c@aralha dum lobisomem na beira da minha cama e mastigava meu pé toda vez que o sono dava aquele "gostosinho".
Aí eu acordava puto com o Clecius.

Hoje tenho prazer em falar que o autor é meu amigo e irmão, mas antes disso eu já era fã.

Dark Fantasy raiz! Sangue, tripas e olhos com aquele nervinho pendurado! Tudo fresco e com sabor de comida feita na hora! 😈🤭☠️💀🐺🐺🙃

LI-VRA-ÇO!!!
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Leitura Mágica 10/03/2018

História não óbvia,narrativa cativante
A história nos apresenta Alexandre um servidor publico que vê sua vida mudar quando é transformado em lobisomem.Alexandre tem que conviver com sua parte lupina,que alias não é nada amigável, solitário (o lobisomem) quer se livrar de Alexandre e não suporta ter que dividir o corpo com ele. Em meios a sua vida solitária,ele encontra uma alcatéia chamada lobos do asfalto,aonde Alexandre e solitário finalmente acham outros como eles e é na alcatéia que Solitário fica sabendo de uma lenda que pode acabar de vez com o seu sofrimento e eliminar Alexandre de uma vez por todas.Uma historia cheia de horror e mortes sangrentas aonde a lua cheia é testemunha que o pior sempre acontece quando se tem um lobisomem por perto.

"Era como se o lobo começasse a emergir dentro da sua consciência,tornando-lhe temporariamente seu lugar,para voltar a submergir em direção aos recônditos mais profundos da sua psique com a troca da fase lunar." (pág 44)

Se você gosta de emoções fortes então se prepare! Por quê logo no inicio do livro somos agraciados com cenas que temos que respirar um pouco pra voltar a lê,aqui neste livro não vemos aqueles lobisomens bonzinhos que não consegue atacar quando vê a mulher amada,temos a descrição da fera que realmente é o licantropo.

"Respirando lentamente e com dificuldade,o licantropo recupera suas forças e sua mobilidade,finalmente sentindo-se capaz de se pôr em pé."(pág 15)

Sim eu odiei Alexandre nas primeiras páginas,assim que você ler o livro vai me entender,mas o personagem foi me ganhando aos poucos e quando eu vi já estava torcendo por ele! A personalidade do protagonista é bem descrita e logo você se vê torcendo e desejando que ele se ferre ao mesmo tempo,sabe aquelas histórias que tem um ante-herói? então o Alexandre se encaixa bem nesse padrão.

"Alexandre já apresentava um caráter individualista,reservado e com um pequeno- ou talvez não tão pequeno assim - traço de misantropia.Nutria apreço pelo conceito de Humanidade,mas desprezava os seres humanos." (pág 24)

O livro é narrado em terceira pessoa,conta os fatos pelos olhos de Alexandre. Nas páginas que dão início aos capítulos tem algumas palavras soltas que logo a princípio eu pensei :isso vai se encaixar em algum lugar alguma hora, e foi um tiro certeiro,como um click de relógio quando fez sentido! O livro trás varias referências que seu coração até salta pela boca de tanta felicidade!Tenho que reconhecer que o autor é super inteligente e tem grandes sacadas.

"Nesses dias,parece que o bicho toma conta gente até quando estamos na forma humana.O sangue ferve e o maior anseio da gente é a chegada da noite para poder estraçalhar carne fresca."(pág 85)

Gostei muito dos personagens secundários, o ritual de iniciação na alcatéia,do "vilão", que me casou muitos desconfortos e vontade de mata-lo! Tem algumas partes bem humoradas que na minha humilde opinião equilibra bem com as partes sangrentas, tem um pouco de romance, que não tirou o foco da narrativa e sim só veio a acrescentar e dar motivação(usar um amor como motivação para vingança é muito clichê,mas um clichê que a gente adora!) O livro tem uma linha cronológica que nos permite voltar ao passado e saber um pouco mais dos fatos que levaram aquela atitude do presente(no final do livro tem um índice que ajuda a entender direitinho a linha cronológica).Li em outra resenha que o final não tinha surpreendido,mas eu fiquei surpresa e em choque pelo que foi acontecendo nas páginas finais e já anseio pelo próximo apesar do autor deixar bem claro que são histórias independentes com início,meio e fim, eu aguardo por mais histórias do Alexandre e Solitário.

"É como eu digo,se a vida te dá as costas,passe a mão na bunda dela!" (pág 141)

E por fim a história é muito bem descrita,como já mencionei,só queria saber mais como foi, quando o Alexandre soube o que agora ele era um lobisomem,fora isso é cheia de partes não óbvias,um personagem carismático,uma fera sem controle,um romance improvável, uma tragédia,uma traição,uma vingança. O que pode dar de errado quando tudo isso se encaixa perfeitamente? Isso mesmo,nada!

"Mas ele também sabia que o tamanho,por si só,podia enganar:era nos menores frascos que se encontravam os melhores perfumes e os piores venenos."(pág 235)

Nota: 5/5 ♥ classificação: +18

Curiosidades: O personagem recebeu o mesmo nome do autor,assim como sua profissão.

Pontos positivos:

História diferente e não óbvia

Personagens carismáticos

Narrativa bem equilibrada

Ótimas referências

Pontos negativos:

Motivação da vingança um pouco clichê

Faltou falar um pouco do inicio da transformação do personagem

Tem cenas bem violentas

site: aleituramagica.wordpress.com
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Brena 17/02/2018

Um autor iniciante que extrapola as expectativas
Você está atrás de uma história sobrenatural sem a purpurina adolescente? Pois leia as Crônicas da Lua Cheia – A Maldição do Lobisomem!
O autor alterna a narrativa, em terceira pessoa, entre o passado e o presente. Entre o humano, Alexandre, e o Solitário, o lobisomem. A linguagem que se aproxima do servidor público Alexandre é rebuscada, e me fez recorrer ao dicionário várias vezes, mesmo não atrapalhando a leitura – bem fluida por sinal!! Já o Solitário se enche do linguajar coloquial próprio de gangues, motoclubes, etc.. aliás, se você gosta de motos, vai se identificar muito com alguns momentos da história.
O livro começa de forma V-I-S-C-E-R-AL, sem pudor algum, e te leva a dilemas entre a parte humana e a licantrópica… Não que Alexandre se importe como sua contraparte age, ele apenas quer uma vida normal… Solitário também quer ser independente de sua contraparte humana.
Ao decorrer da história conhecemos outros personagens que nos faz adentrar ainda mais na mente do Alexandre e do Solitário, e nos instiga a chegar logo à finalização. Que desfecho, gente!!!
O livro contém alguns trechos de narrativas que remetem à pessoa do autor, e isso nos faz nos aproximar dele – Gostando ou não.
Confesso que estou louca pra ler a continuação: A Ascensão do Alfa. O que Clecius nos fará vivenciar agora? Que palavras procurarei no dicionário? Huhuhauahuaha
Em síntese, uma das melhores obras literárias que já tive o prazer de ler, sensacional!
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Acervo do Leitor 31/01/2018

Crônicas da Lua Cheia – A Maldição do Lobisomem | Resenha
Em As Crônicas da Lua Cheia, vamos acompanhar Alexandre, um servidor público que durante uma de suas várias viagens é atacado – mesmo que praticamente imperceptivelmente – por um licantropo. Ao decorrer dos dias, Alexandre sente mudanças em seu físico e emocional. O outrora simples motoqueiro passa a se tornar nos esgares da Lua Cheia uma figura que aterroriza e mata. Uma criatura sedenta por sangue e carne, sem misericórdia e sem arreios. Vamos acompanhar a trajetória de Solitário em busca de encontrar o seu lugar ao sol, ou melhor às noites às vezes na companhia de sua Alcateia, às vezes em busca de respostas sobre seu destino.


Vale ressaltarmos vários pontos positivos sobre o livro do autor estreante Clecius Alexandre: sua escrita é de uma beleza que contagia, com uma riqueza de vocabulário que nos faz navegar pelas noites insones de Solitário mundo à fora. Por vezes como um poema gótico, o autor não economiza nas descrições da fome visceral e assustadora do temível lobisomem. Sangue e carne se misturam em um verdadeiro banho mortal. A narrativa se dá em terceira pessoa, alternando entre passado – onde Alexandre conhece e participa de uma Alcateia – e presente, onde o motoqueiro ainda usa a alcunha de seu outro eu, o Solitário e sai pelas noites de Lua Cheia em busca de uma presa a quem possa recorrer.

O desenvolvimento mesclando passado e presente favorece para que possamos conhecer melhor Alexandre, e seus pensamentos. Entretanto, conforme avançamos, percebemos algumas lacunas e dúvidas sobre o que havia feito o personagem durante o hiato de eventos descritos na obra. Acredito que, algumas dezenas de páginas a mais, enriqueceriam melhor nossa experiência e nos familiarizaria melhor com o protagonista. Outro ponto a se destacar, são as diversas referências de nosso cotidiano que encontramos durante a obra, algumas mais pessoais pelo ponto de vista do autor, outras mais gerais, o que não foi de modo algum negativo para mim, mas pode vir a ser para outras pessoas.



SENTENÇA

Em suma, As Crônicas da Lua Cheia mostra a ascensão de nossos autores nacionais, que batalham MUITO para angariar leitores e compartilhar suas histórias. Um livro regado a sangue e vísceras, sem pudor e sem misericórdia. O final, ah o final… Confesso ter sido necessário que lesse duas vezes, pois não consegui assimilar de primeira o que estava se passando na minha frente. Avassalador! Para os amantes de um bom terror e órfãos de uma bela história de lobisomens, este é o seu livro. Compre o quanto antes e seja bem-vindo à alcateia.

site: http://acervodoleitor.com.br/a-maldicao-do-lobisomem-resenha/
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Petrova 25/01/2018

A Maldição do Lobisomem | Por Minha Fuga da Realidade
Desde a primeira vez em que ouvi falar deste livro, foram diversos elogios. Agora posso confirmar cada um deles.
Quem acompanha o blog, sabe que a minha grande paixão são os vampiros, e que este é o segundo livro de lobisomens que leio até o fim. Visceral é um bom adjetivo para descrever esse livro sangrento. Desde o primeiro capítulo as páginas pingam sangue em um ataque bem descrito do lobisomem às suas vítimas. A contra-parte humana do Solitário lobo, chama-se Alexandre. Ele vive uma vidinha pacata como servidor público. Fazendo de tudo para que seus sumiços nas semanas de Lua Cheia não levantem suspeitas.
Na companhia de sua Cheetara (SRAD 1000), Alexandre acaba por conhecer um peculiar grupo de motoqueiros, que acabam se tornando sua nova família. Um pequeno problema é que apenas eles podem ser sua família. Ao longo da trama, vemos as mudanças comportamentais e psicológicas que ocorrem quando o lobo tenta tomar seu lugar. Sempre que a grande esfera prateada toma seu lugar no céu, o lobo serve-se de humanos ou animais. O que estiver ao seu alcance. Quando isto ocorre, é um grande banho de sangue e vísceras.
Alexandre não se importa com as vítimas de seu companheiro lupino, mas uma parte de si, de seu lado humano, claro, gostaria que houvesse uma forma de não se tornar mais lobo, assim poderia ter uma vida normal, com amigos e uma família de verdade. O que Alexandre não imagina é que o lobo também deseja ser livre de sua parte humana. Assim não seria mais fraco. Ambos desejam liberdade desta maldição, o problema que para se conseguir este feito, há um grande sacrifício à ser realizado.

"Um idiota agindo imprudentemente pode tirar a vida de uma outra pessoa por nada. Meu lobo tira a vida para saciar sua fome e preservar sua existência. Acho que já tem gente idiota demais nesse mundo, um a menos não faz a menor falta."

Narrado em terceira pessoa, Clecius nos mostra partes do passado e presente de Alexandre, com uma narrativa que remete a um diário. No final do livro há um apêndice que separa ordenadamente as datas e acontecimentos. A escrita do Sr. Duran é fluida e com um bom vocabulário. Definindo a personalidade dos personagens e descrevendo os cenários com maestria.
As quase trezentas páginas são devoradas com facilidade, visto que junto da ótima escrita, as folhas amareladas e o bom espaçamento ajudam muito.
Não há do que reclamar. Esse livro me mostrou que para rolar sangue pelas páginas, não é preciso a presença dos meus queridos dentuços.
Este livro é um que, eu quero indicar para todos! Mas não é um livro para qualquer um.
Se você tem aversão a coisas sanguinolentas e se impressiona fácil, pense bem antes de ler a história de Alexandre.

site: http://minha-fuga-da-realidade13.blogspot.com/2018/01/resenhando-maldicao-do-lobisomem.html
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Juniorlima 20/01/2018

Resgate dos lobisomens old school
O autor resgata o mito do lobisomem de forma magnífica. Aqui não há adolescentes mau resolvidos ou antagonistas fluorescentes. A ambientação é no território nacional e o texto é rebuscado sem nunca ser pedante ou chato. As descrições brutais das ações do licantropo são escritas de maneira fluída e bela. A veia jurídica do autor transparece e mesmo minha birra com o juridiquês foi sobrepujada pela narrativa.
Recomendo fortemente.
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Mariana B 27/12/2017

Uma leitora iniciante no terror recebe uma bela surpresa
Eu não sou uma típica leitora de livros de terror e quando procuro esses livros, dou preferência à história de vampiros, bruxas ou psicopatas. Lobisomens nunca foram a minha praia, inclusive eu vi poucos filmes com essa temática. Resolvi comprar o livro por curiosidade, já que tantas pessoas leram lá no grupo do facebook "Reino dos Livros" e estavam falando bem.

Logo no início do livro já me surpreendi com a violência explícita das mortes de personagens (seja quem for). Ao mesmo tempo, a parte humana do lobisomem não deixava recair sobre si uma culpa lamuriosa que alguns autores oferecem aos seus personagens e que me tira do sério. Eu já estou cansada de personagens sobrenaturais que passam o livro inteiro se lamentando sobre quem são e o que fazem. Esse sem dúvida foi o aspecto que mais gostei do livro!
A forma como o autor introduziu novos personagens foi uma ótima sacada. Além de novos conflitos para a trama, esses personagens não estavam ali como mero “enfeite”, pois através deles foi possível compreender algumas coisas relacionadas ao lobisomem.
Uma personagem em particular (lá para o meio da história) parecia que seria um erro feio que o escritor cometeria, pois daria outro tom ao livro. Algo que realmente fugiria da proposta inicial. Mas, apesar de ter poucas publicações (se não estou enganada esse é seu primeiro livro), Clecius tem domínio total da sua história e nada está ali por acaso; É tudo explicado e compreendido pelo leitor no final.
E que final! :O eu não esperava por aquilo. Lendo o livro fiquei sabendo que ele teria uma continuação, então imaginei que o final seria totalmente diferente. Realmente é muito bom (fora as pistas que eu tentava montar a cada capítulo). Gostei que terminou bem fechado. Por ter uma continuação imaginei que terminaria em aberto e me deixar roendo as unhas para saber o q ia acontecer rs
Existiram alguns detalhes que não gostei:
1 - fato de que às vezes eu não conseguia me convencer das diferenças entre a parte humana e a parte do lobisomem. Claro q a personalidade de cada era parecida, mas acho q poderia ter acentuado mais as diferenças.
2- queria q tivesse um pouco mais de informação no final do livro, depois de um acontecimento importante.

Valeu muito a pena ter comprado o livro. Foi uma ótima surpresa e agora quero ler mais livros sobre lobisomens. Sem dúvida é um livro que vale a pena arriscar e comprar. Ansiosa pelo próximo!


site: https://www.instagram.com/maribia_s/
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Rafael.Ferreira 22/12/2017

Resenha
Clecius nesse livro nos apresenta o que na minha perspectiva, 3 personagens principais. A identidade do Lobo, Alexandre e a si mesmo como Autor.

O Lobo que vem em suas noites de lua cheia junto com Alexandre travam uma épica batalha mental para sobrepurjar os diferentes corpos, estes que são um só, assim como a mente divida em conflito.

O autor, Clecius também Alexandre insere características suas bem claras. Logo em sua carta de apresentação o mesmo diz que aqui jaz uma história que ele queria ler. Lhe respondo Clecius, que aqui jaz uma história que todo mundo deveria ler.

De um português refinado, ora muitas vezes poético. De uma história de terror ora dramática e mais incrível ainda, ora cômica, pois o fazer rir seja a mais fina e difícil arte, nosso escritor também nos faz em cenas hilárias nesse livro.

"Um par de olhos brilharam rubros na escuridão da noite - Dracarys! - foi o comando telepático gritado em pleno início do frenesi de batalha"

O meu ponto de vista é que esse livro sentido hoje e daqui anos. Clecius nos escreve uma carta crítica. Uma combinação de referências que se estendem tanto, mas tanto que necessitarei reler o livro para abarcar todas as referências. O autor passeia com facilidade por política, religião, hábitos humanos, mitologias e assuntos nerds. Com conhecimento aprofundado, lúdico-didático e com maestria.

Acompanhamos Alexandre um motoqueiro (Um ex motociclista e ex-cachorro-louco) desde seu encontro com um lobisomem que sem querer o faz virar um licantropo. Vemos seus dramas no passado e presente. Como ele vive, como é a vida com sua outra personalidade animalesca. O roteiro é de um filme imaginário muito inteligente. Vemos Alexandre se enturmando em uma alcateia e todos os lados bons e ruins disso. Como será para ele viver uma paixão?
O livro é de um final arrasador. Juro que contei as últimas páginas várias e várias vezes, pois pensava -"só faltam 5 páginas, como isso vai acabar?"- E acaba de forma surpreendente, emocionante e impactante.

As cenas são todas muito bem narradas e com detalhes dinâmicos. O que é isso? O autor não enche linguiça, mas esmiuça tudo para que nossa imaginação faça o trabalho criativo. Transformação do lobisomem, cenas de ação, cenas sentimentais. Tudo.

O livro tem uma linha no passado e no futuro que se cruzam perfeitamente. Para os leitores traumatizados com essa linha perante Josh Malerman (Caixa de Pássaros), por favor leiam. Clecius sabe como encerrar um livro. Isso tudo se completando em uma obra baseada também na referência clássica, O Médico e o Monstro que ecoa por essas páginas.

Para eu Rafael, o melhor livro de Lobisomens lido. Livro que me fez rir. Clecius tem um repertório de palavrões que nunca, jamais vi. A cena da "Capivara velha" me fez rir alto pra cacete com várias pessoas olhando para mim.

A literatura nacional nunca esteve tão bem representada. Se voce esta acostumado com clássicos antigos de português difícil e histórias com temáticas de não grado, Clecius vem ser um dos escritores que podem acender a chama do orgulho nacional, abrir portas para nossa literatura, ser referência aqui e lá fora. E guarde isso escritor e leitores da resenha, daqui anos esse livro será o tal "clássico". Pois aqui fica registrado a nossa cultura, nossos hábitos nos anos em que vivemos também.

Obrigado por tal história, e já quero o seu outro livro :)
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Corredora Literária 11/12/2017

Crônicas da Lua Cheia | Blog Corredora Literária
Primeiro livro do autor Clecius e ele vêm com tudo em sua moto Cheetara!
É uma leitura visceral, sem pudor e macabra.

Acompanhamos Alexandre um funcionário público e motoqueiro que foi atacado por um licantropo. Ao decorrer da narrativa vamos presenciando as mudanças comportamentais e psicológicas que ele sofre e também descobrimos como ele se esconde da sociedade para dar lugar ao seu outro eu sem ser descoberto.

A narrativa se desenvolve em terceira pessoa, alternando entre passado e presente numa espécie de diário. Há várias partes que me senti muito próxima do protagonista como se o próprio estivesse contando os fatos ao meu lado, me senti completamente inserida nesse universo.
Influências psicológicas aterrorizantes acontecem entre o seu humano e seu lobisomem dificultando as atividades diárias. Quando ele sai em busca de suas presas há um verdadeiro banho de sangue. Diante da busca por respostas, ele acaba entrando para um motoclube e descobre-se em meio a uma alcateia.

Clecius possui um vocabulário muito abrangente e com isso conseguiu definir a personalidade de cada personagem em suas falas. O autor também deixa explicita sua crítica social aos hábitos humanos e a política.

A primeira cena do ataque do licantropo me chocou e me sensibilizou muito, já fiquei apreensiva imaginando o que ainda estaria por vir.

O livro tem vários trechos engraçados, além de muitas referências bacanas na música, cinema, literatura e games. A escrita do autor parece um pendulo, vai do humor ao terror puro e equilibra a narrativa perfeitamente.

Identifiquei-me com uma atividade do licantropo, pois ele usa uma “válvula de escape” no esporte amador para relaxar.
Aprendi muitas coisas sobre a anatomia humana rs, o universo dos “cachorros loucos sobre duas rodas” além de saber como é a vida quase pacata de um funcionário público.

Para descobrir quem vence essa disputa entre homem e lupino você terá que ler também!

Sentença
Se você busca por uma leitura Visceral, Tensa, Nua e Crua você tem que ler este livro! Deliciei-me com essa leitura fluída e foi impossível deixar o livro descansando.
O desfecho é arrasador e surpreendente, fichei chocada e de queixo caído! Crônicas da Lua Cheia é um verdadeiro banho de sangue em nossas mãos. Mais um livro nacional que com certeza merece ser lido por você!


site: https://corredoraliteraria.wordpress.com/
Mari Pingituro 12/12/2017minha estante
Excelente resenha! ??


Corredora Literária 12/12/2017minha estante
Obrigada Mari :)




Mari Pingituro 11/12/2017

Lobisomem raiz
Para quem gosta do bom e velho lobisomem Old School, esse livro é um prato cheio. E daqueles bem carnudos e sangrentos.
Temos a história de Clecius, ops, Alexandre, um servidor público que leva uma vida normal até que um belo dia é atingido pela tal maldição do lobisomem.
Desde então, é obrigado a ter o corpo e a mente divididos entre humano e licantropo.
Em capítulos alternados entre passado e presente, somos totalmente envolvidos na história e na luta interna de Alexandre.
Temos muitos ciclos de lua cheia e muitos "banhos de sangue", com cenas muito bem descritas, sem escrúpulos ou eufemismos.
Existem muitas curiosidades e referências na obra, e também diversos "easter eggs" que o autor colocou de forma muito casual e divertida. Sem contar a pitada de humor ácido, que deu um toque especial à história.
A escrita do Clecius é um show à parte, riquíssima tanto em vocabulário quanto em detalhes, chegando a ser até mesmo poética em alguns momentos.
Mas se engana quem pensa que um vocabulário rebuscado é sinônimo de narrativa arrastada. Pelo contrário! Aqui, cada parágrafo convida o leitor a entrar cada vez mais na história. Quando menos se espera, o livro acaba e fica aquele gosto de quero mais.
E o final? Maravilhoso, instigante e digno de toda a obra.
Perfeito!
Quem não leu, LEIA! Já se tornou um dos meus livros favoritos!
E Clecius, sabemos que você é muito ocupado nas noites de lua cheia, mas não pare de escrever, por favor!
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