Branco Como a Neve

Branco Como a Neve Salla Simukka




Resenhas - Branco Como a Neve


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Tati 26/05/2020

Divertido
Como o primeiro livro da trilogia esse é extremamente intrigante e divertido. Novamente achei o mistério um pouco previsível porém isso não tira a diversão do livro. Lumikki continua sendo uma ótima personagem e a história dela ainda é um mistério que eu espero ser resolvido no último livro.
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Vivi 22/05/2020

Branco como a neve é o segundo livro da trilogia Branca de Neve. Nele, Lumikki embarca em uma viagem para Praga, para espairecer, após tantos acontecimentos marcantes em Vermelho como sangue. Já na capital da República Checa, a jovem finlandesa conhece Zelenka, a qual afirma ser sua irmã e a leva para conhecer a "família", e a partir daí, o mistério instala -se.

Vermelho como sangue, o primeiro livro da trilogia, termina com um final bem fechado, não dando margem para que a continuação da serie fosse pautada na mesma história. Logo, branco como a neve possui um enredo totalmente diferente.

Diferente do primeiro livro, esse me prendeu mais, fazendo com que eu ficasse curiosa para saber o que aconteceria em seguida. Achei a narrativa melhor desenvolvida, e a exploração da personagem principal também foi feita de forma mais profunda. Foram apresentados ao leitor flashbacks da vida de Lumikki, centradas em um amor passado, o que nos faz entender um pouco mais da jovem. Porém, as cenas não aparecem mais a partir dos últimos capítulos.

Algo que me incomodou foi o fato de Lumikki sempre conseguir sair de situações perigosas muito facilmente, sem muitos empecilhos, escapando de forma simples. Além disso, o mistério que se instala poderia ter sido mais bem explorado, criando um ambiente que nos trouxesse a sensação de avidez pela descoberta, o que não aconteceu para mim.

Conforme a narrativa se desenrolava, a espera do plot twist se instalava, fazendo com que eu criasse a expectativa de que algo grande e revelador fosse acontecer, pois bem, não foi assim que se deu. Quando a incógnita é desvendada, não há um grande choque, pois essa é feita de modo superficial, sem ter "preparado o terreno" antes, sem ter criado o sentimento de pré descoberta, sendo esse que nos deixa até sem respirar, esperando o BUM.

Apesar dos pontos negativos, Branco como a neve é uma leitura fluida, pois mesmo sem despertar avidez, nos traz um sentimento de curiosidade para saber como aquilo se encerra. Junto a isso, tem se a escrita simples e um livro curto, o que facilita a leitura.

Para um thriller, que deveria trazer suspense e tensão, Branco como a neve é até confortável de se ler.
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Juliane.Teixeira 08/05/2020

É bem melhor que o primeiro, mas ainda se perde um pouco.
Por ser um livro de suspense é estranho todas as informações serem dadas de bandeija e de cara, você não precisa nem chegar ao meio do livro para sabed o final.
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Cecilia Domingues 24/04/2020

Branco como a neve é o segundo livro da trilogia, continuação de Vermelho como sangue.
Foi uma leitura difícil de terminar, apesar do livro ser pequeno. Não achei que a autora conseguiu desenvolver bem a história, que tinha condições de ser boa. Deu soluções óbvias e muito fáceis aos problemas que surgiam à protagonista e eu senti que a narrativa (principalmente o final) foi corrida. O cenário da trama foi positivo, a representatividade de um dos personagens que é citado na história também, mas foi apenas isso. Esperava mais.
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Nathy @peculiareslivros 12/02/2020

Livro muito bom, mas podia ter sido melhor
Resenha completa no Instagram @peculiareslivros


Eu gostei desse livro, mas acho que tiveram alguns momentos que podiam ter focado menos no drama, e mais no mistério. Ainda assim, foi um bom thriller e eu teria querido ler o terceiro, se tivesse sido lançado aqui, mas infelizmente não foi.
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Sasa 28/12/2018

MANOOOOOOOOO, ESTOU EM SURTO ETERNO.

Eu já havia lido o primeiro e já amava a Salla, aquelas né, e a escrita dela. E, pessoalmente, eu gostei mais desse, acho que foi pelas coisas que foi revelado, nada muito PÁH e que interfere no livro anterior. E cara, nas palavras Bel Rodrigues, que final foi esse.
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aleitora 12/03/2018

O amontoado de mentiras fica cada vez maior e... melhor!
Olá skoobers, podem ler essa resenha sem medo, pois não possui spoiler do primeiro livro. E, só para lembrar, apesar de possuir referências tanto na história quanto no título, a trilogia não é uma releitura do conto dos irmãos Grimm, ao que parece, a autora é apenas uma fã dos contos de fadas.

Enquanto que no primeiro livro Lumikki caiu de paraquedas no meio de uma confusão envolvendo euros manchados de sangue e se tornou alvo de bandidos de uma grande organização criminosa, em Branco como a neve ela é pega de surpresa quando, meses após as confusões envolvendo a máfia russa, ela decide viajar para Praga e lá acaba sendo a única pessoa capaz de ligar um homicídio disfarçado de acidente a um possível assassinato.

Lembram que no primeiro livro a garota dizia que vinha de uma família de segredos? Pois então, ela diz isso devido a diversas lembranças em que os pais citam ter “perdido” alguém quando ela era ainda muito nova para entender o que eles estavam dizendo e recordações de tensos momentos de silêncio quando ela os flagrava em conversas sussurradas. Então, quando uma estranha chamada Zelenka a aborda nas ruas de Praga e se apresenta como sendo sua irmã, filha de seu pai e fruto de uma traição antes de Lumikki nascer, a garota acredita que finalmente descobriu o grande segredo dos pais.

Por isso quando um membro da família da suposta irmã é atropelado e morre em um acidente logo após ser visto num café na companhia de um jornalista e aparentando estar muito nervoso, o acidente no mesmo dia se torna muito suspeito. Lumikki poderia até ignorar suas desconfianças, afinal, tudo que ela menos precisa é se envolver em mais uma situação perigosa, mas preocupada com a segurança da irmã recém descoberta, Lumikki embarca em mais uma investigação que põe sua vida em risco.




Na primeira tentativa de desvendar o mistério, Lumikki coloca em risco toda uma conspiração que está sendo arquitetada há anos por uma seita secreta cujo propósito pode colocar em risco toda a nação. Mais uma vez Lumikki se vê lutando para sobreviver e sendo perseguida por um assassino treinado e pago para eliminá-la. Dessa vez a garota não conseguirá sozinha e procura ajuda em alguém que está conectado a conspiração de uma forma que eles sequer conseguem imaginar.

Desvendar as intenções da seita secreta pode ser um perigo ao qual a garota pode não ter forças para escapar ilesa mas encontrar as respostas para as perguntas que se formam em sua cabeça pode ajuda-la. Porque a família de Zelenka age tão estranhamente? Será que a garota é um peão inocente ou faz parte do plano maior? E a pergunta mais importante, seja lá o que for que eles planejam, Lumikki será capaz de impedi-los? Só lendo para descobrir meus amores.



A edição é tão bonita quanto a primeira, apresentado uma diagramação digna da excelente história e isso vocês podem conferir pelas fotos da resenha e para quem tem dificuldade com letras pequenas uma boa notícia, a fonte utilizada neste livro e no anterior é bem grandinha.

Branco como a neve apresentou uma narrativa bastante envolvente e bem desenvolvida, não via a hora de descobrir os propósitos da seita e de saber mais sobre Zelenka e sua estranha família e encontrar respostas para os obscuros segredos da família de Lumikki e não me decepcionei ao desvendá-los. O final foi bastante intenso, de tirar o fôlego mesmo, foi perceptível a melhora na narrativa do primeiro para o segundo livro e esse com certeza me deixou ansiosa para o desfecho, e que venha o terceiro livro, Preto como o ébano. Leitura recomendada.

site: http://www.revelandosentimentos.com.br/2017/07/resenha-branco-como-neve.html
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Núbia Esther 18/01/2018

Depois de se ver envolvida nos negócios da máfia e quase acabar perdendo a vida, Lumikki decide dar um tempo e escapar da Finlândia para aproveitar as férias. Com ela desembarcamos em Praga, mas longe de se ver livre do perigo ela acaba envolvida no misterioso passado de Zelenka, que alega ser sua irmã. Zelenka chega provocando as memórias de Lumikki e com uma vida repleta de restrições junto a pessoas cheias de reservas e com um ar de seita religiosa que não passa despercebido a Lumikki, que após ter um vislumbre da casa onde a pretensa irmã mora fica determinada a desvendar os segredos do lugar antes de ir embora.

“A história de Zelenka era coo uma pela de um quebra-cabeça, que cabia em um lugar que incomodava a vida de Lumikki há mais tempo do que podia se lembrar. Ela sempre soubera, sentira e pressentira que sua família escondia algo. Havia algo grande de que eles não falavam, mas que às vezes invadia os cômodos de tal maneira que se tornava difícil respirar. A tensão do pai. Os olhos tristes da mãe, até mesmo marejados. Discussões, que paravam quando Lumikki chegava.”

(Página 16)

Jiří Hašek é jornalista investigativo e está trabalhando no rastro de uma misteriosa seita. Não é uma grande surpresa que esta seita tenha relação com o lugar onde Zelenka mora e que Simukka dê um jeito de reunir Lumikki e Jiří e os lance em uma busca por uma verdade que transformará sua protagonista em um alvo ambulante. Pode não ser surpresa, mas a união dos dois adicionou uma boa dinâmica à trama. A história envolvendo a seita é bem intricada e cheia de interesses escusos de gente poderosa que orquestraram um final digno de capas de jornais. Isso realmente rendeu uma conclusão com um ritmo alucinante, mas resolvida de um jeito tão fácil que acabou revestindo Lumikki com ares de heroína que beiram o irreal.

Uma característica da trilogia de Simukka é que os livros são ligados apenas no que diz respeito à vida pessoal de Lumikki, a qual inclusive tem muito pouco enfoque no primeiro livro. A parte detetivesca tem histórias únicas, que se iniciam e se encerram no livro em que são tratadas. O envolvimento de Lumikki com a máfia ficou lá em Vermelho como Sangue, assim como a história da seita encontra seu fim aqui. No final das contas, relevando o background pessoal de Lumikki, os livros podem até mesmo ser lidos como livros únicos sem grandes perdas de informações. Por isso, foi um alívio que diferentemente do que fez no primeiro livro, neste Simukka tenha investido muito mais no background e no psicológico de sua protagonista. Todo o passado de Lumikki, revolvido pela alegação de Zelenka, ganha um grande enfoque ao longo da trama. Seu relacionamento (ou a falta dele) com os pais, as memórias de uma garotinha que ela não sabe quem é, o relacionamento amoroso (que pode até causar um estranhamento inicial, mas que foi tratado de forma bastante natural pela autora) que não terminou bem, mas que talvez ainda não tenha terminado realmente (assim espero). Sabiamente Simukka preparou um bom gancho utilizando o passado de Lumikki. Um capaz de prender o leitor até que a verdade finalmente seja revelada no próximo livro. Agora ela realmente conseguiu me deixar curiosa para descobrir como tudo isso será trabalhado no último volume da trilogia. Leitura despretensiosa, para passar o tempo.

[Blablabla Aleatório]

site: https://blablablaaleatorio.com/2018/01/06/branco-como-a-neve-salla-simukka/
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Kelly 05/01/2018

Branco Como a Neve
Depois de toda loucura em que esteve envolvida, Lumikki achou que era o momento certo para dar uma pausa e tirar as tão merecidas férias. Praga, enfim, acabou sendo o seu destino final. Mas é claro que o perigo a encontraria novamente, no entanto, agora na forma humana. Em um dia qualquer de descanso e histórias, a garota é surpreendida por uma jovem que se diz sua meia-irmã. Seria estranho e provavelmente uma coincidência muito bárbara, não? Mas Lumikki quer voltar a acreditar nas pessoas, então dá uma chance para que a mulher estranha conte à ela toda a sua angústia. Só que Lumikki não imaginava quantos segredos haviam escondidos pelas ruas de Praga.

Seria possível uma mulher sem contexto virar a vida de Lumikki de cabeça para baixo de um dia para o outro? Quando a jovem se rende a conhecer Zelenka de forma mais intensa, começa a se questionar sobre sua própria existência e sobre o relacionamento que tem com os pais. Ela se vê perdida e, ao mesmo tempo, curiosa sobre a situação. Dando um voto de confiança à mulher, Lumikki tenta associar as histórias contadas ao seu passado, mas a jovem sente que há algo errado em toda essa descoberta. Zelenka não é uma pessoa normal, com sentimentos comuns e expressões fáceis, ela exala medo e desconfiança. Ao ser convidada para conhecer a família de Zelenka, Lumikki se depara com o perigo, mas, desta vez, não é ela quem está correndo o risco.

Jiri Hasek é um jornalista investigativo que está juntando provas sobre uma seita secreta. A publicação correta de uma matéria como esta certamente o colocará no topo de sua carreira, mas ele precisa de testemunhas, de pessoas que realmente estejam dispostas a falar sobre o assunto, o que o leva até Lumikki. No entanto, isso também requer cuidado, pois sua identidade precisa ser mantida, e lidar com pessoas perigosas pode ser o fim de tudo que sonhou. Por isso, agora, os dois precisam correr contra o tempo para salvar suas próprias vidas e a de muitas outras pessoas.

Em Branco Como a Neve, pude perceber certo amadurecimento por parte da personagem principal com relação ao primeiro volume da trilogia. Ela está mais confiante, mais determinada e pronta para qualquer situação inesperada, mas, assim como no primeiro livro, a história narrada de forma rasa me incomodou muito. Eu levei dias para terminar a leitura desta continuação, sendo que a obra só tem 200 páginas. Isso atrasou todas as outras leituras que deveria fazer e, pior, não acrescentou nada na minha concepção como leitora. Eu precisei ler inúmeras resenhas já publicadas sobre o livro para conseguir me lembrar da história.

Admito que coloquei um pouco de expectativa nos novos personagens da trama, mas acabei me deparando com criaturas tão superficiais quanto as primeiras. Eles não possuem características descritas e os pontos citados são muito básicos, não construindo por completo a visão de cada um. Além disso, o desfecho de todo o caso envolvido é extremamente previsível, dando a entender até os detalhes do que só vai acontecer, de fato, no final.

site: http://www.caligrafando-te.com
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Jaque 12/11/2017

Uma boa leitura, e só.
Lumikki está em Praga, a fim de mudar de ares e esquecer um pouco tudo o que passou, ela coloca a mochila nas costas e o pé na estrada.

Durante essa viagem naquele lugar incrível, a garota é abordada por Zelenka, que ela nunca viu antes na vida, mas que jura ser irmã dela, fruto de um caso extraconjugal. Um pouco perturbada por esse fato inédito e pelo fato da misteriosa encontra-la justo ali, a garota demonstra resistência de inicio.
Com o tempo, Lumikki percebe que Zelenka esconde algo, e que também não parece estar bem. Curiosa ela começa a investigar para descobrir se, a história daquela garota e a ligação que ela diz ter com Lumikki são verdadeiras.

A partir desse ponto, Lumikki se vê envolvida numa teia de mistério entre uma seita e um tipo de conspiração corporativa. E mesmo que ela não saiba, Zelenka é uma vítima no meio de tudo isso.
Eu não tive a oportunidade de ler o primeiro livro, mas encarei esse como se fosse uma história a parte, e não foi ruim. Mas com isso, não posso comparar a evolução da personagem. Porém, posso dizer que gostei de Lumikki, se mostrou uma personagem forte, de personalidade marcante e bem esperta.

A relação entre Zelenka e Lumikki, surpreendentemente, se torna cativante ao longo do livro. Os demais personagens não tiveram tanto destaque, então, a meu ver, passaram batido.
A história é bem amarrada e o desfecho do livro não deixa pontas soltas. Embora haja uma continuação da série, esse livro pode ser livro de maneira independente como fiz. Claro, vai rolar curiosidade naqueles momentos em que Lumikki cita algo que viveu no livro anterior, mas fora isso, não atrapalha em nada a leitura.

É uma boa leitura, mas nada que nos surpreenda tanto.
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Fabi | @psamoleitura 15/08/2017

{resenha feita no blog PS Amo Leitura}
"Branco como a neve" é o segundo livro da trilogia Branca de Neve, sendo o primeiro livro "vermelho como o sangue" (resenha).

Falar sobre um segundo livro de trilogia/duologia/série é algo realmente difícil. Após todos os acontecimentos em "vermelho como sangue", Lumikki viaja para Praga. É a sua chance de se livrar de Finlândia e deixar para trás tudo o que aconteceu, tudo que presenciou. Tudo que Lumikki deseja é ser uma garota normal.

A vida de Lumikki começa novamente a mudar quando ela conhece Zelenka: uma jovem repleta de mistérios e que lhe diz coisas que a faz pensar que viveu uma mentira durante toda a sua vida. Ela revela um segredo à Lumikki: acredita ser sua irmã. Como seria possível? Então não demora muito para ela sentir-se envolvida com a garota e a fazer parte de seu mundo.

O que Lumikki não sabe é que ela irá enfrentar novos problemas em Praga. Fugir da máfia não foi o suficiente. Agora Lumikki enfrentará uma seita secreta e só terá uma chance para salvar vidas.

Quando finalizei "vermelho como o sangue" eu havia dito que caso não houvesse continuação, tudo bem, pois o final foi bem explicativo. Em "branco como a neve" não foi diferente. Todos os acontecimentos se desenvolveram e foram bem explicativos em todo o livro. Sei que ainda há mais um livro (Preto Como o Ébano - ainda nada sobre lançamento aqui no Brasil), e eu me pergunto o que Salla irá nos apresentar.

É possível perceber a diferença que a personagem apresentou no decorrer das estórias. No livro anterior, Lumikki era apenas uma garota inocente e que estava fugindo de problemas da máfia. Já nesse segundo livro da trilogia, Lumikki já sabia como lidar quando estava em uma situação de perigo fazendo com que fugisse com mais facilidade. Mostrou-se uma garota forte e capaz de enfrentar todos seus medos por aqueles que ela ama.

Como o cenário do livro é narrado em Praga, somos apresentados também a outros personagens e de grande importância na estória. Mas assim como em "vermelho como o sangue", não consegui me apegar totalmente à eles, porém consegui gostar mais de Lumikki nesse segundo desenrolar da estória.

Assim como o livro anterior, continuo buscando respostas. Como o livro não apresentou total explicações, espero ao menos que o último solucione alguns problemas em aberto e tudo tenha um final digno.

site: http://psamoleitura.blogspot.com.br/2017/03/resenha-branco-como-neve.html
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SahRosa 17/07/2017

Resenha exclusiva do blog Pobre Leitora (blog que sou colunista)
Quando finalizei Vermelho como o Sangue eu não tinha certeza se iria continuar a série, pois mesmo que o livro tenha me agradado um pouco, não tinha se sobressaído como o esperado. No entanto, com o anúncio de Branco como a Neve e constando essa linda capa, como resistir? Com pouco mais de 200 páginas, este segundo volume da série Branca de Neve pode ser lido rapidamente, a escrita de Salla Simukka é envolvente, porém até simples demais, a trama em si tem um fio do ótimo, mas faltou um aprofundamento e desenvolvimento melhor por assim dizer.

Todos os acontecimentos envolvendo Lumikki são intensos, mas a facilidade que ela escapa de tudo é surreal, ou ela é muito sortuda ou realmente habilidosa... Até dá para relevar estes e outros furos no enredo por conta de outros pontos interessantes da trama, como os segredos da família de Lumikki e as pessoas misteriosas que a personagem encontra ao longo do enredo. O mistério sem dúvidas é o ponto alto da trama, desde o surgimento de Zelenka como a irmã perdida da protagonista, como o próprio comportamento da mesma perante algo perturbador que passa a ligar as possíveis irmãs.

No entanto a ação, a investigação e até o desfecho acabam pecando, sendo pouco explorados e tendo a conclusão ou muito fácil ou rápida demais. Mas ainda assim, Branco como a Neve e seu antecessor são leituras boas, entretém e envolvem, este segundo volume consegue superar o primeiro livro, mas não é excepcional, é uma leitura “Ok!”. Mas independente disto, eu quero continuar a série principalmente para saber o desfecho de toda aventura de Lumikki. A narrativa é em terceira pessoa, sendo seu maior foco na protagonista e em outras situações nos demais personagens, os capítulos sempre possuem um gancho bom, fazendo com que a leitura se torne envolvente e mesmo com os pontos fracos, Branco como a Neve é um livro que te deixa grudado nas páginas, mas não passa disto, não há algo entre surpreendente ou que faça o leitor cair de amores, ou seja, é um enredo bom mas faltou tempero.

Quanto aos personagens, talvez só Lumikki tenha um aproveitamento legal, neste livro temos mais um vislumbre do passado da personagem, mostrando o motivo do porque ela é um pouco fria e com dificuldade de aceitar a aproximação de outras pessoas, foi um detalhe legal de conhecer e que preenche algumas lacunas de Vermelho como o Sangue. A respeito da edição, a diagramação é simples, fonte confortável, detalhes na numeração dos capítulos, folhas amareladas, tudo muito bem vindo para proporcionar uma boa leitura. A capa é muito bonita, gosto bastante da arte feita para a trilogia, a revisão também merece destaque pois está ótima. Enfim, apesar das ressalvas e mesmo parecendo que há mais pontos negativos que positivos, acredito que esta é uma série legal e recomendo caso se você tem interesse.

site: http://pobreleitora.blogspot.com.br/2017/05/resenha-branco-como-neve-salla-simukka.html
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Gramatura Alta 19/06/2017

Um dos motivos de ter gostado de VERMELHO COMO O SANGUE, cuja resenha você pode ler AQUI, foi a personagem principal, Lumikki. Ela, apesar da pouca idade, tenta não se meter em confusão, principalmente na dos outros, mas quando entra, na maiorias das vezes de forma acidental, não sai delas até resolver tudo. Não importa o quanto for perigoso.

Desta vez, ela se vê às voltas com Zelenka, uma irmã que não conhecia, uma vez que seu pai parece ter tido um relacionamento extraconjugal sem ninguém saber, e que está envolvida com um seita de fanáticos religiosos, cujo líder planeja fazer algo terrível. Para tentar livrar a irmã dessa seita, ela precisa descobrir quais as verdadeiras intensões deles, fugir de um assassino contratado e descobrir quem mais está envolvido.

A narrativa segue a mesma linha do primeiro livro, bem direta, pouco descritiva, com trechos de suspense e tensão. Descobrimos um pouco mais sobre o passado de Lumikki, bem como o relacionamento que ela teve. Inclusive, até nesse relacionamento vemos que a garota é bem diferente da maioria, porque ela não se apaixona por um homem, digamos, normal.

Entretanto, apesar da trama prender a atenção do leitor, senti falta de uma continuidade com relação à revelação que é feita ao final do primeiro livro, sobre as gêmeas mafiosas. Sinceramente, achei que o segundo livro desenvolveria a relação das duas com Lumikki, mas elas sequer são mencionadas. Talvez tenham ficado para o último volume da trilogia. Pelo menos, espero que sim.

Uma coisa que dá para reparar em BRANCO COMO A NEVE, é uma melhora nos trechos de ação. As partes onde Lumikki precisa se esconder e fugir do assassino, são bem elaboraras, e uma delas, inclusive, consegue ser visualmente sensual. Ficaria curioso como seria adaptada para um filme.

As habilidades de Lumikki para escapar das situações perigosas em que se mete, continuam surpreendentes. E acho que é isso que me encanta na personagem. Ela consegue encontrar soluções que são críveis de serem usadas por qualquer pessoa que consiga se manter calma para raciocinar. Ela é daquelas pessoas que não precisa procurar por um problema, o problema que procura por ela.

BRANCO COMO A NEVE está no mesmo nível do primeiro livro, o que me deixou bastante satisfeito, porque tinha medo de que isso não acontecesse. Agora, resta esperar a editora lançar o próximo. :)

site: http://www.gettub.com.br/2017/06/branco-como-neve.html
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