Bom Dia, Verônica

Bom Dia, Verônica Ilana Casoy
Raphael Montes
Andrea Killmore




Resenhas - Bom Dia, Verônica


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Jorge 13/10/2020

Bom dia, Verônica!
O que falar desse livro ? É um bom livro, a escrita é muito boa e a leitura flui muito bem.

E a história ? A história é boa, daquele tipo em que temos vários sentimentos durante toda a trama e da para criar algumas teorias, porém tem seus pontos fracos, algumas coisas que não batem, mas que de certo modo da para relevar.

Ah, outra coisa, quanto aos personagens, todos tem seu dedo podre, então fica muito difícil de falar " amo esse personagem ou identifico-me com tal personagem " pelo menos comigo foi assim kkk .

Enfim eu gostei do livro e da história e sim recomendo.
Mony 13/10/2020minha estante
Não gostei da série
Teve muitas coisas quer não tem no livro ?????


Jorge 13/10/2020minha estante
Verdade Mony, por enquanto apenas dois episódios e já tem muita coisa diferente, tanto que eu nem sei o que esperar em alguns momentos.


Mony 13/10/2020minha estante
Eu terminei.. mas tive esse mesmo sentimento de não saber o q esperar até o final.


Jorge 14/10/2020minha estante
Já cheguei ao quarto episódio e sinceramente não sei mais o que esperar, está com muitas modificações.


Aline 15/10/2020minha estante
Eu gostei muito mais da série que do livro




Gi 31/01/2017

Desculpa, Vero, mas esse eu engavetei.
A historia começa bem interessante e cheia de promessas de ser um thriller policial ótimo, mas tudo desanda quando o leitor conhece a verdadeira Veronica Torres.

Veronica se vê como a policial e investigadora super sexy e badass, mas na verdade se revela uma pessoa prepotente, incompetente e negligente com a familia e até mesmo com as vítimas.
Chega a ser insuportável quando se sente indignada ao descobrir os segredinhos de seu marido.

O enredo em si não é ruim, apesar de ser carregado de clichês, e até prende o leitor, mas a personalidade da personagem acaba atrapalhando. Uma pena.

O que mais me irritou foi ver Verônica Torres dando uma de Dexter Morgan. Dex é sagrado. Sorry, Vero!

Vale a leitura só se a lista de vocês estiver curta.
Erica.Santos 16/02/2017minha estante
Cara, a sua resenha foi uma das poucas negativas que li, mas a que mais me inspirou verdade.


Gi 19/02/2017minha estante
Tomara que vc goste mais do livro do que eu então. :)


Erica.Santos 19/02/2017minha estante
Não, sei se estou muito animada agora pra ler viu...RS
Vou dar continuidade a minha lista de leitura e quem sabe leio ele depois.


Gi 19/02/2017minha estante
Se sobrar um tempinho, leia. Se não sobrar, vc não perde muito.


Leandro 28/02/2017minha estante
A Erica tem um bom faro: de fato, seu comentário é o mais verdadeiro daqui. Não costumo abandonar uma leitura depois de iniciada, mas esse livro realmente testou os limites da minha obstinação! Acho louvável a iniciativa da Andrea Killmore em investir num gênero pouco explorado no país e na coragem da Dark Side de publicar o livro, mas, no que pese os elogios citados na quarta capa de gente como Gloria Perez, Ilana Casoy e Paulo Lins, a verdade precisa ser dita, até como forma de crítica construtiva: narrativa, trama e construção dos personagens deixam muito a desejar! A Killmore pode até ser boa em imaginar cenas de horror, mas precisa amadurecer muito sua narrativa e suas tramas. Sua heroína acaba sendo, involuntariamente, fútil, incompetente, irresponsável e hipócrita. Pra ser totalmente honesto, é preciso dizer que o livro tem alguns bons momentos, mas esses acabam ofuscados pela lembrança de todas as situações pouco convincentes, ações absurdas de personagens e suas mudanças súbitas de humor, decisões pouco inteligentes e quebras de ritmo da narrativa que conduziram até ali. O que é mais estranho é a informação na quarta capa de que a autora (que age sob um pseudônimo) já foi "alguém importante dentro da polícia", haja vista que muito pouco se vê do trabalho policial no livro.


Gi 02/03/2017minha estante
"O que é mais estranho é a informação na quarta capa de que a autora (que age sob um pseudônimo) já foi "alguém importante dentro da polícia", haja vista que muito pouco se vê do trabalho policial no livro."

Exatemente, Leandro, esse foi o principal motivo pelo qual eu quis ler o livro. Depois de terminada a leitura me perguntei se Andrea Killmore foi, realmente, alguém dentro da policia ou se isso foi apenas uma jogada de marketing.


Nick Rodrigues 20/04/2017minha estante
Li o livro, gostei em partes. Concordo plenamente, quando vc disse que ela ficou insuportável quando descobriu a traição do marido. Muito hipocrisia da parte dela :(


Luana 21/05/2017minha estante
Ainda bem que não sou a unica que achei ruim! A Vero é muito chataaa!!! Só terminei de ler mesmo pq não gosto de abandonar os livros.


Renata Alves 05/07/2018minha estante
Engavetamos! Tanto que li e passei pra frente...


bisphool 28/10/2018minha estante
Gente, pra quem está acostumado a uma leitura mais refinada ou com autores que serviram de inspiração pra esse pseudônimo, não vai curtir mesmo esta estória. É o tipo de leitura que vc termina de uma lapada só. Linguagem simples e sem surpresas empolgantes. Só duas coisas me atraíram: as duas mortes brutais de personagens que geralmente ficam vivos, e mesmo assim, não foi tanta pq já estou acostumado com o King. Mas serve como iniciação e recomendação para os curiosos que estão entrando nesse mundo. A obra da Andréa é cheia de clichês, eu confesso, mas se justifica pelo mesmo motivo que as novelas da globo trazem músicas antigas para as tramas mais que atuais, pq sabem q se não fosse por isso, as novas gerações jamais as conheceriam. Parabéns a ela por inserir no mercado este roteiro brasileiro e a Darkside por materializa-lo!


Keka 06/05/2019minha estante
Olá!!! Não costumo ler as resenhas antes de terminar a leitura exatamente para não ser digamos influenciada RS
Consegui terminar a leitura, ufa!
Concordo com você que o livro tinha tudo para ser bom, mas a personagem quando vista no detalhe estraga tudo! As investigações, a família e até o livro...
Começou muito bem e terminou abaixo do esperado...


Leila 08/07/2019minha estante
Esse eu abandonei e coloquei pra troca. Achei ruim pacas.


Viviane.Dias 05/02/2020minha estante
Infelizmente, pior livro do Montes que li até hj. Se dependesse dessa obra, não seria meu autor favorito. Acho q a Casoy não ajudou muito... uma pena pq eu amo o Montes e tudo o q ele já escreveu.


jojo 22/02/2020minha estante
no fim pensei a mesma coisa. A Dexter brasileira


Carol.Macario 08/04/2020minha estante
Eu odiei a protagonista Verônica, prepotente, egoísta, hipócrita, burra e vacilona, mas eu amo a escrita do Rafael, amo os temas fortes que ele aborda em seus livros e com esse não seria diferente, gostei muito!


Ana Luiza 24/04/2020minha estante
Acho que foi a primeira pessoa que vi dar uma nota tão baixa. Finalizei a leitura há algumas horas e me senti ?deslocada? por ter achado tão ruim, até achar o seu comentário.
Concordo com tudo o que disse, sem falar que o livro é mal escrito. Eu li os dois livros reportagem que a Ilana escreveu e admiro muito o trabalho dela, mas aqui não me agradou em nada. Quando ao Raphael, tendo lido apenas ?o vilarejo?, não me sinto capaz de opinar.
Enfim, uma protagonista insuportável que não faz com que o leitor se importe minimamente com ela, mais de 100 páginas de enrolação e um final... eu juro que só continuei pelo final e aí, um balde de água fria. Esse não deu pra mim.
?Me desculpa, Verô, mas esse eu engavetei?.


Viih 12/05/2020minha estante
Concordo plenamente , a escrita é boa mas faltou conteúdo e me faltou muita motivação para terminar a história. Fiquei super deslocada , comecei o livro imaginando uma coisa , no meio dele percebi que não era nada daquilo mas pensei " - okay um bom livro nos surpreende, claro que não vai ser como eu esperava , essa é a graça!" , Perto do final já estava pensando outra coisa , e pensei " - caraca , se todas essas mil possibilidades que eu pensei está errada o final deve ser algo surpreendente" e chegando no final percebi que todas as minhas indagações e imaginações seria melhor que aquilo, "qualé" Verô , preferia que você fosse uma louca no hospício , tudo , menos esse vacilo.
Okay , é vivendo e aprendendo , a escrita é realmente fascinante , e tinha tudo para ser uma obra de qualidade, mas talvez o autor estivesse sentindo um vazio que só foi preenchido depois que o matou, eles... todos eles... Que vacilo !


Flavia 28/06/2020minha estante
Terminei esse livro na base do ódio, ainda na esperança de algo salvar a história mais no final... cara, que decepção! Escrita fraca, personagem fraca e burra. Quis se dar bem e só fez cagada. Já falei que foi uma decepção?


Rafiza 08/07/2020minha estante
eu descobri que o marido dela tinha segredos depois de 80% do livro. edita e tira essa parte ou alerta spoiler, isso se chama consideração.


Ana Carolina 16/07/2020minha estante
Então quais livros desse tipo vcs recomendam galera


Marcia.Cristina 16/07/2020minha estante
Nossa gente! Eu adoreeeei a Verônica!


Fabricio.Santana 18/07/2020minha estante
A verônica é um ser humano que comete erros, assim como qualquer outro! O livro inteiro é dito como ela é inexperiente (não burra). O final é genial! A Robin Hood dos assassinos!


Gabi | @rochaliteraria 11/08/2020minha estante
Gostei muito dessa resenha, também me senti assim com a personagem Verônica :(


Rafael Paracelos 26/08/2020minha estante
Curti pra caralhooo


Livros e Ivaílton 07/09/2020minha estante
Essa resenha é super pesada. Mas é a realidade em outro ponto de vista.


Erika 10/09/2020minha estante
Concordo plenamente


Marcelle.Abreu 16/09/2020minha estante
Concordo com tudo escrito na sua resenha! Terminei o livro com ódio da Veronica!???


Manu 29/09/2020minha estante
Concordo em gênero, número e grau É EXATAMENTE ISSO


lohresende 05/10/2020minha estante
A Verônica é uma personagem insuportável, fiquei feliz de ler uma resenha que bateu com a minha interpretação. Não sinto a menor empatia por ela, acho ela uma baita cretina. Irresponsável... péssima em todos os sentidos. Ela é secretária e não faz o trabalho, atrasa, falta, enrola, mente... só se sustenta no emprego por um "acordo"... Acha ruim se o chefe pede pra ela fazer alguma coisa que de fato é o trabalho dela. Péssima esposa, péssima mãe... péssima até em ser investigadora por que só faz cagada em cima de cagada por tentar fazer tudo sozinha e ter reconhecimento. Egocêntrica demais, se acha um alazão mas é só um burrinho. Raphael Montes é meu autor favorito, todos os outros livros dele são ótimos... não entendi o que aconteceu com Bom Dia, Verônica.


Poli 08/10/2020minha estante
Concordo completamente com sua resenha. Fiquei me perguntando o que as outras pessoas viram nesse livro


Antunes 11/10/2020minha estante
Li todas as resenhas daqui e devo dar os parabéns a Netflix.... Eles retrataram a Verônica, exatamente do jeito que vcs descreveram!!!




Gyovanna 25/09/2020

Livro em conjunto funciona?
Raphael Montes sabe construir uma ambientação que perturba o leitor, isso é fato. Quem é acostumado com a escrita dele consegue perceber nessa obra a sua influência.

Mas senti apenas isso. Há muitos detalhes irrelevantes, personagens extremamente insuportáveis, sem carisma e perdidos em seu proprio ego.

Não sei como foi o processo de escrita desse livro, mas sinto que essa divisão de autoria foi responsável pela minha quebra de boa expectativa, afinal, até o momento, eu nunca me decepcionei com os finais dos últimos cinco livros do Raphael.

Depois de ler, só me resta esperar pela adaptação para a Netflix. O elenco promete e espero não me desapontar novamente.
Literário @p.lcat 26/09/2020minha estante
ansioso pra passar pra essa leitura, Raphael montes é viciante


Rafa 27/09/2020minha estante
Você indica quais livros dele? Pra alguém que nunca leu nada dele


Literário @p.lcat 27/09/2020minha estante
Suicidas e depois jantar secreto!!


Rafa 27/09/2020minha estante
Obrigada!!


Gyovanna 27/09/2020minha estante
A mesma recomendação! Caso queira algo curto, O vilarejo é uma boa pedida!




Alecsandro 15/09/2020

Bem escrito, leitura fluída, humor sátiro.
Personagens bem ok.
O que mais me agradou foi como os autores conseguiram fazer uma crítica ao sistema judiciário brasileiro;ao abuso físico e psicológico contra mulheres, de forma clara e objetiva sem ser cansativo.

Enfim, recomendo.
Melise.Pagotto 06/10/2020minha estante
Uma das minhas melhores leituras, desse ano.




Giovanna 18/07/2020

Leitura dispensável
Terminei minha leitura em dezembro de 2018 e, depois de dois anos, escrevo essa resenha agora ao perceber que preciso expressar alguns pontos que me incomodam até hoje.

Para começar, sinto que posso afirmar que é um ótimo livro para quem está apenas começando a ter contato com os gêneros de suspense, investigação, e derivados. Nesse sentido, a questão central das minhas colocações são para aqueles que não se enquadram nesse grupo de pessoas (como é o meu caso).

Analisei a obra como um grande compilado de tudo que eu já tinha visto em outros lugares (filmes, séries e livros). Inclusive, em um determinado momento perto do final do livro, eu abri o Google para pesquisar se aquela cena narrada era uma história real ou derivada de alguma outra coisa, porque eu conseguia rever com muita nitidez o trecho de um filme que assisti anos atrás.

Eu comprei o livro logo quando lançou e dei 3,5 estrelas para esse meu primeiro contato com Andrea Killmore. Acredito que fui generosa com a nota. Percebo que o objetivo de Andrea foi chocar. Houve muita preocupação em jogar aleatoriamente alguns acontecimentos chocantes para surpreender o leitor. Porém, como eu mencionei antes, duvido que quem costuma ler muitos livros dessa temática tenha ficado chocado ou meramente surpreendido. Foi mais do mesmo.

Também percebi um pouco de descaso em desenvolver a história e as motivações das personagens (novamente, friso que a preocupação estava concentrada em escrever uma rápida sucessão de fatos incômodos para somente impactar o leitor novato).

Depois de ser revelado quem estava por trás do pseudônimo Andrea Killmore me senti obrigada a diminuir a minha avaliação. Fiquei muito decepcionada em saber que aquele compilado sem sentido de ações foi escrito por dois grandes autores brasileiros que admiro. Com essa nova informação sobre a autoria, tudo o que não gostei no livro passou a fazer muito mais sentido para mim.

Foi uma grande tentativa da Darkside de juntar o melhor de Ilana Casoy e Raphael Montes (e é claro que a editora não vê a hora de ter os direitos sobre o segundo). Porém, acredito que o que não deu certo foi justamente essa junção de grandes mentes. Ilana tem seus processos de criação voltados para a não-ficção, enquanto Raphael trabalha com a ficção. Os dois são perfeitos separados e, nesse livro, não conseguiram conciliar e harmonizar todas as suas ótimas ideias.

O trabalho em conjunto desvalorizou o que ambos possuem de melhor. Tenho certeza de que sairiam duas obras bem melhores se, por exemplo, cada um reescrevesse sozinho a mesma história.

- Conclusão: História sem enredo coerente que foi encomendada pelo desespero da Darkside para ter o Raphael Montes no catálogo.
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Anabel.Carolina 16/09/2020

Bom dia, Verônica
Geeeeeente que livro! Que história! Que loucura! Cada capítulo é uma bomba!

Não recomendo pra quem tem gatilhos! Pq é realmente pesado! É nojento, agoniante! É horrorizante!

Tem estupro, rituais macabros, traição, necrofilia e por aí vai...

A leitura é super fluida, cada final de capítulo deixa aquele gostinho de quero mais o que faz a gente devorar o livro!
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Nanda 11/10/2020

E se tudo fosse verdade?
Eu me senti muito incomodada como os autores retrataram a polícia civil. Imaginar que existem pessoas que se importam tão pouco com o que acontece ao outro ou motiva uma ação tão desesperada foi bem complicado para mim.
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Maria 29/09/2020

Piada de mal gosto
Não vou fazer resenha bonitinha, mas eu PRECISO expressar o quanto esse livro é uma porcaria além do razoável.

Verônica é uma escrivã da polícia civil com complexo de superioridade: incompetente pra cacete com trauma infantil, achando que está destinada pra "brilhar" na polícia que nem o pai corrupto que ela tanto admira.
O título do livro, que você pensa que vai ser incrível quando fizer sentido, é jogado nas primeiras páginas pra você saber de cara que é só isso mesmo: Verônica é patética e ponto final.
Primeiro vem o caso da Marta envolvendo necrofilia (você jurando que vai ser um suspense legal, alerta spoiler: não é), depois tem Janete com a parada da caixa que você também jura que vai ser perturbador (alerta spoiler: TAMBÉM NÃO É!!). Porque isso tudo é história meia boca pra alimentar o complexo de Verônica, a única protagonista.
Aí você para e pensa: temos aqui suspense e crime com uma pessoa sem direitos legais de fazer investigação. Então Verônica vai ser aquela personagem complexa, cheia de pensamentos fora do moralismo, pronta pra ser nossa catarse com nossos pensamentos obscuros, tendo nossa empatia. A receita é essa.
A partir daqui vai ter spoiler? Sim, pra sanar suas dúvidas e te livrar de qualquer curiosidade sobre essa leitura deprimente que é o livro.
Já fica óbvio que Verônica sendo essa pamonha sem graça vai partir pra vida de justiceira e que muita gente ainda vai morrer no meio disso.
Verônica tenta resolver o caso de Janete na base da chantagem e ameaça, tudo pra conseguir seu sucesso único. Janete e as duas últimas vítimas morrem às custas da arrogância dela.
O Gregório necrófilo (extremamente mal construído, como tudo mundo nesse universo tenebroso) vira a caça, Verônica quem enrola o cara e dá o mesmo golpe que ele dava e pega todo o dinheiro dele pra ela, vingou Marta e as outras vítimas, vejam só.
No meio disso, vem o momento de quebra da protagonista quando descobre o marido, que ela traía, também traía ela. O que faz dele pior que Brandão, um maldito serial killer. O chororô vem e ela percebe que é uma péssima esposa, uma péssima mãe e uma péssima escrivã, surpreendo um total de zero pessoas com o plot twist pra justiceira.
Nisso ela finalmente mata os "bandidos" e segue como misteriosa com a nova vida de assassina. Uma personagem sexista, gordofóbica, "machista" e racista sendo o centro de uma história como alguém fora da caixa. É UMA PIADA DE MAL GOSTO.
Isso tudo numa mistura NOJENTA de narrativa pra falar de violência doméstica e feminismo. NOJO.
Raphael Montes e Ilana Casoy deveriam ter vergonha de ter escrito um lixo desses.
Da Darkside eu já cansei de esperar qualidade, só publica conteúdo ficcional de quinta, não poderia ficar surpresa.
Breno 29/09/2020minha estante
"Uma porcaria além do razoável" hahaha


Maria 30/09/2020minha estante
Tem porcaria que a gente aguenta, agora isso aqui???? Fiquei muito indignada, Breno.


maria 02/10/2020minha estante
acabei de terminar e é exatamente isso!!!!! to indignada que tanta gente gostou dessa porcaria


frutodeagosto 02/10/2020minha estante
tentei ler esse livro em 2018, quando ele ainda era vendido sob o pseudônimo ridículo de "Andrea Killmore. Larguei lá pela página 50 ou 60. Além de todos esses problemas que você citou aí na resenha, a estrutura dele também é ruim. Alterna entre primeira e terceira pessoa do nada, os diálogos são sofríveis, a descrição é pobre... os dois autores copiaram na cara dura o básico que se encontra nos livros da Gillian Flynn, com a mulher diferentona e marcada por traumas resolvendo crimes, mas esqueceram de ter pelo menos 1% de qualidade. Esse livro evidencia o pior que a literatura brasileira, especialmente a moderninha, tem a oferecer, e o que me assusta é que é só botar uma capa dura bonitinha e isso vende!!!! Vai virar série esta merda


maria 02/10/2020minha estante
eu gosto do raphael montes, li outros dele que realmente gostei, nao esperava essa merda


Maria 02/10/2020minha estante
Também, Maria, já li outros dois livros dele e fiquei de cara no chão com esse livro, que é mais recente que os outros. Tristeza total.


Maria 02/10/2020minha estante
frutodeagosto, eu pensei a mesma coisa!!! Miraram na Flynn e, sei lá, acertaram num balde lixo. Extremamente fraco. E realmente, não podem ver uma capa dura que a turminha sai comprando pra exibir, é o que detesto na Darkside, o desespero pra transformar livro num objeto de decoração e inveja alheia. Sobre a série eu achei o trailer sofrível, mas vi um comentário dizendo que corrigiram um pouco a Verônica pra rolar uma conexão melhor. Bom, eu que não vou tirar a prova, passo longe.


frutodeagosto 02/10/2020minha estante
produção original da netflix já é naturalmente questionável, baseada em livro ruim então... deixe este peso pra outros


Poli 08/10/2020minha estante
Adorei o "miraram na Flynn" pq foi essa impressão que eu tive - só esqueceram de mirar no talento - nunca vi uma narrativa e construção de personagens tão medíocres




Paraíso dos Livros 03/10/2020

Resenha | Bom dia, Verônica – Andrea Killmore (Raphael Montes e Ilana Casoy)

Verônica Torres é uma secretária de polícia que presencia um suicídio no departamento que trabalha em São Paulo, após o delegado Carvana ignorar o depoimento da vítima que sofreu um golpe na internet, um crime de extorsão. Impactada com o acontecimento, Verônica decide investigar por conta própria o caso de Marta Campos, já que o delegado não oferece o suporte necessário.

Em paralelo, há a história de Janete, esposa do policial militar Cláudio Antunes Brandão (um serial killer), que a obriga a fazer atos terríveis, sofrendo abusos, violência doméstica e psicológica. Ao ver uma declaração de Verônica para jornalistas pela TV, Janete sente que pode confiar em Verônica e liga para ela pedindo ajuda, dizendo que seu marido mata mulheres.

Intrigada, Verônica decide que ajudará Janete, se envolvendo em mais um grande caso, o que pode fazê-la alcançar a oportunidade que desejava como investigadora. Porém a medida que desvenda as pistas que consegue, Verônica entra em um jogo perigoso e sem saída, aonde não é possível consertar erros ocorridos por consequência de suas decisões.

Primeiramente, devo dizer que esse livro é para maiores de 18 anos, há muitas descrições de violência, abuso sexual, brutalidade, podendo gerar incômodo e desconforto ao leitor. Se você é alguém sensível a esse tipo de conteúdo, aconselho pular essa leitura. Agora, se você gosta de um bom thriller, esse é do tipo impactante e surpreendente.

Verônica é uma personagem muito real, muito humana, que sente a necessidade de vingar e ajudar essas mulheres, sentindo suas dores e se colocando no lugar delas. Porém ela não consegue conciliar sua vida pessoal e profissional, sentindo-se infeliz em ambos os setores. Então quando ela têm esses dois casos em mãos, acredita que ao solucioná-los sua vida poderá mudar.
Verônica está longe de ser alguém perfeita, ela comete muitos erros, por conta de sua imprudência e falta de preparo como policial. Isso deixa a narrativa interessante, pois com esses fatores, Verônica se torna “ um elemento surpresa”, aonde tudo pode acontecer.

Por outro lado, temos Brandão e Janete que carregam um enredo pesado, brutal e cruel por conta do método que ele usa para atrair suas vítimas, e obriga sua esposa a participar de seu ritual macabro e torturante. São cenas fortes, inesperadas e violentas. O sofrimento e confusão mental de Janete é algo que dá para sentir durante a leitura, sendo impossível não pensar em quantas “Janetes” estão por aí, sofrendo violência, abusos domésticos. O livro serve como um grande alerta para o crime que não pode e não deve ser ignorado por amigos, familiares e autoridades.

Durante a leitura, tudo indica que Verônica (mesmo fazendo tudo praticamente sozinha) terá sucesso com o sedutor virtual de Marta Campos, mas assim como no caso de Janete as coisas começam a desandar e a narrativa ganha rumos completamente inesperados, quando as duas histórias enfim tem uma conexão e a vida matrimonial de Verônica se destaca por atitudes de seu marido, fazendo-a agir ainda mais implacável e obstinada em suas ações.

Com um enredo bem construído e consolidado, Raphael Montes e Ilana Casoy, conseguem trazer para o leitor uma história que se conecta com a realidade, com reflexões e avaliações necessárias para a sociedade. O final deste livro, com certeza não agradará a todos, mas abre uma possibilidade de imaginarmos um lado obscuro de Verônica, algo que despertou a minha curiosidade sobre o que poderia ser feito com essa personagem de várias camadas a seguir.
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Bia 03/10/2020

Difícil e Cruel
Não pretendia ler Bom dia, Verônica esse ano , mais como a Netflix lançou a série decidir dá um chance . É um leitura difícil, em várias partes tive que parar a leitura . É pesado .

Gostei ... Teve algumas coisas que me incomodou.
Ainda estou aqui pensando se gostei do final ou não .
Dheyvison Jr. 04/10/2020minha estante
Livros pesados são meus favoritos recentemente kkkk


Bia 04/10/2020minha estante
Então vai gosta desse livro .


Anelise Cristine 13/10/2020minha estante
Li a série antes do livro, agora tô pensando se compro o livro por causa do final da série kkkkk preciso de um finaaaal


Bia 13/10/2020minha estante
O livro é mais pesado e o final é bem parecido




Alessandra 20/06/2020

O passado conturba­do de Verônica a lev­ou ser uma secretária da Polícia Civil em São Paulo, entreta­nto, esse cargo não tem a notoriedade que ela anseia ter.
Certo dia, ao ver o desprezo do delega­do Carvana em invest­igar o suicídio de Marta ocorrido na mes­ma delegacia, Verô acredita que este caso pode ser a brecha perfeita que precisa­va ter e inicia a in­vestigação secretame­nte.

Distante dali, mora Janete. Ao assistir o noticiário do su­icídio da mulher, ela confessa para si que não aguenta mais presenciar as barbar­idades desferidas em tantas mulheres ino­centes pelas mãos do seu marido, e temen­do a própria morte, decide denunciá-lo.
Sentindo que somen­te outra mulher pode­ria lhe ajudar, Jane­te liga para Verô e em poucas palavras descreve o seu medo, jogando aos pés da secretária mais um ca­so, fazendo-a envolv­er em situações tão diferentes mais igua­lmente violentas e extremamente desumana­s.

📌Já li diversas tra­mas policiais e a sua maioria trouxe-me momentos de tirar o fôlego e, consequent­emente, memoráveis. Assim, Bom dia, Verô­nica, também ganhou realce pela forma se­gura e inteligente em que foi produzida e conduzida.
Tornando-se uma ob­ra ímpar, ela deve ser referenciada pela sua imprevisibilida­de, não só no desf­echo, mas também no seu desenvolvimento ao longo da histór­ia e por não trapace­ar em surpreender o leitor, isso surge naturalmente e com ma­estria.

Os autores prepararam um tabuleiro e pos­icionando as peças – personagens bem ela­borados e verossímeis tanto em suas ações quanto em suas per­sonalidades. Escrita dinâmica. Capítulos equilibrados. Temas que estão longe de ser triviais – deixa­ram tudo armado para que o jogo aconte­cesse pontualmente e que fosse movimenta­do no tempo certo pa­ra chocar, instigar, enfim, forçar brotar diversas emoções no leitor. E apesar de existir algumas po­ntas soltas, elas são necessárias para deixar a imaginação fluir.

Enfim, se você é um degustador de narr­ativas nas quais rev­elam o lado obscuro do ser humano de for­ma nua e crua e quer mergulhar em uma in­quietação constante que só terminará com o findar da leitura, irá apreciar esta obra.

Bjo,
Ale.

site: https://www.instagram.com/p/CBeHB5FjT1Z/
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Júlia 04/09/2020minha estante
Mas achei*




Karina 03/10/2020

Resenha | Bom dia, Verônica – Andrea Killmore (Raphael Montes e Ilana Casoy)

Verônica Torres é uma secretária de polícia que presencia um suicídio no departamento que trabalha em São Paulo, após o delegado Carvana ignorar o depoimento da vítima que sofreu um golpe na internet, um crime de extorsão. Impactada com o acontecimento, Verônica decide investigar por conta própria o caso de Marta Campos, já que o delegado não oferece o suporte necessário.

Em paralelo, há a história de Janete, esposa do policial militar Cláudio Antunes Brandão (um serial killer), que a obriga a fazer atos terríveis, sofrendo abusos, violência doméstica e psicológica. Ao ver uma declaração de Verônica para jornalistas pela TV, Janete sente que pode confiar em Verônica e liga para ela pedindo ajuda, dizendo que seu marido mata mulheres.

Intrigada, Verônica decide que ajudará Janete, se envolvendo em mais um grande caso, o que pode fazê-la alcançar a oportunidade que desejava como investigadora. Porém a medida que desvenda as pistas que consegue, Verônica entra em um jogo perigoso e sem saída, aonde não é possível consertar erros ocorridos por consequência de suas decisões.

Primeiramente, devo dizer que esse livro é para maiores de 18 anos, há muitas descrições de violência, abuso sexual, brutalidade, podendo gerar incômodo e desconforto ao leitor. Se você é alguém sensível a esse tipo de conteúdo, aconselho pular essa leitura. Agora, se você gosta de um bom thriller, esse é do tipo impactante e surpreendente.

Verônica é uma personagem muito real, muito humana, que sente a necessidade de vingar e ajudar essas mulheres, sentindo suas dores e se colocando no lugar delas. Porém ela não consegue conciliar sua vida pessoal e profissional, sentindo-se infeliz em ambos os setores. Então quando ela têm esses dois casos em mãos, acredita que ao solucioná-los sua vida poderá mudar.
Verônica está longe de ser alguém perfeita, ela comete muitos erros, por conta de sua imprudência e falta de preparo como policial. Isso deixa a narrativa interessante, pois com esses fatores, Verônica se torna “ um elemento surpresa”, aonde tudo pode acontecer.

Por outro lado, temos Brandão e Janete que carregam um enredo pesado, brutal e cruel por conta do método que ele usa para atrair suas vítimas, e obriga sua esposa a participar de seu ritual macabro e torturante. São cenas fortes, inesperadas e violentas. O sofrimento e confusão mental de Janete é algo que dá para sentir durante a leitura, sendo impossível não pensar em quantas “Janetes” estão por aí, sofrendo violência, abusos domésticos. O livro serve como um grande alerta para o crime que não pode e não deve ser ignorado por amigos, familiares e autoridades.

Durante a leitura, tudo indica que Verônica (mesmo fazendo tudo praticamente sozinha) terá sucesso com o sedutor virtual de Marta Campos, mas assim como no caso de Janete as coisas começam a desandar e a narrativa ganha rumos completamente inesperados, quando as duas histórias enfim tem uma conexão e a vida matrimonial de Verônica se destaca por atitudes de seu marido, fazendo-a agir ainda mais implacável e obstinada em suas ações.

Com um enredo bem construído e consolidado, Raphael Montes e Ilana Casoy, conseguem trazer para o leitor uma história que se conecta com a realidade, com reflexões e avaliações necessárias para a sociedade. O final deste livro, com certeza não agradará a todos, mas abre uma possibilidade de imaginarmos um lado obscuro de Verônica, algo que despertou a minha curiosidade sobre o que poderia ser feito com essa personagem de várias camadas a seguir.
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Mi 29/09/2020

Relendo por motivos de: série a estrear!!!!

Se tá procurando uma narrativa redondinha, sobre policial e bandido, melhor nem ler rsrs

Sim, é uma narrativa pra te tirar da zona de conforto, com temáticas sórdidas e zero polidas rs
Crimes na sua essência animalesca mesmo. Crua.
E meios não tão corretos de alcançar objetivos! Palanque pra julgamento à postos para os inúmeros que vão surgir durante a trama.

Foi meu primeiro contato com o Rapha, e lembro de pensar quando li parte do livro: "quê que tô fazendo aqui lendo isso?"

Alguns livros dele após, ainda continuo pensando assim haha
Foi meu único contato com Ilana, mas imagino que sua escrita seja assim mesmo, perturbadora.
Literatura nacional de alta qualidade!
E aguardando ainda mais anciosamente o Boa tarde, Verônica!!!
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Tessa 07/10/2020

Bom Dia, Verônica... que livro
Finalizei o livro e amei do inicio ao fim, leitura flui muito rápido, adorei a personagem Verônica...
Nossa me deu nervoso em cada enrascada que se metida... o final ficou perfeito.
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