Anima

Anima Anna Giovannini...




Resenhas - Anima


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Ana 20/02/2020

Romance clichezão!
Sinopse:
"Um príncipe dos ladrões amaldiçoado após cometer um erro terrível. Uma cortesã que ainda sonha com romances e contos de fadas. Uma reinterpretação de uma das fábulas mais amadas de todos os tempos. Anima lembra-nos dos monstros que existem dentro de cada um de nós, e de como nossas ações podem libertá-los e torná-los reais..."

Opinião.
Achei a arte bem estilo mangá, o que acho que deu um ar diferente da visão que estamos acostumados a ver de a Bela e a Fera.
A estória modifica alguns elementos do contexto dos personagens, como: a protagonista é uma cortesã, o príncipe é um ladrão, a "Bela" tem mais de um interesse amoroso... só acho que embora a idéia de mudar esses fatos seja legal, eles não foram aprofundados, então na verdade essa mudança não modificou em nada a história para mim. Hehehe
Achei que alguns fatos que levantaram dúvidas durante a história ficaram sem resolução, ou talvez eram fatos que não eram para serem considerados e eu considerei... a verdade é que me fez ficar curiosa e não foram revelados. Tipo: quem era o antigo amor da Amadeus que fez tão mal para ela? O que houve? Quem era afinal o Alexis e qual era a real intenção dele?..
Sei lá... acho que estou acostumada demais com livros de suspense que a gente vai catando peça de tudo quanto é lado para montar o quebra-cabeça no final... e afinal essa história era só um romance simples mesmo sem reviravoltas.

Se você gosta de uma mangá de romance clichezão... é uma boa pedida! Hehehhde
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Xulio Mackfly 04/05/2020

Grande releitura
Uma releitura de a bela e a fera, com artes estilo mangá
Com umas surpresas meio clichê e o Damaran que lembra ate um pouco a fera no filme da bela e a fera aquele francês
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Hel 07/06/2017

Uma releitura interessante de A Bela e a Fera, baseada não no conto original mas no filme da Disney. Bela, aqui, chama-se Amadeus. Depois de ter escapado de um noivo abusivo, ela tem de ganhar a vida como cortesã (termo refinado para prostituta) e é explorada pela agressiva Cléo, a transexual com quem divide um quarto de pensão. Situação bem mais difícil que a da Bela dos filmes, né?

Para pagar suas dívidas - depois de ter gastado o dinheirinho arduamente ganho de Amadeus, sem nenhuma culpa - Cléo decide roubar pertences valiosos de uma mansão aparentemente abandonada, do outro lado da floresta. E claro que o lugar não está vazio...

A situação da Bela não foi a única a ser mudada: Damaran, a Fera, não é um príncipe de nascimento, mas conquistou sua riqueza por meios escusos e foi por isso que perdeu sua humanidade. No entanto, seus criados (atenção especial para o italiano Andrea, que é o maior ladrão de cena da história depois de Cléo) permaneceram humanos. Outra coisa legal é que o "Gaston" e o "Le Fou" da história são bons amigos de Amadeus; os vilões aqui são outros. O mangá tem um pouco mais de violência que o filme e um erotismozinho discreto (mais que as novelas de agora), portanto só recomendo pra gurizada acima de uns doze ou treze anos.

Pelo lado negativo, há um certo anacronismo no mangá; supostamente, seria na Europa por volta do século XVIII ou XIX, mas muitas mulheres usam saias curtas demais, há uso de esparadrapo em ferimentos e até uma fotografia (se bem que os filmes da Disney também não são nenhum primor de fidelidade). As caras de vários personagens também são muito parecidas, com aqueles olhos emoldurados por cílios excessivamente negros. Tem uns discursinhos meio Malhação e algumas coisas não foram bem explicadas, como por que Damaran ficou caolho. Mas no final valeu a pena a experiência.
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