Bom Dia, Verônica

Bom Dia, Verônica Ilana Casoy
Raphael Montes
Andrea Killmore




Resenhas - Bom Dia, Verônica


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Ceci 12/07/2020

Não engaveta, Verô!!!
Eu não sei nem o que dizer sobre esse livro.

O conteúdo é bem mais pesado do que de uma mulher no escuro, por exemplo, mas a história flui bem, mantendo um nível de surpresa agradável e com um desfecho bem satisfatório.

Não tem todo aquele final absurdamente mirabolante que a minha outra experiência com o Raphel Montes proporcionou, mas o livro é realmente muito muito bom! Te faz viver uma verdadeira montanha-russa de emoções.
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Adri 09/07/2020

livro regular
Resenha para o Desafio Skoob 2020

Eu gosto muito dos livros do Raphael Montes, mas os últimos dois “Bom dia, Verônica” e “Uma mulher no escuro” foram decepcionantes. E olha que esse aqui eu dei 4 estrelas, no outro eu dei 2...
Acho que a escrita a 4 mãos pode ter atrapalhado um pouco. Meu sonho é encontrar o Raphael Montes e perguntar: ‘onde você tava com a cabeça quando criou Verônica?’. É uma protagonista odiosa, nossa senhora, não faz nada direito: policial ruim, mãe ruim, heroína péssima! Esse livro me irritou um pouco...
Nem a história traumática de Verônica me fez sentir empatia por ela. A sensação que eu tive foi que a justificativa para ela abrir uma investigação sozinha, sendo apenas uma secretária da polícia, é para preencher um vazio existencial de uma pessoa egoísta que não conseguiu alcançar nada por si e precisa se provar como importante. Aquela ladainha de ajudar as mulheres que caem em golpes é pura fachada. E, pra mim, ficou tão perceptível que Verônica é essa pessoa que eu interpretei que todo o desenvolvimento da trama e suas consequencias demonstram isso. Se você ler esse livro e ter empatia ou gostar de Verônica, você é um herói/heroína!
Vale a recomendação por ser uma boa distração, mas está longe de ser uma obra-prima
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João Bruno 08/07/2020

Sabe aquele filme que você assiste na Sessão da Tarde, pq não tem absolutamente nada mais pra fazer?
É um filme que você não espera nada demais, sabe que não é nenhum concorrente ao Oscar, mas assiste, só pra passar o tempo, sem se importar muito com furos no roteiro, personagens patéticos ou um final decepcionante.
Pois é o que eu senti com esse livro, se fosse filme não passaria na Sessão da Tarde pq tem um enredo muito pesado, muito tenso, exagerado até ... Mas o resto me causou exatamente a mesma impressão.
Foi capaz de prender minha atenção, desde o começo, mas como todo livro do Raphael Montes, sempre tem uma descoberta mirabolante pra resolver as pontas soltas, ou então uma pista que estava ali, escondida nas sombras da história, e que em um momento oportuno, a Verônica percebe, puxa vida, como ela não percebeu antes.
Mas devo ser justo, li alguns livros do Raphael, cronologicamente, ou seja, um mais antigo, outro posterior, e esse mais recente ... E sou obrigado a dizer que ele amadureceu e muito na escrita, talvez seja a influência da Ilana Casoy, ou ele encontrou o caminho, apesar de sempre ver semelhanças com algum outro livro, quando leio os livros dele.
Na carreira do Raphael Montes, é o melhor livro, na da Ilana Casoy, o pior, se é que se pode comparar, afinal que eu já tenha lido, os livros dela são sempre investigativos e não ficção, ótimos, por sinal.
Mas me distraiu por alguns dias sim, um livro que não exige praticamente nada da sua atenção ou raciocínio, mas foi uma boa escolha pra curar aquela ressaca literária cruel.
O final, como sempre, já esperava, bem tosco .. Mas como todo filme da Sessão da Tarde, não tinha mesmo grandes expectativas, e justamente por isso, digo que fui surpreendido.
Aconselho que leiam sim, e tirem suas próprias conclusões, não considero tempo perdido.
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Rafiza 08/07/2020

como construir uma personagem da pior maneira possível
o livro começou instigante, isso é uma característica do montes: nao se pode parar de ler. mas esse livro é tao ruim que nem sei como o Raphael influenciou na escrita disso. a protagonista é absolutamente confusa, nao se decide entre a apatia e a raiva, da pior maneira possível parece ser mais de um ser humano em uma só personalidade. como policial é ruim mas como heroína consegue ser ainda pior. o livro acaba num plot apressado e que foi escraxadamente construído pra ser descoberto. RUIM com convicção.
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aline.celerino 07/07/2020

Um ótimo trabalho de Andrea Killmore
Bom dia, Verônica escrito por Ilana Casoy e Raphael Montes sob o pseudônimo de Andrea Killmore, foi publicado em 2019 pela editora DarkSide Books. O livro tem 256 páginas e conta a história de Verônica Torres uma secretaria do DHPP de São Paulo com uma vida pacata e burocrática. Casada e com dois filhos Verônica não tem ambições e se vê presa nesta rotina até o dia que Marta Campos, uma mulher desesperada e abalada por um golpe financeiro, se suicida na sua frente.
Enquanto essa investigação está em progresso Verônica recebe uma ligação anônima de uma mulher que faz uma grave acusação, seu marido e um assassino em série e ela precisa de ajuda. Decidida a ajudar essas duas mulheres Verônica começa sua investigação que também afeta a sua vida de forma definitiva.
Com uma história surpreendente, Bom dia, Verônica te prende do inicio ao fim, você pode não concordar com todas as decisões da personagem principal mas vai ficar presa ao enredo para saber como vai acabar.
Ilana Casoy nasceu em 19 de fevereiro de 1960 em São Paulo, é uma criminóloga e escritora dedicou-se a estudar perfis psicológicos de criminosos, especialmente de serial killers. Raphael Montes nasceu em 22 de setembro de 1990 no Rio de Janeiro, é escritor e roteirista de literatura policial.
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Vini 07/07/2020

Sem dúvidas nao é o meu favorito do Raphael Montes mas ainda assim é muito bom
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Veeh 05/07/2020

Enfrentando uma relação de amor e ódio com esse livro
O enredo é bom, os crimes também. Entretanto a personagem principal é insuportável em alguns pontos, ela é extremamente inconsequente e negligente no trabalho e na vida pessoal, comete erros em cima de erros e tenta sempre transferir a culpa, começa a investigar crimes para se auto - afirmar como uma grande policial e sair das sombras mas acaba prejudicando a vida de ?inocentes? pois é totalmente despreparada, isso acaba tornando a leitura quase insustentável em algumas partes do livro.
Porem o livro mostra o lado humano da Verônica, onde ela comete erros e acertos, surta, se arrepende, depois erra de novo e assim por diante, é uma personagem de sentimentos conflitantes que ora nos irrita e ora nos faz rir com suas loucuras.
Terminei a leitura ontem e ainda não tenho uma opinião totalmente formada sobre. Com certeza é um livro com potencial parar agradar alguns e desagradar outros.
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Virna 03/07/2020

Não consegui parar de ler.
Eu ainda estou sentindo o impacto dessa história. Já queria ler há bastante tempo porque Raphael Montes é um reizinho, mas, depois de ler "Bom dia, Verônica" meu nivel de fã dele aumentou. Que enredo envolvente, narrativa rápida, personagens falhos, um bom enredo de loucura, tudo misturado com bastante detalhes que imagino que tenha sido providos pela Ilana. Sinceramente, um dos melhores livros do ano pra mim. Quem gosta do estilo do Raphael, não vai sair decepcionado, e se você gosta de suspenses duros, mortes gráficas, escolhas moralmente duvidosas: pode ler sem medo.
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Renata 03/07/2020

Bom dia, Verônica.
Primeiro contato com a escrita do autor e já estou louca pra ler mais e mais. Bom dia, Verônica, é aquele tipo de livro que te surpreende do começo ao fim. E você não quer que ele acaba.
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Dry 01/07/2020

Que livro!
História muito boa, te prende na história e você fica ansiosa a querer saber o que acontece a seguir. Muitas reviravoltas e muitos capítulos que te deixam sem ar, com as coisas descritas.
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renatooooooo 30/06/2020

História nacional
Não é incrível quando histórias se passam no Brasil? Pois é, essa é uma daquelas que dá gosto de ler. Esta se passa em São Paulo, cheia de referências e lugares que já passei, o que torna tudo incrivelmente real. Não consegui descolar os olhos deste livro até que chegasse ao final. Agora estou esperando a serie no Netflix que deve estar chegando. Raphael Montes é um escritor que vale a pena seguir porque sempre sai coisa boa dali.
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Carla Solayne 28/06/2020

Definição de LOUCURA você encontra aqui!
Esse é um livro nacional muito envolvente. É um suspense misturado com dramas familiares que não deixam a gente quieta. Virei as páginas uma atrás das outras loucamente.

Aqui, são contadas duas histórias de investigações paralelas feita pela detetive que dá o nome ao livro. Uma dessas investigações é desencadeada por um suicídio cometido por uma mulher que se iludiu por um cafajeste estelionatário que capta suas vitimas através da internet e a outra é desencadeada pelo telefonema de uma esposa que diz que seu marido rapta mulheres para realizar desejos sexuais depravados em um galpão no meio do nada. Ambos os criminosos se entrelaçam em um determinado momento através da protagonista que investiga os casos.

A trama é bem movimentada. A protagonista é completamente complexa e sem nenhum tipo de limites e moral. Até agora não cheguei a conclusão se gostei dela ou a detestei. É um personagem que pratica atos totalmente questionáveis e muitas vezes incompreensíveis.

No geral, a história é bem interessante, movimentada e nos sentimos como se nós mesmos estivéssemos investigando os casos. Me senti inserida no desenrolar dos fatos e adorei isso, pois me envolveu do início ao fim. Não dá pra parar de ler.

E o final? Que final louco, que protagonista louca, que autora louca e tudo o que acontece nos deixa loucas! Conclusão a que cheguei: todo mundo termina louco. Adorei o livro!!
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Giu 28/06/2020

Engaveta, Verô!
Confesso que só conheci o livro porque vi que um dos meus autores favoritos, Raphael Montes, ajudou a escrever essa história. Fui com muita sede ao pote e eu me decepcionei um pouquinho, porque há alguns elementos da narrativa que não me cativaram. Mas, em geral, o livro te prende muito e eu o li rapidamente porque estava sedenta pra saber o que iria acontecer com todo mundo. O final é bem clichê, mas vale a leitura!
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Mayse 28/06/2020

Livro bom
Gostei, é um livro envolvente e curioso. Leitura fluida, mas com personagens que não me identifiquei.
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