As Crônicas de Olam

As Crônicas de Olam L. L. Wurlitzer
Leandro Lima




Resenhas - As Crônicas de Olam - Mundo e Submundo – Vol. 2


6 encontrados | exibindo 1 a 6


Joao.Felipe 28/02/2017

Não deixa nada a desejar aos grandes livros de fantasia da atualidade.
A primeira coisa que tenho que dizer, é que fico impressionado com o quão pouco é conhecida essa serie, o autor brasileiro na minha opinião é superior em relação a grandes autores de fantasia que fazem mt sucesso pelo mundo, como por exemplo Mark Lawrence, que faz sucesso inclusive no Brasil, embora eles tenham estilos diferentes.

A série é uma alta Fantasia de muita qualidade, em vários aspectos lembra o Senhor do Anéis, o autor traz uma referencia a mitologia Hebraica, a sua escrita é ótima, mas assim como os livros de alta fantasia, mts detalhes fazem parte da escrita.

Nesse segundo livro o quebra cabeça começa a ser resolvido e nos começamos a entender de fato a extensão do univerao criado pelo autor, ele conseguiu criar uma ligação entre o leitor e os personagens, algo que achei que faltou no primeiro, esse segundo livro conseguiu ser ainda melhor que o primeiro e colocaria a saga até o momento no top 5 de sagas de fantasia que li até hj!

O motivo de n ser 5 estrelas é simplismente pq sou chato, para eu dar 5 estrelas a um livro, ele tem que ser épico, um livro que me deixe sem folego, esse livro chegou mt perto, mas como comparativo lembrei de o Temor do Sábio, e aí amigos, ficou complicado, embora O Temor do Sábio merecesse 6 estrelas!

Acredito que em alguns anos esse livro estara fazendo grande sucesso mundo a fora, pois sua qualidade é incontestável
Reinaldo.Uaitt 12/04/2018minha estante
Seu comentário tirou todas as minhas dúvidas, se eu leria ou não mas agora vou ler concerteza.


Joao.Felipe 16/04/2018minha estante
Que bom, Reinaldo!




Jamerson.Alves 28/04/2020

A espada corta dos dois lados
Desde o primeiro livro a narrativa cria muitas perguntas cativando o leitor a procurar as respostas na própria história, mas quando as encontram, percebe-se que era melhor ir dormir sem elas. De qualquer forma este livro é uma digna continuação do primeiro. Incrível.

"No fundo não há bem ou mal, mas apenas aspectos complementares de uma mesma realidade."
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ProfBaco 20/02/2020

Perfeito
Este volume e muito interessante, da continuidade na proposta do livro onde os 3 amigos de Havilla se unem para salvar o mundo (referência a Senhor dos Anéis??? Kkkkkk )
Vale a leitura, pois esta continuação explica muita coisa e deixa outro monte sem explicação. O livro nao deixa a desejar em nada.
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Emerson 26/07/2018

Resenha originalmente publicada no blog Leitores Vigaristas
Covardia trará a escuridão. Sacrifício trará o juízo.

Antes de iniciar minha opinião sobre o segundo livro desta trilogia, gostaria de deixar aqui a minha indignação por essa série ser tão pouco conhecida entre os grupos sobre livros de fantasia no Brasil sendo uma obra nacional de altíssima qualidade.

Pronto, indignação anotada. Vamos lá!

A inesperada queda da cidade branca,a condenação do Melek, e o vácuo de poder provocam um estado de guerra generalizada entre as cidades de Olam. O caos avança enquanto dragões e behemots se enfrentam em batalhas mortais. Apesar de vitoriosos, os shedins são forçados a recuar para a cortina de trevas afim de se recuperarem das baixas causadas pelo poder da pedra branca. Enquanto os inimigos preparam-se para consumar seu antigo plano de libertar todos os demônios do Abadom, o Guardião de Livros, de posse de Herevel, a espada sagrada, busca entender qual é o seu verdadeiro papel na guerra, bem como sua verdadeira identidade. A conclusão do caminho da iluminação no Farol de Sinim ainda precisa demonstrar qual será o destino do Olho de Olam, se será manipulado por mãos dignas ou usurpadoras. O crescimento da escuridão é um só um prenúncio das terríveis batalhas que se aproximam onde luz e sombras, fogo e gelo, mundo e submundo se enfrentarão como nunca antes.

”Olam havia mudado muito desde a queda de Olamir. Os opostos mais do que nunca se colocavam em rota de colisão. Luz e sombras, céus e terra, fogo e gelo, mundo e submundo. E eu sabia que era só o começo.”

Neste segundo livro da trilogia, o autor expande ainda mais o worldbuilding, alguns quebra-cabeças são resolvidos, mas muitas dúvidas começam surgir, dúvidas sobre sobre acontecimentos da trama, e sobre os personagens, principalmente sobre o passado de Ben, o Guardião de livros.

Após a queda de Olamir, e Leannah ter concluído o caminho da Iluminação, porém ter Olho de Olam usurpado, as coisas estão mais perdidas do que nunca. O desequilíbrio reina no mundo. A batalha de Olamir foi totalmente perdida, e o Olho de Olam, que deveria estar em possge de Leannah foi usurpado por Kenan, o giborim que deu início a guerra.

O Livro é dividido comporto por alguns arcos: Ben, agora em posse de Herevel, a espada dos kedoshins, agora está com Enosh que possui um plano para vencer a Guerra contra os shedins, a cidade de Nod é importantíssima para que o plano seja concluído.

”— Há coisas ainda incompreensíveis — Enosh o recompensou pelo silêncio. — Mas chegará o dia quando todas as peças desse grande quebra-cabeça estarão em seus devidos lugares. Então, talvez, você entenda a razão de estar no meio disso tudo. A explicação para a maioria dos acontecimentos do presente está no passado… ”

Adin, agora está no distante deserto lutando contra o povo bárbaro que sequestrou dezenas de mulheres e crianças. Em relação ao primeiro livro, gostei mais de Adin nesse volume. Após ele ter obtido conhecimento com a rede de pedras shohan, mostra-se um excelente general de batalha, mas ainda possui temperamento de um adolescente imaturo e por vezes age sem pensar como deveria.

”sabia que Tzvan não compreenderia o modo como Adin acumulara conhecimento instantâneo na Biblioteca, em Olamir, quando completaram o primeiro ponto do caminho da iluminação. E, muito menos, a capacidade de tomar decisões que recebera no Palácio de Gelo, durante o terceiro ponto.”

O arco de Tzizah é o melhor do livro, seu arco converge com o de Ben em certo ponto, mas o núcleo é melhor desenvolvido e a personagem se vê em manobras políticas entre as cidades do reino, principalmente entre nobres egoístas que preferem o poder em meio ao caos do que o bem maior da humanidade, alguns até compactuam com os shedins.

E também temos os capítulos de Leannah com Kennan, embora breves e curtos, a raiva que senti pelo giborim é muito grande. Além de ter usurpado o Olho, ele mantém Leannah sua refém, e tenta descobrir uma forma de manipular o Olho com todo seu poder, pois Kenan não completou o caminho da Iluminação, então só pode manejar o Olho com uma fração de seu poder total.

Em relação ao primeiro livro, este segundo volume tem um ritmo melhor até certa parte, o prólogo começa muito bem com Tzizah assistindo uma batalha mortal entre um behemot vs Leviathan, A batalha é muito bem descrita, e como as duas criaturas são elementos da natureza, percebemos que quando uma delas são mortas, abala o equilíbrio do mundo. A trama em si é muito rica, e o autor explora mais a história do mundo e seu passado. Porém, na metade do livro tem uma quebra de ritmo bem grande, a viagem de Ben até o submundo foi muito longa e monótona, embora importante, acho que o autor poderia ter encurtado um pouco mais, assim a quebra de ritmo não seria tão grande.

”— Leviathan e o behemot foram as duas primeiras criaturas de El. — lembrei-me de uma das aulas. — As essências do fogo e do gelo estão dentro dessas criaturas.”

Outra coisa que eu gosto muito são os poemas nos livros, o lirismo é incrível:

A vida é ir, é voltar, é chorar, é sorrir.
É florir, é cantar, é calar, é ferir.

O significado da vida é partir.

A vida é plantar, é colher, é perder, é semear.
É levantar, é soerguer, é inverter, é baixar.

O significado da vida é esperar.

É esperar de mãos vazias
É enchê-las, alguns dias
Outros tantos, é esvaziá-las
Da impureza, limpá-las.

A vida é fluxo, é subida, é descida, é refluxo.
É luxo, é guarida, é perdida, é repuxo.
O significado da vida é influxo.
A vida é prazer, é dor, é amor, é querer
É receber, é rancor, é favor, é não ter.
O significado da vida é perder
É perder o que não pode ser perdido
Esquecer o que não pode ser esquecido Contemplar o céu em uma nova manhã
Ver o entardecer em uma noite anciã.
A vida é dizer, é andar, é não chegar, é reverter É esmorecer, é calar, é falar, é não dizer.

O significado da vida é esquecer
A vida é sofrer, é partir, é proibir, é conter
É nascer, é reprimir, é permitir, é envelhecer
O significado da vida é morrer

Morrer sem nunca ter vivido
Envelhecer sem nunca ter aprendido Contemplar o mar pela última vez
Ver a lua partir em um talvez.
A vida é perder, é lutar, é apanhar, é vencer
É esquecer, é amar, é lembrar, é renascer.
O significado da vida é viver. Só viver. Para sempre viver.

Sendo assim, Mundo e Submundo merece estrelas.

https://leitoresvigaristas.wordpress.com/2018/07/17/resenhamundo-e-submundo-as-cronicas-de-olam-2/
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Elisama.Godinho 09/10/2019

FRASES
Vamos fazer o que é certo hoje, e deixar o futuro nas mãos de El.
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SIMBRAS 14/10/2019

Simplesmente Eletrizante.
Neste segundo volume das crônicas de Olam, continuamos a explorar um universo paralelo entre luz e trevas. Trazendo um pouco do universo de " O senhor dos anéis", Mundo e Submundo, volta com uma ótima Sequência, cheia de aventuras e reviravoltas.
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