Ensaios de Amor

Ensaios de Amor Alain de Botton




Resenhas - Ensaios de Amor


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Damião 25/07/2019

Em meio a tantas avaliações positivas
Só queria deixar registrado minha opinião pessoal que é contraria a todas as outras aqui, talvez porque quem não gostou da leitura do livro não se dê ao trabalho de vir deixar uma opinião. Li outros livros do autor e resolvi também ler esse. Trata-se de uma coletânea de ensaios filosóficos a respeito do amor romântico e das relações amorosas. Não me tocou como obras poéticas sobre o tema, nem me fez refletir como outras obras filosóficas (inclusive do mesmo autor) ou romances.
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Babi 08/01/2019

Impossível análise mais perfeita sobre relacionamentos.
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Marly Cruz 02/02/2018

Ensaios de Amor
Fala sobre o amor da forma mais humana possível.
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Paulo Silas 10/07/2017

Um livro despretensioso e divertido. O amor é o ente abstrato que figura como o verdadeiro protagonista - em que pese esteja personificado no rapaz personagem que narra a história. Todas as fases daquilo que se convencionou chamar de amor - o mais lembrado, o da paixão, o dos casais - são transmitidas ao leitor através de uma fusão de narrativas realizada pelo autor. Essa junção se dá pelo fato de o autor intercalar uma narrativa literária típica de um conto, novela ou romance, com ensaios filosóficos que divagam sobre vários pontos que vão sendo expostos no decorrer da obra.

A pequena obra conta a história de um homem que se apaixona após um fortuito encontro num aeroporto. A paixão desperta após uma prazerosa conversa que tem início durante o voo. Após a despedida, fica aquela sensação de que destinos foram cruzados. "Quais as chances?" passa a ser uma pergunta refletida pelo recém apaixonado, buscando superar qualquer limitação racional para se compreender o amor como um fenômeno que é explicado por outros vieses.
E assim é dado início à história que servirá como base para as reflexões filosóficas realizadas pelo autor.

Até certo ponto da leitura julguei que a coisa pouco fluiria. É que pelo menos até a primeira quarta parte do livro, as reflexões presentes são aquelas típicas do apaixonado. Não se vai muito além disso, de modo que erroneamente pensei que o livro todo não avançaria muito além. Mas a partir de um certo momento, o livro mostra para o que veio. Os pensamentos, as divagações, enfim, as reflexões tomam mais corpo, se aprofundam, de modo que o diálogo do autor para com o leitor passa a ser mais convincente.

Não se trata de uma tentativa de racionalização da temática. Pudera, dada a impossibilidade de se racionalizar o amor. Entretanto, ao tratar o amor enquanto um fenômeno, o autor logra êxito em incutir a filosofia no trato do tema. É pelo olhos da filosofia que as análises são feitas, sem deixar de lado a perspectiva literária com a qual a história do apaixonado é contada.

O que determina a paixão? Os sentimentos que evocam o amor (ou aquilo que se tenta entender por "ele") possuem uma base única - do tipo universal? O relativo do "gostar/amar" se encaixa em tudo que decorre da atração (beleza, caráter, modo de se portar e agir...)? Há uma resposta para tudo isso?
É isso e muito mais o que Alain de Botton busca não necessariamente responder nessa pequena obra, mas apresentar perspectivas filosóficas possíveis para compreende-las minimamente , acalentando assim um pouco daquele sentimento desolador que advém da impossibilidade de se entender o incompreensível.
Vale a leitura!
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Daniela M Bertuolo 13/01/2017

Leve e Divertido
Me diverti horrores com um homem expondo suas inseguranças amorosas que antes eu achava que só uma mulher conseguiria pensar daquele modo. Sensacional.
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Nani 12/04/2015

Revelando o amor
Antes de ler assista "This is water" de David Foster Wallace e se dispa de todo preconceito a cerca de um enredo clichê. A filosofia é construída a partir das coisas mais simples, mais comuns e assim, mais humanas e universais. De natureza igual, “Ensaios de amor” se embasa na história de amor mais barata, medíocre e quase ridícula e extrai dela, de forma profunda e filosófica, os meandros de um sentimento que se rende ao ciclo inevitável do nascimento e morte.
Só não se identifica quem nunca cedeu seu coração ao amor. Visceral, nocivo, voraz, tenro e doce. Todos os matizes do amor revirados e escancarados.
O amor despretensioso, o amor como uma felicidade fácil que, de tão forte, pode não se suportar e cair em anedonia. Um presente de todos os deuses, um amor que busca a razão, e busca a loucura, um amor que mal cabe em sua definição, que não vem com rótulos, que é público, compartilhado e, ao mesmo tempo, particular, único e pessoal para o amante.
O texto é marcado pela busca por uma linguagem original que abarque todo o rebuliço desse sentimento e a eterna frustração do artista/autor/amante de não conseguir transferir para a esfera de quem não está amando algo que as palavras não alcançam; e os que amam simples e inevitavelmente sentem. Remonta a impossibilidade de amar sem reciprocidade e anuncia de forma bem nietzscheana o eterno retorno ao qual estamos sujeitos.
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yurigreen 20/07/2014

Eviscerando o romance
Ciúmes, carícias, tensões, conforto, empatia, egoísmo e admiração, estes e todos os outros sentimentos vividos durante a paixão e o amor são expostos, parte por parte, através das considerações filosóficas de Alain sobre o amor.

Através de uma narração em primeira pessoa fantástica, De-Botton caracteriza-se como um personagem em um cenário imaginário, que ao mesmo tempo sendo irreal, reflete em muito todos os dilemas encontrados em qualquer relação de média ou longa duração.
A identificação das situações é tão forte que qualquer um que já tenha passado por aquele clima vai sentir um certo desconforto ou talvez abrir um sorriso discreto no canto do rosto diante à leitura.

Se eu pudesse fazer o paralelo do livro com outras mídias, encaixaria aqui os filmes "500 days of summer " e "Closer", sendo que o último transfere uma atmosfera muito mais carregada e portanto mais realista das intempéries que cercam a vida dos casais.

Assim como o "Religião para ateus" e no momento "Como Proust pode mudar sua vida" (lendo), vou recomendar uma análise demorada nas páginas de "Ensaios de amor", já que é deveras criativo o que nosso autor suíço e calvo tem pra falar.

Pra finalizar, um trecho nas palavras do autor: "O valor de um romance não se limita à representação de emoções e de pessoas parecidas com aquelas da nossa vida, mas também se estende à capacidade que adquirimos de descrevê-las muito melhor do que antes e de identificar percepções que reconhecemos como nossas, embora não fôssemos capazes de formulá-las sozinhos."
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Rafa 23/04/2014

O diferencial desse livro e o que faz ele valer muito a pena para todos os apaixonados e não-apaixonados por aí é que junto com a história do casal, o autor vai refletindo bastante filosoficamente sobre os acontecimentos. É analítico de uma forma tão atrativa. Eu fui lendo e finalmente encontrando palavras capazes de descrever tudo aquilo que eu pensava e não tinha como expressar. Aquela sensação de estalo, de entendimento, me envolvi muito com a leitura. E tudo isso de uma forma muito prazerosa.

*resenha completa no blog!

site: http://arrastandoasalpargatas.blogspot.com.br
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Vinicius R. 22/10/2013

Analises do nosso cotidiano amoroso.
Creio que os que tiveram um relacionamento de mais ou menos 1 ano irão se familiarizar com esse livro.
Desafio alguém a ler essa obra e não dizer: "Puts! É bem assim que acontece!"
Ele - o livro - é inteiro sobre a rotina de um relacionamento apaixonado e banhado de rosas vermelhas. O autor analisa diversos aspectos minuciosos do cotidiano, da rotina amorosa: ciúmes, amor a primeira vista, "gelo" no relacionamento, destino, intimidade etc.
Direciono esse livro para aqueles que tem paciência de ler ensaios com certas características filosóficas - já é de se esperar, porque o autor é filósofo.

P.S.: é simplesmente incrível um garoto de 23 anos escrever essa obra.
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Diego 20/10/2013

Ensaios.
Embora seja considerado o primeiro romance do autor, o livro é mais uma coletânea de ensaios filosóficos a respeito do amor romântico e das relações amorosas. Os personagens, a trama, o enredo, são mais uma desculpa para que as ideias do filósofo Alain de Botton se encaixem numa linha compreensível.

Como romance o livro não é muito bom. Não há aprofundamento da trama, os personagens são mal explorados e a história não cativa. Mesmo a linguagem é filosófica demais, o que torna a leitura um pouco travada.

Os pontos altos, no entanto, são os diversos insights sobre emoções, hábitos e vícios relacionados às relações amorosas, que o autor nos leva a refletir, e nos quais nos reconhecemos imediatamente no que à primeira vista não nos parece tão óbvio.
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Davisson 03/10/2013

"Toda paixão envolve o triunfo da esperança sobre o autoconhecimento." Uma das citações que mais me pegou. Por mais que não se queria acreditar no amor e tenha em mente que tudo tem um fim, sempre há esperança.

Em "Ensaios de Amor", o filósofo Alain de Botton, torna-se um legista e realiza uma autopsia no amor, acompanhando a história de um casal comum. O casal que se conhece e apaixona-se. O autor descreve os medos, esperanças e as reflexões que um relacionamento traz.

Junto com o protagonista, percebemos que estar com alguém é um caminho de aprendizado, sobre o outro e principalmente sobre si. Como disse um dia Stendhal, "não temos caráter sem o outro". O meu espelho é o outro.

Lendo eu percebi que todo amante é um jogador, e como todo jogador, temos que lhe dar com as impossibilidades que toda aposta traz.

"As alegrias do amor são sempre proporcionais ao medo de as perdermos."
Stendhal
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Silvana (@delivroemlivro) 25/11/2012

Quer ler um trecho desse livro (selecionado pelos leitores aqui do SKOOB) antes de decidir levá-lo ou não para casa?
Então acesse o Blog do Grupo Coleção de Frases & Trechos Inesquecíveis: Seleção dos Leitores: http://colecaofrasestrechoselecaodosleitores.blogspot.com.br/2012/09/ensaios-de-amor-alain-de-botton.html

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Tks!
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Drica 01/08/2012

Esse estranho tal de amor...
Através de um romance, desde o seu início até o seu fim, o autor descreve e questiona o que costumamos sentir e chamar de amor, sem ter a pretensão de entregar nenhuma resposta fechada, afinal, o legal do amor é a sua total falta de explicação!
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Frederico Salmi 31/07/2012

O encontro do amor
Definitivamente o amor é a arte do encontro ... é como a misteriosa contemplação do mais colorido e belo dos arco-íris, repleto de glitter e querubins sobrevoando-o. O segredo é admirá-lo enquanto durar ;-)
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