O Triturador

O Triturador Niall Leonard




Resenhas - O Triturador


6 encontrados | exibindo 1 a 6


fernanda.santos.739 16/03/2017

mediano
O livro começa muito bom, já com um acontecimento suspeito, e o final é surpreendente! O autor faz você enveredar por um caminho, depois muda para outro, depois para outro... Porém, a escrita é um pouco arrastada, monótona... Acho que vale a leitura, mas não vale a compra.
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Notas.Literarias 28/04/2017

É um livro muito agradável aos amantes do estilo
Oi pessoal, belezinha?!? Hoje vamos bater um papo sobre um livro comprado única e exclusivamente pelo título. Não conhecia absolutamente nada sobre a obra, nem sobre o autor, mas foi uma grata surpresa e vou contar o porquê.

O livro é narrado por Finn, um menino de dezessete anos, disléxico que foi abandonado há muito tempo por sua mãe e vive somente com seu pai. Teve uma infância muito difícil e não está diferente agora. Trabalha numa lanchonete e não tem muitas perspectivas para sua própria vida. Seu pai um ator decadente todos os dias descobre uma forma de sair do ostracismo, mas tudo tem sido só história há muito tempo.[...]
Ele só não contava que o assassinato do seu pai não tivesse nada a ver com o presente e tudo a ver com o passado que ele tanto gostava de enaltecer. Com uma trama cheia de personagens interligados vemos o desenrolar da história de uma forma inacreditável, as revelações se mostram mais bem construídas do que podemos imaginar. É um livro muito agradável aos amantes do estilo.

site: http://www.notasliterarias.com/2017/04/resenha-o-triturador.html
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Livroseliteratura 14/05/2017

Um livro britânico
Após encontrar o pai assassinado, a vida de Finn vira de cabeça para baixo.
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Principal suspeito do crime, o garoto deve correr contra o tempo para limpar seu nome.
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À procura de respostas, Finn se infiltra no sórdido e brutal submundo de Londres, onde enfrenta novos perigos a cada passo e onde obscuros segredos familiares o levam a perceber que as pessoas em que mais confia são as que podem golpeá-lo com mais força.
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Para encontrar o assassino, ele teve de se tornar um.
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Eis um livro que despertou sentimentos confusos, estranhos. Um bom enredo, uma escrita simples e fluida, mas que ao mesmo tempo é lacônica, insossa.
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A diagramação é ótima, apesar de apresentar alguns erros de revisão. A leitura é rápida, pois o tamanho da página não é grande e a fonte não é pequena.
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Concluí a leitura há 24 horas e ainda não consegui definir como me sinto em relação à obra. Em alguns momentos, relembro a leitura com carinho; já noutros, me remete à literatura juvenil.
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O protagonista tem 17 anos de idade e enfrenta criminosos da máfia. Em se tratando de Brasil, sabemos que não é impossível o envolvimento. Porém, o crime no país é muito bem armado e contei umas poucas armas de fogo durante toda a estória.
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Alguns aspectos do passado de Finn são jogados sem maiores explicações em alguns trechos, o que nos dá a sensação de ter pulado algumas páginas. Não atrapalha o entendimento do todo, mas causa um certo desconforto.
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O desfecho é interessante, mas não surpreende a ponto de compensar a ausência de carisma e creio que isso se deve ao estilo do autor, que não chega a ser um defeito, é apenas uma característica.
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Quando penso no livro, me vem à mente apenas uma palavra para defini-lo: britânico. No quesito emoção, é formal e não cativa, não demonstra calor humano.
(não que essa seja a impressão pessoal que tenho dos britânicos, mas vejo muitas pessoas que se referem a eles de tal forma)
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Definitivamente, não é o tipo do livro que me sinto na posição de indicar ou deixar de indicar. Acredito que é realmente uma questão de ler para descobrir se lhe agrada ou não. Eu li e não descobri isso ainda!
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www.instagram.com/livroseliteratura
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Fernanda | @psiuvemler 08/06/2017

O Triturador | Blog Psiu, vem ler
Depois do assassinato do pai sob circunstâncias bem curiosas, a vida de Finn Maguire se transforma completamente, principalmente porque ele vira o único e principal suspeito e agora precisa lidar com as investidas do inspetor Prendergast, encarregado de achar o responsável pela morte de seu pai. Intrigado pelos motivos que levaram a esse crime, ele resolve procurar respostas por conta própria, envolvendo-se com pessoas extremamente perigosas e vivendo coisas que nunca imaginaria.

Finn nunca foi um garoto ilustre. Com 17 anos, ele já abandonou os estudos e leva a vida trabalhando no caixa de uma lanchonete às margens da falência. Disléxico, ele nunca aprendeu a realmente ler, sabendo apenas o necessário para se virar na vida, e por isso não tem grandes esperanças de conseguir um trabalho de grande valor. Seus dias são empurrados com a barriga, sem grandes emoções, resumindo-se da casa ao trabalho e aos exercícios matinais que ele faz questão de não interromper.
Todo esse fracasso ele agrega à mãe, que abandonou a ele e ao pai há muitos anos. O relacionamento entre Finn e seu pai nunca foi dos melhores. Noel é um roteirista que não se deu bem na vida, mas que segue firme escrevendo roteiros sobre os mais variados assuntos, fiel de que seu sucesso ainda vai chegar. Ele é acostumado a passar horas fora de casa, frequentando bares e conversando com estranhos para conseguir detalhes para suas histórias, até o dia em que é espancado até a morte em seu local de trabalho: a mesa de casa.
Muitas coisas acontecem após o assassinato e Finn está destinado a descobrir quem matou seu pai e qual o motivo disso, mas o garoto acaba se envolvendo em coisas que não compreendia e cada passo que ele dá é um risco a mais que ele corre. Pessoas estão atrás dele por motivos que até então desconhecemos e Prendergast continua tentando culpá-lo por algo que ele não cometeu.
O Triturador é uma montanha russa de acontecimentos e reviravoltas. Somos apresentados a diversos gêneros literários em um único exemplar e isso pode ser tanto bom quanto ruim, vai depender muito das suas preferências de leitura. Em algumas páginas acompanhamos os primeiros passos de um romance, onde muitas das sensações são novas para nosso protagonista; há aquelas partes repletas de ação, lutas e ossos quebrados, que, para mim, foi onde a leitura fluiu mais rápido; e também teve os momentos de tensão, mistério e suspense, quando Finn estava à espreita das pessoas que considerava suspeitas pela morte do pai e foi nesse momento que a leitura se tornou devagar para mim.
São necessárias várias páginas de investigação pela parte de Finn até que apareça uma cena de maior ação, mas quando essas aparecem, os apaixonados por lutas e sangue não têm do que reclamar, pois a narração do nosso personagem principal muitas vezes é bem violenta. E isso contrasta bastante com os momentos onde ele se encontra com uma garota, ou quando está pesquisando sobre as vidas dos supostos envolvidos no assassinato do pai.
O trabalho da editora ficou ótimo e eu adorei essa capa, mais ainda depois que entendi o significado dela. A única ressalva são os diversos erros de digitação e revisão que eu encontrei durante a leitura, como letras faltando ou palavras erradas. Também senti falta de alguma informação na capa que dissesse se tratar de uma trilogia, pois só descobri isso por conta de pesquisas na internet. A trilogia já está completa no exterior; foi escrita por Niall Leonard, esposo de E. L. James e roteirista de Cinquenta Tons Mais Escuros.
Eu recomendo O Triturador para quem gosta de um bom suspense com altas doses de adrenalina. O autor não tem medo em exagerar nos detalhes das lutas entre os personagens, tanto que algumas das coisas que aconteceram, a meu ver, pareciam até impossíveis, considerando as circunstâncias. O enredo possui alguns palavrões, o que não me agradou muito, mas mesmo desconsiderando isso, não é uma obra que pretendo reler em breve, apesar dos pontos positivos.

site: http://www.psiuvemler.com.br/2017/05/resenha-triturador-niall-leonard.html
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Jeff.Rodrigues 08/08/2017

Resenha publicada no Leitor Compulsivo.com.br
Primeiro livro de uma trilogia, O Triturador é um suspense leve, bem-humorado e despretensioso. É o típico livro para ser lido por pura e simples distração, e que quase poderia ser chamado de suspense infanto-juvenil.

Niall Leonard nos leva pelas desventuras de Finn Maguire, um garoto de dezessete anos com uma vida em que tudo parece estar dando errado da forma mais espetacular possível. Narrada em primeira pessoa, com a peculiar visão de mundo do protagonista, a trama é ágil e praticamente devoramos os capítulos. Não há nada de espetacular no enredo e a busca de Finn pelo assassino do pai não se constitui num mistério que prenda nossa curiosidade. Na verdade, a história vai fluindo e nós vamos seguindo seu ritmo envolvidos pelas peripécias do protagonista sem nos preocuparmos com aquilo que deveria ser o ponto principal da obra: desvendar um mistério.

O autor não se preocupa em dar muitas explicações ou entrar em detalhes sobre diversas passagens e acontecimentos, algo que se não prejudica a história também não colabora para dar mais qualidade ao conjunto da obra.

O bom-humor do protagonista em contar sua história é o ponto alto do livro, tirando boas risadas durante a leitura. Fora isso, repito, é uma obra bem despretensiosa e que eu não indicaria a leitores ávidos por aquele “algo mais”. Algo negativo, e que me surpreendeu em se tratando do Grupo Editorial Record, foram os diversos erros de revisão que passaram despercebidos e resultaram em muitas grafias erradas de palavras.

Ficando nesse meio termo, sem uma opinião totalmente formada sobre O Triturador, aguardo para ver se teremos as publicações dos outros dois livros: Incinerator e Shredder.

site: http://leitorcompulsivo.com.br/2017/08/04/resenha-o-triturador-niall-leonard/
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Simone de Cássia 09/10/2017

Triturador.... de paciência!!!
Triturador só se for de paciência!!! Que livro chaaaaaato, pelamordedeus!!! Com esse nome eu imaginei alguma coisa no estilo do Cirurgião da Tess Gerritsen..mas, nossinhora, que propaganda enganosa!!! Aliás, o livro parece voltado ao público "teen"... que preguiça desse trem!! Sem chance!
Claudia 09/10/2017minha estante
Tirando dos Desejados já!!!! Ainda bem que pedi para vc ler primeiro, rssssss!




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