Num Vento Diferente

Num Vento Diferente Ursula K. Le Guin




Resenhas - Num Vento Diferente


8 encontrados | exibindo 1 a 8


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blacktonks 21/01/2021minha estante
Vc e o livro são perfeitos!




blacktonks 31/01/2021

Me sinto órfã!
Concluir uma saga é sempre doloroso, é necessário dar adeus a personagens que conviveram comigo por um bom tempo.

O desfecho desse ciclo foi épico. Chorei bastante e passei uns dias absorvendo o que tinha acontecido. Apesar de que outras pessoas não gostem, eu gostei bastante e achei um final digno.
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Claire 01/07/2020

Um final solto
Infelizmente, depois de quatro ótimos livros (os 3 primeiros, principalmente), minha querida autora Úrsula moveu a estória de uma forma, que deixou seus leitores fora do lugar comum desta saga. Não que inovar e mudar tudo não tenha seu charme e exemplo de criatividade e coragem, porém a descaracterização dos personagens é muito profunda.

Lidar com personagens demais também, torna a narrativa mais complexa e limitada, para que não pareça algo forçado (como é o caso), onde todos os personagens sabem sempre de tudo, milagrosamente, onde todos agem em uníssono, deixando ver claramente a mão da autora na condução da trama.

O final foi extremamente fraco, apesar de eu ainda amar o Gued, a Tenar (o Lébannen não mais). A Tehanu foi uma personagem que caiu de paraquedas no quarto livro, assumindo ares de protagonista aqui e ali e, apesar do mal que ela sofreu, em momento algum me senti ligada a ela, pois não temos um ponto de vista dela sobre nada, inclusive sobre a própria estória dela mesma.

Enfim, o quarto livro ainda gostei muito, apesar de não ter sido tão espetacular quanto os três primeiros. A explicação sobre os dragões e a magia do mundo foi maravilhosa, mas só isso mesmo.
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Fabão 01/08/2010

Inconsistente
Simplesmente uma continuação de "Tehanu, o Nome da Estrela". Assim sendo, tão decepcionante quanto.

o Ciclo Terramar começou como uma das sagas mais emocionantes que já li, praticamente engoli os três primeiros livros para acompanhar a saga do Gavião. Porém, nas duas últimas obras, que diga-se de passagem foram escritas quase 20 anos após as 3 primeiras, a autora simplesmente pegou tudo que ela construiu, jogou no lixo e tentou calcar sua história em alicerces mal fixados e pouco desenvolvidos.

Acredito que a cabeça da autora, bem como a visão que tinha de sua própria obra, mudou tanto nos anos que se deram entre o 3° e o 4° livro que ela perdeu o prumo da narrativa, transformando o Arquimago Gued e o Rei Lebánnen, seus 2 personagens mais profundos e consistentes, respectivamente, em um velho inútil e um homem de meia idade inseguro com o casamento com uma jovem.
Leonardo 02/08/2010minha estante
Concordo completamente, eu não consigo entender porque a autora fez isso com uma série que beirava a perfeição. Prefiro considerar a série como uma trilogia e ignorar esses dois livros.




Graci 26/03/2021

O melhor livro do Ciclo Terramar, superou todos os outros.
O único probleminha são os capítulos longos.
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blacktonks 31/01/2021

Me sinto órfã!
Concluir uma saga é sempre doloroso, é necessário dar adeus a personagens que conviveram comigo por um bom tempo.

O desfecho desse ciclo foi épico. Chorei bastante e passei uns dias absorvendo o que tinha acontecido. Apesar de que outras pessoas não gostem, eu gostei bastante e achei um final digno.
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blacktonks 31/01/2021

Me sinto órfã!
Concluir uma saga é sempre doloroso, é necessário dar adeus a personagens que conviveram comigo por um bom tempo.

O desfecho desse ciclo foi épico. Chorei bastante e passei uns dias absorvendo o que tinha acontecido. Apesar de que outras pessoas não gostem, eu gostei bastante e achei um final digno.
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Jess 03/02/2021

Li o ciclo inteiro de uma vez, que alegria, que companhia maravilhosa. Le Guin escreveu uma história tão potente e tão humana, trazendo reflexões sobre a vida, a mortalidade, a conexão com o mundo, responsabilidade pelo conhecimento e também questões de gênero. Brilhante!
Ao contrário das outras resenhas do livro, acho muito interessante a introdução de novos personagens e a crescente importância da Tehanu. Acho de uma complexidade e profundidade incríveis a escolha de não focar em Gued ou no rei (personagens que em histórias convencionais seriam os grandes nomes) apresentando uma desconstrução da figura do herói invencível.
O livro também fala sobre as consequências do rompimento do ciclo do mundo em busca da manutenção da imortalidade individualista, em que um povo abre mão do equiíbrio para sobreviver em uma não-vida, somente pela manutenção mesquina do "eu". E como isso deve ser derrubado, como os muros da terra árida, devemos aceitar a vida, a morte e seus movimentos e entender que a imortalidade se dá ao renascermos em outra matéria e forma, juntando-nos ao mundo.
Ah, como vai me fazer falta.
Recomendo o vídeo do canal ora thiago, chamado "Matrix e o significado da Ficção Científica" que cita a Le Guin e fala sobre como autorxs fora do cânone escrever ficção científica por meio de um outro prisma
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