Até o Fim do Mundo

Até o Fim do Mundo Tommy Wallach




Resenhas - Até o Fim do Mundo


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Millah14 14/03/2021

Até o fim do mundo
Seis adolescentes tem suas vidas mudadas depois de ficarem sabendo que a terra tem seus dias contados para existir, adolescentes que tiveram que tomar decisões antes que seus dias acabassem. Adolescente que se viram não indo pra faculdade nem terminando a escola. Um livro que mostra que tudo pode mudar do dia pra noite que planos podem não ser concretizados como esperamos.
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gaby dias 23/12/2020

divertido
um meteoro está se encaminhando para atingir a terra, você tem 3 semanas, o que você faz?
eles vão aproveitar. bastante.
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Tamirez | @resenhandosonhos 21/08/2018

Até o Fim do Mundo
A premissa de Até o Fim do Mundo é extremamente instigante. Há algo vindo em nossa direção que é capaz de destruir grande parte do mundo como conhecemos. Isso mexe com a vida e a situação de qualquer pessoa. Gera caos e terror ao redor de todo o mundo. As pessoas entram em choque, o futuro entra em pauta.

Porém, esse não é um livro sobre o fim do mundo e sim sobre damas adolescentes. Quando a sinopse me foi apresentada e com ela a proposta de que o livro tinha sido um best seller internacional, imaginei que a trama seria profunda e analisaria o âmago de ser um adolescente a beira do precipício do mundo. Acabei me decepcionando amargamente com a leitura, e eis que tenho minha primeira leitura ruim de 2017.

Para começo de conversa, todo personagem é estereotipado. O perfeito, a perfeita, o arruaceiro e a vadia. E não sou eu que estou chamando ela assim, é o tratamento que o próprio livro dá. O autor faz um esforço enorme para nos impor que Peter é a melhor pessoa do mundo. O príncipe encantado, o garoto certinho e perfeito que toda sogra gostaria de ter. É tão veemente a forma como quer que o leitor engula isso, que Wallach parece não perceber o quanto o quadro de boa pinta contradiz as atitudes do seu protagonista.

Enquanto isso, Eliza é a garota promíscua, aquela que pega todo mundo, sai com vários caras, transa sem apego, usa as roupas provocantes. É a vadia. Mas ela nem sempre foi assim. Quem fez isso acontecer na sua vida foi o príncipe encantado, que traiu a namorada (muito principesco) e depois deixou que ela denegrisse a imagem da garota até que ela abraçasse a situação ao ponto de realmente incorporar tudo o que diziam dela. Ela é uma vítima, mas ao mesmo tempo em que aceitou e abraçou, se tornou também responsável por seus atos. A justificativa acaba em uma certa linha. Mas, é claro, que mesmo com tudo que lhe aconteceu ela é ainda apaixonada pelo menino que lhe trouxe todo esse mal e não levantou nenhum dedo enquanto a namorada tripudiava em cima dela. Amor instantâneo, ao primeiro – e único – beijo.

Mas Tamirez, você está sendo muito parcial com relação ao romance, e o fim do mundo? Então, muito mal representado aqui. Em frente a uma notícia dessas, o caos estaria instaurado e, como estamos em Seattle, seria algo em larga escala. Porém, a forma como o autor focou a trama, faz ter o mesmo impacto como se estivéssemos vendo a história se passar em uma cidade minúscula do interior do Estados Unidos. Há uma escola em destaque, uma gangue apenas e tudo gira em torno de um grupo que faz e acontece. Tudo muito micro, dentro de uma proposta que deveria ser macro. Faltou expandir o olhar para mostrar realmente o caos. Parece uma revolta estudantil, muito mais do que o fim do mundo se aproximando.

“Cada filme seria assistido pela última vez, ou pela penúltima vez, ou pela antepenúltima. Cada beijo estava mais próximo de ser o último.”

Mas vou voltar aos personagens com Andy e Anita. O primeiro é o típico garoto problema, mas estaria tudo bem se ele não fechasse um triangulo amoroso por ser apaixonado por Eliza. Sim! E, como é virgem, coloca como meta de vida perder a virgindade com ela. Já Anita é a CDF que vai querer curar o garoto problema e o que será que vocês acham que acontece? Não vou contar, mas tenho certeza que algo bem clichê passou pela sua cabeça.

Até o fim do livro eu fui com fé de que alguma grande lição ou reviravolta me esperava que faria toda essa pilha de coisas previsíveis e insensatas fazerem sentido. Porém, isso não aconteceu. A filosofia do autor em pensar sobre o fim do mundo envolve a sexualização e objetivação das mulheres, o falso puritanismo, a exaltação do opressor e o perdão sobre todas as besteiras já feitas.

Eu não gosto muito de ficar hiper problematizando os livros, seus relacionamentos e seus personagens quando eles não são o foco. Porém aqui é impossível evitar. Temos um livro escrito por um homem, com a visão machista do mundo. Se amada, a menina perdoa tudo. E o garoto, mesmo com todas as falhas, mancadas, e comportamentos ‘escrotos’, ainda é perfeito. Porque ele é homem, apenas. Sem pedir perdão nem nada. E sim, eu sei que muita gente não vai ver problema algum no livro, porque várias pessoas ainda não ligam pra isso. Mas eu vi e me incomodou enormemente ver tudo isso tratado com naturalidade, com louvor.

Sobre as problematizações dos personagens, tudo se perde entre os conflitos falhos. Peter quer ser o caridoso, mas tem atitudes babacas. Eliza ama o pai que está doente e prestes a morrer, mas num momento da trama simplesmente esquece que o pai existe porque ganhou atenção do garoto que ama. Anita é uma sombra de todos. Nem quando ela tem foco é fácil crer nela, mesmo sendo a melhor personagem. E Andy é um personagem abobalhado de dar pena. Seu grande objetivo pre apocalipse é transar e só.

O que me deixa enervada é que a premissa do fim do mundo é tão pouco explorada num aspecto de influência, que poderia ser qualquer outra coisa que não isso. Um levante estudantil, uma mudança de governo. O fim é aberto e não sabemos exatamente o que aconteceu, mas quando cheguei aqui já não importava realmente o que viria a acontecer, eu já estava tão irritada com o desperdício da trama, a chuva de clichês e a quantidade de absurdos que eu simplesmente fiquei feliz de a história ter acabado de forma menos rotulada. Fica para o leitor pensar um pouco mais e achar um propósito.
A capa do livro é muito bonita e eu fiquei bem triste de não encontrar uma boa história aqui. Tendo você lido minha resenha até aqui e ainda assim querendo ir em frente, acredito que seja possível por tudo isso pra trás e simplesmente aproveitar uma história rasa sobre comportamento humano e de como podemos ser idiotas e auto apreciativos quando algo extremo está prestes a acontecer.

O livro também pode gerar uma série de outras reflexões, mas minha frustração foi tão grande que resolvi não ficar tentando buscar justificativas ou motivos para enaltecer algo que me deixou irritada do inicio ao fim. Se o propósito fosse causar isso, a nota do livro seria diferente, mas como Tommy Wallach realmente quer me vender essa história como algo profundo e correto, eu apenas lamento o desperdício de uma boa trama em um desenvolvimento tão ruim.

site: http://resenhandosonhos.com/ate-o-fim-do-mundo-tommy-wallach/
Fernanda.Bispo 24/11/2020minha estante
Minha vontade de ler isso evaporou junto com o mei dinheiro já gasto??


Fernanda.Bispo 24/11/2020minha estante
*meu




Lalá 25/10/2020

Quadro adolescentes que antes eram definidos por rótulos vão ter que descobrir o que realmente importa,com a chegada do asteroide à terra prevista pra dois meses eles precisam encontrar um significado e realmente viver.
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Marina 19/01/2021

Horrível, odiei. Toda a proposta do livro era interessante, mas não foi bem desenvolvido. Os personagens eram esquisitos e os extremo clichês que existem. As coisas e situações que aconteciam era bizarras ao ponto de gerar risada.
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lavi books 14/04/2021

Eu amei esse livro!
Achei que se parece muito com a situação que a gnt tá vivendo.
Só não dei mais estrelas por conta de um acontecimento que eu odiei no final, mas é um bom livro.
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Carol 11/08/2020

Diferente, num bom sentido
Esse, pra mim, foi um livro que me pareceu assustadoramente real, apesar de ao mesmo tempo, ser muito insano. Vou explicar kkk. O mundo vai entrar em colapso muito provavelmente, só que ninguém está muito preocupado com isso, com a destruição que o asteroide pode causar, porque ao mesmo tempo cada um dos personagens tenta administrar a destruição do próprio mundinho (Peter está numa crise existencial que o faz pensar que tudo que já fez foi em vão, Andy está literalmente deixando a vida o levar pra onde ela quiser o que chega a ser angustiante, Anita está tentando realizar um sonho e pra isso ela precisa se desprender da vida que levava antes do asteroide, e Eliza está andando por aí tirando suas fotos sem saber muito no que acreditar e no que se agarrar).
A dor de cada personagem é muito bem escrita, e ao longo da história você vai descobrindo o que sobra de cada pessoa frente ao fim do mundo, afinal de contas, o que você faz se sua vida não tem mais planos? O que você faz se tudo que você fez foi pra nada? Criei uma empatia muito grande pelos personagens apesar de nenhum deles ser o tipo de pessoa exemplar, eles têm defeitos como todo mundo no mundo.
O final porém achei meio previsível, não me decidi se isso é algo positivo ou negativo, vou deixar em aberto.

Ps.: Uma curiosidade é que no livro foram adicionadas músicas originais, estas estão disponíveis nas plataformas de streaming, o que eu achei o máximo independente da música ser boa ou não. O nome do álbum é "We All Looked Up: The Album" do próprio escritor, Tommy Wallach.
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Misses Claire 03/11/2020

Este não é um livro de fim do mundo comum, em outros livros/filmes/séries desse gênero, o problema seria algum tipo de apocalipse zumbi ou a terra congelou ou se encher de água ou qualquer outra coisa, e os protagonistas teriam de salvar todos, impedir que isso acontecesse para garantir a existência da raça humana, ou ainda tentar sobreviver a todas essas mudanças. Este livro não é assim. Não é sobre sobreviver ao fim do mundo, é sobre reagir ao fim do mundo. Em momento algum existem zumbis, terras congelando e o mundo se enchendo de água. O mundo continua o mesmo. Mas ao mesmo tempo, mudou completamente. Pois o fim d mundo de que o livro se retrata não é a ameaça do asteróide chegando a terra, é como as pessoas reagem à isso, o que isso faz com a cabeça delas. As ações que as levam a cometer, explorando a complexidade humana.

Existe 70% (ou 60%, não me lembro muito bem) de chance de que um asteróide irá atingir a terra em questão de poucas semanas, esse aviso é dado a toda a população. E, o ser humano como o animal que é, enlouquece. As pessoas, acreditando que o fim do mundo chegará, começam a pensar que podem fazer qualquer coisa que quiserem, afinal, o mundo vai acabar de qualquer jeito não é? E os quatro protagonistas, se veem em meio à essa bagunça, fazendo parte dela, enquanto seus destinos se entrelaçam de formas diversas, e eles acabam presos um ao outro. Cada um tem uma, uma reputação, mas quando se trata do fim do mundo, precisamos deixar as diferenças de lado e focar no que realmente importa: aproveitar os últimos dias de vida para perseguir os sonhos. Todos esses personagens pensavam que teriam um futuro, pensavam nas possibilidades que ainda iriam surgir e em todo o tempo que teriam pela frente para se feliz. Mas não terão. Então eles se veem obrigados a perseguir os sonhos enquanto podem, e, quer eles queiram ou não, fazer isso juntos.

O final foia cereja do bolo. Foi perfeito, e acho que foi o jeito certo de acabar. Deixou claro que o que importa não é o fim do mundo de forma literal, e sim o fim do mundo que o ser humano causa quando ameaçado, quando sai de sua zona de conforto.
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Liv 10/05/2021

Primeira decepção de 2021
Comecei o livro achando que ia ser muito bom, até gostei dos 4 personagens principais, mas depois foi só ladeira abaixo. Fiquei muito irritada com algumas ações de alguns personagens, o livro não teve nada demais, pra mim foi bem enrolado. Teve momentos que eu até pulei algumas partes de tão chatas que estavam.
No final teve um acontecimento que eu achei super desnecessário, não gostei e o final, assim, não faço a minima ideia do que aconteceu pq foi um final aberto.
Não gostei do livro e sinceramente não recomendo.
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pox 08/04/2021

Sobre esse livro
O formato de escrita desse livro eu ja li ,achei legal,mas nao tem muito um foco em si,achei meio perdido a narração,nada demais ,não é um livro ruim ,só nao indicaria para um amigo,fora que demora muito para desenvolver os personagens e de repente acontece milhares de coisas,mas o drama adolescente é ok.
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rhcpvic 17/04/2020

Acredito que a ideia do autor foi contar as reflexões e conflitos desses 4 jovens no pouco tempo que lhes resta, questionando seus próprias ações e todos que lhes cercam. Se tivesse uma segunda chance, você mudaria suas escolhas?

Eu esperava encontrar algo mais emocionante e que me fizesse sentir na pele o que é estar a beira de um fim do mundo eminente. Sem contar que o final fica em aberto e não sabemos o que de fato aconteceu.

Até o fim do mundo é uma história sobre escolhas, arrependimentos e segundas chances, não se encontra nele o terror psicológico que é estar a beira de um asteróide vindo de encontro a terra, mas é um bom livro e contém ótimas reflexões.

"...Ele disse que um momento fantástico ia chegar, quando todos iam esquecer das próprias vidinhas e olhar para o alto, para ver se aquela imensa bola de fogo no céu ia mesmo acabar com todo mundo. E talvez, quando vissem a bola passar reto, quando sentissem a misericórdia, isso seria suficiente para convencê-los a mudar. Talvez..."
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Rhai 19/12/2020

Esse foi um livro difícil de entender se gostei mesmo ou não e bem difícil de dar a nota. Ele mexeu comigo de uma forma que eu não esperava, mas tem várias coisas que não gostei na estrutura dele.
Além dos personagens bem esteriotipados, muitas coisas não são claras como vários diálogos que não tem a ação dos personagens então não da pra saber nem a reação deles e é mais difícil de imaginar até a entonação das falas, fora algumas partes do livro realmente confusas que podiam ter sido aprofundadas, mas não foram e você só vai entender o que aconteceu em outra cena diferente.
Mesmo assim não consegui dar uma nota menor porque inesperadamente me prendeu muito e me deixou bastante reflexiva ao ponto de eu sonhar com ele quando finalizei.
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Gramatura Alta 29/01/2018

Bom, eu me interessei no livro pelo título e sinopse, porque eu queria muito saber o que aconteceria com esses jovens tão diferentes um do outro, mas que acabaram se juntando. A verdade nua e crua, é: não gostei do livro.

Acredito que o autor forçou muito a barra com a história, não vi quase nenhuma diferença de personalidade dos protagonistas, parecia que sempre estava lendo a mesma pessoa que se preocupa com os amigos e que faz tudo por eles e acaba que só faz besteira no final.

O livro tem quatro pontos de vistas: Eliza, Anita, Peter e Andy. Eliza e Peter ficaram uma vez, o que a definiu como a vagabunda, e ela simplesmente aceitou se tornar uma. Isso me fez questionar: por que uma pessoa muda seu jeito de ser, sua personalidade, baseada naquilo que as pessoas falam dela? Eu não consegui aceitar isso, porque Eliza, no começo, era mesmo uma vadia, e no final foi mudando seu temperamento, tipo, “okay, agora ela é assim?”.

Peter tinha que ser o boa pinta, o cara que faz tudo pelos outros, perfeitinho da cabeça aos pés. Tudo bem que até dava para aturar ele, mas ele ficar com essa coisa de Eliza na cabeça o tempo todo, inclusive com a namorada, e não ter defendido a Eliza, já que ele a beijou, foi um desgaste emocional.

Anita foi uma revelação, é claro, a típica nerd que só estuda pra satisfazer os pais, mas quer se libertar e viver sua própria vida. A personagem dela foi a que eu gostei, mas não fazia diferença, era como se ela estivesse ali, mas se sumisse, estava tudo bem.

Já Andy, acredito, foi o único a fazer sentido na trama. O cara já não estava nem ai pro mundo desde o primeiro capitulo, assim que soube do Ardor – o asteroide gigante – ligou o tanto faz e seguiu sua vida normalmente.

Assim como são dois meses para o mundo acabar no livro, levei o mesmo tempo para ler, foi uma leitura complicada, não por ter palavras difíceis, óbvio que não, até porque é um livro para e sobre adolescentes, mas por ser chato. Essa é a palavra: chato.

Não conseguia fluir a leitura, era como se toda vez que tentasse, minha dor de cabeça viesse com tudo, o que tornava impossível continuar. Eu já tinha sido avisada que seria um livro ruim, mas continuei porque sou teimosa mesmo, e agora lido com as consequências.

Apesar de toda essa história parada, todo essa coisa de o mundo acabar em dois meses – convenhamos, pareceu bem mais que isso – o pior, o pior mesmo, foi o autor ter deixado tanto espaço em aberto, tanta lacuna, tanto fio solto, porque, basicamente, ele inseriu diversos personagens sem fim, ou com uma morte absurda, e sem nenhum remorso, e basicamente não deu um final decente para a história. Porque, sim, pessoal, é um livro sem um final decente!

Eu não consigo entender como se pode caprichar tanto na edição do livro e ter uma história tão ruim, a ponto de você querer tacar o livro na parede, atirar pela janela, passar em cima dele com um trator, xingar a mãe do autor, xingar o autor, xingar todo o parentesco, por não ter dito a ele que o final desse livro estava uma porcaria e que ele deveria refazer tudo de novo.

Não indico esse livro para ninguém, porque a única coisa que ele agrega é raiva. Você só vai passar raiva, vai ficar amargurado, vai ficar de saco cheio, com dor de cabeça, eu sei do que estou falando. E antes de mais nada, eu leio todos os tipos de livros, adoro ficção, fantasia, tudo, então se eu não gostei desse livro, não foi por gênero. Foi porque a história não é boa.

site: http://www.gettub.com.br/2018/01/ate-o-fim-do-mundo.html
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