Sábado à Noite

Sábado à Noite Babi Dewet




Resenhas - Sábado à Noite


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Gui Liaga 17/06/2010

SAN
Muitos podem falar que a minha opinião sobre Sábado à Noite é suspeita, afinal a Babi é uma das minhas melhores amigas, mas eu tenho um argumento em minha defesa que excluí qualquer tipo de favoritismo. Eu nunca tinha lido SAN até receber a versão livro. Não sou uma pessoa antenada nesses lances de ser fã e internet, até porque não tenho muita paciência para ler em pc, por isso só sabia de SAN porque era a fic que a Babi escrevia. Durante os anos de produção da história, e dos nossos de amizade, eu escutava a Babi comentando como as pessoas mandavam email e diziam que amavam a história. Contudo, eu só tomei conhecimento da grandeza da 'coisa' quando ela me mostrou as centenas de comentários e recados que fãs mandavam, foi quando sentenciei: "Você precisa transformar isso em livro!". E lá fui eu perturbar a cabeça dessa branquela loira todo santo dia, até que ela tomou coragem e me mandou a primeira versão de SAN - livro! E sabe o que foi mais engraçado? Ela usou os nomes de nossos amigos e situações que vivemos para dar mais autenticidade à história! Resultado: Sábado à Noite saiu do computador como uma das fanfics mais famosas do país para as páginas de um livro. Um sonho - que eu também me sinto orgulhosa de compartilhar.

Desculpa a introdução e vamos ao que interessa: a sinopse da história. Sábado à Noite, como muitos sabem, foi inspirada na banda britânica McFly. Na história original, de fanfic, cada música era do grupo e era usada pelo protagonista como uma forma de dizer o que estava sentindo para a sua amada. Já na versão do livro, por uma questão de direitos autorais, as letras e nomes das canções foram modificadas, mas a essência continua a mesma.

Amanda era uma garota normal, que adorava brincar com seus amigos e não levava as coisas da vida a sério, mas um dia ela cresceu, encorpou e virou uma das garotas mais bonitas da cidade. No colégio ela é a popular e líder do seu grupo de amigas, não tem uma só pessoa que não deseje pelo menos dizer oi para ela. Seu melhor amigo, desde da época do maternal, Bruno, é um encrenqueiro e vive se metendo em confusão com seu grupo! Eles são conhecidos como os marotos. Mas para não queimar muito o seu filme, eles evitam conversar em público. Mandy, como é chamada pelos mais íntimos, vê seu mundinho perfeito ser sacudido quando percebe que não esqueceu um antigo amor. E, além de ter que lidar com o fato de que ele não é bem visto pela galera do colégio, ela desconfia que uma das suas melhores amigas também está apaixonada por ele. E aí? Até onde vale trocar uma amizade por uma paixão? Para piorar, a professora de educação artística inventa um novo feriado romântico onde duplas, escolhidas por ela, terão que apresentar músicas românticas! E vale metade da nota da prova! Já imaginou se um dos marotos é eleito como o seu par? Como se não bastasse tudo isso, ela tem um ex-namorado pé-no-saco e metidinho, que vive infernizando a sua vida. Problema demais pra uma garota de apenas 16 anos, né? Não. O diretor do colégio resolve criar bailes todo sábado à noite para os alunos interagirem mais e uma banda misteriosa é contratada! Eles são talentosos, cantam bem e fazem todo mundo curtir uma boa festa, mas ninguém sabe quem são, afinal os quatro garotos tocam com máscaras brancas! Enquanto Amanda luta para não machucar uma amiga, para afastar os pensamentos de Daniel e mudar quem ela é - porque ela nunca quis ser alguém que discriminasse uma pessoa só por ela não ser popular -, o guitarrista da banda canta a sua dor e as suas paixões todo sábado à noite.

Essa é uma história sobre um amor jovem, forte e bonito. Vai fazer você querer xingar a protagonista, se apaixonar pelos marotos e suspirar ao ver o quanto é complicado a vida de um adolescente.

Espero sinceramente que vocês gostem, é um livro delicinha de se ler. E escrito por uma pessoa talentosa, que vivenciou tudo isso e entende como ninguém a cabeça de uma menina apaixonada.

Beijos,
Gui Liaga - a Guiga da história.
Lili 17/06/2010minha estante
Adorei a resenha! Fiquei com mais vontade ainda de ler o livro. hehehe


Sa 26/09/2011minha estante
Gostei muito da resenha e fiquei com muita vontade de ler o livro!!!
Ainda mais que saiu de uma fic!


Aimée 26/11/2011minha estante
Já tinha vontade de ler o livro, agora sabendo que era uma fanfic de McFLY e que o personagem principal é o Danny minha vontade triplicou.


Ari 05/05/2014minha estante
Ninguém mais pode ver o que ela postou no blog dela ,do livro ?




Pam Gonçalves 06/07/2010

Garota It adverte: Esse livro causa dependência, insônia e crise depressiva.
Certo, ignorando as brincadeiras Esse é o primeio livro da querida blogueira Babi Dewet. Sábado à noite é uma adaptação de uma fanfic de mesmo nome da autora. Lançado de forma independente e com ajuda de seus amigos. Foi um grande sonho da Babi, e por suas reações no twitter ela está muito feliz! E não era para menos. O livro é incrível!

A história é normal, mas ao mesmo tempo muito original. O universo é o Ensino Médio, com grupinhos de alunos: os populares, as populares, os nerds, os perdedores A Babi conseguiu fazer algo original, com um cenário que já tinham esgotado quase todas essas possibilidades.

Os personagens são expressivos e de personalidade única. Os Marotos fazem as melhores cenas, sendo engraçadíssimos e com tiradas ótimas. Sério, tem frases super profundas com pitadas de humor. Ei, tem algum Caio de ursinho de pelúcia aí? To comprando!

A principal pergunta do livro envolve Amizade x Amor. Até que ponto somos capazes de ir, ou qual deles escolhemos? Amanda está em um dilema, mesmo que talvez ela tire conclusões muito precipitadas, afinal ela pensa que a amizade está sendo testada. Mas será que é realmente isso? O livro não fala com todas as palavras, mas para mim não é. Enquanto a garota sofre por não saber como lidar com essa situação, faz o amor de sua vida sofrer também.

Eis que tudo vai por água abaixo por causa dela. Ou quase tudo vai, já que ainda há esperança. Nós, leitores, ainda conservamos a vontade que tudo se ajeite. E é aí que vem a parte mais tensa do livro. Aquelas que você torce para que acabe bem, tem certeza que é isso que vai acontecer até que tudo acontece e você não sabe como isso pode ser verdade. Ela/Ele não pode ter dito e feito isso! Alguém fala alguma coisa! Sai correndo caramba, vai atrás!. Mas vê que não é possível, tudo já está escrito e a história termina assim. Eu chorei. Senti muito.

A Babi não tem pena da gente, e plantou em nossa cabeça a grande dúvida. Quem foi o mais errado? A Amanda ou Daniel? A história é linda, as atitudes são completamente reais. Porque você para e pensa: Isso realmente pode acontecer. Mancadas de adolescentes, atitudes idiotas e impensadas, movidos a sentimentos que estão a flor da pele em todo adolescente.

A resenha ficou enorme e ainda estou querendo falar muito mais. Parabéns Babi e todos os envolvidos. O trabalho ficou maravilhoso. E estou esperando por mais, muito mais! Quero saber o que acontece! Afinal, isso está só começando né?
Nathy 24/10/2015minha estante
Quero ler muito a trilogia, agora mais ainda com sua resenha




Karol 12/01/2012

Às vezes eu sinto uma necessidade exagerada do leitor nacional de dizer que determinados livros são ótimos, que tais autores são os melhores do mundo, que algumas histórias são as melhores já contadas em português e blá, blá, blá. Acho que o brasileiro tem muito daquilo de defender um produto nacional e se tornar instantaneamente cego para qualquer ponto "não tão perfeito assim" da obra, ficando meio xiita às vezes. Por isso, toda vez que eu vou resenhar um livro nacional aqui sinto um frio na barriga, com medo que hordas de fãs insanos venham me mandar à merda, me perseguir no twitter e no facebook, descobrir onde eu moro e mandar assassinos profissionais atrás de mim.

Aí eu lembro que meu blog é um nadinha perto da enorme blogosfera literária nacional, que quase ninguém me conhece e que minha opinião não tão importante assim e fico mais tranquila.

Dito isto, me volto para o livro da vez: Sábado à noite, da Babi Dewet.

Pra começar, digo que o livro é independente, logo, Babi arcou com todo o custo de produzi-lo, divulgá-lo e vendê-lo - até onde eu entendi. E pelo que pude notar, ela fez um bom trabalho. O livro tem uma quantidade legal de fãs no skoob e o nome dela resulta em quase 90 mil resultados no Google. Eu acho relevante. E considero uma vitória para todo mundo que quer ser escritor um dia - Ah e eu não fui pesquisar a história da autora e da publicação do livro tão a fundo assim então se eu falar alguma merda, sintam-se à vontade pra me corrigir.

Sábado à noite conta a história de Amanda e Daniel, dois adolescentes apaixonados que tem que ultrapassar algumas barreiras para ficar juntos. Por exemplo: Amanda é popular, Daniel é um loser; as amigas de Amanda evitam os amigos de Daniel como se fossem o capeta; eles todos são adolescentes retardados. O negócio é que a escola em que ambos estudam promove alguns bailinhos no fim de semana (o Sábado à Noite do título) e uma banda super cool toca nesses bailes, só que os caras são mascarados e ninguém sabe quem são - só o leitor e, sim, o Daniel faz parte da tal banda que não é o Slipknot (Ahhhhhhhhhh... D= ). Na mesma época dos bailes, uma professora surtada de Educação Artística inventa um trabalho em duplas pra unir pessoas que não se falam normalmente e, adivinhem?? Pois é. Bingo.

O livro é bastante intenso. Quem leu Crepúsculo vai se identificar com a escrita de Dewet: é "sugante" igual à da Stephenie Meyer. Eu simplesmente não conseguia largar a história, o negócio vicia de um jeito que, em qualquer segundo livre que tinha, eu abria o livro. Mas isso não quer dizer que a história seja perfeita...

Bem, para ser justa, o livro é bom. A história é interessante e tal, mas eu senti os personagens um pouco vagos. Os meninos são bem definidos até, por assim dizer, o segundo grau, entendendo que os protagonistas, Amanda e Daniel, são o primeiro grau. Amanda é uma sonsa. Na página 50 eu já estava odiando a menina com vontade. Já Daniel é o bobo apaixonado: bonzinho, engraçado, talentoso, fofinho... só que é um loser. Depois dos dois temos os grupos de apoio e é aí que o barato desanda um pouco. Amanda tem quatro amigas e Daniel quatro amigos e eles ficam sem personalidade, é tudo certinho demais. Os caras até que são legais mas as meninas... OMG, todas insuportáveis. A melhorzinha é a tal da Anna mas o sexo feminino não está bem representado nessa história.

Senti bastante a falta de personagens adultos na história. A mãe de Amanda aparece apenas uma vez. Os pais de Daniel são apenas citados. Todos tem 17 anos, bebem e dirigem, todos são absurdamente independentes. Em um livro escrito para pré-adolescentes e adolescentes seria necessário um pouco mais de cuidado com os exemplos. Por mais que todos nós sejamos descolados e blá, blá, blá, dar bom exemplo é sempre bom, né? Posso até ser chamada de careta\velha\arcaica mas quando eu tinha 17 anos não saía por aí bebendo e com caras de 17 anos no volante... E nem por isso minha adolescência foi uma derrota.

Enfim, o desenvolvimento do livro é o esperado e segue o roteirinho das comédias românticas - como não quero dar spoilers não vou especificar o roteiro aqui, ok? - mas eu sou menina e adoro uma comédia romântica, então curti o romance de Daniel e Amanda. Tem uma ou outra coisa que me incomodaram no enredo mas, no todo, é uma leitura bastante divertida. Acredito que Babi Dewet vá, com o tempo, se tornar uma grande escritora e podemos esperar muitos livros para menininhas por aí. Falta um pouquinho pra ela chegar ao nível da Paula Pimenta mas, com certeza, está indo pelo caminho certo.

Para concluir, recomendo Sábado à Noite para meninas. Quanto mais novas e menos céticas forem melhor, pois em alguns momentos dá vontade de fechar o livro e sair xingando a tal da Amanda, na insanidade - ou virada no Jiraya, como dizem alguns amigos meus. É bem aquela coisa: depois que a gente sai da adolescência fica mais complicado ter saco pra certas neuras mas, com paciência, o livro corre muito bem. Recomendado.

=)

PS: Baixei a playlist do livro.
PPS: To com "nostalgia de adolescência". Quero voltar para 2004 agora mesmo!
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Rah de Oliveira 19/08/2010

Sábado à Noite, só pela capa já conquista. Que capa incrível é essa?
Já tinha começado a ler uns pedaços da fanfic, a que deu origem ao livro, mas parei porque queria ter toda emoção de ler o livro mesmo.

A história é a coisa mais fofa. Tive meus atritos com a Amanda, muita gente teve, pelo que andei lendo em resenhas, haha. Ela é tão volúvel e dramática, faz de tudo uma tempestade em copo d'água. Às vezes me irritava loucamente, haha.

Já o Daniel, ahh o Daniel. Não vou mentir que me irritei demais com ele também! Ele pode ser lindo, fofo, e tudo de bom, mas ô menino capacho e banana, ahuiahiahuia. Tinha hora que merecia uns tapas na cara pra acordar pra vida!

Mas acho que todos esses "defeitos" deles que temperaram a história e a deixaram bem mais deliciosa.

Temos também os marotos e os personagens secundários que não deixam nada a desejar. Os diálogos dos marotos, por Deus, um mais engraçado que o outro. Me pegava rindo alto às vezes. É cada confusão mais divertida que a outra.

E as cenas românticas? Leitor(a) se você é um romântico assumido, pegue esse livro pra ler, por favor!
Eu que tenho meio que um asquinho de romances melosos me derreti completamente! É aquele amor puro e fofo que a gente quer viver antes de morrer, sabe?

A trilha sonora também, é outra coisa incrível! A banda, as músicas, ai ai.

Agora, chegamos a parte polêmica, o final!
Muita gente odiou, chorou, se descabelou. Mas eu não! Tudo bem, soltei umas lagriminhas, aliás eu dei uma emocionadinha em várias partes do livro *-* Anotem, na parte do carro vocês vão chorar, ou pelo menos sentir os olhos marejarem, porquem, cruuuzes, é fofo demais!
Enfim, achei o final digníssimo, inclusive com um ótimo gancho para o próximo livro.
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Etiene 03/08/2010

Cadê uma editora para publicar este livro????
Eu terminei de ler "Sábado à noite" hoje um pouco mais cedo. Mas demorei um pouco para escrever a resenha porque eu precisava absorvê-lo totalmente.
Pessoalmente, eu amei o livro, os personagens são um pouco confusos inicialmente mas depois quando a autora segue o desenvolvimento de cada um deles vocês percebem que eles realmente tem personalidades diferentes e poderiam existir, acho que este é o grande mérito da autora, escrever sobre personagens que poderiam ser você ou eu, na realidade qualquer um de nós.
A história de Amanda e suas amigas e de Daniel e seus amigos é universal. Quem nunca sofreu com intrigas no colégio ou a pressão de querer ser popular e não ser um perdedor? Acho que todos. E quem nunca gostou do mesmo garoto que uma amiga? É por exatamente todas essas inseguranças e situações que vemos esses jovens passar e através disso os vemos crescer, acho que o crescimento de Amanda foi o mais notável entre todos os personagens. Amanda é uma jovem popular e querida por todos assim como suas amigas e Daniel é um maroto, como a autora define, um perdedor assim como seus amigos, ambos escondem que gostam um do outro e a cada música escrita por Daniel você só percebe o quanto esse sentimento é forte entre eles e o quanto eles se gostam.
Super recomendado para todos e as referências cinematográficas são ótimas também.
Por isso a minha pergunta do titulo, cadê uma editora para publicar esse livro?
A Babi fez um trabalho quase impecável, a capa é maravilhosa assim como a contra capa, adorei as opiniões das pessoas que já conheciam a fanfic que originou o livro e o marcador enviado com o livro é um dos meus favoritos.
Corra e compre o seu --> www.babidewet.com
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baunilha 28/06/2010

Todo mundo espera alguma coisa de um Sábado à Noite!
Sábado à Noite, ou simplesmente SAN é um livro que antes de tudo é um retrato de uma adolescência conturbada e ao mesmo tempo tranquila. Quando você lê a sinopse pode pensar: "ok, adolescentes, música, festa = sexo, drogas e muita encrenca". Se você leu Buble Gum ou Hell, da Lolita Pille é isso que você vai esperar porque é isso que as pessoas pensam que os adolescentes são: um bando de inconsequentes bêbados e drogados.

Então meu amigo (#BrunoFeelings) você está completamente enganado com SAN, porque o que vemos aqui é algo delicado, ingênuo e puro. O fato de duas pessoas se gostarem, não significa que elas queriam ou possam ficar juntas. Nem tudo conspira sempre a favor.

Romeu e Julieta tinham contra si o ódio de suas famílias. Abelardo era um filósofo e por isso não poderia ficar com Heloísa. Mas e Amanda e Daniel? O que faz com que dois jovens de 17 anos, aparentemente sem nenhum impedimento não consigam se entender?

Para entender Amanda é preciso entender o valor de uma amizade. Para entender Daniel, é preciso estar (ou já ter estado) apaixonado. Mandy e Danny são o típico casal que não se entende, mas que não consegue ficar separado. Mandy tem seus segredos e Danny não compreende isso. Danny tem todo um amor que Mandy não sabe se vale a pena trocar pela sua melhor amiga.

Sábado à Noite conta a história de todo adolescente: uma sequência de mal-entendidos. Porque a adolecência é assim, cheia de medos, de inseguranças, de contraditoriedade, de impulsividade de sentimentos que não se sabe explicar porque são novos e o novo sempre assusta.

Como toda história adolescente, SAN vem recheada de situações rômanticas, engraçadas, algumas tão fofas que te fazem fazer *ooownnnn* e outras que te deixam com raiva. E tem aquelas que te fazem chorar. E prepare-se, são muitas.

Como você pode ler na página da autora, SAN surgiu de uma FanFic sobre a Banda McFly, assim o livro tem muitas referências musicais e cinematográficas, afinal o que se pode esperar de uma bacharel em cinema apaixonada por música? SAN tem uma playlist própria que a Babi disponibiliza aqui e você já pode ir sentindo o clima do livro.

O livro tem uma narrativa em terceira pessoa que permite que o leitor conheça tanto o grupo de Amanda e suas quatro amigas, Danny e os seus amigos, os Marotos (ei, se eles fossem da minha escola, eu seria caidinha por eles – TODOS) que vivem uma relação de amor-ódio-desprezo.

As situações são simples, coisas do dia-a-dia, coisas completamente verossímeis. Você realmente acredita naquelas situaçãoes e a autora não tenta te fazer de idiota. Em nenhuma momento você pensa "ah, cara, tá bom… Cláudia, senta lá!"

A linguagem também não é complexa e os diálogos são atuais, com (poucas) gírias e perfeitamente adequada aos adolescentes de forma que você consegue acreditar que eles diriam aquilo como por exemplo uma situação em que Rafael está na casa de Bruno, jogando Mortal Kombat.

Não dá pra "frequentar" os bailes de Sábado à Noite sem querer dançar aos som de "She Loves You" dos Beatles. Não dá pra não querer "frequentar" as aulas de artes sentadinha sob uma árvore e seus jantares românticos nunca mais serão os mesmos se o cardápio não for miojo com brócolis.

Enfim, não dá pra não se apaixonar! Não dá pra não morrer de amor e ódio de determinadas situações. Não dá pra não se ver em algumas delas. Quem já foi adolescente, com certeza, vai se ver em alguma ou até em muitas das situações!

Talvez em alguns dias eu tenha capacidade de fazer uma resenha mais decente, mas ainda estou chorosa… Sinceramente, eu chorei bastante, em várias partes. Em várias “explosões” de sentimentos, de situações-limite e eu sou manteiga derretida e choro mesmo, não tem jeito. Assim, essa resenha foi toda 75% emoção e 25% razão.
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KariVegas 08/07/2010

Morri!
Quando conheci a Babi, não imaginava que dentro da cabecinha daquela pequena tinha tanta coisa boa. É claro que estou falando de Sábado à Noite, livro de estréia da jovem carioca (afinal, não sei ler mente, né gats?)! Como eu falei aqui, o livro é lindo por fora e todo bem trabalhado. Guess what? Dentro ele é assim também!

Conheça Amanda e suas 4 migs e Daniel e seus 4 migs. Amanda e Cia são populares, lindas e maravilhosas (quero as roupas dela!). Daniel e Cia... bem, não exatamente. (mas olha, eu os achei gato tsá? Pelo menos na minha cabeça!) Lembra dos losers do colégio, aqueles que só arrumavam encrenca, davam trabalho para os teachers e tudo o mais? Exatamente. Mas o que acontece quando Amanda, a abelha-rainha, se apaixona por um dos marotos, como são chamados os losers? (Harry Potter fan detected! :D) Pra piorar: o que acontece quando outra menina do grupinho pop, Guiga, também parece estar apaixonada por Daniel?

Intriga, my friend. Muitas intrigas! As vezes, a enrolação na qual Amanda consegue se meter é digna de Malhação, mas o que se pode fazer se a menina é medrosa/indecisa, né? Eu ficava torcendo pro Daniel ir LÁ NO MEIO DA ESCOLA e TASCAR UM BEIJÃO na Amanda pra ela largar de mimimisse! Imagine só, como seria lindo... Mas eu entendo a pobre menina. Afinal, vir aqui num blog quase anônimo na Internet e falar que eu não seria que nem ela, é fácil. Porém, se estivesse no lugar dela, não sei se agiria diferente...

CONTINUE LENDO AQUI: http://www.kariread.com/2010/07/review-sabado-noite-por-babi-dewet.html
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Jess 10/02/2014

Acho que faz um pouco mais de um ano em que ouvi falar sobre “Sábado a noite”, este foi o segundo livro que descobri que antes fazia parte de um mundo em que sou extremamente apaixonada; as fanfics. Eu estava louca para lê-lo ainda mais por saber que foi escrita em volta da banda Mcfly, eu gosto muito dos caras, mas não sou fã do tipo que sabe tudo sobre eles, eu apenas escuto suas músicas e me divirto enquanto elas tocam, Mcfly é o tipo de banda que quando eu coloco em meu PC para ouvir tenho que repetir os CDs por horas e horas, muitas vezes eles são a trilha sonora do meu dia.

Eu estava tentando arranjar alguma brecha dos livros que eu tinha que ler para finalmente comprar “Sábado a Noite”, estava bem curiosa de como a história seria desenrolada. A curiosidade acabou se tornando em ansiedade quando uma amiga me falou um pouco sobre o livro, pois ela havia acabado de lê-lo e isto me fez pensar por várias vezes nele, até que se tornou insuportável esperar, fazendo com que eu finalmente cedesse e passasse na frente de alguns outros livros.

Realmente me senti muito triste quando vi que aquele livro não estava tão maduro quanto deveria ter sido, acho que a autora, Babi, poderia ter mudado muita coisa para que ele não ficasse tão com cara de Fanfis, outro ponto que me decepcionou foi o fato de que todos os personagens são muito perfeitos; bonitos e populares com uma família em ótimas condições de vida, isso tirou totalmente a realidade do livro, tornou apenas em mais um clichê de Fanfic, onde nós, seres humanos com nossas imperfeições nunca podemos nos encaixar, também existe o fato de que algumas reações, algumas cenas foram extremamente forçadas, mais uma vez dando cara de Fanfic... Algumas vezes eu fiquei meio embasbacada pensando: “Porque diabos o cara está chorando por algo tão idiota?” Serio gente, isto não é uma reação que uma pessoa normal teria!

E não é só isso...

Por muitas vezes o fato do livro não ter o foco em apenas um casal me deixou cansada com a leitura, até mesmo fato de ter vários personagens me deixou logo no começo bem perdia, ainda mais porque as garotas eram bem parecidas em suas atitudes, em sua perfeição e sua popularidade. Todas eram as rainhas do colégio que os cara ficavam olhando quando passavam ou a escola parava literalmente para verem elas andarem jogando seus cabelos ao vento, aquele vento que só aparece quando é o momento certo para seus cabelos voarem de forma sexy, sabe? Tipo sessão da tarde? Eu ri bastante quando li cenas tão absurdas e forçadas.
O livro tinha tudo para ser muito divertido, mas não sei se pelo fato de ter sido uma fanfic ficou tão bobo. Se o tivesse lido antes nunca teria comprado o segundo volume, mas como eu já o tenho irei ler, também tem o fato de que já li algumas resenhas que falaram que ele está melhor que este primeiro... Veremos... Mas não ponho minha mão no fogo e nem irei apostar nenhum centavo, realmente estou esperando que seja tão bobo quanto este primeiro.

Não há muito o que contar sobre o enredo; é apenas uma história em que os cinto meninos baderneiros, porém lindos, da escola se apaixonam pelas rainhas, patricinhas, fúteis do colégio. Eles levam alguns foras, tem seus corações partidos e nunca criam vergonha na cara para simplesmente dá um chega para lá nessas garotas para mostrar a elas não são o ultimo biscoito do pacote, além de que existem garotas tão bonitas quanto elas que não tem o prazer de inferiorizar as pessoas. Além disto, ainda há o mistério de quem são os integrantes da banda Scotty ao qual o diretor colocou para tocar no baile todo sábado... Não é muito difícil de adivinha quando o livro é todo um clichê de Fanfic.

Eu disse que a história tem vários personagens, mas há um casal que é realmente o principal, mesmo ainda tendo mais 4 que tem suas histórias contadas em meio a confusão do principal. Enfim, eu até gostei do casal principal, achei o Daniel fofo e a Amanda uma verdadeira chata que merecia sofrer muito mais do que sofreu... Sério gente! A garota não se decidia de forma alguma, isso chegava a ser maçante!

Por fim, quero dizer que o livro não valeu os quase 40 reais que dei na livraria. Eu daria 20 reais e olhe lá.

site: http://worldbehindmywall.fanzoom.net
Bella Nine 04/01/2016minha estante
quanto mais resenhas leio, mais o livro me parece um episódio de Malhação. Adorei sua resenha!!!




Frini 09/08/2010

De fic para livro
Quando alguém escreve um livro, entrega ao mundo sua mais preciosa criação. Uma vez segura em sua mente, em seu coração, nada pode lhe acontecer. Mas como deixar de compartilhar o que se ama? Logo, autores escrevem na esperança de tornar sua criação mais real. Mas ao fazer isso, ao passar seus personagens para as páginas, a criação, de uma certa forma, ganha vida e isso a torna vulnerável à crítica. Por isso, minha primeira resenha no Skoob é tão especial e, ao mesmo tempo, complicada: por ser sobre o primeiro livro de uma pessoa querida.

“Sábado à noite” (SAN) é o primeiro livro de Babi Dewet. A jovem autora publicou independentemente sua primeira obra e só por isso, minha “filhota” já merece ser aplaudida. Sempre apoiarei essa iniciativa, pois, como disse acima, é preciso ter coragem para publicar e humildade para receber críticas, tanto positivas quanto negativas.

SAN conta a história de um grupo de meninas populares e um grupo de rapazes encrenqueiros. Embora a maioria das moças conheça os rapazes há tempos, a “sociedade escolar” os separou no segundo grau. Mas e quando a galera do lado A se apaixona pelo pessoal do lado B?

Ok, essa resenha pode conter spoilers, mas serão mencionados apenas, sem muitos detalhes para não estragar a leitura (do livro e da resenha).

Começo pelos pontos positivos. SAN tem personagens masculinos hilários. Fred é o meu preferido! Direto e honesto, o rapaz usa charme e sarcasmo para conseguir o que quer e é muito divertido de ler. Ele não é o protagonista - que abordarei mais para frente -, mas quando aparece, toma o foco da atenção. São cinco rapazes inseparáveis e sua interação durante o livro é muito gostosa de se ler.

Já das meninas eu prefiro a Anna, melhor amiga da protagonista. Honesta e pé no chão, Anna não é a personagem principal, mas está no centro da trama, pois é aquela que sabe de tudo que acontece com todos e tenta equilibrar as informações para não machucar ninguém. Gosto dela.

Outro ponto positivo é a cena entre Daniel e Amanda, a que acontece entre a pizzaria e o dia seguinte ao encontro (viu, não dei detalhes!). Romântica toda a vida e com cumplicidade legal entre os personagens. Parabéns, Babi.

Pontos negativos: SAN era antes uma fan fiction e, durante boa parte do livro, isso fica muito visível. Já nas primeiras páginas, fui bombardeada por informações: são dez personagens descritos e eu não sabia quem tinha cabelo de qual cor e quem gostava de quem. Muito confuso. Isso, em fic, funciona melhor, pois já conheço os personagens, seu background.

Outro ponto que fere a narrativa de “Sábado à noite” e que vem de algumas fics é o excesso de diálogo. Muitas vezes, senti como se estivesse lendo roteiro de novela para adolescente. Se a narrativa fosse mais indireta às vezes, conheceria melhor os personagens, o que os motiva, suas opiniões. Eles ficariam mais reais para mim e não somente para a autora.

Por último: nunca ouvi um garoto chamar uma garota carinhosamente de “fofa”. Esse adjetivo é usado por meninas e não por meninos (minha opinião e experiência). Outra ... Daniel chora demais e Amanda é MUITO lenta! Dá raivinha, sabe?

Mesmo com isso, tive e tenho um carinho enorme por SAN. E o livro termina em um gancho que quase me fez ligar para a Babi e perguntar “E ai? O segundo sai quando?”.

Parabéns pela primeira obra, filhota! Quero ler mais! :)
Karol 12/01/2012minha estante
Hhahahah Nossa, eu fiquei com esse negócio da "FOFA" na minha cabeça o LIVRO TODO! Mas como eu já tinha feito várias críticas na minha resenha - mesmo tendo gostado do livro, achei alguns pontos a melhorar - preferi não falar disso também pra não parecer implicante.. rs Mas fofa mata, né? Se um cara me chama de fofa, leva um murro.. rs




Regiane 06/09/2013

Um livro para curtir em um sábado à noite

“ Meia hora depois, a garota ainda estava ali jogada no chão e com a cabeça apoiada nos joelhos. A banda já tinha parado de tocar há alguns minutos. Ela continuava imaginando e sonhando se um dia poderia estar perto de quem gosta sem magoar alguém. Passava como um filme em sua cabeça. Não queria machucar uma de suas melhores amigas por uma paixão adolescente por alguém que ela achava tão patético quanto ela. Que ela nem ao menos sabia por que se sentia assim. Esse embrulho no estômago e a vontade de chorar constante. O ritmo acelerado que o coração tomava quando sentia seu cheio ou quando via seu sorriso. ”


A primeira vez que ouvi falar em SAN, foi em 2010, quando ainda tinha sido lançado de forma independente. Na época eu fiquei bem interessada na história criada por Babi Dewet, mas depois de algumas críticas onde apontavam detalhes que não me agradavam, eu desisti. Somente nesse ano - ao ganhar o livro de presente - eu me animei para ler. E apesar de conter coisas que me incomodaram, me surpreendi muito com o andamento da obra. A autora tem o domínio de prender a atenção do leitor até a última página.

Sábado à Noite é o primeiro livro que pertence a uma trilogia que possui uma história complicada, mas repleta de música, amizade e amor, apresentando Amanda como protagonista. Uma garota que faz parte do grupo de amigas mais populares do colégio. Por outro lado, existem os marotos: cinco garotos que possuem a fama de serem bagunceiros e entre eles está Bruno - o melhor amigo de infância de Amanda. Só que por sua falta de reputação, a garota evita falar publicamente com ele.

Mas quem disse que popularidade é tudo? Quando um amor mal resolvido ressurge e a amizade é colocada à prova, Amanda começa a ver tudo ruir e a partir disso, mergulha em aflições e sofrimentos. E se isso já não fosse o suficiente, o diretor abre as portas para uma banda de integrantes misteriosos que usam máscaras para tocar todos os sábados à noite no baile da escola, e o que deixa a garota intrigada é que suas letras têm muito a dizer sobre ela. Quem seriam esses garotos que tanto abalam seus pensamentos?

Quando peguei SAN nas mãos, eu não tinha ideia do quanto eu ficaria entretida, até porque o livro trata-se uma fanfic sobre McFly: uma banda que não faz parte da minha geração (Sou dá época que me descabelava pelos shows do Bon Jovi e Skid Row). Confesso que de início o livro não dava nenhum indício do quanto ia me cativar, mas depois que passei das 60 páginas, a história tomou um ritmo demasiadamente contagiante a ponto de me fazer não querer tirar os olhos um minuto sequer da história.

Fiquei muito feliz pela autora ter optado em escrever a narrativa dessa obra em 3ª pessoa. Não que eu não goste de narrações em 1ª pessoa, só que é muito mais complicado para o escritor conseguir dar uma visão ampla, utilizando essa técnica. Mas voltando a SAN, apesar de ter sentido falta de narrações maiores, Babi trabalhou muito bem o ponto de vista de cada um dos seus personagens. Os diálogos são bem divertidos - com ótimas sacadas - principalmente quando foca os marotos. Peguei-me rindo várias vezes, pois o humor contido é bem colocado, tornando-se impossível não se render a toda essa descontração. Sem contar que serviu para dar uma quebra no clima tenso da trama.

Apesar da Babi ter deixado claro desde o início da leitura, que a cidade não era rígida nas leis e, portanto jovens dirigiam sem possuir cartas de motorista, me incomodou um pouco. Também não gostei em ver que a maioria dos familiares dos personagens era muito ausentes. Sou uma pessoa muito família, então senti falta da autora ter trabalhado mais esses detalhes. Além disso, impressão que ficou, foi de que todos os personagens eram filhos únicos - com exceção de Guiga. Espero sinceramente que isso seja mais bem explorado no próximo livro.

Em relação aos personagens teve aqueles que eu tive vontade de colocá-los em potinhos e outros de simplesmente esganá-los. Vou começar por Amanda. A garota conseguiu superar qualquer outra protagonista que eu já tenha detestado (Dana da série Faeriewalker de Jenna Black e Bella Swan da série Twilight de Stephanie Meyer). Olhando lá atrás -voltando a minha adolescência - eu não consigo enxergar nada que possa me identificar com ela. Além de não ter um pingo de percepção pelas coisas que acontecem ao seu redor, ela não consegue ter uma relação decente nem mesmo com suas amigas. Mete os pés pelas mãos a todo o momento, além de ser muito covarde para enfrentar tudo que lhe vem acontecendo. Mas isso não foi nada perto do que ela apronta para o lado do Daniel. Nesse momento eu tive vontade de entrar no livro para lhe dar voadoras. Ela se mostrou muito egoísta e isso bastou para mim.

Daniel é um doce e muito romântico. O cara que qualquer garota gostaria de namorar (mesmo sendo considerado perdedor). Ele me irritou algumas vezes por ter ataques de ansiedade feminina, mas não o suficiente para me desencantar. Adorei a cumplicidade que ele tem para com seus amigos - o oposto de Amanda - e o seu humor é simplesmente contagiante. Falando dos personagens secundários, eu não curti a turma da protagonista. A única que me afeiçoou, foi Ana que é muito compreensiva e têm uma disposição para ouvir os outros. Maya e Guiga ficaram muito apagadas e pareciam viver em um mundo à parte. Carol é a insuportável, mal humorada, capaz de irritar a criatura mais paciente.

Já os marotos me cativaram desde o início. Na minha época de colégio eu me dava melhor com os meninos do que com as garotas, acho que por isso curti tanto eles. São engraçados, possuem um laço de amizade forte e não são encanados com nada. Não achei baderneiros, apenas descontraídos. Não entendi essa fama que eles tomaram, já que o que eles faziam, não era nada demais. Sou apaixonada pelo Fred. Ele consegue superar todos os marotos com sua personalidade. Ele é fofo, conquistador de professores, super divertido, companheiro e muito compreensivo. Gostei muito do Bruno, sem frescuras, engraçado e até mesmo um pouco resmungão - que dá todo charme ao seu personagem. Também adorei os momentos de flashbacks da sua infância ao lado de Amanda. Caio e Rafael também acaba no mesmo dilema de Maya e Guiga, me impossibilitando de chegar a uma conclusão do que realmente acho deles. Torcendo para que Babi explore mais esses personagens que tem de tudo para se tornarem interessantes. Não gostei de Kevin logo de cara, mas conforme fui conhecendo-o, eu me rendi e fiquei completamente ligada a ele, fora que seu papel é fundamental na história e na vida de Amanda. Só me recuso a falar mais, porque seria spoiler.

O romance é a principal característica dessa obra e confesso que em diversos momentos eu senti um friozinho na barriga. A história de Amanda e Daniel trouxe lembranças gostosas do meu primeiro namoro, as descobertas, as cartinhas e declarações. É uma fase mágica e marcante que a autora captou e transportou com muita precisão para suas páginas.

Sábado à Noite superou minhas expectativas, a escrita é envolvente e deliciosa, capaz de te fazer devorar o livro em poucas horas. Eu fiquei muito viciada na forma de escrever da autora. Um ingrediente perfeito para conquistar leitores e foi o que aconteceu comigo. Fiquei deslumbrada ao me deparar com músicas de The Beatles contidas pelas páginas de SAN. Sou suspeita para falar da banda, pois amo (influência da minha mãe).

Mesmo com tantos clichês, como os bad boys, os populares, os excluídos, nada disso foi capaz de tirar o encanto que esse livro traz. Sem contar que o final foi extremamente surpreendente. Fiquei um tempão de boca aberta, voltando às páginas para ter certeza de que era aquilo mesmo. Babi Dewet prova que não tem medo de ousadia e com isso consegue transformar uma história que de início parece simples (cotidiana) em algo surpreendente. A minha sorte é que eu li esse livro poucos dias antes de ser lançado SAN 2 - que já comecei a devorar - se não eu estaria surtando de ansiedade.

Se você ama música, romance, acontecimentos surpreendentes, emoção e amizade, eu recomendo Sábado à Noite!
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William Souza 01/10/2010

Encantador
Essa é a estréia da Babi na literatura, Sábado à Noite é um livro que nasceu de uma fanfic sobre a banda McFly, que a Babi adora e é super fã. Mas o livro é totalmente separado da fanfic Ok?

O livro fala sobre Amanda, uma adolescente como muitas outras, que é popular na escola e os amigos do seu amigo de infância são considerados os ‘marotos’ do pedaço por desrespeitarem as regras. Tudo ao seu redor acaba desmoronando quando um amor mal resolvido volta à tona e a sua amizade é posta em prova. Se não bastasse, seu diretor resolve dar bailes aos sábados e uma misteriosa banda mascarada foi convocada pra tocar. Mas suas letras dizem tanto sobre ela… quem serão esses mascarados de Sábado à Noite?

Quando ouvi o burburinho sobre o livro fiquei louco para ver, não é todo dia que vemos um livro sendo publicado pelo próprio autor, com uma capa linda de morrer, e uma sinopse bacana.

Durante a leitura eu não sabia se gostava ou não do livro, fiquei muito confuso, por causa da Amanda, ela é um amor e totalmente gracinha em uma página, dali à três ela está um pé no saco. Eu não sei com que ela pode ser tão indecisa!?

Uma coisa que eu realmente aprecio na Amanda é essa lealdade com as amizades, para ela amigo vem antes de amor. E em partes ela está certa, mas se eu fosse ela chegaria na amiga e abriria o jogo, é melhor você sofrer sabendo der tudo, do que ficar sofrendo sem saber de nada. E eu falo isso por experiência própria, porque já gostei de uma pessoa e meu amigo furou os meus olhos totalmente, e o pior é que ele NUNCA chegou para falar comigo sobre o assunto! Mas, voltando à resenha...

Os personagens são ótimos, mas os melhores mesmo são o Caio e o Bruno, eles tem um senso de humor ótimo. Ri muito durante a leitura, com “os marotos” como os meninos são chamados pelas pessoas do colégio. As meninas são todas metidas e enjoadas, mas é aquela coisa “gosto dos meninos, mas não quero que me vejam com eles” aff...

A ambientação da história é uma coisa a parte, do jeito que eu gosto. Tem praça, praia, lago. A cidade é calma e parece ser uma delícia. E tem até aquelas cenas mega clássicas na chuva, que amo. Já disse em outra resenha, como a ambientação é importante para a história e a Babi, conseguiu fazer isso majestosamente!

É fácil identificar os gostos da Babi no livro, Harry Potter, Beatles,e até os filmes. As músicas criadas por ela são LINDAS e se encaixam na história totalmente. Fiquei encantado, música + livro = DEMAIS!

E o que é o final? Eu fiquei tipo :O! MAs pelo que a Babi disse, parece que SAN vai ser uma trilogia! Tomara que seja!

Um livro super recomendado para você que gosta de histórias que se passam em colégios, e personagens que parece você ou alguém que você conheça. São situações reais que poderia acontecer com qualquer um. Lendo o livro meio que voltei para a minha adolescência, pensando em como o tempo do colégio foi gostoso. Compre e divirta-se!

O livro foi totalmente produzido pela Babi e pelos amigos dela, de forma totalmente idependente. Eu mega admiro isso, e é bom saber que cada vez mais autores nacionais estão escrevendo livros com uma super qualidade. Quem quiser comprar, é só ir no site, lá tem todas as informações e até download do 1º capítulo.
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Maya 02/07/2010

Os embalos de Sábado à Noite
O livro é um chick lit (para quem não sabe, livro voltado para garotas) que conta a história de amor entre Amanda (Mandy) e Daniel (Danny). Como toda boa história romântica, há muitos conflitos, sendo o principal a escolha de Amanda entre amizade e namoro (nós acabamos sabendo que na verdade é tudo um mal entendido).

É muito fácil nos identificarmos com os personagens por conta das personalidades reais, todos tem defeito e também pelas diversas menções a filmes, bandas e até mesmo ao game Mortal Kombat.

O livro originalmente era uma fanfic sobre a banda McFLY e é muito legal identificar as músicas (Down by the Lake, Too Close for Comfort, She Left Me, dentre outras) dos garotos ingleses em várias partes do livro, os fãs com certeza vão adorar. Para quem não leu a fic o final é surpreendente, fugindo da maioria dos finais de livros do mesmo gênero, e vai deixar quem ler ansioso pela continuação.
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Elisa 10/01/2015

Com o mundo das fanfics cada vez mais popular, não é uma surpresa que hoje em dia cada vez mais livros são publicados tendo como base alguma ficção de fã popular na internet. Foi assim com 50 Tons de Cinza, foi assim com After e é assim com Sábado à Noite também. Afinal, na maioria das vezes é só rebatizar os protagonistas e - BAM - você tem um livro. A história, que começou usando os meninos do grupo britânico McFly como personagens, conquistou tantos leitores que, após sua conclusão, foi editada em uma publicação independente. Com o esgotamento dessa primeira edição, o livro foi posteriormente relançado pela editora Generale.

O enredo de Sábado à Noite gira em torno de dez personagens principais: a mocinha, Amanda, com suas quatro melhores amigas; e Daniel, o mocinho, com seus quatro melhores amigos. Essa foi a primeira coisa que me incomodou na história, para falar a verdade - esse esforço em manter uma simetria perfeita entre os casais. Muitos personagens são introduzidos logo no primeiro capítulo e você leva um bom tempo para gravar quem é quem. Depois, quando mais pessoas são adicionadas à história, continuam sempre chegando em grupos de cinco!

A personalidade dos personagens também não vai muito além do clichê: Amanda e suas amigas são bonitas e populares, enquanto Daniel e seus amigos são os perdedores do colégio. Amanda é, desde criança, a melhor amiga de Bruno, um dos amigos de Daniel, mas atualmente não anda em público com ele por causa das aparências. Ela se apaixonou por Daniel nessa época, quando ainda eram todos amigos, mas fingiu não gostar dele porque sua amiga Guiga também estava apaixonada. Todas essas informações são compartilhadas nas primeiras páginas, em minha opinião um tanto rápido demais.

Em comparação com a introdução do livro, o desenvolvimento se arrasta lentamente por capítulos e mais capítulos e mais capítulos. Amanda gosta de Daniel e Daniel gosta de Amanda, mas Amanda não pode ficar publicamente com Daniel, pois acha que Guiga ainda gosta dele – e amizade vem em primeiro lugar. É claro que Daniel não sabe nada sobre Guiga e continua achando que Amanda tem vergonha dele, o que só poderia dar em merda.

Nesse meio tempo, o diretor do colégio decidiu promover bailes no ginásio da escola todo sábado à noite (ta-da, agora você sabe de onde surgiu o título da trama). Como Daniel e seus amigos não possuem credibilidade para serem aceitos como atração dos eventos, eles decidem se mascarar antes de subir no palco. Este logo passa a ser outro motivo para achar inacreditável a sonseira da Amanda: músicas e mais músicas sobre sua relação com Daniel e ela ainda não desconfia.

Com tantos leitores apaixonados e críticas positivas, eu realmente esperava mais desse livro. Acabei largando ele pela metade e só peguei de volta para terminar vários meses depois. Ao menos o fim foi uma boa surpresa. Ainda um pouco cafona, mas definitivamente um choque de realidade. Amanda conseguiu amadurecer para uma personagem menos rasa, o que me leva a crer que a continuação da trilogia vai ser bem melhor.


site: http://thefatunicorn.blogspot.com.br/
Nan ® 11/01/2015minha estante
Resenha interessante, gostei!
Já havia lido outras deste livro, todavia, até o presente momento, fico com a sua e, quem sabe, lerei o livro este ano.
"Gracias, señorita!" ^^


Bella Nine 04/01/2016minha estante
Nossa!!! Que resenha excelente!!! Eu tenho curiosidade de ler esse livro, mas eu fico sempre pé atrás por conta dos clichês. Sério, vi um monte de pontos que certamente vou detestar. E, de verdade, pra quê 10 personagens?? 1 já dá um trabalho ferrado pra criar personalidade, motivações... como lidar com10?? Aposto que ficaram superficiais e fúteis!!




Murphy'sLibrary 19/01/2011

Sábado à Noite é o primeiro livro da Babi Dewet, lançado de maneira independente, adaptado de uma fanfiction de McFly. Curiosamente, foi por causa de fanfictions de Harry Potter que eu conheci a Babi—e a Guta também. Porém, preciso confessar que eu não lembro de ter lido nenhuma fanfiction de Harry Potter que a Babi tenha escrito—sei que ela leu pelo menos uma das minhas fanfictions, mas isso não vem ao caso agora—, então Sábado à Noite foi meu primeiro contato com a escrita dela. Se você não sabe o que é fanfiction, trata-se de contos ou romances escritos por terceiros, não fazendo parte do enredo oficial do livro, filme ou história em quadrinhos a que faz referência.[1]

Amanda é a típica garota popular do colégio, aquela que todos prestam atenção quando passa e sabem o que está acontecendo na sua vida. Como toda e qualquer garota popular, anda cercada de um grupo de garotas—também populares—, e tem de aturar as piadinhas do grupo de "losers" da escola, os "Marotos"—qualquer coincidência com o nome do grupo de amigos de Harry Potter, acredito eu, não é mera coincidência! No entanto, ela é apaixonada Daniel e melhor amiga de Bruno, dois dos "losers", mas, para Amanda, Daniel é assunto proibido, pois além de ele ser um "loser", uma de suas amigas se confessou apaixonada por ele, e, para ela, amizade vem em primeiro lugar.

O título do livro se refere aos bailes de sábado à noite que o diretor da escola resolve promover. Uma misteriosa banda—os Scotty—toca para os alunos durante essas festas, e deixa todos intrigados, especialmente Amanda. Seria apenas coincidência o fato de as músicas da banda falarem de coisas com as quais Amanda se identifica tanto?

Sábado à Noite traz toda aquela nostalgia dos nossos tempos de escola—mesmo para aqueles que não eram nem populares, nem "losers". Os personagens foram baseados em pessoas reais (além dos meninos da banda McFly, é claro), e vivem dilemas tipicamente adolescentes. Quem nunca ficou irritado quando um professor resolveu escolher as duplas para um trabalho durante as aulas? Pois é, Amanda não fica nada contente quando é escolhida para criar uma letra de música com Daniel, o que a obriga a passar mais tempo com o garoto.

É uma leitura divertida e rápida—a maior parte do texto é composta por diálogos—, e que vai te deixar com vontade de saber o que acontece depois, pois ainda que a história seja baseada em diversos clichês, não espere o mesmo para o final deste conto de amor moderno. Fica aqui meus parabéns à Babi pela dedicação e todo o trabalho para lançar o livro de maneira independente!
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Fernanda 08/03/2012

Sábado à Noite é um livro cativante. Isso é o mínimo que posso dizer sobre um livro que me fez ficar acordada a madrugada do natal lendo.
A autora, Babi Dewet, fez uma bela e engraçadíssima história sobre a vida adolescente. Dúvidas, anseios, amores, confusões, risadas altas, jogos de video games e afins, que nos leva a sorrir enquanto saboreamos as páginas do livro.
A narrativa em 3° pessoa nos faz conhecer todos os personagens de forma mais plena, dando a leitor o poder de julgar de forma subjetiva os erros e acertos dos personagens.
Amanda é um caso sério. Daniel é um sonho de menino e o quero! É sério.

O ambiente da história é basicamente na escola, e Amanda, Carol, Maya, Guiga e Anna são as estrelas de lá. Lindas, glamourosas e populares as cinco garotas arrancam olhares de todos. Entre esses ‘todos’, estão os meus queridos e lindos Marotos. Daniel, Bruno, Rafael, Fred e Caio são taxados como as “encrencas” da escola. Marotos e Populares são inversamente proporcionais no que se diz respeito à status.
Porém, como todo drama adolescente, há muito mais nas entrelinhas.

O diretor da escola decide promover os bailes de Sábado à noite, onde uma banda muito talentosa e misteriosa, chamada Scotty, fazem o maior sucesso.
Mas há algo com eles deixa Amanda surpresa e levemente desconfortável. Eles sempre parecem cantar o que se passa na vida dela. Como se conhecessem sua história. Mas claro que isso é coisa da cabeça dela. Ou talvez não…

Amanda tem o talento de complicar as coisas. Daniel, um dos marotos, é apaixonado por ela. Muito. E ele é tudo que todas nós, simples mortais, pedimos à Deus nos nossos tempos de escola: Romântico, engraçado, talentoso, com uma bela personalidade, e que está disposto a tudo para agradá-la. Amanda também é apaixonada por dele, mas isso não parece ser o suficiente. Não posso crucificá-la. Ela está confusa e tem mais que apenas eles dois nessa história, mas ela podia, sim, dá um rumo menos doloroso nesse romance.

O enredo todo é envolvente. Os personagens são realmente apaixonantes e fofos (Sim, estou me referindo aos marotos). Teve momentos que eu quis pular no pescoço de Amanda e apertar; quis agarrar Daniel e os outros Marotos. O leitor torce pra dar certo, e quando não acontece (e isso me faz lembrar como adolescente são idiotas às vezes) ficamos com nó um na garganta. Altos e baixos são inevitáveis na vida de todos, e esses adoráveis adolescentes não escaparão desses momentos.
Sem falar no final, que me deixou super necessitada do próximo livro.

(Obs: Pesquisando, descobri que a autora confirmou uma continuação, ainda sem data prevista. Mas espero que seja muito em breve.)

SAN é um livro que, definitivamente, vale a pena ler. Uma leitura leve e divertida que nos promove muita música (esta resenha foi escrita ao som de The Beatles), papos bem humorados, e muito romance. A vida desses adolescente deixam o leitor com um sorriso bobo e a cabeça nas nuvens.
A autora adaptou o livro de suas FANFICs e fico muito feliz de ter dado tão certo. O talento de nossos novos autores nacionais merecem ser reconhecidos e prestigiados.
E se julgarmos o livro pela capa.. bem, vamos amá-lo antes mesmo de lê-lo.
Babi Dewet 09/01/2012minha estante
Sua fofa, obrigada pela resenha =D




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