Bom Dia, Verônica

Bom Dia, Verônica Ilana Casoy
Raphael Montes
Andrea Killmore




Resenhas - Bom Dia, Verônica


149 encontrados | exibindo 1 a 15
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Gi (IG: @readsnplays) 31/01/2017

Desculpa, Vero, mas esse eu engavetei.
A historia começa bem interessante e cheia de promessas de ser um thriller policial ótimo, mas tudo desanda quando o leitor conhece a verdadeira Veronica Torres.

Veronica se vê como a policial e investigadora super sexy e badass, mas na verdade se revela uma pessoa prepotente, incompetente e negligente com a familia e até mesmo com as vítimas.
Chega a ser insuportável quando se sente indignada ao descobrir os segredinhos de seu marido.

O enredo em si não é ruim, apesar de ser carregado de clichês, e até prende o leitor, mas a personalidade da personagem acaba atrapalhando. Uma pena.

O que mais me irritou foi ver Verônica Torres dando uma de Dexter Morgan. Dex é sagrado. Sorry, Vero!

Vale a leitura só se a lista de vocês estiver curta.
Erica.Santos 16/02/2017minha estante
Cara, a sua resenha foi uma das poucas negativas que li, mas a que mais me inspirou verdade.


Gi (IG: @readsnplays) 19/02/2017minha estante
Tomara que vc goste mais do livro do que eu então. :)


Erica.Santos 19/02/2017minha estante
Não, sei se estou muito animada agora pra ler viu...RS
Vou dar continuidade a minha lista de leitura e quem sabe leio ele depois.


Gi (IG: @readsnplays) 19/02/2017minha estante
Se sobrar um tempinho, leia. Se não sobrar, vc não perde muito.


Leandro 28/02/2017minha estante
A Erica tem um bom faro: de fato, seu comentário é o mais verdadeiro daqui. Não costumo abandonar uma leitura depois de iniciada, mas esse livro realmente testou os limites da minha obstinação! Acho louvável a iniciativa da Andrea Killmore em investir num gênero pouco explorado no país e na coragem da Dark Side de publicar o livro, mas, no que pese os elogios citados na quarta capa de gente como Gloria Perez, Ilana Casoy e Paulo Lins, a verdade precisa ser dita, até como forma de crítica construtiva: narrativa, trama e construção dos personagens deixam muito a desejar! A Killmore pode até ser boa em imaginar cenas de horror, mas precisa amadurecer muito sua narrativa e suas tramas. Sua heroína acaba sendo, involuntariamente, fútil, incompetente, irresponsável e hipócrita. Pra ser totalmente honesto, é preciso dizer que o livro tem alguns bons momentos, mas esses acabam ofuscados pela lembrança de todas as situações pouco convincentes, ações absurdas de personagens e suas mudanças súbitas de humor, decisões pouco inteligentes e quebras de ritmo da narrativa que conduziram até ali. O que é mais estranho é a informação na quarta capa de que a autora (que age sob um pseudônimo) já foi "alguém importante dentro da polícia", haja vista que muito pouco se vê do trabalho policial no livro.


Gi (IG: @readsnplays) 02/03/2017minha estante
"O que é mais estranho é a informação na quarta capa de que a autora (que age sob um pseudônimo) já foi "alguém importante dentro da polícia", haja vista que muito pouco se vê do trabalho policial no livro."

Exatemente, Leandro, esse foi o principal motivo pelo qual eu quis ler o livro. Depois de terminada a leitura me perguntei se Andrea Killmore foi, realmente, alguém dentro da policia ou se isso foi apenas uma jogada de marketing.


Nick Rodrigues 20/04/2017minha estante
Li o livro, gostei em partes. Concordo plenamente, quando vc disse que ela ficou insuportável quando descobriu a traição do marido. Muito hipocrisia da parte dela :(


Luana 21/05/2017minha estante
Ainda bem que não sou a unica que achei ruim! A Vero é muito chataaa!!! Só terminei de ler mesmo pq não gosto de abandonar os livros.


Renata Alves 05/07/2018minha estante
Engavetamos! Tanto que li e passei pra frente...


bisphool 28/10/2018minha estante
Gente, pra quem está acostumado a uma leitura mais refinada ou com autores que serviram de inspiração pra esse pseudônimo, não vai curtir mesmo esta estória. É o tipo de leitura que vc termina de uma lapada só. Linguagem simples e sem surpresas empolgantes. Só duas coisas me atraíram: as duas mortes brutais de personagens que geralmente ficam vivos, e mesmo assim, não foi tanta pq já estou acostumado com o King. Mas serve como iniciação e recomendação para os curiosos que estão entrando nesse mundo. A obra da Andréa é cheia de clichês, eu confesso, mas se justifica pelo mesmo motivo que as novelas da globo trazem músicas antigas para as tramas mais que atuais, pq sabem q se não fosse por isso, as novas gerações jamais as conheceriam. Parabéns a ela por inserir no mercado este roteiro brasileiro e a Darkside por materializa-lo!


Keka 06/05/2019minha estante
Olá!!! Não costumo ler as resenhas antes de terminar a leitura exatamente para não ser digamos influenciada RS
Consegui terminar a leitura, ufa!
Concordo com você que o livro tinha tudo para ser bom, mas a personagem quando vista no detalhe estraga tudo! As investigações, a família e até o livro...
Começou muito bem e terminou abaixo do esperado...


Leila 08/07/2019minha estante
Esse eu abandonei e coloquei pra troca. Achei ruim pacas.




Rah de Oliveira 21/01/2017

Água com açúcar.
Um enredo com potencial, porém muito mal desenvolvido. A personagem principal chega a dar asco de tão egoísta e mesquinha. O Serial Killer não tem propósito nenhum, e as investigações são totalmente fantasiosas.
Geralmente personagens intragáveis nos mostram a capacidade do autor em nos fazer odiar alguém que nem ao menos existe. (Qualquer personagem de Gillian Flynn, por exemplo.)
Mas no caso de Verônica, não havia um propósito para ela ser tão egoísta e egocêntrica, seu passado foi mal desenvolvido e sua personalidade ficou rasa, passando a impressão que ela é daquele jeito apenas por ser.
Ao decorrer do livro todo ela corre atrás de algo para sua própria realização pessoal, sem se importar em quem passa por cima ou destrói no caminho, ludibriando e menosprezando pessoas a sua volta.
A história é instigante e te faz ficar atento e ansioso até nos depararmos com um final totalmente irreal e cheio de pontas soltas.
Algumas situações e atitudes são tão sem noção que cheguei a dar risada.
Em um romance policial, por mais fictício que seja, sempre procuramos um pouco de veracidade, o que não nos foi dado aqui.
Infelizmente a edição primorosa e a escrita muito boa não salvam o livro!
Thais Franco 03/08/2017minha estante
Excelente resenha ?




Isadora.Secchi 18/03/2017

Que livro! Que livro, minha gente!
Entrou para a lista de favoritos!
Simplesmente fantástico, envolvente! O livro te amarra logo nas primeiras páginas e te faz cada vez mais querer ir lendo e saber aonde toda a história vai chegar.
Verônica Torres é uma simples escrivã da Delegacia de Homicídios da cidade de São Paulo. Até que um dia, sua vida muda para sempre, após ver uma vítima de um golpe cometer suicídio dentro da delegacia, após esta ter conversado com o seu chefe. A partir daí a história começa a se desenrolar numa série de acontecimentos e descobertas que são de cair o queixo e nunca mais parar de ler! Se contar qualquer coisinha a mais a história perde a graça! Só tenho uma coisa a dizer: LEIA! Leia e se impressione com o final!
Gostei muito e super indico essa leitura pra quem gosta de histórias policiais e assassinatos em série! :)

Boa leitura!
Hester 18/03/2017minha estante
Vou colocar na minha listinha. Fico feliz em saber que a literatura brasileira volta a ficar boa. Tivemos grandes nomes, mas nos ultimos anos estava meio morno.


Isadora.Secchi 18/03/2017minha estante
Olha, eu adorei!
Vi muita crítica negativa com relação ao livro. Mas percebo que o pessoal que não curtiu foi aquele que não gostou da personalidade da personagem, quando na verdade o importante quando se lê um livro é entender que é só uma história, e que nem sempre ela será de acordo com nossa realidade ou com nosso jeito de ser... se você ler com a mente aberta tenho certeza de que vai gostar tanto da leitura quanto eu gostei :)
Depois que tiver lido me conta o que achou! ;)
Beijos!


Hester 19/03/2017minha estante
Isadora, ainda bem que cada um de nos tem gostos diferentes. Outro dia comprei um livro super bem recomendado. Caaaro. Bem nao gostei. Fui ate o fim a duras penas.


Isadora.Secchi 20/03/2017minha estante
Aaah, é muito ruim quando o livro não supera nossas expectativas! Já passei por isso! :/


Hester 20/03/2017minha estante
Acho que todos nos que amamos ler, ja passamos por isso. Faz parte :-))


Isadora.Secchi 21/03/2017minha estante
Isso mesmo! hehe


Huanna 24/07/2018minha estante
Sem palavras para O QUÃO LIVRÃO DA POR** É BOM DIA, VERÔNICA!
Sorry quem não gostou, mas eu sou chata pra caramba com relação a livros e afins, mas Bom dia, Verônica foi o melhor livro que já li, daqueles que quando tu termina, fica uns 10 minutos com o cérebro em stand by, depois de ter levado uns 5 tapas na cara, hahaha!
Espero que haja uma continuação, seria maravilhoso!




Naty 15/01/2017

Decepcionou
Um gênero bastante ousado para estreia da autora cujo nome é desconhecido. Ousado porque exige muitas coisas que nem todas são encontradas no livro. Nossa protagonista, diversas vezes, beira o ridículo e eu desejava que ela quebrasse a cara em algumas coisas.

Verônica Torres tem 38 anos e trabalha na Delegacia como secretária da polícia com o delegado Wilson Carvana. Uma mulher, desesperada, sai da sala do delegado e vai ao encontro de Verônica. O que nossa protagonista menos imagina é que Marta Campos se jogaria pela janela do 11º andar. Em sua própria sala, ela vê a mulher cometer suicídio e nada pode fazer. Antes de se jogar, a moça profere uma frase que fica nos pensamentos da secretária: “Agora ele vai ser capaz de me amar.”

Ao indagar Carvana, ele declara que Marta Campos conheceu um homem na internet e que lhe pedia dinheiro com frequência; iludida, a mulher sempre dava o valor, imaginando que era para assuntos de emergência. A boca dela estava ferida e cheia de pus, mas não entendiam o motivo com exatidão.

Sem provas o suficiente, Carvana manda Verônica engavetar o caso, mas isso não quer dizer que será obedecido. Indignada, ela decide investigar por conta própria. No entanto, ela não conseguirá fazer isso sozinha e recorre a um funcionário, que ela chama de Nerdson (seu caso nas horas em que necessita de uns amassos extras).

Além de casada, Verônica tem 2 filhos, mas o espírito de vadia percorre seu corpo com um fogo lazarento. Nunca vi uma protagonista tão oferecida, sentia nojo das suas saídas para praticar o coito como um pagamento por algum favor recebido (“sem sentimento, só sexo” – o que ela sempre falava). Uma das cenas que me deu vontade de jogar o livro para as cobras foi quando ela vai abastecer o carro, o frentista é todo bonitão e, mesmo sem sequer saber o nome dele, Verônica se apega apenas ao corpo atlético e de como deve ser boa a sua pegada. Bem atirada, ela diz que vai ao banheiro e o funcionário já entende o recado. Quando penso que não vai acontecer nada, o rapaz já está dentro dela fazendo o que quiser.

Ao ver a policial na televisão, Janete se sente segura em ligar para pedir ajuda, confiante que Verônica salvaria a sua vida. Era difícil acreditarem em tudo o que Janete sabia e até mesmo que ela nada tinha a ver com os assassinatos de seu marido, Brandão, mas ela precisava tentar, estava cansada de saber que mulheres inocentes eram mortas.

Indignada com isso, Verônica decide investigar mais esse caso e tentar salvar Janete desse monstro que ela tanto chama de esposo. Acontece que pode ser perigoso para ela lidar com um serial killer e um louco que engana mulheres a ponto de elas cometerem suicídio, mas, mesmo assim, decide arriscar.

Não consegui gostar da protagonista como profissional, como mãe, como mulher... Nada! Ela tinha algumas ideias pouco profissionais e outras tantas faltava inteligência. Embora tenha se saído bem em partes de suas investigações, não considero que fazia a coisa certa. A verdade é que ela não fazia nada certo, nem mesmo para cuidar da própria família, pior ainda o seu lado profissional. Abominei o que foi feito e discordei em gênero, número e grau. O desfecho para mim foi uma falta de vergonha na cara, pois poderia ter sido bem diferente, se Verônica agisse de forma coerente.

Além de todos esses pontos negativos, para fechar com chave de ouro, tem uma cena que muito chamou a minha atenção (além de tantas outras, mas não posso descrevê-las). Paulo, esposo da protagonista, diz que precisa ir ao Rio de Janeiro para uma viagem de negócios. Como Verônica precisa trabalhar, as crianças ficam na casa da sogra e Paulo recomenda que ela pegue os meninos assim que chegar. Porém, o que a irresponsável faz? Simplesmente esquece delas e percebe que terá problemas quando a sogra liga irritada dizendo que tem a sua vida para cuidar. O leitor poderia imaginar que estou exagerando, alegar que ela tem casos a resolver, vidas para vigiar, pois existem pessoas matando outras e enfim... Nada justifica uma mãe esquecer seus filhos enquanto ela está em casa, e ainda preferir a ausência deles para fazer coisas do trabalho.

Quando li a sinopse, fiquei afoita para conhecer sobre o livro e não queria me decepcionar em hipótese alguma – o que foi uma tentativa frustrada. Ainda que a obra não tenha funcionado para mim, que odiei a postura da protagonista em todos os sentidos, pode ser que funcione para você. O gênero é excelente e a história tinha tudo para ser uma das melhores.

A capa é bem chamativa, só acredito que se fosse um pouco mais clara ela mostraria melhor alguns detalhes; porém, entendo a ideia da editora, para dar um tom sombrio, como é no próprio local onde as coisas terríveis acontecem. A revisão não é das melhores, existem alguns erros. A diagramação é impecável e de deixar o leitor boquiaberto.

*Fotos e quotes no Blog Revelando Sentimentos
Lana Wesley 16/01/2017minha estante
Acredito que quando a personagem não nos cativa a leitura, pode ter certeza que a leitura não vai funcionar, isso e com certeza o alicerce para uma boa leitura. Realmente a autora foi muito ousada em todos os sentidos, como mesma disse uma história bem instigante, porém a forma como o desenrolar da trama foi se desenvolvendo as coisas foram absurdas, a personagem toda louca. Não gosto de livros que abordam sexo apenas algo casual, não consigo me apegar a leitura. Esse não e um livro que me chamou a atenção.


Marta 16/01/2017minha estante
Que pena que você não!! Gostei tanto da sinopse do livro!!
Beijos


Maria 18/01/2017minha estante
É uma pena que deixa a desejar, pois parecia ser muito bom, também não vou gostar das atitudes da protagonista, a traição dela mesmo sendo só sexo como ela diz, já me desagrada. Acho que os protagonistas tem que conquistar o leitor para que fiquemos de seu lado e torcemos por eles.


Roberta 19/01/2017minha estante
Quando eu lia sinose do livro eu fiquei tão ansiosa pra poder conhecer mais dessa história e saber que não funcionou me fez ficar um tantinho triste. Pensava que ia ser uma história mais misteriosa e focada justamente nisso. Mas parece que não :/


Maristela 04/02/2017minha estante
Adoro uma boa história policial, cheia de suspense e mistérios, apresentando a seus personagens e leitores um grande quebra-cabeça para ser montado e desvendado. Não conhecia o livro e nem a autora. Gostaria muito de ler esse livro.


Fernanda.Mesquita 15/02/2017minha estante
Fogo lazarento kkkkkkkkkkkkkkkkk


Naty 15/02/2017minha estante
Kkkkkkkkkkkk


Marlene C. 07/03/2017minha estante
Oi.
Uma pena realmente mas entendo seus sentimentos, eu abomino livro qualquer tipo de livro que retrata traição como algo normal não importando a desculpa que o autor dá, a cena do posto pelo que descreveu é horrível, enfim não leria.
Bjs.


Isabela | @sentencaliteraria 27/06/2017minha estante
Oi Naty ;)
Sempre vejo esse livro aqui pelo skoob, e acho a capa desse livro linda.
Essas edições da DarkSide são maravilhosas, dá gosto de ler o livro!
Como gosto de livros investigativos, a trama do livro me atraiu. Que pena que você não gostou tanto assim da história, e não gostou da protagonista. Mas ainda vou ler e tirar minhas próprias conclusões.
Bjos
Bjos




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Leandro 28/02/2017

Poxa, Verônica!
Até que enfim, leitura concluída! Não costumo abandonar uma leitura depois de iniciada, mas esse livro realmente testou os limites da minha obstinação! Acho louvável a iniciativa da Andrea Killmore em investir num gênero pouco explorado no país e na coragem da Dark Side de publicar o livro, mas, no que pese os elogios citados na quarta capa de gente como Gloria Perez, Ilana Casoy e Paulo Lins, a verdade precisa ser dita, até como forma de crítica construtiva: narrativa, trama e construção dos personagens deixam muito a desejar! A Killmore pode até ser boa em imaginar cenas de horror, mas precisa amadurecer muito sua narrativa e suas tramas. Sua heroína acaba sendo, involuntariamente, fútil, incompetente, irresponsável e hipócrita. Pra ser totalmente honesto, é preciso dizer que o livro tem alguns bons momentos, mas esses acabam ofuscados pela lembrança de todas as situações pouco convincentes, ações absurdas de personagens e suas mudanças súbitas de humor, decisões pouco inteligentes e quebras de ritmo da narrativa que conduziram até ali. O que é mais estranho é a informação na quarta capa de que a autora (que age sob um pseudônimo) já foi "alguém importante dentro da polícia", haja vista que muito pouco se vê do trabalho policial no livro. Quem quiser discutir o livro ou saber exemplos que justificam os pontos negativos da obra que citei acima, é só comentar abaixo, pois são muitos pra enumerar.
Gi (IG: @readsnplays) 02/03/2017minha estante
"O que é mais estranho é a informação na quarta capa de que a autora (que age sob um pseudônimo) já foi "alguém importante dentro da polícia", haja vista que muito pouco se vê do trabalho policial no livro."

Exatemente, Leandro, esse foi o principal motivo pelo qual eu quis ler o livro. Depois de terminada a leitura me perguntei se Andrea Killmore foi, realmente, alguém dentro da policia ou se isso foi apenas uma jogada de marketing.


Gabriel 18/03/2017minha estante
Não acho que as ações dela sejam pouco convincentes e também, lembrando que ela não é uma policial, é uma secretária do escritório de Homicídios, por isso, não tem prática e mesmo assim, busca defender mulheres que jamais conheceu! Aproveitando a oportunidade, acredito que esses casos de insucesso e falhas na investigação são características reais de uma personagem que está lutando para solucionar crimes sem ao menos ter treinamento porque ela só entrou na polícia por causa do pai.


Leandro 20/03/2017minha estante
Gabriel, na verdade, a Verônica é uma escrivã que faz as vezes de secretária, o que já é uma deturpação da função, até aceitável em tempos passados, mas algo totalmente desestimulado nos dias de hoje, haja vista a valorização da classe. Como escrivã, ela teria acesso a todo o passo-a-passo de uma investigação (já que são os escrivães quem mais manuseiam os inquéritos policiais) e saberia proceder muito melhor do que o descrito pela autora. Tome, por exemplo, a estratégia da Verônica ao descobrir o nome do sujeito que usava o site de relacionamentos para ludibriar mulheres: com o nome dele e até dados do cartão de crédito, ela já dispunha de tudo para chegar ao sujeito, bastava usar o banco de dados da própria polícia, ou outros a que colegas de trabalho dela tivessem acesso; mas ao invés disso, a única coisa em que ela consegue pensar é continuar mantendo contato pelo bate-papo do site, até mesmo enviando dinheiro para o cara a fim de que ele não perdesse o interesse, e isso apenas para poder encontrá-lo. É muita estupidez pra qualquer pessoa com um mínimo de inteligência e não cai bem numa heroína (mesmo que, acidentalmente, ela acabe sendo retratada mais como anti-heroína)!


Raissa.Viana 25/04/2017minha estante
Concordo totalmente com o que você disse. A história em si, a ideia, a trama, são boas mas os personagens não te cativam. Nem a Verônica e muito menos a Janete. Sem falar nas vítimas do Brandão, que só temos conhecimento do nome. A morte delas não nos comove, não chateia...


Gabriel 03/05/2017minha estante
Concordo parcialmente porque poderia ter desenvolvido melhor a trama das personagens, fico um misto de vingança com impotência.


Pri Weasley 11/09/2017minha estante
Concordo. A narrativa foi realmente triste, parecia de uma adolescente querendo contar a história mais bizarra possível... E, "Defungi vermibus" acabou comigo! É simplesmente impossível levar qualquer coisa a sério depois de ler ISSO.




Jess 31/08/2017

"Bom Dia, Verônica" ela ouve todos os dias mas passa direto. Verônica trabalha numa delegacia como secretaria do Carvana. Ela se sente invisivel até que um dia ela vê Marta Campos e percebe que Marta realmente a enxergou, logo depois se suicidou.

Começa o alvoroço na porta da delegacia mas Carvana não quer abrir um caso. A mulher se matou, caso encerrado. Mas Verônica sentiu uma conexão com Marta e resolve descobrir o que aconteceu com a mulher. Os jornalista estão cercando a delegacia em busca de notícias e a imagem preocupada de Verônica na tv chama a atenção de Janete que faz uma ligação dizendo "Acho que meu marido vai me matar. Ele gosta de matar mulheres".

Com a pulga atrás da orelha, Verônica Torres acaba se envolvendo nos dois casos. Marta tem um passado pra ser descoberto, Janete tem um presente querendo virar passado.

Andrea Killmore é uma autora anônima e estreou lançando um thriller angustiante e que desperta sentimentos controversos. O livro apesar de ser viciante tem a pior protagonista da história. Verônica é insuportável e incompetente, se considera uma policial, que critica o sistema e a corrupção do país mas não sabe o que é honra, quer dar um jeitinho em tudo, acha certo usar as pessoas pra conseguir o que deseja e quer fazer justiça com as próprias mãos.

O livro é um romance policial nacional com cenas de tortura, personagens femininas em situações que infelizmente podem ser reais e uma tentativa de protagonista badass que não conhece o significado de respeito e caráter.

O livro foi uma das experiências mais embaraçosas que já tive, foi uma mistura de AAAH e ARRG! Eu gostei e não gostei. Não consigo explicar direito. Ao mesmo tempo que não queria largar pra ver o desfecho de tudo, queria excluir Verônica da minha memória ou tentar sentir menos raiva.

Se você quer um livro viciante e cruel, sem se importar com a mensagem de justiça e atitudes dos personagens, pode ter uma leitura mais agradável do que foi pra mim. É bom? É! Se eu quero reler? Nunca mais!

site: www.instagram.com/saymybook
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Blog MDL 22/12/2016

Verônica Torres tem uma vida pacata. Casada e mãe de dois filhos, seu ponto alto é ser a secretária de um delegado de polícia na DHPP na cidade de São Paulo. Entretanto, ela queria mais. Sonhando com o dia em que ela poderia investigar e levar justiça para as milhares de vítimas da criminalidade, ela se sente pessoalmente tocada quando uma mulher ensadecida suicida-se na sua frente ao se jogar do andar em ela trabalha. Isso porque o seu passado era nebuloso e o suicídio fazia parte de alguma forma disso tudo. Motivada a fazer mais porque aquela mulher desesperada ainda que esse não fosse o desejo do seu chefe, ela dá início a uma investigação particular para descobrir o que levou aquela mulher a cometer o maior ato de desespero de um ser humano: tirar a sua própria vida. O que ela não esperava era que outro caso caísse no seu colo, mas foi justamente o que aconteceu.

Ao ver uma rápida aparição da policial na televisão, Janete sentiu que aquela poderia ser a pessoa ideal para ouvir a sua história. Ela não esperava que alguém fosse acreditar nela, afinal, o que tinha a dizer tinha como protagonista um homem da lei, um policial que era o seu marido. As dúvidas pairavam na sua mente e tentavam mitigar o lapso de coragem que havia tido quando pegou o tefelone e tentou contatar Verônica. No entanto, quando a policial retornou a sua ligação, ela falou rápida e precisamente que seu marido iria matá-la, assim como, havia feito com diversas mulheres. Mas foi só Brandão chegar em casa para que ela não soubesse mais se tinha tomado a melhor decisão. Em alguns momentos o seu marido era um homem brutal, porém, ele também sabia ser bom e mimá-la. Ela era capaz de suportar o seu mau humor se ele continuasse a amá-la, mas será que ela conseguiria conviver com a culpa de não fazer nada sobre a morte de tantas mulheres?

Andrea Killmore é o pseudônimo de alguém que nós não sabemos quem é. Há todo um mistério em torno de quem ela seja que acaba se confundindo com a própria identidade da protagonista dessa história. É uma excelente jogada para atrair os leitores, mas que em mim não exerceu especial influência, por isso optarei por deixar esse aspecto de lado e me voltarei para o que vocês poderão encontrar no livro "Bom Dia, Verônica". Narrado tanto em primeira pessoa quanto em terceira pessoa, o livro tem os pontos de vistas alternados de acordo com os pensamentos da protagonista Verônica e da personagem Janete. Essa mistura pode parecer confusa no início, mas é possível se acostumar com ela no decorrer das páginas, isso porque temos o vislumbre de duas mulheres com essências e vidas completamente distintas.

Se por um lado há Verônica, uma mulher que apesar de parecer apática em um primeiro momento vai revelando aos poucos as suas potencialidades e os seus segredos, por outro, temos Janete que apesar de levar uma vida medíocre não esconde do leitor e entrega o que está acontecendo logo nos primeiros pensamentos. Como protagonista, Verônica demorou a cativar, pois com um egoísmo e um toque de egocentrismo um tanto quanto irritantes, vemos ela tomar uma decisão errada seguida de outra a partir da motivação que ela tem de ser algo mais que alguém que fica com toda a burocracia enquanto que os investigadores e o delegado colhem todos os louros para si. Na sua empreitada de busca por justiça para si e para outros, ela não se importa com os riscos que imputará aqueles que estão à sua volta. Por aí vocês já podem perceber que ela não conseguiu conquistar muito da minha simpatia, porém, ela piora esse fato com o desleixo que tem com as vítimas que lhe procuram.

Esse ponto se acentuou na sua relação com Janete, pois ao jogar toda a responsabilidade para a mulher de investigar o próprio marido mesmo quando a vida dela estava em risco, ela não parou para pensar um minuto sequer nas consequências da sua atitude. O que não significa que Janete não tenha a sua cota de culpas e erros, afinal, sabendo e sentindo na própria pele a influência de Brandão, ela continua se iludindo uma e outra vez com relação a sua "melhora". Nesse aspecto, podemos observar um retrato muito típico do quadro psicológico que é possível perceber em uma grande parcela das mulheres que sofrem violência doméstica. Há sempre uma desculpa para as explosões do parceiro, um modo de enxergar aquilo sob um prisma de merecimento do castigo e uma autodepreciação que não se apega facilmente da memória. Essa humanidade da personagem me tocou profundamente.

A partir da análise desses pontos é possível perceber que há muita coisa acontecendo, por isso a dificuldade em escrever um texto curto sobre o livro, Entretanto, tentarei sintetizar ao máximo meus comentários. A verdade é que ambas as investigações que são propostas em "Bom Dia, Verônica" são deveras interessante. Uma porque há uma perseguição a um homem que é necrófilo e outra porque temos a presença de um serial killer que possui um ritual bastante intrigante. Acompanhar o desenrolar desses casos é ao mesmo tempo que angustiante, um vício. O que torna a coisa mais complicada é justamente a protagonista. Achei ela alguém tão hipócrita e com valores tão deturpados que sinto que os seus atos do início ao fim foram dignos do que ela era, de fato, capaz de fazer - ainda que eu relute em aceitar o final da história.

Sim, este definitivamente é um livro poderoso e que vai fazer com que o leitor questione a si mesmo sobre o que ele considera como sendo certo ou errado na busca por justiça. No entanto, confesso que as inconstância que puder observar nele me incomodaram por eu conhecer um pouco da realidade retratada. Especialmente por saber que muita coisa descrita caiu no senso comum ao invés de possuir um toque de veracidade que deixaria a trama ainda mais rica. E apesar de tudo isso ter me deixado na corda bamba com relação a minha avaliação final sobre o livro, ainda assim, sinto que esses pontos não tiram o mérito de "Bom Dia, Verônica" ser uma história capaz de agradar aos fãs do gênero e de sua autora ser uma das promessas para a literatura policial no país. Desse modo, para não ser injusta com os acertos nem negligenciar os deslizes, encerro dizendo que na dúvida, deem uma chance. Ou no melhor jargão jurídico: in dubio pro reo.

site: http://www.mundodoslivros.com/2016/12/resenha-bom-dia-veronica-por-andrea.html
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Raphael Montes 02/04/2017

Recomendado! =)
BOM DIA, VERÔNICA é o ótimo suspense de estreia da brasileira Andrea Killmore. 😊Publicado pela @darksidebooks, o livro apresenta uma espécie de "O silêncio dos inocentes" nacional, com muitas viradas, cenas chocantes, um assassino em série cruel e uma protagonista tão forte quanto polêmica. Adorei os elementos brasileiros do livro, como a burocracia da nossa polícia e as práticas da cultura indígena. Recomendo muito para quem curte um bom suspense investigativo com final surpreendente.
Alice.Petrucci 24/04/2017minha estante
Amei o livro ??


Alice.Petrucci 24/04/2017minha estante
Mtoo bom, amei.


Belarmino.Alves 12/10/2017minha estante
Considero huns dos melhores thiller que já li, ele e o jantar secreto..




Arthur Magnum Mariano 06/01/2017

Frustante na maioria do tempo.
2/5 estrelas pela escrita, edição caprichada e ilustrações.

O resto é desconsiderável.

Eu tinha escrito uma resenha enorme e bem detalhada, mas fiz merda e acabou apagando antes de postar. =(

Se alguém quiser saber mais do meu ponto de vista, comenta aqui que eu respondo. Aliás, vou adorar discutir sobre essa obra, porque na minha opinião, faltou bastante pra ser o que se afirma ser.
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Rodrigo505 19/08/2018

Angustiante!
Concordo, a personagem Verônica é um lixo de pessoa. Prepotente, só pensa nela mesma e muito negligente com a família, mas mesmo assim eu torci por ela o tempo todo. O livro é muito bom, ágil, pesado e violento. Eu recomendo com certeza!
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Claudia 30/09/2017

Acabei resolvendo dar nota 5 porque já dei 4 para muito livro que "merecia" 3. Este não é fanstástico mas é muito bom, o que mais gosto num livro é que ele me prenda a atenção, é eu na hora que fico livre correr para ler e não ver Netflix nem entrar na internet, rssss!
Não vi ponta solta como alguém falou em alguma resenha. Achei uma personagem muuuuuito doida, mas existe tanta gente maluca por aí que pode até existir mesmo alguém como .... essa personagem.
Enfim, uma grata surpresa, mais uma autora nacional da qual pretendo ler outros livros!
tecla ede 30/09/2017minha estante
Acho que a Simone quer ler


Zenttibal 30/09/2017minha estante
Comecei agora... Há seculos desejava essa lindeza!


Claudia 30/09/2017minha estante
Essa capa é LINDA! eu achei :)))))


Pritt 17/12/2017minha estante
Tbm não sosseguei enquanto não terminei de devora-lo! rs O final é sensacional!




Barão 08/10/2017

Arrebatador!
“A verdadeira vantagem de ser invisível não é minimizar os danos, mas jogar o jogo da vida com as próprias regras.” - pág 251

Verônica Torres é secretaria da polícia civil do estado de São Paulo, casada, mãe de dois filhos e com um passado extremamente conturbado, ela vive a sua vida repleta de segredos e mentiras como pode. Um dia ao atender uma mulher conturbada que exige falar com seu patrão o Delegado Titular, Wilson Carvana, ela acaba vendo o suicídio dessa moça desacreditada que acaba pulando da janela do décimo primeiro andar, porém não antes de confidenciar — agora ele vai ser capaz de me amar.

Transtornada pelo terrível acontecimento, Verônica começa uma pequena investigação particular sobre o que teria levado a mulher suicidar-se, mas, no meio desse caso ela acaba recebendo uma ligação anônima de outra mulher alegando que o seu marido gosta de matar mulheres. Então ela vai mergulhando cada vez mais nesses casos que a polícia não dá tanta atenção.

“Quanto mais eu investigava esses casos, mais ficava certa de que o mundo é louco e que o ser humano não tem limites.” - pág 168

Verônica será capaz de desvendar esses dois casos, lidar com os problemas familiares e seu passado sombrio?

Isso é o necessário que vocês precisam saber sobre esse livro, de resto: LEIAM! Se eu soubesse que esse livro era tão bom assim, teria comprado na pré-venda. A escrita, os mistérios, o desenrolar, o desfecho é tudo muito incrível!

Andrea Killmore coma certeza entrou para minha lista de atores preferidos, já quero mais livros dessa mulher! E se você gosta de um bom romance policial, precisa ler logo Bom Dia, Verônica!

site: https://www.instagram.com/meninatecaria/?hl=pt-br
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Tatinha 17/01/2017

Espetacular!
A verdadeira vantagem de ser invisível não é minimizar os danos, mas jogar o jogo da vida com as próprias regras!

Andrea Killmore, escreve de maneira espetacular e fiquei orgulhosa por ser uma escritora brasileira, e citando Miss Marple, me senti em sintonia com a escritora! hahha
Bom Dia, Verônica é um livro chocante! Não digo que é um livro legal porque não tem como um livro abordar tal temática e ser tachado de legal. A medida que você vai lendo, te vem a memoria filmes americanos e seu cérebro se recusa a acreditar que tal coisa seja possível aqui! Você pensa, ah não!! Não no Brasil! E ao ler a descrição da autora feita pela editora, que dá uma maior credibilidade a historia, ai você cai na real que tudo é possível! Claro que o livro é uma obra de ficção, mas o realismo da descrição, toda a podridão sórdida e o fedor que quase desprende das palavras escritas para as mãos do leitor, a medida que vai lendo o livro, vai sussurrando na sua mente, vai se impregnando nela, que sim... tal coisa por demais perversa é perfeitamente possível, dada a maldade presente por vezes na natureza humana!
Este livro de estreia da escritora, com certeza a coloca no roll de escritores policiais de sucesso! E para coroar a capa da editora é linda, toda de veludo e de cor escuro!
Vou reafirmar não é uma leitura bonita! Mas é muito bem escrita!

https://www.instagram.com/p/BPbP4f1BPm3/?taken-by=tatianecarinearaujo&hl=pt-br
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thais.moore 03/08/2017

Torcendo pela continuação
#MLI2017

Um livro que te deixa com vontade de ler cada página de uma vez. Achei algum a pontos um pouquinho fracos , por isso dei 4 estrelas , mas nada que afete tanto a leitura. Achei que aquele brilho que esperávamos da Veronica na história toda , só veio no final , mas achei no fundo interessante, pq podemos ver a personagem ir se desenvolvendo na história, afinal ela era só uma simples escrivã da civil.
Recomendo esse livro uma leitura rápida que flui bem . E sobre o final, simplesmente amei o final , torcendo pra autora fazer uma continuação. Acho se em uma continuação a Veronica poderia mostrar o seu lado investigadora de verdade.
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